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ICS apresentou queda em abril de 2012


A FGV (Fundação Getúlio Vargas), divulgou os dados referentes ao ICS – Índice de Confiança de Serviços, usado para avaliar a confiança no setor de serviços pelos empresários.

De acordo com o estudo, houve uma queda de 4,8% no mês de abril desse ano quando comparado a abril de 2011. A pontuação total passou para 128,8, sendo que no ano passado foi de 135,3. No mês de março a queda foi de 1%. 

Segundo a Fundação, esse desempenho fraco teve forte influência dos empresários que avaliaram o momento atual do mercado, essa é a pior taxa desde outubro de 2009. 

Com relação às expectativas dos empresários do setor houve um crescimento em abril, para a FVG esse é o resultado da melhora gradual referente à atividade econômica que vem sendo percebida pelos empresários. 

Para chegar ao resultado final do ICS, a Fundação Getúlio Vargas teve acesso às informações de 2.846 empresas, sendo que essas companhias são responsáveis por pelo menos 748 mil profissionais. O índice é divulgado mensalmente pela FVG e auxilia consultores e profissionais a medir a "saúde" do setor de serviços em todo o país.

Por Joyce Silva



IGP-M, IPA, IPC e INCC apresentaram alta em abril de 2012


De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgados na sexta-feira (27/04), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve alta de 0,42 ponto percentual, passando de 0,43% em março para 0,85% em abril. Nos últimos 12 meses, o indicador já avançou 3,65%. Somente nos quatro primeiros meses deste ano, o índice já tem taxa acumulada de 1,47%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) também sofreu alta, chegando a 0,97% em abril ante 0,42% em março. A taxa relativa aos Bens Finais fechou em 0,78%, crescimento de 0,5 ponto percentual. O item alimentos processados foi o que mais contribuiu para o resultado.

Já o segmento Bens Intermediários fechou o mês em 1,13%, apresentando crescimento de 0,51 ponto percentual se comparado a março. O principal responsável pela alta do setor foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura.

O indicador relativo a Matérias-Primas Brutas sofreu variação positiva e passou de 0,31% em março para 0,97% em abril. A alta foi impulsionada principalmente pelos itens café em grão, minério de ferro e soja em grão.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve variação menor, passando de 0,48% em março para 0,55% em abril. O maior motivador para o resultado foi o grupo Despesas Diversas, que teve uma alta significativa de 0,07% em março para 2,29% em abril.

Por último, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,83% em abril ante o resultado de 0,37% em março. O segmento que apresentou a maior alta foi o de Materiais, Equipamentos e Serviços.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IGP-M apresentou alta em abril de 2012


De acordo com a divulgação feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (27/04), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) aumentou em 0,85% no mês de abril. Em março a alta tinha sido de 0,43%. Os principais motivos que levaram à aceleração deste índice foram os preços de alimento no atacado e do cigarro no varejo.

O IGP-M é considerado e conhecido como a inflação do aluguel, por ser utilizado como base para o reajuste da maioria de contratos imobiliários. Em 12 meses o Índice avançou 3,65% e a taxa acumulada no ano é de 1,47%, segundo a FGV.

Neste contexto, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), utilizado para o cálculo do IGP-M, acelerou ainda mais, com taxa de 0,97% em abril, após uma alta de 0,42% em março. O IPA é chamado também de inflação no atacado.

Utilizado também no cálculo do IGP-M, porém com peso inferior que o IPA, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu para 0,55% em abril, já em março a alta havia sido de 0,48%.

Por fim, o outro indicador que compõe o IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), acelerou para 0,83% em abril, perante a taxa de 0,37% em março.

Por Anne A. Matioli Dias



IPCA-15 apresentou alta em abril de 2012


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) ficou em 0,43% em abril. O resultado é maior do que o apresentado em março, quando foi registrado 0,25%.

Somando o valor de todos os meses deste ano, o índice ficou em 1,87%, resultado bem inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando ficou em 3,14%. Além disso, no acumulado dos últimos 12 meses, a taxa fechou em 5,25%, resultado também inferior ao valor dos 12 meses anteriores, que ficou em 5,61%. Os dados foram divulgados pelo IBGE na terça-feira (24/04).

O resultado acelerado do IPCA-15 foi influenciado principalmente pelos setores de despesas pessoais (de 0,6% para 1,43%) e de habitação (0,44% para 0,75%). O grupo habitação foi impulsionado pelo aluguel residencial, condomínio, mão de obra, artigos de limpeza e água e esgoto. Já na questão despesas pessoais, os destaques ficaram para o cigarro, empregado doméstico, cabeleireiro e manicure.

Das taxas regionais, a maior alta foi no Rio de Janeiro, que teve variação de 0,65%. Já o menor índice foi registrado em Salvador, de 0,09%.

O IPCA-15 teve seus dados coletados entre 15 de março e 13 de abril.

Por Matheus Camargo

Fonte: IBGE



Google Doodle homenageia Gideon Sundbäck – Inventor do zíper


Nesta terça, dia 24 de abril, o Google está apresentando uma homenagem para Gideon Sundback, engenheiro e inventor sueco nascido no dia 24 de abril de 1880.

Quando você acessa a página inicial da gigante de buscas, você encontra no Doodle um imenso zíper cortando ao meio a logomarca do Google. Quando o internauta o abre, encontra vários sites com informações sobre Sundback.

Gideon é original da Suécia, mas foi nos Estados Unidos que desenvolveu o fecho com dentes, e patenteou sua invenção em 1917. Este é o Doodle mais divertido, desde a homenagem para Freddie Mercury do Queen e do famoso jogo Pacman.

Já foram mais de mil Doodles criados pelo Google, sempre fazendo referência a personalidades, cidades, fatos históricos, entre outros. O primeiro deles foi divulgado em 1998.

Confira o Doodle em homenagem a Gideon Sundback –



Setor industrial deverá apresentar crescimento em abril de 2012


A projeção da Sondagem Industrial de abril aponta que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) deve crescer no mês avaliado. O avanço apontado é de 0,2% se comparado ao final de março. Em números absolutos, o valor passou de 103,0 para 103,2 pontos. No acumulado do último trimestre, o resultado sofreu crescimento de 0,9%. Os dados foram divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na sexta-feira (20/04).

Apesar do resultado positivo, o indicador mantém-se abaixo da média dos últimos cinco anos, que é de 106,3 pontos. No entanto, o resultado de março é a quinta alta seguida registrada pelo ICI. O fator que incentivou o leve crescimento de março foi a melhoria das análises relativas ao momento atual.

Já o Índice de Situação Atual (ISA) prévio registrou aumento de 0,9%, chegando a 104,7 pontos. Este foi o melhor resultado desde julho do ano passado, quando foram apresentados 107,4 pontos. O Índice de Expectativas de março sofreu queda de 0,5%, atingindo o patamar de 101,8 pontos. Em fevereiro deste ano, o indicador tinha atingido o valor mais elevado, de 102,3 pontos.

Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) manteve-se em 83,8%, o mesmo resultado dos cinco anos anteriores.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IGP-M apresentou alta na 2ª prévia de abril de 2012


A segunda prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), divulgado pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, para o mês de abril, apresentou aumento de 0,36% quando comparado à primeira prévia do mês. Nos primeiros dias de abril, o resultado foi de 0,35%, sendo que a segunda pesquisa atingiu o patamar de 0,71%.

O IGP-M é considerado fundamental para medir a economia, pois ele é usado como referência na hora de reajustar contratos de aluguel em todo o Brasil.

Entre os subíndices usados para medir o IGP-M, o que mais influenciou nesse resultado foi o IPA – Índice de Preços ao Produtor Amplo que fechou a prévia em 0,77%. Ao ser comparado com o mesmo período do mês anterior a diferença foi de 0,45%. Sendo que o grupo de alimentos processados teve o maior aumento, passou de -0,43% para 1,34%.

O IPC – Índice de Preços ao Consumidor, outro grupo usado para calcular o IGP-M, apresentou variação de 0,9%, passou de 0,43% na primeira prévia para 0,52% na segunda prévia, sendo que o setor de vestuário foi o que mais aumentou, passou de 0,18% para 0,96%.

O terceiro grupo do IGP-M é o Índice Nacional de Custo da Construção que fechou a segunda prévia em 0,82%.

Por Joyce Silva



IGP-10, IPA, IPC e INCC apresentaram alta em abril de 2012


De acordo com levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) sofreu variação de 0,7% em abril. O resultado foi divulgado na segunda-feira (16/04). No mês imediatamente anterior, o resultado tinha sido de 0,27%. Já nos últimos 12 meses, o indicador sofreu variação de 3,43%. No acumulado do ano, o IGP-10 já está com 1,09%.

O estudo apontou também que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve variação de 0,76% em abril. No mês anterior, o índice tinha registrado variação de 0,24%. Os Bens Finais tiveram índice de variação de 0,63% ante 0,27%. O segmento de Alimentos Processados foi o que sofreu maior aceleração, passando de -0,65% para 0,67%.

O setor de Bens Intermediários apresentou variação de 0,82% perante 0,47% de março. Três itens avaliados sofreram alta, sendo que o principal destaque foi o segmento de materiais e componentes para a manufatura, que foi de 0,62% para 0,94%.

O grupo Matérias-Primas Brutas registrou 0,83% ante -0,09%. Os itens que mais contribuíram para o resultado do segmento foram minério de ferro (-1,16% para 0,51%), soja em grão (de 3,17% para 12,43%) e laranja (4,66% para 15,46%).

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,53% em abril perante 0,4% em março. O resultado foi extremamente influenciado pelo setor de Alimentação, que foi de 0,25% para 0,51%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,71%, ficando acima dos 0,19% registrados no mês imediatamente anterior. O segmento de Materiais, Equipamentos e Serviços ficou em 0,42%.

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



IPC-S – Dados da 2ª semana de abril de 2012


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado na terça-feira (17/04) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou com um resultado de 0,57%. O dado foi 0,01 ponto percentual menor do que o registrado no último levantamento. O IPC-S avalia sete capitais brasileiras, sendo que, em três, foi registrado queda no índice.

As cidades que tiveram resultado menor se comparado ao estudo de 7 de abril foram Salvador, Brasília e Recife. Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo tiveram crescimento no indicador.

Em Brasília, o índice passou de 0,72% para 0,6%. A desaceleração foi registrada em cinco das oito classes pesquisadas. Os principais destaques foram os grupos Habitação e Educação, Leitura e Recreação, que tiveram variação de 1,5% para 1,17% e de -0,49% para -1,09%, respectivamente. Já as classes de despesa Habitação (1,17%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,92%), Vestuário (1,06%) e Despesas Diversas (0,88%) sofreram alta.

Já em Recife, o IPC-S passou de 0,79% para 0,59%. Cinco de oito itens pesquisados tiveram retração no indicador, sendo que os destaques foram os grupos Habitação e Alimentação, que passaram de 0,26% para 0,07% e de 1,43% para 0,71%, respectivamente. Foram registradas altas nos segmentos Transportes (1,06%), Despesas Diversas (1,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,81%), Vestuário (0,6%) e Alimentação (0,71%).

Na capital gaúcha, o indicador foi de 0,63% para 0,65%. Cinco classes de despesa sofreram alta, sendo que os principais crescimentos foram verificados nos setores de Educação, Leitura e Recreação (que passou de 0,53% para 1,04%) e Despesas Diversas (que foi de 0,47% para 1,52%). Já os setores que sofreram desaceleração foram Vestuário (-0,35%), Transportes (-0,28%) e Comunicação (0,13%).

No Rio de Janeiro, o IPC-S foi de 0,57% para 0,58%. Sete classes registraram alta no indicador, sendo que os destaques ficaram para os grupos Comunicação e Despesas Diversas, que foram de -0,56% para -0,1% e de 0,78% para 1,99%, respectivamente. Os únicos grupos que ficaram abaixo da média foram Alimentação (-0,06%), Transportes (0,49%) e Comunicação, que, apesar da alta, ainda apresentaram resultados negativos.

A capital baiana sofreu uma variação de 0,44% para 0,3%. O indicador sofreu retração em quatro dos oito itens avaliados. As principais quedas foram nos segmentos Alimentação e Habitação, que tiveram, respectivamente, redução de 0,73% para 0,42% e de 0,65% para 0,27%. Já as pressões acima da média foram registradas nos segmentos Saúde e Cuidados Pessoais (0,88%), Despesas Diversas (1,15%) e Alimentação (0,42%).

Em São Paulo, o resultado do IPC-S foi de 0,59% para 0,66% no período avaliado. Seis das oito classes de pesquisa sofreram crescimento, sendo que os segmentos que apresentaram alta foram: Educação, Leitura e Recreação (0,08% para 0,1%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,83% para 0,88%), Habitação (0,68% para 0,88%), Comunicação (-0,69% para -0,44%), Vestuário (1,1% para 1,51%) e Despesas Diversas (0,69% para 0,88%). Os setores de Alimentação e Transportes tiveram queda no indicador, passando de 0,79% para 0,71% e de 0,43% para 0,41%, respectivamente.

Por último, em Belo Horizonte, a variação foi de 0,33% para 0,41%. Cinco itens avaliados sofreram alta, sendo que os destaques foram os segmentos de Vestuário e Despesas Diversas, que foram de 0,47% para 0,72% e de -0,13% para 1,23%, respectivamente. Os grupos que ficaram abaixo da média são Transportes (0,19%), Comunicação (0,2%), Educação, Leitura e Recreação (0,1%) e Alimentação (0,13%).

Por Matheus Camargo

Fonte: FGV



Impostômetro atingirá os R$ 400 bilhões no dia 03 de abril de 2012


Além das cifras exorbitantes, o impostômetro tem atingido mais rapidamente valores altos se comparado com períodos anteriores. Há pouco mais de um mês, ele havia atingido R$ 300 bilhões, quase vinte dias antes do que ocorrido na mesma data do ano passado.

O impostômetro atingirá nesta terça-feira (03/04) a marca de R$ 400 bilhões. Segundo a ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o valor será atingido por volta das 17h. O mesmo aconteceu no ano passado no dia 15 de abril.

De acordo com o presidente da ACSP, esse crescimento na arrecadação de 7% é reflexo do próprio desenvolvimento do país e embora esteja crescendo, aumenta mais do que o PIB (Produto Interno Bruto).

O impostômetro mede a arrecadação desde 20 de abril de 2005 e ano passado inaugurou o novo portal (www.impostometro.com.br), onde é possível verificar quanto o país, os Estados e os municípios arrecadam em impostos.

Outra ferramenta disponível é o site www.horadeagir.com.br. Nele é possível pressionar os deputados e deixar sua opinião, inclusive para um Projeto de Lei que discrimina nas notas fiscais o valor dos impostos pagos.

Por Natali Alencar