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Quantidade de cheques sem fundos aumentou em janeiro


De acordo com o Serasa a quantidade de cheques sem fundos aumentaram em janeiro. O estado que liderou o ranking foi o Amapá com 15,27% das devoluções. Depois, foi o estado de Roraima com 13,57% seguido por Sergipe com 10,39%. Esses dados foram divulgados pelo Serasa Experian. Os estados brasileiros que tiveram menos volume de cheques devolvidos foram São Paulo com 0,88% e Rio de Janeiro com 1,60%. Ambos, que estão localizados na região sudeste, foram os únicos com volume abaixo da média nacional.

Além disso, de acordo com o indicador Serasa Experian de cheques sem fundos o percentual aumentou: em janeiro os cheques devolvidos pela segunda vez devido à insuficiência de fundos aumentaram para 2,06%. Em dezembro, este valor correspondia a 1,94%. Por que este aumento? Segundo os economistas do Serasa isso aconteceu pela influência dos compromissos financeiros assumidos no início do ano, e, também, pelo aumento de preços e tarifas. Além disso, esses gastos afetaram os bolsos e, assim, aumentou a elevação dos cheques sem fundos.

Que tal algumas dicas para economizar o seu dinheiro?

Anote todos os gatos, ou seja, faça uma planilha orçamentária com todas as suas despesas. Além disso, escreva os gastos de todas as compras, independente do valor. Se você comprar uma televisão ou um chocolate, anote. Assim, você vai perceber que as pequenas compras também influenciam no seu bolso e vai ver em que está gastando mais e precisa economizar.

Outra dica é estabelecer metas para os seus gastos, assim, coloque na planilha o % da renda destinado aos gastos essenciais (moradia, alimentação, transporte, educação, entre outros). % da renda para as suas prioridades financeiras como, por exemplo, as dívidas. Coloque o % para o seu estilo de vida e atividades que gosta como lazer, beleza, entre outros. No momento de organizar as suas finanças, priorize os gastos com as dívidas para quita-las logo.

Por Babi

Cheques



Quantidade de cheques devolvidos apresentou alta em março de 2012


Uma pesquisa feita pela Serasa Experian revelou que o percentual de cheques compensados devolvidos no mês de março chegou a 2,19%. No mês imediatamente anterior, o total tinha sido de 2% e, em março do ano passado, o índice ficou em 2,13%. Avaliando-se o acumulado do ano, o índice também sofreu alta, sendo que, no primeiro trimestre deste ano, ficou em 2,04% e no ano passado fechou em 1,89%.

Os especialistas da empresa que realizou a pesquisa avaliam que o resultado foi impulsionado pela sazonalidade e eventos da economia, como os pagamentos de impostos como IPVA, compra do material escolar e gastos com férias e carnaval.

Avaliando-se os Estados e regiões, a unidade da federação que teve o maior percentual de cheques devolvidos foi Roraima, com 15,81%. Já São Paulo foi o Estado com menor índice, chegando a apenas 1,51%. Quanto às regiões, o Norte apresentou a maior devolução de cheques, chegando a 4,42%. Já o Sudeste foi a região que apresentou menor índice, registrando 1,64% de devolução de cheques compensados.

Outros Estados que apresentaram resultado acima do registrado no país foram Acre (14,59%), Amapá (9,44%), Sergipe (7,53%), Piauí (7,21%), Maranhão (7,16%), Rondônia (6,13%), Paraíba (6,05%), Tocantins (5,38%), Rio Grande do Norte (5,11%), Mato Grosso (4,91%), Alagoas (4,81%), Pará (4,32%), Ceará (3,22%), Distrito Federal (3,08%), Bahia (3,04%), Goiás (2,53%) e Rio Grande do Sul (2,21%).

Por Matheus Camargo

Fonte: Serasa Experian



Quantidade de cheques fraudados diminuiu em 2011


Em pesquisa divulgada pela empresa TeleCheque ficou constatada que a quantidade de cheques fraudados no país teve uma queda de mais de 40% em 2011, o ano de 2010 fechou com um total de 0,18%, e em 2011 esse percentual caiu para 0,10%. Fazendo uma comparação entre os meses de dezembro dos dois anos, o estudo revelou que em 2010 o número foi de 0,12%, e em 2011 foi de 0,11%.

Segundo o presidente José Antônio Praxedes, presidente da TeleCheque, uma das explicações para essa queda foi o fato de os comerciantes estarem mais atentos na hora de realizar transações com cheques. Praxedes também ressaltou o serviço oferecido pela TeleCheque que verifica a autenticidade do documento de identidade apresentado pelo cliente.

Para os próximos anos a previsão é que esse número continue caindo, principalmente por causa das mudanças apresentadas pelo Banco Central com relação aos cheques, o que torna ainda mais difícil fraudá-los.

Segundo as novas regras do BC, os bancos são os responsáveis por fornecer informações financeiras dos clientes aos comerciantes, sendo que esses dados precisam ser mais completos. Anteriormente os responsáveis por fornecer esses elementos eram outras instituições, como o Serasa.

Por Joyce Silva



Serasa Experian – Inadimplência com cheques sem fundo caiu para 5,8% em abril


Os cheques ainda são um dos principais meios utilizados pelos brasileiros para o pagamento de serviços e compra de bens. Obviamente, o sistema de papel cada vez mais perde seu espaço ante os dinheiros de plástico, vulgo cartões de crédito e débito, mas nada que faça tornar seu uso dispensável.

O Indicador de Cheques Sem Fundo divulgado pela Serasa Experian, na segunda-feira (23 de maio), acusou que a inadimplência com cheques recuou 5,8% no mês de abril em comparação a março. Em taxas mais elucidativas, do total emitido apenas 2,00%, no período, foi devolvido.

Segundo a Serasa Experian, entretanto, o volume de cheques devolvidos aumentou 7,5% no comparativo com abril de 2010. No quadrimestre inicial de 2011, o índice de cheques devolvidos chegou a 1,92%, sensível aceleração frente o percentual de 1,91% do período igual de um ano atrás.

Como é possível presumir, o término do pagamento do Imposto sobre a Propriedade do Veículo Automotor (IPVA), as principais despesas escolares de início de ano (uniformes e materiais), além do final de parcelamentos de viagens de férias e compras relacionadas ao Natal, incidiram nos dados do levantamento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Banco Central – Novas regras para devoluções de cheques


Os brasileiros dispõem de diversas modalidades de pagamentos para produtos e serviços. O mais comum, nos dias atuais, ainda é a cédula em papel, embora o "dinheiro de plástico", ou cartão de crédito e débito, venha apresentando participação mais elevada entre a população. Além desses dois há também sistemas como crediários e cheques.

É deste último caso (cheques) que o Banco Central (BC) deu maior tratamento na segunda-feira (16). Nota divulgada em sua página na internet abrange novas regras para sua devolução. A partir de agora, as instituições bancárias só poderão devolver cheques sob a argumentação de conta encerrada ou falta de fundos.

Outros motivos, como erros de preenchimento nos campos ou assinatura incorreta, por exemplo, deverão ser a causa declarada da devolução. Vale salientar que em função de conta encerrada ou falta de fundos o consumidor tem seu nome abrigado no cadastro de emissores de cheques sem fundo.

Por Luiz Felipe T. Erdei