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Valor da Cesta Básica em São Paulo SP – Janeiro 2011


Essencial para a subsistência, o preço da cesta básica começa a cair. Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em conjunto com a Fundação Procon-SP revela que o preço médio recuou 1,36% entre novembro de 2010 e janeiro de 2011.

No levantamento do dia 28 de novembro, o valor da cesta básica chegou a R$319,11, mas em 31 de janeiro cedeu para R$ 314,78. O estudo assinala que dos 22 produtos sondados na pesquisa, meia dúzia apresentou avanço nos preços, sete mantiveram estabilidade e outros nove, baixa superior a um ponto percentual. De 31 produtos examinados na variação mensal, ressalta o Procon-SP, 16 registraram elevação, 12 decaíram de preços e três nutriram os mesmos valores.

Relacionados índices por grupos, Alimentação encerrou o período em questão com arrefecimento de 1,97%, ao mesmo tempo em que Limpeza e Higiene Pessoal minutaram progresso de 1,85% e 1,22%, respectivamente.

Os produtos que apresentaram maior elevação foram a salsicha, com taxa positiva de 4,60%, e a farinha de trigo, com alta de 4,52%. Em seguida figuraram sabão em barra, 2,75%, água sanitária e absorvente, cada qual com ascensão de 2,50%.

Por outro lado, de acordo com o Procon, o preço do feijão recuou 19,08%, o da batata 10,76%, o do frango 4,52%, o da cebola 3,94% e o do queijo mussarela 3,47%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Produtos Típicos Carnaval tem Aumento de Preços


A menos de uma semana para o Carnaval, pesquisas se encarregam de ilustrar ao consumidor quais os melhores locais para a aquisição de produtos típicos, bem como indicativas para onde as pessoas podem comprar mercadorias por um custo menor. Porém, segundo o Instituto de Planejamento Tributário (IPBT), em 2010 os preços aumentaram significativamente devido a cargas tributárias embutidas.

Para efeito contextual, o percentual (ou taxa) de tributos sobre a cerveja chega a 54,8%. Com base nisso, João Eloi Onenike, presidente do IPBT, ressalta que os produtos considerados de menor importância sofreram mais com a crise mundial, pois o governo brasileiro, segundo ele, teve foco principal em diminuir os impostos de carros e da linha branca, entre outros.

Alguns dos percentuais divulgados pelo Instituto podem deixar a população de orelha em pé. A famosa água de coco, tão consumida no calor, tem carga tributária de 34,13%. Os músicos também saíram prejudicados porque o Agogô, o Violão e o Cavaquinho, por exemplo, possuem quase 39% de tributos embutidos cada um.

Na hora da folia, a melhor iniciativa é pensar bem e pesquisar muito mais, sobretudo, antes de gastar.

Por Luiz Felipe T. Erdei