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Demissões: Pfizer cortará mais de 6 mil vagas em cinco anos

19, maio, 2010

A crise financeira mundial atingiu inúmeras empresas em todos os continentes, desde aquelas de âmbito macroeconômico a outras grandes, com inúmeros empregados e forte atuação no mercado internacional. Em virtude dos problemas decorrentes do colapso, demissões foram as principais consequências.

A Pfizer Inc., uma das companhias de maior referência no segmento de medicamentos, informou que deverá cortar, aproximadamente, 6 mil vagas nos próximos anos. Como justificativa mencionou o encerramento das atividades em oito de suas unidades produtivas até 2015, bem como a diminuição de operações em outra meia dúzia de locais.

O portal de economia Estadão indica, com base em informações divulgadas pela Pfizer, que os cortes terão início efetivo dentro de um ano e meio como parte de suas intenções em extinguir mais de 19 mil vagas até 2012 – cortes de custos, relata a empresa, que adquiriu outra companhia, a Wyeth, no primeiro mês do ano passado.

Infelizmente, qualquer redução de gastos sempre recai aos funcionários que, direta e indiretamente, contribuem para o crescimento das empresas. Esse fato não se restringe somente à Pfizer, é claro, mas serve de exemplo, de referência.

Quer saber muito mais informações sobre o corte de vagas gerido pela companhia? Acesse o Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Demissão, Emprego, Empresas

Bancos Privados demitiram mais de 9,5 mil em 2009

22, fevereiro, 2010

Apesar de contabilizarem números salientes e crescimento potencial, as três mais destacadas instituições financeiras privadas do Brasil – Bradesco, Itaú Unibanco e Santander –, infelizmente, despediram mais de 9,5 mil pessoas no ano passado.

De acordo com o Portal de Economia do Terra, o Itaú Unibanco foi a instituição que mais demitiu trabalhadores (6,387) – a fusão entre ambas as companhias é uma das possíveis justificativas. Em seguida, o Santander cortou mais de 1,6 mil empregos, enquanto que o Bradesco encerrou 1,55 mil postos de trabalho.

Uma pesquisa realizada entre o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) ressalta que isto ocorreu no mesmo instante em que as três tiveram crescimento em seus lucros, que somados chegam a R$ 24 bilhões líquidos.

Uma realidade nada agradável a todos os brasileiros e aos demais cidadãos do mundo continua a existir e não tem prazo para término. Os bancos privados – não somente esses três – realizam, rotineiramente, rotatividade de mão-de-obra, que permite, principalmente, redução de salários.

Cabe um parecer bem clichê: quanto mais se tem mais se quer; quanto menos se tem menos se consegue.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Bancos, Demissão, Desemprego, Emprego