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Fecomercio – PEIC apresentou queda em maio de 2011


Com notícias envolvendo a desaceleração da economia durante os próximos meses, o governo brasileiro, valendo-se de medidas restritivas no combate à inflação, não obteve, inicialmente, o foco desejado. Por enquanto, poucas foram as áreas que apresentaram quedas de índices.

Estudo divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) registra arrefecimento no índice de inadimplência do consumidor paulistano pelo segundo mês seguido. Em maio, 45,7% dos lares descreveram algum tipo de dívida, contra 48,3% de abril.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) assinala, em números mais detalhados, que a quantidade de famílias com dívidas baixou de 1,732 milhão para 1,639 milhão entre os dois períodos.

A taxa assinalada em maio é consideravelmente inferior a de fevereiro, que na época chegou a 53,8%. A Fecomercio aprecia que essa situação reflete a baixa no nível de confiança do paulistano nos últimos meses. Ao mesmo tempo, o incremento dos índices de emprego e o aumento da renda surgem como outros dois fatores cruciais aos novos números da PEIC.

Aos que pensam que há algo de estranho na relação confiança versus endividamento, eis uma breve apreciação: a intenção de consumo mais branda, como muito quer o governo, diminui o volume de compras, uma vez que as taxas de juros mais elevadas fazem o consumidor pensar um pouco mais antes de adquirir um bem ou serviço e adiar, assim, aquilo que pretendia realmente fazer.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio (SP) – Custo de vida da classe média teve aumento de 2,79% em 2011


Os paulistanos têm acesso a uma infinidade de itens de lazer e oportunidades variadas no âmbito profissional. Os ganhos, porém, nem sempre são suficientes para arcar com todas as despesas. Estudo divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela que o Índice de Custo de Vida da Classe Média (ICVM) subiu 2,79% desde o princípio de 2011.

Em outras palavras, viver na capital paulista está mais caro. Considerado apenas o mês de abril, o indicador apresentou incremento de 0,74%. O principal motivador foi a elevação dos preços de combustíveis, com aumento de 6,62% digerido pela gasolina e de 10,36% pelo etanol, no período.

As despesas relacionadas à Habitação também ficaram mais elevadas. Em abril, segundo a Fecomercio, a classe média da capital despendeu, em média, 0,39% a mais com os componentes relacionados à moradia em pelo menos três pontos: condomínio, reparo e mudança.

O estudo aponta aumento de gastos na área da Saúde, uma vez que o índice subiu 1,31% entre março e abril. O avanço dos preços em função de reajustes dos medicamentos é o principal motivo.

De acordo com a Fecomercio, a categoria Despesas Pessoais delineou alta de 0,85% no mês. Refrigerantes, cigarros, teatro e shows, bem como passagens áreas e rodoviárias, pressionaram a alta do grupo. Educação não apresentou considerável elevação (0,05%), enquanto Vestuário e Alimentação descreveram avanços de 0,73% e 0,51%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio (SP) – Faturamento comercial da Região Metropolitana cresceu 4,9% em março


Os consumidores brasileiros experimentaram, ano passado, o doce sabor das compras – bom, ao menos é isso que comerciantes e outros envolvidos em setores de vendas e serviços querem transmitir. Realmente, a expansão econômica no período foi interessante de vários pontos de vista, porém não deve se sustentar em 2011.
Levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) aponta que o comércio varejista da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) faturou R$ 8,5 bilhões em março, alta de 4,9% em comparação ao mês imediatamente anterior.
Realizada em parceria com a e-Bit, consultoria especializada em varejo online, a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV) apontou, porém, recuo de 7,3% no faturamento do mês em detrimento ao período igual de um ano atrás.
A Fecomercio pondera que o Carnaval, realizado logo no início de março, influenciou diretamente no resultado negativo se relacionado o confronto anual. Em conjunto a isso, o terceiro mês de 2010 foi atípico para o país, uma vez que no período o consumidor ainda contava com incentivos fiscais, como a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que atingiu especialmente a linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar).
Além desses fatores, a federação aprecia como incidente a esse decréscimo anual as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final de 2010, que fizeram aumentar, em partes, o endividamento do consumidor.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Dia das Mães 2011 – Estimativas de faturamento do comércio


As perspectivas para o Dia das Mães são otimistas, mesmo com indícios de desaceleração da economia – na verdade, esta é uma situação já anunciada desde 2010, quando o Banco Central (BC) postou por diversas vezes em seu relatório Focus projeções de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) próximas de 4,50% (atualmente o índice está mais baixo).

Sondagem desenvolvida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) prevê faturamento 3% a 4% maior no Dia das Mães deste ano em comparação à comemoração realizada em 2010. A ocasião, por sinal, é considerada pelo comércio como a segunda melhor data do ano, perdendo apenas para o Natal.

Os varejistas de São Paulo podem, realmente, esperar bom movimento. De acordo com o estudo, 66,3% dos paulistanos almejam presentear suas genitoras, índice 10% acima do patamar registrado em 2010.

A federação ressalta que do total de entrevistados, 72,5% pretendem e devem gastar valores acima de R$ 70, com valor médio de R$ 62. Entre os principais presentes destacam-se vestuário, acessórios e calçados, com 31,6% da preferência, seguidos por perfumes e cosméticos, 10,1%, e eletrodomésticos, 9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPV – Alta nos preços das frutas em fevereiro de 2011


A imunidade de cada pessoa funciona de forma diferente. Gripe, por exemplo, é comum em qualquer época do ano, mas em transição de estações esse mal aparece com mais frequência, ocasionando, portanto, grandes filas em hospitais públicos e particulares.

Para combater essa persistente doença, o brasileiro geralmente recorre a remédios, mas também a frutas ricas em vitamina C, como é o caso do limão e da laranja. Segundo a Federação do Comércio de bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), o Índice de Preços no Varejo (IPV) apresentou variação superior em 0,04% em fevereiro ante janeiro.

O IPV aponta que o valor das frutas praticado nas feiras já sobe por oito meses seguidos, com variação entre janeiro e fevereiro de 1,79%. Por isso, cuidar da gripe por métodos naturais passou a ficar mais caro.

É verdade que não foram apenas as frutas a registrarem crescimento de valores em fevereiro. Os produtos comercializados nas feiras avançaram 4,39%, com destaque para as verduras, com alta de 12,02%, legumes, com incremento de 9,57%, e ovos, com progresso de 3,79%.

A Fecomercio diagnosticou alta de 0,45% no preço dos medicamentos comercializados nas drogarias, diferente da tendência do setor Alimentação, que de acordo com o IPV arrefeceu 3,96% entre janeiro e fevereiro. Os preços das carnes de aves se apresentaram 3,78% mais baixos, enquanto bovinas -3,87% e suínas -5,83%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Endividamento do consumidor – Queda em março de 2011


O tema trabalho foi por vezes debatido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo atual ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi. No decorrer dos últimos oito anos, aproximadamente 15 milhões de oportunidades foram preenchidas em todo o país, dados recordes para o país. Somente em 2010 constatou-se geração de 2,5 milhões de vagas, número que pode se repetir e ainda aumentar em 2011.

Considerando-se apenas a cidade de São Paulo, levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela que em virtude do índice de 94% do nível de emprego dos paulistanos e outras questões, o número de endividados arrefeceu para 52,8% em março, contra taxa de 53,8% do mês passado.

Os responsáveis pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) apontam dois fatores para o recuo no nível de endividamento do consumidor paulistano: confiança elevada, mesmo com recentes reduções, e nível de ocupação.

Destilado por perfis, 31,2% dos paulistanos asseguraram estar comprometidos com dívidas durante mais de um ano, enquanto 21,9% do total afirmam assim estar, mas num período entre três e seis meses, e 23,3%, por outro lado, dívidas inferiores a um trimestre.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CSS – Fecomercio critica a criação do novo imposto da saúde


O Brasil é um dos países com os mais altos impostos em todo o mundo. Os brasileiros precisam trabalhar vários meses para pagar apenas tributos. O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), instalado no centro da capital paulista, contabilizou R$ 1,27 trilhão ao final do ano passado. A tendência ainda é de crescimento.

Há alguns meses, a imprensa noticiou a possível volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF). O assunto, porém, foi deixado de lado durante curto período, pois recentemente informações apontam para a criação de tributo semelhante, batizado de Contribuição Social para a Saúde (CSS).

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) destaca que a reforma tributária, tão essencial ao país, não deve ser encarada e atrelada à CSS. Pondera ser necessária a diminuição e aplanamento das obrigatoriedades aplicadas aos contribuintes, para, então, o país conseguir emplacar redução de carga tributária.

De acordo com a Fecomercio, os poderes Municipal, Estadual e Federal devem resolver seus interesses particulares e facilitar muitos processos recheados de burocracia, os quais, se solucionados, deixariam de estrangular a esfera privada.

Os políticos que lideram a população, em qualquer nível de poder, precisam repensar que o Brasil deve, antes de tudo, obter o tão sonhado crescimento sustentável, o qual inclui não apenas avanço do Produto Interno Bruto (PIB), mas a qualidade de vida da população.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fecomercio



São Paulo – Faturamento do varejo bate recorde em janeiro de 2011


Os reflexos do bom patamar econômico brasileiro de 2010 ainda podem ser sentidos neste início de 2011. Após o Produto Interno Bruto (PIB) apresentar crescimento de 7,5% no último ano, o Varejo de São Paulo, em particular, registrou o maior faturamento para janeiro, de R$ 8,8 bilhões.

Dados examinados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) assinalam que no confronto com janeiro de um ano antes, a alta chegou a 6,6%. A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV), realizada em sociedade com a e-Bit, assinalou números positivos em todos os setores sondados, exceto Lojas de Vestuário e de Departamento.

O índice contabilizado indica que o nível de consumo no decorrer deste ano será bom, sobretudo se a tão fomentada massa salarial permanecer na tendência ilustrada em 2010. Além desse indicativo, as medidas de restrição ao crédito parecem não ter assustado os paulistas, uma vez que o volume de empréstimos saltou 11% em janeiro de 2011 em comparação ao período igual de um ano antes.

Delimitada por setores, a pesquisa revela que as Lojas de Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos registraram faturamento superior em 42,4% e 27,4%, respectivamente. Acompanharam estes os segmentos de Veículos Automotores, com alta de 10,6%, Móveis e Decoração, com incremento de 10,2%, e Material de Construção, que avançou 1,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio – ICF apresentou queda em fevereiro de 2011


O início do ciclo de aperto monetário instaurado pelo Banco Central (BC) começou a dar os primeiros sinais de sucesso. A intenção do governo é evitar que a inflação se eleve nem que para isso seja necessário aumentar em mais alguns décimos a taxa básica de juros da economia, a Selic de 2011.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela por meio do Índice de Consumo das Famílias (ICF) que o consumo dos lares paulistanos recuou 3,8% no mês passado em comparação a janeiro, para 136,2 pontos. Esta, diga-se de passagem, é a segunda baixa seguida do indicador.

Apesar dessa queda, o ICF se mantém positivo, pois numa escala entre zero e 200 pontos há constatação de satisfação das condições financeiras da família quando o indicador supera 100 pontos. De acordo com a Fecomercio, o arrefecimento reflete o crescimento do endividamento da população.

O Nível de Consumo Atual, integrante do ICF, cedeu 15,2%, chegando a 98,9 pontos em fevereiro, apontando, portanto, que as medidas adotadas pelo governo estão surtindo os efeitos esperados. O Acesso ao Crédito, por sua vez, caiu 7,9% entre os dois períodos, para 148,9 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio aprova Valor do Novo Salário Mínimo 2011


O árduo debate sobre o reajuste do salário mínimo finalmente foi encerrado na última semana. Como já previam noticiários e parte dos economistas, o valor realmente ficou em R$ 545, em convergência, portanto, aos discursos de Guido Mantega, ministro da Fazenda, que ressaltou em várias ocasiões a impossibilidade de alta além desse patamar.

Horas após a decisão, cada ala especialista envolvida, direta e indiretamente, emitiu suas opiniões. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), por exemplo, admitiu que o valor acordado é importante, pois será capaz de injetar, mensalmente, R$ 1,1 bilhão na economia e embora não seja capaz de cobrir o rombo na Previdência, estimula a movimentação financeira e, consequentemente, a arrecadação.

Diferentemente da esfera pública, a iniciativa privada não sentirá com amplitude o aumento do mínimo, pois se abrangidos os 13 salários adjudicados anualmente (janeiro a dezembro mais o 13º salário) para aproximadamente 12 milhões de trabalhadores registrados em carteira, o valor transita na ordem de R$ 5,5 bilhões, ou seja, 0,65% de todo o consumo das famílias.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio – ICC apresenta Queda em Janeiro de 2011


O consumidor brasileiro se mostrou intensamente confiante com a economia do país no ano passado. A possibilidade de adquirir inúmeros bens, como carros e imóveis, além de televisores, geladeiras, entre outros, repercutiu de maneira positiva em inúmeros levantamentos, entre os quais o próprio Produto Interno Bruto (PIB), estimado para encerrar 2010 em 7,61%.

Apesar de a perspectiva poder ser estendida a 2011, o Banco Central (BC) decidiu adotar, há pouco tempo, algumas deliberações para restringir o crédito, no intuito principal de controlar a inflação. Este fator, ao que tudo indica, pode ter influenciado no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) relacionado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).

De acordo com a instituição, o ICC apresentou decréscimo de 2,6% em janeiro de 2011 contra dezembro do ano passado, para 159,9 pontos, contra 164,2 pontos de antes. Em comparação ao período igual de 2010, porém, houve incremento de 0,8%.

Mesmo assim, ressalta a Fecomercio, o brasileiro se mantém otimista neste início de ano, pois o ICC é medido com pontuação entre zero e 200 pontos, ou seja, valores superiores a 100 pontos denotam confiança.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Endividamento e Inadimplência do Consumidor – Queda em Dezembro de 2010


Especialistas de todo o Brasil e de vários setores pediram aos consumidores, principalmente no último trimestre do ano passado, para terem maior atenção aos gastos com presentes de Natal, viagens, entre outros. Alguns indicaram a necessidade de planejamento com o 13º salário para, por exemplo, o pagamento do Imposto sobre a Propriedade do Veículo Automotor (IPVA) e quitação de dívidas contraídas no transcorrer de 2010.

Embora os gastos dos consumidores tenham sido considerados altos para as comemorações de final de ano, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), 46% dos lares brasileiros ilustraram dívidas, índice abaixo dos 50% abalizados em novembro de 2010 e 48% do período igual de 2009.

As contas em atraso também diminuíram. Segundo a federação, o índice de 17% em novembro foi arrefecido para 13% em dezembro, consideravelmente inferior aos 20% se levado em consideração o confronto anual.

A Fecomercio reflete serem essas quedas oriundas do consumidor brasileiro mais confiante, do aumento do número de empregos e da inserção do benefício de final de ano, vulgo 13º, na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio-SP – ICC Paulistano – Crescimento em Dezembro de 2010


A crise financeira global acarretou ansiedade aos mercados em seu princípio (e assim ainda acontece em alguns locais). Atualmente, poucos são os países que podem comemorar sucesso quanto aos principais efeitos do colapso. O Brasil é um dos casos, juntamente a outros emergentes, entre os quais China, Rússia e Índia, todos integrantes do bloco denominado BRIC.

A atividade econômica pelo Brasil, por si, tem conseguido gerar bons frutos, tanto a pessoas físicas como a jurídicas. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), a confiança do público paulistano avançou 3,1% em dezembro, para 164,2 pontos, contra 159,3 pontos do mês passado.

De acordo com a Fecomercio, o índice de confiança do consumidor do mês tem por base uma série de fatores, tais como o incremento do 13º salário no bolso dos trabalhadores, o mercado de trabalho em ascensão e as condições de acesso ao crédito estabelecidas e observadas em 2010.

A federação prevê que nos primeiros seis meses do ano que vem o medidor de confiança ainda contabilizará o desempenho mais robusto da economia, embora ao segundo semestre um desaquecimento paulatino seja esperado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPV – Preços – Carnes e Eletroeletrônicos – Outubro de 2010


A alta no preço das carnes tem incidido negativamente em alguns pontos e positivamente em outros. Os consumidores passaram a ter maiores dificuldades em abastecer seus lares com esse item, porém sobrou ao frango suprir algumas necessidades – a ave também, devido à demanda, tem apresentado ascensão de preços.

Informações obtidas juntamente à Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) assinalaram que o Índice de Preços no Varejo (IPV) computou avanço de 1,18% em outubro de 2010 contra o mês imediatamente anterior, acarretando, pois, a maior expansão desde junho de 2008. No acumulado anual, revela a entidade, o medidor contabiliza incremento de 3,41%.

Para Júlia Ximenes, assessora econômica da Fecomercio-SP, em 2010 o setor de açougue é o que apresenta a maior alta, tanto que de janeiro até outubro a elevação chega a 17,08%. Apesar desse acréscimo, os eletroeletrônicos conglomeram um ano de baixas seguidas. Mercadorias abrangidas pela telefonia, imagem & som e informática decresceram, em média, 0,69% entre setembro e outubro, com deflação anual de 8,26%.

Na análise de Júlia, segundo o portal de Economia UOL, a valorização do real perante o dólar é um dos fatores recorrentes para esse setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Caixa Econômica e Fecomercio estabelecem acordo para a concessão de créditos


Com a finalidade de tornar viável a concessão de créditos a micros, pequenas e médias empresas vinculadas à Caixa Econômica Federal, a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) e a citada instituição firmaram uma parceria.

O acordo prevê que os associados irão angariar descontos de 30% na taxa de juros para as linhas de créditos do órgão financeiro.

O atendimento personalizado às empresas associadas aos sindicatos da federação será um dos diferenciais, principalmente porque esses terão consultoria financeira e um melhor e mais eficaz direcionamento para a adesão de operações primordiais.

A fim de garantir empréstimos dessa natureza, a Caixa empregará R$ 22 bilhões em operações advindas do Fundo Garantidor de Benefício até este mês. Se avalistas evidenciarem bens, o fundo cobrirá até 60% do empréstimo limitado a R$ 250 mil; caso não haja a confirmação de bens, o fundo cobrirá até 80% do valor dos empréstimos em até R$ 125 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei