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Utilização do FGTS para habitação em 2011 – Informações


O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) injetou na economia brasileira R$ 94,4 bilhões no ano passado. Do total, R$ 56,7 bilhões foram aplicados através de saques e R$ 37,7 bilhões foram empréstimos para habitação, infraestrutura e saneamento básico. Os dados são da Caixa Econômica Federal.

Ainda de acordo com o banco, os programas sociais para habitação receberam empréstimos da ordem de R$ 31,7 bilhões, que foram utilizados para a compra, reforma, construção e urbanização de áreas ocupadas. A projeção é que dois milhões de pessoas foram beneficiadas somente neste setor.

Especificamente para o programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, foram aplicados R$ 19,5 bilhões, sendo que R$ 17,1 bilhões destinaram-se a famílias cuja renda era de até cinco salários mínimos. Este resultado foi maior do que o do ano passado em R$ 3,9 bilhões.

Comparando-se com 2010, os resultados do FGTS do ano passado foram 16,9% superiores, sendo que a arrecadação bruta em 2011 foi de R$ 72,2 bilhões, oferecendo arrecadação líquida recorde no valor de R$ 14,6 bilhões (22,7% a mais do que em 2010).

Os bons resultados do FGTS, de acordo com a Caixa Econômica Federal são devidos ao crescimento da renda nacional, ao aumento na geração de empregos e também à estabilidade da economia do país.

Por Matheus Camargo

Fonte: Caixa Econômica Federal



Programa Minha Casa, Minha Vida – Novas Regras e Cotas para Idosos e Deficientes


Nesta terça-feira, o Governo Federal anunciou que pretende investir cerca de R$125,7 bilhões até 2014 para a construção de cerca de 2 milhões de casas participantes do Programa Minha Casa, Minha Vida, projeto que é uma das prioridades da presidente Dilma Rousseff.

Entre outras medidas anunciadas pelo ministro das cidades, Mário Negromonte, há a destinação de ao menos 3% desse volume de recursos para o atendimento de pessoas idosas e deficientes. Com isso, a Presidente pretende atender a essa faixa da população que tem renda abaixo da média e, em geral, vive em condições precárias de moradia.

Para fazer parte do Programa Minha Casa, Minha Vida, é necessário ter renda familiar bruta de até R$5.000,00, não ter um financiamento imobiliário e não comprometer mais de 30% com as prestações para a compra da nova casa. As demais regras são as mesmas para o financiamento convencional e devem ser consultadas no site da Caixa Econômica Federal.

O Programa Minha Casa, Minha Vida, foi lançado pelo então presidente Lula em março de 2009, no auge da Crise Econômica Mundial, com a meta de construir 1 milhão de moradias para reduzir o déficit habitacional no Brasil. Hoje o programa permite faixas de renda maiores e, portanto, sua vocação passou de assistência à população carente para motor da economia, já que a construção civil é responsável por milhares de empregos diretos e indiretos, e movimenta uma soma vultosa de recursos em todos os estados da federação.

 

Por Luiz Moreira



Programa Minha Casa Minha Vida – Como Participar?


Muito se tem ouvido sobre o programa Minha Casa Minha Vida, porém poucas pessoas sabem como se inscrever.

O primeiro passo é procurar uma agência da Caixa levando os documentos pessoais como RG, CPF e comprovante de endereço. Se houver, leve também certidão de casamento e comprovante de rendimento.

A Caixa fará a análise sócio-econômica, informando o valor máximo para financiamento, número de parcelas e valor das prestações, que partem de R$50 mensais.

Após estar ciente destas informações, comece a busca por um imóvel novo, que nunca tenha sido habitado e apresente a documentação dele e de seu proprietário junto à Caixa.

Após vistoria dos engenheiros, o valor será liberado ao vendedor e as chaves entregues ao comprador.

Não podem participar beneficiários de outros programas de habitação do governo.

Por Lisa



Programa Minha Casa, Minha Vida – Prorrogação do Incentivo Fiscal até 2014


A vigência do incentivo fiscal para o programa do Governo Federal Minha Casa, Minha Vida, foi prorrogada até dezembro de 2014, de acordo com a publicação feita no Diário Oficial da União, no final da semana passada.

O incentivo é direcionado à construção civil, para que o setor ganhe fôlego em relação à construção de imóveis de interesse social.  O incentivo visa reduzir em 5 pontos percentuais o Imposto de Renda e Programa de Integração Social, entre outros tributos.

Além disso, o valor comercial do imóvel considerado de interesse social foi expandido, para oferecer mais opções aos compradores e às construtoras. O valor antigo, estabelecido em R$ 60 mil, foi modificado e o teto dos valores do imóvel passa a ser R$ 75 mil.

Mais informações no site da Caixa Econômica Federal.

Por Luana Neves



Governo Amplia Abrangência do Programa MInha Casa, Minha Vida


O aumento no número de residências comercializadas à população brasileira só foi possível após algumas medidas do governo, bem como maior poder aquisitivo dos cidadãos e melhor acesso ao crédito. Não bastasse isso, o “Minha Casa, Minha Vida” teve fator preponderante, concedendo benefícios de até R$ 23 mil às famílias com baixa remuneração mensal.

Uma Medida Provisória (MP) publicada em 28 de julho, quarta-feira, assinalou extensão dos incentivos fiscais do programa habitacional do governo até dezembro de 2014, ampliando, portanto, os estímulos em um ano em comparação às diretrizes anteriores. Além dessa determinação, o intento aumentou a abrangência monetária dos atuais R$ 60 mil para R$ 75 mil, provocando maior número de residências oferecidas dentro do MCMV.

Sandro de Vargas Serpa, subsecretário de Tributação da Receita Federal, afirmou em reportagem enunciada pelo Portal de Economia Terra que os valores dos imóveis surtiram como influenciadores dessa nova decisão, bem como possíveis e inéditos atrativos a futuros interessados.

O veículo de comunicação atesta, com isso, que o governo deixará de cobrar mais de R$ 20 milhões em impostos. Serpa admite, pois, que as incorporadoras e construtoras pagarão somente 1% sobre uma gama determinada de contribuições, entre eles o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, o Programa de Integração Social, a Contribuição Social sobre Lucro Líquido e a Seguridade Social.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Modificações no “Minha Casa, Minha Vida” serão feitas na 2ª fase do Programa


A popularidade alcançada por Luiz Inácio Lula da Silva nos últimos meses é espelho de todas as suas iniciativas às populações de baixa renda, bem como melhoria em diversos setores do país, tais como o econômico. O programa “Minha Casa, Minha Vida”, de cunho habitacional, tem beneficiado milhares de pessoas, concedendo subsídios de até R$ 23 mil – dependendo da renda mensal.

Jorge Hereda, vice-presidente de governo da Caixa, afirmou recentemente qualquer impossibilidade de ajustes nos valores da primeira fase do MCMV, que tem término previsto entre agosto e setembro deste ano. Assevera, outrossim, modificações somente na próxima etapa do programa.

Em 19 de julho, segunda-feira, a Caixa contabilizou, desde o início do “Minha Casa, Minha Vida” (abril de 2009) a contratação de, aproximadamente, 551 mil unidades por meio do intento. Pondera, em reportagem veiculada pela agência de notícias Reuters, que até o final desde ano cerca de 300 mil unidades serão entregues aos compradores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Venda de Imóveis Novos cai em São Paulo (SP) – Abril 2010


O setor imobiliário representa o nicho que mais cresceu nos últimos meses, fator conquistado pela isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a materiais de construção e, principalmente, em virtude do programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”, que possibilitou, portanto, o acesso da população com menor renda ao imóvel próprio.

O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) anunciou nesta semana, porém, que a comercialização de residências novas na cidade de São Paulo teve arrefecimento de 21% em abril em comparação a março, embora em confronto anual crescimento de 65,7% fora assinalado, justificativa dada pelo órgão como consequência da crise financeira global no período.

A entidade relatou por meio da agência de notícias Reuters que essa desaceleração é totalmente esperada, uma vez que março é considerado um mês rentabilíssimo em negócios.

Em termos monetários, relacionou a Reuters, o valor alcançado em abril foi de R$ 1,28 bilhão, abaixo em 15,7% em comparação à quantia obtida no mês imediatamente anterior.

Apesar de todos os aspectos mencionados, abril de 2010 foi o melhor quarto mês desde 2004.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa Minha Casa, Minha Vida – Aumento na preço de Terrenos na Periferia


O otimismo é uma das palavras-chave do atual momento brasileiro para designar, em poucos termos, o ambiente pelo qual o Brasil tanto ambicionou desde a época da ditadura militar – logicamente de outra forma. Crescimento acentuado, compras em diversos setores e a possibilidade de aquisição da casa própria suplantou o pessimismo dos mais negativos residentes do país.

O programa do governo “Minha Casa, Minha Vida” tornou real a chance de um imóvel zerinho, diretamente da planta, com descontos tentadores às pessoas com baixa remuneração salarial. Com seu estabelecimento em quase todos os empreendimentos do país, o portal mercado do UOL relatou durante a semana que a disputa de construtoras por terrenos localizados em periferias fez dobrar, inclusive, o valor das áreas situadas ao redor de cidades como Brasília, Fortaleza, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Daniel Ruman, presidente da construtora Bairro Novo, uma espécie de linha B da Odebrecht, assoalhou que há três anos a empreiteira adquiria terrenos nesses locais sob a bagatela de R$ 10 por metro quadro, metade dos R$ 20 atuais. De acordo com ele, outras localidades também seguiram a tendência, impossibilitando a compra de terrenos por menos do valor atual encontrado nas periferias.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Feirão da Caixa movimenta R$ 8 Bilhões em Negócios


Inúmeras foram as capitais do país a receberem, de braços estendidos, o 6º Feirão da Casa Própria, idealizado pela Caixa Econômica Federal. O evento, encerrado no domingo passado, 13 de junho, contou com  mais de 450 mil imóveis disponíveis, 44% deles enquadrados no programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Números expelidos pela instituição assinalam movimentação recorde de R$ 8 bilhões desde 7 de maio, montante acima das expectativas, uma vez que a própria CEF aguardava somente R$ 3,5 bi em negócios. Segundo o portal de economia G1, o banco contabilizou mais de 590 mil pessoas interessadas em adquirir casa própria.

Luiz Carlos de Menezes, gerente regional da Caixa de Belo Horizonte, enxerga positivamente o Feirão promovido pela instituição, na medida em que ano após ano os cidadãos têm se animado com as possibilidades oferecidas. Somente na capital mineira os negócios fechados somaram R$ 435 milhões.

Aos que perderam as oportunidades do 6º Feirão, vale a pena conferir outras possibilidades em apartamentos ou residências ainda na planta. O MCMV é voltado a quase todos os empreendimentos, com descontos que variam em vários mil reais.

Fonte G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



Imóveis do Programa Minha Casa Minha Vida devem Sofrer Aumento no Preço


Reunidos no Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano, realizado em São Paulo em 13 de Abril, para discutir o programa de Habitação do governo federal para população de baixa renda, os secretários chegaram a conclusão de que os preços máximos dos imóveis destinados a famílias com renda de até R$ 1.395,00 devem sofrer um aumento de 35% nas regiões metropolitanas e nas demais cidades, de 25%, para que o programe se torne viável.

Segundo o recém eleito presidente do fórum e secretário de habitação do estado de São Paulo, Lair Krahenbuhl, sem contar o valor do terreno, o custo da construção na capital paulista sai em torno de R$ 55 mil, já o valor definido pelo governo federal está na casa dos R$ 52 mil, variando este valor de acordo com a localidade. No mínimo, este valor deveria girar em torno de R$ 70 mil para garantir a vialibidade da construção, não adiantando aumentar a quantidade de imóveis destinados à baixa renda, se o subsídio governamental não for também aumentado.

Um outro pedido destas autoridades é a adoção do desenho universal nestas construções adaptando todos os imóveis aos deficientes físicos, o que necessitaria de área maior para construção.

O governo, que lançou a fase dois do programa Minha Casa, Minha vida, juntamente com o PAC 2, informou que dará maiores detalhes sobre o plano até o inicio do mês de Junho.

Por Mauro Câmara



2ª Etapa Programa “Minha casa, Minha Vida”


A segunda etapa do programa habitacional “Minha casa, Minha Vida” deve começar no próximo dia 29 de Março, tendo como prioridade famílias com renda de até três salários mínimos, que ficariam com um percentual de 50% a 75% dos imóveis financiados. Podendo a meta desta segunda fase chegar ao número de três milhões de casas, segundo informação do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão.

A primeira fase deste programa habitacional se iniciou no ano passado com a meta de um milhão de unidades para famílias com renda de até 10 salários mínimos. E conforme informações do site Contas Abertas através de dados da Caixa Econômica Federal enviados ao TCU (Tribunal de Contas da União) duzentos e sessenta e duas mil moradias foram financiadas até dezembro/2009 com investimento de 13 bilhões de reais com 1.221 unidades construídas.

Fonte : reuters



Programa “Minha Casa, Minha Vida” – Construção de Moradias até 2014


Um dos principais objetivos do governo brasileiro é, certamente, oferecer para a população acesso a residência própria por meio de diversos benefícios, o principal deles a partir do programa “Minha Casa, Minha Vida”, que desde o ano passado obtém sucesso ao conceder subsídios correlatos à faixa salarial do trabalhador.

Paulo Safady Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), assegura que a fase dois do programa deverá contribuir para a edificação de até 3 milhões de moradias pelo Brasil entre 2011 e 2014. Segundo ele, ao menos metade das unidades será voltada a famílias que ganham até três salários mínimos.

Na primeira fase do “Minha Casa, Minha Vida”, o governo havia determinado que aproximadamente 400 mil moradias integrariam lares com até três salários mínimos, porém até o momento, 750 mil unidades – quase o dobro – foram contratadas sob essa modalidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa Minha Casa, Minha Vida – Mogi Guaçu (SP)


A Caixa Econômica Federal firmou em 8 de março, segunda-feira, o primeiro contrato do “Minha Casa, Minha Vida”, programa feito em sociedade com o Governo do Estado de São Paulo, para edificação de 195 moradias a famílias de baixa renda localizadas em Mogi Guaçu, município do interior do Estado.

Segundo a Caixa Econômica Federal, o investimento consolidado ultrapassa R$ 8 milhões, com licitação presidida pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do estado de São Paulo (CDHU) e execução financiada pela própria CEF. As famílias que receberão esse benefício serão aquelas com renda de até três salários mínimos, além de serem selecionadas pela Prefeitura – com preferência às mais carentes.

Para tornar o sonho realidade, análises de risco de crédito e capacidade de pagamento não serão avaliadas. O valor da prestação, por sua vez, será de até 10% da renda familiar, com valor mínimo de R$ 50. O prazo de pagamento às moradias é de 10 anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa Minha Casa Minha Vida – Construção de Casas Populares


Com o propósito de fazer a bandeira habitacional “Minha Casa, Minha Vida” cair na graça da população, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, anunciou que o governo destinará R$ 3 bilhões ao programa a municípios com até 50 mil habitantes.

Desse montante, quase 35% será destinado à construção de 74 mil moradias distribuídas em pouco mais de 2 mil municípios, selecionados anteriormente em oferta pública. Os recursos correspondem ao orçamento da União e tem por objetivo acolher famílias que recebem até três salários mínimos mensais.

Para afastar qualquer tipo de especulação partidária, conforme ilustra a Agência Estado, em reportagem, Márcio Fortes, ministro das Cidades, relatou que a escolha de cada município teve por base a disponibilidade de terrenos oferecidos pelos governos locais e o déficit habitacional.

Observe outras informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pesquisa mostra aumento na Procura de imóveis para Comprar em São Paulo


Um estudo apregoado pelo Ibope Inteligência, em conjunto a uma pesquisa executada pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis ilustram que o segmento imobiliário atinge um momento importante. Segundo esse levantamento, veiculado pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela Agência Estado, 27% das famílias paulistanas estão procurando imóvel para comprar.

Outros dados da pesquisa indicam que 55% dos futuros compradores querem se mudar para uma casa e outros 39% almejam ingressar em um apartamento. Por outro lado, 6% estão em dúvidas quanto ao tipo de habitação preterida e os 9% restantes querem obter um imóvel ainda na planta.

De acordo com o levantamento do Ibope, 40% das famílias paulistanas residem em casas ou apartamentos alugados, enquanto que 12% dividem a habitação com seus pais ou parentes.

Leia mais em aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Secovi estima crescimento de 15% no Setor Imobiliário em 2010


Um crescimento entre 10% e 15% no segmento imobiliário foi estimado pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) para o ano que vem. Isto inclui, principalmente, os lançamentos e vendas previstos no transcorrer de 2010.

Celso Petrucci, economista-chefe da Secovi-SP, teme, porém, em uma possível falta de mão de obra especializada para o ano que vem, bem como um efetivo cumprimento de prazos. Outro fator preponderante, segundo ele, é uma possível carência de materiais envolvidos na construção de imóveis, tais como cimento, fios e cabos elétricos.

Para Petrucci, alguns desafios terão de ser combatidos pelo setor, principalmente a burocracia na aprovação de projetos, dentre eles o mais comentado do momento, o “Minha Casa, Minha Vida”, que atualmente enfrenta obstáculos para ser efetivado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dilma Roussef apóia subsídios do governo ao “Minha Casa, Minha Vida”


Tão popular quanto Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Roussef, ministra-chefe da Casa Civil, apoiou a idéia do governo em relação ao subsídio voltado a habitações para famílias de baixa renda (entre zero e três salários mínimos), por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”.

De acordo com Dilma, a presença do Estado é de primordial importância às populações menos favorecidas, que pouco conseguem somente com a renda mensal. Em seu discurso, que aconteceu ao lado de Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, aproveitou para comemorar um licenciamento que visa a construção de quase 47 mil moradias na cidade praiana.

Como esse dia parece ter sido bem interessante, contratos para início de obras de cerca de 5 mil residências em 12 empreendimentos, com investimentos de mais de R$ 250 milhões, foram assinados. As famílias, através do subsídio concedido pelo governo, pagarão prestações mensais de singelos R$ 50 reais por cada moradias.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Nova Lei do Inquilinato Apressa Despejo de Devedores


Um projeto viabilizado no dia 29 de outubro promete apressar o procedimento de despejo nos episódios em que o inquilino possui dívidas com a imobiliária ou com o proprietário. A nova Lei do Inquilinato foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, após 18 sem ser tocada.

Para que se torne definitivo, o projeto foi encaminhado à sanção presidencial. Mesmo assim, outro capítulo pode aparecer nesta história: se por algum motivo nove senadores requererem, o intento poderá ser avaliado primeiramente pelo plenário do Senado.

Segundo essa nova lei, apenas enviar um mandado de despejo será o suficiente para que o locatário deixe o imóvel obrigatoriamente. Atualmente, para que o despejo seja efetivado, é necessário que o inquilino receba dois mandados e duas diligências.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa “Minha Casa, Minha Vida” registra vendas abaixo do esperado


Dados divulgados pela Caixa Econômica Federal apontam que quase 46 mil casas do programa “Minha Casa, Minha Vida” foram vendidas em seis meses, no país. O total comercializado, até o momento, representa menos de 5% da meta de 1 milhão de moradias previstas pelo governo.

A Caixa ilustrou que desde 14 de abril, início do programa, até a última sexta-feira, mais de 95 mil moradias foram contratadas, o que denota que essas habitações já possuem aval do governo federal para serem comercializadas dentro do “Minha Casa, Minha Vida”.

Para Sergio Watanabe, presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), os resultados apresentados até a atual ocasião são relativamente baixos. No entanto, acredita que as vendas devem apresentar uma aceleração deste momento em diante.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Minha Casa, Minha vida – Programa habitacional ajuda famílias que recebem até dez salários mínimos a adquirirem sua casa própria


Começa a operar o novo Programa de Habitação do Governo Federal chamado “Minha Casa, Minha Vida“, para a construção de até 1 milhão de moradias nos próximos anos. O Pacote pretende auxiliar famílias que possuem renda de até 10 salários mínimos a adquirirem um imóvel.

Os interesados que possuem renda familiar de até três salários mínimos poderão efetuar o cadastro nas Prefeituras dos Municípios e nos Governos do Estados, em locais a serem divulgados. A parcela mínima para adquirir uma imóvel será de R$ 50 em dez anos.

Quem recebe de 4 a 10 salários mínimos poderá fazer a simulação do financiamento no site da Caixa, ou procurar uma agência para obter mais informações. Após escolher o imóvel que pretende adquirir, o interessado realiza o financiamento em uma Agência da Caixa.

Na região metropolitana de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, o valor máximo do imóvel a ser adquirido é de R$ 130mil. Municípios com mais de 500 mil habiatantes e demais capitais, o financiamento não poderá utlrapassar R$ 100 mil. Para os demais municípios do Brasil, o valor máximo para a aqusição do imóvel é de R$ 80 mil.

Para mais informações acesse www.caixa.gov.br/habitacao.

Veja a entrevista do Presidente Lula sobre o novo Programa Habitacional: