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Carga Tributária sobre Alimentos no Brasil


Nada inédito é o assunto que envolve o Brasil como um dos países com as mais altas cargas tributárias em todo o mundo. É verdade que existem nações com taxas elevadíssimas, mas levando-se em consideração o fator proximidade os consumidores querem mesmo é saber, grosso modo, de seu próprio bolso.

Estimativas creditam que os brasileiros precisam trabalhar aproximadamente 40% de todo o ano para o pagamento de taxas, tributos, impostos e quaisquer outros termos sinônimos. Um dos setores que tem penado com essa recorrência é Alimentação. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a carga tributária sobre os alimentos apresenta 27,5%, em média, do valor total praticado nas mercadorias. Na Suécia, um dos únicos casos mais gritantes em relação ao Brasil, a taxa sobe para 27,56%.

Para João Eloi Olenike, presidente do IBPT, essa constatação ocorre em função de que na grande maioria das nações de primeiro mundo (desenvolvidas) existem desonerações sobre a produção de alimentos ou, então, são cobradas baixas taxas aos fabricantes locais.

A população que já foi às ruas para pedir a saída do ex-presidente Fernando Collor de Melo do poder, a mesma que de vez em quando cobra melhores salários, precisa fazer sua parte em relação aos tributos. Essa dica de cobrança, diretamente, foi dada pelo próprio Olenike.

Se a população se movimentar pelas ruas e até pela rede mundial de computadores, muitos pontos podem ser conquistados. A população de países europeus e até do Oriente Médio têm conseguido seus objetivos em casos recentes, não exatamente estritos à economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBPT – Carga tributária brasileira representou 35,04% do PIB em 2010


O Brasil é tido como o país com uma das mais altas cargas tributárias em todo o mundo. Os consumidores, que buscam formas de realizar sonhos, esbarram nos preços elevados de produtos e serviços que, em outras localidades pelo globo, custam menos.

Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) revela que a carga tributária brasileira cresceu consideravelmente no ano passado e representou pouco mais de 35% do Produto Interno Bruto (PIB), elevação nominal de R$ 195,05 bilhões em comparação a 2009.

Além dessa constatação, o IBPT assinala que a carga tributária brasileira avançou cinco pontos percentuais na última década, também em relação ao PIB, de 30,03% em 2000 para 35,04% no ano passado.

João Eloi Olenike, presidente do instituto, avalia que o aumento foi tão expressivo que durante a última década (10 anos anteriores) os governos extraíram da sociedade R$ 1,85 trilhão a mais em comparação à riqueza por aqui gerada. Em sua visão, a problemática é a aplicação inadequada dos recursos quando, na verdade, serviços públicos deveriam apresentar maior qualidade voltada à população.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



IVAT – Novo índice será o medidor da inflação tributária do Brasil


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a BM&FBovespa decidiram em conjunto com outros institutos criar um novo e exclusivo índice ao setor imobiliário, designado Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C), que terá por escopo posicionar os empresários quanto ao preços de compra, venda e locação de imóveis comerciais.

No dia 14 de fevereiro, o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) também decidiu anunciar um novo medidor, batizado Índice de Variação da Arrecadação Tributária (IVAT), que terá o objetivo de calcular, em termos percentuais, a variação da arrecadação dos tributos reunidos pelos Municípios, Estados e União.

As primeiras informações sobre essa novidade dão conta de que o IVAT concentrará dados da última década, com divulgação de informações sempre na última semana de cada mês e assim como outros indicadores, um índice final no término de cada ano.

Segundo Gilberto Luiz do Amaral, idealizador do novo medidor e coordenador de Estudos do IBPT, o IVAT possibilitará efetuar comparações entre o crescimento da arrecadação de tributos de cada esfera com os índices inflacionários assoalhados por outras instituições e órgãos. Será abrangido, por exemplo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado pelo governo federal para medir as metas de inflação.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa