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Isenção do IOF para exportadores


O Governo Federal anunciou a decisão de não cobrar IOF sobre as operações realizadas por exportadores. A medida visa ajudar o setor de exportações que enfrenta dificuldades, essa foi a forma encontrada pelas autoridades de desonerar as transações comerciais.

O decreto já foi publicado no Diário Oficial da União e a medida já está em vigor. Essa é mais uma resolução tomada pela atual gestão no mês de março para tentar recuperar o segmento, outra ação que havia sido tomada anteriormente foi a valorização do dólar frente ao real (a moeda americana atingiu o patamar de R$ 1,80). Vale ressaltar que a desvalorização do dólar causa grandes prejuízos às exportações do país.

Essa não é a primeira vez que o Governo brasileiro apela para a isenção do IOF, em julho de 2011 as operações que envolviam produtos derivados ficaram isentas da taxa, mas a medida só passou a valer em setembro daquele ano depois de uma série de mudanças e adaptações.

De acordo com Dyogo Oliveira, secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, essa atual ação não representa uma forma do governo corrigir possíveis equívocos passados, segundo ele, essa foi a solução encontrada para valorizar e incentivar o segmento. Oliveira explicou em nota que o Governo faz apenas modificações quando a equipe financeira julga conveniente.

Por Joyce Silva



Empresário industrial está preocupado com as exportações


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou recentemente dados sobre o setor industrial brasileiro – ilustrando certo pessimismo entre os empresários. Provavelmente, o comportamento do segmento neste ano será mais ameno em relação ao desempenho registrado em 2010.

Inicialmente, os prognósticos dos empresários em relação à demanda e à aquisição de matéria-prima diminuíram em janeiro frente ao período igual de 2010. Ao primeiro quesito, o indicador de perspectiva para os próximos seis meses recuou de 62,9 pontos para 58,1 pontos no confronto anual. Ao segundo quesito, a CNI detectou recuo no medidor para 56,8 pontos, contra 59,8 registrados no primeiro mês do ano passado.

Além desse decréscimo em relação ao otimismo com o mercado interno, o setor apresenta-se pessimista com as exportações. Em janeiro, a expectativa abarcou 49 pontos, mesmo assim superior aos 48,3 pontos de dezembro. Vale ressaltar que existe maior otimismo quando os cálculos ultrapassam 50 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Medidas de estimulo à exportação podem ser anunciadas


Conforme já anunciado entre a imprensa, há algum tempo o Ministério da Fazenda almeja lançar pacote de estímulo voltado às exportações. Inúmeros segmentos do país reivindicam, há alguns meses, ações para beneficiar a competitividade de suas ações no exterior, como é o caso do setor automotivo.

Nesta quarta-feira, 5 de abril, o MF deve anunciar novas medidas durante encontro do Grupo de Acompanhamento do Crescimento (GAC), evento que agrupa representantes da sociedade e do governo. A expectativa a partir do intento é apressar a devolução da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos créditos do Programa de Integração Social (PIS) dos envolvidos no segmento de exportação, segundo notícia veiculada pelo portal de economia do UOL.

Outra ideia, já em estudo há alguns anos, é a criação de uma instituição focada para incentivar políticas de comércio exterior, por enquanto denominada Eximbank. O UOL relata que, em seu início, a nova entidade, por assim dizer, contaria com linhas de financiamento ao segmento exportador já vigentes no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além das propostas mencionadas acima, existem outras que visam tornar a nação brasileira mais forte nas exportações. Afinal de contas, mão-de-obra, matérias-primas e tecnologias o país tem; caberá, agora, decisões acertadas para permitir ao Brasil exportar mais do que importar, dependendo do segmento.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL



Agronegócio tem alta na exportação em fevereiro


O Ministério da Agricultura anunciou que as exportações ocorridas no agronegócio do país cresceram 20,6% em fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, totalizando, desta forma, US$ 4,4 bilhões. Carne bovina, carne de frango, farelo de soja e açúcar foram os itens que mais colaboraram para essa ascensão.

Segundo Eduardo Sampaio, diretor de Promoção Internacional do Agronegócio, fevereiro é o início de recuperação das vendas externas do setor, com grande parte dos produtos com percentuais de crescimento positivas. Anteriormente, o segmento apresentava quedas anuais de aproximadamente 10%, conforme atesta a agência de notícias Reuters.

O principal destaque ficou por conta da carne bovina in natura, com desenvolvimento de 42,6%. Farelo de soja, por sua vez, alcançou a margem de crescimento de 39% no valor de exportação; açúcar e etanol também conseguiram resultados positivos, com valor de embarques de 50,9% e 22%, respectivamente.

Confira mais percentuais acessando o site da Reuters.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Finaceira – Queda nas Exportações


A Agência Estado veiculou uma reportagem perturbadora em relação ao momento econômico brasileiro, mais estritamente na área de exportações do país. Segundo a notícia, o tombo visto em 2009 foi o mais gritante desde 1950, ocasião na qual houve uma série histórica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

No ano passado a queda apontada foi de 22,2%, refletindo, sobretudo, a crise financeira internacional. Para a AE, o desempenho exercido pelas exportações reflete como a economia de determinados países se comportam.

Não mencionado informalmente pela Agência Estado, cabe abrir, então, um parêntese. Se o país começou a ser o foco do mundo, como, então, se comportarão os investidores estrangeiros com esses últimos dados? Cabe, portanto, aguardar que essa queda seja semelhante em outras nações, pois, de fato, a crise financeira mundial dificilmente seria superada totalmente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Exportações de Carne do Brasil tem 1ª Retração em 15 anos


Um dado recentemente revelado torna-se preocupante ao segmento de exportações de carne do Brasil. Um levantamento feito pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) avalia que o setor terá sua primeira retração em 15 anos.

Ainda segundo a entidade, o comércio mundial de carnes finalizará 2009 com uma queda de 6%, com produção abaixo do ano passado, com pouco mais de 280 milhões de toneladas de carne. Além disso, o consumo por pessoa apresenta declínio de 0,3 quilogramas anuais, passando a figurar, pois, 41,7 quilos por cidadão.

Em reportagem veiculada pelo jornal O Estado de S. Paulo e utilizada pela Agência Estado como maneira de fomento, a grande maioria da queda no comércio global deve-se, segundo a FAO, ao Brasil, pois este é o maior fornecedor do mundo.

Mesmo assim, 2010 promete ser um ano mais promissor, com elevação de 2% nas exportações, mas inferior ao período compreendido entre 2007 e 2008. Confira mais detalhes deste artigo aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Comércio Brasil e Argentina – Argentina pede para que Brasil seja mais flexível


Certa vez escutei de um professor que a visão dos países latino-americanos em relação ao Brasil é a mesma visão de inúmeras outras nações do globo terrestre em relação aos Estados Unidos. O Brasil é visto, muitas vezes, como o grande líder, mas também como um grande ditador.

Introduções à parte, Cristina Kirchner, presidente da Argentina, cobrou indiretamente de Luiz Inácio Lula da Silva, líder brasileiro, maiores concessões e tolerâncias ante o protecionismo realizado sob Buenos Aires. Além disso, informa o jornal O Estado de S. Paulo, o Brasil é o responsável pela árdua tarefa de diminuir as assimetrias do Mercosul.

Lula, porém, não respondeu as palavras de Cristina, mas citou o término da dupla cobrança da Tarifa Externa Comum (TEC) e uma melhor utilização do Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul. A Agência Estado se pautou no jornal impresso; você pode conferir detalhes mais aprofundados em aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Welber Barral afirma que Brasil exportará quase US$ 170 bi no próximo ano


O mercado globalizado age sob efeito dominó. Quando uma primeira peça cai em direção ao chão, as demais passam a cair seguidamente. A economia segue o mesmo preceito: quando uma nação economicamente importante vai mal, as demais começam a reagir paralelamente.

Por isso, o Brasil, assim como outros países do globo, torcem para que os Estados Unidos se recuperem. Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior assegurou que o Brasil pretende exportar US$ 18 bilhões a mais em 2010 em relação aos US$ 150 bilhões deste ano.

Barral crê, conforme reportagem da Agência Estado, que a velocidade de recuperação da economia internacional ditará o volume das vendas externas. No entanto, a valorização do real diante do dólar é um dos fatores determinantes, mas não o único, visto que a acumulação de créditos tributários neste segmento, por empresários, é mais importante que o próprio câmbio.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Governo da Argentina decide Barrar Brinquedos do Brasil


A batalha campal entre Brasil e Argentina continua. Desta vez, o governo liderado por Cristina Kirchner decidiu barrar triciclos, bonecas e outros brinquedos de fabricação brasileira. Isto configura como parte da restrição executada pelo país argentino, sob a justificativa de que os produtos tupiniquins invadem o mercado daquela nação.

Efetivamente, a nova medida de Cristina deixa muitos importadores com os pés e mãos atados, pois as vendas para o Natal deste ano eram promissoras. A Secretaria do Comércio Interior, com base na resolução 894/2009, determina a suspensão de duas disposições sobre condições de segurança em brinquedos.

Finalmente, com esta iniciativa, alguns dos produtos fabricados no Brasil passarão por novas triagens alfandegárias, o que tende a acarretar quedas nas exportações de brinquedos brasileiros ao mercado da Argentina. Curiosamente, a participação nacional no mercado daquele país é de simplórios 2,2%, contra 79,1% de fabricantes chinesas. Não é invasão de mercado, como afirma Cristina. É rivalidade, clássico!

Por Luiz Felipe T. Erdei