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PIB do Brasil só deve voltar ao Normal em 2019


Analistas acreditam que 2016 será o ano mais recessivo para o PIB Brasileiro. Recuperação deverá ocorrer só em 2019.

De acordo com especialistas, podem ser elencados uma série de fatores responsáveis pela derrocada da economia brasileira nos últimos anos: descontrole nos gastos públicos, crise política e diminuição do excesso de liquidez na economia mundial.

No entanto, é quase um consenso a opinião de que, diferentemente de outros momentos, a crise atual não pode ser atribuída a um suposto cenário de crise externa, e sim aos prórios erros econômicos e políticos do governo brasileiro.

PIB de 2013 somente em 2019

Segundo estimativas do relatório Focus (espécie de síntese das expectativas do mercado feita pelo Banco Central sobre a realidade da economia brasileira), a economia do país só deverá entrar nos trilhos no final de 2019.

A projeção é que nesse ano o PIB Brasileiro atinja o montante de R$ 5.512 trilhões de reais (valor correspondente ao ano de 2013), saindo, portanto, do maior quadro recessivo da história do país.

Ainda com base nas projeções da Focus, esse ano de 2016 será o mais recessivo, onde o PIB Brasileiro não deverá ultrapassar os R$ 5. 277 trilhões de reais.

A Crise Política

Sem dúvida, um dos fatores determinantes para essa realidade, segundo especialistas, é a crise política instalada no país desde 2015, ano de incertezas, de acordo com analistas.

Essa instabilidade teria provocado uma alteração na projeção do crescimento econômico brasileiro, que até então acreditava-se que se daria em 2018.

A perda do mandato da presidente da república, incentivada pela rejeição das contas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pelo processo de cassação da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), seriam uma espécie de pano de fundo para o maior quadro recessivo da economia brasileira desde o início dos anos 30, segundo o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Retomada do Crescimento

O quadro agravou-se ainda mais após a retirada do grau de investimento do país em 2015, pela Standard & Poors (mais importante agência de classificação de risco de crédito no mundo).

O resultado, entre outras coisas, foi uma sensível queda do Real frente ao dólar, fazendo com que os analistas projetem um PIB de cerca de US$ 1,370 trilhões de dólares em 2019, em comparação com o ano de 2013, cujo valor em dólar era de US$ 2,387,00.

No entanto, analistas apontam o caminho para a retomada do crescimento da economia brasileira, que deve estar definitivamente atrelado a uma série de medidas, de ajustes fiscais (inclusive com a possibilidade, ainda distante, de aumento de impostos), ao equilíbrio do jogo político (a partir da definição do processo de Impeachment), além do controle da inflação e do aumento do nível de emprego, por meio de investimentos em setores estratégicos.

Vivaldo Pereira da Silva



Inflação poderá encerrar o ano em quase 10%


Segundo especialistas do mercado, o IPCA poderá encerrar este ano em 9,91%.

Na última semana do mês de outubro, o mercado financeiro subiu a previsão do Índice de Preços ao Consumidor Amplo de 2016 para 9,91%. Entretanto, especialistas do setor econômico estão prevendo uma queda maior do PIB. As previsões do mercado financeiro para a inflação do ano de 2015 e de 2016 continuaram decaindo desde a semana passada.

Na estimativa dos analistas para o setor de atividade do mercado econômico brasileiro, a previsão é uma queda tremenda.

No que se refere o ano de 2015, a expectativa dos especialistas é a que o índice da inflação oficial – IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), feche o ano em 9,91%, se aproximando da marca dos 10%. Cabe ressaltar que, para o início de outubro, a taxa esperada era de 9,85%. Se a estimativa for confirmada, teremos uma das maiores altas desde o ano 2002 – quando ficou em 12,53%.

Segundo os especialistas, a alta taxa do dólar e dos preços administrados tem forçado de forma considerável os preços neste ano de 2015. Além disso, a inflação de serviços, gerada pelos ganhos reais de salários, segue também em alta.

Para o próximo ano, os especialistas das instituições financeiras elevaram sua expectativa de inflação de 6,22% para 6,29% na última semana.

Em face do sistema de mercado que se desenvolve em território brasileiro, a meta central para o ano de 2015 e para o próximo ano é a de 4,5%. Entretanto, com o intervalo de tolerância existente, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pode variar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta estabelecida seja oficialmente desestabilizada. Logo, a partir deste cenário, a inflação deve superar o teto do sistema de metas do ano de 2015, algo que não vemos acontecer desde o ano de 2003.

Por Felipe Pancheri Colpani

Inflação



Impostômetro poderá bater recorde e registrar R$ 2 trilhões


A previsão é de que até o final deste ano o Impostômetro registre o valor de R$ 2 trilhões em arrecadação de impostos.

Que o Brasil é um dos países em que mais se paga impostos em todo o mundo, praticamente todos os cidadãos brasileiros sabem. O apelidado “impostômetro” mede a quantidade total de tributos pagos pelos brasileiros ao longo do ano.  O painel eletrônico, que mede toda a arrecadação de impostos do brasileiro, em tempo real, completou uma década neste ano e está localizado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), na Rua Boa Vista, região do centro da capital Paulista.

E por volta das 12h20 do dia 29 de junho deste ano, o valor total de impostos já pagos alcançou R$ 1 trilhão. No ano passado, o valor foi registrado somente no dia 10 de julho, o que aponta que houve aumento da carga tributária no país, e esse aumento tem gerado custos extras às empresas e aos cidadãos. Segundo o presidente da ACSP, Alencar Burti, é preciso unir forças e lutar por uma tributação mais justa.

O valor dos impostos arrecadados é destinado à União, aos municípios e estados do país. E a previsão total para este ano é que ao final de 2015, o Impostômetro chegue ao recorde e ultrapasse o valor de R$ 2 trilhões.

O painel digital foi criado para que o cidadão se conscientize sobre os impostos pagos e possa cobrar dos governos o retorno do valor pago, através de serviços públicos melhores.

É possível acompanhar o valor arrecadado através do site  www.impostometro.com.br. Na página também é possível descobrir o que pode ser feito com toda a arrecadação. Há exemplos como distribuição de cestas básicas, construção de postos de saúde, dentre outras melhorias que podem ser feitas com a verba. No site também há a opção de ver a quantidade de impostos pagos por cada estado e município brasileiro.

A iniciativa é importante para que a população esteja mais consciente e saiba cobrar seus direitos, e que haja maior fiscalização de para onde estão indo os recursos arrecadados. Quanto mais acessos e interações o site tiver, mais a população terá armas para lutar e até mesmo escolher melhor seus representantes nas próximas eleições. Uma população consciente é ideal para o progresso do país.

Por Rodrigo Silva

Impostômetro

Foto: Divulgação



Inadimplentes estão pessimistas com a situação do Brasil


Número de inadimplentes que consideram que a situação financeira no País está pior aumentou de 20% no 2º trimestre para28% no 3º trimestre.

A inadimplência é um problema sério, mas fica ainda mais grave quando este cidadão inadimplente fica pessimista. Infelizmente, em algum momento de nossa vida atravessamos situações difíceis e podemos não conseguir honrar nossas dívidas, mas estamos sempre procurando reverter a situação, conseguir um emprego, fazer uma economia e começar a pagar as dívidas pendentes.

Só que isso não vem acontecendo entre os brasileiros que estão cada vez mais desanimados com a situação do País. Uma pesquisa realizada pela Boa Vista SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito – mostrou que o número de inadimplentes que estão considerando pior a situação financeira aumentou de 20% no segundo trimestre deste ano para mais de 28% neste terceiro trimestre. E entre os inadimplentes que acham a situação melhor, diminuiu de 24% para 20%.

Outro fato apontado pela pesquisa da Boa Vista SCPC é que o cidadão inadimplente está muito mais preocupado com o futuro do País e, claro, com o seu futuro também.

70% dos entrevistados disseram acreditar em um futuro melhor e que a situação financeira tende a ser resolvida nos próximos 12 meses. A pesquisa feita no trimestre anterior apontou que 93% acreditavam nesta melhora, agora, somente 70% ainda têm esperança.

A pesquisa ainda apontou uma redução na intenção de compras, por parte dos inadimplentes, depois que eles pagarem suas dívidas. Somente 15% dos entrevistados ainda pensam em comprar novamente depois de quitar os débitos. Isso mostra o quanto o cidadão está preocupado com o futuro e todos sabem que o melhor a fazer agora é economizar ao máximo, pois o pessimista torna o futuro ainda mais incerto e prefere não arriscar, já que está com dificuldade agora para quitar suas dívidas e não quer passar por isso novamente.
O mais curioso é que 42% dos inadimplentes entrevistados sonham em comprar um veículo e 16% tem como maior sonho de consumo a casa própria.

Um dos fatores que continua sendo uma das principais causas da inadimplência é o desemprego e a tendência é que continue em alta, mesmo com o fim de ano chegando, pois o comércio este ano não deverá contratar tanto para as vendas de Natal, pois também está pessimista.

Mas o descontrole financeiro também tem sido a causa de boa parte dos consumidores se tornarem inadimplentes, já que não planejam suas compras e acabam gastando bem mais do que deveriam.

Por Russel

Inadimplentes

Foto: Divulgação



Inflação e atividade econômica do Brasil voltam a piorar


Previsões para o ano de 2915 e 2016 da inflação e do nível de atividade econômica do Brasil voltaram a piorar.

O atual cenário econômico brasileiro é bastante delicado e é esperado que o mesmo piore ainda mais. Segundo o relatório Focus, que são os dados contendo a expectativa do mercado financeiro para a economia brasileira, a inflação e o nível de atividade econômica do país voltaram a piorar nos cenários de 2015 e 2016. Tal relatório possui grande importância, haja vista o mesmo ser realizado com o Banco Central e mais de 100 instituições financeiras do país.

Em relação ao Produto Interno Bruto do Brasil, o relatório Focus destacou que a expectativa dos analistas é de que o mesmo recue 2,8% em 2015. O relatório anterior destacava um recuo de 2,7% do PIB brasileiro em 2015. Caso seja confirmada a retração de 2,8%, teremos nada menos que o pior resultado desde 1990 quando o PIB retraiu 4,35%.

Porém, os resultados negativos não são exclusividades de 2015. Os analistas do mercado financeiro também destacam que o ano de 2016 deve ser marcado por uma retração de 1% no PIB brasileiro. Trata-se da oitava revisão para 2016 que apresenta um aumento do recuo previsto. O resultado previsto para o PIB em 2016 é bastante preocupante, pois no início de 2015 a expectativa era de um crescimento de 1,8%.

Além disso, os analistas do mercado financeiro também revisaram a previsão da inflação para 2015. Com isso, a nova expectativa é que a inflação feche em 9,46% em 2015. Caso essa expectativa venha a se confirmar, teremos a maior taxa para a inflação desde 2002 quando foi registrada em 12,53%.

Os economistas também destacaram que entre os principais fatores para o aumento da inflação está a alta do dólar, bem como a alta dos preços administrados pelo governo, ou seja, telefonia, água, energia elétrica, combustíveis dentre outros.

A previsão da inflação de 2016 também foi revisada e passou de 5,70% para 5,87%. Portanto, tivemos o oitavo aumento da expectativa da inflação de 2016 que vem se distanciado da meta central para 2016: 4,5%.

Por Bruno Henrique

Inflação



Governo prevê redução de 2,44% no PIB


Caso seja confirmada a redução no PIB de 2,44%, será o pior resultado dos últimos 25 anos no Brasil.

O Ministério do Planejamento revisou oficialmente as previsões em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 e a taxa de inflação. Segundo informou o ministério, através do relatório de receitas e despesas do orçamento relativo ao quarto bimestre de 2015, neste ano o Governo espera uma redução de 2,44% no PIB. Caso este número seja confirmado, será o pior resultado dos últimos 25 anos. Em 1990, o PIB brasileiro contraiu 4,35%.   

Anteriormente, a previsão divulgada pelo Governo era de uma queda de 1,8% no PIB em 2015. Isso mostra que as condições de produção no país não melhoraram, aumentando a contração do Produto Interno Bruto. Os novos números anunciados pelo governo acompanham as estativa do mercado.

Especialistas financeiros previam uma queda de 2,7% no PIB para este ano e 0,8% para 2016, segundo informou recentemente o Banco do Brasil.  

O país havia entrado em recessão técnica em agosto, após a queda chegar a 0,7% no PIB dos meses de janeiro a março e retração de 1,9% nos meses de abril, maio e junho. O Governo também já admitiu que arrecadará menos em 2015 e 2016, devido ao fraco desempenho da economia. Anunciado pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento, este valor é de R$ 5,5 bilhões a menos no ano que vem.   

Já a inflação também teve sua estimativa ajustada. Agora, o Governo admitiu que a inflação oficial deverá ultrapassar a barreira dos 9% para 2015. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 9% para 9,29%.   

Pelo sistema atual brasileiro, a meta central para 2015 e 2016 é de 4,5% na inflação. No entanto, existe uma tolerância, que pode oscilar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida. Sendo assim, a inflação deste ano deverá superar muito o teto do Governo, algo que não acontece desde 2003.  

Segundo o relatório de orçamento do Governo, a previsão de inflação sugere certa persistência em 2015, o que reflete o realinhamento dos preços administrados e a desvalorização do real perante outras moedas.

Por William Nascimento

Queda no PIB



Previsões indicam maior inflação e economia mais retraída


Especialistas em economia acreditam que neste ano de 2015 e em 2016 a situação do Brasil ficará ainda mais preocupante.

O prognóstico dos especialistas em economia e áreas afins não é nada animador para os brasileiros, em meio à crise e com a alta do dólar nos últimos dias o cenário do próximo ano é preocupante.

Alguns acontecimentos contribuíram para que o dólar atingisse a casa de mais de R$ 4,00 nesta semana como, por exemplo, a perda do grau de investimento, o rebaixamento do rating no Brasil pela agência Standard & Poor’s.

Vale lembrar que o grau de investimento é extremamente importante no cenário econômico, ele é uma espécie de selo de qualidade que garante que determinados países são bons pagadores, minimizando a possibilidade de prejuízos e calotes e melhorando a imagem no mercado.

A alta do dólar já demonstra impacto sobre os IGPs (que mede a evolução dos preços em um determinado período), segundo os dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas o IGP-10 e o IGP-M  subiram mais de 0,60% na segunda análise do mês de setembro.

A estimativa para alta do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) 2016 segue sofrendo dificuldades e após a sexta derrota seguida distanciou-se ainda mais da meta de 4,5%.

Com a recente alta do dólar, as projeções em relação à inflação para o final deste ano e 2016 subiram e é preciso ter cautela, pois a economia está passando por uma fase bastante delicada.

No âmbito industrial, a perspectiva de produção para 2016 também preocupa, a projeção divulgada é de apenas 0,20% de crescimento.

Especialistas no assunto acreditam que os juros neste ano de 2015 fiquem na casa dos 14,25% e enxergam de maneira geral pouco crescimento econômico para o Brasil no próximo ano.

Para nós, resta torcer para que os esforços consigam conter a crise que já vem demonstrando reflexos tanto no bolso dos contribuintes quanto no desenvolvimento do Brasil em diversas áreas.

Por Beatriz 

Economia brasileira



IPCA registrou maior taxa desde 2003


Em agosto, o IPCA registrou a marca de 9,53% no acumulado dos últimos 12 meses.

O cenário econômico brasileiro é bastante delicado, pois enquanto o PIB retrai a inflação segue o caminho oposto e aumenta cada vez mais. No mês passado, a inflação oficial do país, que é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, chegou a marca de 9,53% no acumulado dos últimos 12 meses. Portanto, trata-se de uma taxa acima do teto da meta da inflação que o Governo Federal projetou para 2015, que é de 6,5%.

Com isso, o IPCA já registra 7,06% em um ano, o que é nada menos que a maior taxa desde 2003 quando o índice chegou a 7,22%. Porém, levando em consideração apenas o mês de agosto o resultado foi estável, haja vista a inflação ter registrado 0,22%, que se trata da menor taxa desde 2010 para o referido mês. O resultado também é positivo se compararmos o bimestre julho – agosto, pois julho registrou inflação de 0,62%.

Segundo os dados oficiais, o grande motivo para este recuo na virada de julho para agosto foi justamente recuos em cinco dos nove grupos de despesas. Dentre os quais, podemos destacar: o grupo de transportes que apresentou queda de preços de 0,27% no mês de agosto. Além disso, o grupo de alimentos também influenciou bastante o recuo citado nesta matéria, haja vista a inflação ter passado de 0,65% em julho para 0,01% em agosto. Ainda assim, o maior impacto veio do grupo de despesas relacionadas à habitação. Nesta categoria tivemos um recuo de 1,52% para 0,29% entre julho e agosto.

Apesar do resultado positivo entre julho e agosto, as coisas devem ser bem diferentes no final de 2015. Segundo o mais recente relatório Focus, os economistas do mercado financeiro já estimam que a inflação final de 2015 feche o ano em 9,29%. Caso esta expectativa seja confirmada, teremos a maior inflação em 12 anos, haja vista o índice de 9,30% em 2003.

Por Bruno Henrique

 

IPCA



Dilma assumiu que errou sobre situação econômica do Brasil


A presidente Dilma Rousseff assumiu que suas previsões sobre a situação econômica do Brasil estavam equivocadas.

A presidente Dilma Rousseff finalmente assumiu que suas previsões quanto à economia do País estavam equivocadas. Na última segunda-feira (dia 24) a presidente admitiu que suas avaliações da situação do País durante a campanha eleitoral estavam equivocadas e que demorou a perceber a gravidade da crise.

Em entrevista concedida a jornais brasileiros, Dilma afirmou que só percebeu a real situação no mês de novembro de 2014, logo após a sua reeleição. Durante a coletiva à imprensa, explicou a reforma administrativa de seu governo, que pretende cortar 10 dos 39 ministérios existentes atualmente.

A presidente resolveu assumir seus erros, como forma de melhorar sua imagem, pois essa é uma das principais cobranças feitas por sua oposição, e até mesmo por alguns de seus aliados. Dilma, porém, evitou retrucar as críticas ou responder àqueles que querem seu impeachment ou sua renúncia.

Apesar da turbulência que seu governo vem enfrentando, Dilma se mostrou tranquila durante a coletiva e disse estar em uma fase “budista”. A presidente, porém, atacou aqueles que considera estarem acusando o ex-presidente Lula com denúncias de corrupção. Segundo Dilma, a postura estimula a intolerância e é “fascista”.

Embora tenha admitido seu erro em não mensurar a grandeza da crise econômica que o País já enfrentava na época de sua reeleição, a declaração da presidente soa falsa aos brasileiros. Passa pela cabeça de todos os eleitores nesse momento, que a previsão econômica otimista de Dilma na época da corrida eleitoral, tenha sido somente uma forma de esconder suas falhas em sua primeira gestão e garantir um segundo mandato. Se a presidente foi sincera ou não em sua declaração de segunda-feira, raramente saberemos. O que nos resta é saber se as medidas necessárias para frear a crescente crise econômica serão tomadas corretamente e a tempo de evitar maiores consequências para o País.

Quem sabe, se salvar o Brasil dessa crise, fazendo com que o País volte a crescer a níveis aceitáveis, a presidente Dilma finalmente consiga voltar a ter a simpatia dos eleitores e dos aliados políticos.

Por Patrícia Generoso

Situação econômica do Brasil



Itens que impactaram para os brasileiros em julho


IPCA atingiu a marca de 0,62% em julho, e acumulado dos últimos 12 meses, 9,56%. Alguns grupos caíram e outros subiram, registrando maior impacto na vida dos brasileiros.

O Brasil vive uma grande transformação em sua economia tanto que vários itens de consumo causam preocupação na mente da população, enquanto outros tiveram uma grande diminuição, onde podemos facilmente perceber que 6 grupos monitorados caíram, enquanto 3 subiram, onde sobretudo com maior peso para o grupo de Alimentação e Bebidas.

O grupo da Habitação teve um forte reajuste, sobretudo com relação às contas de energia elétrica, principalmente nas cidades de São Paulo e Curitiba.

A inflação nos últimos meses chegou à marca de 0,62%, após terem passado os 7 primeiros meses desse ano e com isso o teto da meta de inflação para este ano já excedeu, ou seja, nos últimos 12 meses essa inflação chegou ao valor de 9,56%, onde a última vez que isso aconteceu foi no mês de novembro de 2003.

Abaixo temos uma descrição detalhada de cada um dos grupos analisados:

1.       No Grupo da Habitação tem uma alta de 1,52% com impacto de 0,24 pontos percentuais;

2.       Para o Grupo de Transportes houve uma alta de 3,75% com um impacto de 0,71 pontos percentuais;

3.       Com relação ao Grupo da Alimentação e Bebidas foi apresentada uma alta de 0,65% com um impacto de 0,16 pontos percentuais;

4.       O Grupo de Artigos de Residência apresentou uma alta de 0,86% com um impacto de 0,04 pontos percentuais;

5.       No caso do Grupo de Vestuário ocorreu uma queda de 0,31% com um impacto negativo na marca de 0,02 pontos percentuais;

6.       Já para o Grupo de Saúde e Cuidados Pessoais ocorreu uma alta de 0,84% com um impacto de 0,09 pontos percentuais;

7.       No Grupo da Educação não ocorreu nenhuma alta e, consequentemente, não tiveram impactos;

8.       Já o Grupo de Comunicação teve uma alta de 0,30% com um impacto de 0,01 ponto percentual;

9.       No Grupo de Despesas Pessoais foi registrada uma alta de 0,61% com um impacto de 0,07 pontos percentuais.

Com tudo isso, o Banco Central do Brasil (Bacen) precisa contar diretamente com o impacto da alta desses juros e também da recessão econômica, além de todos os meios para colocar o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) no devido lugar.

Por Fernanda de Godoi

Dinheiro



Expectativa de redução do PIB é de 1,8% em 2015


Expectativa de crescimento da economia para 2015 teve retração de 1,76% para 1,80% no início de agosto. Já para 2016 a expectativa é de que o PIB cresça apenas 0,20%.

O início de agosto não foi positivo para a economia brasileira. Saiba que o mercado financeiro voltou a baixar suas projeções quanto ao crescimento do Produto Interno Bruto em 2015. Com isso, a expectativa de retração passou de 1,76% para 1,80%. Esse é um dado oficial do relatório de mercado Focus, um dos mais importantes do país. O resultado aqui destacado foi divulgado pelo Banco Central, assim como acontece em todas as manhãs de segunda-feira. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

Vale ressaltar que o péssimo resultado não é exclusivo apenas de 2015. A projeção de recuperação para 2016 também não é agradável. Segundo os dados do mercado financeiro, o PIB deve crescer 0,20% em 2016, segundo consta no relatório da última segunda-feira, 03 de agosto. Apesar do resultado ainda estar positivo, é importante ressaltar que um mês antes essa expectativa era de 0,50%, ou seja, a projeção do crescimento do PIB 2016 já apresenta quedas.

Um dos principais vilões para esta expectativa tão baixa veio diretamente do Relatório Trimestral de Inflação de junho, haja vista o mesmo ter apontado uma piora quanto às perspectivas em relação à indústria. Neste quesito, o recuo do PIB passou de -2,3% para -3,0%.

O Banco Central destacou que essa piora é resultado de algumas reduções em diversos pontos de nossa indústria. Dentre as quais está a indústria de transformação que registrou nova baixa, passando de -3,4% para -6,0%. Além disso, a indústria de produção e distribuição de eletricidade, água e gás também registrou queda de -1,4% para -5,6%. O setor de serviços que estava registrando bons números em 2015 já passa a contar com recuo de 0,8%.

Outro destaque está quanto à dívida pública líquida do País. Segundo os analistas, a projeção é de que a relação da dívida líquida do setor público e o PIB deve fechar 2015 em 37%. Já para o ano de 2016, é esperado que tal relação alcance 38,5%.

Por Bruno Henrique

 

PIB



Déficit primário registrou o valor de R$ 9,32 bi em junho


Contas do setor público registraram os piores resultados para o mês de junho e para o 1° semestre.

O Banco Central do Brasil informou que as contas do setor público, no qual dentro disso temos o governo, além dos estados, dos municípios e também das empresas estatais, conseguiram apresentar o pior registro da história para o mês de junho e ao mesmo tempo do primeiro semestre, que no caso levou em consideração dados que começaram a serem levantados diretamente no mês de dezembro do ano de 2001.

Para ter uma ideia como esse é um dos piores índices onde o déficit primário, ou seja, as receitas menos as despesas, sem ainda a inclusão dos juros, ficou exatamente em R$ 9,32 bilhões no mês de junho. Esse resultado é o pior de todos já levantados, pois no mês de julho de 2014 tivemos um déficit que ficou registrado no valor de R$ 2,1 bilhões.

Temos também as informações que o Banco Central constatou que nesse primeiro semestre de 2015, o registro do superávit ficou em R$ 16,22 bilhões, que resulta em contas no “azul”, mas que ao mesmo tempo é a menor da história.

Com esses dados apresentados podemos ainda notar que foi um resultado bem fraco para as contas públicas para o primeiro semestre do ano, pois nos últimos 12 meses (julho de 2014 a junho de 2015) o déficit primário ficou em R$ 45,69 bilhões ou exatamente 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto).

Para alguns especialistas, como por exemplo, o Chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel avalia que esse tipo de resultado reflete um quadro que é decorrente da atividade econômica que repercute diretamente no desempenho fiscal das contas públicas, em decorrência das medidas adotadas para realizar a recuperação e receitas e também da contenção de despesas. Outro ponto que ele ainda afirma é que esse se tornou um tipo de impacto significativo com relação à atividade econômica, sobretudo na arrecadação e ainda sobre as receitas, que acabaram se refletindo no desempenho desse tipo de período.

Uma das medidas para atingir as metas fiscais e conseguir bons resultados, é realizar o aumento dos tributos de combustíveis, cerveja, refrigerantes e cosméticos, empréstimos, importados, automóveis, receitas financeiras de empresas e também das exportações de produtos manufaturados, além das limitações sobre os benefícios-sociais (pensão por morte, seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença), fora os bloqueios iniciais de R$ 69,9 bilhões no orçamento deste ano.

Por Fernanda de Godoi

Real



Dívida externa do Brasil pode voltar a subir


Dívida externa pode ultrapassar as reservas internacionais do Brasil. Em 2015, a projeção das reservas internacionais brasileiras é de US$ 367 bilhões e a expectativa para a dívida é de US$ 368 bilhões.

Uma notícia bastante preocupante para a economia brasileira surgiu recentemente: pela primeira vez depois de 8 anos, a dívida externa do Brasil pode ultrapassar as reservas internacionais do país. É importante destacar que essa especulação é dado oficial do boletim do banco Credit Suisse. Segundo o banco, a projeção das reservas internacionais brasileiras em 2015 é de US$ 367 bilhões, sendo que para a dívida a expectativa é de US$ 368 bilhões.

Um dos grandes vilões quando o assunto é o crescimento da dívida externa do Brasil tem sido os empréstimos adquiridos pelas empresas, haja vista os mesmos estarem contribuindo para o avanço da referida dívida. Vale ressaltar que o montante total devido em 2015 será de US$ 95 bilhões referente às esferas de governos e US$ 273 bilhões no caso das companhias privadas. Uma das explicações para o crescimento da dívida privada está no custo de captação paras as grandes empresas, haja vista o mesmo ser bem mais vantajoso no exterior em alguns casos.

A dívida externa do setor público não apresentou uma grande variação, se comparado com o avanço do setor privado. O aumento da mesma se deve em grande parte aos empréstimos que foram adquiridos pelos governos juntamente com organismos multilaterais como é o caso do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento com o objetivo de auxiliar o financiamento de obras.

Além disso, especialistas afirmam que o ajuste fiscal em andamento, promovido pelo governo federal, deve forçar o setor público a adquirir mais empréstimos como o citado anteriormente. O Credit Suisse destaca que a expectativa das reservas para 2016 será US$ 372 bilhões, porém, a dívida também deve subir: US$ 393 bilhões. Em relação a esses US$ 393 bilhões, US$ 100 bilhões do setor público e US$ 293 bilhões do setor privado.

Já em relação à confiança na economia brasileira, o Brasil vem tendo boa relação entre as reservas internacionais e a dívida externa e o grande motivo disso foi a grande entrada de recursos. O ganho de credibilidade da economia brasileira se deu após a adoção do modelo de tripé macroeconômico na gestão de Fernando Henrique Cardoso e manutenção do mesmo durante a gestão Luiz Inácio Lula da Silva.

Por Bruno Henrique

Dólar



Bancos brasileiros são mais rentáveis que bancos americanos


Bancos no Brasil chegam a ser 2 vezes mais rentáveis que bancos americanos

Todos têm visto de perto que a  economia  brasileira vem passando por um período nebuloso. Mas chegar ao ponto de que os bancos brasileiros chegam a ser 2 vezes mais rentáveis que os  bancos americanos é  algo surpreendente de se saber.

É isso que  está acontecendo, de acordo com um levantamento  feito pela “Economática”,  que  mostrou que os  bancos  brasileiros têm a maior rentabilidade sobre patrimônio líquido (ROE – Retorno sobre o Patrimônio Líquido) do que as  instituições dos Estados Unidos.

No ranking, aparecem quatro bancos  brasileiros com capital aberto: Banco do Brasil, Itaú-Unibanco, Bradesco e Santander, que  marcaram presença com outros 14 bancos americanos.

O estudo considerou apenas instituições financeiras com ativo total acima de 100 bilhões de dólares. O ROE dos bancos brasileiros ficou em 18,23% contra 7,68% dos bancos americanos.

No Brasil, entre os quatro bancos que se destacaram, somente o Banco do Brasil apresentou queda na rentabilidade sobre patrimônio líquido de 24% para 16,65% na comparação de  2013 e 2014, uma queda de 7,35 pontos percentuais.

Já o Itaú-Unibanco, é a  instituição com a  melhor  rentabilidade tanto para o Brasil quanto para os Estados Unidos, com uma alta de 20% para 22,68%, o Bradesco, de  17% para 19,81% e o Santander passou de 3,61% para 3,90%.

O Itaú ainda  teve um aumento de seu  lucro de  30,2% em 2014, considerado o maior lucro da  história dos bancos brasileiros de capital aberto segundo a Economática (R$ 20,6 bilhões).

O Bradesco também expandiu bastante, em torno de 25,6%, e isso em um momento em que consultorias  econômicas estimam um crescimento próximo a  zero para  o  PIB de 2014.

O melhor momento  das  instituições financeiras do Brasil, segundo os  dados, foi em 2006, quando a média do ROE obtida foi de 33,16%.

Isso significa que os  bancos brasileiros conseguem ter um melhor retorno do negócio em  relação ao patrimônio que  possuem.

Por André Escobar

Bancos no Brasil



Balança comercial brasileira registrou déficit em fevereiro


Déficit chegou a US$ 6,87 bilhões em fevereiro de 2015

A balança comercial brasileira fechou o mês de fevereiro com um novo déficit. De acordo com os números apresentados no dia 24 de março pelo BC (Banco Central), o déficit registrado chegou aos US$ 6,87 bilhões.

Apesar deste alto índice, o resultado apresentado foi melhor que o especulado por economistas no mês passado, onde a previsão de déficit seria de US$ 7,7 bilhões, já que em janeiro o total de perdas registrado na balança comercial foi de R$ 10,65 bilhões.

No período dos últimos 12 meses, o Brasil negociou US$ 17,53 bilhões a menos com outros países, mesmo assim, abaixo do déficit de US$ 18,97 bilhões registrados no mesmo período de 2014.

Quando se diz que houve um “déficit” nas transações comerciais entre o Brasil e seus parceiros comerciais internacionais, isso quer dizer que o país teve uma despesa superior a sua receita. E para se chegar a estes números, incluem-se dados das importações e exportações, gastos com passeios e translado dos brasileiros no exterior e ainda transferências financeiras entre os países.

No mês de fevereiro, a diminuição acentuada nas exportações de commodities agrícolas (produtos agrícolas produzidos em grande quantidade e negociados em nível mundial – Exemplo: soja, trigo, café, algodão, suco de laranja congelado entre outros) e commodities minerais (minério de ferro, petróleo e outros), fez com que a balança comercial brasileira sofresse um impacto negativo de US$ 2,4 bilhões. Gastos extras com aluguel de equipamentos para plataformas de petróleo no exterior, também contribuíram negativamente com um total de US$ 1,55 bilhão para os resultados da balança comercial brasileira no mês.

O IED – Investimento Estrangeiro Direto foi menor que os 3,2 bilhões de dólares que o mercado esperava. No mês passado o IED total no Brasil foi de US$ 2,76 bilhões.

A balança comercial externa do país fechou o ano de 2014 com uma perda total de US$ 90,94 bilhões.

A divulgação destes prejuízos nas contas externas brasileiras se mostra como mais um fator agravante neste cenário econômico fragilizado e repleto de incertezas, com inflação e tributos altíssimos para a população e também para os empresários e com um nível de desemprego se apresentando cada vez maior em vários setores da economia.

Por André F.C.

Balança comercial



Previsões indicam que PIB terá redução de 0,42% em 2015


Você sabe o que é o PIB? Ele representa a soma de tudo que é realizado do território do país em relação a bens e serviços. Sua função é medir o crescimento da economia.

Economistas do mercado financeiro não estão nada otimistas em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), conforme previsão divulgada pelo Banco Central na última quarta-feira, dia 18, haverá “encolhimento” de 0,42% ao longo de 2015. Esse dado possui como base uma pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras.

Após sete semanas de piora do mercado para o PIB de 2015, pela primeira vez os bancos divulgaram essa precisão de encolhimento. Até duas semanas atrás, previa-se crescimento zero para o PIB em 2015. Essa mesma previsão foi divulgada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao longo do encontro reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, que ocorreu em janeiro.

No mesmo momento em que a estimativa para o PIB regrediu, a previsão de inflação para este ano subiu. A menos de duas semanas a expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2015 era de 7,15%, esta semana passou para 7,27%. Se esse dado for confirmado, corresponderá a maior taxa desde 2004.

Visando reorganizar as contas públicas, o governo não repassará mais os R$ 9 bilhões que estavam estimados para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Em consequência, o preço da energia elétrica pode subir em 40% até o final do ano. Outro novo aumento será na tributação dos combustíveis ao longo das próximas semanas, está previsto 6,5% no diesel e 8% na gasolina.

A taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, que atualmente está em 12,25% ao ano, prevê-se subir para 12,75% até o fim de 2015.

Em 27 de março o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará informações oficiais sobre o PIB do 4º trimestre de 2014, e então será possível confirmar informações a respeito de recessão ou não no último trimestre do ano passado. 

Por Rafaela Fusieger

PIB



Expectativas para o Brasil em 2015 são de crescimento nulo e de inflação alta


As notícias na economia são bem desanimadoras para todo o ano de 2015. De acordo com o Relatório de Mercado Focus, o PIB deste ano será de 0% e, consequentemente, haverá uma alta inflação neste período.

O indicador do PIB por sexta vez consecutiva marcou para baixo, assim ele passou de ser de 0,03% para 0,00%. Essa variação negativa vai contra as expectativas que havia há quatro semanas atrás, nesse período esperava-se que o PIB tivesse uma variação de 0,40% positiva.

Esta situação de desaceleração da economia foi confirmada pelo Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. O Presidente reconheceu que a País deverá continuar no processo de estagnação econômica durante 2015 e que logicamente com esse resultado, a inflação tende a permanecer alta.

Sobre a inflação, o que se tem a dizer é que é esperado que o valor alcançado supere a meta de 6,5%. Somente no mês de janeiro foi detectada uma alta de 1,24% nos preços. Considerando que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo aumentou 7,14% em doze meses, isso significa um aumento previsto de 1,02% ainda no mês de fevereiro. A taxa Selic também teve um aumento considerável neste ano e segundo as informações cedidas pelo mesmo Relatório Focus, ela finalizará este ano em 12,5%.

Ainda de acordo com o Relatório Focus em 2015 não foram detectadas mudanças para o dólar e no que diz respeito ao Investimento Estrangeiro Direto (IED), ele será suficiente apenas para cobrir o resultado negativo em 2015, assumindo o valor de US$ 60 bilhões.

Uma das principais razões para o aumento da inflação é o acréscimo dos preços do combustível, energia elétrica, entre outros. Para estes produtos foi identificada uma alta de preços de 9,3%. 

Segundo os economistas, para o ano de 2016, as previsões são mais animadoras. Cogita-se que a indústria contará com uma expansão de 2,5%, configurando uma alta na economia de 1,5%. Já o IPCA para 2016 poderá chegar a 5,6% no final deste ano. No que se refere à expectativa de alta nos preços dos produtos que neste ano fizeram grande diferença no aumento da inflação (gasolina, energia elétrica) estima-se que para o ano de 2016 a inflação destes seja menor. Sobre a taxa Selic, ao contrario do que acontecerá em 2015, em 2016 ela poderá baixar, chegando a 11,5%.

Continuando as perspectivas para o ano de 2016 nesta semana, as estimativas para o dólar permanecem praticamente inalteradas e em R$ 2,82. A balança comercial para o próximo ano até uma melhora substancial e o IED será um pouco abaixo do esperado ainda na semana anterior, fechando em US$ 59,9 bilhões e não em US$ 60 bilhões.

Por Melina Menezes

Economia brasileira



Desigualdade social volta a crescer no Brasil


Uma recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, ou simplesmente IBGE, mostrou que as diferenças financeiras entre classes sociais distintas voltaram a crescer. Segundo o instituto, a renda dos mais ricos cresceu mais que as dos mais pobres, embora esses últimos também tenham tido um leve crescimento ainda se encontram bem atrás dos mais ricos. Além disso, a pesquisa também constatou que a taxa de desemprego cresceu.

Com isso, a pesquisa chegou a uma conclusão um tanto alarmante: quase metade dos brasileiros sobrevive com até um salário mínimo. Essa é uma notícia bastante triste para o Brasil em si, pois mostra, mais uma vez, que o Governo Federal juntamente com os Estaduais e Municipais ainda possuem grande dificuldade em acabar com a desigualdade social e disparidade financeira entre os milhões de brasileiros.

O indicador que mede este tipo de cenário é conhecido como índice de Gini. A pesquisa do IBGE revelou que de 2012 para 2013 o indicador teve uma pequena piora. Para quem não o conhece, saiba que esse índice possui oscilação entre 0 e 1, dessa forma, quanto menor o índice melhor é a distribuição de renda no país. Em relação à distribuição de renda no Brasil, o índice passou de 0,496 para 0,498, ou seja, uma leve piora. Acompanhando as pioras, o índice de Geni responsável por medir as fontes de rendimento como, por exemplo, aposentadorias e transferências do governo acabou passando de 0,504 para 0,505.

