Destaque em Imóveis

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Preço dos Imóveis no Brasil estão Fora da Realidade


Robert Shiller, vencedor do Prêmio Nobel de Economia 2013, fez observações relevantes sobre o preço dos imóveis no Brasil, que crescem de forma acelerada nos últimos anos. Nós brasileiros, que queremos comprar ou apenas alugar um imóvel, temos que concordar com Shiller: os preços dos imóveis no Brasil estão simplesmente fora da realidade. Não é apenas fora da realidade brasileira. Comparado a outros países, como os Estados Unidos, nossos preços continuam extremamente altos. E o que mais preocupa é que esses valores sobem rápido demais. O metro quadrado no Brasil chega até a R$ 19 mil. Brasília e alguns bairros nobres do Rio de Janeiro lideram o ranking dos imóveis mais caros do país.

O preço dos imóveis nos Estados Unidos caiu muito depois da crise de 2008, chegando a ficar quase 50% mais barato. O fato dos imóveis nos Estados Unidos estarem com o valor mais baixo do que no Brasil, atrai investidores brasileiros que tem cada vez mais procurado imóveis no exterior, já que no nosso país essa alta tem dificultado a compra de casas e apartamentos.

Essa alta desenfreada pode trazer problemas graves para a economia brasileira, pois há um grande desequilíbrio que pode gerar uma crise, pois o custo do dinheiro (os juros) assim como o preço dos imóveis, é muito alto.

Por Nathalia Henderson



Valor dos aluguéis de imóveis residenciais em São Paulo apresentou alta em março de 2012


O índice que avalia o valor dos aluguéis na cidade de São Paulo cresceu 1,4% em março quando comparado ao mês imediatamente anterior.

A alta foi registrada no segmento de imóveis residenciais novos. A informação é do Sindicato da Habitação (Secovi), em dados divulgados na quinta-feira (19/04). De acordo com a entidade, foi registrada alta de 16,16% no acumulado dos últimos 12 meses.

Este resultado foi a variação mensal mais alta desde o mês de novembro do ano passado, quando o crescimento no valor do aluguel foi de 1,7%. Apesar disso, o valor acumulado dos últimos 12 meses ficou abaixo do registrado em meses anteriores, sendo que, em fevereiro, o acumulado estava em 16,96% e em janeiro em 17,9%.

O levantamento ainda apontou que os imóveis de 1 dormitório tiveram valor mais alto do que fevereiro, em 1%. Os apartamentos e casas de 2 quartos sofreram alta de 1,5%. Os imóveis de 3 quartos ficaram com aumento de 1,9%.

Em relação aos contratos de aluguel o tipo de garantia mais utilizado em março foi o fiador, presente em 48,5% do total. O depósito de cheque caução ficou com 32% e o seguro-fiança teve a preferência de apenas um contrato a cada cinco.

Por Matheus Camargo

Fonte: Secovi



Aluguel Residencial – Alta nos Valores em 2011


Àqueles que não se preocupam ou não têm a possibilidade de adquirir residência nova ou usada recorrem aos aluguéis, que em muitos casos até são vantajosos, embora, como o senso popular cite, “é um dinheiro dispensado sem qualquer retorno”.

Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) acelerou 0,69% em dezembro, e devido a essa constatação os aluguéis residenciais com reajuste anual ligados ao indicador e aniversário em janeiro aumentarão 11,32%, percentagem acumulada do medidor em todo o ano passado.

Segundo Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), se um inquilino dispensava R$ 1 mil em seu aluguel, terá, agora, de incluir mais R$ 132 sobre o valor anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress



Programa Minha Casa, Minha Vida auxiliará pessoas de Baixa Renda em 2011 – Favelas


Arquitetado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o “Minha Casa, Minha Vida” é tido como grande fomentador de inclusão social e acesso a parcela dos diretos regidos pela Constituição Brasileira. Embora constatações recentes, provenientes de jornais impressos, indiquem entregas de moradias abaixo dos dados oficiais divulgados, parte da sociedade se beneficia com os subsídios de até R$ 23 mil pelo programa concedido.

Na intenção de ampliar o programa, Medida Provisória publicada na sexta-feira (3) no Diário Oficial da União indica a permissão do governo federal para utilizar terrenos pendentes de regularização em favor do MCMV, abrangendo, portanto, as diretrizes do intento nas favelas a partir de 2011. Matéria do Estadão assinala que Dilma Rousseff, presidente eleita, almeja erguer dois milhões de unidades habitacionais para o público de baixa renda.

Segundo Inês Magalhães, secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, a utilização de terrenos em processos de regularização será consentida apenas para casos de reassentamento nas favelas. Assegura, pois, que o governo já edificava unidades habitacionais anteriormente, mas não dentro dos moldes do “Minha Casa, Minha Vida”.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil – Previsão de Alta na Inflação para os próximos meses – 2011


O governo Dilma Rousseff logo que começar irá enfrentar um cenário de inflação alta e que deverá perdurar pelos três primeiros meses iniciais do próximo ano. Pelo menos esta é a expectativa do mercado para os próximos cinco meses, a contar com Novembro, conforme matéria do site Economia IG e informações do Jornal O Estado de São Paulo.

Vários aumentos irão pesar no bolso do brasileiro a partir do final do ano e todos com previsão de aumentos que deverão ultrapassar 7% e entre eles estão: passagens de ônibus, valor dos aluguéis que teve seu índice (IGP-M) registrado em Novembro em 1,45%. No acumulado do ano já registra 10,56% o que vai jogar bem alto os aluguéis com contrato tendo reajuste neste momento. E por fim uma das vilãs do orçamento de toda família brasileira, as mensalidades escolares. E some-se a estes fatores a pressão para cima que os alimentos estão exercendo sobre a inflação e que só deverá se atenuar com a nova safra de grãos.

A inflação dos últimos doze meses medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) pode passar de 6% nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro conforme previsão dos economistas. Previsões alimentadas pelo IPCA-15, prévia da inflação oficial, que chegou em Novembro a 0,86%.

Novamente a alta de alimentos foi responsável por este índice elevado, tendência que deverá se manter pelos próximos meses, principalmente com o advento das chuvas de verão.

Com tantos fatores de risco para manter e sustentar uma elevação forte da inflação, a nova equipe econômica terá logo como primeiro desafio enfrentar esta elevação e com certeza um retorno a taxas de juros Selic mais elevadas deverá ser uma opção para combater esta tendência inflacionária.

Por Mauro Câmara



Creci – SP indica queda na comercialização de imóveis


O setor habitacional do país vive uma boa fase e isso quase todas as pessoas sabem. O que grande parte da população não sabe, ou pelo menos não sabia até o momento, é que após cinco meses seguidos de ascensão, a comercialização de residências usadas contabilizou o primeiro arrefecimento neste ano em São Paulo, exatamente em junho.

Uma das entidades que representa o setor, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado paulista (Creci-SP), contabilizou em percentuais que o recuo diagnosticado ultrapassou 23% no sexto mês do ano em comparação a maio. Em números mais precisos e ilustrativos, foram 1.380 os apartamentos e casas vendidos.

No interior de São Paulo, de acordo com o portal de notícias G1, o tombo foi de aproximadamente 27,8%, enquanto no litoral o índice superiou a margem de 22%. Diadema, Guarulhos, Osasco, Santo André, São Bernardo e São Caetano somaram, unissonamente, o percentual de 26,44% (na queda).

Os lares usados mais comercializados em junho dentro do Estado de São Paulo foram apartamentos, com 52,19% da participação total entre todas as moradias. O remanescente ficou relacionado às casas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Secovi – SP indica queda na venda de imóveis na cidade de São Paulo


Adquirir imóvel novo ficou mais tranquilo aos brasileiros nos últimos meses devido a benefícios de até R$ 23 mil concedidos pelo programa do governo federal “Minha Casa, Minha Vida”. O setor tem celebrado os números, tanto que as construtoras começaram a buscar locais longe de grandes centros para abrir empreendimentos, principalmente os voltados às classes C, D e E.

A cidade de São Paulo apresenta inúmeros tipos de residências, porém, mesmo com grande número de ofertas, em maio houve arrefecimento de 46,3% na comercialização de imóveis na região metropolitana do Estado em comparação a abril. O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), por meio de estudos, revelou que o total de unidades vendidas relacionadas à totalidade de lares novos em oferta na região decresceu 10,5% na mesma base comparativa.

Os imóveis de dois ou três quartos foram aqueles que melhor se comportaram e puxaram as negociatas, com mais de 74% de participação perante as demais modalidades. Segundo reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, no acumulado dos primeiros cinco meses deste ano os lançamentos contabilizados superaram mais de 23 mil unidades, montante inferior às vendas (de quase 28,7 mil).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pesquisa – crescimento na construção de imóveis compactos em São Paulo


O Brasil tem conquistado posições de destaque no mundo, particularmente pelos bons números da economia (apesar deste ano acontecer eleição presidencial, situação geralmente envolta em grande suspense e mistério pelo ambiente de incertezas que o próximo presidente poderá gerar). Não concernente a esse fato, o segmento de imóveis tem aproveitado ao máximo o novo perfil dos consumidores, tais como o diagnosticado pela instituição financeira Bradesco – mudança de classes por fatia da população (da D e E para a C).

Um estudo levantado pela Geoimovel, no início desta semana, assinalou o crescimento de imóveis compactos, aqueles com até 55 metros quadrados nos últimos anos na região de São Paulo. Duas são as situações justificadas pela pesquisa: busca do primeiro imóvel e investimentos. Com alta superior a 80,5% entre os anos de 2005 e 2009.

A Folha UOL, em paráfrase ao levantamento, relacionou como atrativo o proveito contraído com aluguel, bem como a crescente valorização de imóveis. José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóvel (Creci), relativiza, em termos percentuais a locação situada em locais estratégicos atinge até 12,6% anuais – há meia década, por exemplo, o percentual chegava somente a 0,5% mensais. Ou seja, o crescimento tem por base aliar maior custo benefício em longo prazo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajustes no Valor da Locação de Imóveis em São Paulo


Segundo divulgação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) nesta terça-feira, o valor dos contratos de locação firmados no mês de junho na capital paulista teve uma alta de 11% em comparação ao mesmo mês em 2009. O percentual é maior que o medido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que registrou um acréscimo de 4,84% no mesmo período.

Comparado ao mês anterior, maio, foram registrados 0,3% de reajuste. De acordo com entidade, este é o menor índice desde janeiro deste ano, que teve aumento de 0,2%. Para o Secovi, o número indica uma desaceleração na procura de imóveis para aluguel. Em junho, os imóveis que tiveram locação mais rápida foram casas e sobrados, enquanto o fiador foi o tipo de garantia mais usada nos contratos, com uma média de 49% do total firmado.

Os contratos de aluguel já em andamento com reajuste anual previsto para o mês e com variação atrelada ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) tiveram um aumento no aluguel de 4,18%. Para quem tem reajuste previsto para julho baseado no mesmo índice, a previsão é de um acréscimo de 5,17% no contrato.

Por Bruno Chagas



Secovi – SP venda de imóveis caem 40% no prazo de um mês em São Paulo


A imprensa brasileira tem divulgado, semanalmente, dados favoráveis relacionados a imóveis comercializados. O crescimento, justifica o próprio governo, decorre do maior poder aquisitivo da população, acesso ao crédito mais facilitado e, talvez – principalmente –, em virtude dos benefícios concedidos por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”, que cede até R$ 23 mil a pessoas de baixa renda.

No entanto, o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) divulgou na última quinta-feira, 15 de julho, que as vendas de residências novas em São Paulo arrefeceu 40% em maio ante abril, com exatamente 1.949 unidades comercializadas. Em confronto ao mês igual do ano passado, o baque foi mais amplo: 51,4%.

Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, assegurou que ainda é precipitado imaginar mudança nas tendências. Segundo ele em reportagem noticiada pelo portal de economia Terra, é necessário aguardar dados dos próximos meses para melhor avaliação. Mesmo assim, são esperadas vendas de 37 mil a 38 mil imóveis novos até o final deste ano.

Residências de três quartos representam o maior número nas negociatas, com quase 36% da fatia total. De dois dormitórios, um pouco abaixo, a participação chegou ao percentual de 34%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Feirão da Casa Própria em São Paulo tem 152 mil imóveis


Nesta quinta-feira dia 13 de maio, o Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal chegou em São Paulo, trazendo ao público quase 152 mil ofertas, sendo 51,4 mil imóveis novos e 100,4 mil usados, localizados na capital, na região metropolitana e na Baixada Santista.

O valor total dos imóveis chegam a R$ 24,6 bilhões e a Caixa espera que o volume de negócios fechados cheguem a R$ 1,5 bilhão, com um público de 120 mil pessoas durante os quatro dias do evento. Está confirmada a presença de122 construtoras e101 imobiliárias.

Para comprar um imóvel é necessário comparecer munido de RG, CPF, comprovante de residência e os três últimos holerites. Autônomos ou trabalhadores informais podem substituir os holerites por extratos bancários e fatura de cartão de crédito.

Nos dias 13 e 14, o horário de funcionamento será de 10h as 21h e nos dias 15 e 16, das 9h as 20h, O Feirão ocorrerá no Centro de Exposições Imigrantes, na região do Jabaquara.

Por Mauro Tavares

Fonte: Uol



Minha Casa, Minha Vida – O sonho da casa própria


O sonho da casa própria nunca esteve tão em evidência como no atual governo federal.

Nos grupos de amigos, nas conversas no ambiente de trabalho, nos anúncios de corretoras e construtoras espalhados pelas cidades, comenta-se sobre as facilidades para adquirir a tão esperada casa própria e livrar-se do aluguel.

Mas, talvez pelo stigma de burocracia e dificuldade que os trâmites de um financiamento dessa natureza sempre carregaram, muita gente não se propõe a buscar mais informações sobre a Campanha Nacional “ Minha Casa, Minha Vida”.

Portanto, para aqueles que como eu, sonham com a aquisição da moradia própria, seguem algumas informações que podem ajudar na tomada de decisão sobre pelo financiamento ou não.

O investimento do Governo Federal destina-se a famílias com renda de 3 a 10 salários mínimos, com prestações compatíveis com a capacidade de cada uma delas. Além da ausência de burocracia na aprovação de alvarás, licenças e projetos, as famílias contam com a redução e, em alguns casos, até isenção de custos cartoriais, de alíquotas e de seguros. Assegurando também o uso do FGTS para aquisição da moradia.

Com esta Campanha o país sai ganhando de diversas maneiras, gerando mais empregos, e crescimento num parceria do Governo federal com os Estados, Municípios e a iniciativa privada.

Os interessados podem buscar mais informações na Caixa Econômica Federal (www.caixa.gov.br).



Uso do FGTS em Consórcio de Imóveis


A Caixa Econômica Federal possui um benefício para as pessoas que detenham um consórcio imobiliário, que é o uso de recursos do FGTS para o pagamento das prestações.

Para aderir ao benefício, a pessoa física deve se encaminhar a qualquer agência do banco portando os seguintes documentos:

  • Extrato analítico dos últimos 2 anos da conta vinculada;
  • Comprovante de tempo de trabalho sob o regime de FGTS;
  • Comprovante de não propriedade de imóvel nas condições impostas pela Caixa;
  • Segunda via do DAMP 3 (formulário de solicitação emitido pelo sistema) e
  • Certidão de Inteiro Teor da Matrícula.

Mais informações podem ser obtidas através do site www.caixa.gov.br no link Consórcio Caixa.

Por: Teresa Almeida