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ICV de São Paulo – Dados de fevereiro de 2012


O DIEESE divulgou o ICV – Índice de Custo de Vida – da cidade de São Paulo que apresentou taxa de 0,13%, representando um recuo de mais de um ponto percentual no mês de fevereiro.

Um dos grupos que mais contribuíram para esse número foi o setor de saúde que foi incentivado pelos valores cobrados com a assistência médica. 

Os que menos apresentaram mudanças foram os setores de transporte e alimentação com queda de 0,26% e 0,16%, respectivamente. Esses setores foram influenciados pelos produtos “in natura” e semielaborados, além dos subgrupos individuais. 

Com relação às despesas pessoais, o estudo mostrou uma alta no mês de fevereiro, que fechou em 0,43% e foi influenciado pelos produtos de beleza e higiene pessoal que tiveram os preços elevados em 0,80%.

Outro grupo que apresentou aumento foi o item referente aos equipamentos domésticos, que fechou o mês em 0,17%, sendo que o item que mais contribuiu para esse aumento foi o de imóveis com 0,37%. 

O Índice de Custo de Vida também divulgou a inflação referente aos 12 últimos meses, que teve alta de mais de 5%, sendo que no primeiro bimestre do ano esse aumento foi de 1,45%. 

Por Joyce Silva



Dieese – ICV cai para 0,80% em abril de 2011


O leitor já parou para pensar quanto custa viver no país? Não, não é exatamente aluguel ou prestação de financiamento do imóvel, por exemplo, mas todos os gastos envolvidos, desde alimentos a produtos de limpeza. Pois bem, dados examinados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o Índice do Custo de Vida (ICV) desacelerou para a variação de 0,80% em abril, contra 0,91% constatado em março.

O Dieese ilustra os grupos Transporte, Saúde e Alimentação como os responsáveis pelos índices que apresentaram algum tipo de crescimento. Juntos, conceberam 58,50% dos gastos totais e 0,74% do índice do ICV.

No quesito Transportes, com alta de 3,33%, vale destacar o incremento de preços do etanol, 12,07%, e da gasolina, de 6,66%. Na categoria Saúde, com avanço de 1,05%, o subgrupo produtos farmacêuticos e medicamentos registrou ascensão de 4,78%, assim como assistência médica e consultas médicas, com índices positivos de 0,24% e 0,75%, respectivamente.

Em Alimentação, cuja alta chegou a 0,26%, a realizada fora do domicílio foi a principal contribuinte à alta, com 0,64%. Produtos da indústria alimentícia também apresentaram incremento, de 0,56%, enquanto produtos in natura e semielaborados responderam com decréscimo de 0,15%.

De acordo com o Dieese, o grupo Equipamentos Domésticos contraiu índice negativo de 0,79% e Vestuário, por sua vez, alta de 0,71%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Índice do Custo de Vida (ICV) – Março 2011


A expansão de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 foi possível graças a uma combinação de fatores que ganhou força, é verdade, quando o governo adotou uma série de medidas para poder livrar o país dos principais e nocivos efeitos da crise financeira mundial iniciada com a quebra do banco Lehman Brothers, nos Estados Unidos.

Essa taxa de crescimento, porém, não minimizou problemas de décadas dos brasileiros: altas taxas tributárias. Por fim, quanto vale viver no Brasil, ou melhor, qual é o custo de vida por aqui?

De acordo com dados levantados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o Índice do Custo de Vida (ICV) subiu para 0,91% no mês passado, 0,50% acima da taxa registrada em fevereiro, de 0,41%.

Os grupos que mais elevaram o medidor foram Transportes, com avanço de 2,34% no período, Habitação, 1,10%, e Alimentação, 080%. A entidade aponta que eles representaram, juntos, 67,6% dos gastos dos lares tupiniquins.

Ao analisar apenas o grupo Transportes, constata-se que este sofreu elevação em virtude dos preços praticados nos combustíveis, com taxa ascendendo de 1,28% em fevereiro para 5,20% no mês seguinte. O etanol, por sinal, foi o principal motivador, com salto de 10,20%, índice bem mais elevado em comparação à gasolina, de 3,28%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese – ICV aumentou em janeiro de 2011


Quanto vale uma vida?

A pergunta, incalculável no sentido qualitativo, pode ser explicada de outra maneira, com uma pergunta diferenciada: qual é o custo de vida de cada ser?

Certamente muitos já perguntaram algo parecido com base em uma série de ideias e informações. No intuito de dar um parecer à população, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) avalia, por meio do Índice do Custo de Vida (ICV), alguns dados referentes aos custos da população.

De acordo com o Dieese, o ICV de janeiro avançou 1,28% no período, 0,63% acima da taxa calculada em dezembro. O grupo Transporte foi o principal responsável pela alta, uma vez que acumulou índice de 3,09%, seguido pela categoria Educação & Leitura, com avanço de 4,79%, e por Alimentação, que cresceu 1,17% no mês.

O índice do grupo Transporte, em separado, avançou dessa maneira em virtude do reajuste nas tarifas do ônibus municipal, em 11,11%, e do táxi, em 9,05%, mais estritamente a partir da segunda quinzena de janeiro. O percentual do grupo Educação & Leitura, como já era aguardado pelo mercado, obteve salto na percentagem devido ao reajuste das mensalidades escolares.

Em relação à categoria Alimentação, a alta foi estimulada pelos produtos in natura e semi-elaborados, os quais os custos aumentaram 0,85%. Além disso, produtos da indústria alimentícia e alimentação fora do domicílio tiveram índices majorados em 1,08% e 2,01%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Dieese



Dieese – ICV de São Paulo – Alta em 2010 para as Famílias de baixo poder aquisitivo


Estudo divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelou que o Índice do Custo de Vida (ICV) da cidade de São Paulo cresceu 6,91% no ano passado em comparação a 2009, o maior entre um período e outro já constatado desde 2004, quando 7,70% fora calculado.

De acordo com o Dieese, o maior índice foi catalogado entre os lares de poder aquisitivo mais baixo, uma vez que a esses o ICV avançou 7,67%, contra 7,44% entre as famílias com nível intermediário de remuneração. Para os mais endinheirados, por outro lado, o medidor variou 6,49%.

As despesas geradas com Alimentação foram aquelas que mais cresceram nesse ano, com variação de 11,95%. Em seguida, os custos com Habitação, Educação & Leitura e Saúde aumentaram 6,68%, 5,48% e 5,45%, respectivamente.

Os grupos que contraíram as menores variações foram Transportes e Despesas Pessoais, com alta respectiva de 4,25% e 4,72%, porém não menos que Recreação, Vestuário e Despesas Diversas, com índices de 0,51%, 0,61% e 1,66%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online