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Aneel pode Aumentar a Fiscalização nas Concessionárias de Energia Elétrica do País


A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) pretende aumentar a fiscalização nas empresas concessionárias de energia elétrica no país. Segundo a Aneel, a fiscalização deve ser realizada para evitar que problemas no abastecimento de energia prejudiquem a população.

O novo modelo de fiscalização que a Aneel pretende colocar em funcionamento deve envolver novos indicadores, como por exemplo, a taxa de desempenho. O modelo será exposto em audiência pública no primeiro semestre de 2013.

De acordo com o superintendente da Aneel, o anúncio do novo modelo de fiscalização é apenas um aprimoramento do trabalho que já é feito pela Agência.

Ainda segundo a Aneel, o objetivo da nova proposta é levantar dados sobre a qualidade do serviço oferecido pelas concessionárias e monitorar, inclusive, o desempenho econômico e empresarial das companhias de distribuição e geração de energia. As declarações foram feitas após um evento da Associação Comercial do Rio de Janeiro.

Essa medida vem a somar-se aos esforços do Governo Federal em intervir no setor. Desde setembro a presidente Dilma Rousseff declarou que pretende baratear a energia elétrica no país. Nesse mesmo mês ela emitiu uma medida provisória com novas regulamentações para o setor.

Fonte: O Diário

Por Matheus Camargo



Aneel – Energia elétrica pode ter sistema pré-pago


O sistema de telefonia móvel brasileiro dispõe ao consumidor uma infinidade de planos e opções. A modalidade pré-paga é a mais utilizada pelos usuários em função da possibilidade de controle de gastos, embora o valor despendido, por minuto, seja mais elevado em comparação aos aparelhos pós-pagos.

O molde pré-pago, especialmente, deve fazer parte também da energia elétrica. No segundo semestre deste ano, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) pretende regulamentar sistema semelhante ao vislumbrado na telefonia para o consumidor gerir, da melhor maneira possível, seus gastos em contas de eletricidade.

A ANEEL assinala que a proposta de regulamento está em fase de preparação. Posteriormente, a sociedade brasileira poderá participar da criação do sistema por meio de opiniões via consulta pública.

Durante o período de estudo para a fixação do pré-pagamento, a agência responsável pelo setor deve apreciar os benefícios tarifários do intento. Além disso, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) observará a regulamentação para medidores apropriados.

A modalidade pré-paga à energia elétrica é comum em países europeus e até da América do Sul. Quando o crédito está próximo do fim, avisos luminosos e sonoros são emitidos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Energia Elétrica fica mais cara no interior de SP


A energia elétrica é um bem intrínseco ao mundo atual. Até aldeias indígenas, que na época das séries iniciais do ensino fundamental são vistas como atrasadas tecnologicamente, fazem uso de televisores. Entretanto, todo benefício tem seu custo, e consumidores de inúmeros municípios do interior de São Paulo desembolsarão um pouco mais para acender luzes, ligar geladeiras, entre outros.

Segundo informações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os clientes atendidos pelas distribuidoras Companhia Jaguari de Energia (CJE), Companhia Paulista de Energia Elétrica (CPEE), Companhia Luz e Força Santa Cruz (CFLSC), Companhia Luz e Força Mococa (CLFM) e Companhia Sul Paulista de Energia (CPFL Sul Paulista) terão reajuste médio de 11,33% nas contas, com destaque a pessoas físicas abrangidas pela CPEE, de 16,03%, e a pessoas jurídicas acolhidas pela CLFSC, de 19,26%.

Por outro lado, as altas mais amenas à residências foram estipuladas aos atendidos pela CPFL Sul Paulista, de 6,7%, e às indústrias pela Jaguari (CJE), de 6,45%.

As tarifas entrarão em vigência a partir de 03 de fevereiro (quinta-feira) aos clientes instalados em São José do Rio Pardo, Itapetininga, Mococa, Jaguariúna, Divinolândia, Guareí, Pedreira, entre outros.

De acordo com a Aneel, os índices aprovados espelham, além de outras questões, a variação do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que em 2010 apresentou índice de 11,32%.

Para conferir a tabela de reajustes, acesse o site da agência.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Aneel



Energia Elétrica – Reajuste de Tarifas em SP, MS e MG


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), sempre comprometida em oferecer o melhor suporte aos cidadãos brasileiros, informou que os residentes nos Estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo sofrerão reajustes em suas contas elétricas.

Em São Paulo, a Aneel indica que a população localizada nos mais de 230 municípios atendidos pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) se beneficiará de um arrefecimento de 5,69% na tarifa mensal. Minas Gerais, por sua vez, proporcionará uma diminuição de 1,48% aos usuários situados em 774 municípios comportados pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

O portal de economia Terra indica que os clientes compreendidos nos serviços oferecidos pela Empresa Energética de Mato Grosso do Sul (Enersul) terão efeito contrário, pois o reajuste em suas tarifas será para mais, estabelecido em 2,58%.

Fonte: Portal Terra

Por Luiz Felipe T. Erdei



Light investe na redução de perdas elétricas


No objetivo de se adequar às novas metodologias da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Light, distribuidora de energia elétrica responsável pelo Estado do Rio de Janeiro, investirá R$ 700 milhões neste ano, dos quais 28,5% serão concentrados na redução de perdas elétricas.

Ronnie Vaz Moreira, vice-presidente de Relações com Investidores da empresa, enfatiza que 122 mil medidores eletrônicos serão instalados para que se evitem as tais perdas em aproximadamente 38,6% já para 2010.

Segundo a liderança, em discurso relacionado pelo portal de Economia do Estadão, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) prejudicou o combate a esses danos devido a uma demora em autorizar a instalação dos novos equipamentos.

Moreira, por fim, afirma que a substituição de redes antigas por outras novas, bem como o combate à clandestinidade, assegurarão que o número de cortes de energia venha a cair consideravelmente.

Fonte: Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajuste de Tarifas de Energia Elétrica pode sofrer Mudanças pela Aneel


A tarifação de energia elétrica foi um dos assuntos que renderam bons noticiários nos principais telejornais do país há poucos meses. Havia muita especulação, à época, sobre as possíveis distorções de cobranças aos consumidores. A justificativa, no geral, não era lá muito satisfatória.

Para por um fim nesse impasse, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidirá, em 2 de fevereiro, mudanças no método de reajuste das tarifas de energia elétrica. Na ocasião, a alteração será executada por meio de um aditivo nos contratos de concessão com as empresas que distribuem a energia a residências e condomínios, segundo o Portal Dinheiro, do UOL.

Caso a alteração seja aprovada, entrará em vigor de imediato. Ainda segundo o Portal UOL, em fevereiro, aproximadamente 10% das distribuidoras brasileiras entrarão em processos de reajustes de acordo com os novos cálculos.

Surpreendentemente, o UOL decidiu fazer sua parte e calculou quanto de dinheiro foi relacionado dentro dessas distorções já mencionadas. A soma é de R$ 1 bilhão anuais, ou seja, muita cobrança indevida foi executada.

Conheça mais detalhes sobre o assunto e saiba alguns fatos aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajustes Energia Elétrica – ANEEL afirma que não devolverá dinheiro a consumidores


O setor de energia elétrica foi pressionado, há poucos dias, por consumidores que alegaram, indiretamente, que as contas vieram com uma cobrança além daquela dita justa, desde 2002. Em contrapartida, Nelson Hubner, diretor-geral da Aneel, alegou que não haverá devolução alguma aos consumidores.

Hubner assegura não existir erro nas cobranças, tanto que os reajustes repassados pela Aneel foram estabelecidos com base nos contratos e no marco legal. Mesmo assim, a partir de 6 de novembro, uma proposta de modificação dos contratos será colocada em audiência, a fim de que se corrija a deformidade no procedimento de cálculo dos reajustes tarifários.

Essa proposta continuará em audiência até o dia 27 deste mês. Para Joisa Campanher Dutra, a mudança só poderá vigorar se for feita bilateralmente, ou seja, obedecendo vontades da Aneel e anseios de cada distribuidora do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei