Destaque em Dívidas

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Brasileiros utilizarão o 13º salário para quitar dívidas


Pesquisa revelou que 74% dos brasileiros assalariados irão destinar o 13º salário para quitar suas dívidas.

Um estudo indica que a maioria dos brasileiros irá utilizar o 13º salário para pagar suas dívidas. A renda extra servirá para tampar parte do rombo que a recessão econômica acusou no bolso do consumidor.

Uma pesquisa divulgada pela Anefac na última segunda-feira (26) revelou que 74% dos assalariados irão destinar o 13º salário para quitar suas dívidas. A mesma pesquisa realizada no último ano obteve um resultado 8,8% menor do que no ano de 2015.

Dentre os trabalhadores que irão pagar suas dívidas com o 13º, 83% estão inadimplentes com o cartão de crédito e o cheque especial e pretendem utilizar os recursos do fim de ano para regularizar a situação com os mesmos.

Entre aqueles que possuíam dívidas com prestações do comércio houve uma redução de 20% se comparado com os números do ano passado (2014).

O maior vilão do encargo de dívidas do consumidor é o cartão de crédito. Do dividendo total, o cartão de crédito representa 44% das dívidas, seguido do cheque especial, com 39%.

Outra má notícia é que caiu o número de brasileiros dispostos a dedicar o salário extra para presentear a família, amigos e entes queridos neste fim de ano. A pesquisa revela que caiu em 27% o número de consumidores dispostos a comprar presentes. Esse número é preocupante para o comércio, que movimentará menos recursos e como consequência irá gerar menos empregos. A crise é, sem dúvidas, uma reação em cadeia.

Caiu também em 27% o número de consumidores que tem a pretensão de poupar parte da renda para quitar suas despesas do começo do ano seguinte.

De um modo geral, a pesquisa realizada pela Anefac revela que aumentou o número de pessoas que pretendem gastar menos no natal e diminuiu o número de pessoas que pretendem gastar mais. Neste ano, 90% dos consumidores pretendem gastar, no máximo, R$ 500,00, contra 87% no último ano.

Esperamos que a economia retome o crescimento em 2016 e que o consumidor tenha maior poder de compra no fim do ano, além de poder honrar com seus compromissos financeiros.

Por André César

13º salário



Bancos estão dispostos a renegociar dívidas de clientes


Situação econômica do Brasil fez com que os bancos ficassem mais dispostos a renegociar as dívidas de seus clientes, oferecendo mais opções de pagamento.

Com o crescente aumento da inadimplência provocada pelo agravamento da crise financeira do país, os bancos estão cada vez mais dispostos a renegociar dívidas com os seus clientes.

Como a inadimplência é um fenômeno inevitável no cenário atual da crise no país, o esforço feito pelas instituições bancárias é para evitar que o indicador de inadimplência aumente em uma velocidade ainda maior do que já está acontecendo.

Os esforços são para garantir o pagamento mínimo das dívidas, já que no mês de junho, os calotes vindos das pessoas físicas aumentaram nos bancos, após vários trimestres em redução.

O Banco Central divulgou dados recentes em que se percebe um índice no mercado de crédito com recursos livres com uma queda em seu fechamento do mês de agosto: foram 5,5%, 0,1% a mais que o mês anterior, onde o índice foi de 5,4%. O mês registrou o índice mais alto de todo o ano. O BC registrou também número recorde da taxa de desemprego do brasileiro. No mês de agosto, o número era de 7,6%, o maior número apurado pela Pesquisa Mensal de Emprego, que é realizada desde 2013, pelo IBGE.

Perante esse cenário pessimista, os bancos tentam retomar uma postura de renegociação com os clientes, para ajudá-los também com o controle de suas contas e dar um fôlego a já  desgastada vida financeira destes.

Uma das alternativas para renegociação das dívidas é a proposta do banco espanhol, que reempacota diferentes dívidas do cliente em um só empréstimo. Que possui juros e prazos melhores. A iniciativa foi batizada de Crédito sob controle e engloba casos como cartão de crédito, crédito pessoal e cheque especial, que são créditos sem garantia.

Os clientes adimplentes sob o risco de default também ganharão atenção especial dos bancos. A partir do próximo dia 15 de outubro, o banco oferecerá uma opção de renegociação de dívidas pela internet, por meio do Portal da Renegociação, que foi lançado no final do último ano e já fez com que o BB recuperasse quase R$ 1,5 bilhão com cerca de 140 mil inadimplentes, e agora espera aumentar o número arrecadado, incluindo também os clientes adimplentes. Para isso, o sistema analisará o perfil de seus investidores, cruzando diversas informações, para identificar futuros inadimplentes.

Uma das soluções dos bancos para o risco da inadimplência é o crédito pessoal com a garantia do imóvel, chamado de home equity. O crédito oferece prazo mais longo e juros bem menores do que o convencional, porém ainda não caiu no gosto dos brasileiros, pelo medo da perda da casa própria para pagar o empréstimo pessoal.

Por Rodrigo Silva

Dívidas



Dicas para evitar dívidas desnecessárias


Em tempos de crise econômica, é preciso ter cautela e uma boa educação financeira para evitar contrair dívidas e ficar no vermelho.

Com a economia do país em crise, e a taxa de juros em alta, é um péssimo momento para se contrair dívidas, segundo os especialistas financeiros. Dívidas como o cartão de crédito, ou o cheque especial, podem em questão de meses, tornar-se uma bola de neve quase impossível de ser liquidada. Para evitar algumas armadilhas, confira as dicas abaixo:

– Faça planilhas de gastos:

Verifique todos os gastos fixos de sua casa: aluguel, financiamentos, mensalidades, contas como água, luz ou telefone, devem estar anotadas e ser consideradas “gastos fixos mensais”. Gastos eventuais, como saídas e viagens e compras supérfluas (roupas ou sapatos) devem ser anotados como “gastos eventuais”. Se a situação financeira não está das melhores, melhor cortar os gastos eventuais e fazer de tudo para economizar nos fixos. O segredo é manter a receita sempre acima dos gastos.

– Tenha uma poupança:

O brasileiro tem o hábito de não possuir reservas, e a qualquer instabilidade financeira, recorre facilmente a armadilhas de altos juros para cobrir as contas. Os especialistas afirmam que todos deveriam ter pelo menos 2 ou 3 meses de salário guardados na caderneta de poupança (investimento com menor risco), para evitar surpresas com alguma eventualidade.

– Avalie a necessidade da compra:

São basicamente três perguntas que o consumidor deve fazer:

– Eu preciso disso?

– Eu tenho dinheiro para pagar isso?

– Tem que ser agora?

Se todas as respostas forem afirmativas, a compra está liberada, mas se uma das perguntas deixou alguma dúvida, melhor adiar a compra para evitar o endividamento, além disso, as condições de pagamento e financiamento devem ser analisadas com calma antes de fechar qualquer negócio.

– Busque descontos:

Se está fazendo uma compra à vista, peça um desconto ao vendedor. A negociação é sempre uma boa arma para economizar algum dinheirinho e evitar surpresas no final do mês.

– Deixe o cartão em casa e diminua seu limite:

Por mais que a compra não seja necessária, a disponibilidade do cartão de crédito e de um limite alto no cheque especial pode gerar a sensação de dinheiro imediato, o que leva ao consumismo exagerado. Quando sair para as compras, leve somente o necessário, em espécie para evitar dores de cabeça no futuro.

As dicas acima são somente uma estratégia para o consumidor evitar maiores gastos. Se você é um consumidor compulsivo, ou se não tem mais controle sobre suas contas o melhor a fazer é uma reeducação financeira mais radical. Cursos como os oferecidos gratuitamente pela BM&FBovespa podem ser uma solução para reorganizar definitivamente seus gastos. Neles, os alunos aprendem estratégias de como evitar dívidas, como economizar e em alguns níveis mais avançados, como fazer investimentos para rentabilizar seu dinheiro.

Por Patrícia Generoso

Educação financeira



Número de inadimplentes aumentou em julho


Alta de inadimplentes em julho foi de 4,47%, cerca de 57 milhões de brasileiros.

De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo CNDL e também pelo SPC Brasil, o número de inadimplentes no País cresceu 4,47% no mês de julho, ou seja, cerca de 57 milhões de brasileiros fecharam o mês de julho na inadimplência.

O aumento no número de inadimplentes é em comparação com o mesmo período do ano passado. Há vários motivos para este aumento de inadimplentes no País, mas os principais são a crise econômica, a inflação, os altos juros e também o desemprego. A grande maioria dos consumidores que está hoje com o nome na lista de inadimplentes faz parte de um destes grupos.

Quando a crise começou a se agravar no segundo trimestre deste ano, muitos acreditaram que ela não duraria muito tempo e resolveram se arriscar. O crescente desemprego, alta dos juros, inflação disparada, entre outros fatores fizeram com que estas pessoas não estivessem preparadas para enfrentar a crise que vem se prolongando e não dá sinais de que irá melhorar este ano.

E dos mais de 57 milhões de brasileiros inadimplentes, muitos estão devendo empréstimos bancários, contas de serviços e principalmente, pagamentos ao comércio, de acordo com Honório Pinheiro, presidente da CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.

Mas o crescimento da inadimplência vem aumentando há mais tempo e a CNDL detectou que desde o início do ano passado o número de inadimplentes vem aumentando, só que agora a situação é bem mais complicada, por causa dos vários fatores acima citados, que dificultam ainda mais para o consumidor reverter sua situação.

Marcela Kawauti, economista do SPC Brasil, apontou que o crescimento da inadimplência está refletindo a piora da economia brasileira nestes últimos meses e também tem o fator do desemprego que faz com que a capacidade do consumidor de saldar suas dívidas caia.

A maior parte das dívidas está relacionada ao setor bancário, com 48,29% dos inadimplentes, depois vem o comércio com 20,14% dos inadimplentes.

Outro fator já esperado para o aumento da inadimplência no País são os setores de água e luz, que após os vários aumentos, contam hoje com um número muito maior de consumidores em atraso com os pagamentos de suas contas.

Por Russel

Inadimplentes



13º Salário – Trabalhadores devem Utilizar o Salário para Pagar Dívidas


Economistas indicam que grande parte dos brasileiros com benefício do 13° salário pretende pagar dívidas com a quantia. Trabalhadores formais e informais devem ganhar a renumeração extra, conforme indica as leis trabalhistas.

De acordo com a pesquisa da ANEFAC, que entrevistou 634 consumidores na cidade de São Paulo, cerca de 60% dos entrevistados devem pagar dívidas que foram contraídas com uso do cheque especial. Também existe uma porcentagem alta de pessoas que desejam limpar o nome na praça.

Por conta de dívidas contraídas no passado, o Natal pode ficar prejudicado. Ainda conforme a ANEFAC, 15% dos entrevistados indicam que usam o dinheiro para comprar presentes, visto que 11% poupam ou fazem investimentos. Além disso, cerca de 4% deseja reformar ou investir na compra da casa própria.

Até mesmo quem deseja poupar na verdade economiza para pagar dívidas posteriores. Por exemplo, há pessoas que seguram o décimo terceiro salário no intuito de pagar as contas que surgem no começo do ano, como no caso de matrículas em instituições de ensino, IPTU, IPVA, entre outros.

O poder público indica que quase 65 milhões de trabalhadores brasileiros recebem o décimo terceiro salário. Não se pode ignorar o fato de que idosos e pensionistas têm direito ao benefício.

Os valores de pessoas que ganham décimo terceiro salário têm como base números do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), grupos de pesquisas filiados ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

Por conta das dificuldades em mensurar recursos, não entra na contabilização oficial o público assalariado sem carteira assinada e que recebe o abono ao final do ano, embora categorias de trabalhadores informais também tenham direito ao benefício.

Nos dados, deixam de fazer parte da contagem os pagamentos antecipados que aconteceram ao longo do ano, como nas férias.

Por Renato Duarte Plantier



Serasa Experian espera inadimplência menor em 2013


A Serasa Experian divulgou nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, dados sobre a inadimplência no ano de 2012.

Segundo o órgão deve haver uma diminuição nos não pagamentos tanto de empresas quanto de consumidores no ano que está terminando.

Para a Serasa Experian diversos fatores contribuíram para esta situação como a diminuição do desemprego, aumentos salariais, taxa básica de juros em valores baixos e a melhoria no sistema de crédito bancário no Brasil.

Com isso, é esperado ainda um crescimento da economia doméstica e uma redução maior da inadimplência no ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais



Dívida Tributária – Parcelamento dos valores em atraso


Deverá ser publicada no Diário Oficial da União, a resolução regulamentadora do parcelamento de valores tributários em atraso no Simples Nacional.

O (CGSN) Comitê Gestor do Simples Nacional, já aprovou a medida.

Valores da Dívida Ativa da União, que estão em atraso, não estão enquadrados na divisão em parcelas da Receita Federal, deve-se fazer a negociação destes na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, como informa o site www.pernambuco.com.

Com relação às dívidas sobre o (ICMS) Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços e/ou (ISS) Imposto sobre Serviços, o contribuinte deverá fazer a negociação de forma direta com os municípios e os Estados, conforme orientação da Receita Federal.

Será dado pela Receita o prazo de 60 meses, e seguirão a taxa básica de juros (Selic), para corrigir as parcelas. É proibido conceder novo parcelamento enquanto não for liquidado o parcelamento feito anteriormente.

O valor das parcelas será de R$ 500,00, no mínimo, no que se refere a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e a Receita Federal. E ficará a cargo do município, Estados e Distrito Federal estabelecerem os valores do parcelamento referentes as suas competências.

Será disponibilizado através da internet, pela Receita Federal o pedido para o parcelamento, em janeiro de 2012 para pequenas e micro-empresas.

Por Mônica Palácio



Fecomercio – PEIC apresentou queda em maio de 2011


Com notícias envolvendo a desaceleração da economia durante os próximos meses, o governo brasileiro, valendo-se de medidas restritivas no combate à inflação, não obteve, inicialmente, o foco desejado. Por enquanto, poucas foram as áreas que apresentaram quedas de índices.

Estudo divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) registra arrefecimento no índice de inadimplência do consumidor paulistano pelo segundo mês seguido. Em maio, 45,7% dos lares descreveram algum tipo de dívida, contra 48,3% de abril.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) assinala, em números mais detalhados, que a quantidade de famílias com dívidas baixou de 1,732 milhão para 1,639 milhão entre os dois períodos.

A taxa assinalada em maio é consideravelmente inferior a de fevereiro, que na época chegou a 53,8%. A Fecomercio aprecia que essa situação reflete a baixa no nível de confiança do paulistano nos últimos meses. Ao mesmo tempo, o incremento dos índices de emprego e o aumento da renda surgem como outros dois fatores cruciais aos novos números da PEIC.

Aos que pensam que há algo de estranho na relação confiança versus endividamento, eis uma breve apreciação: a intenção de consumo mais branda, como muito quer o governo, diminui o volume de compras, uma vez que as taxas de juros mais elevadas fazem o consumidor pensar um pouco mais antes de adquirir um bem ou serviço e adiar, assim, aquilo que pretendia realmente fazer.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Curso Online sobre Finanças Pessoais – Informações


Um bom planejamento familiar requer destreza e paciência. Controlar as finanças durante vários meses é tarefa desagradável para alguns, pois qual lar não quer gastar aquilo que ganha sem medir esforços e mesmo assim sobrar algum montante para qualquer eventualidade, como despesas extras, viagens e outros?

A Prepara Cursos, na intenção de oferecer aos brasileiros informações voltadas especificamente ao bom planejamento da renda, divulga o curso online de Finanças Pessoais. Por meio de lições, o estudante passa a ter acesso a dicas de como fazer bom uso de sua renda, bem como hábitos ligados a compras, taxa de juros, economia domésticas e temas envolvendo cartões de crédito e de loja.

Economistas indicam aos consumidores para delimitarem suas despesas de acordo com a remuneração. Entretanto, estudos de origens distintas apontam que isso não tem sido feito pela maior parte da população. Essa situação leva, inclusive, ao aumento dos índices de endividamento.

O curso oferecido pela instituição pode ser um bom início para lares amenizarem e erradicarem problemas. Para mais informações, acesse a página do Prepara Cursos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



APAS – Consumidores endividados prejudicam empresas


Os consumidores permanecem na intenção de adquirir produtos e bens pelos próximos meses, embora o governo tenha estipulado índice de 12,50% à taxa básica de juros da economia, a Selic, e medidas restritivas ao crédito. Enquanto a população se endivida, um estudo relaciona dados que não ocorriam desde 2005.

Segundo levantamento encomendado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) denominado "Tendências do Consumidor", os gastos mensais subiram mais em relação à remuneração. O déficit, no ano passado, abrangeu índice de 3%, possivelmente pelo acesso mais facilitado ao crédito.

Para Dora Ramos, especialista em contabilidade e diretora do escritório de assessoria empresarial Fharos, o nível de endividamento médio da população (1%, de acordo com o estudo) faz o Banco Central (BC) abraçar medidas restritivas na intenção de diminuir o consumo. Portanto, empresas devem ficar cautelosas ante a esse panorama, pois a falta de planejamento dos brasileiros pode acarretar em bolhas.

Toda e qualquer corporação deve ter cuidado redobrado, pois consumidor endividado é sinônimo de menores gastos e aumento de endividamento, prejudicando, assim, a geração de caixa pela empresas e crédito pouco disponível no mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Campanha de Recuperação Mês das Mães 2011 – Serasa Experian


As vendas do Dia das Mães responderam bem às expectativas de todo o comércio. Entretanto, parte dos consumidores, endividados desde o início de 2011, começam a apresentar dificuldades para honrar seus compromissos, fato constatado no último levantamento de inadimplência desenvolvido pela Serasa Experian.

A mesma entidade, por sinal, estende até o último dia de maio (31) a Campanha de Recuperação Mês das Mães 2011. Até o atual momento, 60 empresas do comércio dispuseram a 1,8 milhão de consumidores, por meio do programa, novas chances de renegociação de débitos atrasados com seus credores. O melhor de tudo: sem qualquer intermédio.

Uma das características do programa é possibilitar ao consumidor renegociar sua dívida de acordo com suas possibilidades de pagamento. Para Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian e da Experian Latinoamericana, essa campanha permite não apenas a quitação de dívidas e a consequente regularização, mas também a possibilidade de os compradores voltarem a adquirir – algo benéfico para ambos os lados.

A Serasa revela que esta campanha possibilitou recuperação de 20% da base de clientes de cada empresa, em média, bem como até 30% dos custos relativos a cobranças.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento do número de cheques sem fundos no Brasil


Estudo divulgado pela Serasa Experian aponta que o volume de cheques devolvidos no mês passado superou o índice de devolução constatada no período imediatamente anterior. Em março, o Indicador de Cheques Sem Fundos registrou taxa de 2,13%, contra 1,83% de fevereiro e 1,70% de janeiro.

Embora o número de cheques sem fundos tenha crescido desde o início de 2011, a Serasa assinala que o resultado acumulado do trimestre é o mais brando dos últimos seis anos – considerando-se período igual. Entre janeiro e março computou-se índice de 1,89% no volume de inadimplência com cheques, superando apenas o período análogo em 2005, quando o percentual abrangeu 1,74%.

A alta é explicada a partir de uma série de constatações. Economistas da Serasa assinalam que o apertado orçamento familiar em função do pagamento de impostos e compras de início de ano, tais como IPVA, materiais e uniformes escolares, bem como gastos relativos a férias e Carnaval, pesaram mais no bolso do consumidor.

Em conjunto aos fatores acima descritos, começa-se a perceber que as medidas de restrição ao crédito para impedir alta na inflação, além do ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, pressionaram o aumento no volume de cheques devolvidos.

A unidade federativa com o mais elevado índice no mês de março foi Roraima, com 10,88%. Na outra ponta figurou São Paulo, cuja taxa chegou a 1,45%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Palestra sobre dívidas no Procon SP


Muitas famílias, casais ou o ser individual enfrentam dificuldades para terminar o mês com a remuneração adquirida com muito trabalho e suor. A falta de planejamento pode acarretar, inclusive, em longos problemas a todos os envolvidos e, no caso de marido e mulher, até numa separação.

Para alimentar com consciência a saúde financeira do orçamento doméstico, a Fundação Procon-SP decidiu realizar uma palestra gratuita sobre o tema. A finalidade da conferência é a de incitar o consumidor a mudar seus atuais hábitos para evitar que o endividamento sofra acréscimo, ou seja, que venha a diminuir.

O conteúdo programático abordará assuntos como “Por que fazer orçamento doméstico?”, “Onde e como são gastos os recursos financeiros”, “Ser fiador”, “Renegociação de dívidas”, “Como limpar o nome”, entre outros.

Para acompanhar a palestra, com duração estimada de três horas e meia, basta se inscrever pelo telefone (11) 3824-7065 ou enviar um e-mail para o endereço cursos-procon@procon.sp.gov.br.

A palestra acontecerá no Auditório da Fundação Procon (Rua Barra Funda, 930 – sala 407) em 25 de fevereiro (sexta-feira).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon



Serviço gratuito para quitação de dívidas – Serasa Experian


Os brasileiros ainda se sentem encorajados em adquirir novas dívidas. Os índices de otimismo indicam essa disposição, além de números de vários setores, como é o caso de veículos automotores, imobiliários, entre outros. A quitação de débitos no final do ano, graças à inserção do 13º salário, estimulam, logo em janeiro, a contração de novas compras, por conseguinte, novos endividamentos.

Se aquisições são realizadas e, por algum motivo, não são pagas num determinado prazo, o nome do cidadão estaciona nos Serviços de Proteção ao Crédito (SPC). Com isso, é pouco possível efetuar outras compras parceladas por meio de cheques e cartões de crédito.

Para solucionar problemas como esse é que a Serasa Experian inaugurou o ‘Serviço Gratuito de Orientação ao Cidadão’. Com ele o endividado pode receber informações de como quitar suas dívidas. Oferecido em locais adequados, com segurança eficaz, a pessoa tem a oportunidade de negociar valores diretamente com a empresa reclamante, sem, com isso, ter de contratar serviços terceirizados.

Para saber mais, a Serasa dispõe o telefone (11) 3373-7272.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Dívidas com Cheques sem Fundo e Cartões de Crédito – Crescimento em 2010


Informações levantadas pelo Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor carimbaram que o valor médio dos débitos dos brasileiros com cheques sem fundos progrediu 22,9% entre janeiro e dezembro do ano passado em comparação ao período igual de 2009.

No ano retrasado, o valor médio dos débitos abraçou montante de R$ 1.020,76, pulando para R$ 1.254,44 em 2010. Na mesma base comparativa, de acordo com o portal de Economia UOL, a importância média das dívidas ascendeu 6,8% se relacionados títulos protestados, para R$ 1.183,09, contra R$ 1.107,78 de antes.

A Serasa assinala que o valor médio em dívidas no cartão de crédito avançou 4% em 2010 em relação a 2009. No período anterior atingiu exatos R$ 375,29, no seguinte R$ 390,24. Por outro lado, os débitos com as instituições bancárias recuaram 3% (R$ 1.353,22 em 2009 para R$ 1.311,97 em 2010).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Dívida Média do Consumidor Brasileiro – Dezembro de 2010


Contrair dívidas é um ato até bastante comum para milhares de brasileiros. Compra de imóvel, carro, bens como fogões, geladeiras e máquinas de lavar, televisores, viagens, entre outros, pautam o cotidiano de pessoas que possuem, ou não, bom controle da remuneração mensal – gastos menores que ganhos.

Dados do Índice de Expectativas das Famílias (IEF) relacionados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinalam que a dívida média do consumidor do país ultrapassou R$ 4,6 mil no mês passado, 1,71% inferior ao valor constatado no mês imediatamente anterior (cerca de R$ 4.680).

O estudo revela que 20% das pessoas sondadas afirmaram conterem dívidas de até metade de sua remuneração mensal, enquanto outros 22% assoalharam estar entre 50% e 100% da renda envolvida em dívidas. Somente 8,4% dos sondados afirmaram alto endividamento.

Por outro lado e infelizmente, quase 24% dos cidadãos endividados asseveraram dever entre uma a duas vezes sua renda do mês e outros 19%, de duas a cinco vezes. Para compensar esses índices, 50,4% dos consultados afirmaram estar em dia com suas contas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Classes C, D e E – Preocupações em Pagar as Contas em dia


Pagar as contas em dia é sinônimo de tranquilidade, embora outros pontos sejam de vital importância para o bem-estar social individual e familiar. Independente da remuneração, bom planejamento financeiro é importante para a honra de compromissos.

Estudo enunciado pelo Bradesco Seguros, então feito pelo Instituto GPP, revela que 52% da população abrangida pelas classes C, D e E se atentam em ter dinheiro para comprar itens essenciais à família e conseguir saldar as dívidas. Em outras palavras, mais da metade dessas pessoas têm medo de não conseguir pagar contas.

Matéria veiculada pelo portal Economia UOL assoalha que pelo estudo metade das pessoas de baixa renda está habituada a enfrentar momentos complicados com a ajuda de amigos, familiares e igreja. Outra recorrência neste caso são os trabalhos informais, utilizados como saída por 27% das classes C e D e por 33% da classe E.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Micro e Pequenas Empresas – Inadimplência e Dívidas em Novembro de 2010


Responsáveis por bom número de vagas de trabalho no país, as micro e pequenas empresas sentiram maiores dificuldades em efetuar seus pagamentos pontualmente em novembro. Pesquisa realizada pela Serasa Experian assinala que o comprometimento com as dívidas decresceu de 95,5% no mês retrasado para 95,2% no período seguinte.

A entidade medita que o recuo na pontualidade é proveniente do pagamento da primeira parcela do benefício de final de ano aos trabalhadores (13º salário). Para a entidade, uma das justificativas é de que algumas empresas não delinearam com precisão seu caixa para arcar com esse compromisso.

Embora esse retrocesso tenha se confirmado, de acordo com o portal de Economia UOL a pontualidade no mês passado mostrou-se superior à constatada em novembro de 2009, ocasião em que o índice chegou a 94,5%.

A despesa média dos pagamentos realizados com pontualidade cresceu 5,9% entre outubro e novembro deste ano, abraçando montante de R$ 1.582,29. No confronto anual, a importância média dos pagamentos precisos avançou 8,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Inadimplência apresenta maior índice desde 2005


Os estímulos fiscais concedidos pelo governo brasileiro entre o final do ano passado e início de 2010 realmente surtiram efeito, tanto que inúmeros setores angariaram bons resultados, entre os quais o de veículos automotores e o habitacional. Claramente, não é somente esse fator que culmina para o bom ambiente da economia, pois nesse ínterim aparece, por exemplo, acesso ao crédito menos restrito e poder de renda da população em alta.

Ao final do ano, porém, uma constatação que já vinha se anunciando foi confirmada pela Serasa Experian. A inadimplência do consumidor cresceu novamente no mês passado, em 3,5%, a sétima alta consecutiva. Devido a esse índice, novembro deste ano é o pior desde 2005.

No acumulado anual, de acordo com o portal de Economia Terra, a inadimplência sintetiza expansão de 23,2%, o pior período da série histórica desde 2001 e 5% acima do mesmo intervalo de 2009. Segundo a Serasa, o maior endividamento proveniente das datas comemorativas é o grande contribuinte à constatação.

Os itens não-bancários, entre os quais cartões de crédito, prestadoras de serviços, lojas e financeiras, foram os elementos que mais apresentaram celeridade, de 7,7%, enquanto as dívidas com bancos majoraram 2,3% e cheques sem fundo, 1,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Dívidas dos Consumidores – Crescimento em Novembro de 2010


Estudo edificado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinala que o montante médio despendido pelo brasileiro com dívidas cresceu 10,9% no mês passado. De acordo com o Índice de Expectativa das Famílias (IEF), o valor avançou para R$ 4.680,32, ante R$ 4.220,30 de antes.

O leitor que imagina tendência de meses de crescimento pode estar enganado. Em agosto de 2010, ocasião em que o índice começou a ser divulgado, a dívida chegava a R$ 5.426,59, ou seja, nesse intervalo de tempo o tombo constatado abrange índice de 13,75%.

Entre todas as pessoas sondadas pelo Ipea, 21,1% admitem que as contas para quitações consomem metade do orçamento ou sua totalidade. Para 19,8% dos brasileiros consultados, as dívidas mordem de duas a cinco fatias da remuneração do mês e para outros 16,4% os débitos sem pagamento carcomem cinco vezes o orçamento do mês.

Matéria veiculada pela Band Online revela que para 21% dos entrevistados as despesas serão realmente colocadas em dia e outros 41,8%, diferentemente, já resolveram a situação de maneira parcial.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Programa Acertando Suas Contas – Renegociação de Dívidas – São Paulo


Iniciar 2011 sem dívidas é o sonho de todo brasileiro, mesmo que ao longo dos 12 meses seguintes outras sejam contraídas. No intuito de proporcionar a renegociação de débitos, diversas empresas, entre as quais Pernambucanas, Casas Bahia, Credicard, NET, AmBev e Vivo se reunirão dentro do programa “Acertando Suas Contas”, no Pateo do Collegio, situado na região central da capital paulista.

Da última segunda-feira, 22 de novembro, e até o dia 27 cada uma delas disporá funcionários para a renegociação de dívidas. A expectativa deve ser ampla, pois trabalhadores já podem utilizar a primeira parcela do 13º salário para quitar deveres financeiros em atraso.

Na semana passada, segundo o R7, a empresa de análise de crédito Serasa Experian diagnosticou inadimplência proveniente de cheques em 1,78% entre janeiro e outubro de 2010, o menor nível para o período dos últimos seis anos. Apesar desse índice, houve incremento em 1,8% no mês passado devido às aquisições de consumidores para o Dia das Crianças.

O calote nas dívidas com companhias não bancárias, ou seja, financeiras, prestadoras de serviços (água e luz), cartões de créditos em lojas (em geral) cresceu 8,5% entre setembro e outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consulta Protesto de Títulos em Cartório – IEPTB


O IEPTB-SP (Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil) está disponibilizando através do site www.protesto.com.br, consulta aos consumidores dos Estados de São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Paraná, para verificação da existência de protesto em cartório.

O serviço é gratuito, e ficará disponível no período de 16 a 20 de dezembro deste ano.

O protesto está relacionado a alguma dívida que o consumidor pode ter adquirido no pagamento de suas contas, e a retirada do nome tem custo variado, de acordo com o valor da dívida.

O inadimplente deverá entrar em contato com a empresa para a qual deve, quitar a dívida e apresentar ao cartório os comprovantes. Em seguida, deverá solicitar emissão de certidão constando que seu nome está limpo no mercado.

Por Elizabeth Preático



Salário – Dificuldades durante o mês


Geralmente escutado entre os cargos com menor remuneração mensal, os dizeres “meu salário não dura até o fim do mês” é mais comum do que se possa supor. Prova disso é o estudo divulgado nos últimos dias pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o qual abaliza que mais de 75% dos brasileiros admitem dificuldades para pagar suas contas e, ao final de todas as dívidas, algum montante ficar disponível para fins diversos.

