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INSS deve ter alta de 40,5% no déficit orçamentário em 2016


Índice representa R$ 124,9 bilhões em déficit no orçamento do sistema previdenciário brasileiro em 2016.

Uma notícia bastante preocupante para o sistema previdenciário brasileiro é a de que o setor deve registrar alta em seu déficit no ano de 2016. Dessa forma, em 2016 o déficit orçamentário do Instituto Nacional do Seguro Social deve sofrer aumento de 40,5%. Vale ressaltar que tal aumento representa a marca de R$ 124,9 bilhões em déficit. Saiba que tal expectativa é a previsão oficial do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, publicada em 31 de agosto. Caso confirmado será a primeira vez que o déficit aqui citado ultrapassa a marca de R$ 100 bilhões.

Além disso, saiba que apenas para 2015 é esperado que tenhamos um resultado negativo de R$ 88,9 bilhões. Portanto, o aumento do déficit de 2015 para 2016 seria de R$ 36 bilhões, caso confirmado. Tal previsão para o orçamento da previdência social faz parte da proposta do Orçamento de 2016 enviado ao Congresso Nacional pelo Governo Federal.

Em nota oficial, o Ministério do Planejamento já destacou que será preciso adotar medidas legais, bem como infralegais para conter o exacerbado resultado negativo das contas do INSS. Além disso, o Ministério do Planejamento também destacou que tais medidas devem ser discutidas no Fórum da Previdência Social.

Vale ressaltar que o setor aqui destacado vem passando por diversos problemas. Além disso, o conflito político em torno do assunto também merece bastante destaque. Em junho deste ano, por exemplo, o Congresso Nacional derrubou o fator previdenciário proposto pelo Governo Federal. Tal fator nada mais é que uma fórmula matemática que visava reduzir os benefícios daqueles que se aposentam antes da idade mínima que é de 60 anos para mulheres e 65 anos para homens. Com isso, o Governo Federal visava incentivar o contribuinte brasileiro a trabalhar por ainda mais tempo.

Após a derrota aqui citada, o Governo Federal enviou Medida Provisória ao Congresso Nacional. Através de tal medida o Governo propôs um avanço gradativo na regra para aposentadorias, visando que a mesma chegue a uma formula de 90/100 em 2022.

Por Bruno Henrique

Déficit no INSS



Orçamento de 2016 está com grande déficit


Rombo no Orçamento de 2016 gira em torno de R$ 130 bilhões.

Após viver um primeiro semestre conturbado, a economia brasileira faz uma projeção de crescimento do PIB para o ano de 2016 com um déficit considerável. Segundo o governo, o orçamento terá um patamar 0,5% mais baixo, o que afetou diretamente na programação de receitas e despesas.

O deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator-geral do Orçamento, informou, segundo divulgação da Folha de São Paulo, que o rombo no Orçamento gira em torno de R$ 130 bilhões em comparação ao que foi estimado em abril do ano corrente, quando foi encaminhado o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) ao Congresso.

Na primeira estimativa a equipe econômica ainda tinha expectativa de crescimento do PIB em 1,3% para o ano seguinte.

As novas perspectivas incidiram diretamente nas receitas do governo, que reduziu em R$ 60 bilhões, assim como afirma o parlamentar. Contudo, as despesas obrigatórias (incluindo folha de servidores e gastos da Previdência), aumentaram em torno de R$ 80 bilhões.

O deputado afirma ainda que para cobrir o buraco, uma opção seria a recriação da CPMF, que poderia render aos cofres públicos R$ 60 bilhões. As medidas para amenizar os prejuízos geraram uma reação do setor produtivo e do Congresso, que ainda reluta contra um novo aumento de impostos diante do momento de recessão.

O parlamentar afirma que é preciso ver “como se perde menos”, se com uma carga tributária maior ou com um sinal que as contas não vão fechar.

Barros cita que ainda existe a previsão de receitas extraordinárias aproximadas em R$ 35 bilhões para o Governo. Trata-se de um programa de regularização de capitais que não foram declarados e que são mantidos no exterior.

O intuito é estimular o pagamento de impostos por parte das empresas que mantém esse capital no exterior de forma não declarada. Essa medida pode chegar a uma alíquota de 35%.

Deve haver votação no plenário do Senado a respeito do projeto que regulamenta o programa. Será de 180 dias o prazo proposto para regularização.

Por André César

Orçamento de 2016

Foto: Divulgação



Déficit na balança comercial brasileira foi menor em julho


Déficit registrado em julho deste ano foi de US$ 6,163 bilhões, ou seja, 33% menor do que no mesmo período de 2014.

A crise no Brasil continua a refletir nos números econômicos. De acordo com dados do Banco Central (BC), informados nesta terça-feira (25), o País atingiu em julho deste ano um déficit de US$ 6,163 bilhões em suas transações internacionais. Este número é 33% menor do que o mesmo período de 2014.

O órgão monetário atribuiu a melhora da balança comercial da conta corrente à desvalorização do real, o que contribuiu para aumentar a competitividade das exportações e reduziu a demanda por bens e serviços no exterior.   

Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, um outro ponto que influenciou no resultado foi o dinamismo da economia no Brasil. Apresentando um ritmo bem menor do que em anos anteriores, o resultado é uma menor demanda de bens e serviços externos.   

O déficit em conta corrente chegou a US$ 44,094 bilhões, nos meses de janeiro a julho deste ano. Tal número representa uma queda acentuada de 24,4% em relação ao mesmo período de 2014, quando chegou a US$ 58,332 bilhões.  

Segundo o BC, a queda dos gastos no exterior, a alta do dólar frente ao real contribuíram significativamente para a  redução do déficit. A alta do dólar ajudou a encarecer as passagens internacionais, da alimentação e da hospedagem no exterior. Com isso, os brasileiros optam por destinos nacionais.

O órgão também divulgou os gastos dos brasileiros em viagens internacionais, que chegaram a US$ 1,677 bilhão em julho. Comparado ao ano passado, a queda foi de 30,4%.

Devido à instabilidade nas bolsas chinesas, o dólar chegou nesta semana a R$ 3,62, maior cotação em 12 anos. A projeção é que o País consiga fechar o ano com um déficit em suas contas com o exterior de US$ 81 bilhões. Tal resultado é consideravelmente inferior ao registrado em 2014, quando o saldo negativo ultrapassou a barreira dos US$ 100 bilhões.

Por William Nascimento

Balança Comercial



Previdência registra déficit de R$5,381 bilhões em 2012


A Previdência Social divulgou nesta quinta-feira – dia 27 de dezembro de 2012 – que possui um déficit relativo ao mês de novembro no valor de 5,381 bilhões de reais.

Este valor, calculado com base na correção do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), representa um aumento real de 20,4% e um aumento nominal de 27% em relação a este indicador quando comparado com o ano de 2011.

A situação de dívida da Previdência Social se deve a um aumento das despesas em 6,1% (com total de R$27,859 bilhões) e um crescimento na arrecadação de contribuições de apenas 3,2% (com total de R$21,783 bilhões).

Mas estes valores aumentam quando se considera o ano de 2012 como um todo já que no acumulado do ano o déficit chega a R$48,507 bilhões que representam um aumento de 11,1% em relação ao ano de 2011.

O grande motivo deste aumento expressivo no déficit da Previdência Social foram as desonerações na folha de pagamentos concedidas pelo governo federal a diversos setores que causaram a perda em 2012 de R$3,546 bilhões em contribuições.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais



Aumento do Déficit da Previdência – Fevereiro de 2012


A dívida da Previdência Social no Brasil cresceu 47% no mês de fevereiro quando comparado com o mesmo período em 2011. O valor total do déficit atingiu o patamar de R$ 5,1 bilhões, os dados foram divulgados pelo Ministério da Previdência Social.

Ao comparar com o valor referente ao mês de janeiro do ano passado, o aumento chegou a 70,5%.

Segundo o relatório divulgado pela instituição, esse aumento está diretamente ligado à queda ocorrida na arrecadação devido ao aumento do prazo dado pelo governo para os pagamentos do Simples Nacional e dos tributos do Empreendedor Individual. Por esse motivo a arrecadação registrada em fevereiro foi de R$ 18,8 bilhões, o que corresponde uma diferença de -4,4% quando comparado ao mês anterior.

As despesas da Previdência, segundo o mesmo relatório, foram de R$ 23,9 bilhões, o que representa um aumento de mais de 5% com relação a janeiro. Esses gastos são referentes aos reajustes nos benefícios dos segurados e também ao aumento do número desses benefícios.

No acumulado do ano, a Previdência já registra um prejuízo de R$ 8,16 bilhões, o que representa uma arrecadação de R$ 38,47 bilhões e despesas que somam R$ 46,63 bilhões.

Por Joyce Silva



Previdência Social – Queda no déficit em outubro de 2011


Conforme Garibaldi Alves Filho, ministro da Previdência, o RGPS (Regime Geral da Previdência Social) apresentou em outubro o menor déficit para o mês, desde 1997.

O valor do déficit apresentado em outubro foi de R$ 1,328 bilhão, já que foi arrecadado a soma de R$ 20,521 bilhões e foi gasto em pagamento de benefícios o valor de R$ 21.849 bilhões.

Comparando com dados do mês de setembro, a queda foi de 85%, em relação ao obtido no mês de outubro de 2010 a redução alcança os 42,7%.

Conforme Leonardo Rolim, secretário de Políticas de Previdência Social, a arrecadação tem alcançado recordes uma vez que houve um aumento contínuo dos contribuintes.

O mesmo informa ainda que, revendo a meta do déficit da Previdência em 2011, ela sofreu uma revisão em novembro passando de R$ 37 bilhões para R$ 35 bilhões. Este fato se deu por ter ocorrido boa arrecadação (no período), além da Previdência ter mantido as despesas dentro do previsto.

De janeiro a outubro de 2011 o déficit soma R$ 36.790 bilhões.

Com relação à estimativa sobre despesas em 2012, quando o salário mínimo será de R$ 622,73, a Previdência acredita que as despesas atinjam R$ 318 bilhões. No valor, está embutido: aumento nos gastos com o salário mínimo, entre outros itens.

Por Mônica Palácio

Fonte:  JB



Previdência Social apresenta aumento de Déficit em Junho de 2010


De acordo com o Ministério da Previdência Social em dados divulgados nesta quinta-feira, 22 de julho de 2010, o saldo negativo da Previdência aumentou em junho deste ano, em relação ao mês anterior.

Em maio o valor era de R$2,58 bilhões, valor este que passou para R$2,77 bilhões em junho. Mas o valor diminuiu em relação ao mês de junho do ano passado, o qual se apresentava em R$3,54 bilhões. Já é histórico que a previdência sempre arrecade menos do que acaba gastando e neste mês de junho de 2010 não foi diferente, onde a receita foi de R$16,58 bilhões, contra um gasto de R$19,35 bilhões.

Já com relação ao acumulado no primeiro semestre de 2010, o déficit também aumentou em 1,2% em relação ao ano de 2009.

Por Elizabeth Preático

Fontes: R7, O Estadão