Atualizações anteriores



Empresários estão menos confiantes, diz CNI


A economia do país entre 2009 e 2010 deu uma boa decolada, reflexo do alto consumo proveniente de todas as classes sociais e de adoções de estímulos por parte do governo. Bens e serviços foram altamente procurados e traduziram com maestria a confiança do brasileiro quanto ao plano econômico. Os empresários, nesse meio tempo, também se sentiram mais a vontade para investimentos, mas dados recentes apontam queda no otimismo.

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) arrefeceu 0,8% neste mês em comparação a março, para 59,7 pontos. Esse recuo é o terceiro seguido em termos mensais. No confronto anual, ressalta o órgão, o medidor arrefeceu 7,2%.

Enquanto a CNI aponta que o índice de confiança apresentou a mesma taxa registrada na média histórica, assinala ser a primeira vez desde julho do ano passado que isso acontece com valores abaixo de 60 pontos. Para Renato da Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da confederação, esse resultado aponta que os empresários estão mais incomodados com o futuro dos negócios e da economia, tanto que esse índice pode suscitar corte de investimentos.

O levantamento da CNI revela que a baixa no otimismo, no mês passado, aconteceu em todos os portes (pequenas, médias e grandes indústria) e em todos os locais do Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Faturamento das empresas em 2011 – Empresários estão otimistas


As perspectivas de crescimento da economia brasileira são mais modestas para 2011 em comparação aos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionados ao ano passado, os quais abrangeram alta de 7,5% do produto Interno Bruto (PIB). O mais recente relatório Focus, do Banco Central (BC), aponta índice de 4,03% para este ano – taxa que pode declinar ainda mais.

De acordo com a Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial, 60% dos empresários consultados pretendem rever seu faturamento no 2º trimestre deste ano, contra 40% dos que ambicionam mantê-lo dentro do planejado anteriormente. Os números do período anterior, porém, foram mais altos, uma vez que se registraram taxas de 66% e 34%, respectivamente.

A Serasa aponta, através das opiniões de pouco mais de mil empresários, que 88% deles estimam revisão para cima do faturamento no 2º trimestre, o restante, por outro lado, para baixo. Entre janeiro e março, os índices registrados foram de 85% e 15%, respectivamente, ou seja, o otimismo ainda está presente.

Por segmentos, a indústria é a que mais se mostrou positiva, com 90% dos empresários prognosticando revisão de faturamento para cima. Não tão distante e igualmente importante, no setor de serviços a taxa foi de 88% e o no comércio, de 87%.

Esses números ilustram situação positiva, não pelos dados em si, mas porque o BC deu início ao ciclo de altas da Selic, taxa básica de juros da economia, e os números responderam quase sem sentir a medida. Nas últimas semanas do ano passado a instituição já havia adotado outra regra de aperto, porém relacionada à restrição de crédito para pessoas físicas e jurídicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Salário de Empresários é Superior ao de Assalariados


Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assoalha que ser dono do próprio negócio é uma característica mais rentável entre a opção de ser assalariado.

De acordo com o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), realizado com base na opinião de quase 2,8 mil pessoas por todo o país durante os seis meses finais do ano passado, 25,31% dos trabalhadores recebem remuneração equivalente a dois mínimos – em alguns casos até mais.

O SIPS distingue que os trabalhadores por conta própria, bem como os microempresários com, no máximo, cinco funcionários, contraem montante duas vezes maior em relação aos ganhos dos assalariados. Para 54,59% dos pequenos empresários, os rendimentos superam dois salários-base mensalmente.

O sonho do negócio próprio, porém, não é a primeira alternativa almejada pelos desempregados em função do temor quanto ao processo de criação de uma empresa, sobretudo porque a concorrência é grande. Curiosamente, essa situação é até mais citada pelos empresários em relação às justificativas mais tradicionais: dificuldades de obtenção de crédito e altas taxas tributárias.

Para quem imagina poder fazer seu horário por ser dono do próprio negócio é melhor se atentar. Os empresários mencionam essa recorrência como um dos entraves à vida pessoal, além do fator férias, não acessível à maioria.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Software gratuito oferece Gestão de Projetos a empresários


No intuito de oferecer gestão eficaz a micro e pequenas empresas, a companhia Gestão de Processos Estratégicos e Tecnologia da Informação (GPE) acaba de dispor gratuitamente ao mercado uma ferramenta online para tal, ou seja, sem que seja necessária a instalação de aplicativos no computador.

Batizado de ScrumHalf, a ferramenta tem por peculiar característica a divisão de um projeto em etapas, além de possibilitar o estabelecimento de prioridades e repartição de afazeres. Além desses, o software admite integração entre os componentes de uma equipe e a conferência do andamento do serviço realizado.

De acordo com José Augusto Rodrigues Neto, diretor-executivo da GPE, a diferença do ScrumHalf com outros sistemas do mercado é o fato de abranger especialmente a língua portuguesa e abrir leque às necessidades de inúmeras empresas, entre as quais acesso ao sistema através da internet.

O aplicativo é disponibilizado com limitações para apenas um projeto e de um a três usuários. Para utilizá-lo, acesse o site oficial aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Sebrae



Empresários brasileiros estão confiantes em 2011


O horizonte positivo da economia brasileira passou a despontar significativamente bem após os primeiros indícios de superação do país diante da crise financeira mundial. Tanto empresários como consumidores estão otimistas, na atualidade, situação que propicia benefícios interessantes a todas as partes envolvidas.

Informações divulgadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) abraçou 62 pontos neste mês, patamar semelhante ao constatado em novembro de 2010 e 0,5 ponto acima do conquistado em dezembro (61,5 pontos).

Considerando valores de zero a 100 pontos, o ICEI aponta otimismo entre os empresários quando ultrapassa 50 pontos. Apesar de ilustrar confiança, o índice constatado há exatamente um ano foi bem superior ao atual, de 68,7 pontos.

Separado por regiões, o estudo indica os empresários situados no Nordeste e Centro-Oeste como aqueles com maior otimismo, com índices em 65,2 pontos e 64,7 pontos, respectivamente. Por outro lado, se considerados os empreendedores da região Sul do país, o indicador ilustra avanço de 1,6 ponto em janeiro ante dezembro, o mais alto em todo o Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI