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Taxa de desemprego no Brasil subiu em março de 2014


As informações divulgadas recentemente pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos) e pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) não são nada animadoras no que diz respeito às taxas de desemprego no país.

De acordo com os dados levantados pelos dois órgãos por meio da Pesquisa de Emprego e Desemprego, no mês de fevereiro de 2014 a taxa teve um crescimento para 10,3% e já no mês de março de 2014 os números subiram para 11%.

A análise feita teve como base o levantamento realizado nas regiões metropolitanas de grandes centros urbanos como Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Fortaleza, Recife e Salvador. O resultado apontado pela pesquisa foi uma eliminação de 137 mil postos de trabalho. Esses números acabaram por elevar o total de desempregados no Brasil para 2.249.000.

Por região o percentual apresentado pela queda do nível de ocupação são os seguintes: 0,2% em Salvador, 0,5% em São Paulo, 0,9% em Belo Horizonte, 1,2% em Recife, 1,3% em Fortaleza e em Porto Alegre, 1,5%.

Para entender melhor o motivo dessas quedas é preciso ir um pouco mais fundo na questão e observar quais setores foram os maiores responsáveis. Nessa análise o setor da indústria de transformação efetuou um corte de 88 mil vagas, o que representa uma queda de 3,1%; a construção civil por sua vez cortou 26 mil postos de trabalho, baixa de 1,7%; o setor de comércio e reparação de motocicletas e veículos automotores também apresentou uma redução de 24 mil vagas, um retrocesso de 0,7%. Segundo o PED quem se manteve estável nesses momentos de cortes foi o setor de serviços.

Profissionais ocupados tiveram um aumento no rendimento médio real.

O aumento do rendimento médio real dos ocupados (0,8%) e dos assalariados (0,7%) no mês de fevereiro passou a ser de R$ 1.689 e R$ 1.710, respectivamente.

Em São Paulo e Belo Horizonte o rendimento subiu. Em Salvador e Recife houve uma redução e já em Fortaleza e Porto Alegre se manteve relativamente estável.

Por Denisson Soares



Salário Mínimo teria que ser de R$ 2.685,47, segundo Dieese


Quem depende do atual salário mínimo no Brasil sabe bem que este valor não é suficiente para suprir todas as necessidades de uma família. A novapesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) vem provar que realmente esse valor está defasado diante da quantidade de bens básicos que os brasileiros precisam adquirir.

Para chegar ao valor ideal do salário mínimo, o Dieese faz um cálculo medindo o preço dos produtos da cesta básica e assim conseguiu definir o valor que para o mês de agosto ficou em R$ 2.685,47.

Esse valor significa que o brasileiro precisaria ganhar 3,9 vezes mais do que os R$ 678 recebidos atualmente para poder ter acesso aos bens necessários.

Essa não foi a primeira pesquisa do ano, o Dieese realizou o mesmo estudo nos meses de maio, junho e julho e os resultados foram de R$ 2.873,56, R$ 2.860,21 e R$ 2.750,83, respectivamente.

O Departamento tem realizado essas pesquisas desde 1994 e em todos esses anos o salário mínimo esteve abaixo do esperado. O estudo de agosto foi divulgado pela imprensa no mesmo momento em que o Governo promete aumentar o salário mínimo para R$722,90, o que ainda estaria inferior ao salário ideal.

Sal?rio.



Dieese divulga Valor do Salário Mínimo Ideal


Depois de cair por 5 meses consecutivos, o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) recalculou o valor ideal do salário mínimo e chegou em R$ 2.765,44. Para atender as necessidades básicas da família brasileira, o salário mínimo deveria aumentar 4 vezes e só assim estaria de acordo para prover ao brasileiro boas condições de sustento. Com mais de 48 milhões de pessoas dependendo desse valor e até mesmo com inúmeros concursos pagando um valor muito menor que aquele considerado ideal, este é mais um indicador de que mesmo como 6ª economia mundial, existem metas a serem cumpridas.

Com produtos e serviços cada vez mais caros, não é de espantar que o valor estipulado como mínimo não esteja de acordo com um padrão de vida se quer mediano. Em um país onde Educação e Saúde não possuem boa qualidade e nos forçam a adquirir recursos privados, nem é possível imaginar como essas mais de 48 milhões de pessoas fazem para manter seus recursos de comunicação atualizados, pois toda a verba disponível no mês precisa ser convertida em alimentação e moradia.

O salário mínimo ideal é calculado com base na cesta básica. Mesmo sendo 4 vezes menor, ainda assim o atual salário mínimo corresponde a compra de 2,23 cestas básicas, isso supera o poder de compra dos últimos 35 anos.

Em planilhas divulgadas pelo órgão da pesquisa, é desanimador ver que até onde a vista alcança, o salário nunca superou a estimativa. Pelo menos o novo reajuste ocorrido no início deste ano, com aumento de 6,78% em relação ao anterior, vai aquecer a economia brasileira em R$ 28,4 bilhões. 

Por Vinícius Leite



Valor ideal do salário mínimo


Em sua opinião, caro leitor, qual seria o valor ideal do salário mínimo no Brasil? Estipule um valor e que esse valor supra todas as necessidades básicas para se viver com dignidade.

Se você falou R$ 2.621,70, você acertou em cheio, pois segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) este seria o salário mínimo ideal e necessário para que o brasileiro supra todas as suas necessidades básicas.

O valor é três vezes maior que o salário mínimo atual, que hoje é de R$ 678. O valor do salário mínimo ideal é calculado mensalmente pelo Dieese e leva em conta os valores dos itens da cesta básica no período.

Isto só vem a confirmar as dificuldades que o brasileiro tem para sobreviver, pois viver e ser realmente feliz com o salário mínimo no Brasil é algo quase impossível.

Esta estatística (feita desde 1994) sempre mostrou a disparidade entre a realidade do brasileiro e a dignidade de viver com uma remuneração justa, pois desde a implantação do plano real no Brasil, no mês de julho de 1994, a estatística sempre mostrou uma grande diferença. Naquela época, o salário mínimo era R$ 64,79 e o ideal seria de R$ 590,33.

Estes valores sempre foram desiguais, sendo que no decorrer dos anos, o salário mínimo nunca acompanhou a alta dos preços e a inflação camuflada nos itens da cesta básica.

Este é o nosso Brasil, quando o ideal é R$ 2.621,70, o governo atual está fazendo propaganda sobre o próximo aumento, que está previsto para janeiro de 2014, quando o salário mínimo poderá passar a ser de R$ 722,90.

Por Rodrigo da Silva Monteiro



Dieese afirma que Salário Mínimo Ideal precisaria ser de R$ 2.685,47


Quem depende do atual salário mínimo no Brasil sabe bem que este valor não é suficiente para suprir todas as necessidades de uma família. A nova pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) vem provar que realmente esse valor está defasado diante da quantidade de bens básicos que os brasileiros precisam adquirir.

Para chegar ao valor ideal do salário mínimo, o Dieese faz um cálculo medindo o preço dos produtos da cesta básica e assim conseguiu definir o valor que para o mês de agosto ficou em R$ 2.685,47.

Esse valor significa que o brasileiro precisaria ganhar 3,9 vezes mais do que os R$ 678 recebidos atualmente para poder ter acesso aos bens necessários.

Essa não foi a primeira pesquisa do ano, o Dieese realizou o mesmo estudo nos meses de maio, junho e julho e os resultados foram de R$ 2.873,56, R$ 2.860,21 e R$ 2.750,83, respectivamente.

O Departamento tem realizado essas pesquisas desde 1994 e em todos esses anos o salário mínimo esteve abaixo do esperado. O estudo de agosto foi divulgado pela imprensa no mesmo momento em que o Governo promete aumentar o salário mínimo para R$722,90, o que ainda estaria inferior ao salário ideal.

Por Roberta Lopes



Salário Mínimo – Valor deveria ser R$ 2.561 em dezembro de 2012


De acordo com um estudo realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo do Brasil deveria ser de R$ 2.561,47 no mês de dezembro de 2012. Isso porque seria este o valor essencial para que os trabalhadores pudessem suprir as necessidades básicas pessoais e familiares.

O estudo foi divulgado na última segunda, dia 7 de janeiro, e foi feito com base na Pesquisa Nacional da Cesta Básica realizada no mês passado, que mostrou que o maior valor da cesta básica apurado era de R$ 304,90, no Estado de São Paulo. Assim, tendo por base o conceito de que o salário mínimo precisa ser capaz de garantir as despesas da família com educação, alimentação, saúde, transporte, moradia, previdência, higiene, lazer e vestuário, o Dieese efetuou o cálculo do valor correto para o salário mínimo. Com isso, o número alcançado foi que ele deveria ter aumentado 4,12 vezes, se comparado ao piso que está em vigor no território brasileiro: R$ 622.

No mês de novembro de 2012, o salário mínimo foi identificado como R$ 2.514, 09, o que corresponde a 4,04 vezes mais que o valor atual. Já em dezembro de 2011, o piso calculado apontou que o valor deveria ser de R$ 2.329,35, o que equivale a 4,27 vezes mais que o salário aplicado na época, de R$ 545.

Por Guilherme Marcon



Dieese divulga crescimento dos empregos formais no Brasil


O Dieese/PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresentou nesta última quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – informações relevantes sobre os empregos formais no estado.

Segundo a pesquisa, feita a partir de dados do Ministério do Trabalho, houve um crescimento de 2% nos empregos formais da indústria de transformação paraense com 39.137 admissões e 37.217 demissões gerando um saldo positivo de 1.920 postos de trabalho no período de janeiro a outubro de 2012.

O único mês com saldo negativo de empregos formais foi durante outubro com cerca de 3.118 admissões e 3.611 demissões.

Por Ana Camila Neves Morais



Salário mínimo do brasileiro deveria ser de R$ 2617,33


Todos sabem que o valor do salário mínimo brasileiro mal dá para o trabalhador se manter e sustentar a sua família e, para comprovar isso, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sociorconômicos (Dieese) fez uma pesquisa que constatou que o valor do salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ser de R$ 2.617,33, ou seja, 4,21 vezes maior do que o valor do salário mínimo atual, que é de R$ 622,00. 

Este valor foi estimado baseando-se na constituição brasileira, no preceito de que o salário mínimo deva ser suficeinte para suprir os gastos do trabalhador e de sua família com alimentaçção, moradia, educação, saúde, transporte, vestuário, higiene, lazer e previdência social. 

No ano passado o valor estimado para o salário mínimo era de R$2.329,94, ou seja, 4,28 vezes maior do que o piso vigente na época, que era de R$545.

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, o trabalhador precisa trabalhar, em média, 95 horas e um minuto para conseguir comprar produtos alimentícios essenciais presentes na cesta básica. No ano passado esta jornada era de 94 horas e quatro minutos.

O Dieese apontou ainda que o trabalhador brasileiro comprometeu, no mês de outubro deste ano, 46,95% do seu salário com a compra de produtos da cesta básica. No ano passado este percentual foi de 46,48%, para a compra dos mesmos produtos.



Valor da Cesta Básica em Março de 2012 – Pesquisa do Dieese


De acordo com uma pesquisa realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o valor da cesta básica ficou menor em 11 das 17 capitais pesquisadas.

Um dos produtos que mais influenciaram o resultado foi a carne bovina, que teve o preço reduzido desde o mês de fevereiro, sendo que ao fazer uma comparação com o mesmo período em 2011, esse item teve aumento em 15 capitais. Segundo alguns especialistas da instituição, a previsão é que a oferta continue alta em abril devido à recomposição das pastagens.

A maior parte dos outros produtos apresentou alta quando comparado ao mês anterior. Entre estes produtos está o feijão, que teve aumento em 13 cidades, sendo que a alta mais expressiva foi em Manaus (com 12,53%), seguida por Salvador (com 9,14%), João Pessoa (com 8,61%) e Belém (com 8,37%).

Ao analisar o acumulado do ano, houve aumento em todos os produtos, sendo que nas cidades de Belém, Belo Horizonte, João Pessoa e Recife esse aumento foi mais significativo.

Ao levar em consideração o custo médio da cesta, a cidade de São Paulo apresentou o maior valor, com R$ 273,25.

Mesmo com essas variações o resultado foi considerado positivo, ao todo foram levados em consideração treze produtos essenciais aos brasileiros. 

Por Joyce Silva



Reajuste Salarial – Pesquisa indicou aumento real acima da inflação


O Sistema de Acompanhamento de Salários do Dieese analisou 702 unidades de negociação registradas no ano passado e comprovou que a maioria dos reajustes salariais teve aumento real, ou seja, ficou acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

De acordo com o estudo, 87% dos reajustes salariais do ano passado ficaram acima da inflação. Já 8% ficou no mesmo patamar, enquanto outros 6% ficaram abaixo.

O levantamento também comprova uma tendência que vem sendo verificada nos últimos anos. Segundo o Dieese, a grande maioria das categorias profissionais consegue ter aumento real no momento da negociação de data-base.

Ainda avaliando-se os dados publicados pelo Departamento, pode-se constatar que, nos últimos 16 anos, o Brasil passou por dois períodos. O primeiro deles aconteceu entre 1996 e 2003, quando a maioria dos reajustes era feito abaixo da inflação. Já de 2004 até hoje há uma reversão deste cenário, com o reajuste mantendo-se no mesmo patamar ou acima do INPC.

Comparando-se 2010 com 2011, pôde-se perceber que os resultados foram parecidos, com aumento real em 87% das negociações e perda real em cerca de 5% delas.

Por Matheus Camargo

Fonte: Dieese



ICV de São Paulo – Dados de fevereiro de 2012


O DIEESE divulgou o ICV – Índice de Custo de Vida – da cidade de São Paulo que apresentou taxa de 0,13%, representando um recuo de mais de um ponto percentual no mês de fevereiro.

Um dos grupos que mais contribuíram para esse número foi o setor de saúde que foi incentivado pelos valores cobrados com a assistência médica. 

Os que menos apresentaram mudanças foram os setores de transporte e alimentação com queda de 0,26% e 0,16%, respectivamente. Esses setores foram influenciados pelos produtos “in natura” e semielaborados, além dos subgrupos individuais. 

Com relação às despesas pessoais, o estudo mostrou uma alta no mês de fevereiro, que fechou em 0,43% e foi influenciado pelos produtos de beleza e higiene pessoal que tiveram os preços elevados em 0,80%.

Outro grupo que apresentou aumento foi o item referente aos equipamentos domésticos, que fechou o mês em 0,17%, sendo que o item que mais contribuiu para esse aumento foi o de imóveis com 0,37%. 

O Índice de Custo de Vida também divulgou a inflação referente aos 12 últimos meses, que teve alta de mais de 5%, sendo que no primeiro bimestre do ano esse aumento foi de 1,45%. 

Por Joyce Silva



Dieese – Salário mínimo necessário para suprir as necessidades das famílias brasileiras – Maio de 2011


“Levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família (…) em maio, o valor do mínimo foi calculado em R$ 2.293,31”. Assim podemos resumir uma das conclusões a que chegou recente estudo do DIEESE sobre quanto deveria ser o salário mínimo do brasileiro no mês de maio deste ano, levando em consideração o preço da cesta básica em São Paulo.

O valor informado representa aquilo que seria necessário para que cada trabalhador deste país suprisse suas necessidades mensais de saúde, alimentação, lazer, transportes, previdência, educação, vestuário e higiene.  Por outras palavras, o brasileiro deveria receber cerca de 4,21 vezes o valor do salário mínimo atual, que é de R$ 545,00.

Esse valor, de acordo com a tabela de atualizações do próprio Departamento, não está muito distante do registrado em abril de 2011 (R$ 2.255,84) e em meses anteriores.

Por outras palavras, com tal estudo é possível ter a noção clara de que o salário atualmente em vigor no Brasil é simplesmente irrisório, tendo em conta as reais necessidades de uma família, entre as quais aquelas que o Estado oferece de maneira precária (educação, saúde  e condições de higiene, por exemplo).

Por Alberto Vicente

Fonte: Dieese



Dieese – ICV cai para 0,80% em abril de 2011


O leitor já parou para pensar quanto custa viver no país? Não, não é exatamente aluguel ou prestação de financiamento do imóvel, por exemplo, mas todos os gastos envolvidos, desde alimentos a produtos de limpeza. Pois bem, dados examinados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o Índice do Custo de Vida (ICV) desacelerou para a variação de 0,80% em abril, contra 0,91% constatado em março.

O Dieese ilustra os grupos Transporte, Saúde e Alimentação como os responsáveis pelos índices que apresentaram algum tipo de crescimento. Juntos, conceberam 58,50% dos gastos totais e 0,74% do índice do ICV.

No quesito Transportes, com alta de 3,33%, vale destacar o incremento de preços do etanol, 12,07%, e da gasolina, de 6,66%. Na categoria Saúde, com avanço de 1,05%, o subgrupo produtos farmacêuticos e medicamentos registrou ascensão de 4,78%, assim como assistência médica e consultas médicas, com índices positivos de 0,24% e 0,75%, respectivamente.

Em Alimentação, cuja alta chegou a 0,26%, a realizada fora do domicílio foi a principal contribuinte à alta, com 0,64%. Produtos da indústria alimentícia também apresentaram incremento, de 0,56%, enquanto produtos in natura e semielaborados responderam com decréscimo de 0,15%.

De acordo com o Dieese, o grupo Equipamentos Domésticos contraiu índice negativo de 0,79% e Vestuário, por sua vez, alta de 0,71%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Valores apresentaram queda em abril de 2011


Todo brasileiro tem direito a moradia, alimentação, acesso a transportes, educação, lazer e entretenimento, saneamento básico e outros recursos garantidos pela Constituição. Mesmo assim, num país de tantas desigualdades é bem comum observar cidadãos transitando pelas ruas em carros luxuosos, enquanto a poucos metros vários grupos de mendigos encontram-se desamparados.

A cesta básica, que compreende itens primordiais para uma existência digna, apresentou decréscimo de preços em 14 das 17 capitais sondadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no mês de abril. A maior baixa, de 7,87%, ocorreu em Salvador, seguida por Recife, com arrefecimento de 3,69%, e Aracaju, onde o recuo chegou a 3,36%.

A Pesquisa Nacional da Cesta Básica apontou que o maior avanço ocorreu em Porto Alegre, cujo índice constatado foi de 1,34%. Seguiram essa cidade Florianópolis e São Paulo, com aumentos de 0,91% e 0,35%, respectivamente.

Com esses dados em mãos, o Dieese ressalta que a cesta básica de São Paulo ainda é a mais cara do país, com cotação em R$ 268,52, enquanto aos porto-alegrenses o custo subiu para R$ 264,63. No ponto oposto, a cesta mais barata no mês de abril foi a de Aracaju, por R$ 185,88, acompanhada pela de João Pessoa, R$ 198,79, e Recife, R$ 202,03.

O Dieese assinala que o tomate figurou como o principal produto a pressionar o valor da cesta básica para baixo no mês passado, tanto que em 13 dos 17 locais sondados a baixa foi acima de 10%. Em contrapartida, a batata subiu em todos os locais, com destaque para o salto de 43,1% de Curitiba.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Portal Brasil



Valor da cesta básica em São Paulo – Queda em fevereiro de 2011


Essencial medidor do salário mínimo do brasileiro, a cesta básica compõe produtos que são essenciais para a boa vivência de todo ser. As diferenças sociais, porém, impedem que as pessoas tenham acesso a produtos semelhantes; em alguns lares há arroz, feijão e ovo; em outros, carne de primeira e outros alimentos de custo elevado.

Pesquisa edificada em parceria entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação de Proteção de Defesa do Consumidor (Procon-SP) abaliza que o valor da cesta básica caiu 2,38% em fevereiro sobre janeiro, para R$ 307,29.

Dos 31 produtos sondados na pesquisa, 18 apresentaram arrefecimento em seus preços, dez registraram avanço e outros três mantiveram seus valores. A categoria de destaque no recuo foi Alimentação, com baixa de 2,77% de janeiro a fevereiro, seguida por Limpeza, com decréscimo de 1,49%. A alta ficou a cargo da classe Higiene Pessoal, com índice positivo de 0,55%.

No acumulado do ano, o valor da cesta básica na capital paulista arrefeceu 3,70% e nos últimos meses, adquiriu alta de 7,21%.

Os produtos que apresentaram maior elevação de preço foram ovos (8,16%), absorvente (2,93%), creme dental (2,48%), óleo (1,89%) e farinha de mandioca (1,81%). No oposto, as maiores baixas ficaram a cargo da carne de primeira (9,39%), do alho (7,65%), do feijão (5,24%), do arroz (4,32%) e da linguiça (2,91%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon-SP



Dieese – ICV em São Paulo – Taxa de 0,41% em fevereiro de 2011


Residir nas grandes metrópoles gera alto custo aos bolsos. Prova disso é o Índice do Custo de Vida (ICV) calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que em fevereiro, na cidade de São Paulo, registrou taxa de 0,41%, contra 1,27% de janeiro.
O Dieese assinala que o grande motivador da alta foi o componente Transporte, o qual cresceu 0,76%, representando, portanto, 0,12% do total do ICV do período. Outro elemento que impulsionou o indicador foi Alimentação, com elevação de 0,39% em fevereiro. Este, por sinal, concebeu 0,11% para o avanço do custo de vida.
Despesas Pessoais, Saúde e Habitação também apresentaram incremento em suas taxas, de 2,50%, 0,29% e 0,18%, respectivamente. Em contrapartida, Equipamentos exerceu tendência contrária ao ceder 0,22% entre janeiro e fevereiro, além de Vestuário, que arrefeceu 0,34%.
No acumulado deste ano, ressalta o Dieese, o ICV registra índice positivo de 1,70%, com destaque para Transporte, com taxa de 3,87%, e Educação & Leitura, com aumento de 4,99%. Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro, o percentual acumulado do indicador alcança 6,26%.
Por Luiz Felipe T. Erdei

 



Dieese – ICV aumentou em janeiro de 2011


Quanto vale uma vida?

A pergunta, incalculável no sentido qualitativo, pode ser explicada de outra maneira, com uma pergunta diferenciada: qual é o custo de vida de cada ser?

Certamente muitos já perguntaram algo parecido com base em uma série de ideias e informações. No intuito de dar um parecer à população, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) avalia, por meio do Índice do Custo de Vida (ICV), alguns dados referentes aos custos da população.

De acordo com o Dieese, o ICV de janeiro avançou 1,28% no período, 0,63% acima da taxa calculada em dezembro. O grupo Transporte foi o principal responsável pela alta, uma vez que acumulou índice de 3,09%, seguido pela categoria Educação & Leitura, com avanço de 4,79%, e por Alimentação, que cresceu 1,17% no mês.

O índice do grupo Transporte, em separado, avançou dessa maneira em virtude do reajuste nas tarifas do ônibus municipal, em 11,11%, e do táxi, em 9,05%, mais estritamente a partir da segunda quinzena de janeiro. O percentual do grupo Educação & Leitura, como já era aguardado pelo mercado, obteve salto na percentagem devido ao reajuste das mensalidades escolares.

Em relação à categoria Alimentação, a alta foi estimulada pelos produtos in natura e semi-elaborados, os quais os custos aumentaram 0,85%. Além disso, produtos da indústria alimentícia e alimentação fora do domicílio tiveram índices majorados em 1,08% e 2,01%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Dieese



Dieese – Salário Mínimo deveria ser de R$ 2.194,76 em janeiro de 2011


Levantamento edificado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelou que em janeiro o valor da cesta básica subiu em 14 das 17 capitais examinadas, com destaque para Brasília, onde a elevação foi de 9,41%, Fortaleza, de 5,25%, e Rio de Janeiro, de 3,91%.

Por outro lado, os arrefecimentos aconteceram em Curitiba, de 2,79%, São Paulo, de 1,47% e Recife, de 0,32%. Apesar de ter contraído decréscimo, os paulistas continuam com a cesta mais elevada nos gêneros alimentícios essenciais, de R$ 261,25.

Com esses dados, o Dieese avalia que o valor do salário mínimo eficaz para o cidadão suprir suas necessidades como saúde, educação, transporte, previdência, lazer, moradia, alimentação e higiene foi de R$ 2.194,76 em janeiro, pouco mais de quatro vezes o mínimo atual estabelecido pelo governo, de R$ 540.

Com base neste anúncio, é perceptível afirmar que muitas pessoas ainda não possuem direitos garantidos, levando a crer que parte da população não consegue atingir bons níveis de felicidade, algo tão fomentado em outros países. A situação não deve mudar tão brevemente, ficando como alerta ao novo governo, que quer de fato melhorar o padrão e qualidade de vida de cada brasileiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Dieese



Valor da Cesta Básica sobe para R$ 307 em dezembro


Para assegurar sua alimentação, o consumidor precisa ir a supermercados atrás de produtos como arroz, feijão, óleo, azeite e outros itens correlatos. Obviamente, não é somente de mercadorias básicas que os cidadãos almejam viver e para conseguir uma alimentação variada, precisam desembolsar maiores valores.

A cesta básica é capaz de pontuar alguns indicadores, entre eles o do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e o salário mínimo ideal para a população sanar todas as suas necessidades, além das alimentícias.

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) também é responsável por análises similares, tais como o indicador da Cesta AbrasMercado, examinada pela consultoria GfK. Em dezembro do ano passado, a variação nesse quesito foi de 2,19% sobre novembro, com  acumulado anual em 17,41%.

A Cesta AbrasMercado é calculada com base no valor de 35 produtos de amplo consumo entre os brasileiros. Na opinião de Sussumu Honda, presidente da associação, o incremento é notável, pois o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 10,39% em 2010.

Com essa alta descrita, segundo a Abras, o valor da cesta básica chegou a R$ 307,40 em dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Abras



Cesta Básica – Alta nos Preços em 14 capitais brasileiras – 2010


Dados reunidos pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) assinalam que o valor dos componentes da cesta básica cresceu acima de 10%, no ano passado, em 14 das 17 capitais sondadas pelo estudo, com destaque para Goiânia, que contraiu alçamento de 22,9%.

Os demais locais com alta foram Recife, com avanço de 19,96%, Natal, 18,14%, Manaus, 16,73%, Fortaleza, 16,21%, São Paulo, 16,2% e Curitiba, de 15,16%. Além desses, em João Pessoa, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belém, Vitória, Belo Horizonte e Salvador ocorreu incremento respectivo de 13,84%, 13,74%, 12,92%, 10,65%, 10,46%, 10,41% e 10,13%.

Segundo matéria veiculada pela Band Online, somente em Porto Alegre, Brasília e Aracajú ocorreram variações abaixo de 10% (6,13%, 5,15% e 3,96%, respectivamente). Embora a maior alta tenha ocorrido em Goiânia, a cesta básica mais cara do Brasil ainda foi representada por São Paulo, que ao final de 2010 chegou a R$ 265,15.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese – ICV de São Paulo – Alta em 2010 para as Famílias de baixo poder aquisitivo


Estudo divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelou que o Índice do Custo de Vida (ICV) da cidade de São Paulo cresceu 6,91% no ano passado em comparação a 2009, o maior entre um período e outro já constatado desde 2004, quando 7,70% fora calculado.

De acordo com o Dieese, o maior índice foi catalogado entre os lares de poder aquisitivo mais baixo, uma vez que a esses o ICV avançou 7,67%, contra 7,44% entre as famílias com nível intermediário de remuneração. Para os mais endinheirados, por outro lado, o medidor variou 6,49%.

As despesas geradas com Alimentação foram aquelas que mais cresceram nesse ano, com variação de 11,95%. Em seguida, os custos com Habitação, Educação & Leitura e Saúde aumentaram 6,68%, 5,48% e 5,45%, respectivamente.

Os grupos que contraíram as menores variações foram Transportes e Despesas Pessoais, com alta respectiva de 4,25% e 4,72%, porém não menos que Recreação, Vestuário e Despesas Diversas, com índices de 0,51%, 0,61% e 1,66%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



Dieese – Valor indicado para o Salário Mínimo


A determinação de reajuste para o salário mínimo ainda não é definitiva. Centrais sindicais e governo devem estabelecer conversas a partir do dia 10 de janeiro para que o valor, definitivamente, agrade a todos os interessados. O aumento poderá gerar altos custos, porém uma devolução em forma de impostos deverá ser sentida no transcorrer dos próximos meses, independente da cifra acordada peremptoriamente.

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aportam que o percentual de 6,47% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dá margem para maior aumento ao salário mínimo a 2011, uma vez que o reajuste pretendido pelo governo é de 5,88%.

Conforme já descrito há algum tempo neste meio, o reajuste, pela regra atual, tem por base a inflação acumulada dos últimos 12 meses mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores. O “porém” atual é que a soma de todos os serviços e bens produzidos no país arrefeceu 0,2% em 2009, tornando a aumento do mínimo, portanto, mais ameno.

Segundo José Silvestre Prado de Oliveira, coordenador de Relações Sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), caso o INPC de 2010 seja adotado como norteador, o mínimo teria de ser ampliado para R$ 543, mas devido a facilitações de saques, o governo poderia ampliar a importância para R$ 545.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil



Dieese – Custo de Vida apresentou Crescimento em Novembro de 2010


O brasileiro observa o crescimento dos preços da carne desde o início deste ano. O item tem pressionado para cima alguns medidores econômicos, assim como o Índice do Custo de Vida (ICV), que cresceu 1,04% no mês passado, 0,11% acima do patamar de outubro (no mês retrasado abalizou 0,93%).

Estudo arrolado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) registra que o setor de alimentação, por si, contraiu avanço de 2,81% entre um mês e outro, com as carnes respondendo com 11,01% de alta no período e 26,12% no quadrimestre.

Além do grupo Alimentação, segundo o portal de Economia Terra, houve elevação no de Transportes, de 0,61%. Os dois ramos, indica o Dieese, representaram 0,89% de alta no ICV de outubro a novembro, que nos últimos 12 meses, especificamente, acumula incremento de 6,31%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese – Alta Salarial dos Trabalhadores garantirá a Sustentabilidade do Crescimento do Brasil


Durante as campanhas presidenciais, cada candidato procurou explorar méritos próprios e deméritos dos adversários. Dilma Rousseff, já eleita presidente, enalteceu as realizações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre as quais a transferência de renda para a população mais carente por meio do Bolsa Família, a criação de 15 milhões de empregos desde 2002, entre outros pontos.

O aumento da massa salarial foi outra questão muito utilizada pela ex-ministra-chefe da Casa Civil. Segundo economistas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o aumento do rendimento dos trabalhadores brasileiros assegurará a famigerada e pretendida sustentabilidade do crescimento do Brasil.

Com avanço próximo de 11% no acumulado dos últimos 12 meses até outubro, o Dieese pondera que a alta foi puxada pelo incremento da remuneração média e pelo avanço no número de cidadãos ocupados no período. Para Sério Mendonça, economista da instituição, a massa de rendimentos representa aproximadamente 40% do Produto Interno Bruto (PIB). Em sua concepção, esse índice dará sustentação à economia, mesmo perante o ambiente global desfavorável.

De acordo com a Folha UOL, nos 12 meses encerrados em outubro a renda mensal das pessoas ocupadas cresceu, em média, 6,1%, para R$ 1.344. Os assalariados, por sua vez, contraíram alta de 3,6% e rendimento médio de quase R$ 1,4 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese – Valor ideal para o Salário Mínimo – Outubro de 2010


O atual valor do salário mínimo (R$ 510) é insuficiente para suprir todas as necessidades básicas da população brasileira. Apesar disso, cada cidadão que depende desse montante consegue, mês a mês, sustentar não somente a si, mas a uma família inteira. As centrais sindicais almejam alta para R$ 580 e o governo, por sua vez, R$ 540.

Delongas à parte, de acordo com o Estadão pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revela que o salário mínimo do trabalhador deveria ter alcançado a cifra de R$ 2.132,09 no mês passado, justamente para a seguridade de suas necessidades – e de seu lar.

Apoiado na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de outubro, a qual teve por base o valor mais alto verificado (em São Paulo, de R$ 253,79), o levantamento estabelece que para o cidadão bem viver a soma ideal deve abastecer despesas com moradia, alimentação, saúde, educação, transportes, vestuário, lazer, higiene e previdência.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Construção Civil gera 730 mil empregos em diversas cidades


A construção civil é uma das áreas que melhor tem aproveitado o alto desempenho da economia brasileira nos últimos meses. Muito se noticia sobre os resultados conquistados pelo setor, sobretudo relacionada a continuidade da exoneração de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o final deste ano para materiais de construção. Além desse setor outros conseguiram se beneficiar, tais como o varejo.

Em convergência ao ambiente do país, o número de empregos no setor ascende com segurança, tanto que a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) confeccionada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), pertencente a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), mensurou quase 730 mil postos de trabalho criados nos últimos 12 meses em Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo.

A região metropolitana com maior taxa de crescimento na ocupação em maio passado, foi Salvador com 8%. Fortaleza e Distrito Federal conseguiram 6,8% e 5,5%, respectivamente. Totalizando as localidades citadas anteriormente, a média assinalada no quinto mês deste ano foi de 3,6%.

O setor de serviços, segundo o Canal Executivo UOL, foi aquele que melhor apresentou disposição no número de vagas criadas, seguido pela indústria e pela construção civil. Em relação ao desemprego, houve arrefecimento de 1,9% em junho deste ano ante mês igual de 2009, alcançado, pois, 12,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese afirma que Salário Mínimo é Inferior ao Necessário


A Constituição Brasileira rege que todo cidadão deve ter acesso aos serviços que atendam suas necessidades mais básicas para vivência, dentre eles acesso a saúde, educação, transportes, moradia, alimentação, entre outros. Como é de conhecimento geral, o descrito no papel nem sempre corresponde à realidade para grande parte da população, restante somente ingresso a parte do assegurado.

Um levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) indicou, no início desta semana, que o salário mínimo do trabalhador do país deveria ter chegado a R$ 2.157,88 no mês passado, valor bem superior aos R$ 510 atuais.

O interessante em todo esse estudo, se se parar para cada pessoa pensar, é a fatalidade da bitributação tão comum no país. O Estado não consegue dar vazão a todo o atendimento necessário, por isso, os brasileiros têm de recorrer a serviços privados, tais como planos de saúde, talvez um dos casos mais gritantes em virtude do número de habitantes versus médicos e atendimento disponíveis. O estudo do Dieese indica outros fatores nesse ínterim, tais como as horas trabalhadas para a obtenção de todo o conjunto de bens necessários.

Fonte Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Salário Mínimo Necessário ao Brasileiro é de quase 2 Mil Reais


O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) fez um estudo curioso sobre o salário mínimo do brasileiro. De acordo com o órgão, o valor apreciado e necessário para se suprir as necessidades básicas dos cidadãos é de R$ 1987,26, ou seja, aproximadamente 3,9 vezes o valor do mínimo, que atualmente equivale R$ 510.

Segundo reportagem do Portal de Economia do Estadão, a constatação foi alcançada após levantamento da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de janeiro, que agregou 17 capitais brasileiras.

Se o valor estimado pelo Dieese fosse concedido, todos os cidadãos do país teriam seus direitos mais básicos – e defendidos pela Constituição – atendidos, dentre eles acesso à alimentação, educação, higiene, lazer, moradia, saúde, transportes, vestuário e previdência.

Como isto não é possível devido a inúmeros fatores econômicos e políticos, os dados provavelmente não sairão da teoria para atingir, então, a prática.

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Por Luiz Felipe T. Erdei



Salário Mínimo Real e o Ideal para a população Brasileira


por Lindomar Vieira

Com um Salário Mínimo vigente de R$ 465,00 que comprovadamente não atende às necessidades básicas do cidadão brasileiro e uma proposta de aumentá-lo para R$  506,50 em 2010, o governo vê a proposta como parecendo o máximo que pode ser feito.

Contudo há pesquisa do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) que aponta no sentido de que esses valores estão muito aquém do necessário a garantir todas as necessidades básicas da família brasileira.

Segundo levantado, o valor ideal do salário mínimo deveria ser de R$ 2.005,07 para assegurar um bom padrão de vida para uma família, ou seja, 4,31 vezes os atuais R$ 465,00, que é o Salário real.

Não devemos esquecer que isso é pesquisa e quem ficar sonhando com um Mínimo desses hoje, só se mudando para a imaginária “ilha da fantasia”.



Salário mínimo deveria valer R$ 1,9 mil para cobrir as despesas básicas do cidadão


De acordo com dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor do salário mínimo deveria valer R$ 1.994,82 em julho de 2009 para poder cobrir as despesas básicas do trabalhador e seus familiares.

O valor do salário mínimo vigente no Brasil é de R$ 465, ou seja, 4,29 vezes menor do que seria necessário para suprir necessidades básicas como moradia, saúde, alimentação, vestuário, educação, higiene, transporte, lazer e previdência do cidadão e sua família, fatores determinados pela Constituição Federal e que o Dieese levou em conta para o cálculo do valor do salário mínimo brasileiro.



Valor do Salário Mínimo mês a mês até 2009 (valor mensal desde 1941)


Para você que tem interesse em pesquisar os valores dos salários mínimos no passado, segue link com tabela mês a mês coletados desde o ano de 1941.

As informações são baseadas em tabela do DIEESE, e são norteadas para a cidade de São Paulo.

Clique aqui para abrir o arquivo (requer leitor de arquivo XLS – ex.: Microsoft Excel).

Para mais informações acesse www.dieese.org.br.



Salário Mínimo de maio deveria valer R$ 2.045,06 para brasileiro atender as suas necessidades e de sua família


Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômico (Dieese), no mês de maio, o cidadão brasileiro deveria receber um salário mínimo de R$ 2.045,06 para atender suas necessidades vitais básicas e de sua famíla.

De acordo com o Dieese, para o salário seguir o preceito constitucional de atender as necessidades como moradia, alimentação, saúde, educação, laser, vestuário, higiene, transporte e previdência social ele deveria ser 339,80% maior do que o salário vigente no Brasil, que é de R$ 465.



Pesquisa revela que 77% dos pisos salarias não atingem de 1,5 salário mínimo


De acordo com dados divulgados pelo Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, os pisos salariais dos trabalhadores estão frustando sindicatos de diversas categorias. 

O balanço anual do Dieese analisou 628 pisos salariais de catagorias dos setoras da indústria, comércio e serviços e rural.

Segundo a pesquisa, o salário de 77% das categorias ficaram abaixo do valor de 1,5 salário mínimo, ou seja, R$ 622, considerando o valor do salário mínimo vigente em 2008, de R$ 415.

A grande maioria dps pisos (56%) ficaram abaixo de R$ 523, ou seja, 1,2 salário mínimo e apenas 2,9% das categorias conquistaram pisos superiores a dois salários mínimos (R$ 830).



Pesquisa revela que 95% dos trabalhadores recebem até 2 salários mínimos


O Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, realizou um estudo do Balanço dos pisos salariais negociados em 2008. De acordo com este estudo, 5,7% dos trabalhadores ganhavam um salário mínimo, 50,5% recebiam até 25% a mais do que o mínimo, 21% recebiam até 50% acima do mínimo, 13,1% ganhavam até 75% a mais do mínimo e apenas 4,6% ganhavam até dois salários mínimos. 

Para este levantamento, foram utilizados 628 pisos salariais dos setores da indústria, comércio, serviços e rural.

Os dados mostraram que noa últimos anos, os pisos salariais estão cada vez mais próximos do valor do salário mínimo

De acordo com o Dieese, o setor que possui o maior piso salarial é o de serviços, que ganha em média 42% a mais do que o valor do mínimo. Já o setor de comércio e indústria recebem 29% e 32% acima do mínimo, respectivamente. 

O setor que possui a remuneração mais baixa é o rural, que recebem em média 11% a mais do que o salário mínimo.



De acordo com Dieese o salário mínimo do brasileiro deveria ser de R$ 2.005,57


Levantamento divulgado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), revelou que o salário mínimo necessário, para o trabalhador brasileiro suprir suas necessidades básicas e de sua família, deveria ser de R$ 2.005,57 no mês de março.

O cálculo, para chegar a este valor, foi feito com base na Pesquisa Nacional da Cesta Básica em março, realizada em 17 capitais brasileiras. 

Na pesquisa foi considerado o presuposto na Constituição Federal, de que “o salário mínimo fixado em lei deverá suprir as necessidades vitais básicas e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social”. O gasto familiar foi ponderado, considerando o maior valor da ração essencial das localidades pesquisadas para uma família de dois adultos e duas crianças.