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Lucro do Banco do Brasil apresentou crescimento de 12,3% em 2011


Somente no ano passado, o Banco do Brasil teve crescimento de 12,3% em seu lucro. Os dados foram divulgados na segunda-feira (02/04) pela própria instituição financeira.

A alta é relativa ao resultado verificado em 2010. Em números absolutos, o lucro chegou a R$ 12,682 bilhões. Já no BR Gaap, o total de lucro do ano passado chegou a R$ 12,126 bilhões, registrando alta de 3,6% em comparação com 2010.

O Banco do Brasil justificou o resultado dizendo que, de acordo com as normas contábeis realizadas no Brasil, o convênio com a Mapfre foi entendido como uma troca de participações da sociedade, que considerou o total de patrimônio líquido, tanto recebido quanto contribuído. Assim, o Banco do Brasil teve que aportar dinheiro.

Relativo às perdas em financiamentos a clientes, o Banco do Brasil fez o cálculo conforme estipulam as regras do Banco Central, ou seja, baseando-se na classificação de risco de crédito. No BR Gaap, o total do ágio ou deságio que resulta da aquisição de controle de uma empresa sofre amortização no prazo máximo de 10 anos, se estiver fundamentado na previsão de rentabilidade futura.

Por Matheus Camargo

Fonte: Banco do Brasil



Classe C correspondeu a 54% da população brasileira em 2011


De acordo com o estudo Observador Brasil 2012, realizado pela consultoria Cetelem BGN em parceira com o Instituto Ipsos Public Affairs, a maioria dos brasileiros faz parte da classe C.

Em 2011, o número de pessoas que deixaram as classes D e E ultrapassou os dois milhões, sendo que 230 mil brasileiros deixaram a classe C e migraram para as classes A e B.

De acordo com o estudo, 54% da população em 2011 já integravam a classe C, uma mudança considerável quando comparado ao ano de 2005 em que 51% da população estava inserida nas classes D e E.

Com relação às classes A e B as mudanças também foram marcantes, enquanto em 2005 ela representava 15% da população brasileira, em 2011 esse percentual subiu para 22%.

Outro ponto pesquisado foi com relação ao consumo dos brasileiros. As sobras dos ganhos mensais tiveram um aumento de 20% quando comparados os anos de 2010 e 2011, no primeiro esse valor era de R$ 368, já no segundo esse valor subiu para R$ 449. Quando levada em consideração apenas a classe C, esse aumento foi de 50%, ou seja, passou de R$ 243 para R$ 363.

A renda média familiar das classes A e B e das classes D e E permaneceram estáveis nesse período, sendo que na classe C houve um aumento de aproximadamente 8%.

Por Joyce Silva



PIB brasileiro apresentou crescimento em 2011


O Brasil fechou o ano de 2011 com o crescimento de 2,7% do Produto Interno Bruto e totalizou o valor de R$ 4,1 trilhões, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O rendimento brasileiro ficou abaixo das previsões do ministro da Fazenda Guido Mantega, que no mês passado, afirmou esperar que o país fechasse o ano com o crescimento de ao menos 3%.

No entanto, o ministro afirmou nesta terça-feira, dia 06/03, que em 2012 o governo terá mais influência no desenvolvimento do país e que os avanços serão maiores.  “Esse crescimento vai acelerar ao longo do ano de 2012, atingindo seu ápice no segundo semestre, quando a economia brasileira estará crescendo a mais de 5%. A média vai ficar em torno de 4%, 4,5%”, afirmou ao site do Ministério da Fazenda.

Para ele, o Brasil está amparado no forte rendimento da economia no final de 2012.

Dentre os motivos para o baixo crescimento, está a crise europeia. Esta semana, a Presidente Dilma Rousseff esteve na Alemanha, onde falou sobre o crescimento econômico e a preocupação em defender a ascensão dos países em desenvolvimento. “Eu acho que uma coisa importante é que os países desenvolvidos não só façam políticas expansionistas monetárias, mas façam políticas de expansão do investimento, porque o investimento não só melhora a demanda interna, mas abre também a demanda externa para os nossos produtos”, disse em entrevista coletiva.

Por Paulo Talarico



Quantidade de cheques fraudados diminuiu em 2011


Em pesquisa divulgada pela empresa TeleCheque ficou constatada que a quantidade de cheques fraudados no país teve uma queda de mais de 40% em 2011, o ano de 2010 fechou com um total de 0,18%, e em 2011 esse percentual caiu para 0,10%. Fazendo uma comparação entre os meses de dezembro dos dois anos, o estudo revelou que em 2010 o número foi de 0,12%, e em 2011 foi de 0,11%.

Segundo o presidente José Antônio Praxedes, presidente da TeleCheque, uma das explicações para essa queda foi o fato de os comerciantes estarem mais atentos na hora de realizar transações com cheques. Praxedes também ressaltou o serviço oferecido pela TeleCheque que verifica a autenticidade do documento de identidade apresentado pelo cliente.

Para os próximos anos a previsão é que esse número continue caindo, principalmente por causa das mudanças apresentadas pelo Banco Central com relação aos cheques, o que torna ainda mais difícil fraudá-los.

Segundo as novas regras do BC, os bancos são os responsáveis por fornecer informações financeiras dos clientes aos comerciantes, sendo que esses dados precisam ser mais completos. Anteriormente os responsáveis por fornecer esses elementos eram outras instituições, como o Serasa.

Por Joyce Silva



Setor de panificação apresentou crescimento em 2011


O setor de panificação apresentou um crescimento de 12% em 2011, porém continua com o objetivo de aumentar o consumo de pão no país. O segmento teve um faturamento de R$ 62,99 bilhões no ano passado, vale lembrar que em 2010 o valor ficou em R$ 56,30 bilhões.

Mas mesmo apresentando essa alta expressiva, empresários afirmam que ainda é preciso alcançar um consumo de 60 quilos anuais no Brasil, essa é a quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As informações foram divulgadas pela Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip).

O consumo de pães em 2011 manteve a média de 30 quilos por habitante, quantidade menor que a de países vizinhos como Argentina que teve consumo médio de 82,5 quilos, e Uruguai com consumo de 55 quilos.

Outro ponto observado é com relação aos hábitos apresentados em cada região, no Sul, por exemplo, o consumo atinge os 50 quilos, já na Região Norte o consumo é de apenas 15 quilos.

Outra preocupação dos donos de padarias é com relação à mão de obra qualificada, principalmente devido à modernização pela qual o setor vem passando nos últimos tempos.

Por Joyce Silva



Condomínios – Queda na inadimplência em 2011


Um levantamento feito pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) mostrou que o número de processos por falta de pagamento em condomínios caiu para 9.947, contra 11.808 registrado em 2010, o que representa uma queda de 15,76%.

O resultado reforça uma queda iniciado a partir de 2007 (15.902), em 2008 (13.084) e em 2009 (11.459).

 Em relação aos processos de dezembro, houve queda de 33,68%, com 579 casos. No mês anterior o índice foi de 873 casos. Já em relação a dezembro de 2010 a queda foi de 27,99%, com 804 casos registrados.

Para o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios, Hubert Gebara, a redução se deve ao bom momento em que vive a economia brasileira, principalmente porque as pessoas estão regularizando suas pendências financeiras com acordos extrajudiciais.

Ele argumenta que o acordo é vantajoso para todas as partes envolvidas, já que uma ação dessa categoria pode levar muitos anos para ser concluída e resolvida.

Outro fator que tem contribuído para essa queda nos percentuais é a lei 13.160, que prevê a possibilidade de protesto aos boletos de condomínio, por isso é aconselhável que os síndicos e as administradoras também procurem negociar com os inadimplentes, principalmente no sentido de conscientizá-los mostrando a importância do pagamento para a manutenção financeira do prédio.

Por Natali Alencar



Valores da inflação em 2011 – IPC-C1, IPC-BR e IPCA


A inflação para pessoas de baixa renda ficou em 5,98% no ano de 2011. O número foi anunciado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), através de levantamento divulgado nesta terça-feira (10/01). O indicador utilizado foi o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que faz a medição dos preços de produtos e serviços geralmente consumidos por famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos.

O índice ficou abaixo do índice utilizado para calcular a inflação das classes mais elevadas, de até 33 salários mínimos, que é o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR).

O IPC-BR fechou 2011 em 6,36%. Dessa forma a inflação no ano de 2011 para as famílias mais pobres castigou essa parcela da população de forma um pouco menor. A inflação corrói o poder de compra dos salários e traz prejuízos para o funcionamento da economia.

A inflação geral, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2011 em alta de 6,5%, atingindo o limite estabelecido pelas autoridades monetárias. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o índice deverá cair para 4,7% neste ano de 2012.

Por Lucas Ferreira

Fonte: G1



Serasa – Demanda do Consumidor por Crédito cresceu 7,5% em 2011


O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito revelou que a quantidade de pessoas que procurou crédito em 2011 cresceu 7,5%.

Em relação ao desempenho de 2010 houve uma pequena desaceleração, pois a demanda havia sido de 16,4%.

Segundo os economistas do Serasa Experian, esse desempenho fraco se deve ao fato da alta das taxas de juros (até o final de agosto), ao maior nível de endividamento dos consumidores, a alta da inflação, ao aumento da inadimplência e ao agravamento da crise financeira européia.

Outra análise feita pelo Serasa Experian foi a de renda pessoal mensal. A procura de crédito foi comandada pelas camadas mais baixas de rendimento. Houve avanço de 20% para aqueles com rendimento abaixo de R$ 500,00 e 8,7% para quem tem como renda de R$ 500,00 a R$ 1000,00 mensais. Um dos fatores que contribuiu para isso foi a diminuição da informalidade.

Em relação à região geográfica, o Nordeste se destacou e registrou crescimento de 11,7%. Em 2010 os consumidores nordestinos também lideraram a lista com crescimento de 17,7%. As demais regiões ficaram abaixo da média nacional.

Por Natali Alencar



Inflação – Previsões de alta em 2011 e queda em 2012


Uma pesquisa realizada pela Focus, e divulgada recentemente pelo Banco Central, mostrou direções opostas para a inflação: queda para 2012 e avanço para 2011.

Segundo avaliações semanais do mercado financeiro, a média das perspectivas para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em 2012 teve uma queda de 5,42% para 5,39%, sendo este o terceiro recuo consecutivo. No mês passado, o número se encontrava em 5,55%.

Ainda para este ano, as previsões econômicas subiram de 6,50% para 6,52%, voltando a ficar em um nível acima do que é consentido pelo regime de metas para a inflação (cujo centro é 4,5% e margem máxima 6,50%).

A elevação das previsões para o presente ano ocorreu devido ao aumento da expectativa para o IPCA de dezembro de 0,50% para 0,53%. Já para janeiro de 2012, a aposta para a inflação teve um declínio de 0,61% para 0,60%.

Juro– Conforme informou o boletim Focus, após duas semanas consecutivas de decaimento das expectativas, a média das previsões para a taxa de juros ao término de 2012 prosseguiu em 9,50%. Se o Banco Central conservar o ritmo de cortes em uma velocidade de 0,50 ponto porcentual (nas reuniões indicadas para janeiro, março e abril de 2012), a taxa Selic incidiria dos 11% atuais para os 9,50% no começo do segundo trimestre do próximo ano.

PIB– A perspectiva de aumento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 teve um recuo, movendo-se de 2,97% para 2,92%. Não houve alteração na previsão dos números para 2012, que deverá manter-se em 3,40%.

Por Rachel Bressan

Fonte: Estadão



Previdência Social – Queda no déficit em outubro de 2011


Conforme Garibaldi Alves Filho, ministro da Previdência, o RGPS (Regime Geral da Previdência Social) apresentou em outubro o menor déficit para o mês, desde 1997.

O valor do déficit apresentado em outubro foi de R$ 1,328 bilhão, já que foi arrecadado a soma de R$ 20,521 bilhões e foi gasto em pagamento de benefícios o valor de R$ 21.849 bilhões.

Comparando com dados do mês de setembro, a queda foi de 85%, em relação ao obtido no mês de outubro de 2010 a redução alcança os 42,7%.

Conforme Leonardo Rolim, secretário de Políticas de Previdência Social, a arrecadação tem alcançado recordes uma vez que houve um aumento contínuo dos contribuintes.

O mesmo informa ainda que, revendo a meta do déficit da Previdência em 2011, ela sofreu uma revisão em novembro passando de R$ 37 bilhões para R$ 35 bilhões. Este fato se deu por ter ocorrido boa arrecadação (no período), além da Previdência ter mantido as despesas dentro do previsto.

De janeiro a outubro de 2011 o déficit soma R$ 36.790 bilhões.

Com relação à estimativa sobre despesas em 2012, quando o salário mínimo será de R$ 622,73, a Previdência acredita que as despesas atinjam R$ 318 bilhões. No valor, está embutido: aumento nos gastos com o salário mínimo, entre outros itens.

Por Mônica Palácio

Fonte:  JB



Dieese – Salário mínimo necessário para suprir as necessidades das famílias brasileiras – Maio de 2011


“Levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família (…) em maio, o valor do mínimo foi calculado em R$ 2.293,31”. Assim podemos resumir uma das conclusões a que chegou recente estudo do DIEESE sobre quanto deveria ser o salário mínimo do brasileiro no mês de maio deste ano, levando em consideração o preço da cesta básica em São Paulo.

O valor informado representa aquilo que seria necessário para que cada trabalhador deste país suprisse suas necessidades mensais de saúde, alimentação, lazer, transportes, previdência, educação, vestuário e higiene.  Por outras palavras, o brasileiro deveria receber cerca de 4,21 vezes o valor do salário mínimo atual, que é de R$ 545,00.

Esse valor, de acordo com a tabela de atualizações do próprio Departamento, não está muito distante do registrado em abril de 2011 (R$ 2.255,84) e em meses anteriores.

Por outras palavras, com tal estudo é possível ter a noção clara de que o salário atualmente em vigor no Brasil é simplesmente irrisório, tendo em conta as reais necessidades de uma família, entre as quais aquelas que o Estado oferece de maneira precária (educação, saúde  e condições de higiene, por exemplo).

Por Alberto Vicente

Fonte: Dieese



AbrasMercado – Alta em abril de 2011


Ao divulgar os números referentes ao Índice Nacional de Vendas, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) afirmou que a Páscoa foi bastante positiva para o segmento. Não à toa, em abril as vendas reais de supermercados avançaram 13,60% em relação ao mês igual de 2010 e outros 7,17% sobre março de 2011.

Na mesma ocasião do anúncio, realizado em 25 de maio, a associação expôs os índices da AbrasMercado em parceria com a empresa de pesquisa de mercado GfK. Considerando 35 produtos consumidos em ampla escala, o indicador subiu 1,05% entre março e abril. No comparativo anual, ou seja, contra o quarto mês de 2010, o crescimento chegou a 7,59%.

Os números indicam, deste modo, que a cesta passou de R$ 279,32 para R$ 300,52. De todos os produtos consultados, a batata, com margem positiva de 28,04%, a cebola, com incremento de 14,73%, o feijão, com alta de 5,27%, e o extrato de tomate, com aumento de 5,18%, foram os que mais contribuíram para a elevação da AbrasMercado. Em contrapartida, as principais baixas ocorreram no tomate, com decréscimo de 14,63%, no açúcar, -2,25%, na farinha de mandioca, -1,70%, e no queijo mussarela, -1,56%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Indicador de Inadimplência das Empresas apresentou queda em abril de 2011


Não é mais novidade alguma notabilizar que a economia brasileira, embora com prognósticos menos otimistas para 2011, apresenta bom nível. O estopim da expansão ocorreu durante o ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) chegou ao índice positivo de 7,5%.

Desde o início de 2011, empresários e consumidores apresentam-se cautelosos quanto ao consumo e a sua continuidade. O mês de abril foi particularmente interessante para as empresas, pois com os feriados de Tiradentes e Páscoa a inadimplência nos negócios arrefeceu 7,9% no confronto aos dados de março.

Segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas construído pela Serasa Experian, a atividade econômica aquecida, ligada ao consumo, nutriu a criação de receitas por parte das empresas. A Páscoa, que motivou a ida dos brasileiros às compras, e o menor número de dias úteis no mês contribuíram para a queda.

Apesar de o Banco Central (BC) estabelecer medidas de restrição ao crédito para, assim, combater a inflação, o volume elevado de vendas figura como fator de compensação. Mesmo assim, no acumulado de 2011 a inadimplência das empresas cresceu 3% em comparação ao período análogo de um ano atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Indicador de Atividade Econômica apresentou alta no 1º trimestre de 2011


Os brasileiros enfrentam um momento incerto do ponto de vista econômico, embora parte da população ainda se sinta otimista para adquirir bens e serviços. Segundo a Serasa Experian, o Indicador de Atividade Econômica (PIB Mensal) nutriu estabilidade em março deste ano frente ao mês imediatamente anterior, já com desconto das influências sazonais. No final do primeiro trimestre, o nível de atividade subiu 1,4% em comparação ao período compreendido entre outubro e dezembro de 2010.

Em outra base comparativa, mais especificamente anual, a Serasa constatou incremento de 4,6% na atividade econômica, enquanto nos 12 últimos meses encerrados em março a taxa subiu para 6,3%.

De acordo com a Serasa, considerada a demanda agregada, a alta na base comparativa anual do trimestre inaugural do ano foi estimulada pelo aumento de 7,4% encabeçado pelos lares brasileiros, bem como pela alta de 9,4% oriunda dos investimentos produtivos. Em relação à oferta agregada, o segmento de serviços foi destaque, pois avançou 4,6%, enquanto a indústria delineou ascensão de 3,9%.

Os economistas da Serasa ponderam que a alta de 1,4% (primeiro trimestre do ano contra último trimestre de 2010) ilustra que mesmo com as medidas restritivas adotadas pelo governo, ocorreu, efetivamente, aumento do ritmo econômico, muito embora o segundo semestre deva descrever tendência diferente, ou seja, descimento no nível de expansão.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Expectativa de inflação para 2011 – IPCA, Selic, PIB


A expectativa de inflação para 2011 voltou a cair, segundo o relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (23 de maio). Pelo levantamento, a taxa de 6,31% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da semana passada recuou para 6,27%, tendência que se repete pela terceira oportunidade seguida, permanecendo dentro da meta do governo de 4,5% (cujo teto é 6,5%). Para o próximo ano, porém, a perspectiva avançou de 5,00% para 5,10%.

Também repercute pela terceira semana seguida o prognóstico de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011. Para 2012, o BC decidiu manter a projeção de 12,25% ao ano, situação que se repete pela segunda semana consecutiva.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, o BC nutre pela oitava oportunidade seguida a estimativa de 4,00%, mas para 2011 a taxa voltou a cair, desta vez para 4,10%, ante 4,21% de sete dias atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC avançou para 1,67% na 2ª prévia de maio de 2011


A atual expansão do setor imobiliário promove acesso de praticamente todas as classes sociais a uma moradia mais segura, com todos os recursos geridos pela Constituição do país. Em grandes centros ou periferias, as construtoras têm aumentado a oferta de imóveis novos, adquiridos nas plantas.

Durante o período de obras, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) é utilizado como indexador para o reajuste das parcelas do financiamento. De acordo com dados difundidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na quarta-feira (18 de maio), a variação do indicador chegou a 1,67% no segundo decêndio de maio, taxa bastante superior à registrada no período similar de abril, de 0,50%.

A FGV assinala que o índice referente a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu de 0,27% para 0,50%. O índice concernente ao custo da Mão de Obra variou com maior consistência, de 0,75% do segundo decêndio do mês passado para 2,90% de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC apresentou nova projeção do IPCA de 2011


O mercado econômico pode enfrentar um ambiente mais ameno durante as próximas semanas. Especulações envolvendo a alta da inflação ainda assombram, mas o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (16 de maio), diminuiu a projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 para 6,33%, contra taxa de 6,31% da semana passada. Para o próximo ano, porém, foi mantida a perspectiva de 5,00%.

Enquanto a estimativa do IPCA apresenta, há algum tempo, oscilações, os prognósticos para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano permanecem pela oitava semana seguida em 4,00%. Para 2012, porém, o Focus aprecia nova baixa pela segunda oportunidade consecutiva, de 4,21% para 4,20%.

De acordo com os dados do BC, a taxa básica de juros da economia, Selic, foi mantida mais uma vez em 12,50% para 2011, tendência que se repete desde a semana anterior. Para o próximo ano, o relatório prevê índice de 12,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Inadimplência do Consumidor apresentou crescimento em abril de 2011


Adquirir um ou mais produtos e diversos serviços pode fazer com que o consumidor, de qualquer faixa de renda, entre no rol de inadimplentes. Essa situação, nada agradável, pode ser consertada, grosso modo, com uma melhor educação financeira, algo tão recomendado por economistas.

No entanto, parece que os brasileiros não estão seguindo algumas regrinhas básicas. De acordo com o Indicador de Inadimplência do Consumidor relacionado pela Serasa Experian, a inadimplência avançou pelo segundo mês consecutivo em abril, com alta de 1,5% em comparação a março.

A Serasa avalia que essa situação provém do aumento gradual dos índices inflacionários, assim como do próprio endividamento do consumidor, que ainda com a confiança elevada (reflexo de 2010) continua sua procura por novos bens.

O aumento da inadimplência no mês passado, por sinal, foi motivado pelos gastos realizados em feriados prolongados. No período, o índice só não cresceu mais (negativamente) porque o mês contou com 19 dias úteis.

A Serasa aponta que no confronto anual de abril, a inadimplência do consumidor pulou 17,3%. No acumulado do primeiro quadrimestre do ano, taxa mais assustadora: 20,3%.

O consumidor precisa ter mais que nunca precaução, sobretudo no 2º semestre de 2011. No ano passado, as dívidas adquiridas com veículos, moradia e outros quesitos de valores mais elevados podem começar a ser mais sentidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) apresentou queda na 1ª quadrissemana de maio de 2011


Ao considerar a faixa de renda familiar de um a 20 salários mínimos, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), desacelerou para 0,64% na primeira quadrissemana de maio, contra 0,70% da última prévia de abril.

No total, sete classes de despesas são avaliadas. No levantamento foram constatadas altas em quatro categorias, a mais evidente em Vestuário, cuja taxa ascendeu de 0,68% para 1,02%. Em seguida, a FIPE destaca o índice em Saúde, que subiu de 1,55% para 1,59%, depois Educação, de 0,04% para 0,08%, e Despesas Pessoais, de 0,85% para 0,88%.

No sentido contrário, a FIPE apreciou desaceleração de 1,44% para 1,14% em Transportes, assim como baixa de 0,46% para 0,30% em Alimentação. A única categoria que não apresentou qualquer alteração foi Habitação, uma vez que a taxa apurada entre a quarta prévia de abril e a primeira quadrissemana de maio ficou em 0,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – INCC apresentou alta em abril de 2011


Dias agitados permeiam os principais noticiários do país. Após o assunto da morte de Osama Bin Laden pelas tropas norte-americanas, um dos motes que mais aparece nos noticiários é o temor por uma possível volta da inflação, tanto que coube a Dilma Rousseff, presidenta do Brasil, e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), intercederem oralmente.

Dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam desaceleração na taxa do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de 0,61% para 0,50% entre os meses de março e abril. Enquanto isso, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu de 0,71% para 0,95%, com destaque para a categoria Transportes.

Outro indicador salientado pela FGV na segunda-feira (9 de maio) foi o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC). No período, a taxa saltou de 0,43% para 1,06%, mas mesmo assim, apenas o item Mão de Obra teve índice em elevação, de 0,37% do mês antepassado para 1,74% no período seguinte. Exerceram sentido contrário os componentes Materiais & Equipamentos, com baixa de 0,52% para 0,46%, e Serviços, de 0,34% para 0,29%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC apresentou alta em abril de 2011


O consumidor brasileiro passou a protestar contra a alta da gasolina em quase todos os postos brasileiros, alguns lugares já bem próximos de R$ 3 por litro abastecido. Para evitar qualquer tumulto desagradável, lideranças do governo afirmam que o preço começará a cair nas próximas semanas.

Mesmo assim, cabe ilustrar ao leitor o recente levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que acusou decréscimo de 0,61% para 0,50% do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) entre março e abril. Cerceando o mesmo estudo, a entidade registrou alta para 0,95% no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do mês, contra 0,71% de março.

De acordo com a FGV, em todas as classes de despesa foram constatadas altas, com destaque justamente para a ala Transportes, cujo índice subiu de 1,23% para 2,10%. O preço da gasolina foi o destaque, com avanço de 1,58% para 5,98%, seguido também pelo famigerado caso de alta do álcool combustível, de 9,32% para 10,47%.

As taxas nas demais categorias, como já citado, seguiram essa demarcação. Em Despesas Diversas, o índice passou de 0,07% para 0,81%, em Saúde e Cuidados Pessoais de 0,68% para 1,10%, em Vestuário de 1,01% para 1,34%, Alimentação de 0,98% para 1,04%, Habitação de 0,41% para 0,47% e Educação, Leitura e Recreação de 0,98% para 1,04%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Perspectiva da inflação pelo IPCA apresentou queda – 2011


As perspectivas econômicas para o Brasil estão tensas, embora o cenário especulativo não tenha se concretizado. Pela primeira vez após semanas de pessimismo, o relatório Focus do Banco Central (BC) baixou a estimativa de inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) a 2011, de 6,37% da semana passada para 6,33%. Para o próximo ano a taxa de 5,00% foi mantida, tendência que se repete pela quinta vez seguida.

A projeção de expansão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 foi sustentada no mesmo patamar pela sexta semana seguida, em 4,00%. Para 2012, porém, o BC prevê uma queda no cenário, cuja perspectiva cedeu de 4,25% de sete dias atrás para 4,21%.

Em relação à Selic (taxa básica de juros da economia), o relatório Focus reproduz pela primeira semana estabilidade no índice para 2011, em 12,50%. Para o próximo ano e repetindo pela segunda vez uma perspectiva de alta, o BC elevou o índice para 12,25%.

Esses números podem aquietar economistas e a própria população. Se a curvatura seguir a ideia como muitos pedem e como o estudo parece indicar, a inflação pode ficar mais próxima do centro da meta até o final do ano, embora a tendência seja de se situar perto do teto.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA apresentou queda em abril de 2011


O final de 2010 foi marcado por mudanças no panorama econômico brasileiro, embora a população ainda não tenha sentido, em maio de 2011, os efeitos tanto desejados pelo governo. Entre novembro e dezembro passados, o Banco Central (BC) passou a seguir postura mais cautelosa quanto ao consumo dos cidadãos por meio de adoções de restrição ao crédito e ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou brevemente para 0,77% em abril, ante taxa de 0,79% do mês anterior. No acumulado do ano o avanço chega a 3,23%, ou 0,58% superior aos 2,65% do primeiro quadrimestre de 2010.

O grupo Alimentação continua em rota de baixa, tanto que a taxa de 0,75% de março passou para 0,58% em abril. Mesmo assim, o IBGE registra alta de 2,75% entre janeiro e o mês passado. Tomate, açúcar cristal, arroz e carnes foram os produtos que descreveram os maiores decréscimos no período, enquanto as grandes altas ficaram para:  batata, feijão carioca, ovos, leite pasteurizado, refeição fora de casa e pão francês.

Segundo o IBGE, o grupo Transporte delineou elevação de 1,56% para 1,57% de março para abril, enquanto Vestuário passou de 0,56% para 1,42%. Alta também foi descrita em Saúde & Cuidados Pessoas, de 0,45% para 0,98%, enquanto a taxa em Habitação subiu de 0,46% para 0,77%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Vagas de emprego em 2011 chegarão a 1,7 milhão


A economia em atual ambiente de desaceleração em função de medidas adotadas pelo Banco Central (BC) deve empurrar a criação de empregos para baixo. Estudo apregoado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima 1,7 milhão de vagas para este ano, aproximadamente 800 mil a menos em relação aos dados de 2010.

O levantamento pondera que deve ocorrer escassez de mão de obra qualificada ao longo de 2011. Mesmo assim, Marcio Pochmann, presidente do instituto, prevê que isso pode não acontecer de maneira generalizada, apenas em alguns setores pontuais. Como é possível presumir, figura entre as principais justificativas a projeção mais amena de expansão para o Produto Interno Bruto (PIB), no patamar de 4% a 5%.

Pochmann acredita que o excedente da mão de obra será perceptível entre as pessoas sem experiência ou qualificação. Por outro lado, cerca de 1 milhão de profissionais com aptidões para exercer determinadas funções devem ficar afastados do mercado de trabalho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Aumento da inflação é esperado pelos brasileiros


O consumidor está realmente atento com o mote inflação. Algumas pessoas já sentiram nos bolsos as medidas adotadas pelo governo, as mesmas que tiveram o intuito de frear o consumo para, assim, segurar a tão temida inflação. Entre as principais iniciativas encabeçadas pelo Banco Central (BC) estão a restrição ao crédito e o ciclo de aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) abarca que o aumento inflacionário foi realmente percebido pela população. Dos seis componentes abrangidos pelo Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) de abril, o de expectativa de inflação figurou como aquele como o pior por meio de uma queda de 111,12 pontos para 100,8 pontos em comparação a março, diferença de 9,4%; no comparativo anual decréscimo de 11,6%.

O resultado do INEC de abril corresponde à sexta baixa seguida em vocábulos mensais, com arrefecimento de 2,2% em comparação a março e 0,5% em relação a abril de um ano antes. Essa constatação também marca otimismo mais brando sobre uma perspectiva em relação ao aumento do endividamento do consumidor e sobre sua renda pessoal futura. Nestes dois, recuos de 3,3% e 4,1%, respectivamente.

Acompanhando esse pessimismo, o INEC constatou taxa de 2,6% de março a abril entre os consumidores que aguardam crescimento do emprego. Em contrapartida, aquisições de produtos de valores mais elevados e conjuntura financeira registraram, respectivamente, avanços de 1% e 2%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S apresentou alta na última semana de março de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou em 31 de março (sexta-feira) dados referentes ao Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), que delineou alta de 0,71%, 0,02% superior ante a taxa descrita no último levantamento. No ano o índice acumula incremento de 2,49% e nos últimos 12 meses, de 5,86%.

A FGV relaciona que a categoria Alimentação foi aquela que apresentou maior variação, de 0,86% da semana passada para 0,98% nesta. As principais contribuições neste grupo provieram de hortaliças e legumes, que estancaram progresso de 6,65% para 7,03%, enquanto carnes bovinas representaram avanço para -1,63%, contra -2,33% de antes, e pescados frescos, cuja taxa passou de 2,46% para 4,31%.

Houve alta também em Vestuário, de 0,89% para 1,01%, em Educação, Leitura & Recreação, de 0,25% para 0,29%, em Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,64% para 0,68%, e em Transportes, de 1,18% para 1,23%. No sentido oposto apareceram Habitação, com decréscimo de 0,47% para 0,41%, e Despesas Diversas, cujo índice passou de 0,40% para 0,07%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPV – Alta nos preços das frutas em fevereiro de 2011


A imunidade de cada pessoa funciona de forma diferente. Gripe, por exemplo, é comum em qualquer época do ano, mas em transição de estações esse mal aparece com mais frequência, ocasionando, portanto, grandes filas em hospitais públicos e particulares.

Para combater essa persistente doença, o brasileiro geralmente recorre a remédios, mas também a frutas ricas em vitamina C, como é o caso do limão e da laranja. Segundo a Federação do Comércio de bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), o Índice de Preços no Varejo (IPV) apresentou variação superior em 0,04% em fevereiro ante janeiro.

O IPV aponta que o valor das frutas praticado nas feiras já sobe por oito meses seguidos, com variação entre janeiro e fevereiro de 1,79%. Por isso, cuidar da gripe por métodos naturais passou a ficar mais caro.

É verdade que não foram apenas as frutas a registrarem crescimento de valores em fevereiro. Os produtos comercializados nas feiras avançaram 4,39%, com destaque para as verduras, com alta de 12,02%, legumes, com incremento de 9,57%, e ovos, com progresso de 3,79%.

A Fecomercio diagnosticou alta de 0,45% no preço dos medicamentos comercializados nas drogarias, diferente da tendência do setor Alimentação, que de acordo com o IPV arrefeceu 3,96% entre janeiro e fevereiro. Os preços das carnes de aves se apresentaram 3,78% mais baixos, enquanto bovinas -3,87% e suínas -5,83%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Perspectiva do Crédito às Empresas apresentou queda em fevereiro de 2011


A crise financeira mundial foi motivada pela quebra do banco Lehman Brothers, nos Estados Unidos. O efeito gerado por esse princípio atingiu o mundo sorrateiramente, tal qual já fez objetos do espaço ainda na época dos dinossauros. O comparativo, de certo modo irônico, possui alguma similaridade. Durante bom tempo os países de todos os cantos do globo se envolveram numa grande massa negra de perspectivas negativas, ocasionado fechamento de empresas, aumento do desemprego e instabilidades econômicas.

Após vários meses desde que o problema financeiro começou, algumas nações já apresentam bons dados. Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) são um dos bons exemplos, com crescimentos trimestrais positivos. Aos brasileiros, porém, determinações do Banco Central (BC) devem diminuir índices e propensão de gastos mais elevados por parte de consumidores e empresários.

O Indicador de Perspectiva do Crédito às Empresas erguido pela Serasa Experian registrou queda de 0,4% em fevereiro sobre janeiro, ou seja, a quarta baixa mensal seguida, para 102,1 pontos. Economistas da entidade distinguem que esse dado aponta que as medidas de restrição do BC devem continuar a exercer pressão durante os próximos meses, sobretudo porque o crédito aos consumidores também vem sofrendo impactos.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Inadimplência do consumidor – Crescimento em março de 2011


O nível de inadimplência do consumidor neste início de ano é aceitável para o período, pois em dezembro houve crescimento expressivo nos números relacionados às compras de presentes, produtos natalinos e viagens de férias. O mês seguinte (janeiro) continuou a registrar gastos dos consumidores, tais como IPVA, IPTU e materiais escolares.

Mesmo com a injeção proferida pelo 13º salário, apenas uma parcela da população se dispôs a economizar. Levantamento realizado pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) revela que durante março 76% dos 896 consumidores com alguma pendência têm dois ou mais carnês com certo atraso, índice superior aos 73% do período igual de um ano antes e mais ainda em comparação ao mês análogo de 2009 (47%).

O estudo indica que o aumento da inadimplência, que inclui cheques, tem por causa mais evidente o desemprego, que por si respondeu por 56% das justificativas de atraso nas contas. O descontrole de gastos, situação enfrentada por muitos lares brasileiros, é o segundo motivador, com 41% do total.

O levantamento também assinalou que 41% das pessoas sondadas têm entre 21 e 30 anos e que 34% do total ganham de dois a três salários mínimos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



FGV – IGP-M, IPA e IPC – Março de 2011


Indexador utilizado por muitos setores como base de reajuste, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou variação de 0,62% no mês de março, contra taxa de 1,00% de fevereiro.

A FGV também aponta desaceleração no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), cujo qual passou da taxa de 1,20% no mês passado para 0,65% em março. O índice referente a Bens Finais contraiu variação de 0,77% no período, contra 0,17% de antes. O índice concernente à categoria Bens Intermediários desacelerou da alta de 0,76% de fevereiro para 0,57% no período seguinte.

Na fase inicial da produção, ressalta a FGV, o índice referente a Matérias-Primas Brutas caiu de 2,97% em fevereiro para 0,61% em março. Contribuíram para esse decréscimo a soja em grão, com taxa passando de -0,72% para -6,20%, o milho, que decresceu de 9,84% para 1,46%, e o minério de ferro, de 3,80% para -0,05%. Café em grão, bovinos e arroz em casca registraram movimento contrário.

O levantamento da Getúlio Vargas apontou variação de 0,62% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de março, quase estável se comparado à taxa de 0,67% de fevereiro. Dos sete grupos sondados pelo estudo quatro apresentaram baixas nos índices.

O grupo Educação, Leitura & Recreação abrangeu a maior diferença no comparativo mensal ao ceder de 1,63% para 0,18%. A categoria Despesas Diversas observou decréscimo de 1,57% para 0,49%, o grupo Transportes de 1,82% para 1,15% e a classe Habitação de 0,51% para 0,47%. No sentido contrário, Vestuário subiu de -0,55% para 0,78%, Alimentação de 0,24% para 0,69% e Saúde & Cuidados Pessoais de 0,33% para 0,62%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – PIB, Selic e IPCA – Novas perspectivas para 2011


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (28/03) aponta aumento da perspectiva de inflação examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tanto para este como para o próximo ano. A taxa de 5,88% da semana passada relacionada a 2011 subiu para 6,00%, ao mesmo tempo em que a projeção para 2012 subiu de 4,80% para 4,91%.

Interrompendo uma série de altas, então ilustradas por muitos especialistas nas últimas semanas, a previsão da Selic, a taxa básica de juros da economia, de 2011 caiu para 12,25% ao ano no novo levantamento, contra 12,50% de antes. Para 2012 e pela sexta semana consecutiva, o índice se mantém em 11,25% ao ano.

O impressionante crescimento de 7,5% da economia no ano passado não deve realmente ocorrer em 2011. Eis que pela quinta semana seguida o BC decresceu a perspectiva do Produto Interno Bruto (PIB), desta vez para 4,00%, 0,03% abaixo dos cálculos efetivados na semana passada. Ocorreu baixa de projeção também para 2012, em que taxa passou de 4,40% para 4,30%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



Serasa – Inadimplência das Empresas – Queda em fevereiro de 2011


Manter uma empresa em total funcionamento é uma tarefa que exige bom planejamento estrutural. Ter à disposição profissionais qualificados capazes de efetuar tarefas com rapidez e qualidade é o sonho de qualquer companhia de qualquer segmento. Ter o caixa em dia também é o grande desejo.

A Serasa Experian revelou nesta segunda-feira (28/03) por meio do Indicador de Inadimplência das Empresas que no mês passado a dívida das empresas arrefeceu pela segunda vez seguida no comparativo mensal, desta vez em 1,4% frente a janeiro deste ano.

Economistas da Serasa apontam a atividade econômica aquecida em parte dos setores, reflexos do ano passado, e a disponibilidade de crédito para investimentos e capital de giro como contribuintes para a baixa no índice de inadimplentes.

Se o confronto mensal é positivo, o comparativo do 1º bimestre de 2011 com o período igual de um ano antes não apresenta a mesma disposição. Neste confronto, a inadimplência apresenta alta de 2,7%. Justificativa: mais dias úteis no mês passado em função do Carnaval, “transferido” para março.

Analisado por portes, o Indicador ressalta que entre as micro e pequenas a queda foi de 1% na base comparativa mensal, bem abaixo do recuo registrado nas grandes empresas, de 6%, e mais ainda em relação às médias, que responderam com decréscimo de 6,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa



FGV – ICC apresentou queda em março de 2011


O panorama econômico brasileiro passa por situações de indefinição. Como medida para conter a inflação em 2011, no final do ano passado o Banco Central (BC) decidiu intervir ao adotar postura mais rígida na concessão de crédito a pessoas físicas e jurídicas. Há poucas semanas iniciou o ciclo de altas da Selic, a taxa básica de juros da economia. O consumidor, porém, continua disposto a gastar, algo que deve ocasionar novos apertos em breve.

Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam queda de 2% do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) entre o mês passado e março, para 120,1 pontos, ante 122,6 pontos de antes. Circunspeto por cinco quesitos da Sondagem de Expectativa do Consumidor, foi constatado altos e baixos no indicador.

A avaliação sobre o momento atual, por exemplo, apreciada por meio do Índice da Situação Atual (ISA), avançou 0,2% de fevereiro a março, para 145,0 pontos. O Índice de Expectativas (IE), por sua vez, recuou 3,8%, passando de 111,0 pontos para 106,8 pontos, portanto inferior à média histórica (107,8 pontos).

De todos os recursos envolvidos pelo ICC, o grau de otimismo quanto à evolução do ambiente econômico geral nos próximos seis meses apresentou baixa de 30,9% para 29,2%. Entre aqueles que preveem piora a taxa subiu para 21,3%, frente aos 17,0% de antes.

Se o cenário atual não se modificar e com os temores do BC, é possível a inserção de novas medidas para evitar alta da inflação. Nesta segunda-feira, quebrando uma série de altas, a previsão da Selic foi baixada para 12,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Endividamento do consumidor – Queda em março de 2011


O tema trabalho foi por vezes debatido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo atual ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi. No decorrer dos últimos oito anos, aproximadamente 15 milhões de oportunidades foram preenchidas em todo o país, dados recordes para o país. Somente em 2010 constatou-se geração de 2,5 milhões de vagas, número que pode se repetir e ainda aumentar em 2011.

Considerando-se apenas a cidade de São Paulo, levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) revela que em virtude do índice de 94% do nível de emprego dos paulistanos e outras questões, o número de endividados arrefeceu para 52,8% em março, contra taxa de 53,8% do mês passado.

Os responsáveis pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) apontam dois fatores para o recuo no nível de endividamento do consumidor paulistano: confiança elevada, mesmo com recentes reduções, e nível de ocupação.

Destilado por perfis, 31,2% dos paulistanos asseguraram estar comprometidos com dívidas durante mais de um ano, enquanto 21,9% do total afirmam assim estar, mas num período entre três e seis meses, e 23,3%, por outro lado, dívidas inferiores a um trimestre.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em janeiro de 2011


O bom resultado da economia brasileira em 2010 só foi deste modo devido a uma série de medidas adotadas em uníssono para o país conseguir suportar os principais efeitos da crise financeira global de 2008/2009. Setores como veículos automotores, linha branca e materiais de construção obtiveram índices expressivos de crescimento.

Como muitos consideram o crescimento da economia de 2010 em 7,5% insustentável para os padrões históricos do país, o Banco Central (BC) optou por adotar medidas restritivas de acesso ao crédito e iniciar um ciclo de aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic.

De acordo com a Serasa Experian, o Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em janeiro deste ano ante dezembro de 2010, para 100,3 pontos. Desta forma, ressalta a entidade, o índice corresponde ao sexto crescimento mensal seguido. Por ter capacidades de prever os movimentos cíclicos da atividade econômica com um semestre de antecedência, a taxa positiva indica expansão da economia nos próximos meses.

Devido a esse resultado, as medidas do BC brevemente ilustradas anteriormente não pareceram ter surtido o efeito desejado. Muitos fatores indicam novas medidas em breve, ou intensificação das já adotadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC (SP) – 3ª prévia de março de 2011


A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou na última sexta-feira (25/03) dados do último levantamento do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo com famílias de renda entre um e 20 salários mínimos. Na 3ª quadrissemana de março, a taxa do medidor subiu para 0,37%, 0,01% acima do índice registrado na 2ª prévia do mês.

De sete categorias analisadas pelo IPC, quatro registraram decréscimo nos preços, com destaque para Despesas Pessoais, cujo índice arrefeceu para 0,46% na 3ª quadrissemana do mês frente a 0,79% da prévia anterior. No grupo Transportes, revela a Fipe, a taxa passou de 1,07% para 0,94%, em Habitação de 0,42% para 0,34% e em Educação de 0,11% para 0,09%.

Em contrapartida, a alta mais elevada entre todas as categorias analisadas ocorreu em Vestuário, de 0,10% da 2ª prévia de março para 0,56% na 3ª quadrissemana. Em Alimentação o movimento foi igual, mas com diferença mais breve, de -0,41% para -0,13%. A taxa no grupo Saúde saltou de 0,55% para 0,67%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas – Fevereiro de 2011


Estar em dia com as contas é certeza de dormir tranquilamente ou ao menos sentir-se satisfeito e com a missão cumprida. Essa situação não ocorre apenas entre as pessoas físicas, visto que se pessoas jurídicas estão em dívida com alguma empresa ou serviço problemas podem surgir e se transformar numa verdadeira bola de neve.

Informações divulgadas pela Serasa Experian indicam que a pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas voltou a subir neste ano, em fevereiro, após ter ilustrado recuo no período imediatamente anterior.

Pelo estudo, a cada mil pagamentos realizados, 948 foram efetivados à vista ou com, no máximo, sete dias de retardamento (94,8%). No confronto com janeiro, o percentual positivo de alta chegou a 0,1%, uma vez que no período a taxa foi de 94,7%.

Economistas da Serasa ponderam que esse breve acréscimo deveu-se ao Carnaval ter acontecido no mês de março, possibilitando às micro e pequenas empresas acumularem melhores quantias em fevereiro (mais dias úteis).

A Serasa também registrou queda de 11,2% no valor médio dos pagamentos realizados em fevereiro, para pouco mais de R$ 1.416. No comparativo anual, o arrefecimento abraçou o índice de 1,8%. As medidas adotadas pelo Banco Central (BC) justificam esses resultados, pois as micro e pequenas empresas parecem atentas quanto às compras de valores e quantidades mais elevados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – IPCA-15 apresentou queda em março de 2011


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ganha fama popular, infelizmente, durante os Censos. Em todos os meses, de todos os anos, a instituição elucida ao país vários medidores econômicos, como é o caso do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que em março ilustrou variação de 0,60%, taxa abaixo da registrada no mês anterior, de 0,97%.

Responsável por explanar dados acumulados dos últimos três meses do IPCA-15, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) abraçou taxa de 2,35% entre janeiro e março de 2011, superior, portanto, à variação de 2,02% do período igual de um ano antes. Enfatizando os últimos 12 meses, 6,13% foram registrados, também acima do intervalo análogo imediatamente anterior, de 6,08%.

O IBGE aponta ter ocorrido diminuição no IPCA-15 deste mês em função da categoria Educação, uma vez que o efeito dos reajustes sazonais de janeiro se manifestou no mês seguinte. O grupo, pondera o instituto, contraiu acréscimo de 1,03% no primeiro período do ano, pulando para 5,88% em fevereiro.

O destaque no sentido oposto (baixa) ficou ao cargo da categoria Alimentação, cujo índice decaiu para 0,57% em fevereiro, contra 0,46% de antes. Houve quedas e altas nos preços individuais, tanto pelo tomate, com índice aumentando 16,57%, como pelas carnes, com taxa decrescendo 2,33%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abras – Vendas reais em supermercados – Fevereiro de 2011


As perspectivas de crescimento do setor supermercadista brasileiro para a Páscoa são as mais otimistas possíveis. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o avanço nas vendas deve chegar a 10,6%, índice parcialmente justificado em função das encomendas mais elevadas de produtos ligados à ocasião.

Enquanto o segmento se prepara, preocupa-se também em divulgar dados passados. Segundo o Índice Nacional de Vendas da Abras, as vendas reais do ramo saltaram 2,77% no mês passado em comparação a fevereiro de 2010, porém recuaram 7,1% no confronto com janeiro de 2011. No acumulado bimestral, a taxa registrada foi positiva: 3,24%.

De acordo com Sussumu Honda, presidente da associação, o arrefecimento de fevereiro contra janeiro era aguardado, pois esse período possui menos dias (28 ao todo, contra 31 do mês imediatamente anterior). Mesmo assim, outros fatores acabaram prejudicando as vendas, como é o caso da volta às aulas e o pagamento de impostos, como o IPVA.

Sussumu, porém, prevê bons índices a partir do próximo mês, que culminará, em sua óptica, no crescimento das vendas em 4% ao final de 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Atividade econômica avançou 0,6% em janeiro de 2011


O Banco Central (BC) previu no relatório Focus desta semana avanço de 4,03% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, índice que se confirmado – deve, efetivamente, apresentar alterações, podendo ser para cima ou para baixo – será quase metade do registrado no ano passado.

De acordo com a Serasa Experian, o Indicador de Atividade Econômica (ou PIB mensal) cresceu 0,6% em janeiro deste ano perante dezembro de 2010, já com descontos das influências sazonais. No comparativo com o mês análogo de um ano antes, o progresso do indicador chegou a 5,4%.

A Serasa também assinala crescimento de 7,3% nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, taxa sucintamente inferior em relação ao PIB de 2010 (7,5%).  O consumo dos lares brasileiros possibilitou o aumento do PIB mensal, uma vez que foi registrado progresso de 0,5%.

O segmento de serviços, de acordo com a Serasa, é um dos principais motivadores em favor da economia brasileira, tanto que em janeiro seu incremento foi de 0,3% em comparação ao mês imediatamente anterior, livre de influências sazonais. Em compensação, a agropecuária e a indústria incitam de maneira negativa o crescimento, com índices de -0,5% e -0,9%, respectivamente, nesse período.

Por Luiz Felipe T. Erdei



RF – Reajuste dos impostos sobre cerveja, água e refrigerante


A carga tributária brasileira é uma das mais elevadas do mundo. A população destina altos percentuais de seu salário apenas para o pagamento de impostos. Produtos estrangeiros são exemplo típico de taxas elevadíssimas, pois um iPad 1, no site Amazon.com, por exemplo, é ofertado por cerca de US$ 470 (aproximadamente R$ 780) numa das versões mais básicas, enquanto em e-commerces nacionais o mesmo equipamento pode ser adquirido por R$ 1.399,00.

Na terça-feira (22/03), Carlos Alberto Barreto, secretário da Receita Federal, apregoou o iniciou da correção dos tributos sobre água, cerveja e refrigerante, em outros termos bebidas frias. Adiantou ainda, que essas revisões terão por base o sistema de 2008.

Segundo Barreto, o sistema de elevação retornou após a crise financeira mundial do biênio 2008-2009, interrompido como maneira de o país conseguir superar o colapso com maior destreza. O secretário afiança que a Receita terminou os estudos em torno do assunto e que o reajuste depende de um decreto a ser assinado por Dilma Rousseff, presidente do Brasil, e Guido Mantega, ministro da Fazenda.

Os reajustes ocorrerão uma vez por ano daqui por diante.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Portal Brasil



FGV – IPC-S avançou na 3ª prévia de março de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,69% do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 22 de março, elevação de 0,05% em comparação ao levantamento anterior.

Das sete classes de despesas sondadas, cinco registraram avanços em seus índices, com destaque para Alimentação, que passou de 0,67% para 0,86%. Os itens que mais apresentaram crescimento nessa categoria foram hortaliças e legumes, com ascensão de 5,51% para 6,65%, e carnes bovinas, que saltaram de -2,80% para -2,33%.

O índice da categoria Vestuário pulou de 0,59% para 0,89%, mesma tendência observada em Educação, Leitura & Recreação, de 0,15% para 0,25%. A taxa no grupo Saúde & Cuidados Pessoais cresceu de 0,62% para 0,64% e de 1,17% para 1,18% se delimitado Transportes.

A FGV aponta decréscimo de 0,74% para 0,40% no grupo Despesas Pessoais, diferença menor em comparação à taxa registrada em Habitação, que arrefeceu para 0,47%, contra 0,52% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Faturamento das empresas em 2011 – Empresários estão otimistas


As perspectivas de crescimento da economia brasileira são mais modestas para 2011 em comparação aos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionados ao ano passado, os quais abrangeram alta de 7,5% do produto Interno Bruto (PIB). O mais recente relatório Focus, do Banco Central (BC), aponta índice de 4,03% para este ano – taxa que pode declinar ainda mais.

De acordo com a Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial, 60% dos empresários consultados pretendem rever seu faturamento no 2º trimestre deste ano, contra 40% dos que ambicionam mantê-lo dentro do planejado anteriormente. Os números do período anterior, porém, foram mais altos, uma vez que se registraram taxas de 66% e 34%, respectivamente.

A Serasa aponta, através das opiniões de pouco mais de mil empresários, que 88% deles estimam revisão para cima do faturamento no 2º trimestre, o restante, por outro lado, para baixo. Entre janeiro e março, os índices registrados foram de 85% e 15%, respectivamente, ou seja, o otimismo ainda está presente.

Por segmentos, a indústria é a que mais se mostrou positiva, com 90% dos empresários prognosticando revisão de faturamento para cima. Não tão distante e igualmente importante, no setor de serviços a taxa foi de 88% e o no comércio, de 87%.

Esses números ilustram situação positiva, não pelos dados em si, mas porque o BC deu início ao ciclo de altas da Selic, taxa básica de juros da economia, e os números responderam quase sem sentir a medida. Nas últimas semanas do ano passado a instituição já havia adotado outra regra de aperto, porém relacionada à restrição de crédito para pessoas físicas e jurídicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Impostômetro – Arrecadação atingiu o valor de R$ 300 bilhões – Março de 2011


O número de impostos pelo país e os dados consequentes das altas arrecadações cada vez mais assustam os consumidores brasileiros. Estimativas apontam que o trabalhador destina 40% de sua remuneração anual para o pagamento de tributos.

O Impostômetro, instalado no centro da cidade de São Paulo, nutrido pelo Instituto de Planejamento Tributário (IBPT) e pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), atingiu o patamar de R$ 300 bilhões arrecadados em impostos municipais, estaduais e federais na segunda-feira (21/03).

Um dado nada interessante é que essa quantia, registrada quase às 13h do dia 21, atingiu o mesmo patamar no ano passado apenas no dia 29 de março. Em comunicado enviado à imprensa, a ACSP ressalta que desde o início dos registros por meio do Impostômetro, em abril de 2005, só ocorreram altas.

Com a possibilidade da volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CMPF), sob o nome de Contribuição Social para a Saúde (CSS), a arrecadação deve dar outra guinada. O consumidor deve ficar preparado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Cheques Sem Fundos – Indicador subiu para 1,83% em fevereiro de 2011


Meio de pagamento em crescente desuso, os cheques ainda são uma das maneiras utilizadas por comerciantes e prestadores de serviço para assegurar o cumprimento da dívida assumida. A burocracia desse sistema, porém, tem aumentado a opção do consumidor por cartões de crédito e débito, além do próprio dinheiro em espécie.

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, o número de cheques devolvidos, no mês passado, chegou a 1,83% do total emitido, leve avanço em comparação ao índice de janeiro, de 1,70%. Economistas da entidade avaliam ser essa alta proveniente do maior endividamento do consumidor com outras contas de início de ano, tais como IPVA, IPTU e matrículas, uniformes e materiais escolares. Outra constatação refere-se às compras para o Natal, e gastos com as férias. Em meio a isso, a Serasa pondera o ciclo de alta dos juros, como forma de controlar as taxas inflacionárias, outro fator de relevante apreciação.

No acumulado anual, segundo a Serasa, a unidade federativa com o maior acúmulo de cheques sem fundos foi Roraima, com índice de 10,06%, diferentemente de São Paulo, onde a taxa registrada chegou a 1,37%.

Aos poucos, a população começará a enquadrar mais satisfatoriamente sua renda aos gastos, pois o término dos tributos e outras despesas de final de ano ofertarão grana “extra” ao planejamento familiar. Essa sobra deve ser entendida como nova oportunidade para ajeitar as contas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa



BC – Novos dados sobre o PIB de 2011 e 2012


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC), na sexta-feira (18/03), voltou a elevar a perspectiva de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No levantamento da semana passada, a taxa registrada foi de 5,82%, passando agora para 5,88%. Para 2012, o índice estimado se mantém, pela segunda semana seguida, em 4,80%.

O BC volta a prever piora no índice do Produto Interno Bruto (PIB) deste e do próximo ano. Para 2011, o Focus aponta arrefecimento de 4,10% para 4,03%, enquanto para 2012 estima baixa para 4,40%, contra taxa de 4,45% prognosticada na semana passada.

Pela sétima semana consecutiva, o BC mantém o índice de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011, situação semelhante em relação à perspectiva de 2012, pela quinta semana seguida em 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Valor da cesta básica em São Paulo – Queda em fevereiro de 2011


Essencial medidor do salário mínimo do brasileiro, a cesta básica compõe produtos que são essenciais para a boa vivência de todo ser. As diferenças sociais, porém, impedem que as pessoas tenham acesso a produtos semelhantes; em alguns lares há arroz, feijão e ovo; em outros, carne de primeira e outros alimentos de custo elevado.

Pesquisa edificada em parceria entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação de Proteção de Defesa do Consumidor (Procon-SP) abaliza que o valor da cesta básica caiu 2,38% em fevereiro sobre janeiro, para R$ 307,29.

Dos 31 produtos sondados na pesquisa, 18 apresentaram arrefecimento em seus preços, dez registraram avanço e outros três mantiveram seus valores. A categoria de destaque no recuo foi Alimentação, com baixa de 2,77% de janeiro a fevereiro, seguida por Limpeza, com decréscimo de 1,49%. A alta ficou a cargo da classe Higiene Pessoal, com índice positivo de 0,55%.

No acumulado do ano, o valor da cesta básica na capital paulista arrefeceu 3,70% e nos últimos meses, adquiriu alta de 7,21%.

Os produtos que apresentaram maior elevação de preço foram ovos (8,16%), absorvente (2,93%), creme dental (2,48%), óleo (1,89%) e farinha de mandioca (1,81%). No oposto, as maiores baixas ficaram a cargo da carne de primeira (9,39%), do alho (7,65%), do feijão (5,24%), do arroz (4,32%) e da linguiça (2,91%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon-SP



FGV – INCC apresentou queda na 2ª prévia de março de 2011


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam desaceleração do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no segundo decêndio de março (dados de 21 de fevereiro até o último dia 10) para 0,59%, contra taxa de 0,88% do período igual de fevereiro.

Um dos índices que contribui na composição do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC) registrou variação de 0,37% no segundo decêndio deste mês, podendo esta ser considerada uma desaceleração em comparação à taxa anterior, de 0,42%.

Materiais, Equipamentos e Serviços descreveram variação de 0,56% entre os dois decêndios, ante índice precedente de 0,67%. Custo de Mão de Obra, por outro lado, manteve sua taxa anterior, de 0,17%.

O setor da construção civil passou a ser uma das boas fontes de investimento para as pessoas que querem simplesmente ter moradia própria como a outras que almejam lucrar ao comprar e vender, poucos meses depois, um imóvel. Estar atento a esse índice é de vital importância, pois é com ele que construtoras reajustam valores de financiamentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Serasa – Demanda das Empresas por Crédito apresentou alta em fevereiro de 2011


Vários índices são divulgados semanalmente por institutos de diferentes propostas. Boa fatia dos dados correlacionados ao mês de fevereiro está positiva, pois com o Carnaval determinado a março o número de dias úteis do mês passado aumentou – diferentemente da disposição de 2010.

Um dos institutos responsáveis por posicionar cidadãos e empresas sobre temáticas cruciais é a Serasa Experian, que revelou que houve aumento de 5,3% no Indicador da Demanda das Empresas por Crédito no mês passado em comparação a janeiro. No confronto anual outra alta, de 10,2%.

Os economistas da Serasa acreditam que em março, porém, o indicador deverá registrar decréscimo em sua taxa devido ao menor número de dias úteis do período e aos efeitos gerados pelo novo ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia.

Analisado por portes, o medidor apontou incremento de 5,5% na procura por crédito proveniente das micro e pequenas empresas em fevereiro ante janeiro, índice acima do constatado entre as médias empresas, de 0,5%, bem como entre as grandes companhias, de -0,2%.

No comparativo anual, os índices registrados sobre as micro e pequenas, médias e grandes empresas foram de 11%, -1,4% e -1,2%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Fipe – IPC Paulista – Queda na 2ª prévia de março de 2011


A nova prévia deste mês do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), registrou índice de 0,36%, diferença de 0,08% em comparação ao 0,44% abalizado na primeira quadrissemana de março.

Dos sete componentes sondados pela Fipe, apenas um apresentou aceleração na taxa: Transportes, que passou de 0,89% da quadrissemana anterior para 1,07% no levantamento mais recente.

O grupo de maior destaque no recuo foi Despesas Pessoais, ao registrar desaceleração da alta de 1,12% da 1ª leitura do mês para 0,79% na 2ª quadrissemana. A categoria Habitação decresceu de 0,58% para 0,42% na mesma base de comparação, seguida por Saúde, que arrefeceu de 0,69% para 0,55%.

A taxa registrada no grupo Educação chegou a 0,19% na 2ª prévia de março, ante 0,11% de antes, enquanto Vestuário baixou de 0,16% para 0,10% e Alimentação de -0,39% para -0,41%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe



Consultas de cheques e vendas a prazo – Queda na 1ª quinzena de março de 2011


O Carnaval deste ano ocorreu num momento propício em termos econômicos. Com o aquecimento da economia do país no ano passado, alguns dos bons índices se estenderam a 2011, próximo ao limiar entre as previsões de baixa do consumo da população e diminuição do ímpeto na procura por crédito.

Mesmo com os impostos e despesas de início de ano, tais como IPVA e gastos com materiais escolares, os dados em relação ao feriado prolongado, de Carnaval, devem ser consideravelmente positivos, sobretudo no segmento turístico.

Dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) indicam, entretanto, que as vendas realizadas a prazo na primeira quinzena de março no comércio da cidade de São Paulo baixaram 5,2% em relação ao período igual de um ano antes. Outro ponto passível de consideração foi o de menor índice (-9,8%) de consultas de cheques no Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), na mesma base comparativa anual.

A associação aprecia que essa baixa refletiu o menor número de dias úteis em março de 2011 contra o mês igual de 2010, pois o Carnaval de um ano atrás foi comemorado em fevereiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Serasa – Inadimplência do consumidor – Crescimento em janeiro de 2011


O poderio econômico do consumidor aumentou no decorrer de 2010, último ano de gestão do segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As oportunidades de emprego também cresceram, assim como também avançou o consumo. O resultado final, que agregou outros fatores, foi expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 7,5% no período, índice insustentável para 2011 em diante, segundo alguns especialistas.

Os primeiros efeitos gerados pelas novas medidas adotadas pelo governo já podem ser sentidos, tanto que o Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Inadimplência do Consumidor registrou crescimento de 2,1% em janeiro sobre dezembro de 2010, a sexta alta seguida, para 95,4 pontos.

De acordo com a Serasa, essa nova elevação ilustra que a inadimplência deve sofrer modificação, ainda neste semestre, em relação à tendência emplacada pelo indicador em 2009, período em que a inadimplência começou a registrar baixas em seus índices. Esse ano, por sinal e para efeito recordativo, marcou a “saída” do Brasil da crise financeira global.

Economistas da Serasa distinguem que as medidas de aperto do crédito adotadas pelo Banco Central (BC), bem como o atual ciclo de aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia, devem causar maiores dificuldades no orçamento mensal dos lares brasileiros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Inadimplência das Empresas – Crescimento em janeiro de 2011


O bom 2010 para a economia brasileira levou quase todos os consumidores e empresários a encararem com mais otimismo suas condições financeiras. A população passou a adquirir bens de valores mais elevados, como serviços diversos, enquanto empreendedores, inclusive do exterior, aumentaram suas margens de investimentos.

Após os números registrados em praticamente todos os meses do ano passado, por quase todos os setores, alguns índices começam a apresentar queda. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Inadimplência das Empresas, houve avanço de 0,3% no número de empresas inadimplentes em janeiro deste ano em comparação a dezembro de 2010, para 86,1 pontos no período.

A Serasa indica ser esse o primeiro avanço mensal do indicador depois de 20 meses seguidos de baixas. As perspectivas mais amenas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) convergem com o panorama desenvolvido pelo medidor, uma vez que ele tem por característica antever os abalos periódicos da inadimplência em cerca de seis meses.

Em suma, a probabilidade de aumento da inadimplência das empresas é quase certa, mas em índices ligeiros. As medidas de aperto do crédito adotadas pelo Banco Central (BC) refletem sobre o índice divulgado, situação já prevista desde que a iniciativa fora abordada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



IPC-S – Variação de 0,64% na 2ª prévia de março de 2011


Dados sondados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam variação de 0,64% do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de 15 de março, taxa superior à constatada no levantamento anterior, de 0,59%. A entidade revela que das sete categorias de despesas sondadas, quatro registraram aumento em seus índices, com destaque para Alimentação, que passou de 0,54% para 0,67%.

O item de maior destaque na classe anteriormente citada foi frutas, com acréscimo para 2,46%, contra 1,46% de antes, seguido por carnes bovinas, que após um período de baixas avançou de -3,10% para -2,80%. Hortaliças e legumes completam a lista, uma vez que a despesa subiu de 5,38% para 5,51%.

O grupo Vestuário arcou com alta de -0,16% para 0,59%, mesma tendência observada na categoria Transportes, que saltou de 1,08% para 1,17%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,54% para 0,62%.

As demais categorias examinadas pela FGV, diferentemente, registraram arrefecimento em suas taxas. São elas Despesas Diversas, de 1,08% para 0,75%, Educação, Leitura & Recreação, de 0,26% para 0,15%, e por fim Habitação, de 0,59% para 0,52%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – INCC apresentou queda em março de 2011


A manutenção da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o segmento de materiais de construção, até 31 de dezembro, foi obtida graças à potencialidade do ramo e o fato de os índices serem importantes para o almejado crescimento do Brasil, entre os quais está a infraestrutura.

Especialistas da área acreditam que 2011 será um ano igualmente bom e importante para o ramo se citado 2010. Grande número de empreendimentos deverá ser entregue nos próximos meses, na medida em que lançamentos e pré-lançamentos são anunciados semanalmente por todo o país, seja por meio do “Minha Casa, Minha Vida”, seja sem qualquer benefício dessa categoria.

Refletindo diretamente as ações pelo setor, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou variação de 0,33% neste mês, taxa abaixo da constatada em fevereiro, de 0,42%. Dos três grupos sondados no levantamento, dois historiaram baixa em seus índices, com destaque para Serviços e Mão de Obra, que arrefeceram de 1,50% para 0,53% e de 0,12% para 0,11%, respectivamente.

A taxa relacionada à categoria Materiais e Equipamentos, porém, acelerou para 0,55% em março, contra índice de 0,50% do mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



FGV – IGP-10, IPA e IPC apresentaram queda em março de 2011


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou em sua página virtual dados sobre o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), que no período do dia 11 de fevereiro a 10 de março registrou variação de 0,84%, discretamente inferior à taxa constatada no mês passado, de 1,03%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) cerceou índice de 0,99% neste mês, contra variação de 1,16% de antes. Entre fevereiro e março, Bens Finais minutou alta de -0,19% para 0,94%, com destaque para a subcategoria alimentos processados, que saltou de -1,72% para 0,48%. A FGV assinala que Bens Intermediários computou taxa de 0,67% no período (março), diferença de 0,20% em relação ao índice antecedente (0,87%).

A taxa relacionada a Matérias-Primas Brutas desacelerou de 3,10% em fevereiro para 1,48% no novo levantamento. As maiores contribuições para a baixa provieram do minério de ferro, da soja e do milho em grão.

A fundação também ilustra baixa no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de fevereiro a março. No primeiro período, a taxa registrada foi de 0,92% e no segundo, de 0,59%. Das sete categorias analisadas, três delinearam arrefecimento em seus índices, com ênfase para a Educação, Leitura & Recreação, de 2,69% para 0,20%. Transportes e Despesas Diversas decaíram de 2,45% para 1,10% e de 1,43% para 0,98%, respectivamente.

Os demais grupos – Vestuário, Saúde & Cuidados Pessoais, Habitação e Alimentação – descreveram sentido inverso, com destaque para o primeiro acima citado, que avançou de -0,30% para 0,28%. Nos demais, a aceleração registrada foi de 0,38% para 0,54%, de 044% para 0,53% e de 0,54% para 0,57%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV



Páscoa – Empresas preveem alta nas vendas de chocolates em 2011


Mal terminado o Carnaval e as grandes redes varejistas já miram um dos feriados mais interessantes no sentido comercial: Páscoa. Bombons, ovos, colombas e outros quitutes reforçam a alegria de crianças e adultos, nesta que é considerada a data mais doce de todo o ano.
Em 2011, a exemplo do próprio Carnaval, a Páscoa será realizada mais tarde, especificamente no dia 24 do próximo mês. Pequenos e grandes mercados começaram a expor em suas gôndolas várias marcas de doces relacionados à ocasião e em breve, pescados como o bacalhau.
Laury Roman, diretor comercial da rede de doçarias Ofner, acredita que as vendas, neste ano, serão maiores em 15% em comparação a 2010. Em sua concepção, pela comemoração mais tardia da data, a tendência é de que o consumo seja mais elevado em função da quitação dos impostos de início de ano até março.
Para Márcia Bergamini, gerente de expansão da rede Munik Chocolates, a alta de comercialização da empresa deve chegar a 25% em 2011 perante o ano passado. Em sua ideia, cada consumidor gastará, em média, R$ 120.
As pessoas que já quitaram, definitivamente, suas dívidas, podem aproveitar a ocasião tranquilamente, mas sem se esquecer dos bens e serviços contraídos durante e antes do Carnaval. O comércio fará a sua parte em incitar compras. O consumidor precisa estar atento, pois em maio será comemorado o dia das mães.
Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – Relatório Focus mostra elevação da expectativa de inflação pelo IPCA em 2011


O mais recente relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) volta a elevar a expectativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O novo prognóstico indica taxa de 5,82%, discretamente superior ao índice de uma semana atrás, de 5,78%. Para o próximo ano o boletim indica 4,80%.

Juntamente a esse prognóstico, houve piora na perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2011 e 2012. Ao primeiro período o BC decresceu o índice de 4,29% da semana passada para 4,10%; ao segundo período, baixa para 4,45%, contra 4,50% de antes.

Pela sexta semana seguida, o BC decidiu manter a estimativa da taxa básica de juros da economia, a Selic, em 12,50% ao ano para 2011, mesma tendência seguida pela quarta semana consecutiva a 2012, porém com taxa de 11,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

 



Inadimplência do consumidor – Queda em fevereiro de 2011


As perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 são bem mais brandas se comparados os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes a 2010. Mesmo assim, endossam economistas, o progresso da economia deve ser acima de 4% – até certo ponto satisfatório para as pretensões do país, entre as quais ser uma das cinco maiores potências em poucos anos.

O consumidor brasileiro, inicialmente, continua confiante neste princípio de ano. A inadimplência, em especial, recuou 4,99% no mês passado em comparação a janeiro. De acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a diminuição do indicador se deve à baixa no número de desempregados pelos estados e o baixo movimento das vendas. Vale salientar que fevereiro tem menos dias úteis.

A CNDL assinala que no confronto anual de fevereiro, a quantidade de registros no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) cresceu 10,23%. Assim como em outros estudos, a fraca base comparativa recaiu sobre os números do mês passado, pois nos primeiros meses de 2010 a crise financeira mundial ainda apresentava alguns resquícios.

Nos próximos meses, as comparações anuais devem jogar os índices para baixo, pois no final do primeiro trimestre de 2010 o Brasil começou a experimentar bons números, sobretudo quando citado o PIB.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1



Demanda do Consumidor por Crédito – Queda em fevereiro de 2011


As medidas de contenção de crédito levadas adiante pelo Banco Central (BC) começaram a apresentar os primeiros e almejados sinais positivos para o controle da inflação. O Índice de Expectativas das Famílias (IEF) medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), por exemplo, recuou quase 2% entre janeiro e fevereiro deste ano, para 65,3% ao final do segundo período.

Com este, outros indicadores representam qual será o ambiente econômico brasileiro daqui em diante: crescimento, mas em níveis mais amenos.

Segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, o número de pessoas que buscou crédito arrefeceu 1,2% entre janeiro e fevereiro deste ano, ou seja, a segunda baixa mensal seguida, pois no primeiro mês do ano a taxa cedeu 6,7% em relação ao período imediatamente anterior.

Embora o índice seja negativo, no confronto anual (fevereiro de 2010) houve melhora na taxa em 19,9%. A Serasa indica que o resultado foi motivado pelo Carnaval, que em 2011 passou para março – em 2010 caiu em fevereiro, ou seja, menos dias úteis. De acordo com a Serasa, levando-se em consideração o primeiro bimestre de 2011 o Indicador da Demanda acumula progresso de 16,3% em detrimento aos dois primeiros meses do ano passado.

Como já mensurado no início deste artigo, as medidas levadas adiante pelo BC incidiram diretamente no resultado. No decorrer do ano os índices devem ser estabilizados, mas se considerada a forte base comparativa de 2010, poderão ser negativos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian