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Serasa Experian espera maior concessão de crédito ao consumidor em 2013


O Serasa Experian apresentou neste mês de dezembro dados relevantes com relação ao crédito concedido no Brasil para os consumidores.

Esta avaliação permite visualizar de forma antecipada os movimentos relacionados ao crédito para os próximos seis meses.

Segundo este órgão o índice relativo a esta informação cresceu 0,5% no mês de outubro que consiste em um valor mais alto do que os vivenciados no início de 2012.

Além disso, para 2013 é esperada uma alta mais expressiva nas concessões de crédito ao consumidor que foram freadas durante o ano de 2012, dentre outras razões, pelo alto nível de inadimplência que impede a liberação de dinheiro.

Por Ana Camila Neves Morais



Demanda das Empresas por Crédito – Alta em Março 2011


O cenário da economia brasileira continua bom para os consumidores, muito embora esteja aquém nos dias atuais em comparação ao panorama desenvolvido no ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,5%. Desde dezembro de 2010, o governo tem trabalhado para frear o consumo dos brasileiros, algo que, por enquanto, não surtiu o efeito realmente desejado.

As empresas, também afetadas por algumas medidas, procuraram mais crédito em março deste ano em comparação ao mês imediatamente precedente. De acordo com o Indicador da Demanda das Empresas por Crédito, calculado pela Serasa Experian, a quantidade de companhias que buscou esse recurso avançou 1,4% no período.

A Serasa Experian indica, com esse índice, que no trimestre inicial de 2011 a demanda por crédito a partir das empresas ascendeu 1,6% em comparação ao período análogo de um ano antes. Mesmo assim, economistas da entidade apontam que esse foi o menor índice de crescimento dos cinco trimestres anteriores, ou seja, indicando que a procura por crédito deve ser mais baixa daqui por diante.

As taxas do indicador assinalam, nas entrelinhas, que as empresas parecem estar mais precavidas que os consumidores. Isso é positivo, pois uma vez que elas apresentam um comportamento mais responsável, inevitavelmente os consumidores sentirão isso e, por conseguinte, adotarão iniciativa semelhante.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demanda do Consumidor por Crédito – Aumento em Março 2011


Estudo divulgado pela Serasa Experian na quarta-feira (6) assoalhou incremento de 5,7% na demanda por crédito proveniente dos consumidores em março em comparação a fevereiro deste ano. No 1º trimestre, o Indicador da Demanda do Consumidor por Crédito atingiu índice de 12,9% (acumulado) em relação ao período igual de um ano antes.

O índice registrado pela Serasa, porém, foi mais ameno em comparação ao avanço de 16,4% constatado no decorrer de 2010, assim como também ocorreu no confronto com o 4º trimestre do ano passado, período em que fora diagnosticado índice de 18,3%

O resultado aponta que a procura dos consumidores por crédito, como já esperado há várias semanas, tem apresentado desaceleração. O grande motivador para essa tendência é, sem poucas dúvidas (ou qualquer uma), as medidas macroprudenciais de restrição do crédito encabeçadas pelo Banco Central (BC). Outro ponto passível de análise é o atual ciclo de aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Apesar desses resultados, é praticamente certa a inserção de novas medidas para colocar um novo freio no consumismo dos brasileiros. O grande temor das autoridades é a possibilidade de elevação da inflação, embora, nem de perto, se aproxime de tempos atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento na Procura por Crédito em Maio 2010


Os brasileiros aproveitaram bem o ambiente econômico propiciado no final do ano passado e início deste, tanto que percentuais elevados foram percebidos em vários setores, como é o caso do automotivo, da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e da construção civil. Justificativas são inúmeras, tais como exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), maior confiança do consumidor e melhor acesso ao crédito.

Por falar no último ponto mencionado, o Indicador da Demanda do Consumidor por Crédito atingiu nível recorde de 119,1 pontos em maio devido à elevação em 10% do número de cidadãos em busca por crédito ante o mês de abril, segundo informações do portal de notícias G1.

O aumento do índice foi decorrente, em grande parte, das pessoas com renda mensal de até R$ 500, embora os cidadãos que possuem remuneração superior a R$ 10 mil também tenham conseguido contribuir.

De acordo com economistas da Serasa, o Dia das Mães e a Copa do Mundo estimularam o consumidor na procura por crédito em maio, juntamente ao maior poder aquisitivo.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demanda por crédito tem queda em abril


O acesso ao crédito foi um dos principais responsáveis pelo crescimento das vendas em diversos segmentos do país, sobretudo aos consumidores que compraram seu veículo e produtos da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar). No início de 2010, devido às compras de final do ano, contabilizou-se alta; na atualidade, porém, a realidade dá indícios de ser diferente.

A Serasa Experian divulgou no início desta semana que a demanda do consumidor em abril ante março deste ano apresentou retração de 6%, grande parte reflexo do menor número de dias úteis do mês passado e o fim da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), conforme atesta reportagem do portal dinheiro UOL.

Por outro lado, se abril de 2010 for comparado ao mês igual de 2009, uma alta de 12,4% é percebida, justificada por especialistas pela baixa taxa comparativa registrada no ano passado, ocasião na qual a crise financeira mundial assolava o mundo.

Outro fator positivo avaliado pela Serasa é a demanda por crédito acumulada no primeiro quadrimestre do ano, que ultrapassa em mais de 19% o índice registrado no período similar de 2009.

Por Luiz Felipe T.Erdei

Fonte: Folha Online



Procura por Crédito Aumenta em Março 2010


Os últimos dias da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) beneficiou inúmeros setores pelo Brasil, desde o segmento de automóveis até o campo que comercializa produtos da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar). Em 12 de abril, segunda-feira, o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito revelou que o número de consumidores que procuraram crédito ascendeu mais de 18% entre fevereiro e março deste ano.

A entidade assegura que o patamar conquistado é recorde, desde o primeiro mês de 2007, ocasião na qual o indicador teve inicio de seus cálculos. O portal de notícias G1 pondera que os economistas da entidade avaliam que essa alta é relacionada aos já mencionados últimas dias de vigência do IPI, bem como o maior número de dias úteis em março em relação a fevereiro.

A reportagem aponta, por outro lado, que se março for comparado ao mês igual de 2009, a demanda do consumidor por crédito saltou 32,5%, ocasionando, também, outro recorde. A alta é reflexo, em partes, do baixo comparativo do ano passado, período em que a crise financeira global atingia o país fortemente.

Verifique mais dados aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Indicador Serasa Experian – Queda Procura de Crédito por Consumidor


Nos finais de cada ano o consumo exacerbado já é esperado por inúmeros segmentos do mercado, bem como, em meados de fevereiro a dezembro, queda de procura por crédito, aumento da inadimplência, entre outros fatos relevantes ao mundo econômico. O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito anunciou, recentemente, que a quantidade de pessoas que buscou crédito no mês passado diminuiu 7% em relação a janeiro.

Para economistas do instituto, o período mais fraco da atividade econômica e consumo, o já citado término das festas de final de ano e o endividamento dos lares durante o segundo semestre de 2009 foram origens do baque da demanda por crédito.

Por outro lado, a Serasa indica que fevereiro deste ano em relação ao segundo mês do ano passado apresentou avanço de 18,5%. A crise financeira global, comparativo considerado fraco pelos especialistas do instituto, é o que sustenta esse percentual.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento Operações de Crédito em Janeiro


O Banco Central assinalou que as operações de crédito do sistema financeiro tiveram dilatação de 0,7% no primeiro mês deste ano em relação a dezembro de 2009. De acordo com o órgão, o crescimento indicado apresentou carteira total de empréstimos em pouco mais de R$ 1,4 trilhão.

Uma nota propagada pelo BC avalia que as operações de crédito mantiveram seu curso de dilatação gradual, com enriquecimento um pouco mais ameno em janeiro de 2010. No entanto, relata o Portal de Economia do Estadão, houve uma queda dessa demanda por parte de empresas em recursos bancários, seguidos, pois, conforme o momento da atividade econômica brasileira.

Em relação a pessoas físicas, houve expansão em modalidades como crédito rotativo e pessoal, devido, sobretudo, aos compromissos tributários e financeiros comuns no início do ano, tais como impostos prediais e veiculares, compras assumidas no final de 2009, entre outros.

A participação do crédito no Produto Interno Bruto (PIB) alcançou um percentual de 44,6% ao final do primeiro mês deste ano, um pouco abaixo de dezembro do ano passado, quando o mesmo índice apontado cerceava 45%.

Saiba mais outras informações sobre juros e inadimplência aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procura por Crédito no Brasil Cai em Janeiro


A injeção monetária no Produto Interno Bruto (PIB) advindo do 13º salário contribuiu para os cidadãos adquirirem bens e pagarem suas dívidas, por exemplo. A busca por crédito para diversos fins, por outro lado, é um dos meios utilizados pela população para ampliar poder de compra.

Após mais de um mês das datas festivas, o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito assinalou que a quantidade de pessoas que procurou crédito no primeiro mês deste ano baqueou 1,1% em relação a dezembro de 2009, o que, segundo especialistas, é uma situação normal. Entretanto, janeiro de 2010 ante o mês inicial do ano passado apresenta um aumento na busca de 14%, o que demonstra, consequentemente, que à época a crise financeira gerava muitos entraves aos consumidores.

Para o Portal de Economia do Estadão, todas as faixas de rendimento, com exceção das pessoas que ganham entre R$ 1 mil e R$ 2 mil tiveram queda. As camadas de menor de rendimento, segundo a fonte, foram as que mais sofreram retração – de 4,1% –, se somadas as pessoas que ganham até R$ 1 mil.

De todas as regiões analisadas, somente o Sudeste e o Centro-Oeste do país conseguiram ascender na procura por crédito. Nas demais, porém, o pequeno tombo foi evidente.

Confira percentuais e outras informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Financiamento Imobiliário – Plano Zero Goldfarb


O começo do ano, como todos sabem, é complicado no sentido financeiro. Impostos como IPTU, IPVA, matrícula em escolas particulares e parcelas adquiridas em dezembro tornam o sonho de muitas pessoas pretensiosas em adquirir imóveis um verdadeiro pesadelo.

Em vista disso, a Goldfarb, na finalidade de estimular as vendas e possibilitar as pessoas a conquistarem residência própria, acaba de lançar o Plano Zero.

Aos que assumirem um imóvel da construtora, em Campinas, até 7 de fevereiro, começarão a pagar o financiamento da moradia apenas no meio do ano. Além disso, fogão, geladeira e micro-ondas serão oferecidos como outra forma de estímulo.

Os imóveis oferecidos pela construtora sob o Plano Zero são o Spazio Proença, o Residencial Allegria, o Torres de Bonfim e o Aquarelle Residence, todos localizados em pontos de fácil acesso.

Aos que residem em Campinas podem aproveitar. Quem sabe, futuramente, o Plano Zero da Goldfarb não se estende às demais regiões do país? Assim, o setor da construção civil crescerá ainda mais e não permanecerá estagnado nas condições já oferecidas pelo mercado e nos jogos esportivos entre os anos de 2014 e 2016.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crédito para Empresas deve Superar Empréstimos para Pessoas Físicas


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva teve como uma de suas características o crédito a pessoas físicas com um percentual mais elevado em relação a créditos para empresas. No entanto, a onda de investimentos aguardada para os próximos anos, além da normalização das condições do sistema bancário, pode fazer com que essa tendência caia por terra.

Silvio de Carvalho, diretor executivo do Itaú Unibanco, acredita que a expansão aguardada para este ano às empresas chegue a 25%, enquanto que para pessoas físicas o percentual poderá bater na casa de 20%. De acordo com ele, o maior acesso ao crédito será feito por empresas de pequeno e médio portes, pois as grandes, conforme revelou à Agência Estado, possuem outras fontes de investimentos.

As restrições percebidas durante a crise financeira internacional fizeram, em 2008, que o avanço de créditos às empresas em relação às pessoas fosse mais elevado. No período, conforme relatou Bruno Rocha, economista da Tendências Consultoria, a entrada de grandes empresas no mercado bancário influenciou todo esse processo.

Saiba outros percentuais e mais análises de especialistas aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Linhas de Créditos Bancários para pagamentos de impostos


O comércio brasileiro sabe muito bem apostar no poder aquisitivo dos consumidores e seus 13º salários. Por isso, todo início de ano grande parte dos cidadãos encontra dificuldades para pagar os impostos iniciais, dentre eles o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA).

Com base nisso, diversas instituições bancárias passaram a oferecer linhas de crédito específicas, com taxas de juros que não são lá muito diferentes das oferecidas normalmente pelo mercado, algo em torno de 3% a 4,5% ao mês.

A Agência Estado fez um levantamento com alguns dos bancos. Um dos que dispõe mais flexibilidade, conforme se percebe na reportagem, é o Santander, com prazos que se estendem em até 48 meses. Por outro lado, o Bradesco aposta em um prazo maior para que o solicitante efetue o pagamento da primeira parcela.

Confira outros pontos da notícia em http://aeinvestimentos.limao.com.br/economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Créditos às Empresas – Regularização


O Indicador Serasa Experian de Perspectiva do Crédito às Empresas divulgado pela instituição perfilou que a regularização do crédito às empresas será finalizada até o final dos seis primeiros meses deste ano.

A Agência Estado declarou que o índice, que permaneceu inalterado, com 99,3, denota que a pontuação continuará vigente no mesmo nível durante este semestre. Mesmo assim, revela a Serasa, o volume mensal de concessões reais está em aproximados 4% inferior ao considerado normal.

Mesmo assim, a melhoria do cenário internacional, que acaba por favorecer a retomada das ofertas públicas iniciais de ações, bem como a reabertura do mercado estrangeiro às captações exteriores, é algo positivo para o enriquecimento da oferta de crédito a companhias.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Financiamento de Materiais de Construção – Caixa libera Crédito


O setor de materiais de construção conquistou um importante avanço. A Caixa Econômica Federal lançou uma linha de crédito de R$ 1 bilhão voltada à aquisição de materiais de construção em lojas de varejo, com prazo de financiamento de até 24 meses.

O valor máximo estipulado é de R$ 10 mil, que dependerá do acordo estabelecido entre a Caixa Econômica e os lojistas. De acordo com a instituição, caso haja demanda nesse novo negócio, os recursos poderão sofrer uma ampliação em mais de R$ 1 bilhão.

Com base no desenvolvimento preterido por essa medida, Claudio Elias Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Construção (Anamaco), afirma que o setor poderá apresentar um maior desempenho em 2010 diante do atual ano, em aproximados 4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Caixa Econômica e Fecomercio estabelecem acordo para a concessão de créditos


Com a finalidade de tornar viável a concessão de créditos a micros, pequenas e médias empresas vinculadas à Caixa Econômica Federal, a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) e a citada instituição firmaram uma parceria.

O acordo prevê que os associados irão angariar descontos de 30% na taxa de juros para as linhas de créditos do órgão financeiro.

O atendimento personalizado às empresas associadas aos sindicatos da federação será um dos diferenciais, principalmente porque esses terão consultoria financeira e um melhor e mais eficaz direcionamento para a adesão de operações primordiais.

A fim de garantir empréstimos dessa natureza, a Caixa empregará R$ 22 bilhões em operações advindas do Fundo Garantidor de Benefício até este mês. Se avalistas evidenciarem bens, o fundo cobrirá até 60% do empréstimo limitado a R$ 250 mil; caso não haja a confirmação de bens, o fundo cobrirá até 80% do valor dos empréstimos em até R$ 125 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Taxa de inadimplência apresenta queda de 5,88% entre setembro e agosto de 2009


Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apontou que a taxa de inadimplência de setembro para agosto apresentou queda de 5,88%. Essa informação tem por base o número de registros incluídos no Serviço de Proteção ao Crédito.

Ainda de acordo com o órgão, o acumulado no ano apresentou taxa de inadimplência em uma variação negativa de 12,01%. Em relação a setembro do ano passado, houve derrocada de 3,85% na taxa.

Para Roberto Alfeu Pena Gomes, presidente do SPC Brasil, esses números favoráveis devem-se ao crescimento da renda real do trabalhador, à oferta de empregos e por último e não menos importante, taxas de juros reduzidas. Segundo ele, os dados indicam que o comércio está aquecido. E que venha o Natal!

Por Luiz Felipe T. Erdei



Agora é mais fácil conseguir financiamento para reformar e construir


Agora está mais fácil conseguir financiamento para reformar ou construir a sua casa através da Caixa Econômica Federal.

Existem dois tipos de finaciamentos para a reforma e construção. Um para quem ganha mais do que R$1.900, onde o limite de financiamnto é de acordo com a renda e os juros sào de 20% ao ano.

Outro financiamento é para pessoas que possuem renda familiar de até R$1.875, neste caso, o limite, que antes era de 7 mil reais, passou a ser de R$ 25 mil. Antes, o prazo para pagar o financiamento era de 96 meses e agora passou a ser de 120 meses.

Para conseguir o empréstimo, não precisa mais de garantia ou de fiador, pois este tipo de financiamento utiliza os recursos do fundo de garantia com juros de 5% ao ano.

Outra novidade é que além dos materiais tradicionais para reforma e construção, o cliente poderá comprar móveis embutidos para a casa com o dinehiro do financiamento e, 15% do total do finaciamento pode ser utilizado para pagar mão-de-obra.

São 40 mil empresas conveniadas no Brasil que aceitam o cartão de finaciamento da Caixa.



Na hora do aperto qual é a melhor opção para recorrer: Cartão de crédito ou cheque especial?


Estamos passando por um mommento de inadimplência alta, e, para não ficar com o nome sujo na praça muitas pessoas recorrem ao cartão de crédito e ao cheque especial na hora das compras. Mas, qual é a melhor opção? E, quando usar os dois, qual pagar primeiro?

Economistas afirmasm que o cartão de crédito deve ser prioridade na hora do pagamento, mas atenção: só vale para liquidar o valor total da fatura. Pagar o mínimo do cartão vai fazer com que vc pague mais juros e pode entrar numa bola de neve sem fim. 

Os juros do cheque especial tendem a ser menores, porém, são automáticos, caem diretamente na conta. No caso do cartão de crédito, o consumidor tem até um mês para conseguir o dinheiro para pagar a conta.

Veja a reportagem do Jornal Hoje sobre o assunto:



Trabalhador que teve o seu salário reduzido poderá conseguir descontos em empréstimos


A Febraban – Federação Brasileira dos Bancos realizou um acordo com a Força Sindical, que orienta as instituições financeiras a reduzirem ou suspenderem o valor das prestações dos empréstimos consignados de trabalhadores que tiveram seu salário reduzido, por conta da crise econômica.

A redução do valor descontado deverá ser proporcional a redução do salário do trabalhador. Por exemplo, se o trabalhador, que realizou um empréstimo, sofrer uma redução de 20% no seu salário, o valor da parcela descontada em sua folha de pagamento que antes era de R$ 100, passa a ser R$ 80, ou seja, 20% a menos.

Os valores descontados na parcela serão acrescidos no final do pagamento do financiamento.



Crise Econômica: Paulistanos estão evitando endividamentos


O percentual de endividados em São Paulo é o menor em cinco anos, segundo a Federação do Comércio do Estado de São Paulo – Fecomercio-SP. Segundo a entidade, os consumidores paulistas estão mais cautelosos por causa da incerteza dos efeitos da crise econômica mundial.

A taxa de edividamento em janeiro foi de 45% e em fevereiro alcaçou 38%, a menor desde 2004.

De acordo com a pesquisa, 12% das famílias paulistanas estão com as contas atrasadas, uma diminuição de 2 pontos com relação ao mês anterior.

A mesma pesquisa mostra que os homens são os mais endividados do que as mulheres e o principal tipo de dívida é com o cartão de crédito (46%), seguido de dívidas com carnês (28%), crédito pessoal (8%), cheque especial (4%), cheque pré-datado (2%), crédito consignado (2%) e outros tipos de dívidas alcançam 10% dos consumidores.



Alerta: Em época de juros altos evite financiamentos longos


Em época de crise, os juros ficam cada vez mais altos e o consumidor, que antes estava acostumado a comprar parcelado com juros baixos e até mesmo com juro zero, pode ficar surpreso quando fizer a conta, o valor da mercadoria parcelada chega a custar até cinco vezes mais caro do que se comprado à vista.

Evite cair no juros dos cartões de crédito, ao operadoras são as que cobram a taxa de juros mais altas do mercado. Quando fizer compras no cartão, evite atrasar o pagamento e nunca pague o mínimo da fatura, você poderá cair numa bola de neve sem fim.

Cheques especiais também estão com taxas de juros altíssimas e a variação dos valores cobrados entre os grandes também é grande.  Confira aqui a tabela do Banco Central e veja a diferença das taxas de juros cobradas pelos bancos.

Caso entre no cheque especial, evite permanecer por mais de uma semana, às vezes é até melhor tirar dinheiro da poupança para pagar a dívida.



A partir de hoje consórcios poderão ser utilizados para quitar financiamentos, viagens e até cirurgias plásticas


Entra em vigor hoje (06/02) as novas regras para consórcios, de acordo com a Lei 11.795, de 8 de outubro de 2008, regulamentada pelo Banco Central nesta última quarta-feira. 

Os consórcios poderão ser utilizados para quitar financiamentos bancários, pagar por serviços médicos, cirurgias plásticas, próteses dentárias, viagens e cursos no exterior.

A partir de agora, quando o consumidor desistir do consórcio, poderá reaver o dinheiro pago em menos tempo. O consorciado irá continuar a participar dos sorteios e, quando for contemplado, receberá o valor das parcelas pagas, não precisará mais esperar até o final do prazo do consórcio para conseguir o dinheiro de volta.

De acordo com a nova lei, os consórcios poderão ser utilizados para quitar financiamentos bancários, quando o consorciado for contemplado por meio de lance ou sorteio. Para isso o bem fianciado deverá estar no nome do consorciado e o consórcio deverá ser do mesmo tipo do bem. 

Por exemplo: para utilizar o consórcio para pagar um financiamento de imóvel, você não poderá utilizar um consórcio de carro para pagá-lo, o consórcio utilizado deverá ser de imóvel.

A vantagem é que o consumidor poderá trocar os juros bancários pela taxa de administração do consórcio, que é bem menor.

Outra novidade é que agora as administradoras de consórcios poderão oferecer outros tipos de serviços como viagens, cursos de pós-graduação no exterior, próteses dentárias, serviços médicos e tratamento estético. O consorciado terá a opção de escolher o médico que irá tratá-lo.

A lei trará mais segurança aos consorciados, pois se tornaram mais rigorosas para as administradoras que não seguirem as novas regras. De acordo com o Banco Central, a nova lei irá estimular a concorrência entre as Administradoras.

De acordo com a Associação Brasileira das Administradoras, a nova lei irá estimular ao planejamento para poupar e adquirir um bem e serviço sem juros