Atualizações anteriores



Compras pela Internet – Consumidores brasileiros – Maior Índice da América Latina


A rede mundial de computadores tem vigorado como um dos meios mais eficazes na compra e venda de produtos. Ao final do ano passado o setor conheceu bons números e devido a esse crescente uso, em 2010 diretrizes que asseguram direitos aos consumidores, bem como às empresas, foram elucidadas.

Dados reunidos e analisados pela ComScore, companhia especializada em métricas online, revelam que 94% dos internautas do país visitantes de páginas virtuais de comércio eletrônicos adquirem alguma mercadoria. Esse índice é o mais alto, segundo a empresa, entre os seis países latinoamericanos analisados.

As demais nações pesquisadas representaram os seguintes percentuais: Argentina, com 89%; Colômbia, com 84%; México, 82%; Chile, 71% e Peru, 63%. De acordo com o portal de notícias G1, o estudo indica que as mulheres situadas na América Latina costumam adquirir produtos mais frequentemente em relação ao público masculino (88% contra 79%).

Mesmo em meio a ferramentas que propiciam maior segurança, esse é o principal motivo citado na pesquisa como predominante para a desistência de compras.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil tem o terceiro pior resultado em termos de desigualdade da América Latina


O momento econômico vivenciado pela população brasileira é para lá de positivo. As notícias veiculadas pela imprensa nacional ponderam inúmeros fatores como elementos integrantes a essa citação, tais como aumento no poder de renda dos cidadãos, ampliação no número de vagas criadas e o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano em relação aos últimos três meses de 2009 e em confronto anual.

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da nação, muito tem comemorado os resultados obtidos durante sua gestão, comparando seu mandato com o anterior regido pelo ex-líder Fernando Henrique Cardoso. Apesar de todos os dados propícios, o país é configurado como o terceiro pior no índice de desigualdade em todo o Caribe e a América Latina, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

O Canal Executivo UOL, fonte deste artigo, sopesa que a nação, nesse bloco, aparece somente abaixo do Haiti e da Bolívia. O levantamento relacionado pelo órgão indica arrefecimento da desigualdade em quase 20% se levantada a questão do desenvolvimento humano abrangido até o momento.

Em novembro de 2007 a nação brasileira adentrava no plano de elevado desenvolvimento humano, porém em 2009, o choque da desigualdade em nível avançado voltou a assinalar percentual médio.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Crise financeira piorou situação de 53 milhões de pessoas na América Latina


A desigualdade existente entre continentes, países, estados e municípios é um fato, infelizmente, presente na vida da população. Não bastassem os problemas crônicos vistos na África, por exemplo, a crise financeira global trouxe mais fome e miséria a diversos locais.

A Organização das Nações Unidas (ONU) para a Agricultura e a Alimentação (FAO) fez um estudo envolto ao tema e averiguou que mais de 53 milhões de pessoas residentes na América Latina passaram a ter mais dificuldades em obter alimentos, acarretando, portanto, no aumento do número de desnutridos.

A desaceleração econômica e a alta dos preços dos produtos básicos aos cidadãos foram os dois principais pontos levantados pela FAO como justificativa ao entrave mencionado anteriormente. Crianças, indígenas e mulheres são os principais prejudicados.

Essa divisão da ONU relata que haverá efeitos duradouros aos países que passaram a sofrer ainda mais com a crise mundial, principalmente aqueles em que se notam dificuldades comerciais e de arrecadação fiscal.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei