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Dieese – Alta Salarial dos Trabalhadores garantirá a Sustentabilidade do Crescimento do Brasil


Durante as campanhas presidenciais, cada candidato procurou explorar méritos próprios e deméritos dos adversários. Dilma Rousseff, já eleita presidente, enalteceu as realizações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, entre as quais a transferência de renda para a população mais carente por meio do Bolsa Família, a criação de 15 milhões de empregos desde 2002, entre outros pontos.

O aumento da massa salarial foi outra questão muito utilizada pela ex-ministra-chefe da Casa Civil. Segundo economistas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o aumento do rendimento dos trabalhadores brasileiros assegurará a famigerada e pretendida sustentabilidade do crescimento do Brasil.

Com avanço próximo de 11% no acumulado dos últimos 12 meses até outubro, o Dieese pondera que a alta foi puxada pelo incremento da remuneração média e pelo avanço no número de cidadãos ocupados no período. Para Sério Mendonça, economista da instituição, a massa de rendimentos representa aproximadamente 40% do Produto Interno Bruto (PIB). Em sua concepção, esse índice dará sustentação à economia, mesmo perante o ambiente global desfavorável.

De acordo com a Folha UOL, nos 12 meses encerrados em outubro a renda mensal das pessoas ocupadas cresceu, em média, 6,1%, para R$ 1.344. Os assalariados, por sua vez, contraíram alta de 3,6% e rendimento médio de quase R$ 1,4 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crescimento econômico deve continuar, mas moderado


No período entre Guerras, eis que o mundo experimentou o gosto da grande crise financeira na Bolsa de Nova Iorque, em 1929. Livros de história e artigos na internet identificam atos desesperados dos investidores, na época, para tentar reverter o colapso em questão; alguns empresários, inclusive, cometeram suicídio (palavra geralmente omitida por grande parte dos veículos de comunicação brasileiros).

As lições daquele acontecimento, como já dito há meses neste espaço, não foram suficientes para evitar o clima ruim no biênio 2008 e 2009, iniciado, ironicamente, nos Estados Unidos. Algumas nações ainda penam para entrar nos eixos, tanto na esfera própria e literalmente econômica como na questão do alto índice de desempregos.

O Brasil, um dos últimos países a fazer parte desse, grosso modo, evento, foi também um dos primeiros a sair, tanto que degusta os benefícios de estímulos adotados em tempo – pelo menos, é o que muitos querem fazer acreditar. A recuperação da atividade econômica no âmbito mundial, porém, ainda deve permanecer branda, segundo asseveração feita pelo instituto de pesquisas Ifo.

Embora existam avaliações positivas para o atual momento acima das previstas nos primeiros seis meses de 2010, as expectativas, de acordo com o portal de notícias G1, foram relacionadas para baixo, principalmente no referente à América do Norte e Ásia. O Leste Europeu, no contrafluxo, teve melhorias nas perspectivas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Venda de papelão é um indicativo de crescimento econômico


A economia brasileira apresenta como referencial vários medidores, desde as atividades exercidas nas esferas habitacionais, veículos automotores, materiais de construção e linha branca, a outras não tão mencionadas pela imprensa, porém, tão significativas quanto as descritas anteriormente.

Um setor de atuação que serve como base para a constatação de índices é, sem dúvidas, o de papelão ondulado. Segundo a associação que representa o setor (ABPO), a comercialização da matéria em questão atingiu, no mês passado, volume 12% acima das vendas contabilizadas em julho de 2009, totalizando, pois, quase 217,9 mil toneladas.

Apesar de a ascensão manter perspectivas boas para os próximos meses segundo artigo exprimido pela agência de notícias Reuters, na comparação com junho deste ano a comercialização de papelão ondulado decresceu 0,21%. No acumulado anual até julho, pois, o segmento aglomera aproximadamente 1,48 milhão de toneladas comercializadas, salto de 18,3% ante período igual de 2009.

Por enquanto a Associação Brasileira do Papelão Ondulado não apresentou estimativas futuras. O Brasil tem de fazer figas, se houver tombos nos próximos meses, serem somente manutenção dentro de um crescimento saudável, sustentável. Se depender de todos os envolvidos da área, provavelmente o Brasil ingressará 2011 com presidente a manter os bons números econômicos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Construção Civil gera 730 mil empregos em diversas cidades


A construção civil é uma das áreas que melhor tem aproveitado o alto desempenho da economia brasileira nos últimos meses. Muito se noticia sobre os resultados conquistados pelo setor, sobretudo relacionada a continuidade da exoneração de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até o final deste ano para materiais de construção. Além desse setor outros conseguiram se beneficiar, tais como o varejo.

Em convergência ao ambiente do país, o número de empregos no setor ascende com segurança, tanto que a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) confeccionada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), pertencente a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), mensurou quase 730 mil postos de trabalho criados nos últimos 12 meses em Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo.

A região metropolitana com maior taxa de crescimento na ocupação em maio passado, foi Salvador com 8%. Fortaleza e Distrito Federal conseguiram 6,8% e 5,5%, respectivamente. Totalizando as localidades citadas anteriormente, a média assinalada no quinto mês deste ano foi de 3,6%.

O setor de serviços, segundo o Canal Executivo UOL, foi aquele que melhor apresentou disposição no número de vagas criadas, seguido pela indústria e pela construção civil. Em relação ao desemprego, houve arrefecimento de 1,9% em junho deste ano ante mês igual de 2009, alcançado, pois, 12,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Amplia-se endividamento da população devido ao otimismo econômico


As festas de final de ano compõem, sem qualquer contestação, o período mais almejado pelo varejo brasileiro. Presentes a parentes e amigos, maior consumo de alimentos e bebidas típicos do Natal e Ano Novo, bem como viagens fazem parte da rotina anual da população. O crescimento econômico do país, o acesso facilitado a crédito e a expansão na criação de empregos contribuíram, entre 2009 e 2010, para ampliação no endividamento da população.

Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 indica que parcela do comprometimento da renda mensal dos lares brasileiros com débito em financiamentos bancários e crediários em lojas, cresceram nos últimos meses. Diferentemente do que se possa supor, ao invés de arrefecimento (diminuição) na contração de novos compromissos, os cidadãos começaram a se endividar mais ainda.

O veículo de comunicação, baseado em estudo da Tendências Consultoria Integrada, indica que essa continuidade no acréscimo de dívidas dos lares brasileiros deve-se ao otimismo da criação de empregos e da própria renda, oferecendo, portanto, perspectivas futuras mais seguras. No entanto, a pesquisa da consultoria admite que essa expectativa não chega ao campo imobiliário.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crescimento mundial de 2010 é revisto pelo FMI


Os países emergentes e asiáticos têm puxado o crescimento mundial no âmbito financeiro e econômico. Brasil, China e Índia, por exemplo, certamente deixarão legado às demais nações e às próprias histórias locais, pois o desenvolvimento sustentável atrelado à criação de novos postos de trabalho não são vistos, atualmente, nas pátrias mais ricas.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alçou na última quinta-feira, 8 de julho, a previsão de crescimento da economia no âmbito mundial a 2010 em virtude da expansão asiática e a revigorada demanda privada estadunidense, embora, segundo a entidade, a crise na zona do euro seja motivo de preocupação.

Informações emitidas pelo portal de economia UOL relacionam que a estimativa anterior, de 4,2%, foi elevada, então, para 4,6%, apesar de ao próximo ano o índice continuar o mesmo, 4,3%. Olivier Blanchard, economista-chefe do FMI, relata que o colapso europeu deve desacelerar a recuperação global ante o que já poderia ter ocorrido, porém, recaídas de amplitude elevadas não deverão atingir o mundo.

As revisões mais acentuadas ficaram, novamente, por conta das economias denominadas emergentes, tais como Brasil, de 1,6% para 7,1% a 2010 e de 0,1% para 4,2% a 2011. A China, por sua vez, teve acréscimo de 0,5% configurando, pois, 10,5% para este ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Leia mais no UOL.



Brasil disputará mercado africano com nações ricas


A relação do Brasil para com as demais nações do mundo tem acontecido em várias esferas, principalmente comerciais e políticas. Recentemente, a questão nuclear iraniana elevou a figura de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, ante outras personalidades. Embora, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) tenha adotado postura diferente da almejada pelo governante tupiniquim, por Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro turco, e por Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã.

Em viagem à África, onde aproveitou para participar da festa de lançamento da Copa do Mundo de 2014, Lula cultivou debates nas primeiras horas da última quinta-feira, 8 de julho, com Rupiah Bwezani Banda, presidente da Zâmbia, autoridades zambianas e empresários locais e brasileiros. Para o governante brasileiro, o Brasil está na disputa com grandes economias globais pelo continente africano.

Em reportagem vinculada pela Folha UOL, Lula ressaltou que China, Estados Unidos e Índia concorrem, atualmente, por cada centímetro da África. Entretanto, os brasileiros não devem observar o intento sentados, como se nada estivesse ocorrendo.

Aproveitando o ensejo, o presidente brasileiro fez duras críticas ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo ele, quando um país como Brasil ou Zâmbia estavam em crise, ambos os órgãos apareciam com regras para que as nações seguissem; agora, com o colapso atingindo as partes mais ricas, os dois permanecem em silêncio, justamente pelo fato de não saberem encarar o atual problema como imaginavam que conseguiriam.

Leia outras informações na Folha UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil tem a menor taxa de desemprego da história


Situada entre as nações melhor posicionadas no atual momento, mesmo em meio à crise europeia, o Brasil sustenta bons números de contratação de mão de obra nos últimos meses, fator que confere ao país estimativas plausíveis advindas de autoridades nacionais, como, também, de entidades estrangeiras.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que o desemprego pelo país assinalou a menor taxa desde o início da série histórica, em 2002. De acordo com a entidade, em abril o percentual constatado foi de 7,6% contra 7,3% em março, correspondendo, então, às estimativas dos economistas da agência de notícias Reuters.

Em São Paulo – um dos principais motores econômicos e industriais do país –, o desemprego no mês passado foi de 7,7%, índice abaixo do indicado em março (8,2%). Cimar Pereira Azeredo, economista do IBGE, avalia como positivo essa constatação, embora com percentual pequeno, mas importante, pois aponta que vagas foram criadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



PIB deve chegar a 5,5%, prevê Ipea


O Brasil tem crescido tanto assim para lideranças políticas sugerirem alta em boa parte dos índices financeiros? Parece que sim. Desta vez, outro percentual positivo é o adjudicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ao estudar a opinião de 45 associações, câmaras e federações atreladas à indústria, comércio, serviços e agropecuárias, a entidade alavancou o índice de 5,2% conferido em março em relação à expectativa da economia do país para 5,5% no mês passado.

Informações enunciadas pelo portal de notícias G1 revelam que a mediana das estimativas para a dilatação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 a 2015 é de 4,5%. Somente neste ano, as previsões inflacionárias constatadas a partir do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiram 5,2%.

O G1 ressalta, também, que os apontadores de comércio exterior levantados pelo Sensor Econômico constataram ampliação de US$ 5 bilhões nas importações e exportações.

Será que o país conseguirá manter a alta durante muito tempo em vários segmentos. O Fundo Monetário Internacional (FMI) teme um superaquecimento econômico do país e a formação de bolhas na economia. Outras entidades também seguem esse pensamento. Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, provavelmente estão antenados e deverão segurar um pouco o acelerador do Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FMI crê em crescimento de 7% ao Brasil ainda em 2010


O ambiente brasileiro é propício a especulações de possíveis bolhas econômicas, superaquecimento, desenvolvimento sem infraestrutura adequada, entre outros termos correspondentes, geralmente pensamento advindo da imprensa estrangeira e de alguns poucos analistas do país.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), contradisse no princípio desta semana aos que pensam dessa maneira. Segundo ele, conforme artigo gerido pelo portal de notícias G1, a nação brasileira certamente crescerá em 7% ainda em 2010.

Apesar desse anúncio, Strauss-Kahn avalia o superaquecimento como algo passível de acontecer, mas que as autoridades brasileiras já estão cientes disso, portanto, têm adotado medidas cabíveis para contar qualquer risco eminente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crescimento econômico do país ultrapassa 9% no 1º trimestre


O Brasil é considerado, na atualidade, uma das referências mundial pela maneira como o governo tem conduzido suas decisões e, sobretudo, pelo crescimento sustentável contatado, teoricamente, nos últimos meses. No entanto, a imprensa estrangeira – Financial Times, de origem britânica, por exemplo – tem contestado o país, afirmando que não basta só crescer, mas sim se desenvolver com infraestrutura, algo que a nação ainda peca em alguns sentidos.

Apesar de algumas refutações, o Banco Central do país indicou, por meio do Índice de Atividade Econômica da entidade (IBC-Br), que a atividade econômica do Brasil pode ter içado alta de 9,84% nos três meses iniciais de 2010 ante o primeiro trimestre do ano passado. A elevação, porém, não deve ter ocorrido somente no período mencionado, pois segundo o portal de economia UOL, se janeiro a março for comparado aos três últimos meses de 2009, há elevação de 2,38%.

O UOL indica que esse índice medido aglomera informações dos segmentos agropecuários, industriais e de serviços.

Confira mais detalhes aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



País está preparado para maior crescimento, avalia Mantega


Na linha de pensamento das principais autoridades mundiais e, também, de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegura que o país está pronto para perceber taxas mais elevadas de desenvolvimento no sentido econômico, embora prefira não arriscar qualquer percentual.

Segundo Mantega, que teve discurso mencionado pela agência de notícias Reuters, a nação brasileira já dá sinais de que pode obter crescimento de 5% de maneira sustentável, de modo a manter as contas públicas controladas e a conservação e controle da inflação.

Caso o discurso do ministro da Fazenda não seja meramente especulativo, os brasileiros poderão observar, em breve, os reais efeitos do crescimento. Maior poder aquisitivo, acesso a crédito e aumento no número de oportunidades de emprego são alguns dos principais indicativos para o otimismo e segurança do governo federal.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



Setor de materiais de construção – crescimento de 10% para este ano


Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) apregoou que as vendas no setor tiveram crescimento de 12% em fevereiro ante o mês igual de 2009 e quase 5% em relação a janeiro deste ano.

Cláudio Conz, presidente da entidade, estima uma alta de 10% para 2010, visto que o segmento, para ele, iniciou 2010 em um cenário altamente favorável se comparado a 2009, ocasião na qual a crise mundial fervilhava.

Para ele, ainda, o crescimento pode ser alcançado em virtude da confiança e disposição do consumidor para com materiais de construção, além, é claro, devido ao início das obras para a Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Segundo reportagem veiculada pelo Yahoo! Notícias, o programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, bandeira do atual governo, é outro fator estimulante ao segmento, integrante, pois, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Atividade industrial brasileira apresenta crescimento expressivo


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalou que a produção industrial brasileira teve elevação em 13 das 14 regiões pesquisadas em janeiro deste ano em relação ao último mês de 2009.

As regiões que melhor apresentaram crescimento foram Espírito Santo, com 5,6%, Ceará e Pernambuco, com 5,4% cada uma, e Paraná, com 4%.

As demais localidades que conseguiram estabelecer desenvolvimento no mesmo período de análise foram Nordeste, Bahia, Pará, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Somente a região amazônica é que manteve total estabilidade.

De acordo com o instituto, a produção industrial brasileira teve crescimento significativo de 1,1%, sustentada, sobretudo, pelo alargamento do ritmo de produção e a baixa base comparativa, pois paralisações fora de cronograma e férias coletivas atingiram vários setores no ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Criação de 1,5 milhão de novas vagas de emprego em 2010


Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, parece não ser a única autoridade a elevar as estimativas de criação de novos postos de trabalho em todo o Brasil. Guido Mantega, ministro da Fazenda, assegurou que a nação brasileira encerrará 2010 com a geração de 1,5 milhão de empregos formais, isto é, aqueles em que se configura o registro em carteira de trabalho.

A estimativa de Mantega supera o número de postos gerados em 2009, que foi de aproximadamente 995 mil. A massa salarial e o crédito, segundo o ministro em reportagem transmitida pela Folha Online, garantem o dinamismo do mercado.

Novamente discursando sobre a questão do Produto Interno Bruto (PIB), Mantega foi categórico: a taxa de crescimento será entre 5% e 5,5%, afinal, a projeção de desenvolvimento da nação permite esses dados otimistas.

Além disso, o ministro reafirmou sua posição sobre a política de retirada de estímulos tributários no Brasil, pois a economia já apresenta seu reaquecimento sem a necessidade de, por exemplo, efetivar a manutenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Fonte: www.folha.uol.com.br

Por Luiz Felipe T. Erdei



Construção civil poderá receber manutenção de estímulos


As medidas de estímulo adotadas pelo governo federal beneficiaram muitos setores pelo país. O mercado nacional tem respondido e reagido positivamente às iniciativas, tanto que ainda não há registros de índices inflacionários que poderiam prejudicar a economia do Brasil.

Com base nesse preceito, o governo entende que a construção civil, um dos segmentos que mais comporta trabalhadores e emprego de capital, merece a manutenção dos estímulos. Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, acredita que, com isso, o Produto Interno Bruto (PIB) será um grande beneficiário.

Em março do ano passado, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva resolveu reduzir as taxas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para diversos itens de material de construção, permitindo, pois, um repasse de até 7% a menos no preço final de mercadorias.

Com a Copa do Mundo a ser realizada em 2014, pode ser o segmento que, de fato, impulsione a economia tupiniquim. Visto isso como um grande ideal, a idéia do presidente processa um bom efeito positivo entre a população.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia Brasileira em 2010 irá crescer, afirma Lula


Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, continua a afirmar que a economia nacional crescerá bastante e que a inflação permanecerá em níveis baixos no próximo ano. Isto porque, de acordo com ele, as medidas apregoadas pela equipe econômica suscitaram efeitos notáveis.

Em reportagem veiculada pela Agência Estado, Lula mencionou inúmeras iniciativas, dentre elas a liberação de R$ 80 bilhões de crédito para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a prorrogação, por mais alguns meses, das desonerações em várias linhas comerciais.

Além disso, o líder brasileiro afirmou que o Poder Executivo abrirá a linha de crédito para máquinas e equipamentos – bens de capital – a ônibus e caminhões para mercados estrangeiros, tais como a América do Sul e Latina e a África, antes vigente somente dentro de nossas fronteiras.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Mantega acredita em maior desenvolvimento econômico em 2010


Com um discurso aparentemente diferente do habitual, Guido Mantega, ministro da Fazenda, afirmou, em reportagem veiculada pela Agência Estado, que tem colocado o pé no acelerador da economia brasileira. Para ele, a nação deu início a um novo ciclo de crescimento. Entretanto, não garantiu que novas medidas de incentivo serão adotadas até o final de 2010.

Na ocasião, de acordo com a Agência Estado, o ministro falou sobre o projeto do trem de alta velocidade, que tem por proposta ligar Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo. Isso será viável, pois o Brasil, segundo ele, está saindo forte da crise financeira mundial, juntamente com outros emergentes.

Mantega ressalta que antes da crise econômica o país apresentava um crescimento de 6,5% ao ano, mas que com o advento dela, caiu para 2%. No atual momento, porém, ilustra um desenvolvimento de 5%, com possibilidades de aumentar ainda mais em 2010, impulsionado, sobretudo, pelas vendas de final de ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Obama elogia Equipe para Afastar Especulações Negativas


Muitas vezes, discursos especulativos surtem ótimos efeitos no mundo econômico. No Brasil, em menos de 5 anos, inúmeros políticos se utilizaram deste meio para afastar especulações negativas, bem como para estimular investidores estrangeiros a investirem na nação brasileira.

Com base nisso, talvez sem algum propósito imediato, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, afirmou em entrevista que a sua equipe financeira, mais Timothy Geithner, secretário do Tesouro, obtiveram sucesso em firmar o sistema financeiro daquele país.

Segundo Obama, a economia estadunidense começa a apresentar um desenvolvimento interessante pela primeira vez em pouco mais de um ano. Para ele, é importante, no atual momento, não se pautar nos altos índices de desemprego; é viável, pois, oferecer estímulos para que as empresas voltem a contratar. Com isso, o ciclo econômico interno – e por que não entre os demais países do globo? – pode fazer a economia girar, girar, girar…

Obama assegura que não descansará enquanto os problemas não forem sanados. O primeiro passo, ressalta, já foi dado. Restará garantir que os Estados Unidos estejam no rumo certo. Provavelmente – há uma possibilidade de haver coerência nas próximas palavras –, Barack bebeu um pouco do mel discursivo de Lula.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cursos Técnicos oferecem grandes oportunidades de emprego no país


O Brasil melhorou muito até os nossos dias e está encontrando o caminho para o desenvolvimento. Desde a sábia elaboração do Plano Real, inflação como antigamente se via não existe mais.

Desta nova realidade a vida passou a  poder ser melhor planejada e assim possibilita as portas da era desenvolvimentista.

Entre muitos outros reflexos do desenvolvimento, está a possibilidade de trabalho com a formação em cursos técnicos, pois a demanda está ficando cada vez maior, fruto de um caminhar para essa nova era.

O SENAI está abarrotado de oportunidades para formações técnicas, já que para este ramo de trabalho, emprego não está faltando.



Produção de Alimentos terá que crescer 70% para atender à População Mundial


Um levantamento executado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em benefício da Alimentação e Agricultura revelou que a produção global de alimentos terá de ascender, até o ano 2050, cerca de 70%. Essa estimativa, para o órgão, tem por alusão o abastecimento necessário à população global no futuro.

Segundo a ONU, neste ano deduzido, haverá aproximadamente 2,3 bilhões de pessoas a mais em relação à atualidade. Para tanto, para que haja alimentos necessários aos índices pressupostos, os investimentos na agricultura primária terão de ser elevar em aproximadamente 60%.

Pois é. Com essa avaliação em posse do órgão, resta aos países desenvolvidos estabelecerem mais fortemente laços com nações subdesenvolvidas e emergentes. Mesmo que o consumo dos chamados países ricos seja bem mais alto em relação aos menos favorecidos, cooperações bilaterais poderão dar ao mundo, em décadas, uma auto-sustentabilidade necessária para que todos ganhem. Resta saber, por fim, se isso interessa à ponta da pirâmide.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Cresce o número de empregos formais no Brasil – Agosto teve recorde


Em agosto de 2009, o Brasil bateu recorde de emprego formal pra o mês.

De acordo com os dados divulgados pelo Governo Federal, a economia brasileira cresceu 1,9% no segundo trimestre na comparação com o primeiro período, o que parece ter tirado o Brasil da recessão após seis meses de crescimento negativo.

Em agosto o saldo de novos empregos foi de 242.126 – resultado da diferença entre contratações (1.457.455) e demissões (1.215.329).

Foi o sétimo mês seguido de alta no número de empregos, o que faz com o que o mercado absorva parte dos 800 mil postos formais fechados entre novembro/08 e janeiro/09.



Brasil é o país mais competitivo entre os Brics


Foi divulgado nesta terça-feira, dia 08, o ranking de competitividade elaborado anualmente pelo Fórum Econômico Mundial e que tem a parceria da Fundação Dom Cabral em território brasileiro. Os dados mostram que o Brasil subiu oito posições no ranking em relação à última avaliação e passa a ocupar a 56ª colocação.

Entre os países emergentes, que além do Brasil incluem Rússia, China e Índia, também conhecido como Brics, o Brasil foi o que apresentou melhor desempenho na avaliação. Tanto a China quanto a Índia subiram um ponto no ranking. Já a Rússia caiu 12 posições e, pela primeira vez, configura a lista atrás do Brasil.