A retaliação do Brasil imposta aos Estados Unidos é manchete em muitos locais do mundo, principalmente nos próprios EUA – os mais interessados no assunto. O jornal Financial Times, de grande circulação no país, pondera que a medida adotada pela nação tupiniquim poderá gerar, em breve, guerra comercial entre ambas as partes.
De acordo com o Portal de Notícias G1, a retaliação brasileira é consequência de uma disputa de oito anos na Organização Mundial do Comércio (OMC) em relação aos subsídios do governo norte-americano dedicados aos produtores de algodão do próprio país.
A decisão, que de acordo com o veículo de comunicação valerá daqui um mês, permite, por exemplo, que tanto EUA como Brasil tentem uma solução trabalhada. Segundo Joe Huenemann, assessor do escritório de advocacia Miller & Chevalier, a única maneira de poupar qualquer guerra comercial é os norte-americanos ofereceram algo expressivo aos brasileiros.
Clique aqui para ler a matéria na íntegra e conferir, também, a lista de produtos retaliados, que inclui eletrodomésticos, veículos e cosméticos.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Brasil, Comércio, EUA, Economia, Importação, OMC
A economia norte-americana tem conquistado importantes avanços neste início de ano, mesmo com todo pessimismo por parte de inúmeros analistas presentes no país. De acordo com o Departamento de Trabalho dos EUA, o número de trabalhadores que deu entrada, pela primeira vez, com pedido de auxílio-desemprego decresceu 29 mil, atingindo, então, 469 mil – após ajustes sazonais até 27 de fevereiro.
Os economistas, receosos quanto ao fortalecimento do âmbito econômico do país, aguardavam um baque de 23 mil pedidos. Curiosamente, segundo o Portal de Economia do Estadão, diferentemente do Brasil, as regras para a concessão do auxílio-desemprego nos States variam de Estado para Estado e nem todas as pessoas sem emprego possuem acesso ao benefício.
O custo da mão de obra, parâmetro que mede quanto custa a uma empresa pagar um trabalhador por unidade de produto, declinou em termos anuais 5,9% no último trimestre do ano passado.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Desemprego, EUA, Emprego
Uma atitude positiva voltada aos cidadãos norte-americanos custará, aos cofres públicos do país, cerca de US$ 10 bilhões. Foi votado em 2 de março, terça-feira, uma extensão temporária dos benefícios às pessoas desempregadas e de outros subsídios na finalidade de contribuir com o custeio do seguro saúde.
Barack Obama, presidente do país, discursou e agradeceu aos membros do Senado que atuaram para terminar com diversos obstáculos vistos na nação e possibilitarem às famílias um bem-estar mais amplo. Além da área de saúde, a concessão desse benefício poderá estimular pequenos negócios e possibilitar novas contratações aos milhares de americanos.
Segundo o Portal de Economia do Estadão, espera-se, também, que um pacote de criação de empregos aconteça em breve, bem como outros pacotes visando a extensão de benefícios e subsídios para seguro de saúde aos desempregados.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Barack Obama, Benefícios, EUA
Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, voltou a apoiar – e reafirmar – o plano de incentivo econômico por ele lançado há aproximadamente um ano, ocasião na qual a crise financeira mundial assolava bruscamente grande parte do globo terrestre.
O líder estadunidense aproveitou o ensejo para dizer, segundo o Portal Yahoo!, com base na agência de notícias AFP, que seus adversários políticos não reconhecem seus esforços, visto que as medidas adotadas evitaram outra grande Depressão.
Apesar de rebater as inúmeras críticas, Obama reconhece que a recuperação do índice de emprego é lenta, com uma taxa de desemprego que já alcançou 10% no ano passado, mas que agora se mantém na casa de 9,7%. O presidente, por outro lado, afirma que isso não quer dizer um mau-funcionamento do plano econômico, que na época foi de US$ 787 bilhões, mas que a situação ruim é herança do mandato anterior (George W. Bush).
Para ele, algo bom está acontecendo, pois houve crescimento da economia de 6% nos últimos três meses de 2009, diferentemente do primeiro trimestre de 2009, quando a economia apresentava retração de 6%.
Clique aqui para conferir mais sobre o discurso proferido por Obama.
Fonte: Yahoo!
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Barack Obama, EUA, Economia
Os analistas norte-americanos foram pegos, mais uma vez, de surpresa com os resultados concebidos pela crise financeira mundial. Até 9 de janeiro, 444 mil pedidos de seguro-desemprego foram feitos, denotando, desta maneira, um aumento em 11 mil nesse conceito. Analistas acreditavam que haveria um declínio de 4 mil solicitações.
Mesmo assim, a média móvel de quatro semanas, conforme relatado pela Agência Estado, decresceu em 9 mil, para pouco menos de 441 mil pedidos. Torna-se, então, o menor patamar estabelecido desde o final de agosto do ano passado, indicando, pois, que as tendências nos pedidos ainda é baixa.
Por outro lado, o número de trabalhadores que fazem uso do auxílio-desemprego por mais de uma semana também apresentou um baque de 211 mil, figurando, pois, 4,596 milhões de pedidos na semana finalizada no 2º dia de 2010.
Confira percentuais e outras informações aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Auxílio Desemprego, EUA, Notícias, Seguro Desemprego
Os Estados Unidos da América, liderado pelo vencedor do Nobel da Paz em 2009, Barack Obama, afirma que o pacote de estímulo econômico de US$ 787 bilhões foi o principal responsável pela manutenção de até 2 milhões de empregos até o final do ano passado.
O relatório da Casa Branca, onde consta essa informação, visa aumentar o debate sob o plano político em torno do pacote. Mesmo assim, divulgou a Agência Estado e os demais veículos e meios de comunicação mundiais, o desemprego nos EUA beirou um percentual de 10%.
Anteriormente, outro estudo anterior previu – e confirmou – a conservação de 1 milhão de empregos até agosto de 2009 naquele país. O intento desse pacote de estímulos teve por fim, à época, fazer com que o nível do Produto Interno Bruto (PIB) ficasse 2% acima do estimado.
Leia mais detalhes e outras concepções desta matéria aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno EUA, Economia, Notícias
A atual “insuficiente” economia norte-americana tem gerado repercussões por todos os continentes. Com isso, várias lideranças mundiais vêem a chance de estabelecer novas diretrizes mundiais, entre eles Nicolas Sarkozy, presidente da França, que enxerga a possibilidade de um globo multi-monetário.
Para ele, a adoção de diversas moedas de referência internacional podem reverter a excessiva desvalorização do dólar sobre moedas como o euro e o próprio real, pois, segundo a Agência Estado, sofrem o impacto da baixa da divisa americana nos mercados financeiros.
Para se ter idéia, em 7 de janeiro, um euro era vendido a quase US$ 1,44. Por conta disso, ressalta Sarkozy, o comércio e a indústria globais sofrem deformidades em virtude de moedas sub-valorizadas.
A proposta do presidente francês será apresentada à comunidade internacional e à União Européia no próximo encontro das 20 maiores potências mundiais, o G-20.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno EUA, Notícias
O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulgou uma informação que surpreendeu os economistas daquele país. De acordo com o órgão, 85 mil postos de trabalho foram cortados no ano passado, muito além do que os especialistas haviam previsto, que cerceava a margem de 10 mil vagas.
Os setores que mais apresentaram queda de emprego foram as manufaturas, o comércio varejista e a construção, diferentemente de serviços temporários e cuidados com saúde, que continuam a abrir vagas, segundo indicou a Agência Estado.
A construção civil, por sua vez, registrou um baque de 53 mil postos em dezembro de 2009. O salário médio por hora trabalhada, ressaltou a AE, subiu de US$ 18,77 para US$ 18,80.
Veja mais informações sobre esta notícia alarmante aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crise Econômica, Desemprego, EUA
A economia norte-americana passa a dar sinais de que começou a se recuperar. Mesmo assim, de acordo com líderes do Federal Reserve, o banco central daquele país, isso acontece de forma lenta, sem força o suficiente para alterar a percepção de que as taxas de juro devam permanecer no mesmo nível.
Por outro lado, o Fed almeja manter o mercado de trabalho com recuperação gradativa e os preços finais, aos consumidores, controlados. Isto porque, no caso de postos de trabalho, outro índice positivo seria necessário para que o banco central considere essa uma recuperação sensata.
A Agência Estado ilustra que o Fed fez a manutenção de sua taxa de juro proximamente ao zero, com a finalidade central de mantê-la no mesmo nível durante 2010 e, quem sabe, em alguns meses de 2011.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Crise Econômica, EUA, Economia
Em um discurso proferido em 8 de dezembro, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, disse que almeja diminuir o Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp) e assim destinar parte desses recursos para um projeto do governo que visa estimular a criação de empregos.
Na contramão, alguns participantes do Partido Republicano avaliam que utilizar os recursos do Tarp para tal fim é ilegal, pois esse programa tem por fim direcionar investimentos ao resgate das instituições financeiras, e não o preterido por Obama.
Roberto Gibbs, porta-voz da Casa Branca, afirma, para tanto, que a legislação que dita as funcionalidades do Tarp é limitada em relação às maneiras como os recursos, de fato, podem ser utilizados. Mesmo assim, o presidente estadunidense crê que tal uso para aquecer o mercado de trabalho pode manter, também, o foco original do Tarp – isto é, sem prejudicá-lo.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno EUA, Notícias