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Argentina faz retaliação comercial à produtos alimentícios brasileiros


A Argentina anunciou na última segunda-feira, 10 de maio, retaliações comerciais contra alimentos brasileiros similares aos feitos no país, medida surpresa, segundo o alto escalão do Brasil, pois quando um intento desses acontece, os dois governos têm de estar cientes.

O portal de notícias G1 avaliou, por meio de ideias expressas pelo jornal O Estado de S. Paulo, que caso haja insistência por parte dos argentinos, nossos vizinhos perderão muito mais do que tencionam a ganhar, pois somente nos três primeiros meses do ano a nação hermana importou aproximadamente US$ 81 milhões em alimentos processados dos produtores tupiniquins, contra US$ 190 mi exportados ao Brasil.

A partir de 1º de junho a importação de produtos mencionados anteriormente será proibida por Guillermo Moreno, secretário de Comércio da Argentina. No entanto, do dia 10 do próximo mês em diante estabelecimentos serão fiscalizados.

Como forma de rebater as intenções argentinas, o Brasil promete adotar a mesma medida, apesar de o Itamaraty e o Ministério do Desenvolvimento terem dito não ter acesso a qualquer tipo de notificação oficial.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Comércio de Importação entre Brasil e Argentina deve melhorar


Finalmente Brasil e Argentina resolveram dar início a análises sobre as probabilidades de redução do número de mercadorias sujeitas às licenças não-automáticas de importação, que tem causado, por sua vez, grandes embates entre Luiz Inácio Lula da Silva, presidente brasileiro, e Cristina Kirchner, presidente argentina.

O Ministério de Indústria e Turismo da Argentina assegura que as duas partes se prestaram em fortalecer vínculos comerciais. A Comissão Bilateral de Comércio averiguou a idéia de aplicar o intento o mais rápido possível.

Um encontro entre Lula e Cristina marcou uma decisão importante. O acordado, desta vez, foi de que de 45 em 45 dias os ministros de Indústria, Economia e Relações Exteriores das duas partes se reunirão para aprimoramento comercial, de maneira a favorecer igualmente as duas nações.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Comércio Brasil e Argentina – Argentina pede para que Brasil seja mais flexível


Certa vez escutei de um professor que a visão dos países latino-americanos em relação ao Brasil é a mesma visão de inúmeras outras nações do globo terrestre em relação aos Estados Unidos. O Brasil é visto, muitas vezes, como o grande líder, mas também como um grande ditador.

Introduções à parte, Cristina Kirchner, presidente da Argentina, cobrou indiretamente de Luiz Inácio Lula da Silva, líder brasileiro, maiores concessões e tolerâncias ante o protecionismo realizado sob Buenos Aires. Além disso, informa o jornal O Estado de S. Paulo, o Brasil é o responsável pela árdua tarefa de diminuir as assimetrias do Mercosul.

Lula, porém, não respondeu as palavras de Cristina, mas citou o término da dupla cobrança da Tarifa Externa Comum (TEC) e uma melhor utilização do Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul. A Agência Estado se pautou no jornal impresso; você pode conferir detalhes mais aprofundados em aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brinquedos Argentinos não terão mais licença automática de importação no Brasil


Já escutastes aquela frase “com a Argentina, rivalidade até em jogo de bolas de gude”? Pois bem, o embate, que acontece de vez em quando nos gramados de futebol, se estendeu, definitivamente, ao campo econômico.

A Agência Estado divulgou que Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, declarou que a nação brasileira aumentará a lista de itens que têm licença não automática para as importações de brinquedos dos hermanos. Com mais este componente, sobe para 40 o número de itens neste quesito.

Esta é uma rápida resposta do governo brasileiro para com o governo da Argentina, pois o país da presidente Cristina Kirchner passou a exigir de exportadores tupiniquins que brinquedos de nossas terras tenham certificação técnica emitida por lá. Isto tem impedido a venda de inúmeras mercadorias na nação hermana.

Mesmo assim, parece que técnicos dos dois países se encontrarão em São Paulo a fim de debaterem as restrições comerciais recentemente impostas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Governo da Argentina decide Barrar Brinquedos do Brasil


A batalha campal entre Brasil e Argentina continua. Desta vez, o governo liderado por Cristina Kirchner decidiu barrar triciclos, bonecas e outros brinquedos de fabricação brasileira. Isto configura como parte da restrição executada pelo país argentino, sob a justificativa de que os produtos tupiniquins invadem o mercado daquela nação.

Efetivamente, a nova medida de Cristina deixa muitos importadores com os pés e mãos atados, pois as vendas para o Natal deste ano eram promissoras. A Secretaria do Comércio Interior, com base na resolução 894/2009, determina a suspensão de duas disposições sobre condições de segurança em brinquedos.

Finalmente, com esta iniciativa, alguns dos produtos fabricados no Brasil passarão por novas triagens alfandegárias, o que tende a acarretar quedas nas exportações de brinquedos brasileiros ao mercado da Argentina. Curiosamente, a participação nacional no mercado daquele país é de simplórios 2,2%, contra 79,1% de fabricantes chinesas. Não é invasão de mercado, como afirma Cristina. É rivalidade, clássico!

Por Luiz Felipe T. Erdei