Atualizações anteriores



Fórum Econômico Mundial debate alta das commodities


O 41º Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, chama a atenção do mundo devido aos temas que podem ser debatidos pelas lideranças mundiais presentes no evento. O grande foco é, certamente, inquietação com a estabilidade econômica global que tanto tem preocupado vários países, sobretudo as economias desenvolvidas.

O aumento dos preços das commodities, com ênfase nos produtos agrícolas, a temática inflacionária e a insuficiência dos alimentos são os pontos altos. Segundo Lia Valls, coordenadora do Centro de Estudos do Setor Externo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV), essas questões são sérias, porém não devem causar os mesmos efeitos em relação à crise imobiliária.

Em sua visão, o globo terrestre não está totalmente recuperado no campo da economia. Um entrave nesse ínterim é que alguns pensam que o mercado conseguirá resolver o problema, mas outros não concebem tal ideia. Com esse impasse, avalia, pouco é feito em busca de uma solução, e se assim demorar, outro colapso pode ocorrer.

O Brasil deve indicar no 41º Fórum Econômico Mundial temas como robustecimento da agenda multilateral, além da tentativa de obter maior cooperação global no eixo Sul-Sul, com o ingresso das nações pobres no mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Fórum Econômico Mundial 2009 acontece em Davos, na Suiça


Todos os anos, acontece em Davos, na Suiça, o Fórum Econômico Mundial. Davos é uma região com cerca de 11 mil habitantes, cuja língua oficial é o alemão, e onde também são realizados jogos de inverno (Winter Games).

Para 2009, O Fórum naturalmente discutirá sobre a Crise Financeira Mundial. O clima de pessimismo é visível, tendo em vista a apreensão e incerteza.

Várias sessões serão relacionadas a temas relativos à crise.

Um dos objetivos de 2009 é ajudar os países do G-20, e o discurso inaugural será do primeiro-ministro russo (primeira participação no evento).

O governo dos EUA será representado pela conselheira de Barak Obama. Já o Brasil será representado por Celso Amorim e Henrique Meirelles (presidente do Banco Central).