A menos de uma semana para o Carnaval, pesquisas se encarregam de ilustrar ao consumidor quais os melhores locais para a aquisição de produtos típicos, bem como indicativas para onde as pessoas podem comprar mercadorias por um custo menor. Porém, segundo o Instituto de Planejamento Tributário (IPBT), em 2010 os preços aumentaram significativamente devido a cargas tributárias embutidas.
Para efeito contextual, o percentual (ou taxa) de tributos sobre a cerveja chega a 54,8%. Com base nisso, João Eloi Onenike, presidente do IPBT, ressalta que os produtos considerados de menor importância sofreram mais com a crise mundial, pois o governo brasileiro, segundo ele, teve foco principal em diminuir os impostos de carros e da linha branca, entre outros.
Alguns dos percentuais divulgados pelo Instituto podem deixar a população de orelha em pé. A famosa água de coco, tão consumida no calor, tem carga tributária de 34,13%. Os músicos também saíram prejudicados porque o Agogô, o Violão e o Cavaquinho, por exemplo, possuem quase 39% de tributos embutidos cada um.
Na hora da folia, a melhor iniciativa é pensar bem e pesquisar muito mais, sobretudo, antes de gastar.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Aumento Preços, Consumidor, Consumo
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresentou informações relevantes em relação ao Índice de Confiança do Consumidor (ICC) brasileiro. Em janeiro deste ano, houve uma recuperação em âmbito nacional de 0,6% ante o último mês do ano passado. Em dezembro, o índice teve queda de 2,4% em comparação com novembro.
De percentuais para pontuação, em dezembro de 2009 foram constatados 113 pontos, um pouco além do meio termo do índice de análise, pois o ICC é uma escala calculada com pontuação apurada entre zero e 200 pontos, ou seja, quanto mais perto de 200, maior é o nível de confiança do consumidor brasileiro.
No entanto, apesar de ter existido um aumento significativo, a FGV foi cuidadosa ao analisar o resultado conquistado. Segundo o instituto, existem dois movimentos diferenciados na apreciação: a melhoria na avaliação sobre a circunstância atual coligada a um arrefecimento no ritmo de otimismo para os próximos meses deste ano.
Fonte: Agencia Estado
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Brasil, Consumidor, ICC, Indicadores
A empresa de análise de crédito Serasa Experian, instituto responsável pelo Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, revelou que a inadimplência do consumidor, no Brasil, fechou o ano de 2009 com um percentual de quase 6%. O resultado é menor que o constatado em 2008, que atingiu 8%.
Para especialistas, essa queda deve-se ao fato de que o país passou a se recuperar com austeridade da crise financeira mundial, além, claro, da geração de vagas de emprego e da regularização do crédito. No ápice da crise, conforme divulgou a Agência Estado, a inadimplência de pessoa física tinha crescido, em dezembro de 2008, 12,8% em relação ao período igual de 2007.
O desenvolvimento do país, conforme avalia a própria Serasa Experian, deram maior segurança econômica e possibilitaram que esse índice avaliativo apresentasse o baque apresentado no primeiro.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Consumidor, Economia, Inadimplência
Sabe-se que a configuração de mundo globalizado pode levar o acontecimento de um país a refletir em outros. Nesta semana, a medida geral de confiança do consumidor da Nationwide Building Society, índice do Reino Unido, revela que houve um pessimismo dos consumidores em relação à economia no final de 2009.
Conforme dados concretos, a pontuação do medidor acima citado caiu de 74 para 69 pontos, o maior baque registrado em um mês desde novembro de 2008, ocasião na qual já acontecia o aumento da crise financeira mundial.
Por conta disso, estima a reportagem veiculada pela Agência Estado, Gordon Brown, primeiro-ministro, poderá não vencer as eleições que ocorrerão no início de junho deste ano.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Consumidor, Crise Econômica, Reino Unido
A mídia divulgou em larga escala, em 1º de dezembro – aliás, Dia Mundial de Combate à AIDS –, informações fresquinhas a respeito do serviço de atendimento ao consumidor (SAC). Um ano após as novas regulamentações, com suporte no Decreto 6.523, pouco mudou, mesmo com uma sensível melhora.
Segundo as entidades de defesa do consumidor, inúmeras falhas ainda persistem, tais como o tempo de espera para que o cliente, de fato, tenha acesso direto a um atendente e às gravações com o “menu” dos telefones (disque 1 para… disque 2 para… disque 3 para…).
Segundo Estela Guerrini, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o cumprimento formal, que engloba maior objetividade dos itens de atendimento, com as opções primordiais ao consumidor, foi conquistado, mas o tempo, realmente, ainda se apresenta falho.
Por outro lado, a Associação Brasileira de Tele-serviços (ABT) atesta que as companhias, apesar das inúmeras reclamações, continuam melhorando seu atendimento.
Por Luiz Felipe T. Erdei
Admin Consumidor, Lei, Notícias