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Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – Queda em Outubro de 2012


A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) indicou em seu relatório mensal que a pretensão de consumo das famílias caiu no mês de outubro. Os dados do indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) para a cidade de São Paulo mostra uma queda de 0,2% em outubro. O ICF de outubro ficou em 139,8 pontos contra um índice de 140,1 em setembro. Em relação ao mês de outubro de 2011, o índice apresentou uma subida de 3,4%, naquele mês o indicador ficou com 135 pontos.

O ICF mede o otimismo no consumo das famílias em uma escala que vai de 0 a 200 pontos. A Fecomercio-SP cogita em sua publicação que a queda do indicador deveu-se a elevação dos preços no mercado. Segundo a Federação, a elevação foi acima do esperado pelas famílias. Isso teria produzido um efeito negativo, impactando o poder de compra. Ainda segundo a nota, as famílias estariam gastando mais para comprar produtos básicos.

Segundo o indicador, o que impactou mais na queda do índice foi o item "Perspectiva Profissional". Ele aponta uma variação negativa de 1,8%. O item "Renda Atual" recuou cerca de 1,5%, enquanto o item "Emprego Atual" observou uma alta de 0,4%. A Fecomercio-SP explica que houve um impacto neste último item em virtude da continuidade na geração de emprego, em especial as de caráter temporário.

Fonte: Exame

Por Matheus Camargo



Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – Abril 2011


No intuito de conter o consumo do brasileiro, o Banco Central (BC) adotou uma série de medidas, com início no final do ano passado, então estendidas para 2011. A principal delas, que deveria afetar diretamente consumidores e empresas, foi a restrição ao crédito, mas até agora poucas novidades plausíveis em relação às intenções da instituição financeira.

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) manteve estabilidade entre março e abril, em 135 pontos. No confronto com o quarto mês de 2010, o indicador registrou incremento de 3,1%, mostrando, portanto, bons ares no concernente à condição econômica dos lares paulistanos.

O ICF indica bom patamar de satisfação quando o número registrado ultrapassa a barreira de 100 pontos, pois o indicador leva em conta informações de zero a 200 pontos. A Fecomercio pondera que os dados de abril devem continuar a ribombar durante o atual semestre e que as medidas do BC foram sentidas com mais ênfase ainda no primeiro bimestre de 2011.

O levantamento ilustra ascensão de 5,7% no componente Acesso a Crédito em abril perante março, retornando, pois, ao patamar de 151,7 pontos delineado em abril de 2010. A Fecomercio avalia que esse avanço pode ser entendido como um reajuste normal em relação à baixa acumulada de 13,2% entre os meses de dezembro do ano passado e março deste.

O elemento Renda Atual cresceu 1,8% na base comparativa mensal, para 151,8 pontos. O Emprego Atual, dentro do quesito, aumentou 1,9%. As duas situações na óptica da Fecomercio denotam reflexos dos patamares econômicos de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio – ICF apresentou queda em fevereiro de 2011


O início do ciclo de aperto monetário instaurado pelo Banco Central (BC) começou a dar os primeiros sinais de sucesso. A intenção do governo é evitar que a inflação se eleve nem que para isso seja necessário aumentar em mais alguns décimos a taxa básica de juros da economia, a Selic de 2011.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela por meio do Índice de Consumo das Famílias (ICF) que o consumo dos lares paulistanos recuou 3,8% no mês passado em comparação a janeiro, para 136,2 pontos. Esta, diga-se de passagem, é a segunda baixa seguida do indicador.

Apesar dessa queda, o ICF se mantém positivo, pois numa escala entre zero e 200 pontos há constatação de satisfação das condições financeiras da família quando o indicador supera 100 pontos. De acordo com a Fecomercio, o arrefecimento reflete o crescimento do endividamento da população.

O Nível de Consumo Atual, integrante do ICF, cedeu 15,2%, chegando a 98,9 pontos em fevereiro, apontando, portanto, que as medidas adotadas pelo governo estão surtindo os efeitos esperados. O Acesso ao Crédito, por sua vez, caiu 7,9% entre os dois períodos, para 148,9 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei