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Compras de Natal irão diminuir em 2016


Queda esperada será de 5,3% e o valor médio dos presentes será de R$ 110,00.

As compras de presentes de Natal devem sofrer uma queda de 5,3% se comparado ao ano passado, segundo apontou um estudo feito pelo SPC (Serviço de Proteção ao Crédito Brasil) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).

De acordo com a pesquisa neste ano de 2016, o valor médio de cada presente será em torno de R$ 110,00, já os presentes de 2015 tinham valor médio de 107,00 e os de 2014 aproximadamente R$ 125,00.

Entre as mulheres e consumidores que pertencem a Classe C os gastos tendem a ser menores, estando em torno de R$ 84,65 para as mulheres e R$ 101,42 para os de classe C.

Ainda segundo a pesquisa, não só diminuiu o valor do presente, como também o número de presentes comprados para o Natal. Enquanto que no ano passado cerca de 109,3 milhões de pessoas compraram pelo menos um presente, para este ano a estimativa do estudo é que 107,6 milhões de brasileiros comprem.

Dessa forma, ao que os números indicam, três consumidores a cada dez devem comprar um número menor de presentes, o que representa 28,7%. Já os que compraram menos em 2015 representaram 22,8%.

Há também aqueles que vão gastar mais com as suas compras de Natal, e somam somente 18,8% dos consumidores. Mas 26,4% dos consumidores afirmam que o aumento dos gastos se deve ao fato de os preços terem subido.

Uma outra parte destes consumidores, o equivalente a 19%, dizem que terão que pagar mais pois a lista de presenteados aumentou. Outros 15% devem optar por presentes melhores e que consequentemente custam mais.

Mas segundo a pesquisa ainda existe uma parcela da população que equivale a 20,4%, que ainda não planejou as compras de Natal, e 7,4% afirma que este ano serão presenteadas somente as pessoas mais próximas. O total de indecisos somam algo em torno de 30 milhões de potenciais compradores.

A conclusão da pesquisa é que a diminuição com as compras e presentes de Natal se deve ao fato das pessoas precisarem economizar. Muitos perderam o emprego, tiveram o custo de vida aumentado pela crise e devem priorizar outros gastos, com o pagamento de dívidas. Diante disso, o número de pessoas que não vai comprar nenhum presente neste Natal representa 7,4% da população.

Por Sirlene Montes



Compras no e-commerce têm mais descontos que no varejo


No e-commerce os descontos encontrados em compras à vista ficam na média de 8%.

As compras no Varejo estão apresentando queda quando comparadas às do e-commerce. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sieve, que é uma empresa de inteligência de preço, o e-commerce do Brasil proporciona uma média de 8% de desconto nas compras efetuadas à vista pelos clientes que aproveitam a comodidade e o conforto para comprar online. Além disso, segundo o levantamento, o índice do desconto pode chegar até 10% dependendo do tipo da compra. Os itens mais comuns são os setores de câmeras, filmadoras e também de artigos esportivos. Neste contexto, os departamentos que apresentam um índice menor de desconto são os setores de cama, mesa e banho, que o índice pode chegar a, apenas, 2%.

Outro diferencial comparativo entre as compras online do e-commerce e o varejo, é que a média de preço por item nos departamentos online é de R$ 354, valor menor que o de R$ 376,55, que foi praticado no primeiro semestre de 2015. Neste sentido, os setores que têm um preço maior são os itens de eletrodomésticos, eletrônicos e também os de celulares. Os preços mais baixos podem ser encontrados nas áreas de livros, petshop e perfumaria. Desta forma, as compras no e-commerce vêm ganhando uma proporção significativa, quando comparadas às do varejo.

Quais as vantagens de comprar online?

  • Geralmente, os custos nas redes de lojas virtuais são menores que os da loja tradicional. Por exemplo, em agências online os clientes podem economizar até 50% devido às promoções que são constantes.
  • O cliente não precisa perder tempo pesquisando em cada loja do comércio. Ele pode pesquisar o item que deseja no conforto de casa. Assim, ele economiza tempo e pode aproveitar para fazer pesquisas de preços em diversos e-commerce.
  • As formas de pagamento pela internet são facilitadas e muitas vezes poder ser parceladas em até 12x sem juros. Além disso, o cliente dispõe de várias formas de pagamento como boleto bancário, por exemplo. 

Por Babi

Compras no e-commerce



Compras nos supermercados diminuíram no 1º semestre


Consumidores brasileiros estão comprando menos nos supermercados neste ano.

Os efeitos da crise econômica do nosso País têm afetado grandemente todos nós brasileiros. Esse reflexo negativo vem sendo mostrado no bolso de todos os consumidores, principalmente quando temos que ir às compras nos supermercados.

A prova dessa baixa nas compras é que a cada dia estamos consumindo menos produtos, devido a um outro fator atrelado a essa crise econômica, que é a alta gritante nos preços dos produtos. É notório a cada dia, que os brasileiros ao irem aos supermercados já não conseguem comprar os mesmos produtos que consumem de um mês para o outro. A diferença é notada no carrinho de compras, que cada vez fica mais vazio, assim afirmam as pessoas.

Com essa alta nos produtos, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), que é uma entidade com foco direcionado em representar, integrar ações e defender o setor de supermercados do País, divulgou uma nota na imprensa e em seu site oficial que nos últimos dias as vendas no País diminuíram 0,2% no período de janeiro a julho de 2015 em relação ao mesmo período do ano anterior. 

Ainda de acordo com a própria ABRAS, a expectativa é que os empresários do ramo supermercadista, terminem 2015 com um decréscimo de 0,3% comparado a 2014.

Os empresários do ramo estão ainda com uma pequena esperança de que para o ano de 2016, as vendas possam crescer um pouco, para que haja uma retomada no cenário econômico da categoria. As projeções da entidade apesar de serem pouco pessimistas é que mesmo assim, as vendas do varejo sejam positivas com uma média de crescimento em torno de 0,4%.

Concluindo, é notório que os consumidores estão indo menos às compras, enchendo menos os carrinhos, gastando menos com itens desnecessários, fazendo a troca de produtos por outros alternativos com preço mais em conta.

Para mais informações, acesse www.abrasnet.com.br.

Por Valter Falinácio

 

Compras no supermercado



Dicas para economizar nas compras pela internet


Basta ficar atento a alguns detalhes para conseguir economizar também nas compras que realizar pela internet.

Nunca foi tão importante economizar na hora das compras e isso vale também para as compras online, ainda mais nos dias de hoje, onde o brasileiro se habituou tanto a comprar pela internet, mas é preciso cuidado também nas compras online para conseguir economizar mais.

E a primeira dica para você economizar em suas compras online é ficar atento ao valor do frete! É que tem muita gente comprando pela internet porque acessou uma loja virtual e viu que o tal produto desejado custa menos do que na loja física e vai logo comprando, sem se dar conta de que é preciso pagar o frete e neste caso, pode não ser tão vantajoso como se imaginava. Pegue o valor do produto, some ao valor do frete e aí sim, você poderá saber se compensa mais comprar pela internet ou na loja física.

Outra dica para economizar nas compras virtuais, ainda em relação ao site, é verificar se a empresa oferece frete gratuito para compras acima de um determinado valor. É que dependendo da situação, sua compra pode ficar bem próxima do valor estipulado para que o frete seja gratuito e aí é só você adicionar mais um produto que esteja precisando, para conseguir ganhar o frete, ou seja, com o valor que você ia gastar com o frete de seus produtos, você vai comprar outro item com valor semelhante.

Há uma grande quantidade de lojas virtuais que oferecem descontos relâmpagos, então procure adicionar estas lojas no “Favoritos” do seu navegador ou cadastre seu e-mail nestes sites para receber todas as novidades em seu e-mail e ficar a par de todas as promoções realizadas, mas lembre-se, não é economia comprar um produto só porque ele está na promoção, primeiro, verifique se realmente você precisa daquele produto.

E tanto para as compras físicas, como para as compras online, vale aquele antigo método de pesquisar muito antes de comprar e nesta hora, as compras online levam vantagem porque é muito mais fácil pesquisar pela internet, pois basta alguns cliques para você acessar outras lojas virtuais e comparar os preços.

Então aproveite a facilidade e pesquise bastante, porque esta continua sendo a melhor forma de garantir preços melhores.

Por Russel

Compras online



Poder de compra do salário mínimo é o maior dos últimos 50 anos


Segundo o Boletim Econômico Regional que o Banco do Brasil divulgou em Porto Alegre, as elevações reais dos rendimentos do trabalho foram determinadas, em parte, pela valorização do salário mínimo.

Em informação contida no boletim, lê-se que "a política de valorização do salário mínimo repercute sobre o poder de compra dos trabalhadores em geral e dos beneficiários da previdência social". Nesse contexto, é possível analisar elasticidades de distintos extratos de salários da economia relativamente a variações do salário mínimo. Também se vê que medidas dos aumentos reais dos rendimentos do trabalho exercem pressões sobre custos de investimento e produção.  

De acordo com o BC, não é surpresa o fato de que o rendimento real do brasileiro venha crescendo de ano em ano em todas as regiões do Brasil. "O poder de compra do salário mínimo em janeiro de 2015 é maior desde agosto de 1995, superado apenas pelo registrado no período de julho de 1954 a julho de 1965", ressalta a entidade monetária. Ou seja, o poder de compra do brasileiro com o salário mínimo chegou ao maior nível deste 1965, ou 50 anos. Por exemplo, de 2003 a 2013, os aumentos médios anuais desses rendimentos atingiram 3,1% no Sudeste, 3,5% no Sul, 3,7% no Norte, 4,3% no Centro-Oeste e 5,1% no Nordeste.

Na indústria as elevações reais dos rendimentos do trabalho não têm sido acompanhadas por aumento do pessoal ocupado. "Verifica-se que, de 2012 a 2014, a população ocupada (PO) na indústria diminui em todas as regiões, e o custo unitário do trabalho (CUT) aumenta", afirma o BC. Ainda de acordo com o documento, "nesse contexto, vale investigar em que medida os aumentos do CUT são influenciados pelos aumentos reais do salário mínimo".

O rendimento da população brasileira ocupada com renda de até um salário mínimo cresceu 52% mais do que o salário mínimo. São os números: 60% no Sudeste, 56% no Centro-Oeste, 49% no Sul, 48% no Nordeste e 36% no Norte.

Por William Nascimento

Sal?rio m?nimo



Gastos dos Brasileiros no Exterior – Queda em Março de 2012


Os gastos de turistas brasileiros em viagens internacionais recuaram pela primeira vez desde setembro de 2009. Segundo dados do Banco Central divulgados na terça-feira (dia 24 de abril), o total gasto em março ficou em US$ 1,627 bilhão. No mesmo mês do ano passado, o resultado ficou em US$ 1,645 bilhão.

De acordo com a entidade financeira, os motivos que levaram à redução dos gastos foram a mudança do câmbio (que ficou desfavorável para viagens internacionais) e também o fato de o Carnaval ter acontecido em fevereiro (o feriado é uma das datas que mais leva pessoas ao exterior).

Se os brasileiros gastaram menos no exterior, o mesmo não se pode dizer dos estrangeiros. Eles gastaram US$ 630 milhões em março, sendo que foi registrado um aumento nos gastos dos estrangeiros se comparado a fevereiro, quando foram gastos US$ 609 milhões.

Com isso, o resultado do índice ficou negativo em US$ 997 milhões, valor 3,7% menor se comparado ao mesmo período de 2011.

No acumulado do trimestre, os gastos dos brasileiros somaram US$ 5,3 bilhões, alta de 13,2% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Por outro lado, nos primeiros três meses do ano, os estrangeiros gastaram US$ 1,9 bilhão, também aumentando o valor de US$ 1,7 bilhão registrado no primeiro trimestre de 2011.

Fonte: Banco Central

Por Matheus Camargo



Carrefour lança cartão de compras pré-pago no Rio de Janeiro


Um brevíssimo histórico precisa ser descrito para introduzir uma novidade aos consumidores. O movimento de ascensão das classes de remunerações mais baixas para novos tipos de bens e serviços culminaram na terminologia "nova classe média", a mesma que integra mais de 50% de toda a sociedade. Outro ponto positivo ocorre em relação à bancarização; atualmente, muitos cidadãos têm acesso a serviços bancários, tarifados ou não.

Essa mesma classe média, hoje mais otimista e com melhor renda mensal, passou a ser escopo de inúmeros setores, inclusive o supermercadista. O Carrefour deu início a um produto que visa facilitar o pagamento de compras de seus clientes. Ainda em fase piloto, o mecanismo financeiro é nada mais que um Cartão de Compra Pré-Pago, encontrado nos valores de R$ 30, R$ 60 e R$ 100, com bônus de até 15% sobre o montante creditado.

Por enquanto, apenas os cariocas que frequentam as lojas das regiões de Alcântara, Barra, Belfort Roxo, Campo Grande, Duque de Caxias, Manilha e Sulacap podem usufruir a novidade. Aprovada, segue para outras unidades federativas.

O poder da classe média está, ou não, contaminando as empresas? Estudos diversificados apontam que algumas companhias ainda enfrentam dificuldades em se adaptar a esse público; caso isso se mantenha, uma clientela optará pela concorrência. O Carrefour demonstra, com essa iniciativa, total interesse em atender essa casta.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Associação Paulista de Supermercados



PanAmericano – Lançamento de cartão de compras pré-pago


As classes sociais com remunerações mais baixas foram destacadas positivamente pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando o país começou a apresentar os primeiros sinais de superação ante a crise financeira global. Atualmente, considera-se que a nova classe média – sim, existe uma denominação específica – tem acesso mais fácil aos serviços e bens de valores elevados.

Com foco principal nas classes D e E, o PanAmericano acaba de anunciar a chegada do primeiro cartão pré-pago no país sob a bandeira da MasterCard. De acordo com Eliel Teixeira de Almeida, diretor de cartões do banco, os supermercados terão função capital na propagação desse meio.

Dados mais recentes do Banco Central (BC) apontam que 55% das pessoas não possuem acesso aos serviços de banco. Este é exatamente o escopo do PanAmericano, que antes de trazer a novidade ao Brasil observou sistema semelhante em outros países da América Latina, capaz de movimentar, anualmente, US$ 12 bilhões, com potencial para alcançar US$ 80 bilhões.

Deliberações iniciais indicam que o usuário desse sistema de pagamentos poderá recarregar o cartão com até R$ 6 mil mensais – máximo de R$ 3 mil por dia. As casas lotéricas de todo o país serão as responsáveis pela recarga do cartão.

Para a aquisição, o consumidor precisa dispensar R$ 10 e apresentar, no ato do cadastro, apenas o CPF.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Associação Brasileira de Supermercados



Carga Tributária dificulta compra de presentes para as mães


Presentear as mães em seu dia mais que especial (08 de maio), além dos outros 364, pode não sair tão barato assim. É sabido que o Brasil está entre os países com as mais altas cargas tributárias em todo o mundo, mas pesquisa desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) deixa essa constatação ainda mais evidente.

Um perfume importado de marca não revelada, obviamente por motivos éticos, tem custo estimado em R$ 260, porém poderia ser tranquilamente vendido ao consumidor final por um montante de R$ 56. Em suma, o percentual de impostos, neste caso, representa 78,43% do valor total do produto. Aos que pensam de isso ocorrer apenas na mercadoria estrangeira pode facilmente se enganar. Uma fragrância nacional tem valor apreciado em R$ 90, mas seu preço final poderia atingir estima de R$ 28 (69,13% de carga tributária).

Na visão de João Elói Olenike, presidente do instituto, neste caso, assim como em outros, os produtos apresentam alta tributação em função de dois pontos: o primeiro, não exatamente numa ordem de importância, refere-se aos diversos e necessários processos industriais; e o segundo, por ser considerado um item supérfluo.

Situações similares podem ser observadas no caso de anel e brincos, botas e bolsas de couro, assim como roupas em geral. Até serviços relacionados a alimentação contêm alta carga tributária. Ano a ano a arrecadação no país aumenta, tornando cada reajuste do salário mínimo cada vez mais insuficiente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Vendas de Chocolate na Páscoa – Aumento em 2011


A Páscoa deste ano ocorreu como se esperava: alta nas vendas de bombons e ovos de chocolate. Pesquisa desenvolvida pela Serasa Experian assoalha crescimento de 9,1% na comercialização de artigos relacionados à comemoração em comparação aos dados registrados um ano atrás.

A Associação Paulista de Supermercados (APAS) registrou aumento de 9% nas vendas de ovos de chocolate, um total de 27,8 toneladas comercializadas. Assim como ocorreu em ocasiões passadas, o produto com a menor gramatura foi o preferido dos consumidores, uma vez que o preço praticado é mais brando. Apesar dessa constatação, ovos maiores saíram mais dos estoques das lojas em comparação ao constatado em 2010.

A APAS também apontou outro dado tão positivo quanto o resultado divulgado pela Serasa.  O peixe mais lembrado da Páscoa, o bacalhau, contraiu alta de 15% nas vendas graças ao preço mais baixo em 2011 (cerca de 10%). A valorização do real diante do dólar explica o crescimento. Situação similar ocorreu ao azeite importado, com vendas 7% maiores.

Os dados da Páscoa podem estimular as projeções para o Dia das Mães e o Dia dos Namorados. Redes físicas e online já deram início às campanhas envolvendo ambas as comemorações. Produtos eletroeletrônicos, celulares e de beleza devem ser os mais adquiridos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Compras pela Internet – Consumidores brasileiros – Maior Índice da América Latina


A rede mundial de computadores tem vigorado como um dos meios mais eficazes na compra e venda de produtos. Ao final do ano passado o setor conheceu bons números e devido a esse crescente uso, em 2010 diretrizes que asseguram direitos aos consumidores, bem como às empresas, foram elucidadas.

Dados reunidos e analisados pela ComScore, companhia especializada em métricas online, revelam que 94% dos internautas do país visitantes de páginas virtuais de comércio eletrônicos adquirem alguma mercadoria. Esse índice é o mais alto, segundo a empresa, entre os seis países latinoamericanos analisados.

As demais nações pesquisadas representaram os seguintes percentuais: Argentina, com 89%; Colômbia, com 84%; México, 82%; Chile, 71% e Peru, 63%. De acordo com o portal de notícias G1, o estudo indica que as mulheres situadas na América Latina costumam adquirir produtos mais frequentemente em relação ao público masculino (88% contra 79%).

Mesmo em meio a ferramentas que propiciam maior segurança, esse é o principal motivo citado na pesquisa como predominante para a desistência de compras.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores Brasileiros – Créditos e Compras a Prazo mais acessíveis


A economia brasileira tem conseguido crescer bem nos últimos meses, em parte pelas medidas de incentivo do governo, em parte pela boa atuação do Banco Central frente aos problemas que cercaram todos os países do globo no biênio 2008 e 2009 – em alguns pontos específicos o colapso ainda é sentido. O poder de compra dos brasileiros cedeu 1,2% entre julho passado e agosto.

Introduções à parte, famosíssima frase entre as inúmeras classes sociais reflete o momento pelo qual o país atravessa: comprar a prazo está mais tranquilo. Pois bem, isso é uma realidade sim, embora no atual mês a população brasileira esteja mais endividada. Segundo pesquisa emitida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi 62,5% o total dos entrevistados que afirmaram tal prerrogativa.

Reportagem apregoada pelo portal de Economia UOL assinala que os percentuais elevados de compras a prazo tem por base inúmeras características, tais como as rentáveis taxas de juros (40,4% ao ano, em média) e os prazos de financiamento cada vez mais longos. De acordo com o veículo de comunicação, pouco mais de 59% dos lares brasileiros apresentam algum tipo de dívida, aumento de 1,4% em comparação ao diagnosticado no mês passado. A inadimplência, por sua vez, aumentou 1,9%, passando a figurar, atualmente, 24,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores Brasileiros – Abad revela crescimento de Compras em Supermercados


Um estudo realizado pela Associação Brasileira de Atacadistas Distribuidores (Abad) revelou que os brasileiros estão comprando mais nos supermercados. E isto se deve ao aumento real do salário mínimo, que levou o brasileiro em 2009 a ir 8% mais vezes ao supermercado para abastecer sua residência, em relação ao ano de 2008.

Além disso, os gastos no setor também aumentaram em 11% no período, e houve uma elevação de 2,2% no consumo de todos os produtos relacionados à cesta básica, que inclui os de higiene e limpeza e alimentação. Em 2009, o faturamento total deste segmento foi de R$ 131,8 bilhões, o que representa um crescimento de 4,1% em relação ao ano de 2008.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Diário Comércio Indústria & Serviços



Fim da redução do IPI – Queda nas vendas e preços mais elevados


Analistas de diversas áreas anteviram que após o término oficial da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), setores que atendem à comercialização de veículos e produtos da linha branca, tais como geladeiras, fogões e máquinas de lavar, terão queda em suas vendas e uma provável elevação de preços.

Flávio Castelo Branco, economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), também pensa sob o mesmo ponto de vista. Para ele, inclusive, as altas previstas poderão, “confortavelmente”, pressionar a inflação. Outro enfoque preocupante é que os consumidores adquiriam produtos em larga escala ao final de março, dando a entender, por exemplo, que os segmentos de veículos e da linha branca poderão, de fato, saírem-se prejudicados.

Segundo o portal de economia UOL, baseado no Valor Online, Castelo Branco aguarda maiores levantamentos com informações sobre as vendas acontecidas em fevereiro e março. Ele acredita, sem dúvidas, de que os dados serão os mais otimistas, pois somente no segundo mês do ano, por exemplo, as comercializações reais da indústria de transformação conquistaram dilatação de 3,3% em relação a janeiro de 2010.

Fonte:  UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei



Redução IPI Eletrodomésticos aumenta Vendas


Quem pretende ir às compras de eletrodomésticos já começa o ano com grande vantagem, pagando menos Imposto sobre produtos Industrializados (IPI). Desde o último trimestre de 2009, os resultados de pesquisas realizadas pelo IBGE, apontam redução do IPI e aumento significativo nas vendas, beneficiando principalmente o comércio.

O volume de vendas aumentou em todos os seguimentos de mercado. Mas as vendas de eletrodomésticos tiveram seu destaque devido às altas temperaturas com a chegada do verão, onde a busca por ventiladores e ar-condicionado se tornam necessárias, segundo Nilo Lopes, técnico da coordenação do IBGE.

Em comparação com o início de 2009, momento em que a população enfrentava crise mundial, podemos ficar otimistas quanto ao poder de compra do consumidor para 2010. A redução do IPI também refletiu positivamente na venda de materiais para construção, veículos e informática. A atividade varejista registrou ao todo um crescimento acima de 5%. Diante dos indicadores, há evidência de que, tanto o IPI, quanto as condições climáticas continuarão causando o movimento da economia no país.

Fonte: InfoMoney


Publicidade Online Cresce 27% no Brasil


Os brasileiros continuam a se adaptar às novas tendências do comércio mundial, que é aquele vislumbrado pela rede mundial de computadores – internet. Um levantamento feito pelo E-bit aponta que a publicidade online, fidedigna apoiadora nesse meio de vendas, apresentou um crescimento de 27% somente nos primeiros seis meses deste ano.

Portanto, conforme se noticiou por inúmeros veículos, as vendas para este Natal são as mais otimistas. Uma pesquisa mensurada pelo Target Group Index assinala que apenas 28% dos consumidores já sabem o que vão comprar, enquanto que os outros 72% navegam pelas páginas da internet em busca de idéias e sugestões de presentes, inclusive por produtos veiculados por esse segmento de publicidade.

Para citar ao menos dois casos, a Visa Vale e o Pão de Açúcar Delivery anunciam seus produtos em blogs, portais parceiros e outros, o que lhes permite abranger 25 milhões de pessoas por mês. Segundo uma empresa pertencente ao grupo eBay, o comércio eletrônico brasileiro aguarda um faturamento de quase R$ 11 bilhões neste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Facilidades de Parcelamento Aumentam Vendas pela Internet


O comércio eletrônico passou a ser um ponto de referência para inúmeros compradores brasileiros. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) afirma que a facilidade com que a classe C passou a ter no ato da obtenção de cartões de crédito e parcelamento de compras tem impulsionado o mercado digital.

Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, ressalta que o Brasil possui, no atual momento, 11,5 milhões de compradores na internet, com gasto médio de compra, por pessoa, de R$ 323. Para este Natal, porém, espera-se que a média aumente em R$ 23.

Um dos diferenciais mais cruciais no aumento do e-commerce se deve às facilidades de parcelamento, melhores, em muitas ocasiões, que as lojas físicas, bem como a gama de bandeiras permitidas pelas redes online.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Produtos eletroeletrônicos podem faltar neste Natal


O Grupo Estado encaminhou recentemente um pedido à Fundação Getúlio Vargas (FGV), que consiste em um levantamento de dados estatísticos sobre a possível falta de produtos eletroeletrônicos neste Natal.

Foi constatado, pois, que 75% de bens duráveis pesquisados, entre eles aparelhos de ar-condicionado, ventiladores, geladeiras, máquinas de lavar, liquidificados e automóveis, poderão faltar, porque os estoques, até o atual momento, se encontram em um nível abaixo do estimado.

Jorge Ferreira Braga, coordenador técnico da pesquisa, revela que nenhuma das indústrias analisadas, que configuram aproximadamente 35% das vendas, possuem estoques excessivos à ocasião da pesquisa. Uma das empresas citadas na reportagem da Agência Estado revela que a produção e distribuição de alguns de seus produtos acontecem no mesmo dia.

Maiores detalhes aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Corte do IPI em Eletrodomésticos Favorece Classe Média Brasileira


O novo e recente corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca – fogão, geladeira e máquina de lavar –, automóveis, móveis e materiais de construção gerará um abatimento, de acordo com informações divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, de R$ 210 milhões aos brasileiros de classe média.

Essa cifra estimada corresponde a 21% do custo do benefício Bolsa-Família por mês, um amparo para quase 11 milhões de famílias carentes, revela Alexandre Andrade, economista da Tendências Consultoria Integrada, órgão praticante deste levantamento e vinculado à reportagem.

Além disso, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estima que o 13º salário, em suas duas parcelas, deverá injetar na economia brasileira um montante de R$ 84,6 bilhões, exatamente 8,5% maior que o relacionado no ano passado. Se tudo correr bem e dentro do previsto, este poderá ser o melhor Natal da década, afirma o Estadão em consonância com economistas, industriais, executivos e comerciantes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lei da Entrega com Hora Marcada não é cumprida por Lojistas


A lei que determina às lojas entregarem produtos aos clientes com data e hora marcada entrou em vigor há poucas semanas. Porém, o consumidor ainda defronta-se com inúmeros atrasos, estendidos, em alguns casos, em 24 horas ou mais. De acordo com reportagem veiculada pelo Jornal da Tarde, poucas lojas visitadas conseguem cumprir a meta.

A Lei Estadual 13.747/09, em funcionamento desde 7 de outubro deste ano, prevê que os prestadores de serviços e estabelecimentos proporcionem a seus clientes a possibilidade de efetuar o agendamento de entrega em data e turno demarcados. Caso não haja cumprimento, a multa pode variar de R$ 212,81 a R$ 3,192 milhões.

Como era de se esperar, desculpas não faltam. Algumas grandes lojas alegam que a logística no processo foi a culpada. Para Marcel Solimeo, economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), as iniciais dificuldades adaptativas são relevantes, pois quando a lei foi criada, mal se buscou a opinião do varejo e se levou em consideração as dificuldades no trânsito.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Famílias Paulistanas contraem novas dívidas mas honram seus pagamentos


O mundo econômico realmente é uma caixinha de surpresas. O discurso das autoridades brasileiras passou a ser o mesmo: estamos crescendo, vamos ser a quinta maior economia do mundo em 2016, ninguém nos segura etc. Por isso, inúmeras famílias paulistanas se utilizaram do otimismo e da confiança para contrair novas dívidas, o que pode ser, ou não, prejudicial – não ao governo, mas a elas próprias.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), desenvolvida pela Fecomercio, indica que em novembro 1,656 milhão de famílias paulistanas apresentaram endividamento, 5% a mais do que o percentual percebido em outubro. Mesmo assim, em relação ao penúltimo mês do ano passado, há uma queda de 3% no número de endividados.

Para Adelaide Reis, economista da Fecomercio, a contínua concessão de crédito ao consumidor explica o endividamento, bem como o reaquecimento da atividade econômica e a evolução do mercado de trabalho. Mesmo assim, apenas 14% das famílias apresentaram inadimplência, o que, segundo Adelaide, é uma das mais baixas já constatadas desde 2004.

Por isso, estima-se que não somente o Natal será bem recheado e favorável ao comércio, mas também o transcorrer dos anos, principalmente com a proximidade das competições esportivas no Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Faturamento de Comércio Eletrônico com Natal deve Crescer 30% este Ano


O comércio eletrônico deve ser um dos maiores beneficiários das compras de final de ano. Segundo o portal de consultoria e-bit, estima-se que as vendas para este Natal superem em 30% o mesmo período de 2008, com marca de movimentação de R$ 1,63 bilhão ante R$ 1,25 do ano anterior.

De acordo com Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, empresa especializada na divulgação e comercialização de produtos por meio de lojas virtuais, esse aumento reflete o crescimento do número de pessoas conectadas à rede mundial de computadores, dos quais, para ele, 20 milhões dos 50 milhões de indivíduos já fizeram compras pela internet.

A e-bit revela dados próximos a essa estimativa. Para o portal, apenas 25% das pessoas com acesso a internet podem fazer, de fato, compras pela rede, o que significa 17 milhões de e-consumidores. Entre os produtos mais procurados estão eletrodomésticos, livros, eletrônicos e produtos de informática, saúde, beleza e medicamentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei