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CNI afirma que indústria não irá contratar mais do que o esperado em 2013


A indústria brasileira viveu em 2012 momentos de intensa crise econômica que foi refletida em dispensas de funcionários.

Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria) o desemprego na indústria nacional não foi maior devido ao fato dos empresários considerarem mais caro formar um novo profissional do que manter o antigo funcionário com baixa produção.

Apesar disso, a CNI não acredita em aumentos expressivos no número de funcionários na indústria no ano de 2013 tendo uma estimativa de que, com a manutenção do crescimento do setor, sejam inseridos neste mercado mais 3 milhões de profissionais treinados.

Além disso, a CNI espera uma taxa de desemprego na indústria de 5,3% menor do que o montante de 5,5% de 2012 dando fortalecimento para a efetiva recuperação do setor no Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



Crescem demissões em Wall Street


A crise econômica está fazendo muitas vítimas nos Estados Unidos e a mais nova afetada é Wall Street.

Isso mesmo! O grande centro econômico do mundo está sofrendo com demissões e problemas financeiros.

A prova disso é os mais de 1.200 trabalhadores que foram dispensados por suas empresas além da grande monta de dispensas que será feita pelo Citigroup que ficará com 11.000 funcionários a menos na cidade de Nova York.

A situação de crise está exigindo a redução dos serviços financeiros para aumentar a lucratividade

Para atender a esta necessidade, apesar de aproximadamente 20 mil demissões no setor financeiro de Nova York as companhias presentes na bolsa de valores irão lucrar ao final de 2012 mais de 15 bilhões de dólares, mas à custa das dispensas e contenções realizadas.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Nível de desemprego diminui nos Estados Unidos


A crise econômica continua fazendo estragos nos Estados Unidos e nesta última semana as informações apontam uma redução no número de pedidos para auxílio-desemprego no país.

Segundo dados do departamento do Trabalho houve uma queda de 29 mil pedidos com relação à semana anterior perfazendo um total de 343 mil pedidos de auxílio-desemprego.

Este indicador sugere o início de uma recuperação da economia norte-americana com tendência à estabilidade em um futuro próximo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Crise na Grécia – Brasil contribuirá com US$ 286 milhões


A crise grega tem atingido as bolsas de valores de quase todos os países, desenvolvidos ou não, gerando incertezas futuras, medos e medidas de várias nações para tentar frear as quedas econômicas. O dólar, que antes estava subvalorizado em relação ao real, tem dado lá suas guinadas ante à moeda brasileira em virtude dos impactos na Europa.

Em anúncio feito na última sexta-feira, 7 de maio, Guido Mantega, Ministro da Fazenda, assegurou que o país colaborará com o pacote de auxílio financeiro aos gregos, elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia. Segundo a autoridade política, o Brasil fornecerá US$ 286 milhões, com recursos procedentes das reservas internacionais da nação.

Após mencionar alguns detalhes da empreitada, Mantega relatou que a crise financeira europeia não afetará o Brasil, visto que, segundo ele, a nação possui economia sólida, com mais de US$ 245 milhões em reservas.

Confira mais informações ministradas por Mantega no Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Chile tem queda em sua economia após terremoto


A crise financeira mundial foi um duro golpe em todos os países do planeta, desde aqueles considerados subdesenvolvidos até outros emergentes e, principalmente, aos desenvolvidos. Algumas nações ainda sofrem com os efeitos, tais como os Estados Unidos, que ainda não conseguiu recuperar-se totalmente em algumas áreas, dentre elas a empregatícia.

Uma nação, em especial, sofreu um pouco mais. Trata-se do Chile, que ao final de fevereiro de 2010 sofreu terremoto de grande amplitude, totalizando prejuízos incalculáveis. Em vista desse fator extra, especialistas se mostraram pessimistas em relação ao crescimento do país. Não à toa, as previsões foram acertadas.

Alguns acreditavam que a nação apresentaria contração de 1% a 5% em sua economia, porém, o índice oficial, divulgado pelo Banco Central em 5 de maio, quarta-feira, indica retração de 2,8% em março ante período igual de 2009.

O portal de notícias G1 realça que essa estimativa se refere ao Indicador Mensal da Atividade Econômica (Imacec), que engloba 90% dos bens e serviços relacionados ao Produto Interno Bruto (PIB).

Se o Chile sofre tanto, imagine o Haiti, tão massacrado histórica e fisicamente, também padecedor de abalos sísmicos recentes?

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Economia Brasileira deve superar patamar pré-crise


Notícias diárias indicam a economia brasileira como uma das que melhor tem obtido resultados positivos após a crise financeira mundial. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicou que a indústria do país se aproxima de seu recorde produtivo, pois está a 0,1% inferior ao pico constatado em setembro de 2008, ocasião antecedente ao início do embate global.

Informações lançadas pela entidade revelam que a produção da indústria ascendeu 2,8% em março em comparação ao mês anterior, o maior salto registrado desde outubro de 2009, e 19,7% ante o mês igual do ano passado, configurando, desta maneira, o melhor percentual já visto desde abril de 1991.

André Macedo, economista do IBGE, avalia que o nível da produção está quase igualado ao recorde notado em setembro de 2008. Alguns segmentos, inclusive, já ultrapassam o nível, tais como o de bens duráveis, 3% acima do ápice mencionado.

Embora alguns setores superem expectativas, segundo a agência de notícias Reuters, o de bens de capital se encontra inferior ao cume em 7,4%.

Leia mais diretamente na agência Reuters.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise financeira piorou situação de 53 milhões de pessoas na América Latina


A desigualdade existente entre continentes, países, estados e municípios é um fato, infelizmente, presente na vida da população. Não bastassem os problemas crônicos vistos na África, por exemplo, a crise financeira global trouxe mais fome e miséria a diversos locais.

A Organização das Nações Unidas (ONU) para a Agricultura e a Alimentação (FAO) fez um estudo envolto ao tema e averiguou que mais de 53 milhões de pessoas residentes na América Latina passaram a ter mais dificuldades em obter alimentos, acarretando, portanto, no aumento do número de desnutridos.

A desaceleração econômica e a alta dos preços dos produtos básicos aos cidadãos foram os dois principais pontos levantados pela FAO como justificativa ao entrave mencionado anteriormente. Crianças, indígenas e mulheres são os principais prejudicados.

Essa divisão da ONU relata que haverá efeitos duradouros aos países que passaram a sofrer ainda mais com a crise mundial, principalmente aqueles em que se notam dificuldades comerciais e de arrecadação fiscal.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



FMI recomenda corte de despesas ou aumento de arrecadação a países do G-20


A realidade europeia e norte-americana está longe de ser ideal, principalmente se comparada ao bom momento vivido pelo Brasil, China e Índia. Por isso, o Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda que países como Espanha, Grécia, Irlanda, Grã-Bretanha, Japão e Estados Unidos cortem despesas ou aumentem a arrecadação em 6% ao ano, em média, durante as próximas duas décadas.

Para o portal G1 de notícias, que teve por base informações do Valor Online, o grupo G-20, que engloba as 20 nações com maior potencial econômico do mundo, precisa passar do atual déficit médio de 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para saldo positivo de 4,5% daqui a dez anos, com manutenção constante até 2030.

O maior problema enfrentado pelas nações industrializadas é o alto endividamento público, que ultrapassa em inúmeros percentuais o próprio PIB. As taxas de juros, que anteriormente ficavam estabelecidas em índices próximos a zero por cento, começaram a serem mais altas, problematizando ainda mais as estimativas de recuperação real.

Para mais informações, clique aqui leia a reportagem no Portal G1, na íntegra.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Mundial – FMI pede Cuidado com Retirada de Medidas


Embora satisfeito com os dados de que a recuperação econômica global passou a acontecer antes do que se previu, Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), pede que os governos mundiais tomem precaução quando o assunto é retirada de medidas contra a crise.

De acordo com ele, conforme veiculou a Agência Estado, a demanda vista no setor privado ainda não é satisfatória em grande parte dos países, e o aumento nas taxas de desemprego podem se acentuar, sobretudo, nos Estados Unidos, Japão e Europa, ainda nos próximos meses. Kahn ressalta que se as nações adotarem tal medida, há riscos de a recessão retornar.

Para Dominique, a demanda observada no setor privado e as condições atuais do desemprego servem como indicadores para a determinação da retirada de estímulos econômicos e que, por isso, tais iniciativas precisam ser mantidas.

Confira informações e percentuais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Estados Unidos registra corte de 85 Mil Empregos


O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulgou uma informação que surpreendeu os economistas daquele país. De acordo com o órgão, 85 mil postos de trabalho foram cortados no ano passado, muito além do que os especialistas haviam previsto, que cerceava a margem de 10 mil vagas.

Os setores que mais apresentaram queda de emprego foram as manufaturas, o comércio varejista e a construção, diferentemente de serviços temporários e cuidados com saúde, que continuam a abrir vagas, segundo indicou a Agência Estado.

A construção civil, por sua vez, registrou um baque de 53 mil postos em dezembro de 2009. O salário médio por hora trabalhada, ressaltou a AE, subiu de US$ 18,77 para US$ 18,80.

Veja mais informações sobre esta notícia alarmante aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia Mundial abala os Britânicos


Sabe-se que a configuração de mundo globalizado pode levar o acontecimento de um país a refletir em outros. Nesta semana, a medida geral de confiança do consumidor da Nationwide Building Society, índice do Reino Unido, revela que houve um pessimismo dos consumidores em relação à economia no final de 2009.

Conforme dados concretos, a pontuação do medidor acima citado caiu de 74 para 69 pontos, o maior baque registrado em um mês desde novembro de 2008, ocasião na qual já acontecia o aumento da crise financeira mundial.

Por conta disso, estima a reportagem veiculada pela Agência Estado, Gordon Brown, primeiro-ministro, poderá não vencer as eleições que ocorrerão no início de junho deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Financeira – Estados Unidos dá sinais de Recuperação


A economia norte-americana passa a dar sinais de que começou a se recuperar. Mesmo assim, de acordo com líderes do Federal Reserve, o banco central daquele país, isso acontece de forma lenta, sem força o suficiente para alterar a percepção de que as taxas de juro devam permanecer no mesmo nível.

Por outro lado, o Fed almeja manter o mercado de trabalho com recuperação gradativa e os preços finais, aos consumidores, controlados. Isto porque, no caso de postos de trabalho, outro índice positivo seria necessário para que o banco central considere essa uma recuperação sensata.

A Agência Estado ilustra que o Fed fez a manutenção de sua taxa de juro proximamente ao zero, com a finalidade central de mantê-la no mesmo nível durante 2010 e, quem sabe, em alguns meses de 2011.

Confira outras informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Falta de Planejamento foi Principal Motivo da Crise nas Empresas


O relatório feito pela Ernst & Young chamado “Meeting today´s finantial challenges” tem o objetivo de mapear os desafios financeiros das organizações e aponta que muitas empresas foram severamente atingidas pela crise internacional por causa da falta de planos eficazes para monitorar e suavizar o impacto de riscos externos.

Segundo a empresa, conselhos de administração deveriam ser menos burocráticos e mais rigorosos se querem evitar surpresas financeiras desagradáveis.

Para saber mais detalhes confira na CIO Brasil a matéria aqui

Por Levi Rocha



Economia Global dá sinais de Recuperação


Hans Timmer, diretor do grupo de pesquisas de desenvolvimento do Banco Mundial, crê que a recuperação econômica no âmbito global deverá ser discreta, pois as grandes economias enfrentam problemas distantes de resoluções imediatas, tais como déficits fiscais cada vez mais crescentes e os altos índices de desemprego.

Para ele, a economia não apresenta resultados mais notáveis devido a estímulos fiscais e monetários temporários, ou seja, com prazo e validades anunciadas. Além disso, ressalta que a efetiva recuperação será alcançada ao longo de muitos anos.

Por outro lado, Jorg Decressin, chefe da divisão de estudos econômicos do Fundo Monetário Internacional (FMI), ressalta que as economias consideradas avançadas passaram a ascender antes do que se previu, justamente por causa dos incentivos adotados pelas lideranças.

A Agência Estado anunciou, por sua vez, que o FMI e o Banco Mundial estudam rever as estimativas em relação a economia global até o final de janeiro. Aí, poderá ser possível avaliar quem tem, ou não, razão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Finaceira – Queda nas Exportações


A Agência Estado veiculou uma reportagem perturbadora em relação ao momento econômico brasileiro, mais estritamente na área de exportações do país. Segundo a notícia, o tombo visto em 2009 foi o mais gritante desde 1950, ocasião na qual houve uma série histórica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

No ano passado a queda apontada foi de 22,2%, refletindo, sobretudo, a crise financeira internacional. Para a AE, o desempenho exercido pelas exportações reflete como a economia de determinados países se comportam.

Não mencionado informalmente pela Agência Estado, cabe abrir, então, um parêntese. Se o país começou a ser o foco do mundo, como, então, se comportarão os investidores estrangeiros com esses últimos dados? Cabe, portanto, aguardar que essa queda seja semelhante em outras nações, pois, de fato, a crise financeira mundial dificilmente seria superada totalmente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Presidente do Fed prevê crescimento em ritmo lento


Bem Bernanke, presidente do banco central americano (Federal Reserve), afirmou que a economia dos Estados Unidos deverá continuar seu processo de recuperação no próximo ano, devido ao ritmo do mercado de trabalho e a concessão de créditos não ser lá o esperado.

Mesmo assim, crê que quando a recuperação for suficientemente boa, o Fed estará a postos para desativar medidas de impulso à economia, com a finalidade de se evitar altos índices inflacionários.

O discurso tem por base, mesmo não tanto otimista, a queda da taxa de desemprego, que desceu de 10,2% para 10%. Contudo, Bernanke não acredita que o consumo dos norte-americanos aumentará, afinal, ainda há certo receio por parte da população em relação à estabilidade empregatícia e o acesso restrito ao crédito.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Econômica – Estados Unidos – Obama reafirma Recuperação


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, voltou a afirmar, em pleno Dia de Ação de Graças naquele país, que colocará a nação de volta aos eixos, no sentido econômico. Porém, voltou a admitir que poucos postos de trabalho estão sendo cunhados no atual momento. Por isso, afirma, não descansará enquanto esse problema não for resolvido.

Obama acredita que os cortes de impostos, o alargamento dos benefícios de seguro-desemprego e a ajuda prestada aos mutuários fizeram com que a economia começasse simplesmente a engatinhar. Além disso, pretende reformar o duvidoso sistema de saúde norte-americano.

De todo jeito, o presidente estadunidense suspira ao falar que ainda não existe uma criação mensal suficiente de empregos para compensar as infindáveis perdas. E é bom que não descanse, pois George W. Bush entregou uma grande bomba em suas mãos. Ele terá de ser um excepcional especialista, junto ao seu governo, para desarmá-la.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Obama elogia Equipe para Afastar Especulações Negativas


Muitas vezes, discursos especulativos surtem ótimos efeitos no mundo econômico. No Brasil, em menos de 5 anos, inúmeros políticos se utilizaram deste meio para afastar especulações negativas, bem como para estimular investidores estrangeiros a investirem na nação brasileira.

Com base nisso, talvez sem algum propósito imediato, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, afirmou em entrevista que a sua equipe financeira, mais Timothy Geithner, secretário do Tesouro, obtiveram sucesso em firmar o sistema financeiro daquele país.

Segundo Obama, a economia estadunidense começa a apresentar um desenvolvimento interessante pela primeira vez em pouco mais de um ano. Para ele, é importante, no atual momento, não se pautar nos altos índices de desemprego; é viável, pois, oferecer estímulos para que as empresas voltem a contratar. Com isso, o ciclo econômico interno – e por que não entre os demais países do globo? – pode fazer a economia girar, girar, girar…

Obama assegura que não descansará enquanto os problemas não forem sanados. O primeiro passo, ressalta, já foi dado. Restará garantir que os Estados Unidos estejam no rumo certo. Provavelmente – há uma possibilidade de haver coerência nas próximas palavras –, Barack bebeu um pouco do mel discursivo de Lula.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise Financeira Aumentou Dívidas de Brasileiros


Um levantamento feito pelo Banco Central ilustra que durante a crise financeira, num período estipulado entre agosto de 2008 e agosto deste ano, quase 3,6 milhões de brasileiros adquiriram dívidas superiores, no sistema financeiro, a R$ 5 mil. De acordo com a instituição, financiamentos no segmento imobiliários e os chamados créditos consignados foram as operações que mais apresentaram “desenvolvimento”.

O Sistema de Informações de Crédito norteia que, no fim de agosto de 2009, quase 21 milhões de pessoas mantinham empréstimos superiores ao valor já mencionado em instituições financeiras. Isto registra um aumento de quase 21% em relação ao denotado 12 meses antes.

Mesmo assim, avalia o governo, isso é saudável, pois mostra que houve cessão de privilégios às famílias brasileiras para que adquirissem bens e imóveis, além de propagarem seu consumo. O governo, novamente, acredita que isso propiciou, inclusive, ferramentas para a nação reagir bem e velozmente à crise financeira. Mas, e o povo? Endividado permanecerá, enquanto o Brasil “cresce”?

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB dos EUA sobe 2,8% entre Julho e Setembro


O Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) daquela nação apresentou uma taxa de crescimento anualizada de 2,8% de julho a setembro deste ano. Há pouco tempo, esse mesmo órgão havia apregoado uma estimativa inicial de 3,5% para o mesmo período.

Com isto, afirmam os analistas, percebe-se que esse desenvolvimento do PIB foi o primeiro desde o apontado no segundo trimestre de 2008 e o mais notável em quase dois anos.

O gasto notado entre os consumidores apresentou uma ascensão de 2,9% no período analisado, com uma participação de 2,1 pontos percentuais para o Produto Interno Bruto em geral. A estimativa inicial indicava uma alta de 3,4% dos gastos dos consumidores e um reforço de quase 2,5 pontos desse elemento ao PIB.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Barack Obama mostra Preucupação e Teme Nova Recessão


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, mostrou em um de seus últimos discursos muita preocupação com o futuro econômico do país. Para ele, é necessário conter os déficits da nação, pois se a dívida apresentar um desenvolvimento maior além da existente atualmente, a economia pode voltar à recessão.

Em entrevista a um canal de televisão norte-americano, Obama tomou como exemplo o alto índice de desemprego, que chegou a 10,2% nos últimos estudos, ou seja, de cada dez pessoas nos EUA, uma se apresenta fora do mercado de trabalho. O presidente afirmou que seu governo confronta-se com uma delicada tarefa de tentar estimular a economia e os postos de trabalho, ao mesmo instante em que é imprescindível reduzir o déficit já mensurado.

Uma das primeiras iniciativas são as chamadas medidas tributárias como incentivo às empresas, para que estas passem a contratar. De todo jeito, Obama ressaltou que se nada for feito, a confiança dos outros países na economia norte-americana pode ruir e abarcar a uma nova recessão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula mostra sua força e critica o Sistema Financeiro Mundial


Uma das mais notórias personalidades dos últimos anos voltou a proferir críticas ao sistema financeiro mundial. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, afirmou que a falta de regulação e a especulação por uma parcela dos principais governos globais gerou o tão comentado colapso bancário.

Seu discurso, feito durante a Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Agricultura e a Alimentação (FAO), em Roma, Itália, cerceou, também, pedidos de maior atenção – por parte do líder brasileiro – em relação à temática de combate à fome. Segundo Lula, ao menos metade dos gastos do Estado para salvar bancos falidos poderia ser inclinado a melhorias alimentares.

A reforma de instituições internacionais, dentre elas o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, foi outro apelo de Lula. De acordo com ele, medidas funcionais em situações emergenciais são importantes, mas soluções para longo prazo podem prevenir situações de calamidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula defende Classe Desfavorecida na Assembléia das Nações Unidas


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a classe mais desfavorecida da sociedade. Em discurso proferido na abertura da 64ª Assembléia Geral das Nações Unidas, alegou que os trabalhadores e as nações pobres não podem pagar pelas especulações financeiras advindas dos países ricos.

Segundo Lula, a correção de crises, tais como a atual em que o Brasil está se saindo bem, não devem ser originadas pelos países menos favorecidos econômica e socialmente. Afinal, o poder aquisitivo deste é menor e as conseqüências para tais são piores.

O presidente brasileiro completou seu discurso ao afirmar que é necessário buscar as causas da crise e não os seus efeitos, pois muitas medidas, quando adentradas sob a óptica de resoluções emergenciais, podem fazer cair por terra inúmeras concepções políticas, sociais e econômicas.

O discurso de Lula, no final das contas, foi bem interessante. O ponto alto aconteceu quando ele argumentou que as instituições privadas pensavam que podiam se auto-regular economicamente, sem a presença do Estado. Talvez, caríssimos, as lições da famosa crise de 1929 não estejam mais na cabeça dos chamados “cérebros financeiros”.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Senador Mão-Santa apóia passeata em prol de municípios brasileiros em situação precária


Que a situação dos municípios brasileiros é precária, disso há muito já sabemos. Contudo, certas regiões do nosso país têm a situação agravada por uma série de fatores locais como as geográfico-climáticas, baixa industrialização e comércio. A discussão de tão antiga, toma até ares de “velha”.

A redução do repasse de verbas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que é feito pela União para as cidades brasileiras, tem criado muita dificuldade e insatisfação.

Municípios situados em estados da região nordeste são duramente castigados  e prejudicados com a redução das verbas, pois sem dinheiro não há como atender as necessidades da população.

Diante de tudo isso, prefeitos do Piauí organizaram uma passeata em protesto para terça, 08/09. Com o total apoio do senador Mão-Santa que, inclusive, promete marcar presença e prestar seu apoio e solidariedade à causa das cidades brasileiras.

por Lindomar Vieira


G-20 fica em cima do muro com relação ao emprego mundial


O G-20, grupo dos 20 países mais desenvolvidos, mantém uma posição cautelosa e indefinida quanto ao crescimento e à situação do emprego no mundo.

Embora Alistair Darling, ministro de finanças britânico, fale em continuidade das ações visando a recuperação do cenário econômico no mundo, não é percebido um papel relevante do FMI e do FSB no sentido de implementar ações objetivas favoráveis às economias mais afetadas pela atual crise econômica que se espalhou pelo mundo todo.

Os países emergentes, fortemente abalados, ainda esperam por medidas concretas que lhes tragam o auxílio financeiro necessário para saírem do sufoco. Mas, por hora, tudo o que se desenvolve restringe-se ao âmbito do planejamento e traçado de estratégias, apenas.

A cúpula do G-20 se reunirá no final deste mês, em Pittsburgh, EUA, para uma nova rodada de discussões. Resta, agora, esperar os resultados da reunião.

por Lindomar Vieira


Brasil está superando a crise: Cresce o número de empregos com carteira assinada


Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Mistério do Trabalho, revelou um aumento no número de empregos com carteira assinada no Brasil.

Em abril foram criados 1.350.446 novos empregos e demitidos 1.244.241 trabalhadores, gerando um saldo positivo de 105.205 novas vagas de emprego com carteira assinada. Em março, foram criados apenas 34.818 novos empregos.

No mês de abril, os setores que mais contrataram foram o de serviços, agricultura, construção civil e comércio.



Aumenta o número de desempregados no Brasil


A taxa de desemprego no país teve mais uma alta no mês de fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em fevereiro, a taxa passou a 8,5%, maior registrada desde março do ano passado, reflexo da piora na situação econômica mundial.

Este resultado indica que o Brasil passou a ter 1,9 milhões de desempregados, 51 mil a mais do que o registrado em janeiro.



Veja aqui quem terá direito a receber mais duas parcelas do seguro-desemprego


Mais de 103 mil trabalhadores terão direito a receber duas parcelas a mais do seguro-desemprego, que pode chegar a sete meses.

Esta ampliação do benefício será concedida a trabalhadores demitidos entre dezembro de 2008 e fevereiro de 2009, nos setores afetados pela crise econômica. 

Clique aqui e veja a tabela dos setores afetados em cada Unidade de Federação do Brasil.

Tire aqui as suas dúvidas sobre Seguro-desemprego.



Mais de 100 mil trabalhadores receberão parcelas extras do Seguro-desemprego


O Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou que o Governo irá ampliar o prazo para o pagamento do seguro-desemprego para até 7 parcelas

A partir do mês de abril, mais de 103 mil trabalhadores terão direito a estas parcelas extras do benefício. 

As duas parcelas a mais do seguro serão pagas a trabalhadores que foram demitidos no mês de dezembro de 2008, auge da crise econômica no Brasil, em 16 estados: AM, AP, MA, CE, PB, PE, SE, BA, MG, ES, RJ, SP, PR, SC, RS e GO, nos setores que foram mais afetados pela crise.

A medida foi tomada pois os setores fortemente atingidos pela crise ainda não conseguiram se reestabelecer e voltar aos patamares de produção anteriores à crise econômica.



Na hora do aperto qual é a melhor opção para recorrer: Cartão de crédito ou cheque especial?


Estamos passando por um mommento de inadimplência alta, e, para não ficar com o nome sujo na praça muitas pessoas recorrem ao cartão de crédito e ao cheque especial na hora das compras. Mas, qual é a melhor opção? E, quando usar os dois, qual pagar primeiro?

Economistas afirmasm que o cartão de crédito deve ser prioridade na hora do pagamento, mas atenção: só vale para liquidar o valor total da fatura. Pagar o mínimo do cartão vai fazer com que vc pague mais juros e pode entrar numa bola de neve sem fim. 

Os juros do cheque especial tendem a ser menores, porém, são automáticos, caem diretamente na conta. No caso do cartão de crédito, o consumidor tem até um mês para conseguir o dinheiro para pagar a conta.

Veja a reportagem do Jornal Hoje sobre o assunto:



O aumeto da venda de produtos populares no Brasil está gerando novos empregos


A preocupação do consumidor em economizar está fazendo com que o Setor de Produtos Populares cresça a cada dia. 

Com o aumento da procura por produtos bons e baratos, comerciantes comemoram e indústrias aumentam a produção. Isso faz com que aumenta a demanda por mão-de-obra, gerando mais empregos neste setor.

No Rio, foi inaugurado um Shopping popular, para atingir o consumo de comunidades da Baixada Fluminense. Só o shopping gerou 2,5 mil empregos.

Confira a reportagem do Jornal Hoje sobre o assunto:



Empresas retomam produção no Brasil: fim das férias coletivas


Com a diminuição na produção, afetada pela crise econômica, muitas empresas tiveram que dar férias coletivas aos seus funcionários.

Mas uma boa notícia para estes trabalhadores que estavam com medo de perder o emprego, fábricas do setor automobilístico estão retomando a produção e antecipando a volta dos operários de sus férias coletivas.

Segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, está crescendo a produção de veículos e, com isso, aumentando a necessidade de mão de obra para a retomada da produção. 



Dez razões para o brasileiro ficar otimista com realção à Crise Mundial


A revista Veja publicou neste mês um artigo que promete trazer um opouco mais de ânimo e otimismo ao povo brasileiro com relação à Crise Econômica Mundial

O Editor executivo de Economia, Marcio Aith, juntamente com alguns dos mais renomados economistas do país, fizeram uma lista dos dez principais motivos para os brasileiros ficarem otimistas diante da crise econômica mundial. O País tem a possibilidade de atravessar esta crise apenas com alguns pequenos arranhões e com boas chances de um grande crescimento em 2010. Confira:

  1. O Brasil possui uma reserva de 200 milhões de dólares que se mantém intocadas, mesmo após 6 meses de crise econômica;
  2. O país possui Bancos competentes, regulados, provisionados contra calotes e evitam se expor a riscos;
  3. O país não possui bolhas de crédito e imobiliária e ainda por cima possui um forte potencial para o crescimento nestes setores;
  4. O mercado interno é forte e mantém um crescimento proporcional ao poder de compra e crescimento populacional;
  5. O Brasil é auto-sustentável em petróleo e não dependendo de importações;
  6. Vivemos num país democrata, com estabilidade política. A democracia é um patrimônio nacional;
  7. O país vive um período de estabilidade econômica e arcabouço regulatório imperfeito, mas previsível;
  8. O Brasil é o maior exportador de alimentos do mundo, isso garante grandes exportações em qualquer cenário mundial;
  9. O nosso mercado externo é muito diversificado, possuimos compradores em todas as partes do mundo e as nossas mercadorias possuem um crescente valor agregado;
  10. As mesmas projeções que apontam estagnação mundial, estão apontando o crescimento do PIB no Brasil em 2009. 


Segundo o presidente Lula o País será um dos primeiros a sair da Crise Financeira


O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou otimismo ao revelar que o País foi um dos últimos a entrar na Crise Finaceira, mas será um dos primeiros a sair dela, em seu programa semanal “Café com o Presidente”.

Conforme os dados divulgados pelo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o mês de fevereiro fechou com aumento no índice de desemprego no país. O Presidente afirmou que a previsão é de que estes dados melhorem a partir deste mês de março, pois as medidas tomadas para a liberação de crédito para financiar capital de giro, incentivar a construção civil e repassar  mais dinheiro ao BNDES, estão em processo de maturação e começarão a surtir efeito a partir de agora.

Lula afirmou que pretende negociar com o Banco Central e com o Ministério da Fazenda um redução nas taxas dos bancos e nos juros cobrados nos empréstimos.

O presidente volta a afirmar que se as pessoas consumirem adequadamente e se comprarem aquilo que precisam, as vendas impulsionarão a produção nas fábricas e, consequentemente, irá gerar mais empregos aqui no Brasil.



Funcionários que buscam qualificação são mais valorizados dentro da empresa


No atual momento em que estamos vivendo, empresas estão se obrigando a fazer cortes em seu quadro funcional, isso acarreta em demissões atrás de demissões.

Agora, mais do que nunca, os gestores estão avaliando bem os seus colaboradores, e cortando os menos capacitados.

Diante diso, é importante que o trabalhador saiba manter a sua empregabilidade, realizando cursos de aperfeiçoamento, se especializando e se reciclando para se destacar entre seus colegas de trabalho. 

E a capacitação profissional não conta pontos somente para quem está empregado, profissionais de recrutamento e seleção valorizam muito o candidato que faz cursos de aperfeiçoamento, é um diferencial a mais na hora da entrevista.

E a falta de dinheiro não é motivo para não se especializar, vários Estados do País oferecem cursos gratuitos para a população. Atualmente, existem mais de 440 cursos de qualificação e formação profissional gratuitos no País.



Crise nos EUA, Japão e Europa pode ser a pior desde a Segunda Guerra Mundial


Se você está cansado dos salários baixos pagos no Brasil e está querendo se mudar para o exterior para tentar uma vida melhor lá fora, pense novamente.

Infelizmente, o mundo já não é mais o mesmo. O desemprego está em alta nos EUA, Japão e Europa, países que, em conjunto, representam mais de 80% da riqueza gerada no mundo. A retração é, talvez, a mais forte desde a Segunda Guerra Mundial. Felizmente, nosso país, embora tenha sido atingido pela crise, está a salvo do pior, por enquanto.

Um termômetro da crise são as notícias que temos visto, como Japão vive pior crise econômica desde a 2ª Guerra Mundial (Invertia)Europa tem pior recessão em 50 anos (Estadão)PIB americano registra maior queda em 27 anos (Veja).

A queda mais dramática foi mesmo a do Japão, com uma incrível retração de 12,7% na atividade econômica. O paraíso dos dekasseguis e arubaitos virou um inferno com a queda brutal nas exportações daquele país.

Portanto, a menos que você tenha um emprego certo, um local definido para ir trabalhar, o melhor, neste momento, é deixar a tormenta passar. Ir para algum desses países agora é um risco enorme de perder as economias e ficar desempregado. Principalmente no Japão.



Trabalhadores temem tirar férias e voltar sem emprego


Em época de crise econômica, todos os dias surgem notícias de empresas que estão demitindo funcionários em diversas áreas. Com isso, muitos trabalhadores temem tirar férias nesta época de demissões com medo de perderem o emprego ao retornar.

Porém o trabalhador não deve temer este direito, pois a demissão não vai ocorrer por causa das férias. Se a empresa for demitir, ela levará em conta o desempenho do trabalhador e o seu histórico. 

Tirar férias não deve ser visto como uma ameaça, todos precisam descansar, repor as energias para conseguir ser mais produtivo durante o ano.

Profissionais criativos, dinâmicos, pró-ativos, que trazem resultados não devem temer as férias neste período de demissões, ao contrário dos funcinários displicentes, que não agregam nada à empresa, estes sim devem temer a demissão, entrando de férias ou não.



Crise Econômica: Paulistanos estão evitando endividamentos


O percentual de endividados em São Paulo é o menor em cinco anos, segundo a Federação do Comércio do Estado de São Paulo – Fecomercio-SP. Segundo a entidade, os consumidores paulistas estão mais cautelosos por causa da incerteza dos efeitos da crise econômica mundial.

A taxa de edividamento em janeiro foi de 45% e em fevereiro alcaçou 38%, a menor desde 2004.

De acordo com a pesquisa, 12% das famílias paulistanas estão com as contas atrasadas, uma diminuição de 2 pontos com relação ao mês anterior.

A mesma pesquisa mostra que os homens são os mais endividados do que as mulheres e o principal tipo de dívida é com o cartão de crédito (46%), seguido de dívidas com carnês (28%), crédito pessoal (8%), cheque especial (4%), cheque pré-datado (2%), crédito consignado (2%) e outros tipos de dívidas alcançam 10% dos consumidores.



Seguro-desemprego passa a ser de até 7 meses para trabalhores de setores afetados pela crise


O Codefat – Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador, aprovou a medida que amplia por mais dois meses o pagamento do seguro-desemprego de trabalhadores que foram demitidos de empresas de setores mais afetados pela Crise Econômica

Atualmente o benefício varia de 3 a 5 meses, conforme o tempo que o trabalhadou ficou com a carteira assinada e o valor recebido varia conforme os seus rendimentos anteriores, de R$465 a R$870.

Ainda não foi definido quais são as áreas mais afetadas na qual o trabalhdor poderá receber este “plus” no benefício, apenas sabe-se que a crise está afetando mais as empresas que dependem de exportações como a siderurgia, aço e mineração.



Crise Econômica: Empresa GM fará 10 mil demissões até o final deste ano


A Empresa General Motors (GM) anunciou que terá que fará uma redução de 14% em seu quadro funcional até o final deste ano, isto representa um corte de 10 mil empregados em fábricas espalhadas no Mundo.

Além das demissões, a GM terá que fazer uma redução de até 10% no sarário de seus colaboradores.

Devido a grande queda na venda de veículos, a empresa teve que tomar esta decisão para evitar uma futura quebra.



Aumenta o número de desempregados no setor industrial: o que fazer para sair dessa?


O emprego na indústria no Brasil teve em dezembro do ano passado a maior queda desde 2001. O índice registrado foi de 1,8% de redução.

O Jornal Hoje, exibiu uma reportagem com alguns profissionais que foram demitidos há pouco tempo.  A entrevista revela a reação de cada um quando perdeu o emprego e o que estão fazendo para superar a fase do  e agora, o que eu faço”? 

Quando o profissional é demitido a primeira reação é a surpresa. Apesar de todos saberem que a crise econômica está afetando as indústrias, ninguém acha que será atingido por ela. 

Depois da surpresa vem a raiva, do chefe, da empresa, da injustiça. Logo depois surge o período da tristeza, e que o profissional fica desesperado, sem rumo, desmotivado. Esta tristeza está muito relacionada como o trabalhador se sentia com relação à empresa, que, para muitos, era como se fosse a segunda família.

Quem acabou de perder o emprego não deve se deixar levar pela tristeza, evite ressentimentos, erga a cabeça e bola pra frente. O importante é não ficar parado pois a fila anda!! 

Agora é hora de se planejar, poupar e fazer orçamentos finaceiros para administrar o seu dinheiro. Não se desepere, tenha calma e tente usar o conhecimento adquirido no período em que esteve trabalhando como um forte  aliado para conseguir se recolocar no mercado de trabalho. 

O importante é não desistir dos seus sonhos e manter a Fé.



Foi demitido? Veja como enfrentar a demissão de cabeça erguida


Em épocas de crise econômica, é inevitável o corte de mão-de-obras para a redução de custos. E quem é o mais prejudicado nessa história? O trabalhador.

É muito comum que a pessoa que foi demitida se sinta desolada e com a autoestima baixa. Porém, apesar de difícil, a demissão não pode ser vista como o fim do mundo. 

Veja aqui algumas dicas para enfrentar a demissão de cabeça erguida e ainda aumentar as suas chances de arrumar um novo emprego:

  • Evite chorar na frente do chefe e dos colegas de trabalho, mantenha a compostura. Deixe para se lamentar em casa, no travesseiro. A família e os amigos não vão deixar de te dar um ombro amigo caso perca o equilíbrio.
  • Não cause uma má impressão na hora que for dispensado. Evite brigar com o chefe ou falar mal da empresa, afinal, nunca se sabe o dia de amanhã, é bom deixar as portas abertas para uma nova oportunidade na empresa, além disso, você também poderá precisar deles para uma indicação de trabalho em outra empresa.
  • Por mais difícil que pareça, nunca perca o otimismo. Quase todo o mundo passa por uma demissão na vida e todos conseguem sobreviver. Mantenha-se otimista e de cabeça erguida, a confinaça irá ajudá-lo a conseguir uma nova oportunidade.
  • Faça contatos, mande e-mails para colegas, envie currículo em sites de empresas, comente com os seus amigos do tipo de vaga que procura. As oportunidades costumam aparecer quando menos esperamos.
  • Não fique parado. A pior copisa para quem perdeu emprego é ficar parado em casa, sem rumo. Crie uma rotina, defina horários para contatos, para entrega de currículos e aproveite o tempo livre para fazer alguma atividade que você sempre quis fazer mas nunca teve tempo quando estava trabalhando.
  • Use a demissão para se reciclar profissionalmente ou até mesmo mudar de área. Invista em você! Existem diversos cursos, palestras e treinamentos gratuitos por aí.


Especialistas alertam que boatos sobre demissão em empresas desmotivam e atrapalham o desempenho do trabalhador


Com a onda de notícias sobre a Crise Econômica afetando o mercado, aumenta a incerteza do trabalhador se o seu emprego será afetado pela crise e,  a partir daí surgem os boatos e especulações através da “rádio-peão” sobre futuros cortes dentro da empresa.

De acordo com especialistas, o medo de perder o empego pode levar a desmotivação do trabalhador e prejudicar no desempenho de suas atividades. 

As empresas devem ser esclarecedoras com seus colaboradores para evitar que a boataria se alastre. Utilizar comunicados internos ou até mesmo palestras motivacionais com seus colaboradores pode ajudar. 

Com a incerteza econômica mundial é muito comum as pessoas se preocuparem com o seu futuro, porém , é importante selecionar as informações que recebe. Boatos muitas vezes costumam ser sem fundamentos.

Quando receber notícias sobre demissões de seus colegas de trabalho, antes de se deseperar, verifique  qual é a fonte e se ela é confiável, se não for é melhor ignorar a notícia.

Agora, se os boatos sobre cortes estão lhe tirando o sono, não se intimide em questionar sobre o assunto diretamente com o seu superior, só assim você poderá obter uma informação real da situação e evitará preocupações à toa com boatos. Agindo desta forma madura você demontra ser uma pessoa interessada, preocupada com o futuro da empresa e poderá melhorar a forma como é visto dentro dela.

Evite dar atenção a boatos sem fundamento, desempenhe o seu trabalho da melhor forma possível, sem fofocas e desentendimentos, assim, as suas chances de ser demitido serão bem menores.  



Governo irá incentivar troca de geladeiras velhas por novas


Até o início de março, o Governo Federal deverá lançar um programa que irá ajudar as famílias de baixa renda a substituirem geladeiras velhas por novas. O objetivo é diminuir o gasto energético e dar um “empurrãozinho” no setor de vendas de eletrodomésticos, que está prejudicado com a crise econômica. A meta é susbtituir 1 milhão de geladeiras por ano.

Haja vista que geladeiras antigas são as que gastam mais energia, o programa trará uma economia anual de R$100 na conta de luz da população de baixa renda, afirma o Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc. 

Uma forma de cumprir a meta é através da utilização do fundo de eficiência energética para a distribuição de geladeiras, através de sorteio, para a população de muito baixa renda.  Outra forma de conseguir a troca da geladeira será através de descontos e juros menores no financiamento ao entregar a geladeira velha na hora da compra. 

A estimativa é que este programa resultará numa economia de enregia equivalente ao que é gerado por uma turbina da Hidrelétrica de Itaipu, cerca de 5,26 gigawatts/hora, afirma o Ministro.



Prazo para pagamento do Seguro Desemprego poderá ser ampliado


Em uma entrevista no programa Bom dia Ministro, nesta quarta-feira, o Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou que o Governo poderá ampliar o período do pagamento do seguro desemprego, devido ao aumento do número de demissões no País provocadas pela crise econômica

“No que for necessário ampliar, ampliaremos. Existe a possibilidade. O que não podemos é dizer que o seguro desemprego está aumentado para todo mundo, porque cada setor é um“, afirma o Ministro.

Atualmente, o número de parcelas do seguro varia conforme o tempo de trabalho registrado em carteira. Se trabalhou até 12 meses tem direito a receber 3 parcelas, de 12 a 23 meses recebe 4 parcelas e, acima de 23 meses, recebe 5 parcelas do seguro desemprego. 



Balança comercial fechou o mês de janeiro em vermelho no Brasil


Se o desemprego já tem causado muitos transtornos, agora é a vez da Balança Comercial brasileira dar sinais claros de muito desânimo. Pela primeira vez desde 2001, ela fechou no negativo.

A produção industrial em Dezembro de 2008 foi na casa de 10%, mas a tendência é que não chegue a piorar nessa ordem. A partir de fevereiro ou março, as empresas devem começar a recontratar. Ufa!

Em média, as exportações brasileiras cairam cerca de 25%, o que é uma retração bastante considerável.



Mais de 2 milhões de pessoas já perderam o emprego no Brasil por conta da Crise


É meus amigos… a situação está ficando “periclitante”, como diria meu pai. Mais de 2 milhões de pessoas já foram cortadas em todo o Brasil, haja vista a piora da situação econômica mundial.

O que fazer diante dos fatos? A resposta é simples! Tentar se manter no emprego. Como? Mostrando que você é capaz, e que seu trabalho faz diferença. Não seja louco de fazer “corpo mole” nesse momento, pois sua “sentença” pode ser determinada a partir disso.

E quem perdeu o emprego? Como pagar as contas? Questão é poupar, e evitar gastos com futilidades… Se você tem dois celulares, elimine um deles! Você usa cartão de crédito adicional? Cancele! Livre-se das dívidas!

Só assim você fará o dinheiro “sobreviver” enquanto não se consegue um novo emprego.



Desemprego: Como se recolocar no mercado de trabalho depois de perder um cargo de chefia


Devido à crise econômica, empresas estão fazendo cortes e isso  inclui profissionais com cargos de chefia.

A recolocação de profissionais que perderam um cargo de gerência ou diretoria pode demorar mais do que os outros cargos, muitas vezes até um ano

Estes profissionais devem avaliar bem se continuam na busca de um emprego, ou partem para outros rumos profissionais, como  mudar de carreira, abrir seu próprio negócio ou aceitar cargos e salários mais baixos em outras empresas.

Qualquer desempegado, seja cargos elevados ou não, devem ter cautela e se planejar para ficar alguns meses sem salário. O dinheiro ganho com a recisão deve ser poupado para se maner neste período, por isso a contenção de gastos é essencial.

Veja algumas dicas para a recolocação no mercado de trabalho:

  • Se for mudar de rumo profissional, faça uma autoanálise antes e veja qual perfil você se encaixa melhor;
  • Muitos profissionais experientes seguem para a vida acadêmica, porém as Universidades exigem especialização, mestrado ou doutorado para lecionar;
  • Aproveitar a sua experiência e realizar trabalhos de consultoria ou treinamento, empresas familiares costumam buscar consultorias de profissionais que tenham experiência no mercado;
  • Se for abrir um negócio próprio, faça um planejamento baseado na demora do retorno financeiro. O ideal é que tenha uma boa reserva que possa investir.


Dicas de como conseguir emprego em época de crise econômica


O Brasil e o Mundo estão sendo afetados ela Crise Econômica e, um dos sinais disso é o desemprego.

Empresas dos Estados Unidos, Europa e no mundo todo estão demitindo milhares de trabalhadores e, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho, a tendência é de que mais de 50 milhões de desempregos surjam neste ano.

E como conseguir se recolocar ou entrar no mercado de trabalho com esta crise? Não adianta sair por aí distribuindo currículos, especialistas afirmam que agora, mais do que nunca, o trabalhador deve investir num diferencial estratégico, uma qualidade ou conhecimento que o destaquem da concorrência.

Com o aumento do desembrego, aumenta a concorrência por uma vaga nas empresas, que estão cada vez mais exigentes na hora de contratar um candidato. O candidato que apresentar mais ousadia, determinação e conhecimento são os mais bem vistos.

O candidato deve focar na área que possui mais conhecimento e experiência, vale também conhecer o local onde pretende trabalhar, os recrutadores gostam quando o candidato se identifica e se interessa pelos valores da empresa



Pesquisa revela que Brasileiros que ganham ente 4 e 6 salários são os mais inadimplentes


De acordo com uma pesquisa para identificar o perfil do consumidor que possui restrição de crédito, realizada pelo Telecheque, empresa especializada em créditos, os brasieliros que ganham de 4 a 6 salários mínimos foram os que mais se endividaram nos meses de novembro e dezembro de 2008. 

A pesquisa ainda revela que 57,08% das mulheres, entre 31 e 40 anos, são as mais endividadas.

Os solteiros, tanto homens quanto mulheres, também estão entre os mais inadimplentes (44,04%).

O descontrole finaceiro ocorre mais em vestuário, lojas de departamento e com telefone celular. 

De acordo com o vice-presidente da TeleCheque, José Antônio Praxedes Neto, a crise econômica pode ter influenciado neste cenário. O aumento do desemprego fez com que muitos não pudessem pagar as dívidas realizadas com compras  pré datadas em cheques, cartões de crédito ou crediário.

A tendência agora são gastos com itens de primeira necessidade.



Reajuste do Salário Mínimo 2009 (10,72%) deve aquecer a Economia


Você acha que os 10,72% de aumento do salário mínimo podem aquecer a Economia?

Há controvérsias, mas para os mais necessitados com certeza a diferença de R$ 50 fará uma bela diferença ao final do mês. É como alguém que recebe R$ 4 mil / mês, receber um salário de R$ 4,4 mil no mês seguinte.

O maior problema será para Prefeituras de cidades pequenas, que devido a lei de responsabilidade fiscal, chegarão em seu limite de gastos com funcionalismo público.



Economista do BNDES comenta sobre indicadores econômicos


Segundo a economista do BNDES, Ana Cláudia Além, já existem indicativos positivos na economia americana, o que faz com que se criem boas esperanças para um futuro melhor.

Ela frisa que o grande motor de alavancagem da economia brasileira é o setor interno, fato que torna o Brasil não tanto vulnerável à crise externa.

Confira a reportagem do Conta Corrente, da Globo News: