Atualizações anteriores



Taxa de desemprego no Brasil é de 4,9% em novembro


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou resultados da Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de novembro.

Segundo o estudo, a taxa de desemprego no país ficou em 4,9% no período analisado e com um valor acumulado no ano de 5,6%, sendo estes os menores valores registrados nos últimos 10 anos para este indicador.

Os principais motivos para esta queda no nível de desemprego no Brasil se deve, de acordo com Cimar Azeredo Pereira gerente da pesquisa, em um aumento dos empregos temporários e a uma menor evasão de pessoas de seus trabalhos.

Ainda de acordo com o IBGE a taxa de desemprego deve diminuir mais no mês de dezembro de 2012 acompanhado de um crescimento no emprego em setores como serviços, comércio e construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais



Serasa Experian espera maior concessão de crédito ao consumidor em 2013


O Serasa Experian apresentou neste mês de dezembro dados relevantes com relação ao crédito concedido no Brasil para os consumidores.

Esta avaliação permite visualizar de forma antecipada os movimentos relacionados ao crédito para os próximos seis meses.

Segundo este órgão o índice relativo a esta informação cresceu 0,5% no mês de outubro que consiste em um valor mais alto do que os vivenciados no início de 2012.

Além disso, para 2013 é esperada uma alta mais expressiva nas concessões de crédito ao consumidor que foram freadas durante o ano de 2012, dentre outras razões, pelo alto nível de inadimplência que impede a liberação de dinheiro.

Por Ana Camila Neves Morais



Crescimento do emprego formal pode ter estagnado no Brasil


O IBRE/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) divulgou dados que indicam o limite da formação de empregos formais no país.

Segundo a pesquisa, o Índice de Economia Subterrânea parou de cair, após cinco anos de quedas consecutivas, e está estacionário em 17%.

Como as quedas no IES eram causadas pelo crescimento do emprego formal no Brasil, a sua manutenção indica a parada no surgimento de novos empregos formalizados.

Para os analistas, o limite da criação de empregos formais surgiu devido à baixa escolaridade do brasileiro e à excessiva rigidez das leis trabalhistas que impedem o crescimento da economia.

Com isso, para a volta no crescimento de empregos formais é preciso não apenas diminuir a rigidez trabalhista como também melhorar a educação nacional.

Por Ana Camila Neves Morais



Dieese divulga crescimento dos empregos formais no Brasil


O Dieese/PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresentou nesta última quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – informações relevantes sobre os empregos formais no estado.

Segundo a pesquisa, feita a partir de dados do Ministério do Trabalho, houve um crescimento de 2% nos empregos formais da indústria de transformação paraense com 39.137 admissões e 37.217 demissões gerando um saldo positivo de 1.920 postos de trabalho no período de janeiro a outubro de 2012.

O único mês com saldo negativo de empregos formais foi durante outubro com cerca de 3.118 admissões e 3.611 demissões.

Por Ana Camila Neves Morais



Câmara de Vereadores de Ituiutaba aumenta número de integrantes


Com as eleições municipais finalizadas, começam as movimentações para o próximo ano e com isso a Câmara Municipal de vereadores de Ituiutaba no Triângulo Mineiro aprovou nesta semana um aumento no número de vereadores que agora serão um total de 17 ocupantes.

Este foi um dos maiores aumentos na quantidade de membros do Poder Legislativo em toda a região e com isso deve haver um aumento nos gastos de cerca de 1 milhão de reais por ano com gastos fixos, salários e gastos extras como a reestruturação do plenário da casa.

Por Ana Camila Neves Morais



Setor de panificação apresentou crescimento em 2011


O setor de panificação apresentou um crescimento de 12% em 2011, porém continua com o objetivo de aumentar o consumo de pão no país. O segmento teve um faturamento de R$ 62,99 bilhões no ano passado, vale lembrar que em 2010 o valor ficou em R$ 56,30 bilhões.

Mas mesmo apresentando essa alta expressiva, empresários afirmam que ainda é preciso alcançar um consumo de 60 quilos anuais no Brasil, essa é a quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As informações foram divulgadas pela Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip).

O consumo de pães em 2011 manteve a média de 30 quilos por habitante, quantidade menor que a de países vizinhos como Argentina que teve consumo médio de 82,5 quilos, e Uruguai com consumo de 55 quilos.

Outro ponto observado é com relação aos hábitos apresentados em cada região, no Sul, por exemplo, o consumo atinge os 50 quilos, já na Região Norte o consumo é de apenas 15 quilos.

Outra preocupação dos donos de padarias é com relação à mão de obra qualificada, principalmente devido à modernização pela qual o setor vem passando nos últimos tempos.

Por Joyce Silva



FGV – IPC-S cresce para 1,05% em 07 de maio de 2011


Ao zapear fóruns econômicos e políticos de diferentes portais de notícias, o internauta pode observar a preocupação de inúmeros cidadãos com a temida volta da inflação. Para acalmar os ânimos, Dilma Rousseff, presidenta do Brasil, e sua equipe econômica salientam por meio de discursos ou medidas as vontades de “frear” esse tema que tanto devastou os bolsos dos brasileiros há alguns bons anos.
Para atualizar a população sobre os principais setores de bens e serviços, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou na segunda-feira (9) informações sobre a aceleração da taxa do Índice de Preços ao ConsumidorSemanal (IPC-S) de 07 de maio, de 0,95% de uma semana atrás para 1,05%.
Das quatro classes de despesas sondadas no levantamento da fundação, quatro registraram aumento em suas taxas. Destaque, novamente, para a categoria Alimentação, uma vez que seu índice subiu de 1,04% para 1,26%. Em seguida, de acordo com a FGV, apareceram Habitação, de 0,47% para 0,63%, Vestuário, de 1,34% para 1,60%, e Educação, Leitura & Recreação, de 0,32% para 0,35%.
O levantamento assinala que as hortaliças e os legumes, assim como taxa de água e esgoto residencial, roupas e salas de espetáculo foram os itens que mais colaboraram para o aumento do IPC-S.
Os grupos que planificaram sentido inverso foram Transportes, uma vez que seu índice decresceu de 2,10% para 1,94%, assim como Despesas Diversas, de 0,81% para 0,76%, e Saúde & Cuidados Pessoais, de 1,10% para 1,06%. Vale salientar que as principais contribuições provieram dos artigos de higiene e cuidado pessoal, álcool combustível e alimentos para animais domésticos.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Atividade comercial sobe em 1,8% em abril de 2011


A Páscoa de 2011 demonstrou a impulsividade e o poder de consumo da população brasileira. Essas características, atreladas às promoções e campanhas de pequenos e grandes estabelecimentos, refletiram nos números divulgados pela Serasa Experian na quarta-feira (4).

De acordo com o Indicador de Atividade do Comércio, o trânsito dos consumidores em lojas de todo o território nacional aumentou 1,8% no mês passado em comparação a março deste ano, dados já com os devidos descontos das influências sazonais. No confronto anual, disparo positivo de 10,9%.

A Serasa pondera ser essa alta, de 1,8%, proveniente do incremento de 4,1% registrado no segmento de super e hipermercados, alimentos e bebidas. A expansão da massa salarial da população formal unida à diminuição de preços de produtos importados como vinhos, azeites e bacalhau – em função da desvalorização do dólar diante a moeda brasileira – foram decisivos para o volume de compras dos brasileiros, assim como o próprio movimento.

O varejo do país cresceu 9,1% no acumulado do ano (até abril) em comparação ao primeiro quadrimestre de 2010. Entretanto, os números devem arrefecer nos próximos meses por causa das medidas adotadas pelo Banco Central (BC) no intuito de evitar a alta da inflação.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FIPE – IPC (SP) cresce para 0,70% em abril de 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), voltou a acelerar dentro do mês de abril. Ao final do período, ou seja, 4ª quadrissemana, a taxa registrada foi de 0,70%, diferença de 0,05% em comparação ao índice de 0,65% da 3ª prévia.

Das sete categorias sondadas, três delinearam recuo em suas variações, com destaque para o grupo Alimentação, cuja taxa desceu de 0,64% para 0,46%. Em seguida, na mesma diferença de baixa para ambas (0,06%), apareceram Transportes, de 1,50% para 1,44%, e Educação, de 0,10% para 0,04%.

Outras três categorias, diferentemente, descreveram alta. O destaque ficou para Vestuário, uma vez que seu índice saltou da base negativa 0,20% para 0,68% positivo (diferença de 0,88%). O grupo Saúde avançou da taxa de 1,17% contabilizada na 3ª quadrissemana de abril para 1,55% ao final do mês, enquanto Despesas Pessoais passou de 0,66% para 0,85%.

O único grupo que manteve seu índice foi Habitação, em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dias das Mães em Santo André (SP) – Vendas devem aumentar em 8%


Miudezas ou grandes presentes. Qual é a mãe que não gosta, mesmo pedindo aos filhos para evitar gastos, de receber um mimo em pleno dia que marca sua grande representatividade na vida e no mundo, além dos demais 364 de todos os anos? Pois é, o comércio está muito esperançoso com relação às vendas a este ano, mesmo o país em vias de aumento da inflação e baixa da atividade econômica.

Para Sidnei Muneratti, presidente da Associação Comercial e Industrial de Santo André (ACISA), a data, considerada a segunda mais rentável ao comércio, deve registrar avanço de aproximadamente 8% no volume de vendas.

Em sua visão, a ocasião contabilizará grande movimento de consumidores pela cidade, mas não como ocorreu no ano passado – em função da maior cautela da população. De acordo com Muneratti, existem, atualmente, incertezas relacionadas à inflação e ao ciclo de aumento da taxa básica de juros, a Selic.

Se para o Dia das Mães há incertezas bem próximas, nas datas subsequentes, como Dia dos Namorados e Dia dos Pais, o comércio deve se preparar para vendas menos robustas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Dieese – Custo de Vida apresentou Crescimento em Novembro de 2010


O brasileiro observa o crescimento dos preços da carne desde o início deste ano. O item tem pressionado para cima alguns medidores econômicos, assim como o Índice do Custo de Vida (ICV), que cresceu 1,04% no mês passado, 0,11% acima do patamar de outubro (no mês retrasado abalizou 0,93%).

Estudo arrolado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) registra que o setor de alimentação, por si, contraiu avanço de 2,81% entre um mês e outro, com as carnes respondendo com 11,01% de alta no período e 26,12% no quadrimestre.

Além do grupo Alimentação, segundo o portal de Economia Terra, houve elevação no de Transportes, de 0,61%. Os dois ramos, indica o Dieese, representaram 0,89% de alta no ICV de outubro a novembro, que nos últimos 12 meses, especificamente, acumula incremento de 6,31%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



OCDE – Classe Média da América Latina – Dificuldades e Crescimento


A América Latina obteve, nos últimos anos, bons números por meio de todos, ou quase todos os países que a integram. O Brasil, um deles, observa já há alguns meses dados econômicos interessantes, tais como o Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre de 2010, que avançou 2,7% em comparação aos últimos três meses do ano passado.

Comenta-se com certa ênfase sobre a denominada classe média – no Brasil já corresponde a mais da metade de toda a população. Relatório desenvolvido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revela que embora essa classe social esteja em crescimento e já participa mais ativamente do desenvolvimento, continua a ser vulnerável em relação à mesma casta presente nas nações ricas.

Para Angel Gurria, secretário geral da OCDE, a classe média latinoamericana ainda enfrenta diversos entraves concernentes à estabilidade empregatícia, o poder de compra e a educação. Em reportagem veiculada pelo Estadão, avalia existir longo caminho para essa mesma camada ser análoga às classes médias das economias mais desenvolvidas.

Dados da OCDE revelam que existem mais trabalhadores sem qualquer tipo de registro em carteira de trabalho ante os formalizados na América Latina, denotando, na visão da organização, baixa seguridade social.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Atividade do Comércio – Crescimento em Novembro de 2010


O Natal já é anunciado no comércio por meio de promoções, descontos e eventos contendo o Papai Noel. As crianças, eufóricas pelas possibilidades de ganhos relativos a presentes, são os principais focos devido ao potencial disposto através de brinquedos, desde aqueles de valores pequenos até outros de custos exorbitantes.

Informações divulgadas pela Serasa Experian assinalaram que a atividade do comércio cresceu 1,9% no mês passado em comparação a outubro e 11,2% sobre novembro de 2009, já com ajuste sazonal. No acumulado anual, avanço de 10% em comparação ao período análogo de um ano antes.

