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Crescimento do emprego formal pode ter estagnado no Brasil


O IBRE/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) divulgou dados que indicam o limite da formação de empregos formais no país.

Segundo a pesquisa, o Índice de Economia Subterrânea parou de cair, após cinco anos de quedas consecutivas, e está estacionário em 17%.

Como as quedas no IES eram causadas pelo crescimento do emprego formal no Brasil, a sua manutenção indica a parada no surgimento de novos empregos formalizados.

Para os analistas, o limite da criação de empregos formais surgiu devido à baixa escolaridade do brasileiro e à excessiva rigidez das leis trabalhistas que impedem o crescimento da economia.

Com isso, para a volta no crescimento de empregos formais é preciso não apenas diminuir a rigidez trabalhista como também melhorar a educação nacional.

Por Ana Camila Neves Morais



IPC-S apresentou queda na 3ª semana de maio de 2012


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) sofreu retração de 0,5% na terceira semana de maio (relativa ao dia 22), resultado 0,05 ponto percentual menor do que o índice registrado na segunda semana do mesmo mês. Os dados foram apurados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgados na quarta-feira (23 de maio).

O resultado do dia 22 de maio apresentou queda em sete dos oito segmentos avaliados. A maior retração foi no setor de Saúde e Cuidados Pessoais, cujo índice passou de 1,04% para 0,81%. Neste grupo, o item medicamentos em geral foi o que apresentou maior redução de preços, caindo de 2,29% para 1,81%.

Os outros segmentos que apresentaram decréscimo foram: Educação, Leitura e Recreação (que passou de 0,15% para 0,11%); Comunicação (-0,21% para -0,27%); Vestuário (0,53% para 0,44%); Transportes (0,21% para 0,17%); Alimentação (0,53% para 0,48%); e Despesas Diversas (4,12% para 3,96%).

Por outro lado, o setor de Habitação teve crescimento no IPC-S, passando de 0,47% para 0,49%. Os itens que apresentaram maior destaque foram a mão de obra para reparo em residência (que saiu de 1,16% para 1,56%), a tarifa de eletricidade residencial (-0,48% para -0,76%) e aluguel residencial (0,55% para 0,62%).

O próximo relatório do IPC-S será publicado no dia 1º de junho.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



ICS apresentou queda em abril de 2012


A FGV (Fundação Getúlio Vargas), divulgou os dados referentes ao ICS – Índice de Confiança de Serviços, usado para avaliar a confiança no setor de serviços pelos empresários.

De acordo com o estudo, houve uma queda de 4,8% no mês de abril desse ano quando comparado a abril de 2011. A pontuação total passou para 128,8, sendo que no ano passado foi de 135,3. No mês de março a queda foi de 1%. 

Segundo a Fundação, esse desempenho fraco teve forte influência dos empresários que avaliaram o momento atual do mercado, essa é a pior taxa desde outubro de 2009. 

Com relação às expectativas dos empresários do setor houve um crescimento em abril, para a FVG esse é o resultado da melhora gradual referente à atividade econômica que vem sendo percebida pelos empresários. 

Para chegar ao resultado final do ICS, a Fundação Getúlio Vargas teve acesso às informações de 2.846 empresas, sendo que essas companhias são responsáveis por pelo menos 748 mil profissionais. O índice é divulgado mensalmente pela FVG e auxilia consultores e profissionais a medir a "saúde" do setor de serviços em todo o país.

Por Joyce Silva



IGP-M apresentou alta em abril de 2012


De acordo com a divulgação feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (27/04), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) aumentou em 0,85% no mês de abril. Em março a alta tinha sido de 0,43%. Os principais motivos que levaram à aceleração deste índice foram os preços de alimento no atacado e do cigarro no varejo.

O IGP-M é considerado e conhecido como a inflação do aluguel, por ser utilizado como base para o reajuste da maioria de contratos imobiliários. Em 12 meses o Índice avançou 3,65% e a taxa acumulada no ano é de 1,47%, segundo a FGV.

Neste contexto, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), utilizado para o cálculo do IGP-M, acelerou ainda mais, com taxa de 0,97% em abril, após uma alta de 0,42% em março. O IPA é chamado também de inflação no atacado.

Utilizado também no cálculo do IGP-M, porém com peso inferior que o IPA, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu para 0,55% em abril, já em março a alta havia sido de 0,48%.

Por fim, o outro indicador que compõe o IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), acelerou para 0,83% em abril, perante a taxa de 0,37% em março.

Por Anne A. Matioli Dias



Setor industrial deverá apresentar crescimento em abril de 2012


A projeção da Sondagem Industrial de abril aponta que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) deve crescer no mês avaliado. O avanço apontado é de 0,2% se comparado ao final de março. Em números absolutos, o valor passou de 103,0 para 103,2 pontos. No acumulado do último trimestre, o resultado sofreu crescimento de 0,9%. Os dados foram divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na sexta-feira (20/04).

Apesar do resultado positivo, o indicador mantém-se abaixo da média dos últimos cinco anos, que é de 106,3 pontos. No entanto, o resultado de março é a quinta alta seguida registrada pelo ICI. O fator que incentivou o leve crescimento de março foi a melhoria das análises relativas ao momento atual.

Já o Índice de Situação Atual (ISA) prévio registrou aumento de 0,9%, chegando a 104,7 pontos. Este foi o melhor resultado desde julho do ano passado, quando foram apresentados 107,4 pontos. O Índice de Expectativas de março sofreu queda de 0,5%, atingindo o patamar de 101,8 pontos. Em fevereiro deste ano, o indicador tinha atingido o valor mais elevado, de 102,3 pontos.

Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) manteve-se em 83,8%, o mesmo resultado dos cinco anos anteriores.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IGP-M apresentou alta na 2ª prévia de abril de 2012


A segunda prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), divulgado pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, para o mês de abril, apresentou aumento de 0,36% quando comparado à primeira prévia do mês. Nos primeiros dias de abril, o resultado foi de 0,35%, sendo que a segunda pesquisa atingiu o patamar de 0,71%.

O IGP-M é considerado fundamental para medir a economia, pois ele é usado como referência na hora de reajustar contratos de aluguel em todo o Brasil.

Entre os subíndices usados para medir o IGP-M, o que mais influenciou nesse resultado foi o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo que fechou a prévia em 0,77%. Ao ser comparado com o mesmo período do mês anterior a diferença foi de 0,45%. Sendo que o grupo de alimentos processados teve o maior aumento, passou de -0,43% para 1,34%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor, outro grupo usado para calcular o IGP-M, apresentou variação de 0,9%, passou de 0,43% na primeira prévia para 0,52% na segunda prévia, sendo que o setor de vestuário foi o que mais aumentou, passou de 0,18% para 0,96%.

O terceiro grupo do IGP-M é o Índice Nacional de Custo da Construção que fechou a segunda prévia em 0,82%.

Por Joyce Silva



IPC-S – Dados da 2ª semana de abril de 2012


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado na terça-feira (17/04) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou com um resultado de 0,57%. O dado foi 0,01 ponto percentual menor do que o registrado no último levantamento. O IPC-S avalia sete capitais brasileiras, sendo que, em três, foi registrado queda no índice.

As cidades que tiveram resultado menor se comparado ao estudo de 7 de abril foram Salvador, Brasília e Recife. Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo tiveram crescimento no indicador.

Em Brasília, o índice passou de 0,72% para 0,6%. A desaceleração foi registrada em cinco das oito classes pesquisadas. Os principais destaques foram os grupos Habitação e Educação, Leitura e Recreação, que tiveram variação de 1,5% para 1,17% e de -0,49% para -1,09%, respectivamente. Já as classes de despesa Habitação (1,17%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,92%), Vestuário (1,06%) e Despesas Diversas (0,88%) sofreram alta.

Já em Recife, o IPC-S passou de 0,79% para 0,59%. Cinco de oito itens pesquisados tiveram retração no indicador, sendo que os destaques foram os grupos Habitação e Alimentação, que passaram de 0,26% para 0,07% e de 1,43% para 0,71%, respectivamente. Foram registradas altas nos segmentos Transportes (1,06%), Despesas Diversas (1,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,81%), Vestuário (0,6%) e Alimentação (0,71%).

Na capital gaúcha, o indicador foi de 0,63% para 0,65%. Cinco classes de despesa sofreram alta, sendo que os principais crescimentos foram verificados nos setores de Educação, Leitura e Recreação (que passou de 0,53% para 1,04%) e Despesas Diversas (que foi de 0,47% para 1,52%). Já os setores que sofreram desaceleração foram Vestuário (-0,35%), Transportes (-0,28%) e Comunicação (0,13%).

No Rio de Janeiro, o IPC-S foi de 0,57% para 0,58%. Sete classes registraram alta no indicador, sendo que os destaques ficaram para os grupos Comunicação e Despesas Diversas, que foram de -0,56% para -0,1% e de 0,78% para 1,99%, respectivamente. Os únicos grupos que ficaram abaixo da média foram Alimentação (-0,06%), Transportes (0,49%) e Comunicação, que, apesar da alta, ainda apresentaram resultados negativos.

A capital baiana sofreu uma variação de 0,44% para 0,3%. O indicador sofreu retração em quatro dos oito itens avaliados. As principais quedas foram nos segmentos Alimentação e Habitação, que tiveram, respectivamente, redução de 0,73% para 0,42% e de 0,65% para 0,27%. Já as pressões acima da média foram registradas nos segmentos Saúde e Cuidados Pessoais (0,88%), Despesas Diversas (1,15%) e Alimentação (0,42%).

Em São Paulo, o resultado do IPC-S foi de 0,59% para 0,66% no período avaliado. Seis das oito classes de pesquisa sofreram crescimento, sendo que os segmentos que apresentaram alta foram: Educação, Leitura e Recreação (0,08% para 0,1%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,83% para 0,88%), Habitação (0,68% para 0,88%), Comunicação (-0,69% para -0,44%), Vestuário (1,1% para 1,51%) e Despesas Diversas (0,69% para 0,88%). Os setores de Alimentação e Transportes tiveram queda no indicador, passando de 0,79% para 0,71% e de 0,43% para 0,41%, respectivamente.

Por último, em Belo Horizonte, a variação foi de 0,33% para 0,41%. Cinco itens avaliados sofreram alta, sendo que os destaques foram os segmentos de Vestuário e Despesas Diversas, que foram de 0,47% para 0,72% e de -0,13% para 1,23%, respectivamente. Os grupos que ficaram abaixo da média são Transportes (0,19%), Comunicação (0,2%), Educação, Leitura e Recreação (0,1%) e Alimentação (0,13%).

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IPC-3i apresentou queda no 1º trimestre de 2012


De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o valor dos alimentos caiu para as famílias compostas majoritariamente por indivíduos da terceira idade. Com isso, a inflação sentida por essa parcela da população também ficou menor. Isso é o que constatou o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), divulgado na sexta-feira (13/04).

O indicador apresentou uma variação de 1,3% nos três primeiros meses do ano; já no acumulado dos últimos 12 meses, a alta verificada é de 5,31%. O resultado, no entanto, não foi superior ao Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que apresentou crescimento de 5,5% em igual período.

Já comparando o primeiro trimestre do ano com o quarto trimestre do ano passado, foi registrada redução de 0,35 ponto percentual. O setor da Alimentação foi o que teve queda maior, com índice passando de 2,38% para 0,65%. Dentro deste grupo, as carnes foram o item que tiveram mais perda de valor, registrando queda de 9,69% para -5,8%.

Outros segmentos que também colaboraram para a redução no indicador foram Vestuário, Transportes e Saúde e Cuidados Pessoais. Já a Habitação; Educação, Leitura e Recreação; e Despesas Diversas tiveram alta em suas taxas.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



ICTS apresentou alta em março de 2012


De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Construção (ICST) teve resultado positivo em março. No entanto, o índice ainda está abaixo da média registrada no ano passado.

Os dados também apontaram que, na variação média trimestral comparando com o ano passado, houve alta, sendo que o indicador passou de -8,4% para -6,6% em março.

O setor está passando por uma fase de recuperação, e este resultado foi o melhor desde setembro do ano passado, quando foi implantada esta forma de comparação. Nos três meses, o ICST registrou 129,9 pontos. Em março de 2011, o índice tinha ficado em 139 pontos.

Os segmentos que tiveram maior destaque no índice foram: Construção de Edifícios e Obras de Engenharia (passando de -9% para -6,6%) e Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição, com Operador (que passou de -15,7% para -6,2%).  Já no lado oposto, os segmentos que apresentaram maior variação foram: Preparação de Terreno (0,1% para -0,9%) e Obras de Infraestrutura para Engenharia Elétrica e para Telecomunicações (-9,4% para -12,7%). Estes índices influenciaram negativamente o ICST. 

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



ICC apresentou crescimento em março de 2012


A Fundação Getúlio Vargas divulgou um relatório referente ao Índice de Confiança do Consumidor. De acordo com o estudo esse número aumentou 2,8% quando comparado ao mesmo período do mês anterior (fevereiro). No mesmo relatório também foi divulgado o ISA (Índice de Satisfação Atual do brasileiro) que teve uma leve alta, passando de 140,5 pontos para 142,7. 

O IE (Índice de Expectativa) também subiu quando comparado ao mês anterior, atingindo a marca de 112,2 pontos contra 108,3 de fevereiro, o que representa um aumento de mais de 3,5%. 

Com relação à situação econômica, a maioria dos entrevistados avaliou como boa. Do total de consumidores consultados, 29,8% consideram que o Brasil passa por um bom momento econômico e 17,6% acham que o momento é ruim, vale lembrar que na pesquisa anterior o número de pessoas que avaliaram a economia como boa foi de 24,4%. 

Outro ponto abordado pela pesquisa é com relação ao desejo de compra de um bem durável, de acordo com os dados divulgados esse índice subiu 10% e fechou o período em 87,8%. Ao fazer uma comparação dos últimos seis meses com relação ao número de pessoas que desejam comprar algum bem durável houve um recuo de 4%, já aqueles que pretendem gastar menos com a aquisição desses bens também caiu, passou de 38% para 26%.

Por Joyce Silva



IPC-S apresentou variação de 0,51% na 3ª prévia de março de 2012


O último levantamento do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou variação de 0,51%. O resultado foi 0,04 ponto percentual acima do registrado na avaliação anterior. Das sete capitais pesquisadas, três apresentaram elevação no indicador: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

Salvador, Belo Horizonte e Recife tiveram decréscimo no IPC-S, enquanto que Porto Alegre não sofreu nenhum tipo de variação com relação ao estudo realizado na semana do dia 15 de março.

A porcentagem para Salvador passou de 0,51% para 0,39%; a de Brasília foi de 0,64% para 0,70%; a de Belo Horizonte passou de 0,76% para 0,65%; a do Recife foi de 0,88% para 0,77%; a do Rio de Janeiro cresceu de 0,48% para 0,52%; a de Porto Alegre manteve-se em 0,47%; e a de São Paulo registrou alta de 0,22% para 0,40%.

O índice de Brasília sofreu alta principalmente pelos setores de Habitação (1,14% para 1,49%) e Saúde e Cuidados Pessoais (alta de 0,59% para 0,75%). No caso de Porto Alegre, a variação nula foi positiva devido ao fato de quatro itens terem apresentado alta, enquanto os outros quatro tiveram baixa. Para Recife, cinco dos oito quesitos tiveram retração, com foco nos itens Vestuário (0,79% para 0,42%) e Transportes (0,43% para 0,09%).

No caso do Rio de Janeiro, quatro classes de despesa tiveram alta, principalmente Vestuário (0,85% para 1,33%) e Habitação (0,91% para 1,22%). Em Salvador, seis de oito quesitos sofreram retração, destacando-se os segmentos Educação, Leitura e Recreação (0,45% para 0,03%) e Habitação (1,32% para 1,13%). São Paulo apresentou alta de seis de oito classes de despesa, sendo que obtiveram retração apenas os setores de Comunicação (-049% para -0,70%) e Educação, Leitura e Recreação (0,37% para 0,29%). Por último, Belo Horizonte apresentou queda em cinco de oito indicadores, destacando-se a Habitação (1,49% para 1,19%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,79% para 0,54%).

O próximo levantamento do IPC-S, avaliando-se os resultados regionais, está programado para ser divulgado no dia 3 de abril.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IGP-M – Primeira prévia de fevereiro de 2012


O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) teve uma variação de -0,1% na primeira prévia de fevereiro divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), vale lembrar que o IGP-M serve de base para os reajustes de aluguel no Brasil.

Segundo a FGV mesmo com a queda, a taxa apresentou alta de 3,39% acumulados nos últimos 12 meses. O IGP-M é composto por três indicadores básicos, dois deles são o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que teve uma variação de 0,16%, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) responsável por medir a inflação de produtos comercializados no atacado, que apresentou queda de 0,36%.

A redução dos preços de alguns alimentos foi apresentada como o principal responsável pelo resultado, os itens que apresentaram maior queda foram as carnes bovinas que passou de 1,24% para -2,78%, hortaliças e legumes que passou de 6,30% para 0,06%, panificadoras e biscoitos que variou de 0,35% para -0,23%.

Com relação ao grupo de comunicação que integra a estrutura do IPC a variação registrada foi de 0,15%, sendo a tarifa telefônica residencial a que mais influenciou no resultado, a taxa passou de 0,27% para 0,47%.

Por Joyce Silva



FGV – IPC-S apresentou queda em janeiro de 2012


De acordo com os dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) da pesquisa do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) o mês de janeiro teve redução de 0,12 ponto percentual na inflação se comparado ao resultado da semana anterior.

O motivo da redução geral desse índice se deve ao fato que a alimentação e o vestuário tiveram queda na velocidade inflacionária. Nos alimentos, as hortaliças e verduras tiveram redução nos preços, no vestuário a queda no índice se deu devido às grandes liquidações que acontecem no mês de janeiro nas lojas.

No setor de educação e recreação o índice inflacionário teve aumento, passou de 3,39% para 4,9%. Nos setores de habitação, saúde e cuidados pessoais os aumentos foram menos significativos a não ser pelos medicamentos que ficaram 0,17% mais caros comparados à taxa anterior, que era de 0,01%.

Na parte de transportes o índice passou de 0,77% para 0,86% em decorrência dos ajustes nas tarifas de ônibus.

Apesar do aumento em alguns setores, a média geral da inflação teve redução. No mês de janeiro o índice na primeira pesquisa foi de 0,93%, já na segunda passou para 0,97% e agora voltou a ser 0,93%.

Por Jéssica Posenato

Fonte: Agência Brasil



FGV – INCC-M tem aumento para 2,03% em maio


Indexador utilizado como base para o cálculo de reajuste das parcelas dos imóveis no período de obras, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil – M (INCC-M) acelerou para a alta de 2,03% em maio, taxa bem elevada em comparação ao 0,75% de abril. No acumulado do ano a variação chegou a 4,04% após esse levantamento e nos 12 últimos meses, a 8,18%.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) avalia que a variação atinente a Mão de Obra subiu de 1,16% em abril para 3,70% no estudo de maio. O índice referente a Materiais, Equipamentos e Serviços, por sua vez, avançou de 0,36% para 0,45% na mesma relação.

Esmiuçado em grupos, a taxa de variação de Materiais e Equipamentos subiu de 0,40% para 0,43%. Destaque para o subgrupo materiais para instalação, cujo índice ascendeu de -0,01% para 0,98%. Não menos distante ficaram as diferenças positivas de materiais para acabamento, com salto de 0,54% para 0,59%, e equipamentos para transporte de pessoas, de 0,12% para 0,18%.

A taxa concernente a Serviços subiu de 0,21%, registrada em abril, para 0,53% no mês de maio. Neste caso, destaca-se a alta do subgrupo serviços técnicos, que cresceu de 0,12% para 1,01%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – ICC caiu para 2,4% entre abril e maio


O governo consegue, aos poucos, atingir o objetivo de diminuir a intenção de consumo dos brasileiros, tanto que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) arrefeceu 2,4% entre os meses de abril e maio, de 118,2 pontos para 115,4 pontos.

A FGV assinala que essa situação ocorre pela terceira vez consecutiva, atingindo, assim, o menor patamar desde janeiro do ano passado, quando 112,6 pontos foram registrados. Tanto as expectativas aos próximos meses como ao momento atual despencaram.

O Índice de Expectativas (IE) baixou 2,4% entre abril e maio, passando de 106,3 pontos para 103,8 pontos, nível abaixo da média histórica e o mais tímido desde fevereiro de 2010. O Índice da Situação Atual (ISA), por sua vez, também recuou 2,4%, de 140,6 pontos para 137,2 pontos.

O medidor da fundação assinala diminuição no percentual das pessoas que julgam a situação econômica local como boa, de 29,2% para 25,8%. Proporcionalmente, opiniões dos consultados que a ponderam como ruim ascendeu de 21,2% para 21,8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC avançou para 1,67% na 2ª prévia de maio de 2011


A atual expansão do setor imobiliário promove acesso de praticamente todas as classes sociais a uma moradia mais segura, com todos os recursos geridos pela Constituição do país. Em grandes centros ou periferias, as construtoras têm aumentado a oferta de imóveis novos, adquiridos nas plantas.

Durante o período de obras, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) é utilizado como indexador para o reajuste das parcelas do financiamento. De acordo com dados difundidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na quarta-feira (18 de maio), a variação do indicador chegou a 1,67% no segundo decêndio de maio, taxa bastante superior à registrada no período similar de abril, de 0,50%.

A FGV assinala que o índice referente a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu de 0,27% para 0,50%. O índice concernente ao custo da Mão de Obra variou com maior consistência, de 0,75% do segundo decêndio do mês passado para 2,90% de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC apresentou crescimento na 2ª prévia de maio de 2011


Enquanto o consumidor volta seus olhos aos preços da gasolina, outros itens também apresentam altas e baixas. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) sondado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) acelerou de 0,65% do segundo decêndio de abril para 0,97% no período análogo de maio.

Das sete classes de despesas examinadas seis registraram alta em suas variações. O destaque, neste caso, ficou a cargo da categoria Alimentação, cujo índice passou de 0,64% para 1,09%. Em seguida figuraram os grupos Vestuário, com aceleração de 0,97% para 1,61%, Habitação, de 0,31% para 0,71%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,72% para 1,11%, e Educação, Leitura & Recreação, de 0,29% para 0,31%.

De acordo com os grupos respectivos, as principais altas ocorreram nos itens: roupas, cujo incremento foi de 0,98% para 2,05%; tarifa de eletricidade residencial, de 0,21% para 1,73%; medicamentos em geral, de 1,02% para 3,26%; cigarro, de 0,86% para 1,13%; e show musical, de -0,56% para 1,75%.

A única categoria que apresentou baixa foi Transportes, uma vez que sua taxa arrefeceu de 1,71% para 1,61%. Neste caso, os principais decréscimos ficaram por conta do álcool combustível (etanol), de 15,58% para 0,25%, e seguro facultativo para carros, de 2,18% para -0,16%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M apresentou crescimento na 2ª prévia de maio de 2011


Com a economia em movimento de desaceleração, o governo brasileiro passou a adotar discursos mais cautelosos em relação ao presente e ao futuro do país. Na finalidade de conter o ânimo dos consumidores devido a uma possível volta da inflação em níveis céleres, o Banco Central (BC) restringiu o acesso ao crédito e iniciou ciclo de alta da taxa básica de juros, a Selic.

Embora o período de acentuação pareça ter chegado ao limite, inclusive voltando a arrefecer, o panorama atual ainda preocupa. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou variação de 0,66% no segundo decêndio de maio, taxa 0,11% acima da do período igual de um mês atrás (0,55%).

A FGV assoalha que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,40% entre os dias 21 de abril e 10 de maio, inferior ao percentual do período imediatamente precedente, de 0,51%. O maior contribuinte à baixa partiu da subcategoria alimentos processados, cuja variação foi de 0,96%, contra -0,85% de antes.

O levantamento da FGV assinala que a taxa da categoria Bens Intermediários subiu de 0,51% do segundo decêndio de abril para 0,75% de agora. O destaque ficou por conta da subcategoria materiais e componentes para manufatura, cujo índice avançou de 0,58% para 0,88%.

A taxa relativa a Matérias-Primas Brutas acelerou para a alta de 0,24%, ante 0,07%. Os componentes que mais pressionaram esse avanço foram: minério de ferro, cana-de-açúcar e mandioca. No sentido inverso, algodão em caroço, soja em grão e laranja descreveram os itens de maior baixa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC apresentou índice de 0,98% em maio de 2011


O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), anunciado na segunda-feira (16 de maio) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou praticamente o mesmo nível no novo estudo em relação ao levantamento realizado entre os dias 11 de março e 10 de abril. A taxa cedeu de 0,56% para 0,55%.

Integrando o medidor, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acelerou para 0,98% em maio, considerável diferença em comparação ao índice de 0,77% de abril. Das sete classes de despesas sondadas, cinco delinearam movimento de alta. Vale salientar a variação ocorrida em Habitação, cuja taxa subiu de 0,33% para 0,68%. Tarifa de eletricidade residencial, de 0,19% para 1,40%, e taxa de água e esgoto residencial, de 0,00% para 1,63%, foram as subcategorias com a mais ampla aceleração.

A FGV revela em seu estudo que o índice do grupo Vestuário passou de 0,91% para 1,51%, curso semelhante ao descrito por Despesas Diversas, cuja taxa subiu de 0,20% para 0,73%. Saúde e Cuidados Pessoais, com incremento de 0,71% para 1,13%, e Transportes, de 1,54% para 1,74%, completam a lista.

O único grupo que apresentou tendência contrária foi Alimentação, pois sua taxa cedeu de 1,11% para 1,04%. Neste caso, vale destacar o menor preço de hortaliças e legumes, de 6,95% para 4,75%, pescados frescos, de 4,41% para 0,98%, e aves e ovos, de 2,05% para 0,32%.

A categoria Educação, Leitura e Recreação, no entanto, permanece com a mesma taxa apreciada no IGP-10 de abril, de 0,36%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-10 e IPA – Queda em maio de 2011


Com base em preços colhidos entre os dias 11 de abril e 10 de maio, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (16 de maio) dados referentes ao Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), que no período apresentou breve desaceleração em comparação ao estudo anterior. A taxa de antes, de 0,56%, passou para 0,55%.

A FGV avalia que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) arrefeceu para 0,26% no atual levantamento, contra taxa antecedente de 0,49%. O índice relativo a Bens Finais caiu de 0,86% do mês de abril para 0,23% em maio, pressionado pelo subgrupo alimentos processados, cuja variação caiu de 0,29% positivo para 0,74% negativo. Bens Finais, que desconsidera os subgrupos combustíveis e alimentos in natura, por sua vez, baixou de 0,23% para -0,08%.

Acréscimo foi constatado, por outro lado, na categoria Bens Intermediários, cuja taxa saiu de 0,49% do estudo precedente para 0,90% de agora. Das cinco subcategorias analisadas quatro registraram aceleração. O índice atinente a Bens Intermediários, sondados sem as subcategorias lubrificantes e combustíveis voltados à produção, avançou de 0,46% para 0,89%.

De acordo com a FGV, a taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas recuou de 0,07% para -0,52%, com destaque para as baixas do algodão em caroço, da laranja e de bovinos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S tem aumento de 1,09% em 15 de maio


O consumidor, em geral, parece se preocupar com gastos imediatos, ou seja, aqueles que são sentidos diretamente, em poucos segundos, nos bolsos. Obviamente, qualquer despesa a mais causa certa dor de cabeça, mas ao se destacar os combustíveis, por exemplo, é fácil observar matérias envolvendo pessoas indignadas com os preços elevados.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) anunciou na segunda-feira (16 de maio) uma série de dados que envolvem não apenas combustíveis, mas uma grande cadeia diretamente envolvida no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) de 15 de maio, cuja taxa subiu de 1,05% para 1,09%.

Dos sete grupos abrangidos pelo estudo, apenas dois tiveram avanço em suas taxas. A categoria Alimentação descreveu salto de 1,26% para 1,52%, enquanto Habitação pulou de 0,63% para 0,76%. No primeiro caso, os progressos em hortaliças e legumes, de 5,7% para 7,89%, frutas, de 0,12% para 0,33%, e alimentos prontos e congelados, de 1,05% para 1,26%, foram os principais motivadores à alta. Na segunda situação destaca-se o incremento nos índices de água e esgoto residencial, de 1,29% para 2,27%, e tarifa de eletricidade residencial, de 1,31% para 1,63%.

Em contrapartida, os grupos Transportes, cuja taxa cedeu de 1,94% para 1,56%, Vestuário, de 1,60% para 1,38%, Despesas Diversas, de 0,76% para 0,61%, Educação, Leitura e Recreação, de 0,35% para 0,26%, e Saúde e Cuidados Pessoais, de 1,06% para 1,04%, foram aqueles que contrabalancearam a tendência de alta do IPC-S.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC avançou para 0,87% na 1ª prévia de maio de 2011


Conforme anunciado na quarta-feira (11 de maio) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou taxa de variação de 0,70% no primeiro decêndio de maio, ante 0,55% do período igual de abril. Vários são os quesitos avaliados dentro do medidor, entre os quais o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que na mesma base comparativa avançou de 0,46% para 0,87%.

A FGV pondera que das sete classes de despesas sondadas, seis apresentaram alta em suas variações, com destaque para o grupo Alimentação, cuja taxa passou de 0,28% para 0,75%. Acompanhando essa categoria, Vestuário apresentou acréscimo de 1,14% para 1,91%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,61% para 1,29%, Transportes, de 1,12% para 1,78%, Despesas Diversas, de -0,04% para 0,48%, e Habitação, por fim, de 0,30% para 0,51%.

No sentido oposto às categorias acima descritas, o grupo Educação, Leitura & Recreação teve taxa decrescida de 0,40% para 0,38%. Destaque, neste caso, para o item “hotel”, cujo índice arrefeceu de 3,54% para 1,55%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M apresentou alta na 1ª prévia de maio de 2011


Informativo divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) considera que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) registrou variação de 0,70% no primeiro decêndio de maio, ou seja, entre os dias 21 e 30 de abril, contra taxa de 0,55% do período anterior.

Segundo a FGV, a variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) foi de 0,60% no decêndio inicial de maio, pouco abaixo da constatação do período análogo de um mês atrás (0,63%). O índice atinente a Bens Finais passou de 0,87% para 0,14%, influenciado pela subcategoria alimentos processados, cuja taxa recuou de 1,05% para -1,04%.

Aceleração de 0,69% para 0,80% no primeiro decêndio deste mês foi constatada no estágio dos Bens Intermediários, com contribuição capital da subcategoria materiais e componentes voltados à construção, uma vez que o índice avançou de -0,16% para 0,87%.

Ainda abrangido pelo IGP-M, a taxa relacionada a Matérias-Primas subiu de 0,29% do primeiro decêndio de abril para 0,87% no período igual e imediatamente sucessor. Minério de ferro, cana-de-açúcar e mandioca, em ordem respectiva, foram os principais responsáveis pelo aumento. Por outro lado, decréscimos ocorreram no algodão em caroço, na soja em grão e na laranja.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-C1 registra taxa de 0,84% em abril


No intuito de explanar aos brasileiros a gama de componentes que fazem parte do ambiente econômico, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) anuncia semanalmente diferentes indicadores. O mais novo levantamento, Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), foi divulgado na terça-feira (10 de maio).
A taxa de variação do medidor chegou a 0,84% em abril, com acumulado anual em 3,39%. Nos dados relacionados aos últimos 12 meses, o percentual abraçou margem de 5,69%. No mês, de acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR) avançou para 0,95%, portanto acima do patamar contabilizado pelo IPC-C1.
Das sete classes de despesas avaliadas, cinco contraíram aumentos em suas taxas de variação, com claro destaque para o grupo Despesas Diversas, que passou de 0,05% para 1,48%. Em seguida, atesta a FGV, figuraram Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,48% para 1,44%, Vestuário, de 0,75% para 1,17%, Educação, Leitura & Recreação, de 0,48% para 0,66%, e Habitação, de 0,25% para 0,31%.
As maiores elevações ocorreram nos subitens cigarros, medicamentos (em geral), calçados, show musical e tarifa de eletricidade demarcada em residências.
Apenas os grupos Alimentação, cuja taxa cedeu de 1,51% para 1,20%, e Transportes, de 0,13% para 0,11%, representaram o sentido inverso. Os componentes hortaliças & legumes e tarifa de trem urbano impulsionaram o decréscimo.
Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC apresentou alta em abril de 2011


Dias agitados permeiam os principais noticiários do país. Após o assunto da morte de Osama Bin Laden pelas tropas norte-americanas, um dos motes que mais aparece nos noticiários é o temor por uma possível volta da inflação, tanto que coube a Dilma Rousseff, presidenta do Brasil, e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), intercederem oralmente.

Dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam desaceleração na taxa do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de 0,61% para 0,50% entre os meses de março e abril. Enquanto isso, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu de 0,71% para 0,95%, com destaque para a categoria Transportes.

Outro indicador salientado pela FGV na segunda-feira (9 de maio) foi o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC). No período, a taxa saltou de 0,43% para 1,06%, mas mesmo assim, apenas o item Mão de Obra teve índice em elevação, de 0,37% do mês antepassado para 1,74% no período seguinte. Exerceram sentido contrário os componentes Materiais & Equipamentos, com baixa de 0,52% para 0,46%, e Serviços, de 0,34% para 0,29%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC apresentou alta em abril de 2011


O consumidor brasileiro passou a protestar contra a alta da gasolina em quase todos os postos brasileiros, alguns lugares já bem próximos de R$ 3 por litro abastecido. Para evitar qualquer tumulto desagradável, lideranças do governo afirmam que o preço começará a cair nas próximas semanas.

Mesmo assim, cabe ilustrar ao leitor o recente levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que acusou decréscimo de 0,61% para 0,50% do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) entre março e abril. Cerceando o mesmo estudo, a entidade registrou alta para 0,95% no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do mês, contra 0,71% de março.

De acordo com a FGV, em todas as classes de despesa foram constatadas altas, com destaque justamente para a ala Transportes, cujo índice subiu de 1,23% para 2,10%. O preço da gasolina foi o destaque, com avanço de 1,58% para 5,98%, seguido também pelo famigerado caso de alta do álcool combustível, de 9,32% para 10,47%.

As taxas nas demais categorias, como já citado, seguiram essa demarcação. Em Despesas Diversas, o índice passou de 0,07% para 0,81%, em Saúde e Cuidados Pessoais de 0,68% para 1,10%, em Vestuário de 1,01% para 1,34%, Alimentação de 0,98% para 1,04%, Habitação de 0,41% para 0,47% e Educação, Leitura e Recreação de 0,98% para 1,04%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S cresce para 1,05% em 07 de maio de 2011


Ao zapear fóruns econômicos e políticos de diferentes portais de notícias, o internauta pode observar a preocupação de inúmeros cidadãos com a temida volta da inflação. Para acalmar os ânimos, Dilma Rousseff, presidenta do Brasil, e sua equipe econômica salientam por meio de discursos ou medidas as vontades de “frear” esse tema que tanto devastou os bolsos dos brasileiros há alguns bons anos.
Para atualizar a população sobre os principais setores de bens e serviços, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (9) informações sobre a aceleração da taxa do Índice de Preços ao ConsumidorSemanal (IPC-S) de 07 de maio, de 0,95% de uma semana atrás para 1,05%.
Das quatro classes de despesas sondadas no levantamento da fundação, quatro registraram aumento em suas taxas. Destaque, novamente, para a categoria Alimentação, uma vez que seu índice subiu de 1,04% para 1,26%. Em seguida, de acordo com a FGV, apareceram Habitação, de 0,47% para 0,63%, Vestuário, de 1,34% para 1,60%, e Educação, Leitura & Recreação, de 0,32% para 0,35%.
O levantamento assinala que as hortaliças e os legumes, assim como taxa de água e esgoto residencial, roupas e salas de espetáculo foram os itens que mais colaboraram para o aumento do IPC-S.
Os grupos que planificaram sentido inverso foram Transportes, uma vez que seu índice decresceu de 2,10% para 1,94%, assim como Despesas Diversas, de 0,81% para 0,76%, e Saúde & Cuidados Pessoais, de 1,10% para 1,06%. Vale salientar que as principais contribuições provieram dos artigos de higiene e cuidado pessoal, álcool combustível e alimentos para animais domésticos.
Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-DI tem variação de 0,50% em abril de 2011


Enquanto a população brasileira mais antenada, tanto por meio de telejornais, revistas e diários impressos como através da rede mundial de computadores, preocupa-se com rumores de que a inflação, aos poucos, começa a voltar, economistas e institutos buscam salientar dados concretos, ainda que parte indique perigo à vista – nada confirmado na teoria.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou variação de 0,50% em abril, 0,11% abaixo da taxa contabilizada em março (0,61%).
A FGV atesta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou para 0,24% no mês passado, contra 0,60% do terceiro período mensal de 2011. A taxa concernente a Bens Finais também decresceu baixa, porém de 0,80% para 0,50%. Bens Finais, resultante da supressão de combustíveis e alimentos in natura, cedeu de 0,14% para 0,04% entre março e abril.
Diferente da tendência acima descrita, a variação do grupo Bens Finais foi de 0,70% em abril, ante 0,62% de março. Ao se excluir lubrificantes e combustíveis para produção, a taxa também acelerou, de 0,61% para 0,66%.
A FGV atesta que ocorreu desaceleração no estágio conhecido por Matérias-Primas Brutas, cuja taxa arrefeceu de 0,37% no mês de março para índice negativo de 0,63% em abril. Vale destacar o recuo percebido no algodão em caroço, cujo percentual baixou de 3,82% para -10,35%, assim como na laranja, de 2,12% para -23,57%.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Dia das Mães – Valores dos produtos em 2011


Estudo divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica aquilo que os consumidores não se lembram com exatidão: diferença de preços de produtos entre um ano e outro. Assim, o Dia das Mães promete ser rentável para praticamente todos os setores com produtos dedicados às genitoras, desde sapatos e vestuário a artigos do campo tecnológico.

A FGV anuncia que os 22 produtos relacionados no levantamento apresentaram avanço médio de preços de 5,93% entre os meses de maio do ano passado e abril de 2011, índice, portanto, abaixo da inflação acumulada do período, atualmente em 6,05%. Por tratar-se de uma média, obviamente parte dos produtos contraiu elevação de dois dígitos.

O maior aumento sentido ocorreu no item relógios, que de maio de 2010 para cá acumula alta de 12,20%. Em seguida, de acordo com a FGV, aparecem livros em geral, incremento de 6,81%, e cintos e bolsas, alta de 6,47%. Descreveram tendência oposta televisores, com taxa negativa de 11,68%, celulares, -9,53%, e máquina de lavar roupas, -4,33%.

O estudo também aponta aumento superior à inflação acumulada nos setores de serviços, como restaurante, cuja taxa ascendeu 9,94%, academia de ginástica, incremento de 9,35%, e passeios e férias, índice positivo de 8,37%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA e IPC – Março de 2011


Indexador utilizado por muitos setores como base de reajuste, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou variação de 0,62% no mês de março, contra taxa de 1,00% de fevereiro.

A FGV também aponta desaceleração no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), cujo qual passou da taxa de 1,20% no mês passado para 0,65% em março. O índice referente a Bens Finais contraiu variação de 0,77% no período, contra 0,17% de antes. O índice concernente à categoria Bens Intermediários desacelerou da alta de 0,76% de fevereiro para 0,57% no período seguinte.

Na fase inicial da produção, ressalta a FGV, o índice referente a Matérias-Primas Brutas caiu de 2,97% em fevereiro para 0,61% em março. Contribuíram para esse decréscimo a soja em grão, com taxa passando de -0,72% para -6,20%, o milho, que decresceu de 9,84% para 1,46%, e o minério de ferro, de 3,80% para -0,05%. Café em grão, bovinos e arroz em casca registraram movimento contrário.

O levantamento da Getúlio Vargas apontou variação de 0,62% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de março, quase estável se comparado à taxa de 0,67% de fevereiro. Dos sete grupos sondados pelo estudo quatro apresentaram baixas nos índices.

O grupo Educação, Leitura & Recreação abrangeu a maior diferença no comparativo mensal ao ceder de 1,63% para 0,18%. A categoria Despesas Diversas observou decréscimo de 1,57% para 0,49%, o grupo Transportes de 1,82% para 1,15% e a classe Habitação de 0,51% para 0,47%. No sentido contrário, Vestuário subiu de -0,55% para 0,78%, Alimentação de 0,24% para 0,69% e Saúde & Cuidados Pessoais de 0,33% para 0,62%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – ICC apresentou queda em março de 2011


O panorama econômico brasileiro passa por situações de indefinição. Como medida para conter a inflação em 2011, no final do ano passado o Banco Central (BC) decidiu intervir ao adotar postura mais rígida na concessão de crédito a pessoas físicas e jurídicas. Há poucas semanas iniciou o ciclo de altas da Selic, a taxa básica de juros da economia. O consumidor, porém, continua disposto a gastar, algo que deve ocasionar novos apertos em breve.

Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam queda de 2% do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) entre o mês passado e março, para 120,1 pontos, ante 122,6 pontos de antes. Circunspeto por cinco quesitos da Sondagem de Expectativa do Consumidor, foi constatado altos e baixos no indicador.

A avaliação sobre o momento atual, por exemplo, apreciada por meio do Índice da Situação Atual (ISA), avançou 0,2% de fevereiro a março, para 145,0 pontos. O Índice de Expectativas (IE), por sua vez, recuou 3,8%, passando de 111,0 pontos para 106,8 pontos, portanto inferior à média histórica (107,8 pontos).

De todos os recursos envolvidos pelo ICC, o grau de otimismo quanto à evolução do ambiente econômico geral nos próximos seis meses apresentou baixa de 30,9% para 29,2%. Entre aqueles que preveem piora a taxa subiu para 21,3%, frente aos 17,0% de antes.

Se o cenário atual não se modificar e com os temores do BC, é possível a inserção de novas medidas para evitar alta da inflação. Nesta segunda-feira, quebrando uma série de altas, a previsão da Selic foi baixada para 12,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-S avançou na 3ª prévia de março de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,69% do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 22 de março, elevação de 0,05% em comparação ao levantamento anterior.

Das sete classes de despesas sondadas, cinco registraram avanços em seus índices, com destaque para Alimentação, que passou de 0,67% para 0,86%. Os itens que mais apresentaram crescimento nessa categoria foram hortaliças e legumes, com ascensão de 5,51% para 6,65%, e carnes bovinas, que saltaram de -2,80% para -2,33%.

O índice da categoria Vestuário pulou de 0,59% para 0,89%, mesma tendência observada em Educação, Leitura & Recreação, de 0,15% para 0,25%. A taxa no grupo Saúde & Cuidados Pessoais cresceu de 0,62% para 0,64% e de 1,17% para 1,18% se delimitado Transportes.

A FGV aponta decréscimo de 0,74% para 0,40% no grupo Despesas Pessoais, diferença menor em comparação à taxa registrada em Habitação, que arrefeceu para 0,47%, contra 0,52% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC apresentou queda na 2ª prévia de março de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam desaceleração do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no segundo decêndio de março (dados de 21 de fevereiro até o último dia 10) para 0,59%, contra taxa de 0,88% do período igual de fevereiro.

Um dos índices que contribui na composição do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) registrou variação de 0,37% no segundo decêndio deste mês, podendo esta ser considerada uma desaceleração em comparação à taxa anterior, de 0,42%.

Materiais, Equipamentos e Serviços descreveram variação de 0,56% entre os dois decêndios, ante índice precedente de 0,67%. Custo de Mão de Obra, por outro lado, manteve sua taxa anterior, de 0,17%.

O setor da construção civil passou a ser uma das boas fontes de investimento para as pessoas que querem simplesmente ter moradia própria como a outras que almejam lucrar ao comprar e vender, poucos meses depois, um imóvel. Estar atento a esse índice é de vital importância, pois é com ele que construtoras reajustam valores de financiamentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M apresentou queda na 2ª prévia de março de 2011


O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) estudado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresentou desaceleração de alta para 0,59% no segundo decêndio deste mês, contra variação de 0,88% do período igual do levantamento de fevereiro. O estudo compreende o intervalo de 21 de fevereiro a 10 de março.

A FGV assinala que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou baixa de 1,07% para 0,68% na taxa do segundo decêndio de fevereiro para o de março. O Índice relacionado a Bens Finais subiu de -0,24% de antes para 0,69% de agora. Em Bens Intermediários, a variação registrada decaiu de 0,87% para 0,66%.

A taxa pautada em Matérias-Primas Brutas arrefeceu no segundo decêndio de março, para 0,68%, ante 2,86% do período igual de um mês atrás. De acordo com a FGV, a soja em grão, o minério de ferro e o milho em grão apresentaram destaque na queda, sentido diferente do constatado em aves, café e bovinos, que apontaram avanço.

Outro indicador presente no IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou recuo do segundo decêndio de fevereiro para o intervalo igual de março, de 0,54% para 0,45%. Das sete categorias de despesas apreciadas, três contraíram queda em suas taxas, com destaque à classe Educação, Leitura e Recreação, que passou de 1,68% para 0,05%.

Os outros dois grupos, Despesas Diversas e Transportes, apresentaram arrefecimento de 1,39% para 0,42% e de 1,56% para 0,96%, respectivamente.

Na contramão das categorias do IPC descritas acima, Vestuário registrou aceleração de -0,45% para 0,76%, Alimentação de -0,07% para 0,19%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,31% para 0,56% e Habitação de 0,48% para 0,53%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



IPC-S – Variação de 0,64% na 2ª prévia de março de 2011


Dados sondados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,64% do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 15 de março, taxa superior à constatada no levantamento anterior, de 0,59%. A entidade revela que das sete categorias de despesas sondadas, quatro registraram aumento em seus índices, com destaque para Alimentação, que passou de 0,54% para 0,67%.

O item de maior destaque na classe anteriormente citada foi frutas, com acréscimo para 2,46%, contra 1,46% de antes, seguido por carnes bovinas, que após um período de baixas avançou de -3,10% para -2,80%. Hortaliças e legumes completam a lista, uma vez que a despesa subiu de 5,38% para 5,51%.

O grupo Vestuário arcou com alta de -0,16% para 0,59%, mesma tendência observada na categoria Transportes, que saltou de 1,08% para 1,17%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,54% para 0,62%.

As demais categorias examinadas pela FGV, diferentemente, registraram arrefecimento em suas taxas. São elas Despesas Diversas, de 1,08% para 0,75%, Educação, Leitura & Recreação, de 0,26% para 0,15%, e por fim Habitação, de 0,59% para 0,52%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – INCC apresentou queda em março de 2011


A manutenção da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o segmento de materiais de construção, até 31 de dezembro, foi obtida graças à potencialidade do ramo e o fato de os índices serem importantes para o almejado crescimento do Brasil, entre os quais está a infraestrutura.

Especialistas da área acreditam que 2011 será um ano igualmente bom e importante para o ramo se citado 2010. Grande número de empreendimentos deverá ser entregue nos próximos meses, na medida em que lançamentos e pré-lançamentos são anunciados semanalmente por todo o país, seja por meio do “Minha Casa, Minha Vida”, seja sem qualquer benefício dessa categoria.

Refletindo diretamente as ações pelo setor, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou variação de 0,33% neste mês, taxa abaixo da constatada em fevereiro, de 0,42%. Dos três grupos sondados no levantamento, dois historiaram baixa em seus índices, com destaque para Serviços e Mão de Obra, que arrefeceram de 1,50% para 0,53% e de 0,12% para 0,11%, respectivamente.

A taxa relacionada à categoria Materiais e Equipamentos, porém, acelerou para 0,55% em março, contra índice de 0,50% do mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-10, IPA e IPC apresentaram queda em março de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou em sua página virtual dados sobre o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), que no período do dia 11 de fevereiro a 10 de março registrou variação de 0,84%, discretamente inferior à taxa constatada no mês passado, de 1,03%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) cerceou índice de 0,99% neste mês, contra variação de 1,16% de antes. Entre fevereiro e março, Bens Finais minutou alta de -0,19% para 0,94%, com destaque para a subcategoria alimentos processados, que saltou de -1,72% para 0,48%. A FGV assinala que Bens Intermediários computou taxa de 0,67% no período (março), diferença de 0,20% em relação ao índice antecedente (0,87%).

A taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas desacelerou de 3,10% em fevereiro para 1,48% no novo levantamento. As maiores contribuições para a baixa provieram do minério de ferro, da soja e do milho em grão.

A fundação também ilustra baixa no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de fevereiro a março. No primeiro período, a taxa registrada foi de 0,92% e no segundo, de 0,59%. Das sete categorias analisadas, três delinearam arrefecimento em seus índices, com ênfase para a Educação, Leitura & Recreação, de 2,69% para 0,20%. Transportes e Despesas Diversas decaíram de 2,45% para 1,10% e de 1,43% para 0,98%, respectivamente.

Os demais grupos – Vestuário, Saúde & Cuidados Pessoais, Habitação e Alimentação – descreveram sentido inverso, com destaque para o primeiro acima citado, que avançou de -0,30% para 0,28%. Nos demais, a aceleração registrada foi de 0,38% para 0,54%, de 044% para 0,53% e de 0,54% para 0,57%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA, IPC – 1ª prévia de março de 2011


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na sexta-feira (11/03) ilustraram variação de 0,48% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no primeiro decêndio de março, que compreende o período de 21 a 28 de fevereiro, contra 0,66% do intervalo igual de um mês antes.

Entre vários componentes analisados, a FGV enuncia que o Índice de Preços ao Produto Amplo (IPA) desacelerou para 0,56% no primeiro decêndio deste mês, uma vez que a taxa registrada no período análogo de fevereiro chegou a 0,76%. A variação relacionada a Bens Finais saltou de -0,64% para 0,66% na base comparativa em questão. Por outro lado, o índice concernente a Bens Intermediários recuou de 0,73% para 0,52% e a taxa em relação a Matérias-Primas Brutas despencou para 0,52%, ante 2,40% do levantamento anterior.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,35% no primeiro decêndio de março, contra taxa anterior de 0,45%. Das sete categorias de despesas sondadas, três registraram baixas em seus índices, com destaque para Educação, Leitura & Recreação, que arrefeceu de 1,63% para 0,07%.

A taxa de variação na classe Transportes passou de 1,53% para 0,80% e o índice em Despesas Diversas, por sua vez, de 0,88% para 0,27%.

As taxas nos demais grupos (com alta) foram representadas por Vestuário, que saltou de -0,63% para 0,54%, assim como Habitação, de 0,33% para 0,58%, Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,36% para 0,43%, e Alimentação, de -0,10% para -0,04%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-S apresentou crescimento na 1ª prévia de março de 2011


Informações expressas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) salientam que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) variou 0,59% na semana de 7 de março, taxa 0,10% superior à constatada no levantamento anterior. Dos sete grupos sondados, quatro apresentaram avanço em seus índices, com destaque para Alimentação, ao passar de 0,12% para 0,54%, então estimulada pelas frutas, subgrupo que avançou para -0,42%, contra 1,46% de antes.

A FGV enfatiza que a taxa em Saúde & Cuidados Pessoais pulou de 0,41% para 0,54%, incentivada pela alta proveniente de dentistas (0,39% para 0,72%), enquanto a Habitação apresentou alta de 0,58% para 0,59% e Vestuário, por sua vez, de -0,17% para -0,16%.

Diferentemente das classes acima, a taxa na categoria Educação, Leitura & Recreação recuou de 0,44% para 0,26%, a de Despesas Diversas de 1,49% para 1,08% e a de Transportes de 1,16% para 1,08%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-C1 apresentou alta em fevereiro 2011


O crescimento da economia brasileira deverá ser mais ameno neste ano, mas poucas pessoas parecem ter sentido os efeitos das medidas adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final do ano passado. Por enquanto, as dificuldades se baseiam no pagamento do IPVA e do IPTU e na aquisição de materiais escolares. Após o primeiro trimestre, possivelmente, as iniciativas da entidade monetária ficarão mais claras.

Independente deste fato simplesmente introdutório, informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,32% do Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de fevereiro. A elevação, portanto, contribui para o acúmulo da taxa em 1,72% desde janeiro e 6,79% nos últimos 12 meses.

Dos sete grupos cerceados pelo estudo, cinco registram baixa em seus índices. Transportes cedeu de 5,11% para 0,89%, Educação, Leitura & Recreação arrefeceu de 3,51% para 0,25%, Alimentação de 1,32% para 0,05%, Vestuário de 0,06% para -0,20% e Saúde & Cuidados Pessoas, finalmente, de 0,27% para 0,11%.

Diferentemente dos grupos anteriores, Despesas Diversas ilustrou avanço para 2,02% em fevereiro, contra variação de 0,45% do levantamento anterior. Habitação, por sua vez, saltou de 0,26% para 0,38%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-S apresentou queda na última semana de fevereiro de 2011


Apresentado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 1º de março, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 28 de fevereiro variou 0,49%, taxa inferior à registrada no levantamento anterior, de 0,61%. No ano, observa a entidade, o indicador acumula índice de 1,77% e nos últimos 12 meses, de 6,02%.

A FGV pondera que de todos os grupos constatados foi o de Transportes que registrou a maior contribuição ao decrescer de 1,76% para 1,16%. Além deste, Educação, Leitura & Recreação cedeu para 0,44%, contra 1,16% de antes, Alimentação de 0,17% para 0,12% e Despesas Diversas para 1,49%, ante 1,51% do estudo antecedente.

Por outro lado, a FGV contabilizou alta nos índices de variação em Vestuário, que subiu de -0,65% para -0,17%, em Habitação, de 0,54% para 0,58%, e em Saúde & Cuidados Pessoais, que progrediu discretamente, de 0,40% para 0,41%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – ICI apresentou queda de 0,3% entre janeiro e fevereiro de 2011


Dados expressos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 28 de fevereiro expuseram que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) cedeu 0,3% entre janeiro e fevereiro deste ano, de 112,8 do mês passado para novos 112,5 pontos. Com essa informação, trata-se do segundo recuo seguido do indicador.

A FGV ressalta que o Índice da Situação Atual (ISA) continua no nível de 112,1 pontos, considerado o mais ameno desde dezembro de 2009, ocasião em que 111,9 pontos foram registrados. O Índice de Expectativas (IE), por sua vez, arrefeceu para 112,8 pontos entre janeiro e fevereiro de 2011, diferença de 0,7% entre os períodos.

Entre vários pontos a se destacar, as perspectivas dos empresários do setor industrial quanto ao progresso da produção pelos próximos meses baixou para 134,6 pontos em fevereiro, o menor patamar registrado desde agosto do ano passado.

Esses indícios condizem com as perspectivas menos positivas sobre a economia brasileira neste ano. A diferença da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) poderá superar três pontos percentuais, pois para 2010 há previsões de índice na casa de 7,5%; para 2011 em 4,3% e a 2012, porém, 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – INCC apresentou alta em fevereiro de 2011


Ramo com índices positivos ao país, a construção civil deve representar, nos próximos anos, toda a expectativa brasileira com relação à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016. A preocupação com a infraestrutura continuará até as vésperas de cada evento, a não ser que uma mudança radical de pensamento aconteça.

