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Vendas para o Dia das Crianças caíram em 2015


Comércio registrou queda nas vendas de 8,98% para o Dia das Crianças neste ano devido à crise pela qual o Brasil está passando. As pessoas estão mais cautelosas e evitando gastar com itens supérfluos.

As vendas no comércio para o Dia das Crianças caíram este ano em torno de 8,98% comparado ao mesmo período do ano passado. Analisando os últimos 4 anos: 2013, 2012, 2011 e 2010 a queda nas vendas teve uma somatória de 0,32%.   

De acordo com o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) foi o pior percentual de queda registrado nos últimos anos. Este ano os pais não quiseram comprometer o orçamento com compras parceladas e o resultado foi uma retração de 7,82%.

Fatores que contribuíram para que as vendas fossem fracas, como a alta dos juros, a inflação, o medo da inadimplência e o comprometimento do orçamento familiar fizeram com que se pensasse melhor na hora das compras. Os pais não quiseram arriscar comprando produtos caros ou sofisticados, optaram por brinquedos simples ao alcance do orçamento, assim as crianças não ficaram sem os presentes.   

De acordo com levantamentos, as vendas à vista foram as mais procuradas, as pessoas evitaram os parcelamentos e principalmente os cartões de crédito, pois os juros aumentaram e neste momento de recessão é melhor se precaver.

Os itens mais vendidos foram: roupas, jogos interativos, carrinhos, bonecas, mostrando que os artigos mais práticos e econômicos foram os desejados.   

Neste ano, os brasileiros enfrentam dificuldades na área econômica, os preços elevados dos alimentos, transporte, educação, roupas, cesta básica, juros altos do cartão de crédito e rotativo, fizeram com que as pessoas restringissem o poder de compra e o orçamento ficou limitado.

Nas datas comemorativas as pessoas estão evitando gastar, e este ano houve registro de quedas das vendas nas datas comemorativas: dia das mães, dos pais, dos namorados, páscoa, com percentual de 0,5%, 11,21%, 4,93%, 0,59%, mostrando que economizar se tornou prioridade.   

O comércio esperava uma maior demanda e um aquecimento das vendas para o Dia das Crianças, mas com um orçamento apertado e comprometido as pessoas gastaram pouco, pois estão dando prioridade ao essencial. Brinquedos e presentes se tornaram objetos de luxo.

Os comerciantes não estão muito otimistas para as vendas do final de ano, baseados nas vendas que ocorreram referentes às datas comemorativas. As pessoas, provavelmente, utilizarão o 13º salário para quitar débitos e o comércio contratará menos devido às baixas expectativas. É um momento difícil na economia brasileira.  

Por Marisa Torres

Vendas Dia das Crianças

Foto: Divulgação



CNI afirma que indústria não irá contratar mais do que o esperado em 2013


A indústria brasileira viveu em 2012 momentos de intensa crise econômica que foi refletida em dispensas de funcionários.

Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria) o desemprego na indústria nacional não foi maior devido ao fato dos empresários considerarem mais caro formar um novo profissional do que manter o antigo funcionário com baixa produção.

Apesar disso, a CNI não acredita em aumentos expressivos no número de funcionários na indústria no ano de 2013 tendo uma estimativa de que, com a manutenção do crescimento do setor, sejam inseridos neste mercado mais 3 milhões de profissionais treinados.

Além disso, a CNI espera uma taxa de desemprego na indústria de 5,3% menor do que o montante de 5,5% de 2012 dando fortalecimento para a efetiva recuperação do setor no Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



Fecomercio (SP) – Faturamento comercial da Região Metropolitana cresceu 4,9% em março


Os consumidores brasileiros experimentaram, ano passado, o doce sabor das compras – bom, ao menos é isso que comerciantes e outros envolvidos em setores de vendas e serviços querem transmitir. Realmente, a expansão econômica no período foi interessante de vários pontos de vista, porém não deve se sustentar em 2011.
Levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) aponta que o comércio varejista da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) faturou R$ 8,5 bilhões em março, alta de 4,9% em comparação ao mês imediatamente anterior.
Realizada em parceria com a e-Bit, consultoria especializada em varejo online, a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV) apontou, porém, recuo de 7,3% no faturamento do mês em detrimento ao período igual de um ano atrás.
A Fecomercio pondera que o Carnaval, realizado logo no início de março, influenciou diretamente no resultado negativo se relacionado o confronto anual. Em conjunto a isso, o terceiro mês de 2010 foi atípico para o país, uma vez que no período o consumidor ainda contava com incentivos fiscais, como a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que atingiu especialmente a linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar).
Além desses fatores, a federação aprecia como incidente a esse decréscimo anual as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final de 2010, que fizeram aumentar, em partes, o endividamento do consumidor.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Dia das Mães 2011 – Estimativas de faturamento do comércio


As perspectivas para o Dia das Mães são otimistas, mesmo com indícios de desaceleração da economia – na verdade, esta é uma situação já anunciada desde 2010, quando o Banco Central (BC) postou por diversas vezes em seu relatório Focus projeções de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) próximas de 4,50% (atualmente o índice está mais baixo).

Sondagem desenvolvida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) prevê faturamento 3% a 4% maior no Dia das Mães deste ano em comparação à comemoração realizada em 2010. A ocasião, por sinal, é considerada pelo comércio como a segunda melhor data do ano, perdendo apenas para o Natal.

Os varejistas de São Paulo podem, realmente, esperar bom movimento. De acordo com o estudo, 66,3% dos paulistanos almejam presentear suas genitoras, índice 10% acima do patamar registrado em 2010.

A federação ressalta que do total de entrevistados, 72,5% pretendem e devem gastar valores acima de R$ 70, com valor médio de R$ 62. Entre os principais presentes destacam-se vestuário, acessórios e calçados, com 31,6% da preferência, seguidos por perfumes e cosméticos, 10,1%, e eletrodomésticos, 9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Atividade comercial sobe em 1,8% em abril de 2011


A Páscoa de 2011 demonstrou a impulsividade e o poder de consumo da população brasileira. Essas características, atreladas às promoções e campanhas de pequenos e grandes estabelecimentos, refletiram nos números divulgados pela Serasa Experian na quarta-feira (4).

De acordo com o Indicador de Atividade do Comércio, o trânsito dos consumidores em lojas de todo o território nacional aumentou 1,8% no mês passado em comparação a março deste ano, dados já com os devidos descontos das influências sazonais. No confronto anual, disparo positivo de 10,9%.

A Serasa pondera ser essa alta, de 1,8%, proveniente do incremento de 4,1% registrado no segmento de super e hipermercados, alimentos e bebidas. A expansão da massa salarial da população formal unida à diminuição de preços de produtos importados como vinhos, azeites e bacalhau – em função da desvalorização do dólar diante a moeda brasileira – foram decisivos para o volume de compras dos brasileiros, assim como o próprio movimento.

O varejo do país cresceu 9,1% no acumulado do ano (até abril) em comparação ao primeiro quadrimestre de 2010. Entretanto, os números devem arrefecer nos próximos meses por causa das medidas adotadas pelo Banco Central (BC) no intuito de evitar a alta da inflação.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Vendas em supermercados sobem 9,28%


Uma baita fome em plena noite e sem nada para petiscar na geladeira ou nos armários. O que fazer? Possivelmente, muitas pessoas já passaram por essa experiência, mas pelas mais conhecidas regiões metropolitanas existem estabelecimentos 24 horas, sobretudo supermercados, que podem saciar esse entrave.

O setor, por sinal, apresenta dados expressivos, tanto que ano após ano são registradas elevações de faturamento. Informações apregoadas na quinta-feira (28) por Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), indicam que as vendas pelo segmento aumentaram 9,28% no mês de março em comparação a fevereiro e outros 1,94% no confronto anual.

Segundo a Abras, o Índice de Vendas do mês passado cresceu 10,14% em relação a fevereiro, enquanto no comparativo com o período igual de um ano antes houve incremento de 8,37%. No acumulado de 2011, a comercialização de produtos em supermercados alcançou índice positivo de 9,06%.

Para Sussumu Honda, a alta mensal pode ser explicada simplesmente pelo fato de março apresentar maior número de dias corridos em relação a fevereiro. No acumulado do ano, crê, a tendência de crescimento deve permanecer, embora num ritmo menor.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Abras



Vendas de Chocolate na Páscoa – Aumento em 2011


A Páscoa deste ano ocorreu como se esperava: alta nas vendas de bombons e ovos de chocolate. Pesquisa desenvolvida pela Serasa Experian assoalha crescimento de 9,1% na comercialização de artigos relacionados à comemoração em comparação aos dados registrados um ano atrás.

A Associação Paulista de Supermercados (APAS) registrou aumento de 9% nas vendas de ovos de chocolate, um total de 27,8 toneladas comercializadas. Assim como ocorreu em ocasiões passadas, o produto com a menor gramatura foi o preferido dos consumidores, uma vez que o preço praticado é mais brando. Apesar dessa constatação, ovos maiores saíram mais dos estoques das lojas em comparação ao constatado em 2010.

A APAS também apontou outro dado tão positivo quanto o resultado divulgado pela Serasa.  O peixe mais lembrado da Páscoa, o bacalhau, contraiu alta de 15% nas vendas graças ao preço mais baixo em 2011 (cerca de 10%). A valorização do real diante do dólar explica o crescimento. Situação similar ocorreu ao azeite importado, com vendas 7% maiores.

Os dados da Páscoa podem estimular as projeções para o Dia das Mães e o Dia dos Namorados. Redes físicas e online já deram início às campanhas envolvendo ambas as comemorações. Produtos eletroeletrônicos, celulares e de beleza devem ser os mais adquiridos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Desaceleração do Comércio no Brasil – Março 2011


Os brasileiros continuam a apresentar boa inclinação para compras, mesmo com o Banco Central (BC) restringindo o acesso ao crédito e mesmo com o alerta de economistas sobre o consumo exacerbado. Embora a preocupação seja baseada em prognósticos, o Brasil, segundo alguns, não conseguiria sustentar o mesmo índice de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 7,5% do ano passado.

Os primeiros sinais de desaceleração do comércio já começaram a aparecer. Segundo a Serasa Experian, o trânsito de consumidores pelas lojas em todo o país avançou 8,5% no trimestre inicial de 2011 sobre o período igual de um ano antes. Embora o índice seja positivo, se levar em consideração a expansão de 10,3% da atividade varejista durante 2010, o nível de crescimento está mais baixo.

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa aponta que no confronto de março último contra o terceiro mês do ano passado, o progresso abraçou taxa de 5,5%, ou seja, o mais tímido nível constatado desde julho de 2009, quando os efeitos da crise financeira mundial ainda podiam ser sentidos. No comparativo mensal (março contra fevereiro), arrefecimento de 0,8%.

Ainda com exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o setor de material de construção foi o grande destaque no levantamento, com alta de 14,1% no 1º trimestre de 2011 em relação ao período análogo de um ano antes. O ramo de móveis, eletroeletrônicos e informática registrou avanço de 8,9%. Por outro lado, veículos, motos e peças apresentaram baixa de 1,6%, enquanto tecidos, vestuário, calçados e acessórios -1,0%.

Realmente, as medidas do BC, entre as quais restrição ao crédito e início do ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, começam a apresentar os primeiros pontos positivos contra o consumo excessivo. Durante os próximos meses a tendência é de continuidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Atividade do Comércio apresentou alta em fevereiro de 2011


A confiança do consumidor em relação à economia brasileira foi importante para o país superar os principais efeitos da crise financeira mundial do biênio 2008 e 2009. As medidas de incentivo adotadas pelo governo, entre as quais a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), tornaram-se ferramentas convergentes com a disposição de consumo da população.

O Indicador de Atividade do Comércio divulgado pela Serasa Experian acusou avanço de 0,7% em fevereiro contra janeiro, referente à circulação dos consumidores nas lojas de todo o Brasil. A taxa, que já leva em consideração os descontos das influências sazonais, registrou salto de 10,4% na comparação com o mês inicial de 2010.

De acordo com a Serasa, o setor de veículos automotores, que também inclui peças e motos, registrou ascensão de 4,6% no mês passado. O ramo de lubrificantes e combustíveis, por sua vez, cresceu 3,6% na mesma base comparativa e o segmento de material de construção, diferentemente, 2,9%.

Como já mensurado diversas vezes por especialistas, as medidas de contenção de crédito e a alta da Selic, taxa básica de juros da economia, aplicadas pelo Banco Central (BC) não devem impedir o crescimento do varejo no decorrer de 2011, mas serão cruciais para taxas mais amenas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Índice de Atividade do Comércio – Janeiro de 2011


Por meio de bons números reunidos nos mais variados setores, a economia brasileira, em 2010, obteve boa recuperação ante a crise financeira global. O varejo, em especial, contou com os dados relacionados ao emprego, ao crédito e à renda para aumentar seus índices de vendas.

No entanto, a atividade varejista iniciou janeiro em desaceleração. De acordo com a Serasa Experian por meio do Indicador de Atividade do Comércio, o movimento dos brasileiros nas lojas em todos os cantos do país avançou 9,8% no confronto com o primeiro mês de 2010, abaixo do percentual de 12,8% registrado em dezembro e 11,2% do contabilizado em novembro, ambos também no comparativo anual.

A Serasa avalia que a aceleração de 9,8% em janeiro foi impulsionada pelo avanço de 15% do setor de material de construção, além da alta de 10,4% proveniente das lojas de informática, eletroeletrônicos e informática. O segmento de acessórios, calçados, tecidos e vestuário, por outro lado, apresentou recuo. A justificativa para a queda, segundo a entidade, são as chuvas na região Sudeste, que podem ter inibido a compra dos consumidores.

Mencionado por algumas vezes, a restrição do crédito e a tendência de aumento da Selic (a taxa básica de juros da economia) podem transformar 2011 num ano menos positivo para o varejo, obviamente em comparação a 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Natal 2010 – Setor Varejista prevê alta no consumo


O Natal deste ano é pressagiado como um dos melhores da década. O otimismo da população brasileira, mesmo em meio às novas medidas adotadas pelo Banco Central (BC) e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no concernente ao crédito, segue adiante com suporte no maior poder de renda e aumento das oportunidades de trabalho ao longo dos últimos meses.

Estudo realizado pela Serasa Experian com base na opinião de mais de mil executivos do segmento varejista revelou que para 69% deles é aguardado incremento próximo de 10,5% em 2010 perante 2009 em relação ao faturamento.

Matéria listada pelo portal de Economia Terra relaciona que o estudo indicou 33% dos varejistas com previsões de que o gasto médio com presentes para o Natal contemple até R$ 50. O percentual sobe no levantamento para 34% quando o valor em questão varia de R$ 51 a R$ 100. Um pouco mais baixa figura a perspectiva para gastos entre R$ 101 e R$ 200 (18%).

Por sistemas de pagamento, a Serasa prevê que 36% das compras à vista serão cunhadas com dinheiro, 25% por meio de cartão de crédito e 19% com cartão de débito. Em relação às compras a prazo, 46% das pessoas devem fazer uso do cartão de crédito e 29% delas cheque pré-datado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Atividade do Comércio – Crescimento em Novembro de 2010


O Natal já é anunciado no comércio por meio de promoções, descontos e eventos contendo o Papai Noel. As crianças, eufóricas pelas possibilidades de ganhos relativos a presentes, são os principais focos devido ao potencial disposto através de brinquedos, desde aqueles de valores pequenos até outros de custos exorbitantes.

Informações divulgadas pela Serasa Experian assinalaram que a atividade do comércio cresceu 1,9% no mês passado em comparação a outubro e 11,2% sobre novembro de 2009, já com ajuste sazonal. No acumulado anual, avanço de 10% em comparação ao período análogo de um ano antes.

Com base nesses dados, segundo o portal de Economia Terra, a Serasa avalia que o Natal deste ano poderá figurar como um dos melhores de toda a década, impulsionado pelas vendas de acessórios, calçados, vestuário e tecidos, bem como materiais de construção. O comércio também espera boas vendas nos segmentos de informática, eletroeletrônicos, móveis, veículos, motos e peças.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ACSP – Comércio – Vendas a Prazo – Crescimento em Novembro de 2010


As formas de se comprar um produto, seja ele para presente ou consumo próprio, são inúmeras. Cartões de débito ou crédito, cheque e dinheiro, além de financiamento e carnês, compõem as opções dos consumidores brasileiros, independente de qual seja o valor em questão – as condições estão sujeitas, na verdade, ao estabelecimento em particular.

Dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) enunciados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) revelam que as vendas a prazo no comércio aumentaram 14,2% no mês passado em comparação ao período igual de 2009. No sistema à vista, o crescimento foi de 10,3%.

A associação avalia que os índices espelham a manutenção do aumento da oferta de crédito no país – objeto mensurado semanalmente pelos meios de comunicação –, além da antecipação de compras para 25 de dezembro e forte competitividade de produtos estrangeiros.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, o resultado assinalado ratifica que o Natal será o melhor dos últimos anos, possivelmente 12% acima do período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Volta da CPMF não é bem vista por comerciantes


A possível volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) não é bem vista por grande parte da sociedade brasileira. Um dos insatisfeitos é Roque Pellizzaro Junior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que se comprometeu em fazer vasta mobilização de identificação das autoridades políticas que endossarem sua retomada.

Sua ideia basal é criar uma lista negra em cada unidade federativa, que incluirá todos os nomes daqueles que defendem seu regresso. Para tanto, denomina o intento simplesmente de SPC, ou Serviço de Proteção ao Contribuinte, em alusão ao Serviço de Proteção ao Crédito.

A lista negra de Pellizzaro será finalizada depois da votação sobre o imposto. Em seu entendimento, de acordo com o Estadão, o tema só veio à tona após as eleições do mês passado, algo que avalia ser uma espécie de estelionato eleitoral, uma vez que a população já tinha em sua mente, peremptoriamente, o término da CMPF. Durante as campanhas eleitorais, alega o presidente da CNDL, nada fora debatido.

Os efeitos primeiros a seu ver ocorrerão no comércio, pois com a volta do imposto ocorreria a diminuição da liquidez econômica, refletindo, portanto, no bolso do próprio consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pesquisa E-Bit – Comércio eletrônico aumentará para o Dia dos Pais


A rede mundial de computadores é um dos principais meios na qual a população brasileira tem procurado saciar dúvidas, entrar em contato com amigos que residem longe e comprado produtos dos mais variados segmentos, desde cosméticos, farmácia, eletroeletrônicos, livros, DVDs, CDs e em alguns casos, passagens de avião e de ônibus.

No Natal passado, por exemplo, os benefícios conquistados pelo Brasil incidiram positivamente na aquisição de fogões, geladeiras e máquinas de lavar, justamente pela isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre a linha branca. O tão comentado acesso ao crédito com maior poder aquisitivo das pessoas e juntamente ao maior acesso à internet, promete contribuir mais no próximo Dia dos Pais.

De acordo com estudo da e-Bit, consultoria especializada no comércio pela internet, as vendas dessa comemoração em 2010 serão 35% maiores em relação à mesma data de 2009. A entidade estima, segundo artigo publicado pelo portal de notícias G1, gastos médios do consumidor em R$ 370, principalmente na área de eletrônicos, acessórios automotivos e artigos de informática, sobretudo pelas rentáveis formas de pagamento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil disputará mercado africano com nações ricas


A relação do Brasil para com as demais nações do mundo tem acontecido em várias esferas, principalmente comerciais e políticas. Recentemente, a questão nuclear iraniana elevou a figura de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, ante outras personalidades. Embora, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) tenha adotado postura diferente da almejada pelo governante tupiniquim, por Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro turco, e por Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã.

Em viagem à África, onde aproveitou para participar da festa de lançamento da Copa do Mundo de 2014, Lula cultivou debates nas primeiras horas da última quinta-feira, 8 de julho, com Rupiah Bwezani Banda, presidente da Zâmbia, autoridades zambianas e empresários locais e brasileiros. Para o governante brasileiro, o Brasil está na disputa com grandes economias globais pelo continente africano.

Em reportagem vinculada pela Folha UOL, Lula ressaltou que China, Estados Unidos e Índia concorrem, atualmente, por cada centímetro da África. Entretanto, os brasileiros não devem observar o intento sentados, como se nada estivesse ocorrendo.

Aproveitando o ensejo, o presidente brasileiro fez duras críticas ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo ele, quando um país como Brasil ou Zâmbia estavam em crise, ambos os órgãos apareciam com regras para que as nações seguissem; agora, com o colapso atingindo as partes mais ricas, os dois permanecem em silêncio, justamente pelo fato de não saberem encarar o atual problema como imaginavam que conseguiriam.

Leia outras informações na Folha UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Comercialização de cimento cresce 16% em abril


A expansão imobiliária com origem em diversos segmentos, desde comerciais a residenciais, sobretudo em virtude do programa habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida”, tem beneficiado inúmeros segmentos fornecedores de produtos para a edificação de casas, condomínios e prédios.

Dados anunciados pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) indicam que as vendas de cimento, pelo Brasil, devido à maior renda do consumidor e à oferta de crédito, continua ascendendo consideravelmente. Em abril, por exemplo, a comercialização foi superior em quase 16% em relação ao mês igual de 2009.

Nos primeiros quatro meses do ano, de acordo com o portal de notícias G1, a venda acumulada foi maior em 15,7% se os dados comparativos forem relacionados ao mesmo período do ano passado. O setor estima vender, até o final de 2010, mais de 56 milhões de toneladas de cimento.

Critique quem quiser, mas com essa expansão, outro indicativo de que o país continua a crescer a seu modo e com seus defeitos, aparece.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Fim da redução do IPI – Queda nas vendas e preços mais elevados


Analistas de diversas áreas anteviram que após o término oficial da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), setores que atendem à comercialização de veículos e produtos da linha branca, tais como geladeiras, fogões e máquinas de lavar, terão queda em suas vendas e uma provável elevação de preços.

Flávio Castelo Branco, economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), também pensa sob o mesmo ponto de vista. Para ele, inclusive, as altas previstas poderão, “confortavelmente”, pressionar a inflação. Outro enfoque preocupante é que os consumidores adquiriam produtos em larga escala ao final de março, dando a entender, por exemplo, que os segmentos de veículos e da linha branca poderão, de fato, saírem-se prejudicados.

Segundo o portal de economia UOL, baseado no Valor Online, Castelo Branco aguarda maiores levantamentos com informações sobre as vendas acontecidas em fevereiro e março. Ele acredita, sem dúvidas, de que os dados serão os mais otimistas, pois somente no segundo mês do ano, por exemplo, as comercializações reais da indústria de transformação conquistaram dilatação de 3,3% em relação a janeiro de 2010.

Fonte:  UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei



Vendas na Páscoa aumentam 1% em SP


Um dia após a Páscoa, a Serasa Experian levantou informações sobre as vendas de produtos especiais da data, tais como ovos de chocolate, bombons e bolos. De acordo com a entidade, a comercialização de mercadorias foi 0,7% superior neste ano em relação ao período igual de 2009.

Os dados, porém, são maiores se se considerar apenas o final de semana (dias 3 e 4 de abril), ocasião na qual as vendas tiveram aumento de 4,5% ante os mesmos dois dias analisados no ano passado. Economista da Serasa estimam que isso se deve às compras de última hora por parte dos consumidores.

O portal Dinheiro do UOL veiculou que na cidade de São Paulo, especificamente, o aumento respectivo nas vendas foi de 1% ante 2009 e 4,8% em comparação ao final de semana do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fim da Redução do IPI leva aumento nas vendas


De acordo com pesquisa feita pela Serasa Experian com dados divulgados nesta terça-feira, 05 de abril de 2010, o fim da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) neste mês de março promoveu um amplo aumento nas vendas do setor de varejo, especialmente no ramo de veículos.

Foi a maior taxa registrada desde setembro de 2008 neste setor, com um aumento equivalente a 13,5% em relação ao mês de março de 2009. O segmento de veículos liderou com um crescimento de 31,4%, seguido pelo setor de móveis, eletroeletrônicos e informática, bem como pelo setor de materiais de construção.

Os demais segmentos pesquisados também indicaram crescimento de mais de 2% em março deste ano, em relação ao ano de 2009. Isto demonstra que houve um aumento no número de empregados e de seus rendimentos reais, assim como uma ampliação dos prazos para pagamento dos produtos adquiridos.

Fonte: Folha de São Paulo

Por Márcia V. L. Galvão



Emprego no Comércio Varejista – Média salarial em São Paulo


O Estado de São Paulo tem se saído muito bem, desde o início do ano, quando o tema debatido é emprego formal. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), noticiado recentemente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), indica que o nível de postos de trabalho com carteira assinada, no varejo, cresceu 5,7% em fevereiro de 2010 ante o mês igual de 2009.

O percentual indica, pois, um acréscimo de três mil novas vagas no setor, figurando, agora, mais de 876 mil trabalhadores com carteira de trabalho devidamente assinada. Um dos ramos em que mais se notou rotatividade foi o de Calçados, Tecidos e Vestuário.

De acordo com o Canal Executivo do Portal UOL, o salário médio do comércio varejista, no mês passado, foi de R$ 1.366. As lojas de departamento são aquelas em que os funcionários recebem melhor remuneração, em média R$ 2.356. Por outro lado, lojas de eletroeletrônicos e eletrodomésticos oferecem aos seus empregados, também em média, R$ 1.865.

Clique aqui e confira outros salários e mais informações sobre esta matéria.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula critica países desenvolvidos de praticarem erroneamente o livre comércio


Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, repreendeu, recentemente, os países mais desenvolvidos do planeta de atribuírem subsídios às mercadorias produzidas em nações mais pobres. Para efeito exemplificativo, a autoridade citou o caso do algodão brasileiro, que teve retaliação autorizada pela Organização Mundial do Comércio (OMC) em relação aos Estados Unidos (que nada fizeram para evitar tal decisão).

Lula, em reportagem veiculada pelo Portal de Notícias G1, menciona que o livre comércio foi empregado como argumento para a redução da presença do Estado na economia mundial e para privatizações, porém, não assegurou o ingresso dos países pobres nos mercados das nações desenvolvidas.

Além disso, o presidente brasileiro avalia que, quando os países mais endinheirados deram início à pauta de livre comércio, aconteceram as privatizações. No entanto, essa modalidade só foi interessante quando a comercialização se configurou unilateral, ou seja, dos mais ricos aos mais pobres; seu interesse, por fim, é única e exclusivamente tornar o mercado bilateral

Por Luiz Felipe T. Erdei



Guerra comercial entre EUA e Brasil


A retaliação do Brasil imposta aos Estados Unidos é manchete em muitos locais do mundo, principalmente nos próprios EUA – os mais interessados no assunto. O jornal Financial Times, de grande circulação no país, pondera que a medida adotada pela nação tupiniquim poderá gerar, em breve, guerra comercial entre ambas as partes.

De acordo com o Portal de Notícias G1, a retaliação brasileira é consequência de uma disputa de oito anos na Organização Mundial do Comércio (OMC) em relação aos subsídios do governo norte-americano dedicados aos produtores de algodão do próprio país.

A decisão, que de acordo com o veículo de comunicação valerá daqui um mês, permite, por exemplo, que tanto EUA como Brasil tentem uma solução trabalhada. Segundo Joe Huenemann, assessor do escritório de advocacia Miller & Chevalier, a única maneira de poupar qualquer guerra comercial é os norte-americanos ofereceram algo expressivo aos brasileiros.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra e conferir, também, a lista de produtos retaliados, que inclui eletrodomésticos, veículos e cosméticos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia: Atividade no varejo em crescimento


A Serasa Experian, instituição responsável por inúmeros dados e informações referentes à economia brasileira, apontou que a atividade do comércio varejista apresentou pequena ascensão de 0,2% no mês passado em relação a janeiro. Caso a comparação seja feita em relação a fevereiro de 2009, o crescimento aumenta mais ainda, em 10%.

Maurício Morgado, professor do Centro de Estudos de Varejo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), avalia que o primeiro mês de cada ano geralmente é fraco ao varejo, pois boa parte dos consumidores percorre lojas somente para efetuar trocas de presentes de Natal.

Ao mês fevereiro Morgado avalia de outra maneira. Segundo ele, o cenário já começa a ser modificado em virtude do aquecimento do mercado e queda dos percentuais de desemprego. Para este ano, crê que os segmentos alimentício, eletroeletrônico e saúde apresentarão melhor desenvolvimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Oportunidade de Emprego – Vendas no Comércio


Segundo dados da GloboNews, em 2009 as vendas no comércio brasileiro tiveram o pior desempenho desde 2005, devido à crise econômica mundial. Porém, ainda assim, apresentou um crescimento de 5,9% e, para este ano, está sendo esperado um aumento de 8% nas vendas do comércio varejista. Uma ótima oportunidade de emprego, sem dúvida, para quem quer ingressar no mercado de trabalho.

As vendas do comércio crescem especialmente nas épocas festivas. Nestas datas comemorativas, as pessoas aproveitam para realizar os chamados trabalhos temporários, auxiliando as empresas a dar conta do volume aumentado de clientes que chegam em buscam de mercadorias para presentear seus entes queridos.

Portanto, você que está procurando uma renda extra, é hora de ficar atento às oportunidades oferecidas. E, para aqueles que estão desempregados, também não deixa de ser uma ótima opção pois, um bom funcionário temporário pode se transformar num futuro trabalhador contratado pela empresa.