Com base nesses dados, segundo o portal de Economia Terra, a Serasa avalia que o Natal deste ano poderá figurar como um dos melhores de toda a década, impulsionado pelas vendas de acessórios, calçados, vestuário e tecidos, bem como materiais de construção. O comércio também espera boas vendas nos segmentos de informática, eletroeletrônicos, móveis, veículos, motos e peças.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Crescimento em Novembro de 2010


O aumento de preço de vários componentes abrangidos pela inflação começou a abrandar. Segundo informações emitidas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo cresceu 0,72% no mês passado, abaixo do 1,04% de outubro. Analistas previam alta de 0,70%.

Os custos do grupo Alimentação cresceram 2,02% em novembro, inferior aos 2,84% do mês imediatamente anterior. Os preços de Transportes apresentaram acréscimo mais ameno, de 0,36% no primeiro período, ante 0,88% de antes. As Despesas Pessoais mantiveram a mesma tendência, com elevação atual de 0,59% sobre 0,64% de outubro, assim como saúde (0,25% contra 0,37%).

O grupo abarcado pela Fipe que se mostrou diferentemente foi o de Vestuário, que passou de um arrefecimento de 0,22% em outubro para avanço de 0,84% em novembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



FGV – IPC-S – Crescimento em Novembro de 2010


Informações divulgadas na quarta-feira (1º de dezembro) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelaram que a inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) voltou a avançar no mês de novembro, abraçando, desse modo, o maior patamar desde fevereiro de 2010. Os principais motivadores da alta são as despesas de Transportes, Vestuário, Habitação e Alimentos.

Em outubro, segundo a agência de notícias Reuters, o indicador havia crescido 0,59%, mas na terceira leitura de novembro ascendeu para 0,85% e ao final do período, 1%. Analistas estimavam, porém, percentual de 0,93%.

As despesas do grupo Alimentação cresceram 2,27% em novembro, superior ao acréscimo de 1,38% de outubro e de 1,98% da terceira leitura de todo o mês. As carnes bovinas, que continuam a apresentar aumento, saltaram 10,71%, comboiadas por adoçantes e frutas.

Os preços praticados na Habitação avançaram para 0,43% no mês, contra 0,20% de outubro. Vestuários, por sua vez, atingiram 1,01%, ante 0,58% do período anterior. Os custos de Transportes cresceram para 0,69%, contra 0,45% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil – Previsão de Alta na Inflação para os próximos meses – 2011


O governo Dilma Rousseff logo que começar irá enfrentar um cenário de inflação alta e que deverá perdurar pelos três primeiros meses iniciais do próximo ano. Pelo menos esta é a expectativa do mercado para os próximos cinco meses, a contar com Novembro, conforme matéria do site Economia IG e informações do Jornal O Estado de São Paulo.

Vários aumentos irão pesar no bolso do brasileiro a partir do final do ano e todos com previsão de aumentos que deverão ultrapassar 7% e entre eles estão: passagens de ônibus, valor dos aluguéis que teve seu índice (IGP-M) registrado em Novembro em 1,45%. No acumulado do ano já registra 10,56% o que vai jogar bem alto os aluguéis com contrato tendo reajuste neste momento. E por fim uma das vilãs do orçamento de toda família brasileira, as mensalidades escolares. E some-se a estes fatores a pressão para cima que os alimentos estão exercendo sobre a inflação e que só deverá se atenuar com a nova safra de grãos.

A inflação dos últimos doze meses medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) pode passar de 6% nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro conforme previsão dos economistas. Previsões alimentadas pelo IPCA-15, prévia da inflação oficial, que chegou em Novembro a 0,86%.

Novamente a alta de alimentos foi responsável por este índice elevado, tendência que deverá se manter pelos próximos meses, principalmente com o advento das chuvas de verão.

Com tantos fatores de risco para manter e sustentar uma elevação forte da inflação, a nova equipe econômica terá logo como primeiro desafio enfrentar esta elevação e com certeza um retorno a taxas de juros Selic mais elevadas deverá ser uma opção para combater esta tendência inflacionária.

Por Mauro Câmara



FGV – IGP-M, IPA, IPC – Crescimento em Novembro de 2010


No princípio desta semana, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 1,45% neste mês depois do aumento de 1,01% em outubro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam, porém, acréscimo de 1,35%.

Na mesma tendência de alta configurou-se o Índice de Preços por Atacado (IPA), de 1,84% em novembro contra 1,30% do mês passado. Em relação ao IPA agrícola houve avanço, de anteriores 4,70% em outubro para 5,43% de agora. O IPA industrial também apresentou acréscimo, de 0,19% para 0,61%. Os maiores saltos ficaram por conta da soja em grão, dos bovinos, da carne bovina, do algodão em caroço e do milho em grão.

A FGV atestou em seu levantamento que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também subiu em novembro, para 0,81% contra 0,56% do mês passado. As despesas do grupo Alimentação cresceram para 1,91% na leitura atual, bem superior ao 1,23% de antes.

Os preços praticados no grupo Vestuário, contudo, subiram consideravelmente, de 0,67% para 0,96%. Os preços em Transportes também apresentaram alta, de 0,15% para 0,72%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese – Alta Salarial dos Trabalhadores garantirá a Sustentabilidade do Crescimento do Brasil


Durante as campanhas presidenciais, cada candidato procurou explorar méritos próprios e deméritos dos adversários. Dilma Rousseff, já eleita presidente, enalteceu as realizações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre as quais a transferência de renda para a população mais carente por meio do Bolsa Família, a criação de 15 milhões de empregos desde 2002, entre outros pontos.

O aumento da massa salarial foi outra questão muito utilizada pela ex-ministra-chefe da Casa Civil. Segundo economistas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o aumento do rendimento dos trabalhadores brasileiros assegurará a famigerada e pretendida sustentabilidade do crescimento do Brasil.

Com avanço próximo de 11% no acumulado dos últimos 12 meses até outubro, o Dieese pondera que a alta foi puxada pelo incremento da remuneração média e pelo avanço no número de cidadãos ocupados no período. Para Sério Mendonça, economista da instituição, a massa de rendimentos representa aproximadamente 40% do Produto Interno Bruto (PIB). Em sua concepção, esse índice dará sustentação à economia, mesmo perante o ambiente global desfavorável.

De acordo com a Folha UOL, nos 12 meses encerrados em outubro a renda mensal das pessoas ocupadas cresceu, em média, 6,1%, para R$ 1.344. Os assalariados, por sua vez, contraíram alta de 3,6% e rendimento médio de quase R$ 1,4 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Consumo dos Brasileiros – Alta em 2010


O otimismo dos consumidores com a economia do país tem por base três pontos de análise bem fomentados pela imprensa nacional: crescimento do número de postos de trabalho, acesso ao crédito de maneira menos restrita e aumento da massa salarial. Cada qual contribuiu, especialmente neste ano, para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo com desaceleração prevista para o terceiro trimestre.

As datas festivas, entre as quais Natal e virada de 2010 para 2011, têm incitado os brasileiros a renegociarem suas dívidas para, então, contraíram novas compras, parceladas ou não. De acordo com informações relacionadas no Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, o consumo das famílias aumentou 7,4% no acumulado deste ano.

Matéria veiculada pelo portal de Economia UOL sopesa avanço de 6,2% se analisado somente setembro de 2010 com o mês igual do ano passado. Em comparação a agosto deste ano, porém, o consumo dos lares abarca incremento de 0,7% – após ascensão anterior de 0,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPC-S – Crescimento na 3ª Prévia de Novembro de 2010 – FGV


Nota divulgada na terça-feira, 23 de novembro, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontou aumento de 0,85% no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) na terceira leitura deste mês. O percentual situa-se pouco acima da alta anterior da segunda prévia, de 0,72%.

Segundo a FGV, esse foi o maior resultado constatado desde a primeira semana de abril passado, quando o índice subiu 0,98% em comparação ao período imediatamente anterior. O principal motivador desse avançou teve por origem o grupo Alimentação, com alta de 1,98%, ante 1,93%.

Os componentes que contribuíram amplamente para essa variação foram as carnes bovinas, com incremento de 9,93%, e as frutas, que obtiveram crescimento de 2,71%.

Os custos no grupo Vestuário indicaram elevação de anteriores 0,86% na segunda prévia de novembro para 1% na terceira leitura. Os preços de Saúde também contraíram avanço na mesma base comparativa, de 0,23% contra 0,14%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Índices Gerais de Preços – Expectativas de Crescimento até o final de 2010


O consumidor brasileiro percebe já há algumas semanas, alta nos preços de alguns produtos nas prateleiras de pequenos, super e hipermercados. O feijão carioquinha, o mais comum, e a carne de segunda subiram consideravelmente, incidindo, portanto, no custo da cesta básica.

Para Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o atual cenário de avanços nos custos das commodities no atacado pode continuar a pelo menos no curto prazo até o final de 2010, sobretudo as pleiteadas pelo segmento agrícola. Em sua visão, o movimento deve nutrir a elevação das taxas dos Índices Gerais de Preços (IGPs).

Com o aumento dos preços em meados de setembro, Quadros observa existir alguma resistência nos custos das commodities no atacado. Quando ocorreram esses primeiros aumentos, acredita, não era possível sentir que as altas abrangessem uma sustentabilidade contemporizada. Avalia, por fim, que esse fator não é pontual.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Dieese e Procon-SP – Preços da Cesta Básica em São Paulo – Alta em Outubro de 2010


Dados divulgados em parceria entre a Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelaram que a cesta básica cresceu 3,98% na cidade de São Paulo em outubro ante seu mês imediatamente anterior.

Confirmando informações antecedentes, o aumento dos valores praticados na carne bovina e no feijão influenciou o novo preço da cesta básica, que cresceu entre setembro e outubro de R$ 299,99 para R$ 311,94. Entre os 31 produtos abarcados no estudo, 23 sofreram elevação e os demais, baixa.

Os produtos que mais aumentaram, de acordo com o portal R7, foram os alimentícios (4,58%), e também o grupo de higiene pessoal (2,71%). A categoria de limpeza, diferentemente, apresentou leve decréscimo de 0,03%.

Para se ter ideia do descrito anteriormente, o pacote de 1 quilo do feijão carioquinha contraiu elevação de 9,94%, enquanto a carne de segunda, sem osso, cresceu 9,31%. A farinha de trigo não ficou distante, uma vez que teve preço superior em 6,85%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abras – Vendas nos supermercados crescem 6,5%


A crise financeira mundial levou todo o globo terrestre a ambiente de incertezas, acarretando prejuízos às pequenas, médias e grandes empresas, bem como, à própria população, que em partes teve de suportar alta no número de desemprego e menor acesso ao crédito, além de dificuldades em honrar compromissos financeiros.

Após esse negro período, o Brasil experimentou e continua a degustar os benefícios por ter deixado o colapso global. Os créditos, o número de empregos e facilidades em manter financiamentos são algumas das características em alta, tanto que a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) relacionou avanço nas vendas de supermercados em 6,5% no primeiro semestre de 2010 em comparação ao mesmo período do ano passado.

Esmiuçado por categorias, o volume de bebidas alcoólicas foi um dos principais responsáveis, respondendo, por si só, 15% desse total. Cervejas, uma das culturas mais consumidas em todo o mundo, teve alta de 18% no período de análise anteriormente mencionado.

O percentual só não foi maior, de acordo com o portal de notícias G1, devido à queda de quase 4,6% nas vendas de junho em comparação a maio, porém, ascensão de 4,92% foi constatada no mês passado ante período igual de 2009. De acordo com a entidade, o baque deve-se ao menor número de dias em junho (30) e à maior quantidade de finais de semana ante o mês imediatamente anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cresce a venda de materiais de construção mais de 15% em junho


A expansão habitacional do país, em grande parte por contribuições pleiteadas pelo “Minha Casa, Minha Vida”, tem elevado as oportunidades de emprego no Brasil. Além desse existe, já há algum tempo, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as promissoras obras envolvendo a edificação da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Os principais beneficiários nesse sentido são os comércios que vendem materiais de construção. Segundo a associação brasileira da indústria de materiais de construção (Abramat), a comercialização doméstica de artigos do segmento ascendeu 16,34% no mês passado em confronto anual. Por outro lado, ante maio de 2010, arrefecimento de 0,71% fora percebido.

Embora exista essa queda assinalada de um mês em relação ao seu sucessor, a Abramat relata que junho distinguiu o oitavo período consecutivo de resultados positivos ao varejo. A entidade acredita, com base nos primeiros seis meses de 2010 (ascensão de quase 19,8% em comparação ao período igual do ano passado), que a comercialização de materiais de construção pelo setor deverá atingir elevação de 15% ante 2009 ainda no período com término em dezembro.

Na medida em que as vendas de materiais de construção cresceram, de acordo com a agência de notícias Reuters, o número de trabalhadores na indústria nessa área, no mês passado, ascendeu 12,3% em detrimento a junho de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei