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Arrecadação do FGTS teve queda no 1º semestre de 2015


Queda registrada foi de 24,52% no 1º semestre deste ano em comparação ao ano passado.

As consequências do desemprego são sentidas não só pelos que estão sem trabalho, mas ameaça também quem está empregado. O registro de arrecadação do FGTS sofreu uma queda durante o primeiro semestre deste ano de 24,52% quando comparado ao mesmo período do ano passado.

A diferença entre depósitos e saques feitos no fundo foi de R$ 8,3 bilhões, uma diferença de R$ 2,7 bilhões comparado ao mesmo período do ano passado. É a maior queda no fundo desde o ano de 2011.

A diminuição dos fundos no FGTS atinge a todos os brasileiros, pois esse dinheiro é utilizado para programas como habitação, infraestrutura e saneamento, por exemplo. Só para ter uma ideia, as metas do Governo para investir esse dinheiro até o ano de 2018 seria de aplicar o valor recorde de R$ 76,8 bilhões a cada ano até 2018. Desse valor total, R$ 56,5 bilhões iriam para habitação, R$ 12,8 bilhões para projetos de infraestrutura urbana, e R$ 7,5 bilhões seriam destinados para o saneamento.

Segundo fontes do conselho curador responsável pelo FGTS, a captação líquida, ou seja, o valor dos depósitos menos os saques têm previsão de fechar este ano por volta de R$ 12 bilhões. Valor bem menor do que o do ano passado, onde a captação líquida do FGTS chegou a R$ 18 bilhões.

Somente no acumulado dos seis primeiros meses do ano foram mais de 22 milhões de saques efetuados, o que em valores reais, equivale a R$ 57 bilhões, um valor 17,21% maior do que o mesmo período do ano passado. Enquanto isso, a arrecadação bruta subiu a passos menores, apenas 9,53%. Cerca de metade dos saques registrados no FGTS vieram de pessoas que foram demitidos sem justa causa.

Mas, com toda a redução da arrecadação, a Caixa afirma que não há falta de recursos para os pagamentos dos benefícios dos assegurados pelo FGTS. O banco reserva atualmente três vezes mais do que os saques eventuais registrados, para o caso de alguma eventualidade.

Por Patrícia Generoso

FGTS



Arrecadação Federal registrou R$ 82,6 bilhões em março de 2012


De acordo com dados da Secretaria da Receita Federal, divulgados na terça-feira (24/04), o valor arrecadado pelo país em março chegou a R$ 82,6 bilhões, um valor recorde para o mês. Além disso, o recorde também foi registrado no primeiro trimestre de 2012, com acumulado de R$ 256,8 bilhões. A arrecadação federal soma impostos, receitas e contribuições federais.

O valor alcançado em março deste ano representa um aumento de 10,26% se comparado ao mesmo mês do ano passado. O impulso no crescimento da arrecadação aconteceu por vários fatores, como o Simples Nacional, que, devido a mudanças no sistema de cobranças, fez com que ingressassem nos cofres do governo de março a arrecadação de fevereiro e do próprio mês de março.

Já em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, os três meses de 2012 registraram alta de 7,32%. Em valores absolutos, o crescimento de arrecadação em janeiro, fevereiro e março, em relação aos mesmos meses de 2011, foi de R$ 30,6 bilhões.

Para este ano, a estimativa é que a arrecadação cresça entre 4% e 5%, afirmou a secretária-adjunta da Receita Federal, Zayda Manatta.

Por Matheus Camargo

Fonte: Receita Federal



Arrecadação de impostos – Dados de fevereiro de 2012


A Receita Federal informou que as contribuições e arrecadações de impostos no Brasil no mês de fevereiro bateram um recorde histórico para o período. De acordo com a instituição o valor atingiu a marca de R$ 71,902 bilhões.

Um crescimento de quase 6% quando comparado ao mesmo período de 2011, já com relação ao mês de janeiro, a arrecadação apresentou baixa de 30,22%.  Ao levar em consideração os primeiros meses do ano, a arrecadação atingiu um valor de quase R$ 175 bilhões, vale lembrar que esse valor já está corrigido pelo IPCA, que mede a inflação média do país. Comparado com o mesmo período de 2011, o acumulado do ano teve variação de 5,99%. 

Um dos principais influenciadores desse resultado, de acordo com o Governo, foi recolhimento dos impostos do setor financeiro. Outro ponto ressaltado pela Receita foram os indicadores macroeconômicos que tiveram importante papel nessa arrecadação. 

A Receita também chamou a atenção para os números referentes à produção industrial e ao volume de vendas do país, segundo os especialistas, se por um lado houve uma queda na produção de janeiro, quando comparado ao mesmo período do ano passado, o volume de vendas de uma forma geral aumentou 7,7%, sendo que o salário também apresentou alta superior a 16%.  

Por Joyce Silva



Impostômetro – Arrecadação atingiu o valor de R$ 500 bilhões no início de maio de 2011


A arrecadação de impostos pelas esferas municipais, estaduais e federal aumenta a cada ano. Em 2010, o Impostômetro, instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), atingiu níveis recordes, tendência que deve prevalecer em 2011. No dia 4 de maio o medidor atingiu a casa de R$ 500 bilhões, valor só alcançado há um ano no dia 25 do mesmo mês.

Por volta das 23h da terça-feira (3 de maio), o Impostômetro alcançou a marca de R$ 497,840 milhões. De acordo com João Eloi Olenike, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), até hoje no acumulado do ano, cada cidadão do país já pagou aproximadamente R$ 2,5 mil em impostos, montante que deve subir para R$ 7,5 mil até o final de dezembro.

O Impostômetro foi implantado em 20 de abril de 2005 em conjunto entre o IBPT e a ACSP. Para acompanhar os dados atualizados em tempo real, basta acessar o endereço www.impostometro.org.br.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Impostômetro – Arrecadação atingiu o valor de R$ 300 bilhões – Março de 2011


O número de impostos pelo país e os dados consequentes das altas arrecadações cada vez mais assustam os consumidores brasileiros. Estimativas apontam que o trabalhador destina 40% de sua remuneração anual para o pagamento de tributos.

O Impostômetro, instalado no centro da cidade de São Paulo, nutrido pelo Instituto de Planejamento Tributário (IBPT) e pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), atingiu o patamar de R$ 300 bilhões arrecadados em impostos municipais, estaduais e federais na segunda-feira (21/03).

Um dado nada interessante é que essa quantia, registrada quase às 13h do dia 21, atingiu o mesmo patamar no ano passado apenas no dia 29 de março. Em comunicado enviado à imprensa, a ACSP ressalta que desde o início dos registros por meio do Impostômetro, em abril de 2005, só ocorreram altas.

Com a possibilidade da volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CMPF), sob o nome de Contribuição Social para a Saúde (CSS), a arrecadação deve dar outra guinada. O consumidor deve ficar preparado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Impostômetro atingiu o valor de R$ 200 bilhões em fevereiro de 2011


Se todo produto exposto e vendido chegasse às mãos dos consumidores com base naquilo que efetivamente custa, descontados impostos, certamente seriam bem mais baratos. A questão da alta tributação, por sinal, gera polêmicas no Brasil, pois num território de tantas desigualdades, a arrecadação prejudica mais a uns do que a outros.

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) instalou em sua sede, no centro da cidade, o Impostômetro, instrumento que visa elucidar para a população o valor total arrecadado no acumulado do ano. Nas primeiras horas da noite do dia 24 de fevereiro, o indicador, também mantido pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), atingiu a marca de R$ 200 bilhões. No ano passado, esse valor fora constatado no dia 28 de fevereiro.

A associação examina que apesar de existir pouca distinção de dias quanto à arrecadação 2010 e 2011, o acréscimo é notável, pois a mesma cifra, em 2009, só fora alcançada no dia 9 de março.

Caso essa tendência permaneça, o aumento do mínimo, as isenções de impostos e outros tantos benefícios ‘reais’ para os trabalhadores serão apenas números, pois na prática, juntamente ao nível de endividamento, o consumidor tende a usufruir seu dinheiro em menor grau em função de impostos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBPT



Santo André arrecada mais de R$ 1 bilhão em 2010


O Brasil foi um dos primeiros países a superar os principais efeitos do colapso financeiro global, deixando para trás números negativos de várias áreas e emplacando dados positivos, tais como o próprio Produto Interno Bruto (PIB) de 2010, que deve crescer aproximadamente 7,60% segundo projeções do Banco Central (BC).

Ainda relativo ao ano passado, dados do Impostômetro, instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), assinalam que o país arrecadou mais de R$ 1,2  trilhão. A Prefeitura de Santo André, neste ínterim, correspondeu consideravelmente bem ao montante examinado por todo o país.

De janeiro a dezembro de 2010, a arrecadação da Administração Direta reuniu R$ 1,186 bilhão, resultado 11,5% superior ao montante constatado em 2009, de R$ 1,063 bilhão. Para Nilson Bonome, secretário de Finanças, Gabinete e Saúde, essa melhoria é recorrente do melhor cenário econômico em todo o Brasil. A arrecadação na região, particularmente, retornou próxima aos patamares constatados antes da crise financeira.

Segregado por tipos, 24,9% do total angariado correspondeu ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), 15,8% com o Imposto Sobre Serviços (ISS) e 3,2% por meio do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Além desses, constata-se boas arrecadações também por meio do IPVA e IPTU.

Certamente, a população local deve pensar de duas maneiras distintas: muitos impostos e mais dinheiro em caixa para pagá-los. Os dados conjeturados pela prefeitura assinalam, efetivamente, que o país e a região, em particular, conseguem voltar a crescer, algo que poderá retornar à população em formas de benefícios.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Prefeitura Municipal de Santo André



Receita Federal – Arrecadação de Impostos em 2010


A soma de tudo o que foi arrecadado, no âmbito das receitas federais, atingiu a marca recorde de R$ 805,7 milhões entre janeiro e dezembro de 2010, o que representa um acréscimo de 15,38% em relação a tudo o que foi recolhido em 2009 (R$ 698.289). Somente em dezembro último, o valor arrecadado foi de 90.882 milhões de reais, ou seja, 23,03% a mais do que o valor nominal do ano anterior (2009).

Conforme análise da própria Receita Federal do Brasil, divulgada em seu portal, o resultado obtido, em parte, é decorrência imediata da “recuperação dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos”.

Esses indicadores (que são a produção industrial, a venda de bens e serviços e a massa salarial) foram os principais responsáveis, respectivamente, pela arrecadação de impostos como o IPI e Cofins, além da contribuição Previdenciária.

Por Alberto Vicente



ACSP – Impostômetro – Novo Recorde de Arrecadação de Impostos em 2010


A alta carga tributária brasileira é alvo de críticas de diversas camadas da sociedade, desde a população até políticos e empresários. Em outubro fora constatada arrecadação de R$ 1 trilhão, volume só alcançado no ano passado 49 dias depois (em 14 de dezembro). Pois bem, foi marcada para esta terça-feira (14 de dezembro) novo recorde de acordo com perspectivas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP): R$ 1,2 trilhão.

O Impostômetro, instalado no prédio da ACSP (centro de SP), tem por base a arrecadação de tributos municipais, estaduais e federais desde 1º de janeiro. Para se ter ideia de como o recolhimento tem crescido, na ocasião da inauguração do medidor, em abril de 2005, R$ 550 bilhões foram constatados, e no ano seguinte, já contemplando os 12 meses do período, R$ 816 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ACSP – Impostômetro – Recorde de Arrecadação


A taxação de o Brasil ser considerado um dos países com as maiores cifras oriundas da arrecadação de impostos se confirma ano após ano. Ao meio dia da última segunda-feira, 22 de novembro, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou montante de R$ 1,1 trilhão, situação granjeada pela primeira vez na história.

Até o final do ano, pelo ritmo de arrecadação mensal, o Brasil deverá acumular R$ 1,2 trilhão em impostos, consideravelmente superior ante o constatado em 2009, quando houve reunião de R$ 1,088 trilhão em tributos.

Para a população brasileira sentir o peso do montante e ter ciência do que é possível fazer com o dinheiro, pode-se adquirir aproximadamente 50 milhões de carros populares, edificar 50 milhões de casas populares e comprar cinco bilhões de cestas básicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



Receita Federal divulga valores da Arrecadação de Tributos – Junho de 2010


De acordo com dados divulgados pela Receita Federal, o mês de junho deste ano obteve a maior arrecadação da história de tributos. Estes totalizaram o valor de R$ 61,488 bilhões. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o valor corrigido pelo IPCA foi superado em 8,54%.

Já com relação ao primeiro semestre deste ano, o número alcançado é o maior já conseguido neste período, sendo registrado um crescimento de 12,48% após correção pelo IPCA em relação ao primeiro semestre de 2009, com uma arrecadação total de R$ 379,491 bilhões. Mas é importante ressaltar que o ano de 2009 não é uma boa base de comparação, em função dos diversos problemas de ordem financeira do período.

De qualquer forma, os bons resultados obtidos em junho deste ano tiveram como influências o bom desempenho da indústria, das vendas no varejo e da massa salarial.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Portal Exame Abril



Arrecadação do Governo Federal chega a R$ 700 bi


Uma das maiores críticas, de vários políticos do país e de especialistas internacionais, é a alta carga tributária empregada aos cidadãos brasileiros. Os presidenciáveis pretendem focar esforços em algumas políticas para diminuir o peso de impostos sobre os ombros de cada pessoa.

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), por meio de seu Impostômetro, divulgou nas últimas horas que desde janeiro até o princípio desta semana os brasileiros já dispensaram mais de R$ 700 bilhões entre impostos federais, municipais e estaduais. No ano passado a mesma marca foi alcançada somente na primeira semana de setembro.

Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 assinalou que a metodologia abrangida pela ferramenta tem por base a arrecadação de valores disseminada em taxas, impostos, contribuições, correções e multas.

Embora Hillary Clinton, secretária de Estado norte-americano, tenha enaltecido a alta carga de tributos no Brasil, em “carnavais passados”, a população local, principalmente aquela com baixa renda, só tende a lamentar. Se houvesse cobrança por utilização da iluminação pública, por exemplo, como haveria oportunidade em adquirir produtos da cesta básica?

Por Luiz Felipe T. Erdei