Destaque em Energia Elétrica

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Conta de energia elétrica terá redução de 18%


Aneel aprovou a redução de 18% na conta de luz da bandeira vermelha, porém, a redução real sentida pelos consumidores deverá ser de 2% já na conta do mês de setembro.

O Brasil passa por problemas de racionamento de água nos últimos anos, mas uma notícia surgiu na última sexta-feira, dia 28 de agosto, bem animadora, no qual a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou uma redução de exatamente 18% na bandeira vermelha da conta de energia elétrica.

Para que não entende muito bem, esse sistema de bandeira tem três categorias, que são:

  • A cor verde que simboliza as condições boas na geração de energia e sem nenhum acréscimo na conta;
  • A cor amarela é um nível intermediário, no qual as térmicas com CVU realizam um processo entre os R$ 200,00 e os R$ 388,48 / MWh e já causa uma preocupação;
  • E a marca vermelha, a qual representa a situação atual do País, sendo realizado um despachamento térmico com CVU bem maior onde alcança a marca de R$ 388,48 / MWh.

O que isso provoca direto no bolso do consumidor brasileiro?

Isso mostra uma redução, em média, na casa dos 2%, que já vai poder ser notado no mês de setembro, ou seja, se antes a bandeira vermelha apresentava um preço de R$ 5,50 esse valor passou para R$ 4,50 a cada 100 quilowatts/hora que são consumidos.

Isso pode, a princípio, parecer insignificante, mas em momentos de crise hídrica e financeira, cada centavo poupado consegue mudar a sua vida e também da população em geral.

Como foi que chegamos a esse tipo de redução?

A Aneel explicou que essa redução conseguiu essa marca por causa do desligamento de 21 usinas térmicas, que apresentavam um custo que tinha uma variação unitária acima de R$ 600,00/MWh. No final, isso provocou o valor do custo da geração de energia bem menor que o original e ainda faz com que a conta tenha ao mesmo tempo uma redução de consumo e uma melhora considerável com relação aos níveis dos vários reservatórios que existem espalhados pelo País.

Por um lado temos uma pequena redução se comparado aos 48% de aumento que tivemos este ano na conta, mas mesmo com todo esse bom sinal que começa a surgir, o Banco Central do Brasil alega que mesmo faltando apenas três meses para o encerramento do ano de 2015 é bem provável que tenhamos um outro aumento e, com isso, o valor total do aumento anual das contas de energia elétrica chegue a cifra de 50%. 

Por Fernanda de Godoi

Conta de luz



Bandeira vermelha na conta de luz poderá ter redução de 18%


Várias térmicas foram desligadas e, com isso, será possível reduzir o valor da tarifa da bandeira vermelha na conta de energia elétrica.

Devido ao aumento das chuvas há a possibilidade de redução de 18% da bandeira vermelha na fatura da energia elétrica. Outro motivo é a redução no consumo de energia que se deu por conta da desaceleração da economia. O cenário mais favorável fez com que algumas térmicas fossem desligadas, diminuindo os custos para a geração de energia.

O sistema de bandeiras tarifárias foi instituído no início do ano e permite o repasse mensal dos consumidores de parte do custo extra que as distribuidoras têm, devido ao aumento do custo para se produzir energia. Cada uma das cores da bandeira é impressa nos boletos e sinaliza o custo da energia. Se estiver na cor verde, o custo é normal, na cor amarela será cobrado mais R$ 2,50 para cada 100 kWh e na bandeira vermelha a cobrança é de R$ 5,00 a mais para cada 100 kWh consumido.

A presidente Dilma já havia sinalizado uma possível redução na tarifa durante o evento de lançamento do Plano de Investimento em Energia Elétrica. Na ocasião, ela afirmou que o governo pretende reduzir o valor cobrado na bandeira vermelha em até 20%. O anúncio veio depois do ministro Eduardo Braga anunciar o desligamento de 21 usinas térmicas, que apresenta um maior custo de produção. Dessa forma, espera-se uma economia mensal de cerca de R$ 5,5 bilhões.

Devido à falta de chuvas, o armazenamento nas represas das hidrelétricas foi prejudicado. O que fez o governo manter operando todas as térmicas disponíveis desde o fim de 2012 e início de 2013. Como os custos são mais caros, o repasse foi feito para o consumidor comum, que viu suas contas de luz com valor cada vez mais elevado.

Outros motivos também ajudaram a aumentar os custos do setor de energia, como a redução do valor das contas em 20% em 2012. O governo apenas antecipou a renovação das concessões e pode fazer o repasse, que acabou tendo um efeito negativo, uma vez que o consumo e a demanda por energia aumentaram em pouco tempo. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Bandeira vermelha da conta de luz



Redução na tarifa da bandeira vermelha da energia elétrica


A Presidente Dilma Rousseff anunciou que a bandeira vermelha da energia elétrica que está em vigor sofrerá uma redução entre 15% e 20%. Tal medida começará a valer em setembro deste ano.

A presidente Dilma Rousseff anunciou que o valor da bandeira vermelha irá ter uma redução entre 15% e 20%, uma vez que houve o desligamento de várias usinas térmicas nos últimos dias. O ministro de Minas e Energia confirmou a redução e informou que elas começarão a valer a partir do mês de setembro.

Dilma disse que é lastimável que o brasileiro tenha que arcar com os aumentos nas contas de luz, mas que isso é temporário e que agora, a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, já vai providenciar a primeira redução no valor da bandeira tarifária de cor vermelha para o próximo mês.

Com a crise da falta de chuva e muitas represas não tendo condição de gerar o volume de energia necessária para o país, foi preciso ativar as usinas térmicas, que geram uma energia mais cara e o consumidor acabou arcando com este gasto a mais.

Atualmente, a cada 100 kilowatts-hora (kWh) consumidos pelo brasileiro, há um acréscimo na conta de luz no valor de R$ 5,50 que é referente ao valor da bandeira vermelha, porém, com o desligamento de 2 mil megawatts das usinas térmicas, será possível reduzir, mesmo que seja um pequeno valor, o preço da bandeira vermelha.

Desde o mês de janeiro que está vigorando em todo o Brasil a bandeira vermelha, que é a mais cara. De acordo com o Governo, por enquanto, não é possível passar para a bandeira amarela, que tem um valor inferior, pois estamos em um período de seca, onde as chuvas são raras e a situação do país requer muita cautela.

Será feita pela Aneel uma consulta pública, mas tudo indica que a redução no valor da bandeira vermelha fique entre 15% e 20%.

Eduardo Braga, ministro de Minas e Energia, disse que o país ainda não tem a segurança necessária para mudar a tarifa adicional para a bandeira amarela, que por enquanto, só é possível reduzir o valor da bandeira vermelha, mas que nos meses de outubro e novembro, novas avaliações serão feitas e havendo uma estabilidade maior no sistema energético, aí sim, poderá ser acionada a bandeira amarela.

Até o próximo dia 28 de agosto, será definido o desconto para a bandeira vermelha que de R$ 5,50 para cada 100 kilowatts-hora passará para R$ 5,00 ou até R$ 4,50.

Por Russel

Bandeira vermelha



Novas medidas serão adotadas no setor de energia elétrica


Programa de Investimentos em Energia Elétrica visa ampliar a oferta de energia no País, tornar o sistema de transmissão mais forte e o preço mais baixo.

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (11), um pacote com várias medidas que serão adotadas, visando o setor de energia, sendo o investimento total de R$ 186 milhões.

O Programa de Investimentos em Energia Elétrica tem como principal objetivo ampliar a oferta de energia no País e, ainda, tornar o sistema de transmissão mais forte, garantindo, assim, o abastecimento de energia elétrica para o Brasil e ainda, sendo uma energia com preço mais em conta. Um detalhe importante deste Programa, é que a prioridade será para as fontes de energias limpas e também renováveis.

O discurso de Dilma Rousseff anunciando o programa foi no Palácio do Planalto e na cerimônia estiveram presentes os principais representantes do setor, entre eles Eduardo Braga, ministro de Minas e Energia que inclusive mostrou todos os detalhes do programa, além dos valores que serão investidos e anunciou que há até um cronograma, para que o programa não se perca, afinal é um tema muitíssimo importante para o crescimento do País.

Do valor total que será gasto no programa, R$ 116 bilhões serão para as obras de geração de energia e R$ 70 bilhões serão destinados para ampliar as linhas de transmissão e também, torná-las mais seguras.

De acordo com o ministro de Minas e Energia, o programa vai permitir que o Brasil tenha um sistema mais robusto e que tenha custos cada vez menores, para garantir que a indústria não tenha mais esta preocupação, ou seja, além do medo de faltar energia, tem o problema de que se paga muito caro pela energia elétrica e isso acaba dificultando para as indústrias crescerem.

Eduardo Braga anunciou na semana passada que seriam desligadas 21 usinas térmicas, que geram uma energia mais cara, porém, não há, por enquanto, a menor possibilidade de falar em redução na conta de luz.
Desde o início deste ano que está em vigor a bandeira vermelha, que torna a conta de luz ainda mais cara e como estamos na época de poucas chuvas e há muitas represas em situação crítica, para os próximos meses deverá ser mantida esta bandeira mais cara.  

Estando em vigor a bandeira vermelha, a taxa extra na conta de luz sobre para R$ 5,50 a cada 100 kWh consumidos.

Por Russel

Energia elétrica

Foto: Divulgação



Energia elétrica terá reajuste de 43,4% até o final de 2015


O reajuste da energia elétrica é consequência direta do repasse às tarifas do custo de operações de financiamento.

Em meio ao difícil cenário econômico brasileiro, alta das taxas de juros e aumento de impostos, mais uma notícia desagradável surgiu: até o final de 2015 a energia elétrica deve ter um reajuste de 43,4%. A informação foi divulgada pelo Banco Central na última quarta-feira, 24 de junho. A informação veio através do relatório de inflação do segundo trimestre de 2015.

Vale ressaltar que há apenas duas semanas atrás o Banco Central havia divulgado a sua previsão para o reajuste da energia elétrica em 2015: 41% até o final do ano. E para aqueles que não sabem, esse reajuste é uma consequência direta do repasse às tarifas do custo de operações de financiamento. Tais operações foram contratadas ainda em 2014 e faz parte da Conta de Desenvolvimento Energético.

Vale destacar que todo esse reajuste além da dificuldade do setor energético em 2015 é resultado direito de algumas ações do governo federal. O principal deles foi a decisão do governo de que não tinha mais interesse em fazer repasses a Conta de Desenvolvimento Energético em 2015. Era estimado um repasse de cerca de R$ 9 bilhões em 2015 para o setor. Portanto, isso explica em grande parte os aumentos enormes nas contas de energia em todo o Brasil.

Outro detalhe bastante importante e que também incide no aumento da conta de energia por todo o Brasil está relacionado ao custo de produção. Saiba que o custo de produção de eletricidade começou a aumentar a partir do final de 2012, haja vista uma queda expressiva no armazenamento de água nos reservatórios de grandes hidrelétricas do Brasil.

Com isso, visando poupar água e manter o mesmo ritmo de distribuição de energia elétrica, o país vem utilizando em maior escala os serviços das termelétricas. É importante destacar que as termelétricas funcionam a base da queima de combustíveis, portanto, geram uma energia mais cara.

Também podemos destacar o plano do governo federal no final de 2012 que acabou levando a redução das contas de luz em 20%. O ponto negativo nessa questão é que o governo teve que antecipar a renovação das concessões de geradoras e transmissoras de energia. Em decorrência disso, as mesmas tiveram que receber indenizações referentes aos investimentos que não tinham sido pagos de forma integral.

Por Bruno Henrique

Energia elétrica



Tarifa da energia elétrica será reajustada em 4 estados


MG, SP, MT e MS sofreram novos reajustes na tarifa de energia elétrica

Nesta quarta-feira (08) a tarifa de energia elétrica será reajustada em 4 estados. Vão pagar mais caro na próxima conta de luz os consumidores dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Os reajustes foram aprovados nesta terça-feira (07) pela ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica.

A CPFL – Companhia Paulista de Força e Luz – terá um reajuste em suas contas de 4,13% para os consumidores residenciais e para as indústrias o reajuste será de 5,29%. Mais de 4 milhões de unidades consumidoras são atendidas pela CPFL em 234 municípios no estado de São Paulo.

Já a CEMIG, em Minas Gerais, terá um reajuste em suas tarifas de 5,93% para os consumidores residenciais e para as indústrias o reajuste será de 8,12%. Ao todo, a CEMIG atende hoje mais de 8 milhões de unidades nos 805 municípios atendidos em todo o estado de Minas Gerais.

Para o Mato Grosso do Sul, o reajuste será de 2,74% para as residências e de 3,64% para as indústrias. A empresa Energisa de Mato Grosso do Sul atende 942 mil unidades consumidores distribuídas em 73 municípios do estado.

E a Energisa Mato Grosso terá uma redução no valor das contas, sendo de 2,22% para as tarifas dos consumidores residenciais e 3,42% de redução para as indústrias. A empresa atende 1,2 milhão de unidades consumidoras nos 141 municípios atendidos em Mato Grosso.

A Aneel autorizou os reajustes levando em consideração a variação de custos que estas empresas tiveram no ano. Para se fazer o cálculo, foram incluídos os custos típicos para a distribuição de energia e ainda o Índice Geral de Preços do Mercado – IGP-M, além de outros custos que se tem, por exemplo, a energia comprada, mais encargos de transmissão e também os encargos setoriais.

No início de março estas 4 distribuidoras já tiveram um aumento devido à Revisão Tarifária Extraordinária que a Aneel aprovou, sendo:

– CPFL – 31,8%;

– CEMIG – 28,8%;

– Energisa MS – 27,9%;

– Energisa MT – 26,8%.

Por Russel

Energia elétrica

Foto: Divulgação



Contas de luz ficarão mais altas a partir de 2 de março


As contas de luz vão subir em média 23,4% e o aumento já começa a valer a partir desta segunda-feira, dia 2 de março, pois estarão vigorando a nova revisão que foi feita de forma extraordinária pela Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica.

Os consumidores da região Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil vão ter um aumento na conta de luz de 28,7% em média, sendo até 4,5 vezes a mais do que os consumidores das regiões Norte e Nordeste do país, onde o aumento será de 5,5% em média.

O motivo do aumento no valor da conta de luz ser maior para as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, é porque para estas 3 regiões há um custo mais alto a ser coberto, por exemplo, a energia elétrica fornecida pela hidrelétrica de Itaipu foi reajustada em quase 50% este ano, sendo repassado este aumento somente aos consumidores destas 3 regiões onde o aumento será maior.

Das 63 distribuidoras de energia no país, 58 foram autorizadas pela Aneel a realizar o reajuste que será maior no estado do Rio Grande do Sul, onde os consumidores da AES Sul, cerca de 1,2 milhão de pessoas, terão um reajuste de 39,5%.

O aumento entre as maiores distribuidoras do país ficará com a Copel, que atende o Paraná, cujo reajuste foi de 36,4%. Em São Paulo, a Eletropaulo reajustou as contas em 31,9% e a CEMIG, que atende os consumidores de Minas Gerais, teve um reajuste de 28,8%.

Porém, os clientes de 4 distribuidoras não sofrerão com o reajuste na conta de luz, são eles:
CEA, que atende o Amapá, pois a empresa não pediu revisão extraordinária à Aneel; Energia, no Amazonas; Boa Vista e CERR, em Roraima que não dependem do SIN – Sistema Interligado Nacional.

E os consumidores podem esperar por mais um aumento nas contas de luz ainda neste ano de 2015, pois este aumento foi autorizado de forma extraordinária e a Aneel ainda irá autorizar um novo reajuste ordinário, que é o reajuste feito uma vez ao ano.

Atualmente, as contas estão com "bandeira vermelha" que cobra uma taxa extra de R$ 5,50 a cada 100 kWh – quilowatts-hora – de energia utilizada.

Por Russel

Energia el?trica



Conta de luz poderá ter mais reajustes em 2015


O valor cobrado pela energia elétrica está cada vez mais alto, e isso está impactando diretamente as operações que são realizadas pelas empresas de saneamento básico, onde é possível afirmar que a conta de água vai subir junto com a conta de luz.

No mês de novembro de 2014, a Sabesp fez o reajuste no total de 6,49%, mas agora em fevereiro muitos consumidores já constaram o valor ainda mais alto em suas contas. Na cidade de Campinas, por exemplo, que fica no interior do estado de São Paulo, houve um novo reajuste neste mês de fevereiro de 11,98%.

Nessas alterações de tarifação existe a cobrança de impostos embutidos, mais o valor de inflações e de investimentos, porém, o principal fator é o valor alto que vem sendo cobrado pelas empresas de energia elétrica.

De acordo com os dados divulgados pelo Banco Central, esse aumento poderá ser de até 27,6% na conta de luz em 2015.

A Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) informa que todos esses reajustes não consideraram os custos da energia elétrica, que é hoje o segundo maior gasto das empresas de saneamento, sendo que elas gastam cerca de 20% de seus recursos.

Nesse caso, a Sabesp ainda poderá fazer o pedido de uma nova revisão de tarifação. A empresa foi questionada, porém, ela não comentou nada sobre sua posição.

Outras regiões que sofreram aumentos foram: Distrito Federal com o reajuste de 16,20% que valerá a partir de março. Essa mesma região já teve o aumento de 7,39% no ano passado.  No Rio de Janeiro, a Cedae informa que alta será de 15,7%.

Marco Abreu, diretor de projetos estratégicos de sustentabilidade da Cedae disse: “Já sabemos que essas empresas podem ter mais dois reajustes neste ano. A pressão sobre a conta de água já vem acumulada do ano passado. Portanto, o momento exige análise constante".

Por Yasmin Fernandes Robles

Energia el?trica



Aneel pode Aumentar a Fiscalização nas Concessionárias de Energia Elétrica do País


A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) pretende aumentar a fiscalização nas empresas concessionárias de energia elétrica no país. Segundo a Aneel, a fiscalização deve ser realizada para evitar que problemas no abastecimento de energia prejudiquem a população.

O novo modelo de fiscalização que a Aneel pretende colocar em funcionamento deve envolver novos indicadores, como por exemplo, a taxa de desempenho. O modelo será exposto em audiência pública no primeiro semestre de 2013.

De acordo com o superintendente da Aneel, o anúncio do novo modelo de fiscalização é apenas um aprimoramento do trabalho que já é feito pela Agência.

Ainda segundo a Aneel, o objetivo da nova proposta é levantar dados sobre a qualidade do serviço oferecido pelas concessionárias e monitorar, inclusive, o desempenho econômico e empresarial das companhias de distribuição e geração de energia. As declarações foram feitas após um evento da Associação Comercial do Rio de Janeiro.

Essa medida vem a somar-se aos esforços do Governo Federal em intervir no setor. Desde setembro a presidente Dilma Rousseff declarou que pretende baratear a energia elétrica no país. Nesse mesmo mês ela emitiu uma medida provisória com novas regulamentações para o setor.

Fonte: O Diário

Por Matheus Camargo



Horário de Verão – Dicas para Economizar Energia Elétrica


O horário de verão brasileiro começará esse ano a partir da meia-noite de domingo, dia 21 de outubro. Os moradores da região Sul, Sudoeste e Centro-Oeste deverão adiantar seus relógios em uma hora. Na região Norte, só o Estado de Tocantins também terá que se adequar ao horário de verão.

O horário de verão inicia no dia 21 de outubro e termina no dia 17 de fevereiro do ano que vem. Saiba agora como você também pode aproveitar o horário de verão para fazer uma economia na conta de energia elétrica.

Em primeiro lugar, aproveite o maior tempo de luz natural. Abra as janelas e fique atento com as luzes acessas desnecessariamente em sua casa.

Outra boa opção para quem quer economizar com o gasto de lâmpadas é utilizar nos ambientes luzes dirigidas, como luminárias e abajures. Segundo a Eletrobrás, elas podem dar mais conforto na leitura ou estudo e ainda proporcionam uma economia de energia, visto que suas lâmpadas possuem geralmente uma potência menor que as de iluminação geral de ambientes.

Aproveite também os dias mais quentes para tomar um banho com o chuveiro em uma potência menor ou mesmo desligado. Segundo pesquisa da Eletrobrás, o chuveiro é responsável, em média, por 24% da conta de energia elétrica no consumo residencial.

Fonte: Infomoney

Por Matheus Camargo



Aumento na Tarifa de Energia Elétrica no Rio de Janeiro


Os consumidores do Rio de Janeiro atendidos pela empresa Ampla terão aumento em suas contas de luz. A medida já foi aprovada pela Aneel e deve entrar em vigor nos próximos dias. A média do aumento foi de 6,68%, sendo 6,28% para os domicílios e 7,7% para as indústrias.

O novo preço recebeu o aval da Agência Nacional de Energia Elétrica essa semana, ao todo 66 cidades do estado do Rio de Janeiro serão atingidas pela resolução.

De acordo com a Aneel, o reajuste foi baseado no cálculo que considera os custos que a empresa apresentou no período que não teve aumento, foi levada em consideração a variação desses gastos. Outros fatores usados para calcular o aumento foi o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e o Fator X (valor que tem como base a produtividade das empresas concessionárias e determina a redução que deverá ser aplicada no cálculo do novo preço).

Vale lembrar que esse não foi o primeiro reajuste sofrido no estado do Rio de Janeiro, outros serviços já receberam aumento, sendo que alguns desagradaram a população, que exige qualidade superior a oferecida atualmente.

Por Joyce Silva



Aneel – Energia elétrica pode ter sistema pré-pago


O sistema de telefonia móvel brasileiro dispõe ao consumidor uma infinidade de planos e opções. A modalidade pré-paga é a mais utilizada pelos usuários em função da possibilidade de controle de gastos, embora o valor despendido, por minuto, seja mais elevado em comparação aos aparelhos pós-pagos.

O molde pré-pago, especialmente, deve fazer parte também da energia elétrica. No segundo semestre deste ano, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) pretende regulamentar sistema semelhante ao vislumbrado na telefonia para o consumidor gerir, da melhor maneira possível, seus gastos em contas de eletricidade.

A ANEEL assinala que a proposta de regulamento está em fase de preparação. Posteriormente, a sociedade brasileira poderá participar da criação do sistema por meio de opiniões via consulta pública.

Durante o período de estudo para a fixação do pré-pagamento, a agência responsável pelo setor deve apreciar os benefícios tarifários do intento. Além disso, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) observará a regulamentação para medidores apropriados.

A modalidade pré-paga à energia elétrica é comum em países europeus e até da América do Sul. Quando o crédito está próximo do fim, avisos luminosos e sonoros são emitidos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ANAEEL – Reajuste no preço da energia elétrica em Novo Horizonte (SP)


A população atenta às notícias econômicas têm debatido pela rede mundial de computadores questões como alta da inflação, alta dos combustíveis nos postos de todo o país, assim como passou a deliberar sobre o elevado custo da concessão de energia elétrica a cada lar.
Na próxima terça-feira (17 de maio), consumidores que recebem energia elétrica por meio da Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da região de Novo Horizonte (CERNHE) terão de arcar com um valor mais alto para ligar geladeira, televisão, lâmpadas e chuveiros elétricos, entre outros utensílios.
De acordo com artigo publicado no site da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o reajuste médio será de 10,47% para 2.572 unidades consumidoras na comuna de Novo Horizonte, no interior de São Paulo.
Ainda segundo a ANEEL, o principal influenciador nessa alta de considerável percentual foi a despesa da cooperativa com o pagamento de encargos segmentais.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Contas de luz ficam mais caras em quatro distribuidoras


A população mundial com acesso a energia elétrica não valoriza um simples click no acender da luz, um chuveiro em funcionamento, horas a fio por meio de computadores. Esse fato só é considerado, na maioria das vezes, quando a conta de luz chega à residência ao final do mês ou quando o recurso é cortado (seja por falta de pagamento ou acontecimentos naturais).

Informativo divulgado na página virtual da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aponta que quatro distribuidoras de energia incrementarão os valores das contas por meio de um reajuste tarifário, já em conformidade ao calendário anual que leva em apreço a data de aniversário dos contratos de concessão anteriormente assinados.

A Caiuá Distribuidora S/A terá reajuste de 6,07%, em média, enquanto a Companhia Nacional de Energia Elétrica de 5,77%. Completam a lista a Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S/A, cujo índice de alta será de 12,04%, e a Empresa Elétrica Bragantina S/A, de 4,68%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento na Tarifa de Energia Elétrica no Rio Grande do Sul


Serviço indispensável à sociedade atual, a energia elétrica vai ficar mais cara para 118 municípios gaúchos. Diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) sancionou na terça-feira (12) um reajuste médio de 7,56% para a concessionária AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S.A.

A alta começará a valer a partir do dia 19 deste mês e abrangerá aproximadamente 1.184 milhão de residências de acordo com informações dispostas na página da ANEEL.

O reajuste de baixa tensão, geralmente aplicado em residências, será de 6,36%, enquanto para alta tensão, mais comum em indústrias, abrangerá taxa de 8,82%.

O cálculo do reajuste tem por base despesas comuns da atividade de distribuição, que conta entre demais indexadores com o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Energia Elétrica – 10 distribuidoras irão reajustar os valores das tarifas


Essencial para a vida em função da organização social, a energia elétrica oferecida por dez distribuidoras serão atualizadas neste mês. De acordo com o calendário da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), estão dentro do cronograma de altas a AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A, a Centrais Elétricas Matogrossenses (Cemat), a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), a Companhia Energética de Minas Gerais S/A (Cemig), a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern), a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL-SP), a Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S/A (Enersul), a Energisa Sergipe – Distribuidora de Energia S/A (ESE) e a Usina Hidro Elétrica Nova Palma Ltda (Uhenpal).

A partir do próximo dia 8 (sexta-feira), as empresas Cemat, Cemig, CPFL Paulista e Enersul já repassarão os reajustes aos consumidores. A AES Sul e a Uhenpal praticarão a alta de 19 de abril em diante, enquanto Coelba, Cosem e Energisa Sergipe darão início às novas diretrizes em 22 de abril. A Celpe, finalmente, reajustará os valores no dia 29.

Os índices de reajuste médio vão desde 6,71% pela CPFL, atingindo 234 municípios, até 13,18% pela Cemat, taxa de incremento que afetará 141 municípios.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cobrança indevida de energia pode ser revista


A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) trocou hidrômetros de inúmeras residências. Após semanas de funcionamento dos novos equipamentos, valores astronômicos em contas dos consumidores vieram à tona, acarretando em reportagens edificadas por jornais impressos e televisivos. Em alguns casos, valores médios de R$ 30 saltaram para mais de R$ 1 mil. A justificativa padrão da companhia foi problemas no encanamento do imóvel.

Essa reclamação, tanto de um lado (consumidor) como de outro (empresa), porém, também abrange outros setores, como o da energia elétrica. O consumidor que for acusado de irregularidades no referente ao medidor de luz, pelas concessionárias, não deve ser obrigado a assinar o termo de confissão de dívida, situação que se levada adiante tira todo o direito de se recorrer quanto a alguma cobrança indevida.

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) indica ao consumidor apontado como fraudador recorrer ao Juizado Especial Cível ou à Justiça comum. Se a distribuidora, por outro lado, constatar algum problema na medição do consumo, precisa informar o cliente sobre isso e elucidar os critérios utilizados na cobrança.

Primeiramente, a Proteste orienta que os consumidores procurem a concessionária de energia caso não concorde com o valor cobrado. Se um acordo não for estabelecido, deve se encaminhar à agência reguladora estadual ou diretamente à ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: SPC Brasil



Energia Elétrica fica mais cara no interior de SP


A energia elétrica é um bem intrínseco ao mundo atual. Até aldeias indígenas, que na época das séries iniciais do ensino fundamental são vistas como atrasadas tecnologicamente, fazem uso de televisores. Entretanto, todo benefício tem seu custo, e consumidores de inúmeros municípios do interior de São Paulo desembolsarão um pouco mais para acender luzes, ligar geladeiras, entre outros.

Segundo informações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os clientes atendidos pelas distribuidoras Companhia Jaguari de Energia (CJE), Companhia Paulista de Energia Elétrica (CPEE), Companhia Luz e Força Santa Cruz (CFLSC), Companhia Luz e Força Mococa (CLFM) e Companhia Sul Paulista de Energia (CPFL Sul Paulista) terão reajuste médio de 11,33% nas contas, com destaque a pessoas físicas abrangidas pela CPEE, de 16,03%, e a pessoas jurídicas acolhidas pela CLFSC, de 19,26%.

Por outro lado, as altas mais amenas à residências foram estipuladas aos atendidos pela CPFL Sul Paulista, de 6,7%, e às indústrias pela Jaguari (CJE), de 6,45%.

As tarifas entrarão em vigência a partir de 03 de fevereiro (quinta-feira) aos clientes instalados em São José do Rio Pardo, Itapetininga, Mococa, Jaguariúna, Divinolândia, Guareí, Pedreira, entre outros.

De acordo com a Aneel, os índices aprovados espelham, além de outras questões, a variação do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que em 2010 apresentou índice de 11,32%.

Para conferir a tabela de reajustes, acesse o site da agência.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Aneel



Energia Elétrica – Tributos que encarecem a conta


De acordo com dados do Instituto Acende Brasil, no ano de 2009 dos valores pagos pelo consumo de energia elétrica no país, quarenta e sete por cento do total referem-se a pagamentos de encargos e impostos.

O valor registrado em 2009 foi maior em relação ao ano de 2008, onde foi registrado que cerca de quarenta e cinco por cento dos valores pagos com energia elétrica foram para os cofres públicos. Há vários impostos que incidem sobre as contas de energia elétrica e, de acordo com o instituto, os que mais oneram são os impostos estaduais e federais.

Só a Confins por exemplo, passou de 3,48% para 6,942%, no decorrer dos anos de 1999 a 2008. Além disto, encargos como o CCC (Conta de Consumo de Combustíveis) também são relevantes na contribuição para o aumento da carga tributária no setor elétrico.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Tempo Online, Correio do Estado



Reajuste nas Contas de Luz de MG e RJ


O setor elétrico do país movimenta notícias diárias entre a grande imprensa devido à Usina de Belo Monte e toda polêmica que a cerceia, bem como pelas informações de ressarcimento, por parte das fornecedoras, aos consumidores em virtude de apagões ocorridos nos últimos meses.

Em 15 de junho, terça-feira, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sancionou o reajuste de tarifas anuais da Energisa Minas Geras S/A, da Energisa Nova Friburgo S/A e da Companhia Força e Luz Cataguazes Leopoldina S/A. Ambas são responsáveis pelo fornecimento de luz, por assim dizer, a 466 mil unidades consumidoras de Minas Gerais, Nova Friburgo e Rio de Janeiro.

À Energisa MG, o reajuste estipulado será de 8,29% a domicílios e outros 9,07% às indústrias. À Energisa Nova Friburgo, será repassado ascensão de 1,02%, em média, aos consumidores estabelecidos em residências, enquanto ao setor industrial, 2,39%.

Segundo o portal de notícias G1, as tarifas começarão a vigorar na próxima sexta-feira, 18 de junho, ocasião na qual as informações serão publicadas no Diário Oficial da União.

Fonte G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



Energia Elétrica – Reajuste de Tarifas em SP, MS e MG


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), sempre comprometida em oferecer o melhor suporte aos cidadãos brasileiros, informou que os residentes nos Estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo sofrerão reajustes em suas contas elétricas.

Em São Paulo, a Aneel indica que a população localizada nos mais de 230 municípios atendidos pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) se beneficiará de um arrefecimento de 5,69% na tarifa mensal. Minas Gerais, por sua vez, proporcionará uma diminuição de 1,48% aos usuários situados em 774 municípios comportados pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

O portal de economia Terra indica que os clientes compreendidos nos serviços oferecidos pela Empresa Energética de Mato Grosso do Sul (Enersul) terão efeito contrário, pois o reajuste em suas tarifas será para mais, estabelecido em 2,58%.

Fonte: Portal Terra

Por Luiz Felipe T. Erdei



Light investe na redução de perdas elétricas


No objetivo de se adequar às novas metodologias da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Light, distribuidora de energia elétrica responsável pelo Estado do Rio de Janeiro, investirá R$ 700 milhões neste ano, dos quais 28,5% serão concentrados na redução de perdas elétricas.

Ronnie Vaz Moreira, vice-presidente de Relações com Investidores da empresa, enfatiza que 122 mil medidores eletrônicos serão instalados para que se evitem as tais perdas em aproximadamente 38,6% já para 2010.

Segundo a liderança, em discurso relacionado pelo portal de Economia do Estadão, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) prejudicou o combate a esses danos devido a uma demora em autorizar a instalação dos novos equipamentos.

Moreira, por fim, afirma que a substituição de redes antigas por outras novas, bem como o combate à clandestinidade, assegurarão que o número de cortes de energia venha a cair consideravelmente.

Fonte: Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajuste de Tarifas de Energia Elétrica pode sofrer Mudanças pela Aneel


A tarifação de energia elétrica foi um dos assuntos que renderam bons noticiários nos principais telejornais do país há poucos meses. Havia muita especulação, à época, sobre as possíveis distorções de cobranças aos consumidores. A justificativa, no geral, não era lá muito satisfatória.

Para por um fim nesse impasse, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidirá, em 2 de fevereiro, mudanças no método de reajuste das tarifas de energia elétrica. Na ocasião, a alteração será executada por meio de um aditivo nos contratos de concessão com as empresas que distribuem a energia a residências e condomínios, segundo o Portal Dinheiro, do UOL.

Caso a alteração seja aprovada, entrará em vigor de imediato. Ainda segundo o Portal UOL, em fevereiro, aproximadamente 10% das distribuidoras brasileiras entrarão em processos de reajustes de acordo com os novos cálculos.

Surpreendentemente, o UOL decidiu fazer sua parte e calculou quanto de dinheiro foi relacionado dentro dessas distorções já mencionadas. A soma é de R$ 1 bilhão anuais, ou seja, muita cobrança indevida foi executada.

Conheça mais detalhes sobre o assunto e saiba alguns fatos aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Descontos na Energia Elétrica para população de baixa renda


Uma informação errônea foi apresentada por Edison Lobão, ministro de Minas e Energia.

Na quarta-feira, 20 de janeiro, o político revelou que o teto salarial a famílias beneficiadas pela denominada Tarifa Social de Energia Elétrica era de três salários mínimos. No entanto, em 21 de janeiro, a autoridade se retratou e disse que essa iniciativa é destinada somente aos que ganham meio salário mínimo.

A Agência Estado divulgou que o comprovante necessário para que as famílias possam conquistar descontos no pagamento de Energia Elétrica é o Bolsa Família, ou, então, algum outro que ateste a renda familiar.

Lobão afirmou que o benefício será estendido a comunidades indígenas e quilombolas, que não precisarão pagar nenhum centavo para obterem energia elétrica, desde que consumam até 40 quilowatts.

Portadores de deficiência e pessoas com mais de 60 anos de idade, desde que comprovadas dificuldades financeiras, também obterão descontos.

O total injetado pela Conta de Desenvolvimento Energético é de R$ 2 bilhões anuais, este, que é um dos encargos presentes na conta de luz.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cobranças Indevidas na Contas Elétrica – Edison Lobão pede para População Aguardar Solução do Governo


E o caso da cobrança indevida nas contas elétricas de inúmeros cidadãos pode ter, novamente, um novo capítulo. Isto porque Edison Lobão, ministro das Minas e Energia, afirmou que a população precisa confiar no governo e aguardar uma solução final para essa problemática.

Lobão assegura que estudos em torno dessa situação serão feitos em conjunto com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com o objetivo de averiguar se as cobranças inadequadas – supostamente decorrentes desde 2002, segundo levantamento feito pelo Tribunal de Contas da União – aconteceram e ainda acontecem.

Para tanto, o ministro pediu calma às pessoas que já entraram na Justiça a fim de serem ressarcidas. Ele assevera que caso algum entrave seja constatado, em breve haverá um desfecho no que depender do governo e da Aneel.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajustes Energia Elétrica – ANEEL afirma que não devolverá dinheiro a consumidores


O setor de energia elétrica foi pressionado, há poucos dias, por consumidores que alegaram, indiretamente, que as contas vieram com uma cobrança além daquela dita justa, desde 2002. Em contrapartida, Nelson Hubner, diretor-geral da Aneel, alegou que não haverá devolução alguma aos consumidores.

Hubner assegura não existir erro nas cobranças, tanto que os reajustes repassados pela Aneel foram estabelecidos com base nos contratos e no marco legal. Mesmo assim, a partir de 6 de novembro, uma proposta de modificação dos contratos será colocada em audiência, a fim de que se corrija a deformidade no procedimento de cálculo dos reajustes tarifários.

Essa proposta continuará em audiência até o dia 27 deste mês. Para Joisa Campanher Dutra, a mudança só poderá vigorar se for feita bilateralmente, ou seja, obedecendo vontades da Aneel e anseios de cada distribuidora do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reunião deve definir Ressarcimento das Contas de Energia Elétrica para os Consumidores


Parece que finalmente o governo decidiu tomar frente e assegurar o bem-estar da população brasileira. Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Edison Lobão, ministro de Minas e Energia, se encontrarão com Nelson Hubner, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com a finalidade de ressarcir os consumidores que têm pago a mais contas desde 2002.

As distribuidoras do sistema elétrico, ao que se sabe, almejam participar dos embates entre a cúpula deste caso, porém, com uma ressalva: que todo e qualquer processo de ressarcimento seja único e exclusivamente apresentado pela Aneel, que é a grande responsável pela fiscalização do setor.

Em conformidade com um levantamento executado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o consumidor brasileiro tem efetuado seu pagamento além do preço justo por conta de erros de cálculos nos reajustes tarifários. Se fossem corretamente baixados, provavelmente trariam valores menores à sociedade.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Governo irá incentivar troca de geladeiras velhas por novas


Até o início de março, o Governo Federal deverá lançar um programa que irá ajudar as famílias de baixa renda a substituirem geladeiras velhas por novas. O objetivo é diminuir o gasto energético e dar um “empurrãozinho” no setor de vendas de eletrodomésticos, que está prejudicado com a crise econômica. A meta é susbtituir 1 milhão de geladeiras por ano.

Haja vista que geladeiras antigas são as que gastam mais energia, o programa trará uma economia anual de R$100 na conta de luz da população de baixa renda, afirma o Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc. 

Uma forma de cumprir a meta é através da utilização do fundo de eficiência energética para a distribuição de geladeiras, através de sorteio, para a população de muito baixa renda.  Outra forma de conseguir a troca da geladeira será através de descontos e juros menores no financiamento ao entregar a geladeira velha na hora da compra. 

A estimativa é que este programa resultará numa economia de enregia equivalente ao que é gerado por uma turbina da Hidrelétrica de Itaipu, cerca de 5,26 gigawatts/hora, afirma o Ministro.



Reajuste da tarifa de energia elétrica – SP, RS, MG, PR e ES


Pois é, tá todo mundo aí comemorando o reajuste do salário-mínimo, que subiu pouco mais de 12%. Mais dinheiro no bolso, mais poder de compra, tudo mais barato né?

Bem, não exatamente. A Aneel já autorizou um reajuste das tarifas de energia elétrica em 7 empresas, 5 delas no estado de São Paulo, 1 no Rio Grande do Sul e outra no Espírito Santo. É esperado que surjam novos reajustes.

Por enquanto, os reajustes serão localizados e afetarão cerca de 450 mil consumidores. No estado de São Paulo, consumidores da Jaguari (CJE) em Jaguariúna e Pedreira pagarão 8,67% (residências) e 9,8% (indústrias) a mais por sua energia; em Mococa e 3 cidades do vizinho estado de Minas Gerais, a Mococa (CLFM) reajustará as tarifas em 4,77% (residências) e 7,7% (indústrias); na região de São José do Rio Pardo, o reajuste da CPFL Leste Paulista será de 7,27% (residências) e 18,76% (indústrias); na região de Itapetininga, a CPFL Sul Paulista reajustará as tarifas em 8,88% (residências) e 12,48% (indústrias; e a Santa Cruz (CLFSC) reajustará as tarifas em 14,62% (residências) e 5,69% (indústrias) em 24 cidades paulistas e 3 no Paraná.

No Espírito Santo o reajuste da Luz e Força Santa Maria (ELFSM) será de 2,08% para residências e de 8,62% para indústrias.

E, no Rio Grande do Sul, boa notícia: haverá reajuste, mas para baixo, para diminuir o preço. 13 mil consumidores Usina Nova Palma, em Restinga Seca/RS, terão uma diminuição de 1,24% no preço de sua tarifa. Mas este índice só deve valer a partir de abril, pois ainda vai a audiência pública.