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Classes C, D e E – Preocupações em Pagar as Contas em dia


Pagar as contas em dia é sinônimo de tranquilidade, embora outros pontos sejam de vital importância para o bem-estar social individual e familiar. Independente da remuneração, bom planejamento financeiro é importante para a honra de compromissos.

Estudo enunciado pelo Bradesco Seguros, então feito pelo Instituto GPP, revela que 52% da população abrangida pelas classes C, D e E se atentam em ter dinheiro para comprar itens essenciais à família e conseguir saldar as dívidas. Em outras palavras, mais da metade dessas pessoas têm medo de não conseguir pagar contas.

Matéria veiculada pelo portal Economia UOL assoalha que pelo estudo metade das pessoas de baixa renda está habituada a enfrentar momentos complicados com a ajuda de amigos, familiares e igreja. Outra recorrência neste caso são os trabalhos informais, utilizados como saída por 27% das classes C e D e por 33% da classe E.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Bradesco confirma Mudanças de Classe Social no Brasil


Algumas afirmações do governo brasileiro, tempos atrás, pareciam mera alucinações, especulações. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva asseverava a empresários durante reuniões internacionais para confiarem no Brasil como país capaz de gerir crescimento e lucros, algo constatado mais recentemente, conforme dados divulgados semanalmente pela imprensa. Devido aos números, o ex-sindicalista alcançou marco histórico ao conquistar prêmios de notoriedade mundial.

A população brasileira, nem sempre atenta a notícias, num contexto geral, tem adquirido bens antes impensáveis. Diversas pessoas ainda relutam em acreditar, porém, Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco, há de convergir com Lula. Segundo ele, cerca de 2 milhões de correntistas da instituição deixaram de pertencer às classes D e E para ingressarem, pois, na C – classe Média-Média – nos três últimos anos.

Para Trabuco, segundo reportagem exprimida pelo portal de notícias G1, a mobilidade da sociedade e o acesso mais amplo a serviços financeiros são os dois pontos que têm propiciado, inclusive, a evolução da instituição. Além dessas constatações, o presidente do Bradesco cita a localização de várias unidades do banco por todo o país.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Lula acredita que classes D e E impulsionaram economia durante crise


Retomando um dos seus discursos fundamentais para a dupla subida ao Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, afirmou que as classes sociais D e E – as mais baixas em relação a poder aquisitivo – foram as responsáveis por sustentar o desenvolvimento da nação em plena crise financeira global.

No mesmo ímpeto, Lula atacou as classes média e alta da sociedade ao “indiciá-las” por parar de comprar no momento em que o país mais precisava de suporte financeiro. Durante seu pronunciamento, proferido durante a 18ª Feira da Indústria da Construção e Iluminação (São Paulo), o presidente relatou seu imenso orgulho em oferecer a possibilidade de compra de casas próprias por famílias com renda de seis e até três salários mínimos, dentro do programa “Minha Casa, Minha Vida”.

Como parte da estratégia de conferir sua representação ao nome de Dilma Rousseff, ex-ministra-chefe da Casa Civil e concorrente ao cargo de presidente do país entre 2011 e 2014, Lula criticou governos anteriores aos seus, conforme documentado pelo portal de notícias G1.

Clique aqui e leia mais sobre o posicionamento de Lula sobre em relação aos assuntos acima descritos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Comunidades carentes pacificadas agora vão ter agências bancárias


Com a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora em comunidades carentes, instituições financeiras voltam suas miras para as classes mais baixas (C e D), enxergando um filão atraente de captação de negócios para estas faixas da economia.

Além de agências que já foram implantadas em áreas onde o poder legal tornou-se presente através das UPPs, como a Rocinha,  existe a previsão de abertura de outras mais, como por exemplo uma agência do Banco Santander no complexo do Alemão.

Os serviços oferecidos são os mesmos das demais agências e específicos para estas classes até agora excluídas, tais como : pequeno crédito, cadernetas de poupança e serviços sociais (FGTS, PIS, etc), inclusive seguro por acidentes que inclui até bala perdida e custa menos de cinco reais por mês.

Como um efeito dominó, estas comunidades esperam que agora o estado além da segurança e da inclusão econômica, traga também educação, emprego, saúde, saneamento e qualidade de vida.

Fonte : Jornal O Dia