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Greve: Metade dos servidores do Ministério do Trabalho estão executando suas atividades


Muitos brasileiros estão sendo prejudicados com a greve que se desenrola desde o último dia 06 de abril realizada pelos funcionários da área administrativa do Ministério do Trabalho. O Superior Tribunal de Justiça determinou no mês de maio que pelo menos cinqüenta por cento dos servidores estejam disponíveis para atendimento à população.

Atualmente só estão sendo oferecidos os serviços de emissão de carteira de trabalho para pessoas estrangeiras e recursos em relação ao seguro-desemprego, com distribuição de metade das senhas. Estas começam a ser entregues às cinco horas da manhã e muitas pessoas que ficam esperando na fila não conseguem ser atendidas, ficando sem poder trabalhar ou sem receber seu seguro-desemprego.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1



Funcionários da USP, Unicamp e UNESP permanecem em Greve


A greve dos funcionários da USP, Unicamp e UNESP, que foi instalada desde o último dia 04 de maio, ainda prossegue e as manifestações continuam por parte dos grevistas. Os funcionários reivindicam uma isonomia salarial entre a sua categoria e a dos professores e não aceitaram a proposta do CRUESP (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas), de um reajuste de 6,57%.

Os funcionários querem um aumento de 16% mais R$200,00. Nesta terça-feira, 25 de maio, aproximadamente oitenta pessoas estavam presentes desde cedo no prédio da Reitoria da USP, bloqueando a entrada dos funcionários, mas tudo ocorreu pacificamente, segundo informações da polícia militar.

Por Elizabeth Preático



Funcionários de universidades de São Paulo reivindicam aumento salarial


Na última terça-feira à tarde, 18 de maio de 2010, um grupo formado por funcionários da Universidade de São Paulo (USP), UNESP e Unicamp realizaram um protesto em frente ao Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas), pela reivindicação de reajuste salarial.

Uma reunião ocorrida na última terça-feira, 18 de maio, entre o CRUESP e o Grupo dos Seis, composto por representantes das universidades citadas, não resultou em acordo. No mesmo mês do ano anterior houve uma greve na USP que teve a adesão de professores e estudantes e acabou gerando a participação de policiais e até feridos.

A reivindicação atual das universidades citadas busca especialmente a manutenção de uma igualdade de salário entre os professores e funcionários.

Por Elizabeth Preático



Greve dos Professores em Belo Horizonte (MG)


Várias escolas da rede particular de Belo Horizonte ficaram sem aulas na manhã desta sexta-feira, 26 de março de 2010.

O motivo foi a concentração de professores na Associação Médica de Minas Gerais, localizada na Avenida João Pinheiro, para discutir o início de uma greve geral, que ficou marcada para o próximo dia 05.

Entre as escolas envolvidas estão a Santa Dorotéia, Loyola, Sagrado Coração de Maria e Batista Mineiro. Dentre as propostas reivindicadas está a reposição de 4,36% no salário dos professores, com base no INPC, bem como a utilização de horas da gratificação por atividade extra-classe para atividades pedagógicas e de aperfeiçoamento.

Fonte: www.hojeemdia.com.br