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APAS – IPS apresentou alta em dezembro de 2011


O IPS (Índice de Preços dos Supermercados) que é calculado pela APAS/FIPE, apresentou elevação de 1,34% em dezembro. O aumento já era previsto, tendo em conta que a demanda nos supermercados aumenta em razão das comemorações de final de ano.

As categorias que mais influenciaram a elevação dos preços foram as bebidas alcoólicas (11,81%), depois as bebidas não-alcoólicas (9,45%) e em terceiro, os produtos industrializados (6,39%).

Em dezembro, as carnes, cereais e leite tiveram elevação de 2,43% devido ao aumento no preço destes semielaborados.

Já, os preços dos produtos hortifrutigranjeiros apresentaram aumento de 1,06%. Vale destacar principalmente a elevação nos preços de verduras (2,42%), tubérculos (1,58%) e frutas (1,07%).

Os produtos de limpeza subiram 1,15%, impactados pelo aumento no valor do sabão em barra (2,15%), do sabão em pó (0,91%) e detergente (1,33%).

Segundo a APAS, em relação a 2010, os preços apresentaram desaceleração, mas a inflação registrou alta de 5,02%. Para este ano, a previsão é manter o mesmo ritmo, principalmente em relação às bebidas. Itens de alimentos poderão apresentar desaceleração, mas em escala menor.

O Índice de Preços dos Supermercados tem como principal meta acompanhar as variações dos preços praticados no setor ao longo dos anos. 

Por Natali Alencar



APAS – Consumidores endividados prejudicam empresas


Os consumidores permanecem na intenção de adquirir produtos e bens pelos próximos meses, embora o governo tenha estipulado índice de 12,50% à taxa básica de juros da economia, a Selic, e medidas restritivas ao crédito. Enquanto a população se endivida, um estudo relaciona dados que não ocorriam desde 2005.

Segundo levantamento encomendado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) denominado "Tendências do Consumidor", os gastos mensais subiram mais em relação à remuneração. O déficit, no ano passado, abrangeu índice de 3%, possivelmente pelo acesso mais facilitado ao crédito.

Para Dora Ramos, especialista em contabilidade e diretora do escritório de assessoria empresarial Fharos, o nível de endividamento médio da população (1%, de acordo com o estudo) faz o Banco Central (BC) abraçar medidas restritivas na intenção de diminuir o consumo. Portanto, empresas devem ficar cautelosas ante a esse panorama, pois a falta de planejamento dos brasileiros pode acarretar em bolhas.

Toda e qualquer corporação deve ter cuidado redobrado, pois consumidor endividado é sinônimo de menores gastos e aumento de endividamento, prejudicando, assim, a geração de caixa pela empresas e crédito pouco disponível no mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



APAS – Mulheres das Classes C, D e E compram mais produtos de beleza


O crescimento da economia brasileira expôs uma nova realidade não apenas aos próprios consumidores brasileiros, mas também aos empresários. A população cada vez mais exigente e adepta a adquirir bens e serviços diferenciados passou a obrigar os supermercados, por exemplo, a se adequarem ao ambiente basicamente inédito.

Neste início de semana, a Associação Paulista de Supermercados (APAS) divulgou balanços sobre o panorama brasileiro no setor. Por meio do relatório "Tendências do Consumidor" com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, a cesta de beleza e higiene cresceu consideravelmente se destacada a classe C. De dois anos atrás para 2010, o volume aumentou 7%, índice pouco inferior aos 8% constatado nas classes D e E.

Esta pequena fatia do levantamento ilustra o otimismo do setor supermercadista para 2011, que prevê avanço de 4% nas vendas gerais em comparação a 2010. De acordo com Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), esse avanço precisa acompanhar o endividamento do consumidor, que no ano passado obteve renda média de R$ 2.146, mas que gastou, em contrapartida, R$ 2.171.

Por Luiz Felipe T. Erdei



APAS – Classes C e D estão consumindo mais no país


O consumo das classes mais baixas da sociedade aumentou com astúcia nos últimos meses, motivando ao governo e empresários a estimarem projeções positivas para o futuro, mesmo em meio a uma anunciada desaceleração econômica. O poder aquisitivo em alta, a massa salarial em constante progresso e a diminuição das desigualdades são pontos elucidados sempre que possível em uma análise sobre o cenário brasileiro.

Um levantamento denominado Tendências do Consumidor aponta que as classes D e E são as grandes consumidoras dos dias atuais. Criada pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) em parceria com a Kantar Worldpanel e Nielsen, a pesquisa revela que juntas as duas castas apresentaram aumento de 16% no consumo de serviços e produtos no ano passado, ao mesmo tempo em que as classes A, B e C somaram incremento de 13%.

O estudo indica que nos últimos cinco anos 2,2 milhões de lares brasileiros migraram para a classe média, a nova classe média. Para elucidar em percentuais, significa dizer que os 33% de participação de consumo da classe C no ano de 2005 avançou para 38% em 2010. Perspectivas miram novo aumento: 41% em 2011.

Produtos perecíveis, além de bebidas alcoólicas e não-alcoólicas, foram mais procurados pela classe média. Bom para os supermercados, que cada vez mais apostam no potencial da demanda para veicular promoções e renovar estoques.

De acordo com a pesquisa, cerca de 80% dos consumidores do país transitam por mais de três pontos de comércio para abastecerem suas moradias, crescimento também transpassado no número de vezes em que as pessoas vão aos supermercados, de 106 nos últimos dois anos, para 123 vezes de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



APAS – Supermercados podem trocar sacolas plásticas por caixas multiuso


Assunto que deve gerar opiniões favoráveis e desfavoráveis pauta os principais noticiários do país: o anunciado fim das sacolas plásticas em mercados. Há anos, ambientalistas alertam para o uso do material, pois ele leva mais de um século para se decompor, além de ser dispensável e substituível por sacolas ecologicamente corretas e caixas de papelão.

Enquanto o consumidor se prepara para a novidade, que não é tão nova assim, a Associação Paulista de Supermercados (APAS) busca medidas de incentivo e favoráveis ao tema sustentabilidade. Por isso, nos próximos dias firmará convênio com o governo do estado de São Paulo para abolir as sacolinhas.

Ainda assim, a associação acaba de consolidar parceria com a Comprainer no intuito de estimular os consumidores a utilizarem caixas multiuso, que por serem dobráveis permitem o transporte de amplas quantidades de produtos. Um diferencial é que podem ser guardadas facilmente.

O custo para adquirir uma caixa é de R$ 2,00 a R$ 2,50, dependendo do tamanho. Esse convênio, segundo a APAS, diminui o preço final, uma vez que a caixa multiuso poderia custar R$ 3.

Por Luiz Felipe T. Erdei