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Arquivo da Categoria ‘Crescimento econômico’
 






Crescimento econômico deve continuar, mas moderado

19, agosto, 2010

No período entre Guerras, eis que o mundo experimentou o gosto da grande crise financeira na Bolsa de Nova Iorque, em 1929. Livros de história e artigos na internet identificam atos desesperados dos investidores, na época, para tentar reverter o colapso em questão; alguns empresários, inclusive, cometeram suicídio (palavra geralmente omitida por grande parte dos veículos de comunicação brasileiros).

As lições daquele acontecimento, como já dito há meses neste espaço, não foram suficientes para evitar o clima ruim no biênio 2008 e 2009, iniciado, ironicamente, nos Estados Unidos. Algumas nações ainda penam para entrar nos eixos, tanto na esfera própria e literalmente econômica como na questão do alto índice de desempregos.

O Brasil, um dos últimos países a fazer parte desse, grosso modo, evento, foi também um dos primeiros a sair, tanto que degusta os benefícios de estímulos adotados em tempo – pelo menos, é o que muitos querem fazer acreditar. A recuperação da atividade econômica no âmbito mundial, porém, ainda deve permanecer branda, segundo asseveração feita pelo instituto de pesquisas Ifo.

Embora existam avaliações positivas para o atual momento acima das previstas nos primeiros seis meses de 2010, as expectativas, de acordo com o portal de notícias G1, foram relacionadas para baixo, principalmente no referente à América do Norte e Ásia. O Leste Europeu, no contrafluxo, teve melhorias nas perspectivas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Brasil, Crescimento econômico, Economia

Venda de papelão é um indicativo de crescimento econômico

11, agosto, 2010

A economia brasileira apresenta como referencial vários medidores, desde as atividades exercidas nas esferas habitacionais, veículos automotores, materiais de construção e linha branca, a outras não tão mencionadas pela imprensa, porém, tão significativas quanto as descritas anteriormente.

Um setor de atuação que serve como base para a constatação de índices é, sem dúvidas, o de papelão ondulado. Segundo a associação que representa o setor (ABPO), a comercialização da matéria em questão atingiu, no mês passado, volume 12% acima das vendas contabilizadas em julho de 2009, totalizando, pois, quase 217,9 mil toneladas.

Apesar de a ascensão manter perspectivas boas para os próximos meses segundo artigo exprimido pela agência de notícias Reuters, na comparação com junho deste ano a comercialização de papelão ondulado decresceu 0,21%. No acumulado anual até julho, pois, o segmento aglomera aproximadamente 1,48 milhão de toneladas comercializadas, salto de 18,3% ante período igual de 2009.

Por enquanto a Associação Brasileira do Papelão Ondulado não apresentou estimativas futuras. O Brasil tem de fazer figas, se houver tombos nos próximos meses, serem somente manutenção dentro de um crescimento saudável, sustentável. Se depender de todos os envolvidos da área, provavelmente o Brasil ingressará 2011 com presidente a manter os bons números econômicos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Brasil, Crescimento econômico, Papelão

Construção Civil gera 730 mil empregos em diversas cidades

30, julho, 2010

A construção civil é uma das áreas que melhor tem aproveitado o alto desempenho da economia brasileira nos últimos meses. Muito se noticia sobre os resultados conquistados pelo setor, sobretudo relacionada a continuidade da exoneração de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o final deste ano para materiais de construção. Além desse setor outros conseguiram se beneficiar, tais como o varejo.

Em convergência ao ambiente do país, o número de empregos no setor ascende com segurança, tanto que a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) confeccionada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), pertencente a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), mensurou quase 730 mil postos de trabalho criados nos últimos 12 meses em Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo.

A região metropolitana com maior taxa de crescimento na ocupação em maio passado, foi Salvador com 8%. Fortaleza e Distrito Federal conseguiram 6,8% e 5,5%, respectivamente. Totalizando as localidades citadas anteriormente, a média assinalada no quinto mês deste ano foi de 3,6%.

O setor de serviços, segundo o Canal Executivo UOL, foi aquele que melhor apresentou disposição no número de vagas criadas, seguido pela indústria e pela construção civil. Em relação ao desemprego, houve arrefecimento de 1,9% em junho deste ano ante mês igual de 2009, alcançado, pois, 12,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Construção civil, Crescimento econômico, Dieese, Emprego

Amplia-se endividamento da população devido ao otimismo econômico

21, julho, 2010

As festas de final de ano compõem, sem qualquer contestação, o período mais almejado pelo varejo brasileiro. Presentes a parentes e amigos, maior consumo de alimentos e bebidas típicos do Natal e Ano Novo, bem como viagens fazem parte da rotina anual da população. O crescimento econômico do país, o acesso facilitado a crédito e a expansão na criação de empregos contribuíram, entre 2009 e 2010, para ampliação no endividamento da população.

Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 indica que parcela do comprometimento da renda mensal dos lares brasileiros com débito em financiamentos bancários e crediários em lojas, cresceram nos últimos meses. Diferentemente do que se possa supor, ao invés de arrefecimento (diminuição) na contração de novos compromissos, os cidadãos começaram a se endividar mais ainda.

O veículo de comunicação, baseado em estudo da Tendências Consultoria Integrada, indica que essa continuidade no acréscimo de dívidas dos lares brasileiros deve-se ao otimismo da criação de empregos e da própria renda, oferecendo, portanto, perspectivas futuras mais seguras. No entanto, a pesquisa da consultoria admite que essa expectativa não chega ao campo imobiliário.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Consumidor, Crescimento econômico, Endividamento, População

Crescimento mundial de 2010 é revisto pelo FMI

9, julho, 2010

Os países emergentes e asiáticos têm puxado o crescimento mundial no âmbito financeiro e econômico. Brasil, China e Índia, por exemplo, certamente deixarão legado às demais nações e às próprias histórias locais, pois o desenvolvimento sustentável atrelado à criação de novos postos de trabalho não são vistos, atualmente, nas pátrias mais ricas.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alçou na última quinta-feira, 8 de julho, a previsão de crescimento da economia no âmbito mundial a 2010 em virtude da expansão asiática e a revigorada demanda privada estadunidense, embora, segundo a entidade, a crise na zona do euro seja motivo de preocupação.

Informações emitidas pelo portal de economia UOL relacionam que a estimativa anterior, de 4,2%, foi elevada, então, para 4,6%, apesar de ao próximo ano o índice continuar o mesmo, 4,3%. Olivier Blanchard, economista-chefe do FMI, relata que o colapso europeu deve desacelerar a recuperação global ante o que já poderia ter ocorrido, porém, recaídas de amplitude elevadas não deverão atingir o mundo.

As revisões mais acentuadas ficaram, novamente, por conta das economias denominadas emergentes, tais como Brasil, de 1,6% para 7,1% a 2010 e de 0,1% para 4,2% a 2011. A China, por sua vez, teve acréscimo de 0,5% configurando, pois, 10,5% para este ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Leia mais no UOL.

Admin Brasil, Crescimento econômico, FMI

Brasil disputará mercado africano com nações ricas

9, julho, 2010

A relação do Brasil para com as demais nações do mundo tem acontecido em várias esferas, principalmente comerciais e políticas. Recentemente, a questão nuclear iraniana elevou a figura de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, ante outras personalidades. Embora, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) tenha adotado postura diferente da almejada pelo governante tupiniquim, por Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro turco, e por Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã.

Em viagem à África, onde aproveitou para participar da festa de lançamento da Copa do Mundo de 2014, Lula cultivou debates nas primeiras horas da última quinta-feira, 8 de julho, com Rupiah Bwezani Banda, presidente da Zâmbia, autoridades zambianas e empresários locais e brasileiros. Para o governante brasileiro, o Brasil está na disputa com grandes economias globais pelo continente africano.

Em reportagem vinculada pela Folha UOL, Lula ressaltou que China, Estados Unidos e Índia concorrem, atualmente, por cada centímetro da África. Entretanto, os brasileiros não devem observar o intento sentados, como se nada estivesse ocorrendo.

Aproveitando o ensejo, o presidente brasileiro fez duras críticas ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo ele, quando um país como Brasil ou Zâmbia estavam em crise, ambos os órgãos apareciam com regras para que as nações seguissem; agora, com o colapso atingindo as partes mais ricas, os dois permanecem em silêncio, justamente pelo fato de não saberem encarar o atual problema como imaginavam que conseguiriam.

Leia outras informações na Folha UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Brasil, Comércio, Crescimento econômico, Lula, Presidente Lula, África

Brasil tem a menor taxa de desemprego da história

28, maio, 2010

Situada entre as nações melhor posicionadas no atual momento, mesmo em meio à crise europeia, o Brasil sustenta bons números de contratação de mão de obra nos últimos meses, fator que confere ao país estimativas plausíveis advindas de autoridades nacionais, como, também, de entidades estrangeiras.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que o desemprego pelo país assinalou a menor taxa desde o início da série histórica, em 2002. De acordo com a entidade, em abril o percentual constatado foi de 7,6% contra 7,3% em março, correspondendo, então, às estimativas dos economistas da agência de notícias Reuters.

Em São Paulo – um dos principais motores econômicos e industriais do país –, o desemprego no mês passado foi de 7,7%, índice abaixo do indicado em março (8,2%). Cimar Pereira Azeredo, economista do IBGE, avalia como positivo essa constatação, embora com percentual pequeno, mas importante, pois aponta que vagas foram criadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Brasil, Crescimento econômico, Desemprego, Emprego, Taxa desemprego, Vagas de emprego

PIB deve chegar a 5,5%, prevê Ipea

27, maio, 2010

O Brasil tem crescido tanto assim para lideranças políticas sugerirem alta em boa parte dos índices financeiros? Parece que sim. Desta vez, outro percentual positivo é o adjudicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ao estudar a opinião de 45 associações, câmaras e federações atreladas à indústria, comércio, serviços e agropecuárias, a entidade alavancou o índice de 5,2% conferido em março em relação à expectativa da economia do país para 5,5% no mês passado.

Informações enunciadas pelo portal de notícias G1 revelam que a mediana das estimativas para a dilatação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 a 2015 é de 4,5%. Somente neste ano, as previsões inflacionárias constatadas a partir do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiram 5,2%.

O G1 ressalta, também, que os apontadores de comércio exterior levantados pelo Sensor Econômico constataram ampliação de US$ 5 bilhões nas importações e exportações.

Será que o país conseguirá manter a alta durante muito tempo em vários segmentos. O Fundo Monetário Internacional (FMI) teme um superaquecimento econômico do país e a formação de bolhas na economia. Outras entidades também seguem esse pensamento. Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, provavelmente estão antenados e deverão segurar um pouco o acelerador do Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Brasil, Crescimento econômico, Economia, PIB

FMI crê em crescimento de 7% ao Brasil ainda em 2010

26, maio, 2010

O ambiente brasileiro é propício a especulações de possíveis bolhas econômicas, superaquecimento, desenvolvimento sem infraestrutura adequada, entre outros termos correspondentes, geralmente pensamento advindo da imprensa estrangeira e de alguns poucos analistas do país.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), contradisse no princípio desta semana aos que pensam dessa maneira. Segundo ele, conforme artigo gerido pelo portal de notícias G1, a nação brasileira certamente crescerá em 7% ainda em 2010.

Apesar desse anúncio, Strauss-Kahn avalia o superaquecimento como algo passível de acontecer, mas que as autoridades brasileiras já estão cientes disso, portanto, têm adotado medidas cabíveis para contar qualquer risco eminente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Brasil, Crescimento econômico, Economia, FMI

Crescimento econômico do país ultrapassa 9% no 1º trimestre

20, maio, 2010

O Brasil é considerado, na atualidade, uma das referências mundial pela maneira como o governo tem conduzido suas decisões e, sobretudo, pelo crescimento sustentável contatado, teoricamente, nos últimos meses. No entanto, a imprensa estrangeira – Financial Times, de origem britânica, por exemplo – tem contestado o país, afirmando que não basta só crescer, mas sim se desenvolver com infraestrutura, algo que a nação ainda peca em alguns sentidos.

Apesar de algumas refutações, o Banco Central do país indicou, por meio do Índice de Atividade Econômica da entidade (IBC-Br), que a atividade econômica do Brasil pode ter içado alta de 9,84% nos três meses iniciais de 2010 ante o primeiro trimestre do ano passado. A elevação, porém, não deve ter ocorrido somente no período mencionado, pois segundo o portal de economia UOL, se janeiro a março for comparado aos três últimos meses de 2009, há elevação de 2,38%.

O UOL indica que esse índice medido aglomera informações dos segmentos agropecuários, industriais e de serviços.

Confira mais detalhes aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Admin Banco Central, Brasil, Crescimento econômico, Economia