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Taxa Selic – Possibilidades de redução


A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), divulgada na quinta-feira (26/04), apresentou que a instituição financeira deve continuar reduzindo a taxa básica de juros no Brasil. Atualmente, a Selic está em 9% ao ano.

Através da nota, o Banco Central deixou claro que “qualquer movimento de flexibilização monetária adicional deve ser conduzido com parcimônia”. O aviso é diferente da ata imediatamente anterior a essa, quando o Banco afirmou que a taxa básica de juros deveria se manter acima dos níveis históricos, ou seja, não iria chega a 8,75% ao ano.

Para analistas do mercado financeiro, o comunicado deve ser interpretado como uma possibilidade de maior redução nos juros, da ordem de 0,25 a 0,5 ponto percentual no mês de maio.

O Copom ainda escreveu em seu informe que “ocorreram mudanças estruturais significativas na economia brasileira, às quais determinaram recuo nas taxas de juros geral, em particular na taxa neutra”.

Quanto à poupança, a expectativa é que haja uma mudança nas regras neste tipo de aplicação, já que, com a redução da Selic, a estimativa é de que muitos investidores de ativos da renda fixa migrem para a poupança, que é desonerada do Imposto de Renda.

O Comitê ainda explicitou que espera que a inflação seja elevada neste ano e em 2013, mas deve ficar em torno da meta de 4,5%. Isso aconteceu porque o Copom levou em consideração o valor do real como sendo R$ 1,85 e a Selic em 9,75%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Banco Central



Novo valor da taxa Selic


A taxa Selic (taxa de juros básicos), que é o quanto o governo paga para executar sua política monetária, deve se estabilizar um pouco acima dos níveis mínimos anteriores, afirmou o COPOM (Comitê de Política Monetária), na manhã da última quinta-feira, 15 de março de 2012.

Os “níveis mínimos” citados anteriormente fazem referência ao menor percentual da taxa Selic, que ocorreu entre julho de 2009 e abril de 2010, com apenas 8,75% ao ano.

A taxa básica de juros nacional foi reduzida na semana passada em 0,75% pelo COPOM, estabilizando em 9,75%, patamar de apenas um dígito em quase dois anos.

Foi com a ata do COPOM, em janeiro, explicitando “elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”, que o Banco Central declarou o desejo de abaixar a taxa para menos de 10%.

No ano passado o PIB (Produto Interno Bruto) subiu apenas 2,7%, devido ao mau desempenho industrial. Para este ano o plano de governo da presidente Dilma Rousseff é de elevar o PIB em 4%. Para isso, a equipe da presidente tem deixado claro que irá acelerar o crescimento das atividades lucrativas.

Por Thiago Polido