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Taxas de juros do cheque especial subiram novamente


Taxas subiram de 13,56% ao mês em setembro para 13,72% ao mês em outubro. Segundo dados, essa é a nona alta consecutiva.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Equipe de Pesquisas da Diretoria de Estudos e Pesquisas do Procon de São Paulo, as taxas de juros do cheque especial tiveram aumento pelo nono mês consecutivo. A taxa média de 13,56% ao mês cobrada em setembro subiu para 13,72% ao mês em outubro. Ao todo, foram observadas as taxas cobradas em sete bancos: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Safra, Itaú, Bradesco, Santander e HSBC.

Esse é nono aumento consecutivo da taxa. Em 2016, a taxa só se elevou. Em janeiro, o valor dos juros cobrados no cheque especial era de 12,52%. Observa-se um aumento de 1,2 pontos percentuais em menos de um ano. Especialistas alertam o consumidor que, por conta das altas taxas de juros, as dívidas podem se tornar impossíveis de serem quitadas e pedem cautela na hora de contrair novos gastos. Para exemplificar, um consumidor com uma dívida de R$ 1.000 no cheque especial, se deixar essa dívida acumular sem pagar nada, após um ano terá uma dívida atualizada de R$ 4.677, tomando por base a taxa de juros atual, de 13,72% ao mês.

Três bancos foram os responsáveis por mais aumento na taxa do cheque especial. Bradesco, Itaú e Caixa Econômica Federal tiveram uma variação positiva na modalidade de crédito. No banco público foi onde se observou a maior variação nos juros: houve um aumento de meio ponto percentual em relação ao mês de setembro. A taxa, que em setembro era de 13,05% ao mês, agora está em 13,55% ao mês. Em seguida, vem o Bradesco, que teve uma variação de 13,15% ao mês para 13,55% ao mês. Apesar de mais modesta, a taxa do Itaú também subiu. Foi de 12,95% a.m. em setembro, para 13,14% ao mês agora em outubro.

Outra taxa que também registrou aumento foi a do empréstimo pessoal. A taxa média do empréstimo pessoal subiu de 6,8% ao mês em setembro para 7,05% ao mês em outubro. O aumento foi causado por uma elevação grande promovida pelo Banco do Brasil, que aumentou a taxa de 5,60% ao mês em setembro para 7,40% ao mês em outubro. Nesta modalidade de crédito, a Caixa Econômica Federal possui a menor taxa, de 5,5% ao mês, enquanto o HSBC possui a maior, de 8,99% ao mês.

Por Renato Senna Maia

Juros



Juros do cheque especial e empréstimo pessoal aumentaram


Em setembro, a taxa de juro do cheque especial foi de 11,9% ao mês, e a do empréstimo pessoal foi de 6,26% ao mês.

Utilizar o crédito do cheque especial nunca foi uma boa opção para o consumidor.  Pior ainda em épocas de crise como a que vivemos. No mês de setembro, a taxa média de juros para o empréstimo pessoal e para o cheque especial tive uma alta, segundo o registrado pela fundação Procon em uma pesquisa divulgada na última terça-feira (dia 8).

Para o empréstimo pessoal, a taxa registrada foi de 6,26% durante o mês, valor bem mais alto do que o registrado no mês de agosto, quando o índice era de 6,23% ao mês. A única alteração de um mês para o outro foi registrada na Caixa Econômica Federal, onde a taxa passou de 4,60% para 4,80% ao mês. Os demais bancos mantiveram a sua taxa.

Já a alta registrada no cheque especial foi ainda maior: uma alta de 11,9% ao mês, logo após registrar 11,67% no mês de agosto.

Os bancos pesquisados que tiveram alta foram o Banco do Brasil, onde a taxa foi de 10,53% para 11,38%, Banco Bradesco, que registrou variação de 11,30% para 11,64%, HSBC, com variação de 13,21% para 13,76% ao mês. Todos os outros bancos mantiveram suas taxas para o cheque especial.

No mesmo dia em que a pesquisa foi realizada, o Copom informou que os juros básicos do país se manteriam em 14,25%, após sofrerem aumento por sete vezes seguidas.

A taxa de juros do país está alta e não tem previsão para baixar. Nesse cenário, o Procon recomenda que o consumidor fique longe de armadilhas do crédito, como as facilidades que os bancos oferecem. Mesmo que pareça um bom negócio, entrar no chamado crédito rotativo pode ser uma armadilha sem volta para alguns consumidores. É aconselhável ficar longe dessas facilidades e até mesmo adiar algumas decisões de consumo que precisem de um crédito específico no momento. Melhor adiar para um momento mais oportuno, dizem os especialistas. É melhor esperar o cenário financeiro do país melhorar e os juros não estarem tão altos, para só então adquirir alguma dessas linhas de crédito, mas sempre com precaução, para não se enrolar.

Por Patrícia Generoso

Taxa de juros



Juros do cheque especial atingiram 241,3% ao ano em junho


Juro de cheque especial atingiu seu maior patamar desde 1995. Juros do cartão de crédito também estão em alta, registrando 372% ao ano.

Desde 1995 que não se via um juro tão alto para o cheque especial, que já soma 241,3% ao ano! A nova alta registrada em junho elevou o juro para o cheque especial a um patamar que não se via há quase 2 décadas, de acordo com as informações divulgadas pelo Banco Central na última quinta-feira (30).
No mês de maio a taxa já estava a 232% ao ano e em junho foi para 241,3% ao ano, registrando um aumento nos juros do cheque especial de 9,3%.

Para se ter uma noção mais precisa do que isso significa na vida do brasileiro, vamos tomar a título de exemplo uma dívida no cheque especial, no valor de R$ 1.000,00. Daqui a 12 meses, esta dívida estará em R$ 3.413,00.

No final do ano de 2013, os juros do cheque especial estavam em 148,1% ao ano, o que representa um aumento de 93,2% só nos últimos 18 meses.

Não precisa nem dizer que a dica dos especialistas é para que ninguém utilize o cheque especial e quem já está utilizando, trate de pagá-lo o mais rápido possível. Quem está devendo o cheque especial e tem dinheiro aplicado na poupança, deve retirar o montante da poupança para efetuar o pagamento do cheque especial, já que o rendimento da poupança não é capaz de cobrir os juros do cheque especial. E mesmo quem tem outros investimentos, deve fazer as contas, porque dificilmente vai encontrar um investimento que pague juros maiores do que é cobrado no cheque especial.

E os juros do cartão de crédito também estão em alta e eles atingem os usuários que não efetuam o pagamento total da fatura. Em junho os juros do cartão já chegaram a 372% ao ano, sendo a maior entre todas as modalidades de crédito. No mês de maio, o juro do cartão de crédito era de 360,5% ao ano. Em junho, o aumento foi de 11,5%.

O aumento da taxa de juro para o cheque especial e o cartão de crédito acompanha a alta da taxa básica, que foi fixada pelo Banco Central, no intuito de conseguir conter a inflação.

Por Russel

Juros do cheque especial



Alta nos juros do cheque especial e do cartão de crédito


No cheque especial os juros atingiram 232% ao ano e no cartão de crédito rotativo, atingiram 360,6% ao ano em maio.

O cenário econômico brasileiro não é dos melhores, porém, as taxas de juros continuam aumentando a cada mês de se passa. Dessa vez tivemos novamente o registro de aumento dos juros do cheque especial, bem como do cartão de crédito rotativo. Vale ressaltar que as taxas desses dois serviços são uma das mais caras do mercado financeiro.

Segundo dados oficiais do Banco Central, na virada de abril para maio de 2015 os juros do cheque especial conseguiram avançar 6%, ou seja, passou para 232% ao ano. Dessa forma, este é nada menos que o maior patamar dessa taxa desde dezembro de 1995. Na ocasião, a taxa dos juros do cheque especial atingiu 242,2% ao ano. A taxa de maio de 2015 é o maior patamar em 20 anos.

É importante destacar que o aumento das taxas de juros neste segmento vem crescendo de forma assustadora desde o final de 2013. Caso não saiba, em dezembro de 2013 essa taxa era de 148,1% ao ano. Se comparada a atual taxa de maio de 2015, tivemos um aumento de 83,9%.

Porém, essa não foi a única taxa a registrar aumento. Os juros do cartão de crédito rotativo, um dos maiores do mercado financeiro, também seguiram a onda de aumentos. O Banco Central informou que a taxa deste segmento alcançou nada menos que 360,6% ao ano em maio de 2015. Com isso, essa passou a ser a mais alta taxa de todas as modalidades de crédito.

Para aqueles que não sabem, os juros do cartão de crédito rotativo é a taxa resultante do não pagamento da totalidade da fatura do cartão de crédito. Além disso, é importante destacar que essa taxa atingiu o seu maior patamar desde sua série histórica iniciada em março de 2011. Tanto o BC como especialistas recomendam que os clientes não utilizem esse serviço.

Outro detalhe importante é que o aumento dos juros bancário veio juntamente com a alta da taxa básica da economia. Caso não saiba, essa taxa é estabelecida pelo Banco Central a cada 45 dias e tem como objetivo conter o avanço, bem como as consequências da inflação.

Por Bruno Henrique

Juros do cheque especial e cartão de crédito



Alta nos juros do cheque especial em fevereiro


Juros do cheque especial atingiram 214,2% ao ano

A economia brasileira vem passando por momentos difíceis, dessa forma, alta de juros se tornou algo comum em todo o país. Um grande exemplo disso foram os juros do cheque especial que subiram novamente no mês de fevereiro e chegaram à marca de 214,2% ao ano. Tais dados foram divulgados oficialmente pelo Banco Central na última quarta-feira, 25 de março. Esse é um valor recorde para a referida taxa, haja vista a mesma ter chegado ao seu maior valor desde março de 1996. Nesta ocasião a mesma chegou a 217,7%.

É importante destacar que estes aumentos nos juros cobrados pelos bancos para a linha de crédito já vem crescendo bastante desde o ano de 2014. Além disso, o Banco Central divulgou que o crescimento, nos últimos 14 meses, foi de 66,1%.

Um dos juros mais altos, segundo o Banco Central, é o juro do cartão de crédito rotativo. Para quem não sabe, este é o juro que incide quando os clientes não efetuam o pagamento total de sua fatura de cartão de crédito. A taxa deste juro atingiu a marca de 342,2% ao ano em fevereiro de 2015. Com isso, esta passou a ser a mais alta taxa das modalidades de crédito.

Neste cenário de taxas de juros bastante altas, os economistas recomendam que os clientes evitem ao máximo o uso de cheque especial, bem como cartão de crédito rotativo. Além disso, devido às grandes taxas praticadas, os economistas alertam que estas linhas de crédito só devem ser utilizadas em momentos de grande necessidade e seu uso deve ser em um período curto de tempo.

Além disso, uma pesquisa realizada pela Economatica Consultoria, destacou que mesmo com os problemas econômicos no Brasil, bem como a desaceleração econômica os bancos de capital aberto continuam com boa rentabilidade sobre patrimônio chegando a 18,23% em 2014. Essa representa mais que o dobro da rentabilidade dos bancos americanos no mesmo período, 7,68%.

Por Bruno Henrique

Juros do cheque especial



Anefac – Juros de Cartões de Crédito, Empréstimos Pessoais e Cheque Especial – Novembro de 2010


Informações levantadas pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) indicam que os juros em operações de crédito tornaram a crescer no mês passado após quatro períodos de recuos seguidos, com exceção para os praticados no cartão de crédito rotativo, que teve sustentada sua taxa.

Matéria exprimida pela Band Online revela que a taxa de juros para o consumidor passou de 6,69% em outubro para 6,74% em novembro, ao mês. O cheque especial, que com o passar dos dias cai em desuso perante o dinheiro de plástico, atingiu seu maior valor desde abril do ano passado para 7,59% ao mês, contra 7,44% de antes.

Em relação ao empréstimo pessoal nas financeiras houve reajuste para 9,48%, 0,06% acima do índice anterior. Para as empresas, por outro lado, o crescimento foi mais ameno entre outubro e novembro, de 3,76% para 3,79%.

Para Miguel Ribeiro de Oliveira, coordenador do levantamento, o aumento reflete a crise no Banco do Grupo Silvio Santos, o Panamericano, assim como o anúncio feito pelo Banco Central (BC), que majorou os depósitos compulsórios e incrementou o requerimento de capital para as operações com prazos acima de dois anos relacionadas a crédito para pessoas físicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento Taxa Juros Cheque Especial – Janeiro 2010


A taxa de juros empregada no cheque especial voltou a ascender no mês passado, após inúmeras quedas seguidas, informou recentemente a Anefac. A taxa média cobrada pelos bancos era de 7,27% em dezembro de 2009, mas em janeiro deste ano, o percentual subiu para 7,32%.

De acordo com informações do Portal G1 de notícias, as taxas médias cobradas no empréstimo pessoal em instituições bancárias deixaram de ser 4,82% ao mês para 4,88%, no mesmo instante em que no comércio a fixação deixou de ser de 5,74% para a nova configuração de 5,79%.

Outros percentuais subiram. Um deles é a taxa média de juros de crédito cobrada em operações feitas pelas empresas, deixando de ser 3,62% para alcançar o índice de 3,65% em janeiro deste ano.

Para saber as outras modificações ocorridas, acesse o link.

Por Luiz Felipe T. Erdei