Independente desta citação, dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelam alta da variação do Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) de janeiro para fevereiro.

A taxa registrada pela FGV, de 0,37% no mês passado, subiu para 0,39% no atual levantamento. Dos três elementos sondados, somente Materiais e Equipamentos registrou aceleração, de 0,22% para 0,54%. O índice da categoria Serviços baixou de 1,21% para 1,04%, enquanto Mão de Obra passou de 0,32% para 0,12%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA e IPC apresentaram variações em fevereiro de 2011


Dados apregoados no dia 25 de fevereiro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontaram variação de 1% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) em fevereiro, 0,21 pontos percentuais acima do índice registrado em janeiro.

A FGV distingue que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou para 1,20% em fevereiro, contra taxa de 0,76% do mês passado. O indicador referente a Bens Finais registrou variação de 0,17% no levantamento atual, ante 0,08% do mesmo período de janeiro. O índice relacionado a Bens Intermediários desacelerou para 0,76%, uma vez que a taxa do mês passado foi de 0,78%.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,67% neste mês, contra 1,08% de janeiro. Das sete categorias abrangidas pelo levantamento, cinco contabilizaram recuo, com destaque para Alimentação, que passou de 1,47% para 0,24%. Educação, Leitura & Recreação, por sua vez, caiu de 2,75% para 1,63%, Vestuário de 0,35% para -0,55%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,53% para 0,33% e Transportes, por fim, de 1,94% para 1,82%.

As únicas categorias com aceleração registrada dentro do IPC foram Despesas Diversas, de 0,95% em janeiro para 1,57% em fevereiro, e Habitação, de 0,22% para 0,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-S apresentou queda na 3ª prévia de fevereiro de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 23 de fevereiro indicaram que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) registrou variação de 0,61% em 22 de fevereiro, taxa inferior em relação à assinalada no levantamento anterior, de 0,82%.

A entidade ressalta que esse foi o menor índice constatado desde a quarta semana de outubro do ano passado, quando a variação medida pelo IPC-S emplacou taxa de 0,59%. A FGV constata que o grupo Alimentação foi o principal responsável pela queda, pois o índice por ele abrangido decresceu de 0,55% para 0,17%.

Outros grupos cerceados pelo IPC-S também descreveram baixa. O índice em Educação, Leitura & Recreação caiu de 1,95% para 1,16% e em Transportes de 2,21% para 1,76%. Vestuário também participou do movimento ao recuar de -0,47 para -0,65%.

Por outro lado, os grupos Habitação, Saúde & Cuidados Pessoais e Despesas Diversas assinalaram alta no IPC-S. O primeiro avançou de 0,46% para 0,54%, o seguinte de 0,32% para 0,40% e o último de 1,48% para 1,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – INCC-M apresentou Alta de 0,39% em fevereiro de 2011


Indicador diretamente relacionado ao segmento da construção, o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou variação de 0,39% em fevereiro, 0,02 pontos percentuais acima da taxa de janeiro. No acumulado de 2011, ressalta a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa abraçou percentual de 0,76% e no acumulado dos últimos meses, 7,46%.

Separado em dois índices, o relacionado à Mão de Obra registrou variação de 0,12% no mês, contra 0,32% do levantamento de janeiro. A taxa relacionada aos Materiais, Equipamentos e Serviços, por sua vez, avançou de 0,42% para 0,65% entre os dois períodos.

A FGV atesta que a categoria Materiais e Equipamentos desempenhou variação de 0,54% em fevereiro, índice acima da taxa de 0,22% do mês passado. Todas as subcategorias contraíram aumento, principalmente materiais de instalação, que cresceu de 0,76% para 1,34%.

Destacado serviços, a taxa arrefeceu de 1,21% para 1,04% de janeiro para fevereiro. A subcategoria serviços pessoais foi o grande motivador para essa queda, uma vez que esfriou para 1,36% neste mês, contra 2,16% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-C1 apresentou alta em janeiro de 2011


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) registrou variação de 1,40% em janeiro, acumulando, deste modo, avanço de 7,41% nos últimos 12 meses.

Ainda em janeiro, o IPC-BR variou 1,27% e no acumulado de um ano 6,21%, portanto abaixo dos índices examinados no IPC-C1.

A FGV assinala que das sete classes sondadas no estudo, apenas Transportes e Educação, Leitura & Recreação apresentaram alta em seus índices, de 0,13% para 5,11% e de 0,02% para 3,51%, respectivamente. Estimularam para esses acréscimos as tarifas de ônibus urbanos, uma vez que saltaram de 0,12% para 5,52%, e o curso de educação infantil no nível pré-escolar, de 0,00% para 8,43%.

As demais classes, por outro lado, contraíram baixas em seus índices. Vestuário caiu de 1,42% para 0,06%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,73% para 0,27%, assim como Despesas Diversas, de 0,59% para 0,45%, Alimentação, de 1,43% para 1,32%, e Habitação, de 0,35% para 0,26%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – Dados da 1ª apuração de fevereiro de 2011


Informações enunciadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), na quinta-feira (10), indicaram que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou aceleração de 0,66% nos primeiros dez dias de fevereiro, consideravelmente acima da taxa constatada no período igual de janeiro (0,42%).

A FGV atesta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou em 0,76% nesse mesmo decêndio de fevereiro, contra índice de 0,40% do período similar de janeiro. A fundação assinala que a variação do índice relativo a Bens Finais ilustrou recuo de 0,36%, de antes, para -0,64%. Em relação a Bens Intermediários, o percentual abalizado foi de 0,73%, contra 0,28%.

A taxa sobre Matérias-Primas Brutas, por sua vez, contabilizou variação de 2,40% no primeiro decêndio deste mês, ante índice anterior de 0,59%.

De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) terminou o primeiro decêndio de fevereiro com percentagem de 0,45%, pouco superior à taxa anterior do período similar de janeiro, de 0,41%.

Outro indicador examinado pela FGV, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) delineou variação de 0,52% no decêndio inicial deste mês, abaixo do mesmo período de janeiro, ocasião em que a taxa chegou a 0,62%. O custo da mão-de-obra representou variação de 0,24%, contra 1,22% de antes. A despesa concernente a Materiais, Equipamentos e Serviços avançou de 0,06% para 0,79%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPA, IPC e IGP-DI – Variações em janeiro de 2011


Informações examinadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), examinado com base nos preços analisados do 1º ao último dia de um determinado mês, apresentou variação de 0,98% em janeiro, portanto superior ao índice registrado em dezembro de 2010, de 0,38%.

A FGV indica alta na variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) para 0,96% em janeiro, contra 0,21% de um mês antes. A fatia reservada a Bens Finais variou para -0,16%, ante o percentual precedente de -0,60%. O índice de Bens Intermediários, por sua vez, apresentou variação de 0,81% no período, diante de 0,53% de dezembro.

No nível das Matérias-Primas Brutas, pondera a FGV, a variação passou de 0,74% no último mês de 2010 para 2,46% no primeiro deste ano.

Outro indicador divulgado pela FGV na terça-feira (8), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) contraiu taxa de variação de 1,27%, deste modo acima do índice constatado em dezembro de 2010, de 0,72%. O grupo Educação, Leitura & Recreação impulsionou a alta do medidor, após saltar de 0,37% para 4,01% entre dezembro e janeiro.

Os grupos Transportes, Despesas Diversas e Habitação apresentaram alta em suas taxas, para 2,68%, 1,25% e 0,35%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – ICS apresentou queda de 3% em janeiro de 2011


Informações reunidas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelam que o Índice de Confiança de Serviços (ICS) recuou 3% no mês passado em comparação a dezembro de 2010, passando de 132,2 pontos para 128,2 pontos. Embora essa queda tenha levado o indicador ao nível mais baixo desde outubro de 2009, o índice se mantém acima da média histórica de 123,4 pontos.

De acordo com a FGV, o arrefecimento do ICS no mês foi impulsionado pela apreciação mais negativa sobre o momento presente. O Índice da Situação Atual (ISA-S) decaiu 12,2% entre dezembro e janeiro, para 113,2 pontos, o maior tombo constatado desde o início de 2009 e o menor patamar registrado desde fevereiro do ano passado, de 110,5 pontos.

O nível de demanda atual, segundo a FGV, foi o fator mais incidente na queda do ICS, uma vez que recuou 14,6% em janeiro. O indicador que examina o grau de satisfação da demanda projetada para os próximos três meses foi aquele que contribuiu positivamente dentre os quesitos analisados, com alta de 7,2% entre dezembro  de 2010 e janeiro deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IPC-S – Alta na 2ª semana de Janeiro de 2011


Levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinala que o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acelerou para 1,06% na segunda semana de  janeiro, 0,14% superior ao índice notabilizado no último estudo. Das sete classes de despesas sondadas, cinco tiveram aumento em suas taxas.

O índice registrado no grupo Educação, Leitura & Recreação saltou de 1,46% para 2,43%. Neste, segundo a FGV, os cursos formais apresentaram avanço para 3,81%, contra 1,93% de antes, e Transportes, por outro lado, para 1,49%, ante 0,91% descrito no levantamento anterior.

As séries Despesas Diversas, Alimentação e Saúde & Cuidados Pessoais foram os outros que delinearam progresso em suas taxas, com destaque para a TV por assinatura, que subiu de 1,40% para 1,79%, além de hortaliças e legumes, de 4,55% para 8,19%, e salão de beleza, de 0,67% para 0,88%.

No sentido oposto dos grupos acima relacionados, Vestuário caiu para 0,38%, ante 0,70%, além de Habitação, de 0,24% para 0,22%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-10, IPA, IPC, INCC e Bens Finais – Janeiro de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou no dia 17 de janeiro dados relacionados a vários medidores econômicos. O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), por exemplo, desacelerou para 0,49% em janeiro, abaixo do percentual de 1,27% registrado entre os dias 11 de novembro e 10 de dezembro de 2010.

Além desse indicador, a FGV contabilizou que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou alta de 0,35% neste mês, contra 1,46% constatado em dezembro. Os Bens Finais, segundo a fundação, recuaram para -0,35% no período, contra a taxa positiva de 0,52% de antes.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, minutou desaceleração para 0,90% no primeiro mês deste ano, ante 1,05% descrito em dezembro passado. Dos sete grupos sondados, quatro apresentaram queda nos índices, com destaque para a classe Alimentação, em que a taxa recuou para 1,52%, contra 2,45% notado anteriormente. As carnes bovinas, que em 2010 deram trabalho aos bolsos dos consumidores, caíram de 9,7% para 0,81% no período.

A FGV indica que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ilustrou variação de 0,50% em janeiro, pouco acima do percentual contabilizado em dezembro (0,49%). Neste quesito somente o grupo Serviços cresceu (0,33% para 0,83%), enquanto Mão de Obra e Materiais & Equipamentos caíram de 0,84% para 0,76% e 0,12% para 0,11%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-3i apresentou alta no 4º trimestre de 2010


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontaram que o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) minutou variação de 2,46% entre outubro e dezembro do ano passado em relação ao trimestre anterior. Responsável por calcular a variante da cesta de consumo de lares compostos, em sua maior parte, por pessoas com idade superior a 60 anos, o indicador superou o percentual acumulado em 12 meses pelo IPC-BR.

De acordo com a FGV, entre o terceiro e o quarto trimestre do ano passado o índice de variação do IPC-3i computou incremento de 2,41%, pressionado pelos grupos Alimentação, de -1,27% para 5,15%, e Vestuário, de -0,87 para 2,39%.

Além desses setores, o de Transporte também registrou avanço, para 2,23% contra 0,33% de antes, além de Educação, Leitura & Recreação, de 0,05% para novos 1,87%. Saúde & Cuidados Pessoais e Habitação assinalaram incremento em seus índices para, respectivamente, 1,22% e 0,88%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-C1 apresentou Crescimento em Dezembro de 2010


Dados examinados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) expuseram que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de dezembro ilustrou variação de 0,86%, contribuindo, portanto, para a elevação do indicador no acumulado dos últimos meses, em 7,33%.

No mês passado, assoalha a FGV, o IPC-BR minutou variante de 0,72%, contribuindo para o índice de 6,24% calculado nos últimos 12 meses, então inferior ao patamar do IPC-C1 anteriormente exposto.

Das sete classes sondadas pela FGV, quatro apresentaram diminuição em seus índices de variação, entre as quais Alimentação, de anteriores 2,62% para 1,43%, e Transportes, que baixou de 0,57% para 0,13%. Além desses, Educação Leitura & Recreação decresceu de 0,34% para 0,02%, bem como Habitação, para 0,35%, contra 0,38% de antes.

Na contramão das baixas figuraram as categorias Vestuário, de 0,75% de antes para novos 1,42%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,26% para 0,73%, além de Despesas Diversas, de 0,41% para 0,59%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – Dados do IGP-DI, IPC e IPA em Dezembro de 2010


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no último dia 07 de janeiro revelaram que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou variação de 0,38%, portanto inferior ao registrado em novembro, de 1,58%. O Índice Geral de Preços ao Produtor Amplo (IPA), por sua vez, assinalou desaceleração para 0,21% no período, contra 1,98% de antes.

Em relação ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC), a FGV aponta variação de 0,72% no mês passado, contra 1% abalizada em novembro. Das sete categorias avaliadas, quatro apresentaram decréscimo, com ênfase para o grupo Alimentação, que recuou para 1,43%, contra 2,27% de antes.

Entre os componentes que impulsionaram o IPC para baixo, destacaram-se as carnes bovinas, que retrocederam de 10,71% para 2,71%, as frutas, de 3,95% para 2,32%, e o arroz e feijão, com queda de -1,25% para -4,77%.

Vestuário, Habitação e Transportes foram os outros três grupos com recuo no IPC para, respectivamente, 0,80%, 0,29% e 059%, contra, também respectivamente, 1,01%, 0,43% e 0,69% anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA – 2ª Prévia de Dezembro de 2010


Enquanto a Caixa Econômica Federal lança cartão de crédito voltado exclusivamente ao aluguel de imóveis residenciais – algo que provavelmente venha a facilitar a vida de várias pessoas – o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado como indicador referencial em contratos de aluguel, avançou 0,75% na segunda leitura do mês.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), em novembro a inflação cresceu 1,20%. Além deste, a entidade assinala que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) contraiu variação de 0,77% na segunda leitura de dezembro, abaixo, porém, da variação de 1,55% do mês passado.

De acordo com a Band Online, o índice de variação dos Bens Finais cedeu para 0,18%, contra 1,22% de antes. Aquele que mais cooperou para a baixa foi o subgrupo Alimentos Processados, com taxa atual de 2,58%, ante 4,71% no levantamento anterior.

O percentual de mutação da esfera bens Intermediários avançou para 0,87% neste mês, índice 0,32% acima do constatado em novembro. O subgrupo Componentes e Materiais para a Manufatura foi aquele que empurrou a alta, uma vez que cresceu de 0,58% na leitura anterior para 1,21% na atual.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S – Queda na 2ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicaram que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu para 1,06% na segunda leitura de dezembro, contra 1,14% de antes, interrompendo uma série de cinco semanas consecutivas de elevação.

O novo índice revela média de correções de preços entre 7 e 15 de dezembro sobre os 30 dias antecedentes. O principal fator dessa queda foi a diminuição no nível de aumento de custos dos alimentos, com taxa decrescendo de 2,72% para 2,45%. Colaboraram expressivamente para esse recuo as carnes bovinas e frutas.

Artigo veiculado pela Band Online ressalta que quatro dos cinco componentes com maior influência no resultado geral do medidor foram representados pela esfera alimentação (alcatra, açúcar refinado, filé mignon e mamão papaia). O único representante não pertencente a esse grupo foi aluguel residencial. Na contramão figuraram o feijão-carioquinha, a batata-inglesa, a melancia, o quiabo e o alho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-10 e IPA-EP – Crescimento em 2010


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) refletem que os custos dos produtos agrícolas comercializados somente no atacado cresceram 24,22% em 2010 depois de cederem 2,87% no ano passado.

Indicativo sustentado com base no Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) também revelam que os preços dos produtos industriais no atacado terminaram o ano com elevação de 10,36%, consideravelmente superior ao decréscimo de 4,93% de 2009.

Segundo a FGV, a inflação atacadista verificada pelo Índice de Preços por Atacado – 10 (IPA-10) terminou 2010 com incremento de 13,73%, acima do recuo de 4,36% constatado no ano passado, porém abaixo do índice de 15,11% nos preços do atacado de 2004.

Informações relacionadas pelo portal de notícias G1 ponderam que no campo do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) os custos dos bens finais no atacado contraíram elevação de 7,55% em 2010, depois de cresceram 1,02% no ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados no dia13 de dezembro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 0,83% na primeira prévia do mês contra 0,79% do período análogo de novembro.

A FGV assinala, de acordo com a Reuters, que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPA) cresceu 0,97%, pouco abaixo do 1,02% constatado anteriormente. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu 0,69% agora, ante variação positiva de 0,39% da primeira prévia de novembro.

Segundo o portal de Economia Terra, as principais altas ocorreram a partir da carne bovina, do algodão em caroço, do farelo de soja, do milho em grão e das aves. Em contrapartida, houve decréscimo considerável de preços no atacado por meio da batata-inglesa, laranja, minério de ferro e uva.

Responsável por assinalar a variação de preços de uma cesta de serviços e produtos atualizados pelo segmento da construção civil, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou incremento na atual leitura, de 0,28%, contra 0,22% calculado antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S – Crescimento na 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicaram alta de 0,83% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre outubro e novembro, impulsionada pelo grupo Alimentação, em especial a carne, que desde o início do ano aglomera considerável avanço de preços.

A inflação examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) também apresentou aceleração a patamares elevados, o mais alto desde fevereiro. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o indicador cresceu 1,14% na primeira prévia deste mês, após incremento de 1% em novembro.

Em nota, a fundação assinala que os custos do grupo Alimentação ascenderam em ritmo mais avançado para 2,72% na atual leitura, ante 2,27% da vislumbrada na constatação anterior. A FGV atesta que além da carne as frutas contraíram incremento para 5,67%, contra 3,95% de antes, bem como adoçantes, de 7,14% para 9,11%.

Os custos na categoria Saúde também agregaram crescimento, de 0,39% em novembro para 0,47% na primeira prévia de dezembro. Diferentemente ocorreu no grupo Vestuário, pois houve alta para 0,76% na leitura em questão, contra 1,01% na constatada no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters