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Greve Bancária e os impactos sobre a população brasileira


Sempre que questionamos greves surgem argumentos que são favoráveis e contras, portanto para que se possa tomar uma posição de apoio ou desfavorável, é preciso verificar o quanto o movimento impacta o dia-a-dia da população.

Todos que precisam dos serviços bancários, correntistas ou não, sofrem com a greve, que por muitos são criticadas. O salário e as reivindicações, para a maioria da população, demonstra apenas um sentimento de individualismo dos bancários.

Eles já possuem remuneração e benefícios acima do mercado, e carga de trabalho, normalmente, de 6 horas. Mas, independentemente das razões, o direito de um vai até onde interfere no direito do outro, ou seja, o correntista tem as taxas cobradas mas não pode usar os serviços em épocas de greve.

Por José Alberi Fortes Junior



Greve Frequente dos Correios e Bancos Estatais – Estabilidade ajuda a mantê-los


Devido à estabilidade do funcionalismo público, as greves nesta classe são freqüentes e na maioria dos casos são longas, existe um grande corporativismo, uma grande adesão nacional e o sindicato, normalmente é muito forte.

Hoje vivemos a greve dos Correios, que já aconteceu ano passado. Bancos estatais (Banco do Brasil e Caixa Econômica federal) também promovem greves quase todos os anos e normalmente fazem com que seus salários e seus benefícios sejam sempre superiores aos demais colegas de categoria, mas da iniciativa privada.

Se os Correios ou os bancos não fossem estatais, dificilmente os empregados teriam tanta segurança em participar tão efetivamente das greves, pois a estabilidade é usada ao favor dos funcionários para que possam garantir o direito de paralisação.