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Índice que reajusta o aluguel desacelerou em fevereiro


Quem paga aluguel recebeu uma boa notícia da FGV – Fundação Getúlio Vargas – que informou que o índice que reajusta o aluguel está desacelerando e em fevereiro ficou em 0,27%.

O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercados) é o índice utilizado como referência para os reajustes de contratos de aluguel e também para os reajustes de energia elétrica e para o mês de fevereiro este índice ficou em 0,27%. Como em janeiro o índice chegou a 0,76%, a desaceleração foi bem-vinda, pois muitos temiam o pior, sendo que havia até uma expectativa que pudesse chegar até bem próximo de 1%.

Nessa quinta-feira (26), a Fundação Getúlio Vargas divulgou os dados referentes ao IGP-M de fevereiro. Nos últimos 12 meses o IGP-M obteve uma alta acumulada de 3,86%, ou seja, todos os contratos de aluguel que possuem vencimento no mês de fevereiro contarão com um reajuste nesta proporção.

E a FGV informou ainda que o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo – que é um índice que mede a variação que ocorre nos preços pelo atacado e que responde por 60% do índice geral, contou com uma queda de 0,09% neste mês de fevereiro, sendo que em janeiro houve um avanço de 0,56%.
E ainda dentro do IPA, os preços agropecuários tiverem uma pequena queda, apenas 0,06% mas já é uma grande vantagem, se considerarmos que em janeiro apontou alta de 1,35% sendo que a soja em grão é que mais contribuiu para que houvesse uma queda de 6,39% neste mês de fevereiro.

Já o IGP-M – Índice de Preços ao Consumidor – teve um avanço este mês, de 1,14% contra o 1,35% no mês anterior. De acordo com a FGV o que mais contribuiu para este resultado foi o gruo da "Alimentação", que teve uma desaceleração de 0,92% em fevereiro contra 1,66% em janeiro.
Vale ressaltar que o destaque ficou para os legumes e hortaliças que ficaram em 4,58% diante dos 13,68% do mês de janeiro.

E a Fundação Getúlio Vargas ainda divulgou o aumento no INCC – Índice Nacional de Custo da Construção – que em fevereiro teve aumento de 0,50% após ter avançado 0,7% no mês anterior.

Por Russel

IGP-M



Valor dos aluguéis de imóveis residenciais em São Paulo apresentou alta em março de 2012


O índice que avalia o valor dos aluguéis na cidade de São Paulo cresceu 1,4% em março quando comparado ao mês imediatamente anterior.

A alta foi registrada no segmento de imóveis residenciais novos. A informação é do Sindicato da Habitação (Secovi), em dados divulgados na quinta-feira (19/04). De acordo com a entidade, foi registrada alta de 16,16% no acumulado dos últimos 12 meses.

Este resultado foi a variação mensal mais alta desde o mês de novembro do ano passado, quando o crescimento no valor do aluguel foi de 1,7%. Apesar disso, o valor acumulado dos últimos 12 meses ficou abaixo do registrado em meses anteriores, sendo que, em fevereiro, o acumulado estava em 16,96% e em janeiro em 17,9%.

O levantamento ainda apontou que os imóveis de 1 dormitório tiveram valor mais alto do que fevereiro, em 1%. Os apartamentos e casas de 2 quartos sofreram alta de 1,5%. Os imóveis de 3 quartos ficaram com aumento de 1,9%.

Em relação aos contratos de aluguel o tipo de garantia mais utilizado em março foi o fiador, presente em 48,5% do total. O depósito de cheque caução ficou com 32% e o seguro-fiança teve a preferência de apenas um contrato a cada cinco.

Por Matheus Camargo

Fonte: Secovi



Aluguel Residencial – Alta nos Valores em 2011


Àqueles que não se preocupam ou não têm a possibilidade de adquirir residência nova ou usada recorrem aos aluguéis, que em muitos casos até são vantajosos, embora, como o senso popular cite, “é um dinheiro dispensado sem qualquer retorno”.

Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) acelerou 0,69% em dezembro, e devido a essa constatação os aluguéis residenciais com reajuste anual ligados ao indicador e aniversário em janeiro aumentarão 11,32%, percentagem acumulada do medidor em todo o ano passado.

Segundo Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), se um inquilino dispensava R$ 1 mil em seu aluguel, terá, agora, de incluir mais R$ 132 sobre o valor anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress



Brasil – Previsão de Alta na Inflação para os próximos meses – 2011


O governo Dilma Rousseff logo que começar irá enfrentar um cenário de inflação alta e que deverá perdurar pelos três primeiros meses iniciais do próximo ano. Pelo menos esta é a expectativa do mercado para os próximos cinco meses, a contar com Novembro, conforme matéria do site Economia IG e informações do Jornal O Estado de São Paulo.

Vários aumentos irão pesar no bolso do brasileiro a partir do final do ano e todos com previsão de aumentos que deverão ultrapassar 7% e entre eles estão: passagens de ônibus, valor dos aluguéis que teve seu índice (IGP-M) registrado em Novembro em 1,45%. No acumulado do ano já registra 10,56% o que vai jogar bem alto os aluguéis com contrato tendo reajuste neste momento. E por fim uma das vilãs do orçamento de toda família brasileira, as mensalidades escolares. E some-se a estes fatores a pressão para cima que os alimentos estão exercendo sobre a inflação e que só deverá se atenuar com a nova safra de grãos.

A inflação dos últimos doze meses medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) pode passar de 6% nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro conforme previsão dos economistas. Previsões alimentadas pelo IPCA-15, prévia da inflação oficial, que chegou em Novembro a 0,86%.

Novamente a alta de alimentos foi responsável por este índice elevado, tendência que deverá se manter pelos próximos meses, principalmente com o advento das chuvas de verão.

Com tantos fatores de risco para manter e sustentar uma elevação forte da inflação, a nova equipe econômica terá logo como primeiro desafio enfrentar esta elevação e com certeza um retorno a taxas de juros Selic mais elevadas deverá ser uma opção para combater esta tendência inflacionária.

Por Mauro Câmara



Inflação do Aluguel sobre em Julho 2010


A inflação do aluguel subiu 0,15% em julho, de acordo com dados divulgados nesta semana pela Fundação Getúlio Vargas. Apesar do crescimento, o aumento da inflação no período foi bem menor em relação ao crescimento registrado em junho, que foi de 0,85%.

Para quem paga aluguel, a notícia é boa, já que a alta pouco significativa faz com que o reajuste nos preços do aluguel seja menor no aniversário do contrato de aluguel. A inflação acumulada desde julho de 2009 está em 5,79%.

A expectativa é que a inflação se mantenha baixa até o final do ano, já que outros produtos de consumo também não estão apresentando alta nos preços ao longo dos meses.

Por Luana Neves