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Financial Times – Petrobrás tem vários obstáculos com o pré-sal


A nação brasileira tem saboreado algumas vitórias obtidas pelo atual governo em áreas diferentes entre si, tais como, por exemplo, no caso do crescimento econômico dos últimos meses impulsionado pela habitação, pelo maior pode aquisitivo da população, pelo “Bolsa Família” – ou se preferir, transferência de renda – e igualmente importante, pelos segmentos da linha branca e de veículos automotores.

Como resultados o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem a seu poder concedido alta aprovação por parte da população. Dilma Rousseff, presidenciável do Partido dos Trabalhadores, é, seguramente, uma das maiores beneficiárias. Não à toa, as pesquisas de intenções de votos a ilustram na liderança da disputa, deixando para trás, consequentemente, o tucano José Serra, a pevista Marina Silva e o psolista Plínio de Arruda Sampaio.

Lula, que tanto enaltece a ex-ministra da Casa Civil em seus discursos, por vezes exalta os feitos de sua gestão, um deles, as políticas intrínsecas à questão petrolífera. O Financial Times, veículo de comunicação de origem britânica, voltou a repreender algumas atitudes do ex-sindicalista.

De acordo com o jornal por meio de Norman Gall, diretor-executivo do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, o presidente põe em risco seu legado por endossar as políticas de sua gestão para o caso do petróleo. De acordo com a agência de notícias Reuters, Lula ressalta o país como potência emergente do ramo no intuito de angariar anseios triunfais que viriam a ser empregados para ajudar o PT a conquistar as eleições deste ano.

Gall avalia que existem muitos obstáculos para a Petrobrás no mote pré-sal, tais como possíveis e insuficientes investimentos para aquilo que o país tanto almeja. Relembrando críticas anteriores, o artigo publicado no FT assevera que todos os entraves acontecem em meio a uma nação com infraestrutura e educação a serem melhor investidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Financial Times critica precariedade do Brasil


O Financial Times, veículo de comunicação de origem britânica, veiculou em seu espaço editorial um conturbador discurso sobre o bom momento econômico vivido pela América Latina e, em especial, pelo Brasil. Enfático, relatou que o bloco tem de tomar cuidado para não sofrer uma queda dentro de um ambiente especulativamente favorável.

Novamente, talvez com o intuito de alfinetar, ou de alertar, o jornal avaliou que inúmeros problemas do país, tais como o trânsito problemático, o grande número de favelas, o deficiente sistema de tratamento de água e esgoto, bem como aeroportos e estradas hipotéticas, atrapalham o futuro majestoso do país.

O Financial Times, entretanto, não deixa de ressaltar os planos futuros do Brasil, bem como seu atual poderio econômico e o aumento de investimentos estrangeiros. No entanto, ressalta, que o futuro almejado pela nação ainda está longe de acontecer.

Algo é positivo e já pensado anteriormente, nas entrelinhas, por especialistas e agora pelo FT. O país reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o segmento de veículos automotores, mas com tantos problemas para melhor gerir o trânsito, onde caberão os tantos carros?

Além desses fatores, o veículo britânico relatou, conforme espelhado pelo portal de economia UOL, as dificuldades brasileiras em organizar as obras relacionadas à Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Com tantas informações, será que o governo terá uma réplica para tais suposições?

Leia mais sobre a reportagem acessando a matéria-base, na íntegra, aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei