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FMI recomenda corte de despesas ou aumento de arrecadação a países do G-20


A realidade europeia e norte-americana está longe de ser ideal, principalmente se comparada ao bom momento vivido pelo Brasil, China e Índia. Por isso, o Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda que países como Espanha, Grécia, Irlanda, Grã-Bretanha, Japão e Estados Unidos cortem despesas ou aumentem a arrecadação em 6% ao ano, em média, durante as próximas duas décadas.

Para o portal G1 de notícias, que teve por base informações do Valor Online, o grupo G-20, que engloba as 20 nações com maior potencial econômico do mundo, precisa passar do atual déficit médio de 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para saldo positivo de 4,5% daqui a dez anos, com manutenção constante até 2030.

O maior problema enfrentado pelas nações industrializadas é o alto endividamento público, que ultrapassa em inúmeros percentuais o próprio PIB. As taxas de juros, que anteriormente ficavam estabelecidas em índices próximos a zero por cento, começaram a serem mais altas, problematizando ainda mais as estimativas de recuperação real.

Para mais informações, clique aqui leia a reportagem no Portal G1, na íntegra.

Por Luiz Felipe T. Erdei



G-20 fica em cima do muro com relação ao emprego mundial


O G-20, grupo dos 20 países mais desenvolvidos, mantém uma posição cautelosa e indefinida quanto ao crescimento e à situação do emprego no mundo.

Embora Alistair Darling, ministro de finanças britânico, fale em continuidade das ações visando a recuperação do cenário econômico no mundo, não é percebido um papel relevante do FMI e do FSB no sentido de implementar ações objetivas favoráveis às economias mais afetadas pela atual crise econômica que se espalhou pelo mundo todo.

Os países emergentes, fortemente abalados, ainda esperam por medidas concretas que lhes tragam o auxílio financeiro necessário para saírem do sufoco. Mas, por hora, tudo o que se desenvolve restringe-se ao âmbito do planejamento e traçado de estratégias, apenas.

A cúpula do G-20 se reunirá no final deste mês, em Pittsburgh, EUA, para uma nova rodada de discussões. Resta, agora, esperar os resultados da reunião.

por Lindomar Vieira