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Demissão – Quais são os Direitos do Trabalhador


A demissão é uma coisa comum e normal nos bastidores de qualquer empresa. Ela ocorre por vários motivos, como mau desempenho do funcionário, redução do quadro de colaboradores e quedas de produção. Muitas pessoas ficam confusas neste momento por não saberem quais são os seus direitos.

Todos nós trabalhadores temos direitos assegurados pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), mas nestas situações acabam surgindo dúvidas, principalmente naqueles que nunca passaram por uma demissão. A maioria das pessoas conhecem melhor o FGTS e o seguro desemprego por serem mais populares, mas não é só isso, existe uma série de obrigações que devem ser cumpridas pelo empregador, conhecê-las basicamente é importante para garantir tudo o que devem receber. Confira todos os itens e veja como é calculado cada direito.

Saldo do mês:

Todo trabalhador deve receber o saldo total dos dias trabalhados até a data de rescisão.

Aviso Prévio:

Segundo a CLT, o funcionário deve ser comunicado da demissão com aviso prévio de 8 dias (se o pagamento for semanal) ou 30 dias (se o pagamento for quinzenal ou mensal). Quando isso não é executado por obrigação, a empresa deve pagar ao colaborador os 30 dias de aviso não comunicados, isto para aqueles que prestaram serviços a empregadora até um ano. Para os que passarem disso, ainda tem o direito de um acréscimo de 3 dias por ano trabalhado, por exemplo: foi trabalhado 3 anos em uma empresa, então são somados 9 dias com os outros 30, totalizando 39 a serem pagos.

Férias que iriam vencer no ano da demissão:

Neste direito se calcula das últimas férias gozadas até o mês que venceria as próximas. Imaginemos que sejam 5 meses, então é considerado que o colaborador prestou serviços em 5 meses de 12. Então deve ser pago proporcionalmente 5/12 do salário atual do funcionário.

Férias vencidas não gozadas:

Se for este o caso do colaborador ter tido férias vencidas e não aproveitadas no ano de demissão, deve ser pago a quantia integral das férias e mais um abono de um terço delas.

13º proporcional:

Funciona quase como no sistema de férias proporcionais. Se conta do primeiro dia do ano (no caso 1 de janeiro) até a data de demissão, incluindo o aviso prévio. Se a demissão ocorrer no começo de novembro, então deve ser pagos proporcionais de 11 meses de 12 do atual salário.

Saque do FGTS:

Todo colaborador demitido sem justa causa tem o direito e opção de poder sacar todo o saldo depositado pela empresa durante o período de contrato em sua conta de fundo de garantia.

Multa de 40%:

Deve-se pagar uma indenização de 40% em cima do saldo do FGTS, como por exemplo: se no fundo de garantia de um determinado trabalho tiver um valor de R$ 2.000,00, deve ser acrescentado a mais R$ 800,00, totalizando R$ 2.800,00.

Se algum desses direitos não for respeitado, procure orientação e não deixe nada para trás, é um direito de todos e deve ser devidamente cumprido por toda empregadora ou empregador.

Por Jonas Zair Vendrame



Crise econômica pode ameaçar setor de empregos no Brasil em 2013


A economia brasileira viveu momentos críticos de crise em alguns setores e, segundo especulações, estes problemas podem chegar ao setor de empregos nacionais.

Esta estimativa é feita em decorrência da baixa recuperação da economia do Brasil que terá como conseqüência uma redução na oferta de empregos para evitar prejuízos maiores.

Em 2012 os empregos formais tiveram uma redução de 45% e em 2013 é esperado que haja uma manutenção desta diminuição no mercado de trabalho.

Além de se preocupar com a redução do número de vagas oferecidas aos brasileiros, o governo teme ainda o aumento nas demissões de funcionários como no setor de serviços.

 Por isso, é preciso aguardar o próximo ano para verificar o ritmo de reação da economia para verificar, de forma real, as conseqüências na vida laboral dos brasileiros.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Crescem demissões em Wall Street


A crise econômica está fazendo muitas vítimas nos Estados Unidos e a mais nova afetada é Wall Street.

Isso mesmo! O grande centro econômico do mundo está sofrendo com demissões e problemas financeiros.

A prova disso é os mais de 1.200 trabalhadores que foram dispensados por suas empresas além da grande monta de dispensas que será feita pelo Citigroup que ficará com 11.000 funcionários a menos na cidade de Nova York.

A situação de crise está exigindo a redução dos serviços financeiros para aumentar a lucratividade

Para atender a esta necessidade, apesar de aproximadamente 20 mil demissões no setor financeiro de Nova York as companhias presentes na bolsa de valores irão lucrar ao final de 2012 mais de 15 bilhões de dólares, mas à custa das dispensas e contenções realizadas.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Santander entra em acordo sobre funcionários demitidos


Nesta terça-feira, dia 18 de dezembro de 2013, houve um entendimento entre os Sindicatos de Bancários de São Paulo e o Banco Santander.

A pendência surgiu em decorrência de aproximadamente 447 demissões de funcionários do banco no estado de São Paulo. Em decorrência disso, o Sindicato entrou com ação no TRT para tentar impedir os desligamentos e teve a sua solicitação acatada pela justiça trabalhista.

E agora as duas entidades chegam a um acordo para reintegrar ou indenizar os funcionários demitidos no mês passado bem como a revisão de casos de pacientes com doenças graves e prestes a se aposentar.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais



Yahoo demitiu 2 mil funcionários e fará nova reestruturação


Na última quarta-feira (04/04), o Grupo Yahoo confirmou o que muitos já estavam especulando na imprensa, a demissão de 2 mil funcionários da companhia, na tentativa de uma reforma na sua estruturação.

Com esta atitude, o Grupo afirma que ficará mais ágil e conseguirá se manter melhor equipado, o que irá interferir diretamente para uma maior lucratividade e rapidez de inovação, que é o que o mercado busca constantemente.

Apesar de ter prejudicado muitas pessoas devido aos cortes, para a companhia só há melhorias. Com o desligamento destes trabalhadores, é esperada uma economia de US$ 375 milhões ao ano, além da economia também com os impostos relativos ao corte.

Com a globalização mundial, toda informação deve ser imediata, com medidas urgentes, ações e decisões antecipadas, esta é a nova proposta de reestruturação do Yahoo, que está buscando atingir cada vez mais este objetivo final por meio de novas ideias.

Antes das demissões, o Yahoo contava com cerca de 14 mil funcionários. Segundo informações da mídia, o corte de 2 mil colaboradores é apenas a ponta do iceberg, sendo que novos cortes podem surgir caso seja necessário.

Por Anne A. Matioli Dias

Fonte: Administradores.com



Nokia vai demitir 4 mil funcionários em 2012


Até o final de 2012, a Nokia pretende demitir cerca de 4 mil funcionários de suas fábricas de smartphones, situadas nas regiões da Hungria, Finlândia e México.

A empresa, considerada líder global em telefonia, fez o comunicado nesta quarta-feira (08).

De acordo com James Etheridge, porta-voz da Nokia, a distribuição das demissões ficará estabelecida da seguinte forma: 2.300 na fábrica de Kamarom, na Hungria; 700 em Reynosa, no México; e 1 mil em Salo, na Finlândia.

Tal decisão foi tomada com base na revisão das operações de smartphones, anunciada pela empresa no mês de setembro do ano passado.

Naquela época a Nokia já apontava que poderiam haver cortes na linha de produção.

Em 2011, a empresa registrou um prejuízo líquido no valor de 1,2 bilhão de euros. Já em 2010, o panorama era diferente, pois a Nokia havia apontado um lucro líquido de 1,8 bilhão.

A preocupação da fabricante é que o seu modelo Lumia não teve sucesso nas vendas, e agora terá que anunciar novos modelos em breve, para que a situação seja contornada.

Outro detalhe são os aparelhos com sistema Android que chegam ao mercado, ganhando muita popularidade.



Demissões: Pfizer cortará mais de 6 mil vagas em cinco anos


A crise financeira mundial atingiu inúmeras empresas em todos os continentes, desde aquelas de âmbito macroeconômico a outras grandes, com inúmeros empregados e forte atuação no mercado internacional. Em virtude dos problemas decorrentes do colapso, demissões foram as principais consequências.

A Pfizer Inc., uma das companhias de maior referência no segmento de medicamentos, informou que deverá cortar, aproximadamente, 6 mil vagas nos próximos anos. Como justificativa mencionou o encerramento das atividades em oito de suas unidades produtivas até 2015, bem como a diminuição de operações em outra meia dúzia de locais.

O portal de economia Estadão indica, com base em informações divulgadas pela Pfizer, que os cortes terão início efetivo dentro de um ano e meio como parte de suas intenções em extinguir mais de 19 mil vagas até 2012 – cortes de custos, relata a empresa, que adquiriu outra companhia, a Wyeth, no primeiro mês do ano passado.

Infelizmente, qualquer redução de gastos sempre recai aos funcionários que, direta e indiretamente, contribuem para o crescimento das empresas. Esse fato não se restringe somente à Pfizer, é claro, mas serve de exemplo, de referência.

Quer saber muito mais informações sobre o corte de vagas gerido pela companhia? Acesse o Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Bancos Privados demitiram mais de 9,5 mil em 2009


Apesar de contabilizarem números salientes e crescimento potencial, as três mais destacadas instituições financeiras privadas do Brasil – Bradesco, Itaú Unibanco e Santander –, infelizmente, despediram mais de 9,5 mil pessoas no ano passado.

De acordo com o Portal de Economia do Terra, o Itaú Unibanco foi a instituição que mais demitiu trabalhadores (6,387) – a fusão entre ambas as companhias é uma das possíveis justificativas. Em seguida, o Santander cortou mais de 1,6 mil empregos, enquanto que o Bradesco encerrou 1,55 mil postos de trabalho.

Uma pesquisa realizada entre o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) ressalta que isto ocorreu no mesmo instante em que as três tiveram crescimento em seus lucros, que somados chegam a R$ 24 bilhões líquidos.

Uma realidade nada agradável a todos os brasileiros e aos demais cidadãos do mundo continua a existir e não tem prazo para término. Os bancos privados – não somente esses três – realizam, rotineiramente, rotatividade de mão-de-obra, que permite, principalmente, redução de salários.

Cabe um parecer bem clichê: quanto mais se tem mais se quer; quanto menos se tem menos se consegue.

Por Luiz Felipe T. Erdei