A Síntese de Indicadores Sociais, divulgado pelo IBGE, assinala que a região Nordeste do país é o local onde a reclamação é mais evidente para aqueles com muita dificuldade em terminar o mês relativamente bem. O Norte aparece em seguida, com o Centro-Oeste, Sudeste e Sul logo atrás.

Diferentemente da tendência descrita anteriormente, quase 25% das residências tinham em seu favor alguma facilidade ou muita facilidade em fazer o salário perdurar durante os 30 ou 31 dias dos meses.

Se esse estudo assinala o bem-estar das pessoas, como o Brasil consegue viver um momento tão positivo economicamente e com previsões tão otimistas ao futuro? Seria a palavra correta a “esperança”?

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Inadimplência no Brasil cresce em Agosto 2010


Economistas da Serasa Experiam divulgaram nesta segunda-feira, 13, um levantamento que aponta crescimento em 11,5% na inadimplência praticada por consumidores brasileiros. Esse é a maior taxa de crescimento da inadimplência desde 2005 para os meses de agosto.

Os analistas apontam a Copa do Mundo como fator preponderante para os gastos excessivos no Brasil, já que muitos produtos eletrônicos de alto valor agregado foram adquiridos em julho.

As empresas de crédito foram as mais caloteadas. Só neste tipo de empresa, a inadimplência teve alta de 5,9%. Os especialistas da Serasa Experiam crêem que, pelos sinais de reaquecimento da economia nacional, essa tendência deverá ser freada rapidamente.

Por Diego Diniz



Cartão de Crédito – Dívidas atingem 70% dos Consumidores Endividados


O cartão de crédito liderou o ranking das dívidas do povo brasileiro no mês de julho, de acordo com dados levantados pela Confederação Nacional do Comércio.

De acordo com a pesquisa, mais de 70% dos consumidores endividados no Brasil possuem dívidas com o cartão de crédito.

Dos consumidores que ganham até dez salários mínimos por mês e estão endividados, 70,8% estão devendo para o cartão de crédito. Dos que recebem mais de dez salários mínimos e possuem dívidas, 67% devem para as operadoras de cartão de crédito.

Segundo a pesquisa, 57,7% dos consumidores brasileiros possuem dívidas em geral. O número superou os 54% registrados no mês de junho.

Por Luana Neves



Aumenta 40% número de brasileiros com dívidas acima de R$ 5 mil


A nação brasileira é, certamente, uma dentre as inúmeras do mundo que melhor se sobressaiu no período pós-crise, resultado decorrente das medidas adotadas pelo governo na finalidade de proteger seu promissor crescimento e afastar da população os abalos vistos em outros países.

Mesmo assim, alguns setores do Brasil apresentam dificuldades no atual momento, quando, de fato, constata-se o fim do período crítico. As novas dificuldades, nem tão graves, estão relacionadas ao otimismo da população, que passou a se endividar com mais frequência, principalmente após os períodos festivos, dentre eles o Natal do ano passado, a Páscoa e o Dia das Mães deste ano.

Informações divulgadas pelo UOL indicam que a retomada do crédito depois da ocasião mencionada anteriormente fez  com que crescesse em 40% o número de brasileiros com dívidas superiores a R$ 5 mil. Outro ponto assinalado pelo artigo avalia que aproximadamente 20% dos residentes do país com mais de 16 anos possuem dívidas equivalentes a, no mínimo, quatro vezes a renda média por mês em todo o Brasil.

Mesmo assim, o Banco Central, órgão que emitiu as informações, aponta que a capacidade de os brasileiros efetuarem seus pagamentos ascendeu ligeiramente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL.



Queda na Inadimplência em 2010 – Serasa Experian


Todo início do ano é delicado a grande parte da população brasileira, pois as compras de Natal, Páscoa e, não distante, Dia das Mães, além do pagamento dos tradicionais impostos, põem em xeque o recebimento do 13º salário, que se mal utilizado não faz diferença alguma no rendimento individual.

No entanto, 2010 tem se configurado como um ano atípico, não somente pela alta nas vendas em vários segmentos, mas por apresentar queda no número de inadimplentes. De acordo com a Serasa Experian, o índice de consumidores dentro dessa ordem caiu em 5,2% no primeiro quadrimestre deste ano ante período igual de 2009. A entidade assegura, conforme divulgado pelo portal de notícias G1, ser esse o maior baque já registrado em uma década.

Analistas atuantes na Serasa conferem a diminuição de inadimplentes ao atual ritmo do crescimento econômico brasileiro, além do maior poder aquisitivo da população e o número de vagas mais elevado disposto no mercado. A oferta de crédito a pessoa física e melhores facilidade para renegociação de dívidas são outros dois fatores mencionados pela entidade.

Quer ler mais informações? Acesse o link do G1.

Por: Luiz Felipe Erdei



Aumenta número de consumidores endividados no Brasil


Como já era de se esperar, assuntos pertinentes ao endividamento de consumidores brasileiros viriam, naturalmente, com o tempo. O clima de otimismo gerado pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), bem como o bombardeio de notícias estimulando os brasileiros a consumirem, acarretaria endividamentos.

O portal Dinheiro do UOL identificou que o número de pessoas com dívidas em mais de um estabelecimento ou em agências bancárias, bem como ampliação no prazo de quitação de prestações, aumentou no mês passado. De acordo com estudo referenciado pela Associação Comercial de São Paulo, de cada 100 cidadãos endividados, 61 possuíam débitos com mais de um local.

Informações pescadas do Banco Central pela reportagem do UOL indicam que os prazos de financiamentos a partir de pessoas físicas saltaram de 488 dias, em média, em março do ano passado, para 526 dias no terceiro mês de 2010.

Uma recomendação feita pela Associação Comercial parece ser a mais sensata à atualidade: cuidados, por parte de consumidores e lojistas, pois a alta da Selic, juros básico da economia, poderá prejudicar tanto um lado quanto outro.

Fonte: Terra

Por Luiz Felipe T. Erdei



Número de Endividados no Brasil cai entre Março e Abril 2010


Apesar de qualquer início de ano ser estritamente carregado de novas pessoas devedoras, seja devido a prestações contraídas durante as festas de final de ano, seja em virtude do pagamento de impostos como IPTU e IPVA, estudo levantado pela Confederação Nacional de Comércio (CNC) indica que o total de endividados caiu cinco pontos entre março e abril, para 58%.

Dos 17,8 mil consumidores consultados em todas as capitais federativas do Brasil, a pesquisa revelou, também que o índice de cidadãos com algum tipo de dívida ou conta em atraso recuou de 27,3% em março para 24,4% em abril. Carlos Tadeu de Freitas Gomes, chefe da divisão econômica da CNC, avalia que o início de 2010 é atípico, pois conforme mencionado, é bem mais comum o aumento da inadimplência.

O portal de economia do Estadão ilustra outro ponto incluso na pesquisa feita pela entidade. De março para abril, houve queda de 2,1% no Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF).

Para saber mais informações sobre o assunto, principalmente em relação a outros pontos analisados pela CNC, acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SPC divulga Queda Número de Inadimplentes no Brasil – Março 2010


O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) divulgaram, juntos, que o percentual de inadimplentes pelo Brasil teve retração de 2,79% em março deste ano ante o mês igual de 2009. Ambas as instituições avaliam que essa queda se deve à fraca base de comparação do ano passado em virtude da crise financeira global.

Apesar desse baque, se março deste ano for comparado a seu mês antecessor, há aumento na taxa de inadimplência em quase 11,7%, justificado pela CNDL sob o mote de que o segundo mês de cada ano possui menos dias úteis – além das festividades comemoradas durante o Carnaval.

Embora exista esse contrabalanço, a inadimplência recuou 2,91% no primeiro trimestre de 2010 em comparação aos três primeiros meses de 2009. A disposição para o atual mercado a 2010, conforme mencionado pelas entidades e veiculado pelo portal de notícias G1, é de expansão, originado, principalmente, pelo aumento do salário mínimo e pelo maior poder aquisitivo das classes D e E.

Confira outros dados divulgados pela CNDL e pelo SPC aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crédito Financeiro – Empréstimos BRDE


O segundo semestre de 2010 promete ser mais interessante no que diz respeito a credito financeiro.

Serão R$ 1,3 bilhão de recursos para empréstimos concedidos pelo BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento Econômico do Extremo Sul, contra R$ 670 milhões ofertados no ano passado, no mesmo período.

O BRDE ainda garante que poderá aumentar esse número se assim determinar a demanda. Apenas no Paraná o número de recursos chegou a R$ 570 milhões em 2009 e as expectativas são as mesmas para este ano, principalmente no setor agropecuário.

Em 2009 o Paraná foi responsável por 47% do total dos financiamentos realizados pelo BRDE. As cooperativas são as campeãs na busca por crédito junto ao BRDE, com 62,7% das contratações. Os produtores rurais vêm em seguida com 17,3% e na seqüência estão as empresas de médio e pequeno porte, com 13,8% e 4,8% respectivamente. As microempresas foram responsáveis por 1,4% dos financiamentos concedidos.

Por Cíntia Foloni Santoro



Compras parceladas com cartões – Vantagens e Desvantagens


O R7 conversou com alguns consultores sobre as vantagens e desvantagens em se comprar utilizando os cartões de lojas, que costumam parcelar as compras em até oito vezes.

É importante que o consumidor esteja atento para saber qual é o pagamento mais vantajoso. Geralmente, as lojas oferecem um parcelamento de até cinco vezes sem cobrança de juros, o que parece ser o mais indicado.

Mas, para quem conseguir pagar à vista e ainda obter um desconto maior, sem dúvida, é o melhor caminho. Segundo Rogério Frutuozo Canaverde, educador financeiro do Instituto DiSOP, não existem parcelamento que não tenha um juros já embutido no preço do produto.

Fonte: http://noticias.r7.com


Inadimplência – Brasil tem menor taxa desde 2004


Todo início de ano é complicado à população brasileira, pois as aquisições realizadas no Natal e as altas despesas em impostos, tais como IPVA e IPTU, colaboram para que a inadimplência comece a apresentar desenvolvimento substancial.

Entretanto, o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor revela um baque de 2,2% em fevereiro deste ano ante o mesmo mês do ano passado com relação aos pagamentos honrados dos consumidores. Esse pequeno tombo é o maior observado desde fevereiro de 2004.

Além disso, fevereiro passado em comparação ao primeiro mês deste ano configurou queda de 3,1%, em virtude, segundo a instituição, da maior cautela entre os cidadãos.

O levantamento da Serasa avalia que o recuo constatado na inadimplência, observado em financeiras e nos cartões de crédito, puxou o declínio dos percentuais; esse segmento colaborou, por sua vez, com 1,5% dos 3,1% de baque assinalado pelo indicador.

No acumulado anual, segundo a Serasa, a inadimplência recuou 5,3%, o maior índice de queda constatado desde o ano 2000.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência das Empresas – Janeiro 2010 – Índicador Serasa Experian


O começo do ano parece ter surtido efeito positivo sobre as companhias de origem brasileira. O Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas assinalou uma redução na inadimplência para o segmento em 14,6% no primeiro mês de 2010 em relação a janeiro de 2009.

A Serasa avalia, também, que a queda registrada é a maior constatada desde março de 2008. A retomada do crescimento pelo Brasil é outra justificativa apregoada pelo instituto como fator determinante para a redução de empresas com essa característica dita negativa.

Além dessa avaliação, a Serasa indica que o recuo das empresas consideradas de médio porte foi de 25,7% em  janeiro deste ano ante o mesmo mês do ano passado. Já nas pequenas empresas, fortemente atingidas pela crise financeira mundial, a queda foi de 12,9% nesse período base.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência 2010 – Pesquisa PEIC – Diminuição Dívidas em São Paulo


O brasileiro parece ter feito bom uso do 13º salário, pensado bastante e direcionado parte do rendimento “extra” a quitação de contas e pagamento de dívidas contraídas em 2009. Um levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), por meio da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), constatou que houve menor volume de pessoas endividadas.

Em fevereiro, a PEIC registrou que 43% dos lares brasileiros, em São Paulo, estavam com dívidas, 1% abaixo do primeiro mês de 2010. De percentuais para números, aproximadamente 51 mil famílias deixaram de ser consideradas endividadas.

De acordo com a assessoria de imprensa da Fecomercio, 12% dos lares brasileiros possuem contas atrasadas, uma retração de 2% se comparado o mês de fevereiro a janeiro, o que indica, segundo a instituição, que 60 mil famílias efetuaram pagamentos de suas contas em atraso.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasi tem Aumento no pedido de Falências de Micro e Pequenas Empresas


O Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações indica que a vagarosa reabilitação do crédito levou a um aumento nos pedidos de falência no primeiro mês deste ano (132) em relação ao período igual de 2009 (124).

O dado curioso – e importante – é que dos 132 requerimentos de falência, 90 tem origem em micro e pequenas empresas. Isto revela, segundo o Portal de Economia do Estado, que para esse segmento a crise financeira mundial foi mais agravante e mesmo após seu término, há dificuldades de restabelecimento por cada companhia.

As grandes empresas, aliás, não sofreram muitos abalos, pois possuem recursos, aparentemente, para se recuperarem. Algumas reduziram o quadro de funcionários e mesmo assim mantiveram o mesmo nível produtivo.

Ainda de acordo com o Estadão, analistas acreditam que os entraves das empresas serão mais baixo do atual momento em diante, tanto que haverá melhoria na concessão de crédito para negócios e, consequentemente, um número menor de inadimplentes.

Leia a matéria na íntegra aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Gastos Familiar – Adolescentes ajudam no Aumento Despesas de Casa


Um estudo feito pela Kantar Worldpanel revela que as famílias mais endividadas do Brasil possuem adolescentes em casa. Isso suscita, pois, a idéia de que os hábitos consumistas desses jovens fazem com que a média de gastos mensais de cada lar seja 5% além de sua receita.

Os principais itens constatados para esse aumento estão em gastos em restaurantes e roupas. Telefone e internet, obviamente, não passaram despercebidos e são 9% superiores, afinal, o acesso da classe C ao mundo virtual passou a contribuir para maiores despesas.

Segundo a Agência Estado, os adolescentes pertencentes às classes A e B são os que mais geram custos em seus lares, diferentemente dos vigentes na classe C, que administram com exatidão seus recursos e economizam mais do que ganham.

De acordo com  a pesquisa, a renda média mensal de cada membro de famílias com adolescentes é R$ 218, com gasto médio estimado em R$ 196.

Saiba mais informações e percentuais sobre o curioso assunto aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dívidas com Bancos – Brasília é a cidade mais endividada


Informações divulgadas pelo Banco Central revelam que o povo brasiliense é o que mais deve aos bancos, no Brasil. A cifra média estimada, por pessoa, é de R$ 7.538, um valor quase 700% maior que o constado entre os cearenses, por exemplo, que chega a R$ 1.305.

A média nacional estabelecida nesse mesmo estudo aponta que os brasileiros possuem R$ 2.732 em dívidas contraídas em instituições bancárias. O Sistema de Informações de Crédito (SCR) ilustra que os maiores endividados da nação se encontram no Centro-Oeste, seguidos, depois de Brasília, por cidadãos residentes em Mato Grosso do Sul.

De acordo com a Agência Estado, o baixo endividamento das famílias nordestinas causa surpresas, o que é justificável, segundo Ricardo José de Almeida, professor de finanças. Para ele, isto se deve a falta de formalização da economia nordestina, isto é, o pouco acesso da população aos serviços presentes nos bancos.

Leia mais sobre a matéria no site da Agência Estado aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dívidas colocam Daslu a Venda


A tão comentada e por muitas vezes mal falada Daslu não alcançou seu principal objetivo: abrir seu capital neste ano. Após inúmeros escândalos envolvendo sua direção, principalmente relacionada a imagem da empresária Eliane Tranchesi, a loja foi colocada a venda e oferecida a empresários e fundos investidores.

De acordo com reportagem noticiada pela Agência Estado, a Daslu deu início às suas negociatas com a Inbrands, empresa comandante de grifes de renome, como Isabela Capeto, Herchcovitch e a Ellus. No entanto, revela o artigo, não há nada finalizado.

As dívidas da Daslu somam quase R$ 1 bilhão, portanto, é considerada um investimento de risco. A principal dificuldade, senão a monetária, será estabelecer uma nova imagem à loja, que teve muitos escândalos de subfaturamento de importação.

Confira outros pontos da notícia aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Financeira Aumentou Dívidas de Brasileiros


Um levantamento feito pelo Banco Central ilustra que durante a crise financeira, num período estipulado entre agosto de 2008 e agosto deste ano, quase 3,6 milhões de brasileiros adquiriram dívidas superiores, no sistema financeiro, a R$ 5 mil. De acordo com a instituição, financiamentos no segmento imobiliários e os chamados créditos consignados foram as operações que mais apresentaram “desenvolvimento”.

O Sistema de Informações de Crédito norteia que, no fim de agosto de 2009, quase 21 milhões de pessoas mantinham empréstimos superiores ao valor já mencionado em instituições financeiras. Isto registra um aumento de quase 21% em relação ao denotado 12 meses antes.

Mesmo assim, avalia o governo, isso é saudável, pois mostra que houve cessão de privilégios às famílias brasileiras para que adquirissem bens e imóveis, além de propagarem seu consumo. O governo, novamente, acredita que isso propiciou, inclusive, ferramentas para a nação reagir bem e velozmente à crise financeira. Mas, e o povo? Endividado permanecerá, enquanto o Brasil “cresce”?

Por Luiz Felipe T. Erdei



Famílias Paulistanas contraem novas dívidas mas honram seus pagamentos


O mundo econômico realmente é uma caixinha de surpresas. O discurso das autoridades brasileiras passou a ser o mesmo: estamos crescendo, vamos ser a quinta maior economia do mundo em 2016, ninguém nos segura etc. Por isso, inúmeras famílias paulistanas se utilizaram do otimismo e da confiança para contrair novas dívidas, o que pode ser, ou não, prejudicial – não ao governo, mas a elas próprias.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), desenvolvida pela Fecomercio, indica que em novembro 1,656 milhão de famílias paulistanas apresentaram endividamento, 5% a mais do que o percentual percebido em outubro. Mesmo assim, em relação ao penúltimo mês do ano passado, há uma queda de 3% no número de endividados.

Para Adelaide Reis, economista da Fecomercio, a contínua concessão de crédito ao consumidor explica o endividamento, bem como o reaquecimento da atividade econômica e a evolução do mercado de trabalho. Mesmo assim, apenas 14% das famílias apresentaram inadimplência, o que, segundo Adelaide, é uma das mais baixas já constatadas desde 2004.

Por isso, estima-se que não somente o Natal será bem recheado e favorável ao comércio, mas também o transcorrer dos anos, principalmente com a proximidade das competições esportivas no Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Número de Inadimplentes com Cheques cai em Outubro


Um estudo executado pelo Serasa Experian aponta que o volume de cheques sem fundos no país teve um retrocesso em outubro, o que permitiu a consideração de ser, então, o menor percentual percebido desde setembro do ano passado, ocasião na qual a crise econômica mundial atingia seu auge.

Em outubro deste ano, a inadimplência com cheques registrou a marca de 1,92%, com redução de 1% em relação a setembro e recuo de 4,5% em detrimento ao antepenúltimo mês de 2008. Para a Serasa Experian, esta é a primeira ocasião, em 2009, que se nota uma queda igual ao mesmo mês de 2008.

Entre os motivos listados pelos técnicos da empresa há a volta do crescimento econômico e o aumento dos empregos formais, isto é, com carteira assinada, além de juros mais baixos e a recuperação de renda do trabalhador. Ainda para os técnicos, o 13º salário pode nortear positivamente uma queda saliente no volume de cheques sem fundo.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Quando o Salário prejudica o seu Emprego


Atualmente, vários problemas do dia-a-dia podem afetar o rendimento no trabalho. Porém, um dos mais agravantes é a dificuldade financeira.

Saber administrar o salário é uma tarefa difícil que vem tentando ser desvendada há décadas. Mas quando esse problema começa a afetar o ambiente de trabalho poderá prejudicar significativamente os resultados do funcionário.

Além disso, essa dificuldade acarreta também em desmotivação, mau-humor, falta de interesse, falta de concentração e desvio de foco. Sendo assim, um funcionário que passa por esse obstáculo prejudica a si, aos colegas e principalmente a empresa.

Administrar os custos e lucros é a principal forma de evitar essa dificuldade.

Por José Alberi Fortes Junior



Número de Endividados no Brasil deve aumentar em 2010


A Serasa Experian, empresa voltada à análise de crédito, informou que a queda do número de inadimplentes brasileiros deve perder fôlego a partir do segundo trimestre do ano que vem. De acordo com o órgão, o ligeiro aumento de endividados no transcorrer dos meses, nos setores de bens duráveis e automóveis, não foi seguido de elevação.

Além disso, o Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Inadimplência do Consumidor apresentou um baque de 0,2% no mês de setembro, o menor patamar notado desde março do ano passado. Para os analistas da entidade, o atual caminho de redução dos níveis de inadimplentes deverá se estender durante o último trimestre deste ano e os primeiros três meses de 2010.

Para as empresas, a estimativa é de que a inadimplência apresente diminuição durante os últimos três meses de 2009 e que continue em queda durante o primeiro trimestre do próximo ano. Para a Serasa, no entanto, a retomada da atividade econômica é que será o determinante nesse quesito.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Nova Lei do Inquilinato Apressa Despejo de Devedores


Um projeto viabilizado no dia 29 de outubro promete apressar o procedimento de despejo nos episódios em que o inquilino possui dívidas com a imobiliária ou com o proprietário. A nova Lei do Inquilinato foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, após 18 sem ser tocada.

Para que se torne definitivo, o projeto foi encaminhado à sanção presidencial. Mesmo assim, outro capítulo pode aparecer nesta história: se por algum motivo nove senadores requererem, o intento poderá ser avaliado primeiramente pelo plenário do Senado.

Segundo essa nova lei, apenas enviar um mandado de despejo será o suficiente para que o locatário deixe o imóvel obrigatoriamente. Atualmente, para que o despejo seja efetivado, é necessário que o inquilino receba dois mandados e duas diligências.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxa de inadimplência apresenta queda de 5,88% entre setembro e agosto de 2009


Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apontou que a taxa de inadimplência de setembro para agosto apresentou queda de 5,88%. Essa informação tem por base o número de registros incluídos no Serviço de Proteção ao Crédito.

Ainda de acordo com o órgão, o acumulado no ano apresentou taxa de inadimplência em uma variação negativa de 12,01%. Em relação a setembro do ano passado, houve derrocada de 3,85% na taxa.

Para Roberto Alfeu Pena Gomes, presidente do SPC Brasil, esses números favoráveis devem-se ao crescimento da renda real do trabalhador, à oferta de empregos e por último e não menos importante, taxas de juros reduzidas. Segundo ele, os dados indicam que o comércio está aquecido. E que venha o Natal!

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa diz que inadimplência aumentou 30% no primeiro semestre de 2009


A Serasa realiza pesquisa que revela um aumento de 29,7% na inadimplência das empresas do país no primeiro semestre em relação ao mesmo período em 2008. Apenas de junho para julho, o aumento foi de 6,6%.

Apesar da gradativa recuperação na economia, da baixa nas taxas de juros e o retorno dos créditos, ainda há uma dificuldade na retomada dos investimentos e negociação das dívidas. Os dados apontam dívidas de empresas com os bancos que somam R$ 4.563,70, quase 4% a mais que o valor alcançado no mesmo período do ano passado.

No entanto, a pesquisa mostra uma desaceleração no ritmo a partir do 6º mês de 2009. Enquanto foi registrado um aumento de 30% de janeiro a maio, a partir de junho o mês fechou com um aumento de 26,6%.



Consumidor que não pagar contas de serviços públicos não terá seu nome no SPC


A Comissão de Trabalho de administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou um projeto-lei que proíbe a inclusão na lista de restrição ao crédito (SPC e Serasa) dos consumidores inadimplentes de serviços públicos como água, luz, gás, telefone, etc.

De acordo com o deputado Vinícius Carvalho, autor do projeto de Lei, os inadimplentes de serviços públicos já são punidos com a interrupção dos serviços (água, luz, gás, telefone, etc).

Empresas que não cumprirem a lei e incluírem o nome dos consumidores nas listas de inadimplentes serão punidas.



Trabalhador que teve o seu salário reduzido poderá conseguir descontos em empréstimos


A Febraban – Federação Brasileira dos Bancos realizou um acordo com a Força Sindical, que orienta as instituições financeiras a reduzirem ou suspenderem o valor das prestações dos empréstimos consignados de trabalhadores que tiveram seu salário reduzido, por conta da crise econômica.

A redução do valor descontado deverá ser proporcional a redução do salário do trabalhador. Por exemplo, se o trabalhador, que realizou um empréstimo, sofrer uma redução de 20% no seu salário, o valor da parcela descontada em sua folha de pagamento que antes era de R$ 100, passa a ser R$ 80, ou seja, 20% a menos.

Os valores descontados na parcela serão acrescidos no final do pagamento do financiamento.



Crise Econômica: Paulistanos estão evitando endividamentos


O percentual de endividados em São Paulo é o menor em cinco anos, segundo a Federação do Comércio do Estado de São Paulo – Fecomercio-SP. Segundo a entidade, os consumidores paulistas estão mais cautelosos por causa da incerteza dos efeitos da crise econômica mundial.

A taxa de edividamento em janeiro foi de 45% e em fevereiro alcaçou 38%, a menor desde 2004.

De acordo com a pesquisa, 12% das famílias paulistanas estão com as contas atrasadas, uma diminuição de 2 pontos com relação ao mês anterior.

A mesma pesquisa mostra que os homens são os mais endividados do que as mulheres e o principal tipo de dívida é com o cartão de crédito (46%), seguido de dívidas com carnês (28%), crédito pessoal (8%), cheque especial (4%), cheque pré-datado (2%), crédito consignado (2%) e outros tipos de dívidas alcançam 10% dos consumidores.



Como se livrar das dívidas e limpar o seu nome


Entrevistado pelo Jornal Hoje, o presidente do Instituto de Educação Funaceira, Reinaldo Domingos, dá dicas de como o consumidor pode se livrar das dívidas e limpar o seu nome sem precisar recorrer a intermediários.

O educador finaceiro afirma que o melhor negócio é negociar o pagamento da sua dívida diretamente com o credor do banco ou da loja onde efetuou a compra.

Mas tenha sempre certeza do valor exato que poderá pagar, faça um orçamento financeiro e veja quanto poderá utilizar para o pagamneto desta dívida. Não adianta quitar uma dívida e se “enfiar” em outra.  

Assista a entrevista completa:



Saiba como se proteger do golpe “limpe o seu nome”


Quem quer ver o seu nome limpo na praça pode acabar sendo atraído por pessoas ou empresas prometem limpar o seu nome, mas tome cuidado com as ofertas duvidosas!

Existem empresas que prometem limpar o seu nome por um valor bem menor do que o da dívida. A internet está cheia de e-mails e anúncios que iludem o consumidor, garantindo o nome limpo na praça. Cuidado! Você pode estar sendo vítima de golpistas. 

O que acontece é que estas empresas pegam o dinheiro do consumidor, não limpam o nome e ainda por cima, podem fazer serviços ilegais.

Para quem quer limpar o seu nome, a melhor opção é procurar um serviço de Proteção ao Crédito (SPC) para saber a quantidade exata da dívida. Depois, tente negociar pessoalmente com o banco ou com a loja. Quando você se dispõe a pagar a dívida, é fechado um acordo e o seu nome é retirado da lista de devedores.



Alerta: Em época de juros altos evite financiamentos longos


Em época de crise, os juros ficam cada vez mais altos e o consumidor, que antes estava acostumado a comprar parcelado com juros baixos e até mesmo com juro zero, pode ficar surpreso quando fizer a conta, o valor da mercadoria parcelada chega a custar até cinco vezes mais caro do que se comprado à vista.

Evite cair no juros dos cartões de crédito, ao operadoras são as que cobram a taxa de juros mais altas do mercado. Quando fizer compras no cartão, evite atrasar o pagamento e nunca pague o mínimo da fatura, você poderá cair numa bola de neve sem fim.

Cheques especiais também estão com taxas de juros altíssimas e a variação dos valores cobrados entre os grandes também é grande.  Confira aqui a tabela do Banco Central e veja a diferença das taxas de juros cobradas pelos bancos.

Caso entre no cheque especial, evite permanecer por mais de uma semana, às vezes é até melhor tirar dinheiro da poupança para pagar a dívida.



Quanto tempo meu nome pode ficar no SPC/Serasa? Qual o prazo para prescrição da dívida?


Uma dúvida frequente entre as pessoas que assumiram uma dívida e que, por qualquer motivo, não puderam honrá-la, é a questão de quanto tempo uma dívida pode permanecer sem ser paga e, principalmente, por quanto tempo o nome vai permanecer no temido SPC/Serasa.

Bom, para preservar suas finanças e poupar uma boa dor-de-cabeça futura, assuma sempre que qualquer dívida que você faça terá de ser paga. Isso porque dívidas têm prazos diferentes de prescrição, de dois a dez anos. Mas a prescrição só vale para dívidas não reclamadas na justiça. Caso você tenha sido cobrado judicialmente, sua dívida nunca prescreve.

O mesmo não vale para o nome no cadastro do SPC/Serasa. Uma vez que seu nome tenha sido incluído lá, o prazo é de cinco anos para que o mesmo seja retirado, para uma mesma dívida. Ou seja, você pode estar sendo cobrado judicialmente, mas seu nome não pode estar nos bancos de dados dos órgãos protetores de crédito. A menos que você contraia outra dívida e também não pague.

Os prazos para prescrição de dívidas estão na Seção IV do Código Civil (clique aqui).



Mais de 2 milhões de pessoas já perderam o emprego no Brasil por conta da Crise


É meus amigos… a situação está ficando “periclitante”, como diria meu pai. Mais de 2 milhões de pessoas já foram cortadas em todo o Brasil, haja vista a piora da situação econômica mundial.

O que fazer diante dos fatos? A resposta é simples! Tentar se manter no emprego. Como? Mostrando que você é capaz, e que seu trabalho faz diferença. Não seja louco de fazer “corpo mole” nesse momento, pois sua “sentença” pode ser determinada a partir disso.

E quem perdeu o emprego? Como pagar as contas? Questão é poupar, e evitar gastos com futilidades… Se você tem dois celulares, elimine um deles! Você usa cartão de crédito adicional? Cancele! Livre-se das dívidas!

Só assim você fará o dinheiro “sobreviver” enquanto não se consegue um novo emprego.



Como se livrar de dívidas? Você quer limpar o seu nome na praça?


Você tem dívidas? Pois chegou a hora de aniquilá-las. Este é o momento de colocar a cabeça no travesseiro e dormir mais sossegadamente.

Para começar, faça uma lista contendo todas as dívidas que você tem em atraso. Após esse passo, escolha a dívida mais antiga e tente negociar o pagamento, uma vez que nesse caso é uma situação em que você está há mais tempo inadimplente e você pode obter descontos maiores com relação aos juros ou ganhar no prazo.

Uma dica básica para não entrar em dívidas é: NUNCA atrase pagamento de cartão de crédito, luz, celular, etc.

Está devendo? Corte gastos!