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Influência da cotação do dólar nos preços dos alimentos


Especialistas em finanças declararam à Agência de notícias Efe os efeitos da alta do dólar sobre os alimentos, em especial, legumes, verduras e hortaliças. O aumento da moeda americana chegou ao patamar máximo no Brasil desde o ano de 2004.

A razão para o aumento no setor de alimentos se deve à importação de insumos que são usados para o cultivo desses produtos. O dólar, segundo comentou o vice-presidente de Produtos do banco de crédito corporativo Indusval & Partners (BI&P), André Mesquita à empresa de informação Efe, fechou na sexta-feira passada, dia 13/02/2015, em R$ 2,834. Já para os alimentos como o milho, a soja, o açúcar e o café, que por excelência são produzidos em grande parte destinados à exportação em dólares, compensaram a balança comercial brasileira. Essa transação se dá da seguinte forma: nas transações comerciais nacionais quando se exporta se recebe em dólares e quando se importa, por exemplo, insumos se paga em dólares. Nesse fluxo é importante que o país exporte mais que importe para que essa conta da balança comercial seja positiva ou superavitária.

Segundo Mesquita se o custo de produção de determinados produtos aumenta geralmente essa elevação é transferida para os preços. O contrário acontece com as matérias-primas, mesmo que os custos aumentem o repasse para os preços será compensado na hora que o produtor for exportar, pois receberá em dólares.

Ainda segundo André mesquita, os insumos das Agroindústrias foram comprados antes do aumento da moeda americana, apesar desse aumento não ser totalmente transferido para a colheita. Esse dólar valorizado ajudará à agroindústria.

Espera-se para este ano de 2015 um superávit na balança comercial brasileira em torno de US$ 8 bilhões. O ano de 2014 o resultado de exportação menos importações fechou com um superávit  bem menor que ficou em US$ 3 bilhões. Esse foi o que afirmou o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto Castro em entrevista à agência Efe. Essa agência é uma empresa de informações multimídia formada por uma rede mundial de jornalistas.

Por Alexandre de Sá

Pre?os dos alimentos



Carga Tributária sobre Alimentos no Brasil


Nada inédito é o assunto que envolve o Brasil como um dos países com as mais altas cargas tributárias em todo o mundo. É verdade que existem nações com taxas elevadíssimas, mas levando-se em consideração o fator proximidade os consumidores querem mesmo é saber, grosso modo, de seu próprio bolso.

Estimativas creditam que os brasileiros precisam trabalhar aproximadamente 40% de todo o ano para o pagamento de taxas, tributos, impostos e quaisquer outros termos sinônimos. Um dos setores que tem penado com essa recorrência é Alimentação. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a carga tributária sobre os alimentos apresenta 27,5%, em média, do valor total praticado nas mercadorias. Na Suécia, um dos únicos casos mais gritantes em relação ao Brasil, a taxa sobe para 27,56%.

Para João Eloi Olenike, presidente do IBPT, essa constatação ocorre em função de que na grande maioria das nações de primeiro mundo (desenvolvidas) existem desonerações sobre a produção de alimentos ou, então, são cobradas baixas taxas aos fabricantes locais.

A população que já foi às ruas para pedir a saída do ex-presidente Fernando Collor de Melo do poder, a mesma que de vez em quando cobra melhores salários, precisa fazer sua parte em relação aos tributos. Essa dica de cobrança, diretamente, foi dada pelo próprio Olenike.

Se a população se movimentar pelas ruas e até pela rede mundial de computadores, muitos pontos podem ser conquistados. A população de países europeus e até do Oriente Médio têm conseguido seus objetivos em casos recentes, não exatamente estritos à economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica de São Paulo está mais barata


Breve nota divulgada pela Fundação Procon de São Paulo, em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ressalta que o valor da cesta básica no município, decresceu 1,93% na semana de 14 a 20 de janeiro em comparação ao período imediatamente anterior.

Segundo a Procon-SP, entre a semana encerrada em 13 de janeiro e o levantamento atual, o custo da cesta básica, que engloba os itens essenciais para a subsistência de cada pessoa, caiu de R$ 320,24 para R$ 314,07.

No acumulado do mês até o dia 20, a variação do valor da cesta básica chegou a 1,58% negativo, e nos últimos meses, diferentemente, variação positiva de 11,49%. Dos 31 produtos sondados no estudo, 23 apresentaram queda nos preços, cinco contraíram alta e os demais (três) permaneceram com os valores estáveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon



Fipe – Carne Bovina – Alta nos Preços em 2010


Um dos itens mais consumidos nos lares brasileiros, além dos tradicionais arroz, feijão e ovos, a carne bovina registrou amplo crescimento de preços, por quilo, entre janeiro e dezembro de 2010. Cálculos feitos pela Federação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) examinam que a alta foi de 34,5% no ano – apenas o filet mignon subiu 67,74%.

O custo mais elevado da carne no bolso dos brasileiros também foi sentido no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) calculado pela entidade (variação de 6,40% em comparação a 2009). De acordo com Antonio Evaldo Comune, coordenador do medidor, a rigorosa entressafra no meio do ano foi prejudicada pela escassez na chuva, situação que lesou o pasto. Além disso, a demanda em crescimento contribuiu para a variante de preços.

Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 assinala que a carne foi o grande colaborar para o ramo Alimentação avançar 12,2% no ano passado e representar 2,65% de toda a variação do índice de preços. Possivelmente, prevê, Comune, em 2011 novos aumentos deverão ser sentidos no grupo devido a outras commodities do setor agrícola.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – Produtos para Ceias de Final de Ano – Alta nos Preços


Levantamento edificado nesta semana pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinala que os custos dos produtos mais procurados pelos consumidores brasileiros para as festas de final de ano (Natal e virada de 2010 para 2011) estão superior à inflação média constatada no varejo.

Para chegar a essa conclusão, a FGV apurou preços de 18 produtos mais esquadrinhados para o período e nesses a inflação, acumulada em 12 meses até o mês passado, abordou índice de 12,15%, muito acima da média varejista do período (5,34%) examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M).

Para a fundação de acordo com o Estadão, a elevação nos custos dessas mercadorias para as duas ceias de final de ano também foi mais impetuosa ante a inflação média no varejo entre os valores dos alimentos, que conglomeram avanço de 7,73% entre dezembro de 2009 e novembro de 2010.

Os produtos que sofreram maior reajuste foram o lombinho suíno, de 14,99%, o frango inteiro, de 10,21%, e o pernil suíno, de 9,71%. No período anterior acumulado apresentavam recuo de 9,58%, 7,26% e 6,18%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Preço dos Alimentos – Expectativas para Janeiro de 2011


Especulações envolvendo o futuro dos alimentos rondam o mundo. Grandes organizações e pequenas entidades avaliam que em breve o planeta sofrerá uma crise nesse quesito. Sem preocupações com essa possibilidade, pelo menos no atual momento, Guido Mantega, ministro da Fazenda, afirmou que o preço de comidas deverá baixar para o consumidor final do país em janeiro.

Para elucidar seu ponto de vista, Mantega pondera que a situação de alta não é observada somente no Brasil, mas no planeta inteiro. Em seu modo de pensar, esse é um processo cíclico, recorrente. No país, dita o ministro, existem questões climáticas que envolveram secas em algumas regiões.

Na finalidade de abranger um pouco mais suas considerações, Mantega calcula que o preço elevado dos alimentos provém também de usuras dos mercados futuros de commodities. Contudo, acredita que o trigo, o milho e o feijão já assinalam queda nos preços no atacado, mas ao varejo será experimentado, efetivamente, no próximo mês (janeiro de 2011).

O governo tem estabelecida a meta da inflação em 4,50% e atualmente o índice já chega a 5%. Para Mantega em reportagem do portal de Economia Terra, esse fator não pressiona o preço dos alimentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Brasil – Previsão de Alta na Inflação para os próximos meses – 2011


O governo Dilma Rousseff logo que começar irá enfrentar um cenário de inflação alta e que deverá perdurar pelos três primeiros meses iniciais do próximo ano. Pelo menos esta é a expectativa do mercado para os próximos cinco meses, a contar com Novembro, conforme matéria do site Economia IG e informações do Jornal O Estado de São Paulo.

Vários aumentos irão pesar no bolso do brasileiro a partir do final do ano e todos com previsão de aumentos que deverão ultrapassar 7% e entre eles estão: passagens de ônibus, valor dos aluguéis que teve seu índice (IGP-M) registrado em Novembro em 1,45%. No acumulado do ano já registra 10,56% o que vai jogar bem alto os aluguéis com contrato tendo reajuste neste momento. E por fim uma das vilãs do orçamento de toda família brasileira, as mensalidades escolares. E some-se a estes fatores a pressão para cima que os alimentos estão exercendo sobre a inflação e que só deverá se atenuar com a nova safra de grãos.

A inflação dos últimos doze meses medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) pode passar de 6% nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro conforme previsão dos economistas. Previsões alimentadas pelo IPCA-15, prévia da inflação oficial, que chegou em Novembro a 0,86%.

Novamente a alta de alimentos foi responsável por este índice elevado, tendência que deverá se manter pelos próximos meses, principalmente com o advento das chuvas de verão.

Com tantos fatores de risco para manter e sustentar uma elevação forte da inflação, a nova equipe econômica terá logo como primeiro desafio enfrentar esta elevação e com certeza um retorno a taxas de juros Selic mais elevadas deverá ser uma opção para combater esta tendência inflacionária.

Por Mauro Câmara



Brasil bate recorde na produção de grãos


O Brasil chega a um número recorde de produtividade, superando os 144,1 milhões de toneladas de 2007/08, para atingir o seu melhor desempenho com 145 milhões de toneladas de soja e milho.

Em quase todo território nacional os números são muito positivos, conforme dados obtidos pela Expedição Safra RPC, que percorreu 12 estados brasileiros. A soja e o milho devem chegar a sua marca histórica de produção.

O Paraná é o estado que mais produz grãos, seguido do Mato Grosso. Conforme artigo publicado no jornal Gazeta do Povo, em um ano de pouca rentabilidade como 2010, a produtividade deve aliar tecnologia, eficiência e claro, condições climáticas favoráveis, o que está de fato acontecendo.

Por Cíntia Foloni Santoro



Preço Cesta Básica – Chuvas e Dólar Aumenta Preço de Alimentos


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) revelou que a forte aceleração vista nos reajustes de produtos alimentícios em janeiro deste ano e as fortes chuvas, que há quase dois meses não cessam, prejudicaram a colheita brasileira em inúmeros Estados. Atrelado a isso, os efeitos do dólar fizeram com que os alimentos apresentassem alta em seus preços finais.

Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de índices de preços do IBGE, afirma que enquanto os alimentos denominados in natura tiveram impulsão no valor devido às chuvas, bacalhau e pão francês, por exemplo, sofreram a influência do dólar, com alta de 8% em janeiro deste ano.

Por outro lado, o setor de carnes e açúcar cristal, não mencionados anteriormente, tiveram variação em virtude de reajustes acoplados ao aumento da demanda internacional. Segundo Eulina, daqui em diante será necessário que haja vigilância nesses preços, para saber se essa tendência permanecerá dentro dos próximos meses.

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Por Luiz Felipe T. Erdei



Economia brasileira impulsionada pelos Alimentos


Um levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) à Agência Estado revelou que a indústria de bens de consumo não-duráveis, dentre eles alimentos e bebidas, anseia por ter feito, em 2010, a mais arrebatadora ascensão de faturamento já observada em meia década.

Percentuais iniciais indicam que a elevação estimada pelo setor, neste ano, seja 10,6% maior do que a vista no ano passado, o que ultrapassa, inclusive, a expectativa geral da indústria nas vendas, que é de 10,1%.

Isto porque no ano passado, conforme massiçamente veiculado pela imprensa, a crise financeira mundial impactou negativamente no segmento da indústria de transformação. Portanto, espera-se que a demanda do mercado externo, somada à confiança do consumidor interno, ocasione esse levante.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei



Produção de Alimentos terá que crescer 70% para atender à População Mundial


Um levantamento executado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em benefício da Alimentação e Agricultura revelou que a produção global de alimentos terá de ascender, até o ano 2050, cerca de 70%. Essa estimativa, para o órgão, tem por alusão o abastecimento necessário à população global no futuro.

Segundo a ONU, neste ano deduzido, haverá aproximadamente 2,3 bilhões de pessoas a mais em relação à atualidade. Para tanto, para que haja alimentos necessários aos índices pressupostos, os investimentos na agricultura primária terão de ser elevar em aproximadamente 60%.

Pois é. Com essa avaliação em posse do órgão, resta aos países desenvolvidos estabelecerem mais fortemente laços com nações subdesenvolvidas e emergentes. Mesmo que o consumo dos chamados países ricos seja bem mais alto em relação aos menos favorecidos, cooperações bilaterais poderão dar ao mundo, em décadas, uma auto-sustentabilidade necessária para que todos ganhem. Resta saber, por fim, se isso interessa à ponta da pirâmide.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Senador Mão-Santa apóia passeata em prol de municípios brasileiros em situação precária


Que a situação dos municípios brasileiros é precária, disso há muito já sabemos. Contudo, certas regiões do nosso país têm a situação agravada por uma série de fatores locais como as geográfico-climáticas, baixa industrialização e comércio. A discussão de tão antiga, toma até ares de “velha”.

A redução do repasse de verbas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que é feito pela União para as cidades brasileiras, tem criado muita dificuldade e insatisfação.

Municípios situados em estados da região nordeste são duramente castigados  e prejudicados com a redução das verbas, pois sem dinheiro não há como atender as necessidades da população.

Diante de tudo isso, prefeitos do Piauí organizaram uma passeata em protesto para terça, 08/09. Com o total apoio do senador Mão-Santa que, inclusive, promete marcar presença e prestar seu apoio e solidariedade à causa das cidades brasileiras.

por Lindomar Vieira


Preço do Bacalhau sobe quase 5% em 2009


O bacalhau está mais salgado do que nunca em 2009. É isso mesmo! O preço do bacalhau subiu em média 5% em 2009.

O produto é importado da Noruega, e não foi só ele que aumentou. Outros peixes também subiram de preço, até mesmo os nacionais. Explicação?! Período de Quaresma.

Veja a reportagem exibida no Jornal Nacional de 25/02: