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Abimaq – Faturamento do setor de máquinas e equipamentos apresentou alta em janeiro de 2011


Uma das entidades que encabeçou exigências sobre maior empenho do governo quanto ao estímulo às exportações, uma vez que as importações apresentaram severo crescimento nos últimos anos, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) abalizou alta de 12,1% no faturamento da indústria do segmento no mês passado em comparação a janeiro de 2010.

O valor conquistado pelo ramo de máquinas e equipamentos chegou a R$ 5,2 bilhões no período, porém, mesmo com essa alta o número dos pedidos em carteira baixou 12,6% na mesma base comparativa, justamente pelo maior ingresso do maquinário importado – que progrediu 29,3% no confronto anual de janeiro.

Os produtos chineses continuam sua escalada de inserção pelo Brasil. De acordo com o levantamento, a participação no setor de máquinas e equipamentos dos chineses no Brasil alcançou índice de 14,7%, atrás apenas dos Estados Unidos.

Novamente, essa dicotomia importação versus exportação gera inquietação. O país não deve se fechar, adotar medidas totalmente protecionistas, mas proteger a mão de obra, o bem mais importante de uma nação que quer ser uma das cinco maiores potências econômicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Sebrae



Abimaq – Índices dos Setores de Máquinas-Ferramenta e Bens de Encomenda


Contente com a confirmação da saída de Henrique Meirelles da presidência do Banco no governo Dilma, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mensurou que o país atravessa, atualmente, processo de desindustrialização. Seu líder, Luiz Aubert Neto, assoalhou que os ganhos das indústrias de bens de capital cresceram 11% entre janeiro e outubro passados sobre o período igual de 2009, mas mantêm-se 15% abaixo ante 2008.

Em tom de preocupação, Aubert assevera que o setor de máquinas-ferramenta e bens de encomenda registram índices bem menores, na atualidade, em relação a 2008, de 43,5% e 13%, respectivamente. Segundo ele, esses ramos são os responsáveis pela produção de máquinas a investimentos provenientes de grandes companhias nas áreas de celulose, papel e petróleo.

Embora esses índices incomodem Aubert, para o ano que vem prevê crescimento próximo de 5% ou 6%, em acompanhamento ao cenário econômico. Do início do ano até outubro, revela matéria do Estadão, o segmento apresentou avanço de 10,8% ante o mesmo período de 2009, e o saldo da balança comercial, no mesmo período, abraçou US$ 12,9 bilhões. Contudo, a previsão emitida pela própria Abimaq é encerramento de 2010 em US$ 15 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei