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Ministro do Trabalho espera emprego em alta em 2013


O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou neste sábado, dia 29 de dezembro de 2012, a expectativa de que se mantenham baixos níveis de desemprego durante o próximo ano.

Segundo Brizola Neto é esperado que em 2013 o mercado de trabalho fique ainda mais aquecido com aumento no número de empregos ofertados.

Ainda de acordo com o ministro, a retomada do crescimento da economia trará um novo ânimo para setores afetados pela crise econômica como a indústria demandando uma maior mão de obra e que, para isso, é necessário garantir a qualificação dos trabalhadores para este setor.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Taxa de desemprego no Brasil é de 4,9% em novembro


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou resultados da Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de novembro.

Segundo o estudo, a taxa de desemprego no país ficou em 4,9% no período analisado e com um valor acumulado no ano de 5,6%, sendo estes os menores valores registrados nos últimos 10 anos para este indicador.

Os principais motivos para esta queda no nível de desemprego no Brasil se deve, de acordo com Cimar Azeredo Pereira gerente da pesquisa, em um aumento dos empregos temporários e a uma menor evasão de pessoas de seus trabalhos.

Ainda de acordo com o IBGE a taxa de desemprego deve diminuir mais no mês de dezembro de 2012 acompanhado de um crescimento no emprego em setores como serviços, comércio e construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais



Brasil possui mais de 16 milhões de empregos verdes


Uma das grandes tendências no mercado de trabalho atual são os chamados “empregos verdes” que são chamados assim porque realizam atividades que preservam o meio ambiente.

Com relação a este tipo de atividade laboral, o Ipea identificou que cerca de 37% dos brasileiros possuem este tipo de emprego que consiste em um percentual maior do que o estimado pela OIT.

Este montante representa aproximadamente 16,3 milhões de pessoas em um total de 335 profissões consideradas com potencial ecologicamente correto.

Por Ana Camila Neves Morais



OIT indica aumento de salário acima da média mundial no Brasil


A Organização Internacional do Trabalho divulgou em dezembro de 2012 o resultado e um estudo realizado sobre os salários em todo o mundo.

Segundo o órgão trabalhista os salários no Brasil tiveram um crescimento em 2011 duas vezes maior do que a média praticada no mundo como um todo.

De forma mais específica, o aumento verificado no Brasil foi de 2,7% enquanto no restante do globo este valor foi de apenas 1,2% maior do que no ano anterior.

Com estes dados, a OIT analisou que a crise econômica teve um impacto importante nos salários da população, mas com grandes discrepâncias como uma redução de 0,5% nos países desenvolvidos enquanto na Ásia e América Latina ocorreram aumentos no valor dos salários concedidos.

Além disso, o relatório sobre os salários mundiais ressalta a influência do Brasil para a obtenção de indicadores positivos na América Latina como um todo.

Por Ana Camila Neves Morais



Rendimentos aumentam entre militares e funcionários públicos


O IBGE divulgou nesta semana dados que mostram a evolução nos rendimentos dos trabalhadores brasileiros.

De acordo com este estudo, os maiores ganhos foram para os militares e funcionários públicos com um aumento de 40,9%.

Este valor para as classes profissionais apresentadas acima ficou muito acima da média do rendimento no país que teve um crescimento de apenas 4,7%.

A única queda nos rendimentos no período entre 2000 e 2010 foi registrada para os empregadores com diminuição de 18,6%.

O IBGE analisou também a jornada de trabalho que ficou entre 40 e 44 horas semanais para 46% do total de trabalhadores, que representou um aumento em relação à última avaliação.

Enquanto isso, aqueles que cumpriam cargas horárias maiores diminuíram com redução de 17,3% para 12,7% de quem faz entre 45 e 48 horas e de 25,1% para 15,4% para aqueles que trabalhavam mais de 49 horas por semana.

Por Ana Camila Neves Morais



Mais de 46.000 empregos formais são criados no Brasil


Nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, o Ministério do Trabalho divulgou dados importantes para os trabalhadores de todo o país.

Segundo pesquisa realizada pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram criados cerca de 46.095 postos de empregos formais com carteira assinada durante o mês de novembro de 2012.

Esta informação demonstra uma melhora no mercado de trabalho sendo este total de empregos gerados bem maior do que os 42.735 do mês de novembro de 2011, mas representou uma queda em relação à outubro que criou mais de 66.900 novos trabalhos para os brasileiros.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



Embraer aumenta setor de engenharia


A Embraer divulgou nesta semana que irá aumentar o seu setor de engenharia para atender ao aumento na produção de aviões da empresa.

Para isso, será inaugurado um novo escritório na cidade de Belo Horizonte ainda durante o mês de dezembro de 2012.

Além disso, a Embraer irá realizar a contratação de mais 100 engenheiros no Brasil e diversos profissionais da área nos Estados Unidos.

Com esta expansão, a empresa vai contar com cerca de 200 engenheiros em sua unidade na Flórida durante o ano de 2013 buscando profissionais qualificados como ex-engenheiros da Nasa.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais



IBGE divulga pesquisa com aumento das empresas ativas no Brasil


O IBGE (Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia) divulgou neste último mês de novembro dados do estudo “Estatísticas do Empreendedorismo 2010”.

Esta pesquisa foi realizada com base no Cempre (Cadastro Central de Empresas) e de dados dos setores de comércio, indústria, serviços e construção civil nos anos de 2009 e 2010.

Nesta análise, de forma geral, foi identificado que o percentual de empresas ativas no Brasil foi 6,1% maior em 2010 do que o registrado para o ano de 2009 representando um total de 4,5 milhões de empresas com 37,2 milhões de pessoas envolvidas em suas atividades.

Ao estratificar este dado geral é possível obter um aumento de 7,5% nas empresas com no mínimo um assalariado e de 8,3% em empresas tendo mais de 10 funcionários com um salário médio de R$1.400,00 sendo ofertado.

Deste total de empresas ativas em 2010, o maior destaque ficou com as EAC (Empresas de Alto Crescimento) que aumentaram o seu total de empregados em 20% nos últimos três anos considerados.

Ao analisar os motivos deste crescimento, Cristiano dos Santos gerente da pesquisa realizada pelo IBGE atribuiu este aumento importante ao incremento na demanda interna do mercado com uma diminuição das exportações e um maior volume de comércio no interior do país que estimulou a criação de mais empresas no Brasil.

Fonte: Agência do Brasil

Por Ana Camila Neves Morais



Sergipe cria mais de 3.000 empregos em outubro de 2012


O Caged (Cadastro Geral de emprego e Desemprego) do Ministério do Trabalho divulgou dados do mês de outubro de 2012 que mostram a criação de 66.988 novos empregos no Brasil dos quais 3.139 foram ofertados no estado de Sergipe.

Segundo a pesquisa, durante os 10 meses do ano de 2012 foram 1.688.845 novos trabalhadores com carteira assinada com um aumento nesta oferta de 1,12% para o estado de Sergipe.

Este crescimento, segundo o governo do estado, se deve a um aumento da capacidade das indústrias, das empresas além da chegada de novos negócios que causaram o aumento no setor de empregos em Sergipe.

Ao considerar este avanço em Sergipe de forma mais específica foi identificado que a maior parte dos postos de trabalho foi para o setor de serviços com 5.273 contratações.

Por Ana Camila Neves Morais



Empresa Michael Page avalia remuneração de executivos na América Latina


Mais uma pesquisa interessante foi realizada com relação ao mercado de trabalho no Brasil. Desta vez, a novidade foi apresentada pela empresa Michael Page – especializada em recrutamento de executivos – que realizou um estudo comparativo das remunerações oferecidas aos executivos no Brasil e em diversos países da América Latina.

Esta pesquisa avaliou 29 cargos de executivos localizados em empresas de médio e grande porte presentes no México, Brasil, Chile e Argentina. O principal resultado desta análise foi a constatação de que no Brasil este tipo de profissional recebe remunerações maiores em cerca de 72% dos cargos avaliados na pesquisa.

De forma mais específica, o estudo da Michael Page mostrou que em áreas como engenharia, finanças, vendas e incorporação os executivos no Brasil chegam a ganhar mais do que o dobro em remunerações do que nos outros países abordados pela pesquisa; já no setor imobiliário, que vive um crescimento exponencial, os profissionais executivos brasileiros tem salários até 90% mais altos do que nos países latino-americanos.

Após a posição consolidada do Brasil como primeiro lugar em salários na área de altos cargos de administração, este estudo apontou o Chile como segundo colocado em remunerações para executivos em decorrência do bom momento político-econômico e da estabilidade financeira vivenciada por este país recebendo, assim, profissionais capacitados vindos tanto do Chile como de outros países.

E nos dois últimos lugares ficam os salários oferecidos, respectivamente, pela Argentina e pelo México que passam por um momento de melhora nas crises econômicas vividas pelos mesmos.

Além disso, a pesquisa da Michael Page aponta um forte crescimento da economia da Colômbia que, em pouco tempo, estará entre os países que oferecem melhores trabalhos e maiores possibilidades de ganhos financeiros a executivos.

Por Ana Camila Neves Morais



Aumento do Salário Mínimo


O salário mínimo vem modificando de valor ano após ano. Desde a mudança para o Real, a remuneração dos trabalhadores foi aumentando frequentemente em pequena escala. Mas esse aumento no valor do salário não é por acaso, isso faz parte de um programa oferecido no plano Real, onde a moeda brasileira receberá modificações até o ano de 2015.

Depois do ano 2000, os aumentos ficaram "mais altos". Em 1994 o salário chegou a subir duas vezes, porém sem grande potencial, saindo de R$ 64 e chegando a R$ 70. Nessa época, onde o salário ainda era muito baixo, a maioria das pessoas conseguia viver com o seu salário, mas a cada aumento o consumidor foi percebendo que quase não adianta o dinheiro extra. Isso acontece porque os cálculos dos impostos são baseados no valor do salário mínimo, ou seja, quanto mais ganhamos mais temos que contribuir.

Para termos uma melhor noção do aumento de salário, em 2002 o ordenado estava na casa dos R$ 200 e hoje, 10 anos depois, o salário já está em R$ 622 e promete não parar por aí.

Como dito acima, o governo brasileiro implantou um programa de desenvolvimento onde o salário será aumentado até 2015, a pretensão do governo é que o salário chegue à casa dos R$ 800 até o fim do programa.

Fonte: Portal Brasil

Por Matheus Nogueira Camargo



Aumento na Tarifa de Energia Elétrica no Rio Grande do Sul


Serviço indispensável à sociedade atual, a energia elétrica vai ficar mais cara para 118 municípios gaúchos. Diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) sancionou na terça-feira (12) um reajuste médio de 7,56% para a concessionária AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S.A.

A alta começará a valer a partir do dia 19 deste mês e abrangerá aproximadamente 1.184 milhão de residências de acordo com informações dispostas na página da ANEEL.

O reajuste de baixa tensão, geralmente aplicado em residências, será de 6,36%, enquanto para alta tensão, mais comum em indústrias, abrangerá taxa de 8,82%.

O cálculo do reajuste tem por base despesas comuns da atividade de distribuição, que conta entre demais indexadores com o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Por Luiz Felipe T. Erdei



Valor da Cesta Básica em São Paulo SP – Janeiro 2011


Essencial para a subsistência, o preço da cesta básica começa a cair. Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em conjunto com a Fundação Procon-SP revela que o preço médio recuou 1,36% entre novembro de 2010 e janeiro de 2011.

No levantamento do dia 28 de novembro, o valor da cesta básica chegou a R$319,11, mas em 31 de janeiro cedeu para R$ 314,78. O estudo assinala que dos 22 produtos sondados na pesquisa, meia dúzia apresentou avanço nos preços, sete mantiveram estabilidade e outros nove, baixa superior a um ponto percentual. De 31 produtos examinados na variação mensal, ressalta o Procon-SP, 16 registraram elevação, 12 decaíram de preços e três nutriram os mesmos valores.

Relacionados índices por grupos, Alimentação encerrou o período em questão com arrefecimento de 1,97%, ao mesmo tempo em que Limpeza e Higiene Pessoal minutaram progresso de 1,85% e 1,22%, respectivamente.

Os produtos que apresentaram maior elevação foram a salsicha, com taxa positiva de 4,60%, e a farinha de trigo, com alta de 4,52%. Em seguida figuraram sabão em barra, 2,75%, água sanitária e absorvente, cada qual com ascensão de 2,50%.

Por outro lado, de acordo com o Procon, o preço do feijão recuou 19,08%, o da batata 10,76%, o do frango 4,52%, o da cebola 3,94% e o do queijo mussarela 3,47%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento do Salário Mínimo para 2011 – Novo Valor


Após longas negociações, discursos carregados de ideologia e muita expectativa, o debate sobre o salário mínimo foi definido. O valor de R$ 545, pretendido pelo governo, realmente se confirmou, contrariando as intenções da oposição e das centrais sindicais que até aceitavam R$ 560, ante os R$ 580 de início.

Na economia, o impacto do salário representará, mensalmente, R$ 99 milhões e em termos anuais, R$ 1,328 bilhão para os municípios.

De acordo com Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios, é bem possível que o valor aprovado pela Câmara seja mantido pelo Senado, pois em 23 de fevereiro (quarta-feira) a matéria poderá ser debatida e votada em regime de urgência.

A principal inquietação, na visão de Ziulkoski, é justamente termos em torno da Lei de Responsabilidade Fiscal, a qual restringe despesas com pessoal e seus encargos em até 50% de toda a Receita Corrente Líquida.

Paulo revela que o número de municípios que poderão descumprir os termos em função da alta do mínimo aumentaria em aproximadamente 35,42%, grande parte da alta relacionada a municípios situados nas regiões Norte e Nordeste do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dilma Rousseff – Alteração na Metodologia do Reajuste do Salário Mínimo


Após obter mais de 55 milhões de votos no segundo turno da eleição presidencial, Dilma Rousseff afirmou na última quarta-feira, 3 de novembro, que está apreciando a possibilidade de alterar a metodologia de reajuste do salário mínimo.

Caso as pretensões da petista sejam vistas e acatadas, é bem provável que o novo valor possa sofrer aumento considerável, pois o sistema em vigência considera variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois antes anteriores, somado, portanto, à inflação acumulada em um ano.

O impasse para 2011, caso o sistema atual vigore, é que a soma de todas as riquezas e bens produzidos no país (PIB) sofreu queda de 0,2% em 2009 em virtude dos efeitos da crise financeira global.

O PIB de 2010, de acordo com estimativas, poderá alcançar o índice de 7,5%. Em entrevista a jornalistas, de acordo com a agência de notícias Reuters, a ex-ministra-chefe da Casa Civil prevê que em 2014 o mínimo poderá ultrapassar o limiar de R$ 700.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aposentados – Aumento Real de Salário – PSDB


O ambiente eleitoral do Brasil é instável, mensurou há pouco tempo o veículo de comunicação The Economist. Seu posicionamento não foi um dos mais errôneos, é certo, pois diariamente novas informações envolvendo situações embaraçosas tanto de Dilma Rousseff (PT) quanto de José Serra (PSDB) tornam imprevisíveis qualquer definição, mesmo pesquisas de intenções de votos indicando vantagem para a ex-ministra da Casa Civil.

Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, criticou o tucano ao avaliar ser inviável o reajuste salarial prometido de R$ 600, pois para tal feito seriam necessárias mudanças de algumas das diretrizes do atual governo, gerido por Luiz Inácio Lula da Silva.

Corroborando com o discurso de Lupi, Carlos Eduardo Gabas, ministro da Previdência, afirmou saber o que o Partido da Social Democracia Brasileira fez com a Previdência e diz ter a certeza de que o anunciado não procede no concernente ao reajuste de 10% prometido aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Em proveito de entrevista concedida a jornalistas, segundo o Estadão, Gabas assegurou que no período em que o tucanato esteve à frente do poder federal a classe dos aposentados não conseguiu aumento real de salário (percentual superior ao índice da inflação).

Gabas assinala que o presidente Lula só debaterá o tema de reajuste do salário mínimo e demais temas com seu sucessor, obviamente após o último dia deste mês.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Salários – Aumento Real – Recorde em 2010


O avanço do número de empregos com carteira assinada pelo país é uma situação que, mesmo de maneira empírica, passou a ser comemorada por vários setores; os tão citados Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, e Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, chegaram a estimar 2,5 milhões de oportunidades criadas e contabilizadas ao final de 2010.

A imprensa e ministros de distintas pastas têm relacionado, também diretamente ligado ao número de vagas formais geradas, aumento real da massa salarial. Embora nem todos os segmentos o sintam, vários são aqueles que deverão fechar este ano com ares otimistas, como é o caso dos metalúrgicos atuantes na região do ABC. Na semana passada, por exemplo, houve aumento à classe de 6,26%, somado a um incremento de 4,29% para repor a inflação, ou seja, 10,81% no total – a maior elevação concreta de toda a história da categoria.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) avalia, de acordo com o portal R7, que 2010 será o ano com a maior quantidade calculada de aumentos reais superiores a 5%, superando, inclusive, 1996, quando quase 7% de todas as negociações obtiveram ganhos acima dessa margem.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Busca de crédito continua alta, mesmo após a Copa


O final do ano passado marcou novas tendências à população brasileira. As inúmeras medidas de incentivo ao consumo, ideológicas ou práticas, permitiram a recuperação do país ante a crise financeira global e de quebra, consequentemente, aquisição de bens antes inimagináveis ou impossíveis às famílias de baixa renda.

A Copa do Mundo ocorrida na África do Sul, há pouco tempo, deu novo fôlego à nação, principalmente a setores relacionados a alimentação e bebidas e, mais além, eletroeletrônicos, principalmente televisores. Após o mundial de futebol, com as famílias já endividadas em relação ao evento e também pela contração de dívidas nos meses iniciais de 2010, muito se aguardava diminuição no ímpeto das pessoas.

A Serasa Experian, divulgou nesta terça-feira, 10 de agosto, porém, que o número de pessoas que buscaram crédito no mês passado apresentou crescimento de 9,3% em detrimento ao mês imediatamente anterior. Só para exemplificação, durante os jogos, essa procura cedeu mais de 10% em comparação a maio.

Economistas da entidade, de acordo com reportagem enunciada pelo portal de notícias G1, acreditam que a elevada base comparativa e o ritmo mais baixo de dilatação do crédito aguardado, pois, para o segundo semestre do ano em vigência, incidirão consideravelmente nas variações anuais acumuladas, com possibilidades de diminuição gradativa até o final de 2010.

A Serasa assinala que todas as faixas de renda contabilizaram maior busca por crédito no mês passado, porém, os consumidores que possuem renda de até R$ 500 mensais são aqueles que mais contribuíram para a alta.

Por Luiz Felipe T. Erdei