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Bacen – Consumo de turistas no Brasil tem aumento de 17,3% em abril


O segmento turístico se prepara para receber da melhor maneira possível os turistas estrangeiros que passarão por aqui em 2014, ano da Copa do Mundo. Enquanto as obras estão em andamento, os viajantes do exterior transitam em meio à diversidade cultural do país e os brasileiros, por sua vez, buscam aproveitar as melhores condições financeiras para conhecer destinos de outras nações.

Matéria divulgada pelo Ministério do Turismo (MTur) com base em anúncio realizado pelo Banco Central (BC) aponta que os gastos de turistas estrangeiros no Brasil saltaram para 17,3% em abril ante mês igual de um ano atrás, para R$ 540 milhões.

De acordo com Mario Moysés, presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (EMBRATUR), os dados enunciados ilustram que o trabalho realizado pelo país em fomentar os serviços e atrações, além de toda qualidade disposta em cada destino, assegura o Brasil no cenário mundial e o torna cada vez mais competitivo.

Entretanto, muito ainda precisa ser feito para o país não dar vexame durante a Copa do Mundo, como várias vezes observa o ex-jogador de futebol Pelé. O Brasil, por enquanto, tem se preocupado em salientar números sobre números, mas a verdadeira prova será conceituada daqui a três anos, de maneira qualitativa.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abras – Índice Nacional de Vendas sobe para 13,6% em Abril


O setor supermercadista conquistou expressivos números ao final de 2010 com as festas de Natal e virada de ano, e também durante a última Páscoa. E se passado é passado, que tal observar os dados mais recentes divulgados pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras)?

De acordo com o Índice Nacional de Vendas, as vendas reais do segmento avançaram 13,60% no mês de abril em comparação ao período igual de um ano atrás. No comparativo mensal, ou seja, contra março de 2011, o índice alcançado foi de 7,17%.

A Abras assinala que em valores nominais o indicador apresentou expressivo avanço de 21% em abril ante mês similar de 2010 e incremento de 8% sobre março de 2011. No acumulado nominal, ou seja, durante os quatro primeiros meses, a taxa atinge índice de 12,08% em relação ao primeiro quadrimestre do ano passado.

Possivelmente, o segmento não sentirá com gravidade as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final de 2010, pois os consumidores, mesmo optando por produtos mais baratos e diminuindo o consumo, sempre percorrem gôndolas em busca de mercadorias para abastecer o lar.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – ICC caiu para 2,4% entre abril e maio


O governo consegue, aos poucos, atingir o objetivo de diminuir a intenção de consumo dos brasileiros, tanto que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) arrefeceu 2,4% entre os meses de abril e maio, de 118,2 pontos para 115,4 pontos.

A FGV assinala que essa situação ocorre pela terceira vez consecutiva, atingindo, assim, o menor patamar desde janeiro do ano passado, quando 112,6 pontos foram registrados. Tanto as expectativas aos próximos meses como ao momento atual despencaram.

O Índice de Expectativas (IE) baixou 2,4% entre abril e maio, passando de 106,3 pontos para 103,8 pontos, nível abaixo da média histórica e o mais tímido desde fevereiro de 2010. O Índice da Situação Atual (ISA), por sua vez, também recuou 2,4%, de 140,6 pontos para 137,2 pontos.

O medidor da fundação assinala diminuição no percentual das pessoas que julgam a situação econômica local como boa, de 29,2% para 25,8%. Proporcionalmente, opiniões dos consultados que a ponderam como ruim ascendeu de 21,2% para 21,8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Inadimplência com cheques sem fundo caiu para 5,8% em abril


Os cheques ainda são um dos principais meios utilizados pelos brasileiros para o pagamento de serviços e compra de bens. Obviamente, o sistema de papel cada vez mais perde seu espaço ante os dinheiros de plástico, vulgo cartões de crédito e débito, mas nada que faça tornar seu uso dispensável.

O Indicador de Cheques Sem Fundo divulgado pela Serasa Experian, na segunda-feira (23 de maio), acusou que a inadimplência com cheques recuou 5,8% no mês de abril em comparação a março. Em taxas mais elucidativas, do total emitido apenas 2,00%, no período, foi devolvido.

Segundo a Serasa Experian, entretanto, o volume de cheques devolvidos aumentou 7,5% no comparativo com abril de 2010. No quadrimestre inicial de 2011, o índice de cheques devolvidos chegou a 1,92%, sensível aceleração frente o percentual de 1,91% do período igual de um ano atrás.

Como é possível presumir, o término do pagamento do Imposto sobre a Propriedade do Veículo Automotor (IPVA), as principais despesas escolares de início de ano (uniformes e materiais), além do final de parcelamentos de viagens de férias e compras relacionadas ao Natal, incidiram nos dados do levantamento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas cai em abril – Serasa Experian


Em desaceleração contínua, porém sem causar tanto alarme, a economia brasileira deve alcançar expansão próxima de 4,00% ao final de 2011, quase metade do índice registrado em 2010, de 7,50%. O novo patamar brasileiro, dentro dos níveis desejados para muitos especialistas, já começou a refletir em alguns dados significativos.

O Indicador de Pontualidade de Pagamento das Micro e Pequenas Empresas estudado pelo Serasa Experian arrefeceu para 94,6% em abril, taxa abaixo da registrada no período igual de um ano antes, quando o mesmo instituto relacionou índice de 94,7%.

Os economistas assinalam que esse recuo, o segundo no comparativo interanual, é reflexo da elevação dos juros e do maior aperto nas condições de crédito, situações que afetam diretamente a formação de caixa das micro e pequenas empresas.

O Serasa revela que a pontualidade das micro e pequenas empresas de serviços cedeu 0,81% na relação anual, acima da taxa de 0,74% computada entre as industriais. Por outro lado, as micro e pequenas empresas comerciais registraram variação positiva de 0,35% no mês de abril.

Neste caso, a Páscoa advém como um dos fatores, pois os consumidores despenderam parte de suas remunerações para a compra de artigos relacionados à data.

O cenário mais adiante ainda é incerto. Possivelmente, baixas devem ser contabilizadas nos próximos meses, mas nada que assuste demasiadamente as micro e pequenas empresas. A base de comparação anual de 2010 é forte, portanto, deve gerar reflexos negativos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FIPE (SP) – 2ª prévia do IPC tem redução para 0,56%


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo apreciado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), que leva em consideração famílias com renda entre um e 20 salários mínimos (de R$ 545 a R$ 10.900), desacelerou entre a 1ª e a 2ª quadrissemana de maio, de 0,64% de antes para 0,56% de agora, diferença de 0,08%.

Cinco dos sete grupos avaliados pela FIPE registraram recuo em suas taxas de variação. O destaque no levantamento ficou para Transporte, cujo índice decresceu de 1,14% para 0,87%. Em seguida figuram as categorias Saúde, com baixa de 1,59% para 1,36%, Alimentação, de 0,30% para 0,20%, Habitação, de 0,35% para 0,33%, e Educação, com arrefecimento de 0,08% para 0,06%.

Os dois únicos grupos que descreveram movimento de alta da 1ª para a 2ª prévia do mês foram Vestuário, cuja taxa subiu de 1,02% para 1,13%, e Despesas Pessoais, com aumento de 0,88% para 0,91%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Procon (SP) – Valor da cesta básica subiu 1,5% em abril


É de direito do consumidor acesso a transporte, moradia, saneamento básico, entretenimento e outros dispositivos ofertados pela Constituição do Brasil. No caso da alimentação, um dos casos, os paulistanos despenderam montante mais elevado para adquirirem a cesta básica no mês de abril.

Segundo dados divulgados pela parceria formada entre a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor da cesta subiu 1,5% em abril em comparação a março, de R$ 314,18 para R$ 318,88.

O levantamento revela que dos 31 produtos sondados no confronto mensal, 20 registraram valores mais elevados, nove diminuíram de preços e apenas dois nutriram os mesmos custos. Na variação mensal, os grupos Alimentação e Limpeza descreveram avanço em seus índices, de 1,55% e 2,60%, respectivamente. Apenas Higiene Pessoal recuou, para taxa negativa de 0,31%.

Os produtos que registraram maior elevação nessa base comparativa, delimitado o peso exercido sobre a cesta, foram a batata comercializada por quilo, cuja taxa subiu 1,38%, o feijão carioquinha (pacote de 01 quilo), 0,15%, e o sabão em pó (pacote de 01 quilo), 0,15%, bem como café em pó papel laminado (pacote de 500 gramas), 0,13%, e leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), com avanço de 0,11%.

Em termos de valores, as maiores elevações foram sentidas na batata, uma vez que seu índice subiu 62,07% no período, no feijão, com aumento de 5,29%, no alho, de 4,89%, na cebola, de 4,47%, e no detergente, 5,88%.

No sentido oposto, as quedas mais cruciais foram registradas no frango, -6,68%, no arroz, -3,14%, no desodorante, -3,04%, no papel higiênico, -2,56%, e no absorvente, -1,91%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio (SP) – Custo de vida da classe média teve aumento de 2,79% em 2011


Os paulistanos têm acesso a uma infinidade de itens de lazer e oportunidades variadas no âmbito profissional. Os ganhos, porém, nem sempre são suficientes para arcar com todas as despesas. Estudo divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela que o Índice de Custo de Vida da Classe Média (ICVM) subiu 2,79% desde o princípio de 2011.

Em outras palavras, viver na capital paulista está mais caro. Considerado apenas o mês de abril, o indicador apresentou incremento de 0,74%. O principal motivador foi a elevação dos preços de combustíveis, com aumento de 6,62% digerido pela gasolina e de 10,36% pelo etanol, no período.

As despesas relacionadas à Habitação também ficaram mais elevadas. Em abril, segundo a Fecomercio, a classe média da capital despendeu, em média, 0,39% a mais com os componentes relacionados à moradia em pelo menos três pontos: condomínio, reparo e mudança.

O estudo aponta aumento de gastos na área da Saúde, uma vez que o índice subiu 1,31% entre março e abril. O avanço dos preços em função de reajustes dos medicamentos é o principal motivo.

De acordo com a Fecomercio, a categoria Despesas Pessoais delineou alta de 0,85% no mês. Refrigerantes, cigarros, teatro e shows, bem como passagens áreas e rodoviárias, pressionaram a alta do grupo. Educação não apresentou considerável elevação (0,05%), enquanto Vestuário e Alimentação descreveram avanços de 0,73% e 0,51%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-C1 registra taxa de 0,84% em abril


No intuito de explanar aos brasileiros a gama de componentes que fazem parte do ambiente econômico, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) anuncia semanalmente diferentes indicadores. O mais novo levantamento, Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), foi divulgado na terça-feira (10 de maio).
A taxa de variação do medidor chegou a 0,84% em abril, com acumulado anual em 3,39%. Nos dados relacionados aos últimos 12 meses, o percentual abraçou margem de 5,69%. No mês, de acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR) avançou para 0,95%, portanto acima do patamar contabilizado pelo IPC-C1.
Das sete classes de despesas avaliadas, cinco contraíram aumentos em suas taxas de variação, com claro destaque para o grupo Despesas Diversas, que passou de 0,05% para 1,48%. Em seguida, atesta a FGV, figuraram Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,48% para 1,44%, Vestuário, de 0,75% para 1,17%, Educação, Leitura & Recreação, de 0,48% para 0,66%, e Habitação, de 0,25% para 0,31%.
As maiores elevações ocorreram nos subitens cigarros, medicamentos (em geral), calçados, show musical e tarifa de eletricidade demarcada em residências.
Apenas os grupos Alimentação, cuja taxa cedeu de 1,51% para 1,20%, e Transportes, de 0,13% para 0,11%, representaram o sentido inverso. Os componentes hortaliças & legumes e tarifa de trem urbano impulsionaram o decréscimo.
Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – 74% das famílias apresentam melhores condições econômicas em 2011


Sob o slogan de ‘produzir, articular e disseminar conhecimento para aperfeiçoar as políticas públicas e contribuir para o planejamento do desenvolvimento brasileiro’, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) leva à público a nona edição do Índice de Expectativa das Famílias (IEF).
O documento, divulgado na quinta-feira passada (5 de maio), mas referente ao mês de abril, aponta que 74% dos lares brasileiros têm melhor situação econômica nos dias atuais em comparação ao ano passado. Para 59% das famílias sondadas, nos próximos doze meses o Brasil enfrentará momentos melhores. Destaque para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, as mais otimistas de acordo com o Ipea.
Ainda considerando o campo econômico, o levantamento apura que 73% dos domicílios se rotulam como pouco endividados ou sem qualquer dívida. Os pedidos feitos pelo Banco Central (BC) e o governo brasileiro, num geral, parecem ter chegado aos ouvidos dos lares:  92% das famílias não têm a intenção de adquirir empréstimos ou financiamentos nos próximos meses.
Marcio Pochmann, presidente do Ipea, acredita que os números refletem justamente as medidas de restrição ao crédito adotadas há poucas semanas pelo BC. Levando-se em apreço os dados, realmente o consumidor parece estar mais precavido, mais consciente – ao menos na fala. Na prática, porém, o consumo ainda permanece em alta, e prova disto são os índices de vendas do Dia das Mães.
Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-DI tem variação de 0,50% em abril de 2011


Enquanto a população brasileira mais antenada, tanto por meio de telejornais, revistas e diários impressos como através da rede mundial de computadores, preocupa-se com rumores de que a inflação, aos poucos, começa a voltar, economistas e institutos buscam salientar dados concretos, ainda que parte indique perigo à vista – nada confirmado na teoria.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou variação de 0,50% em abril, 0,11% abaixo da taxa contabilizada em março (0,61%).
A FGV atesta que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou para 0,24% no mês passado, contra 0,60% do terceiro período mensal de 2011. A taxa concernente a Bens Finais também decresceu baixa, porém de 0,80% para 0,50%. Bens Finais, resultante da supressão de combustíveis e alimentos in natura, cedeu de 0,14% para 0,04% entre março e abril.
Diferente da tendência acima descrita, a variação do grupo Bens Finais foi de 0,70% em abril, ante 0,62% de março. Ao se excluir lubrificantes e combustíveis para produção, a taxa também acelerou, de 0,61% para 0,66%.
A FGV atesta que ocorreu desaceleração no estágio conhecido por Matérias-Primas Brutas, cuja taxa arrefeceu de 0,37% no mês de março para índice negativo de 0,63% em abril. Vale destacar o recuo percebido no algodão em caroço, cujo percentual baixou de 3,82% para -10,35%, assim como na laranja, de 2,12% para -23,57%.
Por Luiz Felipe T. Erdei



APAS – Classes C e D estão consumindo mais no país


O consumo das classes mais baixas da sociedade aumentou com astúcia nos últimos meses, motivando ao governo e empresários a estimarem projeções positivas para o futuro, mesmo em meio a uma anunciada desaceleração econômica. O poder aquisitivo em alta, a massa salarial em constante progresso e a diminuição das desigualdades são pontos elucidados sempre que possível em uma análise sobre o cenário brasileiro.

Um levantamento denominado Tendências do Consumidor aponta que as classes D e E são as grandes consumidoras dos dias atuais. Criada pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) em parceria com a Kantar Worldpanel e Nielsen, a pesquisa revela que juntas as duas castas apresentaram aumento de 16% no consumo de serviços e produtos no ano passado, ao mesmo tempo em que as classes A, B e C somaram incremento de 13%.

O estudo indica que nos últimos cinco anos 2,2 milhões de lares brasileiros migraram para a classe média, a nova classe média. Para elucidar em percentuais, significa dizer que os 33% de participação de consumo da classe C no ano de 2005 avançou para 38% em 2010. Perspectivas miram novo aumento: 41% em 2011.

Produtos perecíveis, além de bebidas alcoólicas e não-alcoólicas, foram mais procurados pela classe média. Bom para os supermercados, que cada vez mais apostam no potencial da demanda para veicular promoções e renovar estoques.

De acordo com a pesquisa, cerca de 80% dos consumidores do país transitam por mais de três pontos de comércio para abastecerem suas moradias, crescimento também transpassado no número de vezes em que as pessoas vão aos supermercados, de 106 nos últimos dois anos, para 123 vezes de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Procon (SP) – Preço da cesta básica aumenta em 0,20%


Dados divulgados pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que o custo da cesta básica no município de São Paulo avançou 0,20% na semana entre 29 de abril e 05 de maio em comparação ao período anterior. O valor anterior, de R$ 319,10, passou para R$ 319,73.

O único grupo a apresentar aceleração no índice de variação foi Higiene Pessoal, com taxa positiva de 3,08%. As categorias Limpeza e Alimentação delinearam recuo de 0,01% e 0,45%, respectivamente.

Os aumentos mais relevantes foram sentidos no papel higiênico fino branco (pacote com 04 unidades), cujo índice avançou 8,95%; na margarina (pote de 250 gramas) e na batata (quilo), ambas com alta de 4,63%, alho (quilo), 3,75%, e salsicha avulsa (quilo), 3,37%.

De acordo com o levantamento, as maiores quedas foram registradas na dúzia de ovos branco, com decréscimo de 1,75%, no absorvente aderente (pacote de 10 unidades), -1,46%, na carne de segunda sem osso (quilo), -1,44%, no extrato de tomate (embalagem de 340 a 350 gramas), -1,16%, e no leite em pó integral (embalagem de 400 a 500 gramas), -1,09%.

O estudo também revela que dos 31 produtos sondados na semana em questão, 13 descreveram alta de preços, 12 recuaram e apenas seis mantiveram seus números.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – INPC cresce para 0,72 em abril de 2011


No intuito de oferecer um panorama aos consumidores sobre os principais grupos de bens e serviços, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou informações sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que entre março e abril passou de 0,79% para 0,77%.

No mesmo levantamento, o IBGE apontou aceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 0,66% para 0,72%. No acumulado do ano, ou seja, no primeiro quadrimestre, a taxa chegou a 2,89%, portanto mais alta em comparação à ocasião similar de um ano atrás, enquanto nos últimos 12 meses aglomerou percentual de 6,30%, praticamente idêntico aos 6,31% do momento anterior.

De acordo com o IBGE, a taxa de variação dos produtos alimentícios desacelerou para 0,63% no mês passado, ante 0,72% de março. O índice dos produtos não alimentícios, porém, subiu de 0,63% para 0,76%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese – ICV cai para 0,80% em abril de 2011


O leitor já parou para pensar quanto custa viver no país? Não, não é exatamente aluguel ou prestação de financiamento do imóvel, por exemplo, mas todos os gastos envolvidos, desde alimentos a produtos de limpeza. Pois bem, dados examinados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o Índice do Custo de Vida (ICV) desacelerou para a variação de 0,80% em abril, contra 0,91% constatado em março.

O Dieese ilustra os grupos Transporte, Saúde e Alimentação como os responsáveis pelos índices que apresentaram algum tipo de crescimento. Juntos, conceberam 58,50% dos gastos totais e 0,74% do índice do ICV.

No quesito Transportes, com alta de 3,33%, vale destacar o incremento de preços do etanol, 12,07%, e da gasolina, de 6,66%. Na categoria Saúde, com avanço de 1,05%, o subgrupo produtos farmacêuticos e medicamentos registrou ascensão de 4,78%, assim como assistência médica e consultas médicas, com índices positivos de 0,24% e 0,75%, respectivamente.

Em Alimentação, cuja alta chegou a 0,26%, a realizada fora do domicílio foi a principal contribuinte à alta, com 0,64%. Produtos da indústria alimentícia também apresentaram incremento, de 0,56%, enquanto produtos in natura e semielaborados responderam com decréscimo de 0,15%.

De acordo com o Dieese, o grupo Equipamentos Domésticos contraiu índice negativo de 0,79% e Vestuário, por sua vez, alta de 0,71%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa Experian – Atividade comercial sobe em 1,8% em abril de 2011


A Páscoa de 2011 demonstrou a impulsividade e o poder de consumo da população brasileira. Essas características, atreladas às promoções e campanhas de pequenos e grandes estabelecimentos, refletiram nos números divulgados pela Serasa Experian na quarta-feira (4).

De acordo com o Indicador de Atividade do Comércio, o trânsito dos consumidores em lojas de todo o território nacional aumentou 1,8% no mês passado em comparação a março deste ano, dados já com os devidos descontos das influências sazonais. No confronto anual, disparo positivo de 10,9%.

A Serasa pondera ser essa alta, de 1,8%, proveniente do incremento de 4,1% registrado no segmento de super e hipermercados, alimentos e bebidas. A expansão da massa salarial da população formal unida à diminuição de preços de produtos importados como vinhos, azeites e bacalhau – em função da desvalorização do dólar diante a moeda brasileira – foram decisivos para o volume de compras dos brasileiros, assim como o próprio movimento.

O varejo do país cresceu 9,1% no acumulado do ano (até abril) em comparação ao primeiro quadrimestre de 2010. Entretanto, os números devem arrefecer nos próximos meses por causa das medidas adotadas pelo Banco Central (BC) no intuito de evitar a alta da inflação.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Materiais de Construção – Vendas apresentaram alta em abril de 2011


A expansão do setor imobiliário incentiva a criação de empregos em todo o país há vários meses. Os ramos de atividade diretamente ligados se aproveitam intensamente, como é o caso do segmento de materiais de construção, que até 31 de dezembro deste ano conta com a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) como aliada.

Levantamento construído pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), em sociedade com o Ibope Inteligência, ressalta que o varejo de material de construção delineou expansão de 6,5% em abril contra o mês imediatamente anterior. No confronto anual houve avanço um pouco mais ameno, mas nem assim inexpressivo: 3%.

De acordo com a associação, o ramo de argamassas obteve o melhor desempenho entre todos os demais no período, com crescimento de 8,5%. Em seguida figurou cimento, com índice positivo de 6%.

Fios e tubos de PVC, metais sanitários e fios e cabos não registraram alta, muito menos baixa em seus números. A Anamaco também aponta que nenhum dos setores sondados apresentou taxas de decréscimo no comparativo anual.

Para Claudio Conz, presidente da Anamaco, a desaceleração da economia projetada para os próximos meses não deve influenciar veementemente nas vendas de materiais voltados à construção, tanto que a perspectiva é de expansão na casa de 8,5% para este ano em relação a 2010. As obras envolvendo o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o “Minha Casa, Minha Vida” surgem como referenciais a essa constatação.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FIPE – IPC (SP) cresce para 0,70% em abril de 2011


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), voltou a acelerar dentro do mês de abril. Ao final do período, ou seja, 4ª quadrissemana, a taxa registrada foi de 0,70%, diferença de 0,05% em comparação ao índice de 0,65% da 3ª prévia.

Das sete categorias sondadas, três delinearam recuo em suas variações, com destaque para o grupo Alimentação, cuja taxa desceu de 0,64% para 0,46%. Em seguida, na mesma diferença de baixa para ambas (0,06%), apareceram Transportes, de 1,50% para 1,44%, e Educação, de 0,10% para 0,04%.

Outras três categorias, diferentemente, descreveram alta. O destaque ficou para Vestuário, uma vez que seu índice saltou da base negativa 0,20% para 0,68% positivo (diferença de 0,88%). O grupo Saúde avançou da taxa de 1,17% contabilizada na 3ª quadrissemana de abril para 1,55% ao final do mês, enquanto Despesas Pessoais passou de 0,66% para 0,85%.

O único grupo que manteve seu índice foi Habitação, em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei