Atualizações anteriores



Criação de emprego para a melhoria econômica mundial


O contexto econômico global é desigual, pois envolve bons níveis de desenvolvimento nos países emergentes e dificuldades nas nações desenvolvidas. Recentemente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou crescimento mundial em 4,5% para 2011.

Para Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI, embora o índice esteja acima da média da última década, a atual recuperação não é a almejada. Em sua visão, o atual momento abriga deformações e tensões, que poderiam semear problemas a um futuro colapso.

O presidente do fundo indica que a recuperação acontece de maneira diferenciada entre os países, com destaque aos emergentes, que podem até sofrer superaquecimento. Além dessa constatação, dentro dos próprios países existem dessemelhanças, sobretudo na diferença de renda entre seus habitantes. Strauss-Kahn acredita que o melhor meio da recuperação realmente acontecer é se ela se basear em torno da criação de empregos e melhor gestão econômica, além de proteção social.

O discurso de Strauss-Kahn, divulgado na página do FMI, reflete o que muitos especialistas já vinham descrevendo nas últimas semanas. O Brasil tem buscado ferramentas para brecar o crescimento e o consequente superaquecimento por meio de medidas de controle de crédito. Não basta o exemplo brasileiro. É necessário todas as economias focarem seus esforços para melhorar o mercado interno sem prejudicar o próximo

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FMI



FMI sugere ao Brasil diminuir contenção de empréstimos


As pesquisas de intenção de votos têm envolvido vários motivos para Dilma Rousseff, presidenciável petista, estar à frente de seus demais adversários. Recentemente, estudos revelaram que a boa aceitação de sua candidatura deve-se, em parte, ao bom andamento da economia do país – situação percebida nos últimos anos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo alguns, é um dos principais responsáveis e o pilar primordial no acesso, pela população, à aquisição de bens antes inimagináveis.

O Fundo Monetário Internacional (FMI), entidade subliminarmente criticada por Lula tempos atrás, tem percebido a progressão do país, tanto que estimou crescimento da economia em 7,1% neste ano. Apesar de possivelmente ocasionar uma euforia, o órgão pediu às autoridades brasileiras políticas para a manutenção da estabilidade financeira e macroeconômica.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI, mencionou em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 que aguarda a estabilidade do crescimento brasileiro, pois seria inviável qualquer sobreaquecimento, situação já relatada anteriormente pelo Fundo meses atrás. No objetivo de indicar alguns pontos, a entidade aconselhou a contínua redução de despesas e contenção de empréstimos outorgados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Pois bem, será que a economia deve ser o único foco a ser levado em consideração por autoridades estrangeiras, pois, ao que tudo indica, só veículos de comunicação mais conservadores enxergam algumas desigualdades.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crescimento mundial de 2010 é revisto pelo FMI


Os países emergentes e asiáticos têm puxado o crescimento mundial no âmbito financeiro e econômico. Brasil, China e Índia, por exemplo, certamente deixarão legado às demais nações e às próprias histórias locais, pois o desenvolvimento sustentável atrelado à criação de novos postos de trabalho não são vistos, atualmente, nas pátrias mais ricas.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alçou na última quinta-feira, 8 de julho, a previsão de crescimento da economia no âmbito mundial a 2010 em virtude da expansão asiática e a revigorada demanda privada estadunidense, embora, segundo a entidade, a crise na zona do euro seja motivo de preocupação.

Informações emitidas pelo portal de economia UOL relacionam que a estimativa anterior, de 4,2%, foi elevada, então, para 4,6%, apesar de ao próximo ano o índice continuar o mesmo, 4,3%. Olivier Blanchard, economista-chefe do FMI, relata que o colapso europeu deve desacelerar a recuperação global ante o que já poderia ter ocorrido, porém, recaídas de amplitude elevadas não deverão atingir o mundo.

As revisões mais acentuadas ficaram, novamente, por conta das economias denominadas emergentes, tais como Brasil, de 1,6% para 7,1% a 2010 e de 0,1% para 4,2% a 2011. A China, por sua vez, teve acréscimo de 0,5% configurando, pois, 10,5% para este ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Leia mais no UOL.



FMI crê em crescimento de 7% ao Brasil ainda em 2010


O ambiente brasileiro é propício a especulações de possíveis bolhas econômicas, superaquecimento, desenvolvimento sem infraestrutura adequada, entre outros termos correspondentes, geralmente pensamento advindo da imprensa estrangeira e de alguns poucos analistas do país.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), contradisse no princípio desta semana aos que pensam dessa maneira. Segundo ele, conforme artigo gerido pelo portal de notícias G1, a nação brasileira certamente crescerá em 7% ainda em 2010.

Apesar desse anúncio, Strauss-Kahn avalia o superaquecimento como algo passível de acontecer, mas que as autoridades brasileiras já estão cientes disso, portanto, têm adotado medidas cabíveis para contar qualquer risco eminente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise na Grécia – Brasil contribuirá com US$ 286 milhões


A crise grega tem atingido as bolsas de valores de quase todos os países, desenvolvidos ou não, gerando incertezas futuras, medos e medidas de várias nações para tentar frear as quedas econômicas. O dólar, que antes estava subvalorizado em relação ao real, tem dado lá suas guinadas ante à moeda brasileira em virtude dos impactos na Europa.

Em anúncio feito na última sexta-feira, 7 de maio, Guido Mantega, Ministro da Fazenda, assegurou que o país colaborará com o pacote de auxílio financeiro aos gregos, elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia. Segundo a autoridade política, o Brasil fornecerá US$ 286 milhões, com recursos procedentes das reservas internacionais da nação.

Após mencionar alguns detalhes da empreitada, Mantega relatou que a crise financeira europeia não afetará o Brasil, visto que, segundo ele, a nação possui economia sólida, com mais de US$ 245 milhões em reservas.

Confira mais informações ministradas por Mantega no Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FMI recomenda corte de despesas ou aumento de arrecadação a países do G-20


A realidade europeia e norte-americana está longe de ser ideal, principalmente se comparada ao bom momento vivido pelo Brasil, China e Índia. Por isso, o Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda que países como Espanha, Grécia, Irlanda, Grã-Bretanha, Japão e Estados Unidos cortem despesas ou aumentem a arrecadação em 6% ao ano, em média, durante as próximas duas décadas.

Para o portal G1 de notícias, que teve por base informações do Valor Online, o grupo G-20, que engloba as 20 nações com maior potencial econômico do mundo, precisa passar do atual déficit médio de 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para saldo positivo de 4,5% daqui a dez anos, com manutenção constante até 2030.

O maior problema enfrentado pelas nações industrializadas é o alto endividamento público, que ultrapassa em inúmeros percentuais o próprio PIB. As taxas de juros, que anteriormente ficavam estabelecidas em índices próximos a zero por cento, começaram a serem mais altas, problematizando ainda mais as estimativas de recuperação real.

Para mais informações, clique aqui leia a reportagem no Portal G1, na íntegra.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FMI pede que taxas de juro sejam mantidas baixas


O Brasil pode ser notado como um grande espelho ao mundo financeiro e econômico. O Fundo Monetário Internacional (FMI) – com base nisso? – recomendou ao G-7 (grupo dos sete países mais industrializados do planeta) que mantenha medidas de incentivo às suas economias, mas que prepare terreno para a retirada estratégica de cada uma.

Um porta-voz do FMI, segundo o Portal de Economia do Estadão, com suporte na Agência Estado, avalia que existe – e existirá – desenvolvimento das economias, mas que o processo ainda continuará lento. Embora o discurso seja conservador ao extremo, o órgão preferiu manter os percentuais de crescimento ao G-7 em 2,1% para este ano e 2,3% para 2011.

Em relação aos Bancos Centrais, o FMI pede que as taxas de juros sejam mantidas em níveis baixos até o final deste ano, bem como os estímulos fiscais previstos, que precisam ser implementados.

Clique aqui e confira mais pontos difundidos pelo FMI.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Mundial – FMI pede Cuidado com Retirada de Medidas


Embora satisfeito com os dados de que a recuperação econômica global passou a acontecer antes do que se previu, Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), pede que os governos mundiais tomem precaução quando o assunto é retirada de medidas contra a crise.

De acordo com ele, conforme veiculou a Agência Estado, a demanda vista no setor privado ainda não é satisfatória em grande parte dos países, e o aumento nas taxas de desemprego podem se acentuar, sobretudo, nos Estados Unidos, Japão e Europa, ainda nos próximos meses. Kahn ressalta que se as nações adotarem tal medida, há riscos de a recessão retornar.

Para Dominique, a demanda observada no setor privado e as condições atuais do desemprego servem como indicadores para a determinação da retirada de estímulos econômicos e que, por isso, tais iniciativas precisam ser mantidas.

Confira informações e percentuais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei