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Embraer aumenta setor de engenharia


A Embraer divulgou nesta semana que irá aumentar o seu setor de engenharia para atender ao aumento na produção de aviões da empresa.

Para isso, será inaugurado um novo escritório na cidade de Belo Horizonte ainda durante o mês de dezembro de 2012.

Além disso, a Embraer irá realizar a contratação de mais 100 engenheiros no Brasil e diversos profissionais da área nos Estados Unidos.

Com esta expansão, a empresa vai contar com cerca de 200 engenheiros em sua unidade na Flórida durante o ano de 2013 buscando profissionais qualificados como ex-engenheiros da Nasa.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Guerra comercial entre EUA e Brasil


A retaliação do Brasil imposta aos Estados Unidos é manchete em muitos locais do mundo, principalmente nos próprios EUA – os mais interessados no assunto. O jornal Financial Times, de grande circulação no país, pondera que a medida adotada pela nação tupiniquim poderá gerar, em breve, guerra comercial entre ambas as partes.

De acordo com o Portal de Notícias G1, a retaliação brasileira é consequência de uma disputa de oito anos na Organização Mundial do Comércio (OMC) em relação aos subsídios do governo norte-americano dedicados aos produtores de algodão do próprio país.

A decisão, que de acordo com o veículo de comunicação valerá daqui um mês, permite, por exemplo, que tanto EUA como Brasil tentem uma solução trabalhada. Segundo Joe Huenemann, assessor do escritório de advocacia Miller & Chevalier, a única maneira de poupar qualquer guerra comercial é os norte-americanos ofereceram algo expressivo aos brasileiros.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra e conferir, também, a lista de produtos retaliados, que inclui eletrodomésticos, veículos e cosméticos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Auxílio-desemprego nos EUA cai novamente


A economia norte-americana tem conquistado importantes avanços neste início de ano, mesmo com todo pessimismo por parte de inúmeros analistas presentes no país. De acordo com o Departamento de Trabalho dos EUA, o número de trabalhadores que deu entrada, pela primeira vez, com pedido de auxílio-desemprego decresceu 29 mil, atingindo, então, 469 mil – após ajustes sazonais até 27 de fevereiro.

Os economistas, receosos quanto ao fortalecimento do âmbito econômico do país, aguardavam um baque de 23 mil pedidos. Curiosamente, segundo o Portal de Economia do Estadão, diferentemente do Brasil, as regras para a concessão do auxílio-desemprego nos States variam de Estado para Estado e nem todas as pessoas sem emprego possuem acesso ao benefício.

O custo da mão de obra, parâmetro que mede quanto custa a uma empresa pagar um trabalhador por unidade de produto, declinou em termos anuais 5,9% no último trimestre do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Benefícios aos desempregados nos EUA


Uma atitude positiva voltada aos cidadãos norte-americanos custará, aos cofres públicos do país, cerca de US$ 10 bilhões. Foi votado em 2 de março, terça-feira, uma extensão temporária dos benefícios às pessoas desempregadas e de outros subsídios na finalidade de contribuir com o custeio do seguro saúde.

Barack Obama, presidente do país, discursou e agradeceu aos membros do Senado que atuaram para terminar com diversos obstáculos vistos na nação e possibilitarem às famílias um bem-estar mais amplo. Além da área de saúde, a concessão desse benefício poderá estimular pequenos negócios e possibilitar novas contratações aos milhares de americanos.

Segundo o Portal de Economia do Estadão, espera-se, também, que um pacote de criação de empregos aconteça em breve, bem como outros pacotes visando a extensão de benefícios e subsídios para seguro de saúde aos desempregados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Obama apoia plano econômico adotado nos EUA


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, voltou a apoiar – e reafirmar – o plano de incentivo econômico por ele lançado há aproximadamente um ano, ocasião na qual a crise financeira mundial assolava bruscamente grande parte do globo terrestre.

O líder estadunidense aproveitou o ensejo para dizer, segundo o Portal Yahoo!, com base na agência de notícias AFP, que seus adversários políticos não reconhecem seus esforços, visto que as medidas adotadas evitaram outra grande Depressão.

Apesar de rebater as inúmeras críticas, Obama reconhece que a recuperação do índice de emprego é lenta, com uma taxa de desemprego que já alcançou 10% no ano passado, mas que agora se mantém na casa de 9,7%. O presidente, por outro lado, afirma que isso não quer dizer um mau-funcionamento do plano econômico, que na época foi de US$ 787 bilhões, mas que a situação ruim é herança do mandato anterior (George W. Bush).

Para ele, algo bom está acontecendo, pois houve crescimento da economia de 6% nos últimos três meses de 2009, diferentemente do primeiro trimestre de 2009, quando a economia apresentava retração de 6%.

Clique aqui para conferir mais sobre o discurso proferido por Obama.

Fonte: Yahoo!

Por Luiz Felipe T. Erdei



Auxílio-Desemprego – EUA registra Aumento nos Pedidos de Seguro-Desemprego


Os analistas norte-americanos foram pegos, mais uma vez, de surpresa com os resultados concebidos pela crise financeira mundial. Até 9 de janeiro, 444 mil pedidos de seguro-desemprego foram feitos, denotando, desta maneira, um aumento em 11 mil nesse conceito. Analistas acreditavam que haveria um declínio de 4 mil solicitações.

Mesmo assim, a média móvel de quatro semanas, conforme relatado pela Agência Estado, decresceu em 9 mil, para pouco menos de 441 mil pedidos. Torna-se, então, o menor patamar estabelecido desde o final de agosto do ano passado, indicando, pois, que as tendências nos pedidos ainda é baixa.

Por outro lado, o número de trabalhadores que fazem uso do auxílio-desemprego por mais de uma semana também apresentou um baque de 211 mil, figurando, pois, 4,596 milhões de pedidos na semana finalizada no 2º dia de 2010.

Confira percentuais e outras informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pacote Econômico EUA foi Responsável pela Manutenção de Empregos


Os Estados Unidos da América, liderado pelo vencedor do Nobel da Paz em 2009, Barack Obama, afirma que o pacote de estímulo econômico de US$ 787 bilhões foi o principal responsável pela manutenção de até 2 milhões de empregos até o final do ano passado.

O relatório da Casa Branca, onde consta essa informação, visa aumentar o debate sob o plano político em torno do pacote. Mesmo assim, divulgou a Agência Estado e os demais veículos e meios de comunicação mundiais, o desemprego nos EUA beirou um percentual de 10%.

Anteriormente, outro estudo anterior previu – e confirmou – a conservação de 1 milhão de empregos até agosto de 2009 naquele país. O intento desse pacote de estímulos teve por fim, à época, fazer com que o nível do Produto Interno Bruto (PIB) ficasse 2% acima do estimado.

Leia mais detalhes e outras concepções desta matéria aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Adoção de Várias Moedas de Referência pode conter Desvalorização do Dólar


A atual “insuficiente” economia norte-americana tem gerado repercussões por todos os continentes. Com isso, várias lideranças mundiais vêem a chance de estabelecer novas diretrizes mundiais, entre eles Nicolas Sarkozy, presidente da França, que enxerga a possibilidade de um globo multi-monetário.

Para ele, a adoção de diversas moedas de referência internacional podem reverter a excessiva desvalorização do dólar sobre moedas como o euro e o próprio real, pois, segundo a Agência Estado, sofrem o impacto da baixa da divisa americana nos mercados financeiros.

Para se ter idéia, em 7 de janeiro, um euro era vendido a quase US$ 1,44. Por conta disso, ressalta Sarkozy, o comércio e a indústria globais sofrem deformidades em virtude de moedas sub-valorizadas.

A proposta do presidente francês será apresentada à comunidade internacional e à União Européia no próximo encontro das 20 maiores potências mundiais, o G-20.

Confira mais informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Estados Unidos registra corte de 85 Mil Empregos


O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulgou uma informação que surpreendeu os economistas daquele país. De acordo com o órgão, 85 mil postos de trabalho foram cortados no ano passado, muito além do que os especialistas haviam previsto, que cerceava a margem de 10 mil vagas.

Os setores que mais apresentaram queda de emprego foram as manufaturas, o comércio varejista e a construção, diferentemente de serviços temporários e cuidados com saúde, que continuam a abrir vagas, segundo indicou a Agência Estado.

A construção civil, por sua vez, registrou um baque de 53 mil postos em dezembro de 2009. O salário médio por hora trabalhada, ressaltou a AE, subiu de US$ 18,77 para US$ 18,80.

Veja mais informações sobre esta notícia alarmante aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Financeira – Estados Unidos dá sinais de Recuperação


A economia norte-americana passa a dar sinais de que começou a se recuperar. Mesmo assim, de acordo com líderes do Federal Reserve, o banco central daquele país, isso acontece de forma lenta, sem força o suficiente para alterar a percepção de que as taxas de juro devam permanecer no mesmo nível.

Por outro lado, o Fed almeja manter o mercado de trabalho com recuperação gradativa e os preços finais, aos consumidores, controlados. Isto porque, no caso de postos de trabalho, outro índice positivo seria necessário para que o banco central considere essa uma recuperação sensata.

A Agência Estado ilustra que o Fed fez a manutenção de sua taxa de juro proximamente ao zero, com a finalidade central de mantê-la no mesmo nível durante 2010 e, quem sabe, em alguns meses de 2011.

Confira outras informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Obama estuda destinar Recursos para Estimular Criação de Empregos


Em um discurso proferido em 8 de dezembro, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, disse que almeja diminuir o Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp) e assim destinar parte desses recursos para um projeto do governo que visa estimular a criação de empregos.

Na contramão, alguns participantes do Partido Republicano avaliam que utilizar os recursos do Tarp para tal fim é ilegal, pois esse programa tem por fim direcionar investimentos ao resgate das instituições financeiras, e não o preterido por Obama.

Roberto Gibbs, porta-voz da Casa Branca, afirma, para tanto, que a legislação que dita as funcionalidades do Tarp é limitada em relação às maneiras como os recursos, de fato, podem ser utilizados. Mesmo assim, o presidente estadunidense crê que tal uso para aquecer o mercado de trabalho pode manter, também, o foco original do Tarp – isto é, sem prejudicá-lo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Presidente do Fed prevê crescimento em ritmo lento


Bem Bernanke, presidente do banco central americano (Federal Reserve), afirmou que a economia dos Estados Unidos deverá continuar seu processo de recuperação no próximo ano, devido ao ritmo do mercado de trabalho e a concessão de créditos não ser lá o esperado.

Mesmo assim, crê que quando a recuperação for suficientemente boa, o Fed estará a postos para desativar medidas de impulso à economia, com a finalidade de se evitar altos índices inflacionários.

O discurso tem por base, mesmo não tanto otimista, a queda da taxa de desemprego, que desceu de 10,2% para 10%. Contudo, Bernanke não acredita que o consumo dos norte-americanos aumentará, afinal, ainda há certo receio por parte da população em relação à estabilidade empregatícia e o acesso restrito ao crédito.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxa de Desemprego nos EUA Cai


A Agência Estado, em paráfrase à Dow Jones, veiculou informações de que a taxa de desemprego na nação de Barack Obama cedeu 0,2% em novembro em relação ao mês antecessor. Com isso, o percentual alcançou 10%, superando, inclusive, as expectativas de economistas, pois acreditavam que haveria manutenção dos 10,2% percebidos em outubro.

Isto denota, pois, que na medida em que a economia norte-americana começa a se restabelecer gradualmente, o índice do número de vagas apresenta crescimento. Dados revelam que o setor de serviços daquela nação teve 58 mil postos de trabalho criados somente em novembro.

Mesmo assim, a perda de 41 mil vagas na indústria de transformações e o corte de 27 mil postos entre as companhias que conduzem a construção se sobressaiu a esse resultado positivo.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Econômica – Estados Unidos – Obama reafirma Recuperação


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, voltou a afirmar, em pleno Dia de Ação de Graças naquele país, que colocará a nação de volta aos eixos, no sentido econômico. Porém, voltou a admitir que poucos postos de trabalho estão sendo cunhados no atual momento. Por isso, afirma, não descansará enquanto esse problema não for resolvido.

Obama acredita que os cortes de impostos, o alargamento dos benefícios de seguro-desemprego e a ajuda prestada aos mutuários fizeram com que a economia começasse simplesmente a engatinhar. Além disso, pretende reformar o duvidoso sistema de saúde norte-americano.

De todo jeito, o presidente estadunidense suspira ao falar que ainda não existe uma criação mensal suficiente de empregos para compensar as infindáveis perdas. E é bom que não descanse, pois George W. Bush entregou uma grande bomba em suas mãos. Ele terá de ser um excepcional especialista, junto ao seu governo, para desarmá-la.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Obama elogia Equipe para Afastar Especulações Negativas


Muitas vezes, discursos especulativos surtem ótimos efeitos no mundo econômico. No Brasil, em menos de 5 anos, inúmeros políticos se utilizaram deste meio para afastar especulações negativas, bem como para estimular investidores estrangeiros a investirem na nação brasileira.

Com base nisso, talvez sem algum propósito imediato, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, afirmou em entrevista que a sua equipe financeira, mais Timothy Geithner, secretário do Tesouro, obtiveram sucesso em firmar o sistema financeiro daquele país.

Segundo Obama, a economia estadunidense começa a apresentar um desenvolvimento interessante pela primeira vez em pouco mais de um ano. Para ele, é importante, no atual momento, não se pautar nos altos índices de desemprego; é viável, pois, oferecer estímulos para que as empresas voltem a contratar. Com isso, o ciclo econômico interno – e por que não entre os demais países do globo? – pode fazer a economia girar, girar, girar…

Obama assegura que não descansará enquanto os problemas não forem sanados. O primeiro passo, ressalta, já foi dado. Restará garantir que os Estados Unidos estejam no rumo certo. Provavelmente – há uma possibilidade de haver coerência nas próximas palavras –, Barack bebeu um pouco do mel discursivo de Lula.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB dos EUA sobe 2,8% entre Julho e Setembro


O Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) daquela nação apresentou uma taxa de crescimento anualizada de 2,8% de julho a setembro deste ano. Há pouco tempo, esse mesmo órgão havia apregoado uma estimativa inicial de 3,5% para o mesmo período.

Com isto, afirmam os analistas, percebe-se que esse desenvolvimento do PIB foi o primeiro desde o apontado no segundo trimestre de 2008 e o mais notável em quase dois anos.

O gasto notado entre os consumidores apresentou uma ascensão de 2,9% no período analisado, com uma participação de 2,1 pontos percentuais para o Produto Interno Bruto em geral. A estimativa inicial indicava uma alta de 3,4% dos gastos dos consumidores e um reforço de quase 2,5 pontos desse elemento ao PIB.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Barack Obama mostra Preucupação e Teme Nova Recessão


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, mostrou em um de seus últimos discursos muita preocupação com o futuro econômico do país. Para ele, é necessário conter os déficits da nação, pois se a dívida apresentar um desenvolvimento maior além da existente atualmente, a economia pode voltar à recessão.

Em entrevista a um canal de televisão norte-americano, Obama tomou como exemplo o alto índice de desemprego, que chegou a 10,2% nos últimos estudos, ou seja, de cada dez pessoas nos EUA, uma se apresenta fora do mercado de trabalho. O presidente afirmou que seu governo confronta-se com uma delicada tarefa de tentar estimular a economia e os postos de trabalho, ao mesmo instante em que é imprescindível reduzir o déficit já mensurado.

Uma das primeiras iniciativas são as chamadas medidas tributárias como incentivo às empresas, para que estas passem a contratar. De todo jeito, Obama ressaltou que se nada for feito, a confiança dos outros países na economia norte-americana pode ruir e abarcar a uma nova recessão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Secretário do Tesouro dos EUA pede a Colaboração dos Bancos


Os principais personagens envolvidos na economia norte-americana passaram a adotar medidas e apresentar discursos para que haja estímulos em vários setores. Entre eles figura Timothy Geithner, secretário do Tesouro dos Estados Unidos, que recentemente pediu aos bancos que obtiveram ajuda do governo, durante a crise financeira, para aumentarem seus empréstimos, no mesmo instante em que o crédito continua limitado em vários segmentos econômicos.

Geithner afirmou, durante fórum que ambiciona o planejamento de meios para o fortalecimento do fluxo de crédito a pequenas empresas, que os bancos precisam trabalhar ao lado do governo norte-americano, para um fim comum, e não no sentido contrário, que pode, inclusive, configurar uma atitude desastrosa.

O secretário disse que a recuperação nos ganhos por parte do sistema bancário ocorreu devidos aos milhares de contribuintes do país, que decidiram, então, salvar a economia. Rebaixando um pouco os próprios bancos, Geithner ressalvou que o governo foi o grande responsável pela recuperação do sistema financeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Obama convoca força-tarefa para combater Fraudes Financeiras


Com a finalidade de pelejar fraudes financeiras, o governo de Barack Obama, presidente norte-americano, apregoou o estabelecimento de uma força-tarefa com a participação de diversos departamentos e agências. De acordo com Eric Holder, procurador-geral dos Estados Unidos, o objetivo deste intento é evitar que outra turbulência no mundo das finanças ocorra, bem como responsabilizar aqueles que contribuíram na causa da atual crise.

Holder afirmou, ao lado de outras autoridades estadunidenses, que as ações do governo de Obama para combater tais fraudes são maiores que as adotadas pela gestão de George W. Bush, em 2002, após uma avalanche de escândalos que levaram ao colapso de grandes companhias, na ocasião.

Para o grupo de Obama, por assim dizer, integrarão autoridades dos Departamentos do Tesouro, de Justiça, da Habitação e Desenvolvimento Urbano e da SEC (Securities and Exchange Comission, ou comissão de valores norte-americana), além de outras agências. Uma das primeiras medidas do grupo será o monitoramento de despesas dos recursos dos programas de estímulos federais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Empresas americanas aumentam os salários dos trabalhadores que adotam alimentação saudável


Que tal trocar a pizza e o refrigerante por um salário maior? Algumas empresas americanas adotaram a proposta de oferecer um bônus salarial ao trabalhador que mudar seus hábitos alimentares e adorar estilos de vida saudáveis.

Os empregadores pretendem com isto reduzir gastos com saúde e aumentar a produtividade de seus colaboradores.

Vale lembrar que o excesso de peso causa problemas cardíacos, hipertenção, diabetes, problemas nas articulações, etc.

E o número é grande de empresas que pagam mais a quem come melhor, cerca de 61% das empresas adotaram esta iniciativa de promover hábitos de vida mais saudáveis.

Vamos torcer para que esta novidade chegue ao Brasil!



Crise nos EUA, Japão e Europa pode ser a pior desde a Segunda Guerra Mundial


Se você está cansado dos salários baixos pagos no Brasil e está querendo se mudar para o exterior para tentar uma vida melhor lá fora, pense novamente.

Infelizmente, o mundo já não é mais o mesmo. O desemprego está em alta nos EUA, Japão e Europa, países que, em conjunto, representam mais de 80% da riqueza gerada no mundo. A retração é, talvez, a mais forte desde a Segunda Guerra Mundial. Felizmente, nosso país, embora tenha sido atingido pela crise, está a salvo do pior, por enquanto.

Um termômetro da crise são as notícias que temos visto, como Japão vive pior crise econômica desde a 2ª Guerra Mundial (Invertia)Europa tem pior recessão em 50 anos (Estadão)PIB americano registra maior queda em 27 anos (Veja).

A queda mais dramática foi mesmo a do Japão, com uma incrível retração de 12,7% na atividade econômica. O paraíso dos dekasseguis e arubaitos virou um inferno com a queda brutal nas exportações daquele país.

Portanto, a menos que você tenha um emprego certo, um local definido para ir trabalhar, o melhor, neste momento, é deixar a tormenta passar. Ir para algum desses países agora é um risco enorme de perder as economias e ficar desempregado. Principalmente no Japão.