Vale destacar que a pesquisa também constatou um leve aumento na renda média do brasileiro, isso de 2012 para 2013. Porém, grande parte desse crescimento ocorreu na parte de cima da pirâmide social, portanto, é uma contribuição para a desigualdade. Um bom exemplo disso é quanto à renda dos 10% mais ricos que subiu 5,7%, enquanto isso os 10% mais pobres observaram uma subida de 3,5%.

No aspecto geral, números absolutos, a renda também teve um aumento de 5,7%, passando de R$ 1.590 para R$ 1.681. No entanto, o número de residências que vivem com até um salário mínimo é de 44,8% entre os 60,8 milhões de domicílios com algum tipo de rendimento.

Por Bruno Henrique



Salário mínimo deveria ser de quase R$ 3 mil no Brasil


De acordo com informações explicitadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo do brasileiro deveria interligar ao valor exato de R$ 2.979,25 no mês de junho, para que as famílias conseguissem completar as precisões básicas que o cotidiano impõe a cada indivíduo.

Referente aos cálculos realizados pela instituição, a remuneração referenciada pelo menor valor deveria corresponder a R$ 724, o que não institui atualmente o salário mínimo do país, sendo evidenciado por uma quantia bem menor.  

As análises foram feitas e os estudos concretizados pelo estabelecimento, de acordo com o custo de cada cesta básica, foi evidenciado como a categoria “mais cara no mês”, a somatória de alentos de São Paulo.

A imposição constitucional que argumenta sobre o aumento do salário mínimo, designa que a remuneração favorecida a nação brasileira seja capaz de prover as obrigações fundamentais de um grupo familiar com aspectos essenciais ao desenvolvimento e sobrevivência dos mesmos, integrando indispensavelmente saúde, higiene, educação, alimentação, previdência, lazer, moradia, transporte e vestuário.

Concernente às cotações realizadas em vários estados que contribuíram com a avaliação dos preços em relação aos alimentos essenciais, foi detectado que a cidade de São Paulo é a qual emprega a cesta básica mais cara, resultando na adição de R$ 354,63.

A segunda cidade destacada ao maior valor, direcionado pelo item em contexto é Florianópolis, concretizando a soma total de mantimentos em R$ 353,76. Por conseguinte ao mesmo quesito a cidade de Porto Alegre, indicando a finalização de R$ 351,36. Porém, Florianópolis foi direcionada a cidade que mais atribuiu o aumento da totalidade estipulada à acessibilidade dos trabalhadores.

Realizando novas avaliações neste mês de julho, foi confirmado que das 18 capitas estudadas pelo Dieese, dez sofreram alterações nos preços, provocando expressiva diminuição para o bem da população. Em referencia ao mês de junho ante maio, as pesquisas efetivadas sugeriram alta de preço em 16 cidades, porém duas delas conseguiram reduzir gradativamente o valor expressado sendo elas João Pessoa favorecendo o abaixamento de 1,32% e Aracaju de 0,17%.

Por Lorena de Oliveira



Valor ideal do salário mínimo


Em sua opinião, caro leitor, qual seria o valor ideal do salário mínimo no Brasil? Estipule um valor e que esse valor supra todas as necessidades básicas para se viver com dignidade.

Se você falou R$ 2.621,70, você acertou em cheio, pois segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) este seria o salário mínimo ideal e necessário para que o brasileiro supra todas as suas necessidades básicas.

O valor é três vezes maior que o salário mínimo atual, que hoje é de R$ 678. O valor do salário mínimo ideal é calculado mensalmente pelo Dieese e leva em conta os valores dos itens da cesta básica no período.

Isto só vem a confirmar as dificuldades que o brasileiro tem para sobreviver, pois viver e ser realmente feliz com o salário mínimo no Brasil é algo quase impossível.

Esta estatística (feita desde 1994) sempre mostrou a disparidade entre a realidade do brasileiro e a dignidade de viver com uma remuneração justa, pois desde a implantação do plano real no Brasil, no mês de julho de 1994, a estatística sempre mostrou uma grande diferença. Naquela época, o salário mínimo era R$ 64,79 e o ideal seria de R$ 590,33.

Estes valores sempre foram desiguais, sendo que no decorrer dos anos, o salário mínimo nunca acompanhou a alta dos preços e a inflação camuflada nos itens da cesta básica.

Este é o nosso Brasil, quando o ideal é R$ 2.621,70, o governo atual está fazendo propaganda sobre o próximo aumento, que está previsto para janeiro de 2014, quando o salário mínimo poderá passar a ser de R$ 722,90.

Por Rodrigo da Silva Monteiro



Dilma aumenta teto salarial dos servidores públicos


Nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, foi publicada no Diário Oficial da União uma lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff que aumenta o valor do subsídio dos ministros do STF para o ano de 2013.

Com isso, o teto máximo de remuneração dos servidores públicos federais também teve uma elevação de 15,76% que será concedida em três anos.

Deste nodo, os ministros do STF irão receber em 2015 um salário de R$30.935,36; sendo que em 2016 este valor pode aumentar já que na lei recém-criada está estabelecido que neste ano novas leis vão definir o valor dos subsídios.

Por Ana Camila Neves Morais



Divisão de gorjetas em restaurantes é regulamentada


Um assunto polêmico recebeu uma proposta de regulamentação nesta semana, pois a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público do Congresso Nacional aprovou a proposta de que o dinheiro pago como gorjeta em restaurante deve ser dividido por todos os funcionários presentes no turno.

Esta alteração está inserida no Projeto de Lei 6558/2009 que, além dessa questão, determina também a regulamentação das profissões de garçom e maître.

No entanto, a Comissão de Trabalho entende que estas profissões não precisam de regulamentação já que não oferecem nenhum tipo de risco para a sociedade que demandem o seu controle.

Apesar desta negativa a proposta sobre a divisão das gorjetas foi aprovada e a Comissão de Trabalho resolveu ainda a sua inserção na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) definindo que o valor pago pelos clientes – em valor igual ou superior a 10% do consumo – seja distribuído entre todos os empregados e não apenas entre garçons e maîtres como acontecia anteriormente.

Por Ana Camila Neves Morais



Governo quer mais trabalhadores estrangeiros no Brasil


A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República informou neste sábado, dia 30 de dezembro de 2012, que irá propor em março de 2012 diversas medidas para receber maior quantidade de trabalhadores estrangeiros.

Esta idéia tem como principais objetivos obter mão de obra qualificada vinda de outros países e com isso aumentar a competitividade do país frente ao restante do mundo.

Dentre as propostas estão a realização de “summer job” (emprego de verão) para estudantes de universidades estrangeiras além de deixar de exigir contrato de trabalho para liberar visto a profissionais do exterior que sejam altamente qualificados em sua área de atuação.

Outra alteração que será proposta consiste em tornar mais flexíveis as regras para um estrangeiros que eventualmente mude de cargo ou emprego no país sem a necessidade de refazer todo o processo de registro no Ministério do Trabalho.

De acordo com o órgão, a intenção destas medidas é de tornar o Brasil um país moderno e ágil para os imigrantes ficando, assim, mais atrativo do que países como Estados Unidos, Austrália e Canadá.

No entanto, Paes de Barros – representante da SAE – disse que este processo de atração dos estrangeiros para o Brasil é um processo que irá levar no mínimo 20 anos para ocorrer já é preciso não apenas aumentar as opções de trabalho no país como também simplificar a entrada e permanência destes imigrantes por aqui.

Por Ana Camila Neves Morais



Carrefour terá de pagar indenização de R$100.000 a ex-funcionária


O Carrefour sofreu uma derrota judicial importante, pois uma ex-funcionária que estava processando a empresa por discriminação racial, tratamento grosseiro e excesso de trabalho ganhou a causa e a empresa deve pagar uma indenização de R$100 mil reais pelos danos causados.

A ex-funcionária trabalhava em uma unidade do Carrefour na cidade de Brasília como chefe de seção. No entanto, atuava de forma cumulativa como secretária de diretor e gerente de caixa.

Além disso, a mulher relatou que sofria terror psicológico de um diretor que chegou até a chamá-la de “macaca” na frente de outros funcionários.

Toda esta situação determinou um processo de doença com depressão, ansiedade, insônia e outros males psicológicos que levaram a ex-funcionária a se desligar do Carrefour em 2010.

Ao ser questionado sobre o assunto, o Carrefour emitiu uma nota dizendo que não se pronuncia sobre processos pendentes na justiça e que repudia qualquer ato de discriminação agindo estritamente de acordo com a lei e a ética.

Por Ana Camila Neves Morais



Ministro do Trabalho espera emprego em alta em 2013


O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou neste sábado, dia 29 de dezembro de 2012, a expectativa de que se mantenham baixos níveis de desemprego durante o próximo ano.

Segundo Brizola Neto é esperado que em 2013 o mercado de trabalho fique ainda mais aquecido com aumento no número de empregos ofertados.

Ainda de acordo com o ministro, a retomada do crescimento da economia trará um novo ânimo para setores afetados pela crise econômica como a indústria demandando uma maior mão de obra e que, para isso, é necessário garantir a qualificação dos trabalhadores para este setor.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Previdência Social terá impacto de R$12,3bilhões anuais com novo salário mínimo


Os trabalhadores do Brasil receberam a grata notícia nesta última quarta-feira, dia 26 de dezembro de 2012, de que o valor do salário mínimo será de R$678,00 a partir do dia 01 de janeiro de 2013.

No entanto, este aumento irá representar para a Previdência Social um impacto anual de R$12,3 bilhões a mais em suas contas decorrentes do aumento do valor dos benefícios concedidos os quais aumentam com o salário mínimo.

Isto ocorre porque como a maioria dos aposentados recebem a contribuição referente a um salário mínimo os seus valores tem acréscimos com o aumento deste indicador.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Previdência registra déficit de R$5,381 bilhões em 2012


A Previdência Social divulgou nesta quinta-feira – dia 27 de dezembro de 2012 – que possui um déficit relativo ao mês de novembro no valor de 5,381 bilhões de reais.

Este valor, calculado com base na correção do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), representa um aumento real de 20,4% e um aumento nominal de 27% em relação a este indicador quando comparado com o ano de 2011.

A situação de dívida da Previdência Social se deve a um aumento das despesas em 6,1% (com total de R$27,859 bilhões) e um crescimento na arrecadação de contribuições de apenas 3,2% (com total de R$21,783 bilhões).

Mas estes valores aumentam quando se considera o ano de 2012 como um todo já que no acumulado do ano o déficit chega a R$48,507 bilhões que representam um aumento de 11,1% em relação ao ano de 2011.

O grande motivo deste aumento expressivo no déficit da Previdência Social foram as desonerações na folha de pagamentos concedidas pelo governo federal a diversos setores que causaram a perda em 2012 de R$3,546 bilhões em contribuições.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais



Salário na construção civil registra menor aumento em 2012


Nesta semana foram divulgados dados atualizados com relação ao INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) que integra o indicador IGP-M.

Segundo as informações veiculadas, o valor da mão de obra na construção civil aumentou 9,55% durante o ano de 2012. No entanto, este valor foi menor do que o registrado nos últimos dois anos com registros respectivos de 10,72% e 9,91%.

Apesar disso, o aumentou registrado para este tipo de mão de obra foi 22% maior do que a média registrada no IGP-M.

De acordo com analistas, esta redução se deve ao menor número de imóveis sendo feitos em virtude da menor demanda dos consumidores pelo seu elevado grau de endividamento durante o ano de 2012.

A expectativa para 2013 é de que o valor da mão de obra na construção civil aumente menos do que em 2012 pela estabilização da taxa de desemprego e por possíveis repercussões no setor de trabalho da crise econômica.

Por Ana Camila Neves Morais



Empresas de TI buscam profissionais qualificados


As empresas de tecnologia da informação estão correndo contra o tempo na busca por profissionais da área que preencham as suas vagas em aberto.

Para quem deseja entrar neste mercado de trabalho é preciso ficar atento e manter atualizado o currículo na rede social LinkedIn.

Em virtude desta grande necessidade, as contratações estão a todo vapor com vagas para profissões como analistas de sistemas, programadores e arquitetos, gerentes de pré-vendas SAP, técnicos de infraestrutura e outros.

De acordo com as empresas do setor de tecnologia da informação a grande dificuldade é encontrar profissionais capacitados e com especialização nas diversas tecnologias solicitadas.

Deste modo, a grande idéia é estar realizando cursos e aperfeiçoamentos constantes bem como estar em contato com outros profissionais por meio de networks como o LinkedIn que pode auxiliar a obter boas colocações.

Por Ana Camila Neves Morais



Taxa de desemprego no Brasil é de 4,9% em novembro


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou resultados da Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de novembro.

Segundo o estudo, a taxa de desemprego no país ficou em 4,9% no período analisado e com um valor acumulado no ano de 5,6%, sendo estes os menores valores registrados nos últimos 10 anos para este indicador.

Os principais motivos para esta queda no nível de desemprego no Brasil se deve, de acordo com Cimar Azeredo Pereira gerente da pesquisa, em um aumento dos empregos temporários e a uma menor evasão de pessoas de seus trabalhos.

Ainda de acordo com o IBGE a taxa de desemprego deve diminuir mais no mês de dezembro de 2012 acompanhado de um crescimento no emprego em setores como serviços, comércio e construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais



Brasil possui mais de 16 milhões de empregos verdes


Uma das grandes tendências no mercado de trabalho atual são os chamados “empregos verdes” que são chamados assim porque realizam atividades que preservam o meio ambiente.

Com relação a este tipo de atividade laboral, o Ipea identificou que cerca de 37% dos brasileiros possuem este tipo de emprego que consiste em um percentual maior do que o estimado pela OIT.

Este montante representa aproximadamente 16,3 milhões de pessoas em um total de 335 profissões consideradas com potencial ecologicamente correto.

Por Ana Camila Neves Morais



Crise econômica pode ameaçar setor de empregos no Brasil em 2013


A economia brasileira viveu momentos críticos de crise em alguns setores e, segundo especulações, estes problemas podem chegar ao setor de empregos nacionais.

Esta estimativa é feita em decorrência da baixa recuperação da economia do Brasil que terá como conseqüência uma redução na oferta de empregos para evitar prejuízos maiores.

Em 2012 os empregos formais tiveram uma redução de 45% e em 2013 é esperado que haja uma manutenção desta diminuição no mercado de trabalho.

Além de se preocupar com a redução do número de vagas oferecidas aos brasileiros, o governo teme ainda o aumento nas demissões de funcionários como no setor de serviços.

 Por isso, é preciso aguardar o próximo ano para verificar o ritmo de reação da economia para verificar, de forma real, as conseqüências na vida laboral dos brasileiros.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



CNI afirma que indústria não irá contratar mais do que o esperado em 2013


A indústria brasileira viveu em 2012 momentos de intensa crise econômica que foi refletida em dispensas de funcionários.

Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria) o desemprego na indústria nacional não foi maior devido ao fato dos empresários considerarem mais caro formar um novo profissional do que manter o antigo funcionário com baixa produção.

Apesar disso, a CNI não acredita em aumentos expressivos no número de funcionários na indústria no ano de 2013 tendo uma estimativa de que, com a manutenção do crescimento do setor, sejam inseridos neste mercado mais 3 milhões de profissionais treinados.

Além disso, a CNI espera uma taxa de desemprego na indústria de 5,3% menor do que o montante de 5,5% de 2012 dando fortalecimento para a efetiva recuperação do setor no Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



Serasa Experian espera maior concessão de crédito ao consumidor em 2013


O Serasa Experian apresentou neste mês de dezembro dados relevantes com relação ao crédito concedido no Brasil para os consumidores.

Esta avaliação permite visualizar de forma antecipada os movimentos relacionados ao crédito para os próximos seis meses.

Segundo este órgão o índice relativo a esta informação cresceu 0,5% no mês de outubro que consiste em um valor mais alto do que os vivenciados no início de 2012.

Além disso, para 2013 é esperada uma alta mais expressiva nas concessões de crédito ao consumidor que foram freadas durante o ano de 2012, dentre outras razões, pelo alto nível de inadimplência que impede a liberação de dinheiro.

Por Ana Camila Neves Morais



Maioria das empresas pretende aumentar salários em 2013


O setor de empregos não sentiu os efeitos da crise econômica mundial e mantêm a empregabilidade evitando taxas altas de desemprego.

Apesar disso, segundo o International Business Report (IBR) 2012 realizado pela Grant Thornton International com 12 mil empresas privadas distribuídas em 40 países, o ritmo de contratação em 38% da empresas do Brasil teve uma queda de 11 pontos percentuais no segundo semestre do ano.

Mesmo com este dado negativo, o Brasil conseguiu obter a 4ª colocação entre os países que mais realizam contratações de trabalho.

No entanto, não existem estímulos locais para as contratações já que no país a produção possui custos muito altos, uma elevada carga tributária e mão de obra sem a qualificação necessária.

Com isso, um dos meios usados pelas empresas é a retenção de talentos através da oferta de altos salários a seus profissionais.

Em relação a esta questão 63% das empresas afirmaram que irão aumentar os salários com valores acima da inflação e apenas 5% não irão conceder nenhum tipo de aumento salarial a seus empregados.

Por Ana Camila Neves Morais



Mercado de trabalho feminino – mais oportunidades e benefícios


A empresa especializada em serviços profissionais, Towers Watson, realizou pela primeira vez a Pesquisa de Benefícios Especiais para Mulheres e foi feita no mês de agosto com aproximadamente 120 empresas presentes no Brasil.

Segundo o estudo efetuado, cerca de 33% das organizações oferecem horários flexíveis para as mulheres depois da gestação e 16% permitem o trabalho em casa durante e após este período importante da vida feminina.

Além de facilitar o trabalho durante a gravidez, as empresas em 44% dos casos já estão oferecendo licença maternidade com seis meses de duração; além disso, 22% das empresas avaliadas oferecem serviços médicos de apoio à gestante com atendimentos psicológicos, nutricionais e ginecológicos.

Outra atuação empresarial interessante para as funcionárias é o oferecimento em 37,6% das empresas de programas especializados em prevenção para doenças femininas.

Deste modo, é possível perceber um empenho das empresas integrantes da pesquisa em adequar as práticas de trabalho às necessidades específicas do universo das mulheres.

Por Ana Camila Neves Morais



Arezzo é absolvida em processo trabalhista


A 8ª Turma do TST resolveu absolver a empresa Arezzo em processo trabalhista que envolvia a Calçados Siboney Ltda.

Segundo o tribunal especializado, a Arezzo não tem obrigação de pagar os débitos trabalhistas para uma funcionária da calçados Siboney que prestava serviços terceirizados à primeira empresa.

Apesar disso, o TRT do Rio Grande do Sul considerou que a Arezzo será totalmente responsável se a Calçados Siboney não pagar os direitos devidos para a trabalhadora.

Ainda segundo a avaliação judicial a relação de contratos terceirizados entre as duas empresas não permite considerar a Arezzo responsável pelas obrigações da outra empresa.

Por Ana Camila Neves Morais



Cresce número de jovens fora do trabalho e da escola


Há um bom tempo os homens deixaram de ser considerados os únicos responsáveis pelo sustento e manutenção das famílias e, na atualidade, esta acomodação está chegando a uma situação extrema.

Isto ocorre porque, segundo pesquisa realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a quantidade de homens jovens que não trabalham nem estudam está cada dia maior no Brasil chegando, em 2010, a cerca de 1,107 milhões de pessoas.

E, ao contrário, as mulheres jovens estão cada vez mais realizando atividades de trabalho e estudo que, muitas vezes, são acumuladas.

Esta população que não realiza nem atividades laborais nem de estudo recebem apoio de suas família e residem em casas de baixa renda.

Por Ana Camila Neves Morais



Mulheres são maioria nas empresas da iniciativa privada


O IBGE em parceria com o Ipea divulgou no início de dezembro dados sobre o Perfil das Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos em 2010.

De acordo com o estudo, aproximadamente 62,9% dos 2,1 milhões de empregados destas instituições no Brasil são do sexo feminino, sendo que os homens foram registrados apenas nas entidades com atividades na área de recreação e esportes.

Os trabalhadores de entidades sem fins lucrativos e privadas estão em 58,1% na região Sudeste do país com 26,4% dos trabalhadores inseridos em entidades da área de educação e pesquisa enquanto mais de 574 mil profissionais estão ligados às organizações na área da saúde.

Por Ana Camila Neves Morais



Câmara dos Deputados aprova PEC das Domésticas


Mais um importante avanço foi obtido pelos trabalhadores domésticos de todo o país, pois a Câmara dos Deputados aprovou a PEC das Domésticas.

Esta proposta de emenda à constituição estende aos empregados domésticos vários direitos que já são concedidos a outras classes de trabalhadores

Os direitos trabalhistas que passam a integrar a carreira dos trabalhadores domésticos são os seguintes:

*Proteção contra despedida sem justa causa;

·       Seguro-desemprego;

·       Fundo de Garantia do Tempo de Serviço;

·       Garantia de salário mínimo, quando a remuneração for variável;

·       Adicional noturno;

·       Proteção do salário, constituindo a sua retenção dolosa um crime;

·       Salário-família;

·       Jornada de trabalho de oito horas diárias e 44 horas semanais;

·       Hora-extra;

·       Redução dos riscos do trabalho;

·       Creches e pré-escola para filhos e dependentes até 6 anos de idade;

·       Reconhecimento dos acordos e convenções coletivas;

·       Seguro contra acidente de trabalho;

·       Proibição de discriminação de salário, de função e de critério de admissão;

·       Proibição de discriminação em relação à pessoa com deficiência;

·       Proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de 16 anos.

Ainda de acordo com a PEC, estes direitos irão começar a valer a partir do início da vigência da lei proposta por meio de sua promulgação.

No entanto, alguns direitos como o salário-família, FGTS, seguro contra acidentes de trabalho e seguro-desemprego dependerão de regulamentação.

O próximo passo para a PEC das Domésticas é a sua votação no Senado Federal.

Por Ana Camila Neves Morais



Senado aprova política de proteção aos direitos dos portadores de espectro autista


O autismo, doença neurológica irreversível, causa diversos problemas para seus portadores e familiares tanto pelas limitações impostas pela patologia quanto pelo preconceito existente na sociedade.

Para tentar melhorar a qualidade de vida destas pessoas, o Senado aprovou a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa Autista que cria um cadastro dos autistas brasileiros.

Este registro tem o objetivo de gerar dados mais detalhados sobre esta parcela importante na população que será usado na formulação de políticas públicas voltadas para as necessidades específicas dos autistas.

Outro importante avanço desta lei aprovada é a determinação de que nenhuma instituição educacional pode recusar a receber crianças com autismo e caso esta situação ocorra terá como sanção uma multa de até 20 salários mínimos.

Agora o projeto aprovado no Senado segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

Por Ana Camila Neves Morais



Senado aprova regulamentação da profissão de taxista


Depois de muito tempo fazendo parte da vida nas cidades brasileiras, os taxistas receberam neste mês de dezembro de 2012 a tão sonhada regulamentação enquanto profissão.

O Senado aprovou o projeto que institui o taxista enquanto profissão e a autorização para explorar serviços de táxi serão feitas pelo Poder Público correspondente.

A autorização para a atividade de taxista pode ser transmitida para herdeiros desde que os critérios determinados na lei sejam respeitados.

Outra novidade importante no projeto aprovado é com relação ao recolhimento de contribuição previdenciária o qual poderão ser inseridos no INSS enquanto profissionais autônomos e sem vínculo empregatício.

O próximo passo do projeto agora é a sanção presidencial para começar a surtir efeito na sociedade como um todo.

Por Ana Camila Neves Morais



OIT indica aumento de salário acima da média mundial no Brasil


A Organização Internacional do Trabalho divulgou em dezembro de 2012 o resultado e um estudo realizado sobre os salários em todo o mundo.

Segundo o órgão trabalhista os salários no Brasil tiveram um crescimento em 2011 duas vezes maior do que a média praticada no mundo como um todo.

De forma mais específica, o aumento verificado no Brasil foi de 2,7% enquanto no restante do globo este valor foi de apenas 1,2% maior do que no ano anterior.

Com estes dados, a OIT analisou que a crise econômica teve um impacto importante nos salários da população, mas com grandes discrepâncias como uma redução de 0,5% nos países desenvolvidos enquanto na Ásia e América Latina ocorreram aumentos no valor dos salários concedidos.

Além disso, o relatório sobre os salários mundiais ressalta a influência do Brasil para a obtenção de indicadores positivos na América Latina como um todo.

Por Ana Camila Neves Morais



Santander entra em acordo sobre funcionários demitidos


Nesta terça-feira, dia 18 de dezembro de 2013, houve um entendimento entre os Sindicatos de Bancários de São Paulo e o Banco Santander.

A pendência surgiu em decorrência de aproximadamente 447 demissões de funcionários do banco no estado de São Paulo. Em decorrência disso, o Sindicato entrou com ação no TRT para tentar impedir os desligamentos e teve a sua solicitação acatada pela justiça trabalhista.

E agora as duas entidades chegam a um acordo para reintegrar ou indenizar os funcionários demitidos no mês passado bem como a revisão de casos de pacientes com doenças graves e prestes a se aposentar.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais



Brasileiro tem menos medo do desemprego, segundo CNI


A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, os dados recentes do IMD (Índice do Medo do Desemprego).

Segundo o estudo houve uma queda de 1,1% no indicador no mês de outubro em relação a setembro e uma redução de 2,6% quando equiparado a dezembro de 2011.

A única alta no medo de ficar desempregado foi registrada entre os profissionais com nível superior nos quais o IMD passou de 77 para  81,9 pontos.

Ao considerar este indicador nas regiões do país, o Sudeste e Nordeste apresentaram uma pequena alta com 72,2 e 75 pontos enquanto as regiões Norte, Centro-Oeste e Sul tiveram reduções.

Esta situação identifica é justificada pela CNI pelo fato de que os grandes problemas da economia foram sentidos de forma específica nos setores industriais enquanto nos outros setores os níveis de emprego foram preservados mantendo, assim, a confiança dos profissionais.

Por Ana Camila Neves Morais



Rendimentos aumentam entre militares e funcionários públicos


O IBGE divulgou nesta semana dados que mostram a evolução nos rendimentos dos trabalhadores brasileiros.

De acordo com este estudo, os maiores ganhos foram para os militares e funcionários públicos com um aumento de 40,9%.

Este valor para as classes profissionais apresentadas acima ficou muito acima da média do rendimento no país que teve um crescimento de apenas 4,7%.

A única queda nos rendimentos no período entre 2000 e 2010 foi registrada para os empregadores com diminuição de 18,6%.

O IBGE analisou também a jornada de trabalho que ficou entre 40 e 44 horas semanais para 46% do total de trabalhadores, que representou um aumento em relação à última avaliação.

Enquanto isso, aqueles que cumpriam cargas horárias maiores diminuíram com redução de 17,3% para 12,7% de quem faz entre 45 e 48 horas e de 25,1% para 15,4% para aqueles que trabalhavam mais de 49 horas por semana.

Por Ana Camila Neves Morais



IBGE divulga dados sobre freqüência dos brasileiros no ensino superior


Nesta quarta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou dados relativos ao Censo Demográfico 2010 com informações sobre o uso dos brasileiros nos cursos de ensino superior.

De acordo com o estudo as mulheres são mais freqüentes nas faculdades de todo o país com 12,5% enquanto os homens estão presentes neste nível de ensino em apenas 9,95% dos casos.

Esta situação se reflete também no mercado de trabalho com um nível de ocupação no valor de 19,2% para as mulheres com nível superior completo e de somente 11,5% para os homens com este mesmo grau de escolaridade.

O IBGE realizou ainda a análise da freqüência escolar das crianças e adolescentes de 10 a 17 anos que ficou diretamente relacionada com a participação no trabalho já que apenas 5% das crianças que estudavam realizavam alguma atividade laboral e cerca de 17,5% daqueles que não iam à escola tinham algum tipo de ocupação laboral.

Por Ana Camila Neves Morais



Brasil possui crianças entre 10 e 13 anos trabalhando


O IBGE divulgou mais um tipo de dado relacionado ao Censo Demográfico 2010 e desta vez o assunto foi com relação ao trabalho infantil.

Segundo a pesquisa realiza pelo instituto o Brasil possui 5% das crianças com idade entre 10 e 13 anos no mercado de trabalho tanto na zona urbana quanto na zona rural; sendo que ao estratificar esta informação são alcançados 13,6% de crianças trabalhando no campo enquanto apenas 3,3% realizam este tipo de atividade nas cidades.

Ao considerar a legislação é terminantemente proibido no Brasil o trabalho para crianças menores de 17 anos com atividades árduas e contínuas que prejudicam o seu aprendizado e desenvolvimento na escola.

Ao separar este dado por sexo é possível perceber uma maior predominância entre os meninos que estão ocupados em 53,45 das situações enquanto que as meninas trabalham em apenas 35,1% dos casos analisados.

Por Ana Camila Neves Morais



Ministério Público do Trabalho pede indenização para trabalhadores da Philips


Mais uma questão trabalhista está envolvendo empresa da área de eletrônicos e tecnologia. Desta vez, a envolvida é a Philips do Brasil que foi acionada pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) da cidade de São Bernardo do Campo no estado de São Paulo.

O MPT entrou com uma ação civil pública contra a empresa pedindo uma indenização de R$50.000,00 para cerca de 200 funcionários da Philips sob a alegação de que eles foram contaminados com mercúrio.

Para o órgão integrante do Poder Judiciário, a empresa de eletrônicos não tomou os cuidados necessários para evitar que esta contaminação acontecesse.

Além do pedido de indenização para cada um dos funcionários, o Ministério Público solicita ainda o pagamento pela Philips de R$56 milhões como danos morais coletivos que serão destinados ao Hospital das Clínicas de São Paulo.

Outra medida impetrada contra a empresa é a contratação de um plano de saúde vitalício para os trabalhadores da fábrica de Capuava na cidade de Mauá em São Paulo com diagnóstico de mercurialismo.

Segundo a Philips não há o descumprimento de nenhuma medida de segurança em suas unidades presentes no Brasil e que vem realizando todas as ações necessárias para diminuir os efeitos sobre o meio ambiente.

Com relação à ação civil aberta pelo MPT, a Philips divulgou nota informando que já apresentou uma proposta de acordo que não foi aceita e, por isso, irá apelar para todos os níveis de defesa e recursos possíveis no sistema de justiça do Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais



Mais de 46.000 empregos formais são criados no Brasil


Nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, o Ministério do Trabalho divulgou dados importantes para os trabalhadores de todo o país.

Segundo pesquisa realizada pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram criados cerca de 46.095 postos de empregos formais com carteira assinada durante o mês de novembro de 2012.

Esta informação demonstra uma melhora no mercado de trabalho sendo este total de empregos gerados bem maior do que os 42.735 do mês de novembro de 2011, mas representou uma queda em relação à outubro que criou mais de 66.900 novos trabalhos para os brasileiros.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Nível de atividades remotas de trabalho aumentam no Brasil


Foi divulgado recentemente uma pesquisa feita pela empresa Market Analysis a qual mostrou dados interessantes sobre as atividades remotas de trabalho realizadas pelos brasileiros.

Os dados foram obtidos entre os meses de julho e agosto em nove capitais brasileiras com aproximadamente 498 adultos.

Segundo o estudo, cerca de 30% dos profissionais fazem algum tipo de trabalho com características remotas sendo este valor 7% maior do que o realizado há quatro anos atrás.

De forma mais específica, 35% dos entrevistados realizam este trabalho remoto em casa e houve um forte aumento do trabalho nômade realizado em locais variados como supermercado, shopping ou rua mediante o uso de dispositivos móveis como computadores portáteis e celulares.

As causas para o uso do trabalho remoto são variadas indo deste diminuição nos custos da empresa, equilíbrio na vida pessoal e melhor aproveitamento do tempo.

Por Ana Camila Neves Morais



Abed auxilia na difusão da educação à distância no Brasil


Uma grande ajuda para quem busca formação e capacitação no Brasil é a educação à distância que tem na Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância) uma boa organização da área.

Um dos exemplos das ações efetuadas pela Abed são os telecentros espalhados em locais afastados como a Amazônia e que permitem a capacitação de pessoas afastadas e sem acesso a celulares ou internet.

Além disso, a educação à distância pode ser usada na preparação para concursos públicos ou um maior grau de qualificação como cursos de nível superior e pós-graduação.

Segundo o presidente da Abed, a educação à distância está ganhando a cada dia um nível de qualidade maior sendo preciso para isso um maior aporte de recursos nesta área para a melhoria nos profissionais e nas estruturas físicas e tecnológicas envolvidas neste processo educacional.

Mais informações sobre a educação à distância bem como os cursos oferecidos nesta modalidade com credenciamento no MEC podem ser obtidos no site www.abed.org.br.

Por Ana Camila Neves Morais



CEF terá de pagar indenização a funcionário por assédio moral e sexual


Um caso bem inusitado aconteceu em uma agência da CEF: um funcionário sofreu assédio moral e sexual de sua chefe.

Até aí não há nenhuma novidade contundente, mas o interessante é que o funcionário em questão entrou na justiça e irá receber da entidade bancária uma indenização no valor de R$100 mil.

Segundo informações do funcionário e de testemunhas usadas no caso, a chefe sempre fazia elogios à sua beleza com “termos lascivos” e passou a persegui-lo depois que foi rejeitada.

A instituição bancária recorreu duas vezes contra a decisão judicial, mas perdeu em ambas as solicitações e agora terá que pagar o valor da indenização determinada pela justiça.

Por Ana Camila Neves Morais



Presidiárias em Vilhena fazem cursos profissionalizantes


O Presídio Feminino de Vilhena no estado de Rondônia está oferecendo uma rotina diferente para cerca de 15 presas que cumprem penas em regime semi-aberto.

A novidade fica por conta de cursos profissionalizantes de corte e costura que estão sendo oferecidos pelo SENAI no interior da instituição prisional.

As detentas que realizam as atividades são em sua maioria condenadas por envolvimento com o tráfico de drogas e, segundo o Senai em Vilhena, para o próximo ano serão oferecidos outros tipos de cursos para as presidiárias bem como curso de tapeceiro no presídio masculino presente no município.

Com isso, além de passar o tempo com atividades interessantes as mulheres capacitadas recebem uma possibilidade real de mudar de vida quando saírem da prisão em que se encontram.

Por Ana Camila Neves Morais



Call to Innovation recebe inscrições


A FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista) em parceria com a Singularity University abre o período de inscrições para o IV concurso cultural “Call to Innovation”.

Esta competição seleciona projetos empreendedores na área de tecnologia que ofereça solução para algum tipo de desafio presente no Brasil.

As inscrições podem ser feitas até o dia 06 de março de 2013 com um processo seletivo que contará, além da avaliação do projeto, com uma entrevista feita através do Skype para avaliar a fluência dos candidatos na Língua Inglesa.

O vencedor irá receber uma bolsa de estudos para fazer o curso Graduate Studies Program da Singularity University (SU) nas instalações da Nasa no estado norte-americano da Califórnia.

O curso terá início no dia 15 de junho de 2013 e se estenderá por mais 10 semanas nas quais o aluno terá o aprendizado bem como irá realizar o seu projeto.

Por Ana Camila Neves Morais



Serasa Experian espera inadimplência menor em 2013


A Serasa Experian divulgou nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, dados sobre a inadimplência no ano de 2012.

Segundo o órgão deve haver uma diminuição nos não pagamentos tanto de empresas quanto de consumidores no ano que está terminando.

Para a Serasa Experian diversos fatores contribuíram para esta situação como a diminuição do desemprego, aumentos salariais, taxa básica de juros em valores baixos e a melhoria no sistema de crédito bancário no Brasil.

Com isso, é esperado ainda um crescimento da economia doméstica e uma redução maior da inadimplência no ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais



Setores com falta de profissionais no Brasil


Uma reclamação antiga no Brasil é a falta de empregos para os trabalhadores. Mas esta realidade está se modificando e atualmente o grande problema reside na falta de qualificação dos profissionais gerando uma sobra de empregos.

Em estudo feito pela consultoria ManpowerGroup cerca de 71% dos empregadores do país tem dificuldades de preencher suas vagas de trabalho tanto pela escassez de profissionais quanto pela capacitação exigida.

Com isso, existem hoje aproximadamente 10 áreas de atuação que tem grande escassez de profissionais e que, portanto, são alvos interessantes para quem busca um emprego.

Os talentos mais escassos no mercado de trabalho brasileiro são os técnicos, engenheiros, motoristas para transporte de cargas, profissionais do ramo de vendas e economia, trabalhadores manuais (costureiras, eletricistas, pintores, pedreiros), mecânicos, profissionais de tecnologia da informação, operários para a indústria brasileira e operadores de produção.

Por Ana Camila Neves Morais



Executivos brasileiros pecam na fluência em Inglês


A consultoria Michael Page divulgou nesta semana uma pesquisa sobre os executivos brasileiros que demonstrou uma situação interessante.

Dentre os 3 mil entrevistados apenas 37% deles possuem fluência no Inglês com salários oscilando entre R$8.000,00 e R$15.000,00 e com idade entre 30 e 45 anos.

De forma mais específica, 50% dos executivos que atuam no setor de serviços possuem Inglês fluente enquanto na indústria apenas 35% tem essa característica e no agronegócio apenas 3% se garantem no Inglês.

Ao estratificar estes dados por região, a Michael Page encontrou que 49% dos executivos em São Paulo possuem fluência em Inglês, 45% destes profissionais no Rio de Janeiro tem esta capacidade.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais



Bob´s cria embalagem comestível para sanduíche


Nesta última semana o setor alimentício teve uma notícia interessante, pois a rede de lanches fast food Bob´s iniciou testes da embalagem de sanduíche comestível.

A nova embalagem é parecida com a de papel e veio com a frase: “Não precisa controlar. Devore esse sanduíche sem tirar o papel".

Fonte: Uol

A assessoria de imprensa da rede Bob´s não deu maiores detalhes sobre a novidade sendo preciso esperar se esta inovação estará disponível no futuro nas suas lojas ou não.

Por Ana Camila Neves Morais



Bradesco cria caixa eletrônico que dispensa uso do cartão


As atividades bancárias estão cada vez mais facilitadas e a última novidade neste ramo vem do Banco Bradesco que divulgou nesta quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2012, a possibilidade de realizar saques e consultas sem o uso do cartão de débito.

Esta inovação é possível por meio do uso da biometria, disponível em cerca de 93% dos terminais de auto-atendimento do Banco Bradesco, que realiza a leitura do padrão vascular da palma da mão do cliente.

Com o uso desta técnica, os clientes devem informar o número da agência e da conta em caso de saques além de precisar digitar a sua senha bancária com seis dígitos.

Para utilizar este sistema é preciso que os clientes do banco se cadastrem no sistema de biometria em qualquer agência.

Por Ana Camila Neves Morais