A economia brasileira tem conseguido crescer bem nos últimos meses, em parte pelas medidas de incentivo do governo, em parte pela boa atuação do Banco Central frente aos problemas que cercaram todos os países do globo no biênio 2008 e 2009 – em alguns pontos específicos o colapso ainda é sentido. O poder de compra dos brasileiros cedeu 1,2% entre julho passado e agosto.
Introduções à parte, famosíssima frase entre as inúmeras classes sociais reflete o momento pelo qual o país atravessa: comprar a prazo está mais tranquilo. Pois bem, isso é uma realidade sim, embora no atual mês a população brasileira esteja mais endividada. Segundo pesquisa emitida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi 62,5% o total dos entrevistados que afirmaram tal prerrogativa.
Reportagem apregoada pelo portal de Economia UOL assinala que os percentuais elevados de compras a prazo tem por base inúmeras características, tais como as rentáveis taxas de juros (40,4% ao ano, em média) e os prazos de financiamento cada vez mais longos. De acordo com o veículo de comunicação, pouco mais de 59% dos lares brasileiros apresentam algum tipo de dívida, aumento de 1,4% em comparação ao diagnosticado no mês passado. A inadimplência, por sua vez, aumentou 1,9%, passando a figurar, atualmente, 24,7%.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Compras, Consumidores, Consumo, Crédito, Créditos, Notícias
De acordo com dados do Instituto Acende Brasil, no ano de 2009 dos valores pagos pelo consumo de energia elétrica no país, quarenta e sete por cento do total referem-se a pagamentos de encargos e impostos.
O valor registrado em 2009 foi maior em relação ao ano de 2008, onde foi registrado que cerca de quarenta e cinco por cento dos valores pagos com energia elétrica foram para os cofres públicos. Há vários impostos que incidem sobre as contas de energia elétrica e, de acordo com o instituto, os que mais oneram são os impostos estaduais e federais.
Só a Confins por exemplo, passou de 3,48% para 6,942%, no decorrer dos anos de 1999 a 2008. Além disto, encargos como o CCC (Conta de Consumo de Combustíveis) também são relevantes na contribuição para o aumento da carga tributária no setor elétrico.
Por Elizabeth Preático
Fontes: Band, O Tempo Online, Correio do Estado
Admin Consumo, Conta de Luz, Energia Elétrica, Impostos, Tributos
A expansão imobiliária com origem em diversos segmentos, desde comerciais a residenciais, sobretudo em virtude do programa habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida”, tem beneficiado inúmeros segmentos fornecedores de produtos para a edificação de casas, condomínios e prédios.
Dados anunciados pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) indicam que as vendas de cimento, pelo Brasil, devido à maior renda do consumidor e à oferta de crédito, continua ascendendo consideravelmente. Em abril, por exemplo, a comercialização foi superior em quase 16% em relação ao mês igual de 2009.
Nos primeiros quatro meses do ano, de acordo com o portal de notícias G1, a venda acumulada foi maior em 15,7% se os dados comparativos forem relacionados ao mesmo período do ano passado. O setor estima vender, até o final de 2010, mais de 56 milhões de toneladas de cimento.
Critique quem quiser, mas com essa expansão, outro indicativo de que o país continua a crescer a seu modo e com seus defeitos, aparece.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Fonte: G1
Admin Comércio, Construção civil, Consumo, Minha Casa, Minha Vida
A Classe C do Brasil tem feito Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, comemorar com grande intensidade os resultados obtidos, que convergem, pois, com suas propostas defendidas com unhas e dentes desde que ingressou na carreira política, embora almeje que as camadas D e E também consigam notoriedade.
Apesar disso, o estudo Índice de Potencial de Consumo (IPC) Target aponta que as famílias e cidades pertencentes à classe B serão aquelas que melhor representarão o consumo pelo país em 2010. Segundo reportagem do portal de notícias G1, o aumento do crédito, do emprego e da renda serão os responsáveis pela dilatação com despesas em viagens e aquisição de automóveis, eletrodomésticos, móveis e roupas.
O estudo mencionado, que contou com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), assinala o Produto Interno Bruto (PIB) estimado em 6,1% para 2010 como referência substancial à expectativa.
Fonte: G1
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Brasil, Classe B, Consumidor, Consumo, Economia
Trabalhamos, trabalhamos e trabalharmos para comprar, comprar e comprar. Comprar o necessário e também o desnecessário.
O trabalho é fundamental para o ser humano, pois além dele ocupar o seu cérebro, o homem pode comprar aquilo que ele almeja. Contudo nem tudo o que almejamos é útil para as nossas vidas .
A indústria do consumo persuade o ser humano, a comprar tudo aquilo que ele vê pela frente. Um exame de consciência nessa ocasião é imprescindível, o que realmente necessitamos comprar, aquilo é essencial ou supérfluo. São essas questões que devem rodear a vida do trabalhador.
Também não sejamos radicais, não faz mal a ninguém comprar algo supérfluo de vez em quando. Porém viver de consumismo impulsivo é um mal que devemos combater.
bruno Consumo
Nem sempre o que as lideranças do país fomentam é visto igualmente pelo restante da população. Recentemente, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliou, por meio do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que o cidadão está menos otimista em 2,2% em fevereiro em comparação com o primeiro mês do ano.
A pontuação, que detém uma avaliação entre 0 e 200 pontos (ou seja, quanto mais próximo de 200, mais confiança o consumidor tem), para o atual mês foi de 110,2 pontos, contra 113 de janeiro.
Embora isso represente um estado negativo, para a atualidade o consumidor acredita que a situação financeira é positiva, mas a eventos futuros, isso não é bem lá verdade. No ICC, segundo o Portal de Economia do Estadão, o percentual de pessoas que acreditam em melhorias na conjuntura do lar para os próximos meses caiu de 29,6% em janeiro deste ano para 28,4% em fevereiro de 2010.
A pesquisa sondou mais de 2 mil domicílios em sete capitais brasileiras, do dia 1º ao dia 19 de fevereiro. Para ler mais informações, acesse o Portal do Estadão aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Consumo, Notícias
A menos de uma semana para o Carnaval, pesquisas se encarregam de ilustrar ao consumidor quais os melhores locais para a aquisição de produtos típicos, bem como indicativas para onde as pessoas podem comprar mercadorias por um custo menor. Porém, segundo o Instituto de Planejamento Tributário (IPBT), em 2010 os preços aumentaram significativamente devido a cargas tributárias embutidas.
Para efeito contextual, o percentual (ou taxa) de tributos sobre a cerveja chega a 54,8%. Com base nisso, João Eloi Onenike, presidente do IPBT, ressalta que os produtos considerados de menor importância sofreram mais com a crise mundial, pois o governo brasileiro, segundo ele, teve foco principal em diminuir os impostos de carros e da linha branca, entre outros.
Alguns dos percentuais divulgados pelo Instituto podem deixar a população de orelha em pé. A famosa água de coco, tão consumida no calor, tem carga tributária de 34,13%. Os músicos também saíram prejudicados porque o Agogô, o Violão e o Cavaquinho, por exemplo, possuem quase 39% de tributos embutidos cada um.
Na hora da folia, a melhor iniciativa é pensar bem e pesquisar muito mais, sobretudo, antes de gastar.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Aumento Preços, Consumidor, Consumo
Um estudo feito pela Kantar Worldpanel revela que as famílias mais endividadas do Brasil possuem adolescentes em casa. Isso suscita, pois, a idéia de que os hábitos consumistas desses jovens fazem com que a média de gastos mensais de cada lar seja 5% além de sua receita.
Os principais itens constatados para esse aumento estão em gastos em restaurantes e roupas. Telefone e internet, obviamente, não passaram despercebidos e são 9% superiores, afinal, o acesso da classe C ao mundo virtual passou a contribuir para maiores despesas.
Segundo a Agência Estado, os adolescentes pertencentes às classes A e B são os que mais geram custos em seus lares, diferentemente dos vigentes na classe C, que administram com exatidão seus recursos e economizam mais do que ganham.
De acordo com a pesquisa, a renda média mensal de cada membro de famílias com adolescentes é R$ 218, com gasto médio estimado em R$ 196.
Saiba mais informações e percentuais sobre o curioso assunto aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Consumo, Dívidas, Notícias
A tão comentada e por muitas vezes mal falada Daslu não alcançou seu principal objetivo: abrir seu capital neste ano. Após inúmeros escândalos envolvendo sua direção, principalmente relacionada a imagem da empresária Eliane Tranchesi, a loja foi colocada a venda e oferecida a empresários e fundos investidores.
De acordo com reportagem noticiada pela Agência Estado, a Daslu deu início às suas negociatas com a Inbrands, empresa comandante de grifes de renome, como Isabela Capeto, Herchcovitch e a Ellus. No entanto, revela o artigo, não há nada finalizado.
As dívidas da Daslu somam quase R$ 1 bilhão, portanto, é considerada um investimento de risco. A principal dificuldade, senão a monetária, será estabelecer uma nova imagem à loja, que teve muitos escândalos de subfaturamento de importação.
Confira outros pontos da notícia aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Consumo, Dívidas, Notícias
O calor pede sempre um sorvetinho geladinho, ou, então, isotônicos, sucos naturais, entre outros. A Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (ABIS) fez um levantamento sobre o consumo de sorvete do brasileiro durante o ano.
No período do Verão, entre setembro e março, a ingestão representa aproximadamente 70% do total comercializado durante o ano, desde picolés e softs a sorvetes de massa. O ano passado representou um aumento de 3% nas vendas, ilustrando, assim, que o mercado tem feito a ampliação de variedades, bem como melhorado a tecnologia e mão-de-obra empregadas na produção.
De acordo com os últimos estudos, o brasileiro consome 4,7 litros de sorvete por ano, aproximadamente 30% do visto em países mais frios, como a Dinamarca e a Finlândia. Isto porque, revela Eduardo Weisberg, presidente da ABIS, existe uma diferença cultural, pois nas duas nações citadas neste parágrafo, o consumo no Inverno é feito normalmente, diferentemente do visto no Brasil, quando se acredita que tomar sorvete nessa época faz mal.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Brasil, Consumo, Economia