Atualizações anteriores



Limite de crédito ao trabalhador foi aumentado


Nova Medida Provisória aumentou o limite de desconto que o trabalhador poderá fazer em sua folha salarial através de cartão de crédito, com isso, o limite de endividamento também irá aumentar.

O trabalhador brasileiro vai poder comprar mais, pois o limite de crédito foi estendido, o que aumenta o limite de endividamento.

O Senado aprovou a Medida Provisória 661. A Medida aumenta o limite de desconto que o trabalhador poderá fazer em sua folha salarial através de cartão de crédito. Atualmente o limite para desconto de empréstimos na folha salarial não pode ultrapassar 30% dos rendimentos do trabalhador. Com as novas regras vigentes, o teto de endividamento pode chegar a 40%, desde que as despesas sejam realizadas apenas com cartão de crédito.

Os deputados incluíram na Medida Provisória um dispositivo que autoriza o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) o financiamento de contratos de caminhões. Sendo assim, os caminhoneiros autônomos, arrendadoras e empresas de transporte de carga com renda bruta de até 2,4 milhões de reais poderão realizar o refinanciamento das 12 primeiras prestações que estão para vencer, após o pedido de financiamento.

Além deste dispositivo, os deputados incluíram uma proibição ao BNDES de recusar a informar dados e informações de empréstimos com sigilo contratual. Foram reservados 2,5% de recursos cedidos por empréstimo pelo BNDES para o custeio de atividades de agricultura.

A MP concede também o crédito de 30 milhões, que serão cedidos pela União ao BNDES, em condições que serão definidas posteriormente pelo Ministro da Fazenda. Os recursos serão destinados para a colocação de forma direta na dívida pública mobiliária federal, que será retornada a favor do próprio BNDES. Recursos estes que também serão definidos pelo ministro.

As alterações foram realizadas pelos deputados. Os senadores não modificaram em nada o texto da Câmara. No momento, após as mudanças realizadas, o projeto de lei que inclui a Medida Provisória seguirá para sanção da Presidente Dilma Rousseff.

As modificações podem ser benéficas ao consumidor brasileiro, como podem também contribuir para o desencadeamento de um endividamento severo e de um comprometimento financeiro que o trabalhador brasileiro pode não ter condições de arcar.

Por André César

Cartão de crédito

Foto: Divulgação



Governo suspendeu o programa Minha Casa Melhor


Com o cenário econômico que não consegue em hipótese alguma esconder a situação de restrição fiscal o governo federal resolveu anunciar uma nova medida: o programa Minha Casa Melhor, que se tratava de uma linha de crédito especial concedida aos beneficiários de outro programa, o Minha Casa, Minha Vida. Esse crédito era cedido com o intuito de que os usuários pudessem fazer uso do mesmo para a aquisição de eletrônicos, eletrodomésticos e móveis dentre outros coisas com taxas de juros subsidiadas.

Vamos entender melhor essa situação:

Para que fosse possível operar o programa a Caixa Econômica Federal recebeu do governo federal um aporte financeiro de capitalização no valor de R$ 8 bilhões. Isso lá em junho de 2013. Entretanto, desse valor anunciado R$ 3 bilhões é que foram direcionados para os financiamentos do programa. Já o restante da cifra foi usado em outra operação.

Segundo informações obtidas o Boradcast chegou a conclusão de que os R$ 3 bilhões apontados foram desembolsados para o total de financiamentos que foram liberados pela Caixa Econômica até o final de 2014. Ou seja, 18 meses depois que o programa foi anunciado.

O que acabou ocorrendo foi que com isso o governo não teve outra saída a não ser parar com a distribuição de novos cartões. Claro que isso acontece por não haver mais recursos capazes de suportar o custo financeiro dos juros mais baixos.

De acordo com as informações obtidas junto ao canal oficial de comunicação entre a Caixa Econômica e os beneficiários do referido programa o mesmo se encontra suspenso desde o último dia 20 de fevereiro de 2015.

Ainda de acordo com o canal a Caixa estaria reavaliando alguns aspectos do programa antes de efetuar de fato novas contratações para todo o Brasil.

Inicialmente, bem no começo do programa o objetivo divulgado pelo governo era de que cerca de 3,7 milhões de famílias pudessem ser beneficiadas.

O programa Casa Melhor dispõe aos beneficiários crédito a juros significativamente mais baixos do que aqueles que são praticados pelo mercado desde que esses beneficiários façam parte do programa Minha Casa, Minha Vida.

Por Denisson Soares

Programa Minha Casa Melhor



Caixa Melhor Crédito – Novo programa da Caixa Econômica Federal


Os bancos estão dando mais atenção e credibilidade às famílias de baixa renda e pequenas empresas.

Seguindo a atitude do Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal anunciou que pretende lançar programas de redução de juros para crédito de famílias e financiamentos de micro e pequenas empresas.

Esta ação será anunciada nesta segunda-feira (09/04) e receberá o nome de “Caixa Melhor Crédito”. Com isso, haverá redução de taxas e outras medidas que vão auxiliar no processo do acesso ao crédito.

Parece que este é um programa que a maioria dos bancos terá que se adaptar, para poder continuar contando com investimentos por parte dos clientes. O primeiro foi o Banco do Brasil com o chamado “Bom para Todos”, seguido agora da Caixa, adotando medidas semelhantes para atrair este tipo de público.

De qualquer forma, com o auxílio de crédito e financiamento, a oportunidade de maior crescimento das famílias de baixa renda é garantida e muitos deverão arriscar um negócio próprio a fim de uma tentativa de aumento de renda.

Contudo, pode-se afirmar que esta ação corresponde a uma grande interferência na economia e pretende mudar a vida de muitas pessoas.

Por Anne A. Matioli Dias



Empresas – Demanda por crédito diminuiu em fevereiro de 2012


O número de empresas brasileiras em busca de crédito diminuiu 5,0% em fevereiro, o resultado foi divulgado pela consultoria Serasa Experian.

Segundo o Indicador sobre a Demanda de Crédito das Empresas, a baixa é ainda maior quando comparada ao mesmo período do ano passado, nesse caso o declínio é de 6,5%.

De acordo com os economistas da consultoria, esse resultado é natural para o mês de fevereiro, pois o mês possui menos dias úteis quando comparado aos demais meses do ano. O mês de fevereiro além de ter menos dias, teve a comemoração do carnaval, um dos feriados mais longos do Brasil.

Apesar do resultado satisfatório, a queda foi considerada baixa quando comparada há anos anteriores, de 2007 a 2010, por exemplo, a média foi de – 9,2%, levando em consideração as mesmas condições apresentadas em 2012. 

Outro ponto ressaltado pela pesquisa foi que em 2011 o período carnavalesco foi comemorado em março, e não em fevereiro como nos anos anteriores, por esse motivo houve distorções na comparação entre os dois anos. 

Todos os setores da econômica apresentaram queda na demanda por crédito, sendo que o setor de serviços foi o que mais teve destaque, a queda chegou a 7,2% quando comparados os meses de janeiro e fevereiro. O segundo lugar foi ocupado pelas empresas industriais com -3,7%, seguido por empresas comerciais que apresentaram queda de 3,5%.

Por Joyce Silva



Procura por crédito apresentou queda em janeiro de 2012


Segundo o Indicador Serasa Experian, o número de pessoas em busca de crédito financeiro apresentou uma queda de mais de 8% no mês de janeiro de 2012, se comparado ao mês anterior, sendo que comparado ao mesmo período de 2011 essa queda foi de 6,1%.

Segundo alguns economistas do Serasa, um dos pontos responsáveis por essa queda foi a falta de pagamento de alguns consumidores que usaram o mês anterior para quitar débitos contraídos anteriormente, isso fez com que esses consumidores optassem por não fazer novas dívidas.

As pessoas das classes mais baixas, com renda menor de R$ 500,00 por mês, foram as que menos solicitaram crédito em janeiro, nesse setor da sociedade a diminuição foi de 9,1%, já nas classes com renda mensal entre R$ 500,00 e R$ 1.000,00 a queda foi de 9%

Com relação aos consumidores das classes com maior poder de compra, a queda foi menor do que as apresentadas entre as outras classes, entre aqueles que recebem de R$ 5.000,00 a R$ 10.000,00, a diminuição foi de 6,4%. A queda entre aqueles com salários maiores de R$ 10.000,00 foi de 5,8%

Foram levadas em consideração todas as regiões demográficas do Brasil.

Por Joyce Silva



Serasa – Demanda do Consumidor por Crédito cresceu 7,5% em 2011


O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito revelou que a quantidade de pessoas que procurou crédito em 2011 cresceu 7,5%.

Em relação ao desempenho de 2010 houve uma pequena desaceleração, pois a demanda havia sido de 16,4%.

Segundo os economistas do Serasa Experian, esse desempenho fraco se deve ao fato da alta das taxas de juros (até o final de agosto), ao maior nível de endividamento dos consumidores, a alta da inflação, ao aumento da inadimplência e ao agravamento da crise financeira européia.

Outra análise feita pelo Serasa Experian foi a de renda pessoal mensal. A procura de crédito foi comandada pelas camadas mais baixas de rendimento. Houve avanço de 20% para aqueles com rendimento abaixo de R$ 500,00 e 8,7% para quem tem como renda de R$ 500,00 a R$ 1000,00 mensais. Um dos fatores que contribuiu para isso foi a diminuição da informalidade.

Em relação à região geográfica, o Nordeste se destacou e registrou crescimento de 11,7%. Em 2010 os consumidores nordestinos também lideraram a lista com crescimento de 17,7%. As demais regiões ficaram abaixo da média nacional.

Por Natali Alencar



Serasa – Demanda das Empresas por Crédito apresentou queda em abril de 2011


A economia está em desaceleração. Ponto. Críticas contra o governo passaram a ser comuns, sobretudo em relação a uma possível alta da inflação. Outro ponto. Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), pede aos consumidores diminuição no ímpeto de compras. Mais um ponto.

Pois bem, enquanto entre um ponto e outro os itens são relacionados, a Serasa Experian aponta por meio do Indicador da Demanda das Empresas por Crédito que o número de companhias que buscou crédito recuou 5,1% em abril de 2011 perante o mês imediatamente anterior. No confronto anual outra baixa, de 5,3%.

Como previsto há semanas, a procura das empresas por crédito iniciou o segundo semestre de 2011 em baixa. Entre as principais causas destacam-se o ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, bem como a restrição mais elevada ao crédito e as estimativas de diminuição da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano – atualmente em 4,00% segundo projeções mais recentes do BC.

O arrefecimento da demanda por crédito em abril foi sentido com mais afinco nas micro e pequenas empresas, cuja baixa chegou a 5,6% nas duas bases de comparação (mensal e anual). Entre as médias empresas a taxa de um mês para o outro chegou a 2,2%, e entre as grandes de 4,1%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Procura por crédito apresentou queda em abril de 2011


As preocupações do governo com a possibilidade de o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) ultrapassar o teto da meta, em 2011, fizeram com que Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), sugerisse aos consumidores, há poucos dias, que poupassem dinheiro e adiassem os gastos.

Com as medidas adotadas ainda no ano passado para o controle da inflação, a procura por crédito passou a cair. De acordo com o Indicador da Demanda do Consumidor por Crédito edificado pela Serasa Experian, a procura arrefeceu 3,0% no mês de abril em comparação a março. O confronto anual, porém, foge um pouco dessa regra ao registrar acréscimo de 10,6%, abaixo do índice de 12,6% no acumulado do 1º trimestre ante período igual de um ano antes.

O último percentual revela, portanto, que a busca por crédito iniciou o 2º trimestre do ano em baixa. De acordo com economistas da Serasa, a menor elevação da procura por crédito a partir dos consumidores é proveniente tanto das medidas macroprudenciais do BC como, também, do ciclo de alta da Selic, a taxa básica de juros da economia.

Separado por níveis de renda, os consumidores com ganhos de até R$ 500 mensais continuam à frente na procura por crédito. Em seguida figuram as pessoas com remuneração de R$ 5 mil a R$ 10 mil mensais.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Qualidade do crédito melhora pelo país, diz Serasa


As medidas macroprudenciais de restrição ao crédito adotadas pelo Banco Central (BC) começaram a repercutir em alguns dados. De acordo com o Indicador da Qualidade de Crédito do Consumidor divulgado pela Serasa Experian, após três trimestres seguidos de baixa a qualidade de crédito do consumidor atingiu o nível de 80,3 pontos no período de janeiro e março de 2011, patamar que retorna ao mesmo constatado no 2º trimestre do ano passado.

Por avaliar dados numa escala de zero a 100 pontos, quanto mais elevada a pontuação melhor é a qualidade de crédito. Em outras palavras, por situar-se num nível próximo do limite, a possibilidade de inadimplência é mais amena.

A Serasa avalia que a melhora no trimestre inicial deste ano reflete o menor endividamento dos consumidores. As medidas sugestionadas pelo BC começam a ditar um ritmo mais saudável em relação à velocidade de contração de novas dívidas feitas pelo consumidor, em 2010, e a falta de dinheiro para o devido pagamento.

O consumidor que observar alguma notícia sobre elevação da inadimplência não precisa se desesperar, pois não se trata, segundo economistas da Serasa, de uma grave crise. Até o final do atual semestre essa tendência deve permanecer.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demanda das Empresas por Crédito – Alta em Março 2011


O cenário da economia brasileira continua bom para os consumidores, muito embora esteja aquém nos dias atuais em comparação ao panorama desenvolvido no ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,5%. Desde dezembro de 2010, o governo tem trabalhado para frear o consumo dos brasileiros, algo que, por enquanto, não surtiu o efeito realmente desejado.

As empresas, também afetadas por algumas medidas, procuraram mais crédito em março deste ano em comparação ao mês imediatamente precedente. De acordo com o Indicador da Demanda das Empresas por Crédito, calculado pela Serasa Experian, a quantidade de companhias que buscou esse recurso avançou 1,4% no período.

A Serasa Experian indica, com esse índice, que no trimestre inicial de 2011 a demanda por crédito a partir das empresas ascendeu 1,6% em comparação ao período análogo de um ano antes. Mesmo assim, economistas da entidade apontam que esse foi o menor índice de crescimento dos cinco trimestres anteriores, ou seja, indicando que a procura por crédito deve ser mais baixa daqui por diante.

As taxas do indicador assinalam, nas entrelinhas, que as empresas parecem estar mais precavidas que os consumidores. Isso é positivo, pois uma vez que elas apresentam um comportamento mais responsável, inevitavelmente os consumidores sentirão isso e, por conseguinte, adotarão iniciativa semelhante.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demanda do Consumidor por Crédito – Aumento em Março 2011


Estudo divulgado pela Serasa Experian na quarta-feira (6) assoalhou incremento de 5,7% na demanda por crédito proveniente dos consumidores em março em comparação a fevereiro deste ano. No 1º trimestre, o Indicador da Demanda do Consumidor por Crédito atingiu índice de 12,9% (acumulado) em relação ao período igual de um ano antes.

O índice registrado pela Serasa, porém, foi mais ameno em comparação ao avanço de 16,4% constatado no decorrer de 2010, assim como também ocorreu no confronto com o 4º trimestre do ano passado, período em que fora diagnosticado índice de 18,3%

O resultado aponta que a procura dos consumidores por crédito, como já esperado há várias semanas, tem apresentado desaceleração. O grande motivador para essa tendência é, sem poucas dúvidas (ou qualquer uma), as medidas macroprudenciais de restrição do crédito encabeçadas pelo Banco Central (BC). Outro ponto passível de análise é o atual ciclo de aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Apesar desses resultados, é praticamente certa a inserção de novas medidas para colocar um novo freio no consumismo dos brasileiros. O grande temor das autoridades é a possibilidade de elevação da inflação, embora, nem de perto, se aproxime de tempos atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Perspectiva do Crédito às Empresas apresentou queda em fevereiro de 2011


A crise financeira mundial foi motivada pela quebra do banco Lehman Brothers, nos Estados Unidos. O efeito gerado por esse princípio atingiu o mundo sorrateiramente, tal qual já fez objetos do espaço ainda na época dos dinossauros. O comparativo, de certo modo irônico, possui alguma similaridade. Durante bom tempo os países de todos os cantos do globo se envolveram numa grande massa negra de perspectivas negativas, ocasionado fechamento de empresas, aumento do desemprego e instabilidades econômicas.

Após vários meses desde que o problema financeiro começou, algumas nações já apresentam bons dados. Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) são um dos bons exemplos, com crescimentos trimestrais positivos. Aos brasileiros, porém, determinações do Banco Central (BC) devem diminuir índices e propensão de gastos mais elevados por parte de consumidores e empresários.

O Indicador de Perspectiva do Crédito às Empresas erguido pela Serasa Experian registrou queda de 0,4% em fevereiro sobre janeiro, ou seja, a quarta baixa mensal seguida, para 102,1 pontos. Economistas da entidade distinguem que esse dado aponta que as medidas de restrição do BC devem continuar a exercer pressão durante os próximos meses, sobretudo porque o crédito aos consumidores também vem sofrendo impactos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Demanda das Empresas por Crédito apresentou alta em fevereiro de 2011


Vários índices são divulgados semanalmente por institutos de diferentes propostas. Boa fatia dos dados correlacionados ao mês de fevereiro está positiva, pois com o Carnaval determinado a março o número de dias úteis do mês passado aumentou – diferentemente da disposição de 2010.

Um dos institutos responsáveis por posicionar cidadãos e empresas sobre temáticas cruciais é a Serasa Experian, que revelou que houve aumento de 5,3% no Indicador da Demanda das Empresas por Crédito no mês passado em comparação a janeiro. No confronto anual outra alta, de 10,2%.

Os economistas da Serasa acreditam que em março, porém, o indicador deverá registrar decréscimo em sua taxa devido ao menor número de dias úteis do período e aos efeitos gerados pelo novo ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia.

Analisado por portes, o medidor apontou incremento de 5,5% na procura por crédito proveniente das micro e pequenas empresas em fevereiro ante janeiro, índice acima do constatado entre as médias empresas, de 0,5%, bem como entre as grandes companhias, de -0,2%.

No comparativo anual, os índices registrados sobre as micro e pequenas, médias e grandes empresas foram de 11%, -1,4% e -1,2%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Demanda do Consumidor por Crédito – Queda em fevereiro de 2011


As medidas de contenção de crédito levadas adiante pelo Banco Central (BC) começaram a apresentar os primeiros e almejados sinais positivos para o controle da inflação. O Índice de Expectativas das Famílias (IEF) medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), por exemplo, recuou quase 2% entre janeiro e fevereiro deste ano, para 65,3% ao final do segundo período.

Com este, outros indicadores representam qual será o ambiente econômico brasileiro daqui em diante: crescimento, mas em níveis mais amenos.

Segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, o número de pessoas que buscou crédito arrefeceu 1,2% entre janeiro e fevereiro deste ano, ou seja, a segunda baixa mensal seguida, pois no primeiro mês do ano a taxa cedeu 6,7% em relação ao período imediatamente anterior.

Embora o índice seja negativo, no confronto anual (fevereiro de 2010) houve melhora na taxa em 19,9%. A Serasa indica que o resultado foi motivado pelo Carnaval, que em 2011 passou para março – em 2010 caiu em fevereiro, ou seja, menos dias úteis. De acordo com a Serasa, levando-se em consideração o primeiro bimestre de 2011 o Indicador da Demanda acumula progresso de 16,3% em detrimento aos dois primeiros meses do ano passado.

Como já mensurado no início deste artigo, as medidas levadas adiante pelo BC incidiram diretamente no resultado. No decorrer do ano os índices devem ser estabilizados, mas se considerada a forte base comparativa de 2010, poderão ser negativos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Empresas – Demanda por Crédito apresentou crescimento em janeiro de 2011


A economia brasileira deverá atravessar, nos próximos meses, um processo de estabilização de todo o conjunto de números alcançados em 2010. O atual ambiente, dizem especialistas, não será mais cercado pela expansão vivida após o país ter deixado a crise financeira de lado.

Segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito, o número de companhias que buscou crédito progrediu 0,6% no mês passado em comparação a dezembro de 2010. No confronto anual a alta foi um pouco mais saliente, de 0,9%, porém a mais baixa nessa relação em um semestre.

As recentes medidas adotadas pelo Banco Central (BC) no intuito de restringir o crédito para pessoas físicas e jurídicas – para tentar controlar a inflação – foram crucias, de acordo com economistas da Serasa, e incidiram na menor procura por crédito no comparativo anual.

As micro e pequenas empresas registraram índice de 0,8% na demanda por crédito em janeiro sobre dezembro, as médias, por sua vez, baixa de 1,7%, e as grandes empresas, na mesma tendência, recuo de 1,8%.

Na base comparativa entre janeiro de 2010, a taxa constatada também foi positiva para as micro e pequenas empresas, com alta de 1,1%, mas nas médias e grandes companhias houve arrefecimento respectivo de 2,6% e 0,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Consumidores – Demanda por Crédito apresentou crescimento em janeiro de 2011


A crise econômica mundial foi fator predominante para as baixas dos Produtos Internos Brutos (PIB) de cada país, incitando, consequentemente, diminuição no otimismo geral da população. Em inúmeras ocasiões, Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil, e vários de seus ministros citaram o país como um dos últimos a adentrar no colapso e o primeiro a deixá-lo.

No decorrer de 2009, mais ainda em 2010, a economia brasileira apresentou bons resultados – número de empregos em alta e maior acesso ao crédito. Em 2011, porém, os dados devem descrever consolidação, não tanto expansão. De acordo com a Serasa Experian por meio do Indicador da Demanda do Consumidor por Crédito, a quantidade de cidadãos que buscou crédito avançou 12,9% em janeiro em comparação ao período igual de um ano antes.

Segundo a Serasa, essa foi a menor taxa de crescimento anual registrada nos últimos seis meses, assinalando que após longo período de avanços salientes a demanda passa a delinear movimento de desaceleração.

Economistas da Serasa ressaltam que as recentes medidas adotadas pelo Banco Central (BC) e o início do aumento das taxas de juros passaram a frear a demanda por crédito pelos consumidores.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Aumento de cheques sem fundos no final do ano


Os cartões de crédito e débito estão em alta e os cheques, por sua vez, em baixa. Vários fatores explicam essa tendência, tais como menor burocracia para a aprovação e utilização do dinheiro de plástico em inúmeras empresas varejistas, físicas ou virtuais.

Informações divulgadas pela Equifax revelam que o volume de cheques devolvidos no mês passado chegou a 1.664.294, incremento de 4,11% em comparação a novembro de 2010. No confronto com dezembro de 2009, porém, o montante constatado foi 9,47% mais brando.

De acordo com Alcides Leite, consultor do Centro de Conhecimento da Equifax, o aumento das vendas pelo comércio devido às festas de final de ano e o incremento das taxas de juros relacionadas a algumas operações financeiras foram cruciais para o aumento dos cheques devolvidos.

Alcides acredita na possibilidade de incremento dos juros no comércio, situação que deverá exercer certa influência no desempenho dos números da inadimplência, acarretando, com isso, leve aumento.

A assessoria de imprensa da Equifax assinala que em relação ao volume de títulos protestados houve avanço de 2,10% no mês passado ante novembro, porém com queda registrada de 0,59% sobre dezembro de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Indicador da Qualidade de Crédito do consumidor de baixa renda – 4º Trimestre de 2010


Estudo listado pela Serasa Experian revela que somente os consumidores de baixa renda apreciaram a qualidade de crédito no 4º trimestre do ano passado. Segundo o Indicador da Qualidade de Crédito da instituição, nesse período o índice verificado chegou a 80 pontos, mesmo nível verificado entre julho e setembro.

O indicador, medido numa escala entre 0 e 100 pontos, assinala que quanto maior é a constatação, menor é a possibilidade de inadimplência caso o consumidor recorra ao crédito. Com esse resultado denotam-se dois pontos distintos. Embora tenha ocorrido aumento da inadimplência recentemente, o crescimento nos índices de emprego e o incremento da remuneração do trabalhador asseguraram maior aptidão de absorção de endividamento.

Os cidadãos com ganhos de até R$ 500 mensais contraíram alta de 0,2% na qualidade de crédito entre o 3º e 4º trimestres. Os demais rendimentos, por outro lado, ou registraram queda, ou sinalizaram estabilidade na mesma base de comparação. Mesmo assim, a faixa de renda mais baixa é a que menos possui qualidade de crédito, de 75,6 pontos, contra 93,5 pontos da população com ganhos superiores a R$ 10 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Busca por Crédito – Serasa indica Crescimento em 2010


Dados enunciados na segunda-feira, dia 10 de janeiro, pela Serasa Experian revelam que o índice de consumidores que buscaram crédito avançou 16,4% no ano passado perante 2009. Somente no mês de dezembro, assoalha a instituição, a procura aumentou 19,7% no confronto anual e 1,5% em comparação a novembro de 2010.

A Serasa indica ser esse o melhor percentual já contabilizado desde 2008, ocasião em que houve incremento de 6,4% em comparação a 2007. Em 2009, devido aos efeitos do colapso financeiro global, ocorreu arrefecimento de 1,2%.

Os consumidores de baixa renda (rendimento abaixo de R$ 500) foram os principais responsáveis pela alta – nessa camada chegou a 46,3%. Na verdade, conforme relacionado em release da Serasa divulgado pelo portal Maxpress, a ampliação da demanda do consumidor por crédito no ano passado foi estimulada pela conjuntura favorável às pessoas físicas, bem como pelo patamar elevado de confiança da população e o bom cenário do emprego em todo o país.

Exercendo fator contrário, as medidas abarcadas pelo Banco Central (BC) recentemente e a probabilidade de avanço nas taxas de juros nos próximos meses poderão diminuir o nível de crescimento do crédito ao consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Perspectiva de Crédito ao Consumidor – Queda em Novembro de 2010


Um dos alicerces do bom andamento da economia brasileira, as concessões de crédito contribuíram para que milhares de pessoas adquirissem bens e serviços em maior intensidade ao longo do ano passado. Entretanto, levantamento realizado pelo Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Crédito ao Consumidor apontou queda no otimismo do medidor pelo oitavo mês seguido.

Conforme menção realizada pelo UOL, em novembro de 2010 o indicador recuou 1,3%, para 99,3 pontos, no confronto com outubro do mesmo ano. Mesmo assim, segundo a Serasa, as concessões realizadas com recursos livres devem permanecer em alta, mas num ritmo mais ameno.

Análise realizada pelos técnicos da entidade assinala que as medidas adotadas pelo Banco Central no final de 2010 e a elevação dos compulsórios devem melhorar o desenvolvimento positivo do crédito para o consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Busca por Crédito – Recorde em Novembro de 2010


Dados enunciados pela Serasa Experian em 7 de novembro, terça-feira, conjeturaram que a busca do consumidor por crédito bateu recorde em novembro após a alta de 6,2% entre outubro e o período, tido agora como correspondente ao maior patamar desde 2007, ano em que a série foi iniciada.

A Serasa avalia que o resultado foi estimulado pela inserção do 13º salário aos trabalhadores de todo o país, bem como pela confiança na economia, pelo atual momento do próprio mercado de trabalho e pelas condições de crédito às pessoas físicas, além da proximidade do Natal e Ano Novo.

Matéria expressa pelo portal R7 revela que as classes de menor renda foram as que mais avançaram na procura por crédito, principalmente entre os cidadãos com ganhos de até R$ 500 (avanço de 8,6%), seguidos pela camada com remuneração de R$ 501 a R$ 1 mil (incremento de 6,4%).

No acumulado anual até novembro os consumidores de baixa renda são os que lideram o ranking entre todas as classes na busca por crédito, com alta de 43,9% ante período análogo do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Perspectiva de Crédito ao Consumidor – Outubro de 2010 – Tendência de Desaceleração


A economia brasileira sustenta bons números desde o início do ano, embora, no decorrer de cada mês, uma desaceleração fora constatada. O aumento do poder de compra dos consumidores, o crescimento das vagas formais e o acesso ao crédito são três dos fatores mais mencionados por especialistas como justificativas para o ambiente atual atravessado pelo país.

Contudo, levantamento realizado pela Serasa Experian assinala que o crédito aos brasileiros deverá apresentar desaceleração daqui a um semestre, pois o indicador de Perspectiva de Crédito ao Consumidor contraiu arrefecimento de 1,6% em outubro, o oitavo recuo seguido.

A Serasa estima que mesmo com as baixas os recursos livres devem continuar a crescer, porém numa cadência mais amena nos próximos seis meses. Para a entidade, de acordo com a agência de notícias Reuters, um novo ciclo de aperto monetário e o incremento do endividamento do cidadão deverão realizar contraponto à ascensão da massa real de rendimentos e do coeficiente de confiança.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Juros para crédito à pessoa física é o menor desde 2005


Informações divulgadas nesta quinta-feira, 11 de novembro, pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anef) revelaram que a alíquota mensal de juros cobrada nas operações de crédito para a pessoa física arrefeceu novamente, de 6,74% para 6,69%, captando, portanto, a quarta queda consecutiva.

A associação indica, também, que essa taxa é a mais branda desde janeiro de 1995, ano de início da série histórica. A exceção na queda foi constatada na modalidade cartão de crédito, que continua sem qualquer modificação em relação aos 10,69% estabelecidos em fevereiro último.

Pelo estudo, das seis linhas de crédito examinadas para pessoa física, o maior tombo ocorreu no Crédito Direto ao Consumidor (CDC), que decresceu de 2,37% em setembro para 2,29% no mês imediatamente sucessor.

Na pessoa jurídica, segundo o portal de Economia Terra, também ocorreu queda entre setembro e outubro, de 0,53%, portanto para novos 3,76%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demanda por Crédito recua em outubro, diz Serasa


Segundo dados do Serasa Experian, a demanda do consumidor por crédito recuou em outubro após ter atingido nível recorde em setembro desse ano. A quantidade de consumidores que usaram o crédito durante o mês de outubro caiu 3,2% em relação aos outros meses do ano.

Ao comparar com outubro de 2009, o Serasa constatou que houve um avanço de 15,2% na procura por crédito. O crescimento acumulado anual atingiu elevação de 15,7% comparativamente ao período de janeiro a outubro do ano de 2009.

A demanda do consumidor por crédito em outubro foi prejudicada pela menor quantidade de dias úteis em relação ao mês de setembro (20 contra 21), segundo o Serasa. Alguns consumidores também anteciparam a compra do Dia das Crianças, via crédito.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa



Consumidores Brasileiros – Créditos e Compras a Prazo mais acessíveis


A economia brasileira tem conseguido crescer bem nos últimos meses, em parte pelas medidas de incentivo do governo, em parte pela boa atuação do Banco Central frente aos problemas que cercaram todos os países do globo no biênio 2008 e 2009 – em alguns pontos específicos o colapso ainda é sentido. O poder de compra dos brasileiros cedeu 1,2% entre julho passado e agosto.

Introduções à parte, famosíssima frase entre as inúmeras classes sociais reflete o momento pelo qual o país atravessa: comprar a prazo está mais tranquilo. Pois bem, isso é uma realidade sim, embora no atual mês a população brasileira esteja mais endividada. Segundo pesquisa emitida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi 62,5% o total dos entrevistados que afirmaram tal prerrogativa.

Reportagem apregoada pelo portal de Economia UOL assinala que os percentuais elevados de compras a prazo tem por base inúmeras características, tais como as rentáveis taxas de juros (40,4% ao ano, em média) e os prazos de financiamento cada vez mais longos. De acordo com o veículo de comunicação, pouco mais de 59% dos lares brasileiros apresentam algum tipo de dívida, aumento de 1,4% em comparação ao diagnosticado no mês passado. A inadimplência, por sua vez, aumentou 1,9%, passando a figurar, atualmente, 24,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento da Inadimplência não abala Crédito do Consumidor


O consumidor brasileiro percebeu uma mudança de ares há alguns meses – aliás, poucos meses. Quem antes custava a acreditar na aquisição de bens duráveis e alguns não-duráveis teve de ser obrigado, se esses são os termos ideais, a pensar diferente. Prova dessas preliminares palavras são fruto de tudo o que a imprensa nacional propagou; veículos automotores, produtos da linha branca e, mais além, residências sofreram alta nas vendas.

Após o término da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em março último, especialistas estimavam queda nas vendas de mercadorias e aumento no número de inadimplentes. O Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Inadimplência do Consumidor, para ninar os cidadãos, relacionou no início desta semana que embora essa seja uma tendência até o final do ano, pouco intervirá na perspectiva de crédito ao consumidor.

Em junho, final do primeiro semestre, o indicador retrocedeu 0,5%, chegando, pois, ao nível de 96,2 pontos, configurando o segundo arrefecimento mensal consecutivo – em maio o tombinho foi de 0,2%. Embora os antenados no assunto possam vir a se preocupar, reportagem apregoada pelo portal de notícias G1 assegura contínuo caminho de ampliação do crédito às pessoas físicas, mesmo que mais amena.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Busca de crédito continua alta, mesmo após a Copa


O final do ano passado marcou novas tendências à população brasileira. As inúmeras medidas de incentivo ao consumo, ideológicas ou práticas, permitiram a recuperação do país ante a crise financeira global e de quebra, consequentemente, aquisição de bens antes inimagináveis ou impossíveis às famílias de baixa renda.

A Copa do Mundo ocorrida na África do Sul, há pouco tempo, deu novo fôlego à nação, principalmente a setores relacionados a alimentação e bebidas e, mais além, eletroeletrônicos, principalmente televisores. Após o mundial de futebol, com as famílias já endividadas em relação ao evento e também pela contração de dívidas nos meses iniciais de 2010, muito se aguardava diminuição no ímpeto das pessoas.

A Serasa Experian, divulgou nesta terça-feira, 10 de agosto, porém, que o número de pessoas que buscaram crédito no mês passado apresentou crescimento de 9,3% em detrimento ao mês imediatamente anterior. Só para exemplificação, durante os jogos, essa procura cedeu mais de 10% em comparação a maio.

Economistas da entidade, de acordo com reportagem enunciada pelo portal de notícias G1, acreditam que a elevada base comparativa e o ritmo mais baixo de dilatação do crédito aguardado, pois, para o segundo semestre do ano em vigência, incidirão consideravelmente nas variações anuais acumuladas, com possibilidades de diminuição gradativa até o final de 2010.

A Serasa assinala que todas as faixas de renda contabilizaram maior busca por crédito no mês passado, porém, os consumidores que possuem renda de até R$ 500 mensais são aqueles que mais contribuíram para a alta.

Por Luiz Felipe T. Erdei