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Valor da cesta básica caiu em 11 capitais brasileiras


De acordo com os dados do Dieese, 11 das 18 capitais brasileiras estudadas apresentaram queda no preço da cesta básica. A cesta com o valor mais baixo foi encontrada na cidade de Aracaju (SE) e com o valor mais alto, na cidade de Florianópolis (SC).

Por mais incrível que pareça o preço da cesta básica caiu em 11 das 18 capitais brasileiras, conforme dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

A cesta básica levantada pelo Dieese deve ser composta basicamente por óleo de soja, tomate, feijão e também por batata, além é claro da carne bovina, que sofre uma variação enorme dependendo de cada localidade, mais o leite, o arroz e ainda o pão francês, ou seja, uma cesta com proteínas, carboidratos, etc.

Esse já é o segundo mês consecutivo onde os preços da cesta básica estão diminuindo e podemos perceber em algumas das capitais, os seguintes dados:

  • Em São Paulo a queda foi de 1,39%;
  • Já em Recife essa queda ficou registrada na marca de 1,99%;
  • Para Natal o valor ficou também em uma queda de 1,18%;
  • Já a cidade de Goiânia apresentou uma alta de 1,36%;
  • Para a cidade de Aracaju teve uma alta de 1,15%;
  • Para a capital do país Brasília é mostrado uma alta no valor de 1,10%;
  • Em Manaus ocorreu uma alta de 0,26%;
  • Na cidade de Florianópolis foi apresentada também uma alta de 0,04%;
  • E ainda temos a cidade de Porto Alegre que apresenta também uma alta de 0,62%.

Com relação aos valores das cestas básicas as mais caras ficaram na cidade de Florianópolis, seguida por São Paulo, onde os valores são respectivamente, R$ 340,76 e R$ 333,12, enquanto que a cesta que apresenta o valor mais barato é diretamente da cidade de Aracaju, que sai por exatamente R$ 233,18.

O que percebemos com tudo isso é que independente da localidade onde o brasileiro esteja uma coisa é certa, que a cesta básica conforme a Constituição Brasileira não deve faltar na mesa e ela deve ser adquirida por todas as famílias que compõem a nossa sociedade, ou seja, o brasileiro deve ter um salário mínimo que supra a todas as suas necessidades.

O salário mínimo deve suprir de imediato as necessidades relativas às despesas de porte com a alimentação, a moradia, a saúde, a educação, o vestuário, a higiene, o transporte, o lazer e a previdência, mesmo com o Dieese dizendo que esse valor deveria ficar na faixa de R$ 2.862,73, em vez do valor atual de exatamente os R$ 788,00. 

Por Fernanda de Godoi

Cesta básica

Foto: Divulgação



Preço médio da cesta básica de SP teve recuo em janeiro


O preço médio da cesta básica do paulistano sofreu um recuo de 0,46% ao longo do mês de janeiro. Isso se deve muito à contribuição dos itens de Higiene Pessoal que sofreram uma queda significativa. Segundo informações do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o preço pago pelo conjunto de 31 produtos básicos na cidade de São Paulo em dezembro de 2014 era de R$ 422,84. No mês de janeiro/2015 foi e R$ 420,89.

Se analisado o período dos últimos 12 meses encerrados em janeiro, a cesta básica acumula alta de 11,23% em relação a idêntico período encerrado em janeiro de 2014.

Com a ajuda dos produtos de Higiene Pessoal, que sofreram queda de 0,97%, e Limpeza, com queda de 0,63%, o preço da cesta básica conseguiu fechar o mês de janeiro em baixa. A queda de preços no âmbito destes dois grupos desperta atenção, devido ao fato de se tratarem de matérias primas químicas cujos preços são cotados em dólar.

Vale lembrar que em janeiro de 2015 a moeda americana subiu 1,13% e relação a dezembro do ano passado, saindo de R$ 2,6550 para R$ 2,6830.  

Os alimentos também contribuíram para a queda do preço da cesta básica na cidade paulistana em janeiro. Segundo dados do Procon/Dieese, o recuo foi de cerca de 0,39%.  Se forem comparados item por item, a cesta básica paulistana se manteria estável. Dos 31 produtos que compõem a relação de produtos, 14 tiveram seus preços reduzidos, 14 aumentados e apenas 3 mantiveram-se como estavam em dezembro.  

Entre os produtos que se destacam na queda de preços estão farinha de mandioca torrada (11,11% o pacote de 500 gramas), papel higiênico (5,21% pacote com 4 unidades), leite em pó integral (3,37% embalagem de 400 – 500 gramas), alho (3,17% o quilo) e desodorante spray (2,90% a embalagem de 90-100 ml).  

Já em relação aos que apresentaram alta, estão o feijão carioquinha (16,47% o quilo), cebola (5,86% o quilo), biscoito de maisena (3,87% o pacote de 200 gramas), linguiça fresca (3,55% o quilo) e sabonete (3,41% a unidade de 90 -100 gramas).

Por William Nascimento

Cesta b?sica



Valor da Cesta Básica em Março de 2012 – Pesquisa do Dieese


De acordo com uma pesquisa realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o valor da cesta básica ficou menor em 11 das 17 capitais pesquisadas.

Um dos produtos que mais influenciaram o resultado foi a carne bovina, que teve o preço reduzido desde o mês de fevereiro, sendo que ao fazer uma comparação com o mesmo período em 2011, esse item teve aumento em 15 capitais. Segundo alguns especialistas da instituição, a previsão é que a oferta continue alta em abril devido à recomposição das pastagens.

A maior parte dos outros produtos apresentou alta quando comparado ao mês anterior. Entre estes produtos está o feijão, que teve aumento em 13 cidades, sendo que a alta mais expressiva foi em Manaus (com 12,53%), seguida por Salvador (com 9,14%), João Pessoa (com 8,61%) e Belém (com 8,37%).

Ao analisar o acumulado do ano, houve aumento em todos os produtos, sendo que nas cidades de Belém, Belo Horizonte, João Pessoa e Recife esse aumento foi mais significativo.

Ao levar em consideração o custo médio da cesta, a cidade de São Paulo apresentou o maior valor, com R$ 273,25.

Mesmo com essas variações o resultado foi considerado positivo, ao todo foram levados em consideração treze produtos essenciais aos brasileiros. 

Por Joyce Silva



Valor da cesta básica apresentou queda em São Paulo – Maio de 2011


O consumidor do município de São Paulo pode começar a comemorar, ao menos pelos próximos dias. Levantamento realizado pela parceria formada entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) assinalou baixa de 0,31% na cesta básica da semana encerrada em 19 de maio.

O valor anterior (do dia 12 deste mês) recuou de R$ 319,75 para R$ 318,76. Das três categorias sondadas pelo estudo, apenas Higiene Pessoal teve variação acrescida em termos positivos, de 1,50%. Em Limpeza e Alimentação as taxas baixaram 0,99% e 0,41%, respectivamente.

Os produtos que mais subiram, de acordo com a pesquisa, foram extrato de tomate (embalagem de 340 a 350 gramas), alta de 4,12%; salsicha avulsa comercializada por quilo, 3,54%; alho (quilo), 2,96%; frango resfriado inteiro (quilo), 2,76% e papel higiênico fino branco (pacote de 04 unidades), 2,60%.

No sentido inverso, as quedas mais elevadas foram registradas na batata inglesa (quilo), cujo índice cedeu 12,10%; na margarina (pote de 250 gramas), -3,64%; na linguiça fresca (quilo), -2,35%; no arroz (pacote de 05 quilos), -1,82% e no sabão em pó (pacote de 01 quilo), -1,71%.

Na variação semanal, 17 dos 31 produtos examinados subiram de preços, outros 12 diminuíram e somente dois nutriram os mesmos valores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Valor da cesta básica subiu 1,5% em abril


É de direito do consumidor acesso a transporte, moradia, saneamento básico, entretenimento e outros dispositivos ofertados pela Constituição do Brasil. No caso da alimentação, um dos casos, os paulistanos despenderam montante mais elevado para adquirirem a cesta básica no mês de abril.

Segundo dados divulgados pela parceria formada entre a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor da cesta subiu 1,5% em abril em comparação a março, de R$ 314,18 para R$ 318,88.

O levantamento revela que dos 31 produtos sondados no confronto mensal, 20 registraram valores mais elevados, nove diminuíram de preços e apenas dois nutriram os mesmos custos. Na variação mensal, os grupos Alimentação e Limpeza descreveram avanço em seus índices, de 1,55% e 2,60%, respectivamente. Apenas Higiene Pessoal recuou, para taxa negativa de 0,31%.

Os produtos que registraram maior elevação nessa base comparativa, delimitado o peso exercido sobre a cesta, foram a batata comercializada por quilo, cuja taxa subiu 1,38%, o feijão carioquinha (pacote de 01 quilo), 0,15%, e o sabão em pó (pacote de 01 quilo), 0,15%, bem como café em pó papel laminado (pacote de 500 gramas), 0,13%, e leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), com avanço de 0,11%.

Em termos de valores, as maiores elevações foram sentidas na batata, uma vez que seu índice subiu 62,07% no período, no feijão, com aumento de 5,29%, no alho, de 4,89%, na cebola, de 4,47%, e no detergente, 5,88%.

No sentido oposto, as quedas mais cruciais foram registradas no frango, -6,68%, no arroz, -3,14%, no desodorante, -3,04%, no papel higiênico, -2,56%, e no absorvente, -1,91%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Cesta básica tem preço elevado para R$ 319,75


O consumidor do município de São Paulo continua sentindo no bolso o custo, semanalmente elevado, da cesta básica. Levantamento divulgado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) exprime que o preço médio da semana passada subiu de R$ 319,73 para R$ 319,75 esta semana, diferença de 0,01%.
Dos três grupos avaliados, apenas Higiene Pessoal registrou baixa em sua taxa de variação, com índice negativo de 1,33%. Enquanto isso, nas categorias Alimentação e Higiene ocorreram acréscimos de 0,01% e 1,09%, respectivamente.
Os produtos que apresentaram maior elevação de preços na semana de 06 a 12 de maio foram sabonete (unidade de 90 a 100 gramas), com alta de 3,13%, carne de segunda sem osso (quilo), 2,73%, sabão em barra (unidade), 2,63%, leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), 1,66%, e carne de primeira (quilo), 1,40%.
Por outro lado, as maiores quedas foram sentidas no papel higiênico fino branco (pacote com 04 unidades), cuja taxa variou negativamente em 7,25%, batata (quilo), -4,42%, biscoito maizena (pacote de 200 gramas), -3,94%, margarina (pote de 250 gramas), -2,65%, e feijão carioquinha (pacote de 01 quilo), -2,50%.
Dos 31 produtos sondados e presentes na cesta básica, 12 descreveram alta de valores na semana encerrada em 12 de maio, outros 17 delinearam baixa de preços e apenas dois ficaram inalterados.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Preço da cesta básica aumenta em 0,20%


Dados divulgados pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que o custo da cesta básica no município de São Paulo avançou 0,20% na semana entre 29 de abril e 05 de maio em comparação ao período anterior. O valor anterior, de R$ 319,10, passou para R$ 319,73.

O único grupo a apresentar aceleração no índice de variação foi Higiene Pessoal, com taxa positiva de 3,08%. As categorias Limpeza e Alimentação delinearam recuo de 0,01% e 0,45%, respectivamente.

Os aumentos mais relevantes foram sentidos no papel higiênico fino branco (pacote com 04 unidades), cujo índice avançou 8,95%; na margarina (pote de 250 gramas) e na batata (quilo), ambas com alta de 4,63%, alho (quilo), 3,75%, e salsicha avulsa (quilo), 3,37%.

De acordo com o levantamento, as maiores quedas foram registradas na dúzia de ovos branco, com decréscimo de 1,75%, no absorvente aderente (pacote de 10 unidades), -1,46%, na carne de segunda sem osso (quilo), -1,44%, no extrato de tomate (embalagem de 340 a 350 gramas), -1,16%, e no leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), -1,09%.

O estudo também revela que dos 31 produtos sondados na semana em questão, 13 descreveram alta de preços, 12 recuaram e apenas seis mantiveram seus números.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Valores apresentaram queda em abril de 2011


Todo brasileiro tem direito a moradia, alimentação, acesso a transportes, educação, lazer e entretenimento, saneamento básico e outros recursos garantidos pela Constituição. Mesmo assim, num país de tantas desigualdades é bem comum observar cidadãos transitando pelas ruas em carros luxuosos, enquanto a poucos metros vários grupos de mendigos encontram-se desamparados.

A cesta básica, que compreende itens primordiais para uma existência digna, apresentou decréscimo de preços em 14 das 17 capitais sondadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no mês de abril. A maior baixa, de 7,87%, ocorreu em Salvador, seguida por Recife, com arrefecimento de 3,69%, e Aracaju, onde o recuo chegou a 3,36%.

A Pesquisa Nacional da Cesta Básica apontou que o maior avanço ocorreu em Porto Alegre, cujo índice constatado foi de 1,34%. Seguiram essa cidade Florianópolis e São Paulo, com aumentos de 0,91% e 0,35%, respectivamente.

Com esses dados em mãos, o Dieese ressalta que a cesta básica de São Paulo ainda é a mais cara do país, com cotação em R$ 268,52, enquanto aos porto-alegrenses o custo subiu para R$ 264,63. No ponto oposto, a cesta mais barata no mês de abril foi a de Aracaju, por R$ 185,88, acompanhada pela de João Pessoa, R$ 198,79, e Recife, R$ 202,03.

O Dieese assinala que o tomate figurou como o principal produto a pressionar o valor da cesta básica para baixo no mês passado, tanto que em 13 dos 17 locais sondados a baixa foi acima de 10%. Em contrapartida, a batata subiu em todos os locais, com destaque para o salto de 43,1% de Curitiba.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Portal Brasil



Cesta básica de São Paulo aumenta para R$ 318,21


Um dos quesitos utilizados para medir o salário mínimo do trabalhador, a cesta básica nem sempre converge com o real valor do piso. O pacote de produtos essenciais à existência do cidadão vem apresentando elevação nos últimos meses, com destaque ao município de São Paulo, um dentre os locais com o maior custo de vida em todo o Brasil.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em sociedade com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que o valor da cesta básica no município saltou 0,24% na semana entre os dias 08 e 14 de abril em comparação ao intervalo imediatamente precedente. Os anteriores R$ 317,37 foram “substituídos” por R$ 318,21 ao final do mais recente período.

Dos 31 produtos sondados pelo levantamento, 15 ilustraram avanço em seus valores, outros 13 diminuíram de preços e apenas três mantiveram os números. O único grupo a ilustrar desaceleração em seu custo foi Alimentação, com baixa de 0,05%. Limpeza e Higiene Pessoal, por outro lado, delinearam alta de 2,03% e 1,01%, respectivamente.

Os produtos que mais apresentaram incremento de preços foram a batata (por quilo), com índice positivo de 4,85%, seguida por papel higiênico fino branco (pacote com quatro unidades), +4,74%, salsicha avulsa (quilo), +4,10%, sabão em barra (unidade), +3,95%, e cebola (quilo), +3,83%. Em contrapartida, registraram decréscimos macarrão com ovos (pacote de 500 gramas), -2,70%, desodorante spray (de 90 a 100 mililitros), -2,15%, feijão carioquinha (pacote de 1 quilo), -1,67%, frango resfriado inteiro (quilo), -1,62%, e sabonete (unidade de 90 a 100 gramas), -1,54%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Preço da Cesta Básica em São Paulo – Abril 2011


O país começa a enfrentar um período de desaceleração da economia. As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 estão quase 3,5% abaixo dos dados consolidados de 2010 (7,5%), por isso os consumidores precisam estar atentos quanto a seus gastos que não envolvem necessariamente esse indicador, mas outros diretamente relacionados.

Informações divulgadas pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o valor da cesta básica no município de São Paulo subiu 1,02% na última semana.

O valor anterior, de R$ 314,18, avançou para R$ 317,37. Os três grupos sondados pela pesquisa registraram alta em suas taxas, com destaque para Limpeza, cujo índice progrediu 1,94%. Alimentação e Higiene Pessoal apresentaram variação de 0,99% e 0,16%, respectivamente.

Dos 31 produtos examinados pela pesquisa da Procon-SP e do Dieese, 18 descreveram alta, enquanto outros 11 diminuíram de preços e dois nutriram o mesmo valor. A batata (vendida por quilo) registrou incremento de 30,46%, seguida pelo feijão carioquinha (comercializado por quilo), com ascensão de 5,73%. No contramão figuraram arroz (pacote de 5 quilos), com decréscimo de 2,71%, e papel higiênico fino branco, com baixa de 2,56%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Valor da cesta básica em São Paulo – Queda em fevereiro de 2011


Essencial medidor do salário mínimo do brasileiro, a cesta básica compõe produtos que são essenciais para a boa vivência de todo ser. As diferenças sociais, porém, impedem que as pessoas tenham acesso a produtos semelhantes; em alguns lares há arroz, feijão e ovo; em outros, carne de primeira e outros alimentos de custo elevado.

Pesquisa edificada em parceria entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação de Proteção de Defesa do Consumidor (Procon-SP) abaliza que o valor da cesta básica caiu 2,38% em fevereiro sobre janeiro, para R$ 307,29.

Dos 31 produtos sondados na pesquisa, 18 apresentaram arrefecimento em seus preços, dez registraram avanço e outros três mantiveram seus valores. A categoria de destaque no recuo foi Alimentação, com baixa de 2,77% de janeiro a fevereiro, seguida por Limpeza, com decréscimo de 1,49%. A alta ficou a cargo da classe Higiene Pessoal, com índice positivo de 0,55%.

No acumulado do ano, o valor da cesta básica na capital paulista arrefeceu 3,70% e nos últimos meses, adquiriu alta de 7,21%.

Os produtos que apresentaram maior elevação de preço foram ovos (8,16%), absorvente (2,93%), creme dental (2,48%), óleo (1,89%) e farinha de mandioca (1,81%). No oposto, as maiores baixas ficaram a cargo da carne de primeira (9,39%), do alho (7,65%), do feijão (5,24%), do arroz (4,32%) e da linguiça (2,91%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon-SP



Procon-SP – Valor da Cesta Básica apresentou alta em São Paulo


Boa qualidade de vida não significa, necessariamente, ter dinheiro para adquirir todos os bens e serviços disponíveis. É trivial que os brasileiros tenham a seu favor uma série de componentes que tragam satisfação, então ilustrados na Constituição do país – acesso à moradia, saúde, diversão, alimentação etc.

A realidade, porém, é bem diferente em comparação à idealização. O salário mínimo, de R$ 545, é insuficiente para a realização de todos os pontos ideais, principalmente se relacionados alimentos. Prova destas poucas palavras é o valor da cesta básica no município de São Paulo, que na semana de 4 a 10 de março acumulou alta de 0,27% em comparação aos sete dias anteriores.

Com esse avanço, sinaliza a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP), o custo da cesta-base, como muitos preferem dizer, passou de R$ 310,25 para R$ 311,09. O grupo Alimentação representou avanço de 0,33%, assim como Limpeza, cujo índice cresceu 0,19%. A única baixa foi de -0,23% no grupo de Higiene Pessoal.

Desde o início de março, ressalta a fundação, a cesta básica no município acumula avanço de 1,24% e nos últimos 12 meses, de 7,76%.

Os produtos que apresentaram maior crescimento foram a batata, por quilo (5%), a cebola, por quilo (4,69%), o sabonete, unidade de 90 a 100g (1,59%), o macarrão com ovos, pacote de 500g (1,36%) e o frango resfriado inteiro, por quilo (1,19%). Por outro lado, as maiores quedas constadas ficaram por conta do creme dental, tubo de 90g (2,38%), do biscoito maisena, pacote de 200g (1,65%), da salsicha avulsa, por quilo (1,42%), do alho, por quilo (1,36%), e do desodorante spray, em embalagem de 90 a 100 ml (1,29%).

De todos os 31 produtos sondados no levantamento, 16 contraíram alta de preços, dez tiveram custos mais baixos e apenas cinco ficaram estáveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon



Valor da Cesta Básica em fevereiro de 2011 – Queda em algumas cidades e alta em outras


Ter acesso à alimentação é uma das principais determinações estipuladas na Constituição Brasileira, embora vários habitantes passem por situações como fome e miséria. Divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a Pesquisa Nacional da Cesta Básica apresentou baixa em nove das 17 capitais sondadas no mês de fevereiro.

As principais quedas constatadas pelo Dieese ocorreram em Florianópolis, de 2,07%, e em Brasília, de 2,02%. Em São Paulo a baixa foi bem menor, de 0,03%, ainda deixando a cidade com a cesta mais cara (R$ 261,18) do país em comparação às demais capitais. Imediatamente a seguir aparece Porto Alegre, que após a elevação de 0,71% no percentual em questão o valor da cesta chegou a R$ 256,51.

Por outro lado, Recife, Curitiba e Aracaju foram as regiões de maior destaque na alta do custo da Cesta Básica em, respectivamente, 3,20%, 3,36% e 4,32%.

Esse indicador serve de base para a determinação do salário mínimo ideal para o brasileiro ter acesso a todos os bens e serviços possíveis. Segundo o Dieese ao levar em consideração a cesta de São Paulo por ser a mais cara, o valor do mínimo, em fevereiro, deveria ter chegado a R$ 2.194,18, ou seja, mais de quatro vezes em relação aos R$ 545 do mínimo recém-acordado pelo governo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Dieese



Valor da Cesta Básica em São Paulo SP – Janeiro 2011


Essencial para a subsistência, o preço da cesta básica começa a cair. Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em conjunto com a Fundação Procon-SP revela que o preço médio recuou 1,36% entre novembro de 2010 e janeiro de 2011.

No levantamento do dia 28 de novembro, o valor da cesta básica chegou a R$319,11, mas em 31 de janeiro cedeu para R$ 314,78. O estudo assinala que dos 22 produtos sondados na pesquisa, meia dúzia apresentou avanço nos preços, sete mantiveram estabilidade e outros nove, baixa superior a um ponto percentual. De 31 produtos examinados na variação mensal, ressalta o Procon-SP, 16 registraram elevação, 12 decaíram de preços e três nutriram os mesmos valores.

Relacionados índices por grupos, Alimentação encerrou o período em questão com arrefecimento de 1,97%, ao mesmo tempo em que Limpeza e Higiene Pessoal minutaram progresso de 1,85% e 1,22%, respectivamente.

Os produtos que apresentaram maior elevação foram a salsicha, com taxa positiva de 4,60%, e a farinha de trigo, com alta de 4,52%. Em seguida figuraram sabão em barra, 2,75%, água sanitária e absorvente, cada qual com ascensão de 2,50%.

Por outro lado, de acordo com o Procon, o preço do feijão recuou 19,08%, o da batata 10,76%, o do frango 4,52%, o da cebola 3,94% e o do queijo mussarela 3,47%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Valor da Cesta Básica apresentou queda em São Paulo


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) em sociedade com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) indica que o custo da cesta básica no município de São Paulo recuou 1,11% entre os dias 28 de janeiro e 3 de fevereiro.

Na semana anterior a esta analisada, o valor era de R$ 315,61, passando, portanto, para R$ 312,11. Destacado apenas fevereiro, a variação foi de -0,85% e enfatizados os últimos 12 meses, alta de 10,01%. Dos 31 produtos estudados no confronto semanal, 13 abarcaram avanço em seus preços, outros 16 diminuíram e somente dois permaneceram iguais.

O grupo Alimentação apresentou baixa de 1,36%, com destaque para carne de segunda (sem osso), que arrefeceu 3,37%. A categoria Limpeza cresceu 0,62% e o grupo Higiene Pessoal, por sua vez, contraiu baixa de 0,66%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon-SP



Valor da Cesta Básica sobe para R$ 307 em dezembro


Para assegurar sua alimentação, o consumidor precisa ir a supermercados atrás de produtos como arroz, feijão, óleo, azeite e outros itens correlatos. Obviamente, não é somente de mercadorias básicas que os cidadãos almejam viver e para conseguir uma alimentação variada, precisam desembolsar maiores valores.

A cesta básica é capaz de pontuar alguns indicadores, entre eles o do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e o salário mínimo ideal para a população sanar todas as suas necessidades, além das alimentícias.

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) também é responsável por análises similares, tais como o indicador da Cesta AbrasMercado, examinada pela consultoria GfK. Em dezembro do ano passado, a variação nesse quesito foi de 2,19% sobre novembro, com  acumulado anual em 17,41%.

A Cesta AbrasMercado é calculada com base no valor de 35 produtos de amplo consumo entre os brasileiros. Na opinião de Sussumu Honda, presidente da associação, o incremento é notável, pois o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 10,39% em 2010.

Com essa alta descrita, segundo a Abras, o valor da cesta básica chegou a R$ 307,40 em dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Abras



Cesta Básica de São Paulo está mais barata


Breve nota divulgada pela Fundação Procon de São Paulo, em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ressalta que o valor da cesta básica no município, decresceu 1,93% na semana de 14 a 20 de janeiro em comparação ao período imediatamente anterior.

Segundo a Procon-SP, entre a semana encerrada em 13 de janeiro e o levantamento atual, o custo da cesta básica, que engloba os itens essenciais para a subsistência de cada pessoa, caiu de R$ 320,24 para R$ 314,07.

No acumulado do mês até o dia 20, a variação do valor da cesta básica chegou a 1,58% negativo, e nos últimos meses, diferentemente, variação positiva de 11,49%. Dos 31 produtos sondados no estudo, 23 apresentaram queda nos preços, cinco contraíram alta e os demais (três) permaneceram com os valores estáveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon



Preço da Cesta Básica em São Paulo – Queda na 2ª semana de Janeiro de 2011


Essencial a toda e qualquer família, a cesta básica na cidade de São Paulo ficou mais barata na segunda semana de janeiro em comparação à primeira semana. De acordo com estudo edificado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP), o valor caiu 0,45%, para R$ 320,24.

Dos 31 itens avaliados pela entidade, 16 apresentaram aumento nos preços e outros 13, por outro lado, decréscimo. Apenas dois mantiveram os mesmos valores.

O preço da batata por quilo decaiu 5,92%, para R$ 1,59. Feijão carioquinha, ovos brancos, biscoito maisena e queijo mussarela apresentaram decréscimo de 4,58%, 2,75%, 2,38% e 2,07%, respectivamente.

Por outro lado, papel higiênico fino branco (pacote de quatro unidades) apresentou alta de 6,45%margarina, de 4,26%, absorvente aderente (pacote com 10 unidades), de 4,02%, e farinha de trigo, avanço de 3,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Cesta Básica – Alta nos Preços em 14 capitais brasileiras – 2010


Dados reunidos pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) assinalam que o valor dos componentes da cesta básica cresceu acima de 10%, no ano passado, em 14 das 17 capitais sondadas pelo estudo, com destaque para Goiânia, que contraiu alçamento de 22,9%.

Os demais locais com alta foram Recife, com avanço de 19,96%, Natal, 18,14%, Manaus, 16,73%, Fortaleza, 16,21%, São Paulo, 16,2% e Curitiba, de 15,16%. Além desses, em João Pessoa, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belém, Vitória, Belo Horizonte e Salvador ocorreu incremento respectivo de 13,84%, 13,74%, 12,92%, 10,65%, 10,46%, 10,41% e 10,13%.

Segundo matéria veiculada pela Band Online, somente em Porto Alegre, Brasília e Aracajú ocorreram variações abaixo de 10% (6,13%, 5,15% e 3,96%, respectivamente). Embora a maior alta tenha ocorrido em Goiânia, a cesta básica mais cara do Brasil ainda foi representada por São Paulo, que ao final de 2010 chegou a R$ 265,15.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Alta nos Preços em São Paulo na 1ª semana de Janeiro de 2011


O bem-estar social é um dos patamares almejados por todas as pessoas. Conforto financeiro, bom relacionamento interpessoal e profissional, além de outros pontos, surtem nas pautas de grandes portais de comunicação, nas entrelinhas, e em blogs de jovens e adultos.

Um dos fatores iniciais para esse alcance é o sustento alimentar, nem sempre assistido pelo estado, mas em melhores condições ante anos atrás. A cesta básica, um dos componentes que medem tanto o preço dos alimentos de maneira individual como, também, quanto o salário mínimo deveria valer, voltou a subir para os residentes da cidade de São Paulo.

Segundo estudo veiculado pela Fundação Procon, na semana terminada em 28 de dezembro a cesta básica custava, em média, R$ 319,11, porém no início de 2011 passou para R$ 321,88. Dos 31 produtos listados, 21 apresentaram elevação de preços.

As mercadorias que contraíram alta foram a cebola, de 8,66%, a batata, de 3,8%, a margarina, de 3,19%, a salsicha (avulsa), de 2,66%, e a carne de primeira, de 2,63%. Por outro lado, feijão carioquinha, papel higiênico fino branco (pacote com quatro unidades), queijo mussarela fatiado e linguiça fresca obtiveram recuo de 1,77%, 1,04%, 0,52% e 0,26%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Portal R7



Cesta Básica – PL visa exonerar impostos de produtos


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva ostentou, principalmente nos últimos meses de sua vigência, a diminuição dos índices de pobreza por todo o país. Uma das ferramentas utilizadas em seu mandato foi o Bolsa Família (que ainda continua), conhecido mundialmente como um dos programas de transferência de renda mais bem sucedidos.

Na intenção de diminuir o valor da cesta básica, a Câmara dos Deputados analisa, atualmente, proposta de exoneração da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) sobre alguns componentes incluídos no pacote de produtos essenciais à subsistência do ser humano.

Estão abarcados no Projeto de Lei (PL) 7858/2010 açúcar, arroz, café, farinha de mandioca, feijão, fubá, macarrão, óleo e sal refinado. De acordo com o portal de Economia UOL, o intento idealizado por Neilton Mulim, deputado do PR do Rio de Janeiro, está em análise, em caráter definitivo, pelas comissões de Constituição e Justiça, de Finanças e Tributação e de Cidadania.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Alta nos Preços – São Paulo – Novembro de 2010


A alta no preço dos alimentos tem elevado o valor da cesta básica em todo o país. Levantamento feito em sociedade entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos e a Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) revela que o aumento foi de 0,47% em São Paulo na semana encerrada em 25 de novembro.

Devido a esse avanço, o custo da cesta básica chegou a R$ 321,21, em média, dos quais R$ 25,06 provenientes de produtos de higiene pessoal, R$ 29,82 de mercadorias de limpeza e R$ 266,33 relacionados a gastos em componentes de alimentação. De acordo com o estudo, dos 31 itens consultados 15 registraram aumento nos preços, 13 ficaram mais em conta e outros três não sofreram qualquer tipo de modificação.

Matéria veiculada pelo portal R7 atesta que o papel higiênico foi o elemento com a maior alta, de 4,95%. Em seguida figuraram a cebola, com avanço de 4,39%, o frango resfriado (por quilo), com incremento de 3,50%, e o biscoito maisena, com índice para cima em 3,42%.

Diferentemente das altas descritas anteriormente, a batata (por quilo) foi a que sofreu maior baixa entre os produtos, de 8,65%, comboiada pelo sabão em barra (unidade), –4%, e o alho (por quilo), com recuo de 2,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese e Procon-SP – Preços da Cesta Básica em São Paulo – Alta em Outubro de 2010


Dados divulgados em parceria entre a Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelaram que a cesta básica cresceu 3,98% na cidade de São Paulo em outubro ante seu mês imediatamente anterior.

Confirmando informações antecedentes, o aumento dos valores praticados na carne bovina e no feijão influenciou o novo preço da cesta básica, que cresceu entre setembro e outubro de R$ 299,99 para R$ 311,94. Entre os 31 produtos abarcados no estudo, 23 sofreram elevação e os demais, baixa.

Os produtos que mais aumentaram, de acordo com o portal R7, foram os alimentícios (4,58%), e também o grupo de higiene pessoal (2,71%). A categoria de limpeza, diferentemente, apresentou leve decréscimo de 0,03%.

Para se ter ideia do descrito anteriormente, o pacote de 1 quilo do feijão carioquinha contraiu elevação de 9,94%, enquanto a carne de segunda, sem osso, cresceu 9,31%. A farinha de trigo não ficou distante, uma vez que teve preço superior em 6,85%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



São Paulo tem a Cesta Básica mais Cara do Brasil – Junho 2010


O salário mínimo de cada brasileiro deveria ser superior a R$ 2 mil segundo estudos especializados sobre o tema, diferentemente do valor atual, de R$ 510. Muitos cidadãos, inclusive, conseguem sustentar suas famílias com esse montante – obviamente, para apenas sobrevivência. Acesso a lazer, aquisição de imóvel e veículos automotores são conquistados somente por alguns felizardos.

A alimentação, de vital importância para o corpo e para o próprio varejo, é restrita em alguns casos em virtude dos altos impostos, pois nem sempre um produto vale o quanto deveria valer. A cesta básica, por exemplo, agrega itens básicos e mesmo assim consome quase todo o mínimo.

A cidade de São Paulo, eclética, porém caro para se viver, liderou o negativo ranking de local com a cesta básica mais alta da nação no mês de junho. Levantamento divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) assinalou preço na capital paulista de R$ 239,38 nesse mês, mesmo com arrefecimento de quase 3,9% ante junho

Atrás de São Paulo, de acordo com o portal de notícias G1, figurou Porto Alegre, com diferença de menos de R$ 2. As cidades com melhor custo, em junho, foram João Pessoa, Fortaleza e Aracaju.

Com tantas contas de consumo, como parte da população consegue ser feliz e viver tão intensamente se a própria cesta básica retira em vários percentuais seu poder de compra?

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Preços Reduzidos em Julho de 2010


Segundo um levantamento divulgado nesta quarta-feira, 04 de agosto de 2010, pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o preço da cesta básica do brasileiro no mês de julho deste ano reduziu em dezesseis capitais do país, dentre a mesma quantidade pesquisada.

Os principais produtos responsáveis pela queda dos preços foram o tomate, o açúcar e a batata, sendo que, somente no Rio de Janeiro, o tomate obteve um decrescimento de 41,77% no valor.

Em contrapartida, o pão e o óleo apresentaram aumento de preços em julho em dez localidades. A maior diminuição de preços da cesta básica ocorreu no Rio de Janeiro, seguida por Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Já a cesta básica mais cara ficou por conta da cidade de São Paulo.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Correio Braziliense



Cesta básica do brasileiro tem aumento no consumo


Em 2009 houve um crescimento no consumo da cesta básica, por parte do consumidor, especialmente nas classes D e E, cujo aumento foi de 21% em relação ao ano anterior.

E isto se deve ao fato desta classe ter tido um aumento real em sua renda nos últimos anos, passando inclusive a incorporar produtos mais sofisticados na sua cesta básica, a qual pode ser considerada atualmente como semelhante à da classe C.

Itens como leite em pó, loções e cremes estão na lista dos que foram adicionados à cesta, que também obteve um aumento no consumo de marcas mais caras.

A pesquisa foi realizada pela Kantar Worldpanel (ex-Latin Panel), e foi publicada no site do Hoje em Dia.



Aumento da Cesta Básica em 10 Capitais Brasileiras


O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socieconômicos (Dieese) fez um levantamento sobre a Cesta Básica em 17 capitais brasileiras. O resultado final foi o de que ela ficou mais cara em 10 dos locais analisados. Dessas mensuradas, Goiânia foi a que teve o maior aumento, de 4,61%, segundo o Portal de Economia UOL com base em informações do Infomoney.

Os dados obtidos pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica salientaram, em janeiro deste ano em comparação com dezembro de 2009, que as outras sete capitais ponderadas tiveram queda, dentre elas São Paulo, com -1,39%, Brasília, com -3,49% e Belo Horizonte, com -3,87%.

A cidade de São Paulo registrou o valor da cesta básica em R$ 225,02 no primeiro mês deste ano. Por outro lado, Porto Alegre teve o valor mais elevado, de exatamente R$ 236,55 segundo o UOL. Aracajú foi a capital com o preço mais vantajoso, estimado em R$ 169,13.

Confira os percentuais de outras localidades aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Preço Cesta Básica – Chuvas e Dólar Aumenta Preço de Alimentos


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) revelou que a forte aceleração vista nos reajustes de produtos alimentícios em janeiro deste ano e as fortes chuvas, que há quase dois meses não cessam, prejudicaram a colheita brasileira em inúmeros Estados. Atrelado a isso, os efeitos do dólar fizeram com que os alimentos apresentassem alta em seus preços finais.

Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de índices de preços do IBGE, afirma que enquanto os alimentos denominados in natura tiveram impulsão no valor devido às chuvas, bacalhau e pão francês, por exemplo, sofreram a influência do dólar, com alta de 8% em janeiro deste ano.

Por outro lado, o setor de carnes e açúcar cristal, não mencionados anteriormente, tiveram variação em virtude de reajustes acoplados ao aumento da demanda internacional. Segundo Eulina, daqui em diante será necessário que haja vigilância nesses preços, para saber se essa tendência permanecerá dentro dos próximos meses.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei