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IBGE divulga dados sobre concentração de renda no Brasil


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – dados sobre a produção econômica do Brasil.

De acordo com o instituto um quarto desta produção está concentrada em seis municípios do país que representam apenas 0,10% do total de cidades brasileiras.

Além disso, 24,9% do PIB do ano de 2010 foi gerado pelas cidades de Curitiba, manaus, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

As principais atividades destas cidades são em setores de serviços como comércio, bancos, administração pública e financeiras.

Outros dados relevantes deste estudo foram a concentração de 50% da produção econômica brasileira em 54 cidades e o fato de que 1.325 municípios produzem apenas 1% do PIB do país.

Apesar destes dados, o IBGE registrou uma redução na concentração de renda no país de 4,3% nos últimos 10 anos bem como o fato de que os maiores valores de PIB per capita foram identificados em pequenas cidades do Brasil com estabelecimentos industriais como Confins, Porto Real, São Francisco do Conde e Louveira em uma média de 200.000 reais por habitante.

Fonte: Agência EFE

Por Ana Camila Neves Morais



Serasa – Vários setores da economia apresentaram melhora em 2010


O leitor de economia já deve estar acostumado com notícias envolvendo o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2010. Alguns pontos valem ser destacados durante o ano, tais como aumento do poder de consumo dos lares, crescimento das oportunidades de emprego e incremento da massa salarial. Participaram desse cenário medidas de incentivo fiscais e o acesso ao crédito mais facilitado.

A Serasa Experian pondera por meio do Estudo de Avaliação Setorial que ao final do 4º trimestre do período sobre os três meses análogos de 2009, 75 setores entre primário, indústria, serviços e comércio melhoraram seus números, enquanto outros 23 assinalaram estabilidade.

O setor primário, concebido por 13 ramos, nutriu melhoria em nove deles (aves, suínos, café, algodão, soja, laranja, milho, agropecuária e cacau). A indústria, por sua vez, apresentou melhora em 44 dos 54 segmentos abrangidos pelo levantamento, como é o caso do ramo de automóveis, da indústria de vestuário e têxteis, bem como de limpeza e higiene.

O segmento de serviços registrou melhoria em 18 de seus 25 setores de atuação. Um dos destaques foi o turismo, que se favoreceu da confiança do consumidor e de promoções de passagens. Outro ramo interessante foi o de cartões, sobretudo quando relacionadas as classes D e E, que passaram a ter acesso a bancos.

O breve apanhado deste artigo reforça e destaca que 2010 entrou, definitivamente, para a história do país. Apenas o tempo dirá, com precisão, motivo por motivo. Há partidários que aludem o crescimento à figura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Demanda Doméstica eleva o PIB de 2010 para 7,5%


Os bons números da economia brasileira no ano passado foram cruciais para a constatação de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 7,5% no período, conforme anúncio divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira, 3 de março. O índice, deste modo, converge com as expectativas de meses enunciadas pelo Banco Central (BC) e por economistas.

Comunicado divulgado pelo BC salienta que a expansão do PIB ratifica que a economia do país iniciou novo ciclo de crescimento após a célere recuperação dos efeitos gerados pela crise econômica mundial do biênio 2008 e 2009. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em dadas oportunidades, relacionava que o colapso seria apenas uma “marolinha”. Mesmo em tom de deboche, sua fala pode ser levada mais a sério.

O BC avalia que a demanda doméstica continua sendo a grande base de apoio da economia, pois o consumo dos lares brasileiros obteve alta de 7%, o sétimo ano consecutivo dessa recorrência. A partir dessa constatação, o aumento do número de empregos ofertados e preenchidos, o crescimento da renda e o acesso ao crédito são, efetivamente, os fatores que estimularam a expansão desse componente.

Como se comportará o país em 2011 diante dos números anunciados? Certamente, a forte base de comparação do ano passado levará alguns índices para baixo, mas nada que desestimule consumidores e empresários. Mesmo com o novo anúncio de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 11,75%, é hora de manter tranquilidade e confiança, mesmo que para isso o consumo precise ser reduzido.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central



IBPT – Carga tributária brasileira representou 35,04% do PIB em 2010


O Brasil é tido como o país com uma das mais altas cargas tributárias em todo o mundo. Os consumidores, que buscam formas de realizar sonhos, esbarram nos preços elevados de produtos e serviços que, em outras localidades pelo globo, custam menos.

Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) revela que a carga tributária brasileira cresceu consideravelmente no ano passado e representou pouco mais de 35% do Produto Interno Bruto (PIB), elevação nominal de R$ 195,05 bilhões em comparação a 2009.

Além dessa constatação, o IBPT assinala que a carga tributária brasileira avançou cinco pontos percentuais na última década, também em relação ao PIB, de 30,03% em 2000 para 35,04% no ano passado.

João Eloi Olenike, presidente do instituto, avalia que o aumento foi tão expressivo que durante a última década (10 anos anteriores) os governos extraíram da sociedade R$ 1,85 trilhão a mais em comparação à riqueza por aqui gerada. Em sua visão, a problemática é a aplicação inadequada dos recursos quando, na verdade, serviços públicos deveriam apresentar maior qualidade voltada à população.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa



Indicador de Perspectiva Econômica – Alta em dezembro de 2010


Conforme citado várias vezes neste meio de comunicação, a economia brasileira atravessou bom período de expansão em 2010. Porém, os números do primeiro trimestre desse ano – um dos mais positivos em toda a história do país – não se repetiram, embora nos demais nove meses o nível de atividade econômica tenha sido bom.

A Serasa Experian assinala que o Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em dezembro do ano passado em comparação ao mês imediatamente anterior, para 100,9. Este crescimento, por sinal, foi o sétimo seguido e por estar acima de 100 pontos indica que a economia do país deve continuar progredindo durante o primeiro semestre de 2011.

Por ter a sagacidade de prever os movimentos cíclicos da atividade econômica com um semestre de antecedência, o Indicador de Perspectiva Econômica assinala que a adoção de medidas pelo Banco Central (BC), recentemente, parecer não ter surtido como se esperava e que nos próximos meses outras poderão ser abarcadas, entre as quais a Selic, taxa básica de juros da economia.

Especialistas indicam ao país que é necessária desaceleração econômica. Desde o ano passado, inclusive, economistas defendem a ideia de o Brasil frear o consumo para evitar, assim, aumento dos níveis de inflação. Caberá ao governo e ao BC emplacarem as medidas corretas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



Serasa – Inadimplência das empresas apresentou queda em dezembro de 2010


A expressão "inadimplência" é algo que tanto pessoas físicas como jurídicas querem distância. O desejo, nem sempre real, acarreta em várias medidas, tanto para o sentido ruim como para o bom. Pessoas e empresas que refazem cálculos para melhorar suas contas, com o tempo, podem conquistar sucesso.

Dados expressos pela Serasa Experian por meio do Indicador de Perspectiva de Inadimplência das empresas assinalam baixa em 0,8% no número de inadimplentes em dezembro do ano passado ante o mês imediatamente anterior. Com esse resultado, o patamar obtido chegou a 83,6 pontos.

A Serasa distingue ser esse o 20º recuo mensal seguido do indicador, porém o mais baixo registrado desde maio de 2009. Por isso mesmo, a entidade examina que o processo de diminuição paulatina da inadimplência entre as empresas apresenta certa extenuação.

Os economistas da Serasa preveem que as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) devem aumentar e pressionar o ciclo de aperto monetário no decorrer deste ano, incidindo diretamente nas despesas financeiras das empresas. Com isso, a inadimplência poderá ostentar números mais neutros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian



CNI – Atividade Industrial brasileira apresentou alta em 2010


Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ressalta os bons números da atividade industrial no país em 2010. Embora tenha ocorrido desaceleração em dezembro, foi logo no primeiro trimestre e poucos meses subsequentes do ano passado que resultaram no comportamento positivo desempenhado pelo segmento.

A CNI assinala que o faturamento do setor avançou 9,9% em 2010 em comparação a 2009, mesma característica registrada nas horas trabalhadas, que saltaram 7,1%, assim como o emprego, com alta de 5,4%, e a massa salarial, com índice de 5,9%.

De acordo com Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da confederação, outro fator que estimulou os indicadores decorreu da fraca base comparativa em 2009, visto que no período os principais efeitos da crise econômica mundial ainda se fizeram presentes.

Nos comparativos mensais, por outro lado, os dados não são positivos como os registrados na base anual. O faturamento real, por exemplo, desacelerou 0,6% em dezembro sobre novembro, assim como o emprego, que arrefeceu pela primeira vez em um ano e meio, com baixa de 0,5% nesse mesmo confronto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



IBGE – Agroindústria apresentou crescimento em 2010


Um dos principais setores presentes no Brasil, a agroindústria alcançou bons números no ano passado. Segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o avanço do segmento foi de 4,7% no período, contra baixa de 4,8% registrada em 2009. A elevação, por sinal, é a mais robusta desde 2007, quando houve expansão de 5%.

Com crescimento de 14,6%, o grupo inseticidas, herbicidas e outros defensivos agrícolas foi um dos grandes destaques, inferior, porém, ao ramo de madeira, que obteve salto de 25,2% em seus números. Os produtos industriais, por sua vez, contabilizaram acréscimo de 12,5%, amplamente ajudados pela fabricação de equipamentos e máquinas agrícolas em maior escala.

Uma das grandes e mais recentes preocupações está relacionada às exportações, algo que para o setor foi até positivo no ano passado em comparação a 2009, graças aos dados relacionados a grãos de soja, carnes bovinas e couros e peles.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom



Produção Industrial apresentou crescimento em 14 Estados brasileiros em 2010


O setor industrial brasileiro, incomodado com o aumento das importações, procura fazer o possível para negociar com o governo medidas de estímulo para frear essa tendência e aumentar as exportações. Em termos produtivos, porém, houve crescimento nos 14 locais sondados em 2010.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalam que a produção em cinco unidades federativas ultrapassou a média nacional, de 10,5%. Espírito Santo é o caso mais evidente, pois avançou 22,3% em confronto a 2009, acompanhado por Goiás, com incremento de 17,1%, Amazonas, de 16,3%, Minas Gerais, de 15%, e Paraná, cujo índice chegou a 14,2%. Embora abaixo da média nacional, Pernambuco e São Paulo apresentaram bons índices, de 10,2% e 10,1%, respectivamente.

Em dezembro do ano passado, por outro lado, 11 dos 14 locais pesquisados abrangeram quedas em comparação a novembro, com destaque para Rio de Janeiro, com recuo de 5,7% na produção industrial, seguido por Paraná, onde a baixa foi de 5%, depois Bahia, com arrefecimento de 3,9%, Goiás, com decréscimo de 3,8% e, por fim, Rio Grande do Sul, de -3%.

Diferentemente da tendência descrita no parágrafo anterior, o confronto anual de dezembro foi positivo para dez dos 14 locais examinados, com Pará no índice mais positivo, de 13,5%, além de Goiás, com alta de 10,3%.

Segundo o IBGE, eletrodomésticos da linha marrom (TVs, aparelhos de som e eletrônicos), automóveis e as commodities, a última relacionada diretamente à exportação, marcaram o crescimento industrial brasileiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE



Indústrias brasileiras e chinesas – Competitividade em 2010


A invasão de produtos chineses no Brasil não é um fato de ontem, da semana passada ou do mês passado, mas de anos de investidas do país asiático em solo tupiniquim. Os produtos por aqui ofertados vão desde um simples carrinho de fricção, encontrado em barracas de vendedores ambulantes, até os recém-chegados veículos automotores, com as fabricantes Chery e Lifan em maior evidência.

O país tem perdido competitividade perante os asiáticos, situação traduzida em números, então divulgados na quinta-feira (3 de fevereiro) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a Sondagem Especial China, 45% das companhias industriais brasileiras que concorrem com empresas chinesas perderam  representação no mercado doméstico no ano passado.

A problemática ocorreu de maneira mais acentuada em quatro segmentos: têxtil, couro, calçados e produtos de metal. O recuo da participação, neste caso, abrangeu mais da metade dessas indústrias. No ramo de couro, o índice exato de perdas chegou a 31%.

A sondagem revela que as pequenas empresas foram as que mais sofreram no ano passado com a perda de competitividade. De acordo com Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, a valorização do real foi o principal ator desse entrave. Além desse fato, predomina a mão de obra chinesa mais barata, os juros menores e a produção mais acentuada por lá em relação à brasileira.

Não à toa, diversos setores, sempre que possível, cobram do governo soluções para melhorar a competitividade. Em breve, um dos prejudicados poderá ser o segmento de veículos automotores, que observa de camarote o ingresso de carros chineses com vários itens de série a mais.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Indústria do Rio de Janeiro – Vendas em 2010


Cada unidade federativa brasileira apresenta comportamentos diferenciados entre si nos quesitos econômico, industrial e sociocultural. Essas características tornam o Brasil “algo” único no mundo, tanto que em várias regiões as origens, sobretudo estrangeira, marcam vasta presença.

Segmentando-se a ideia ao setor industrial e, mais além, ao Rio de Janeiro, constata-se que as vendas reais da indústria carioca encerraram 2010 com avanço de 11,36% em comparação a 2009, deste modo o melhor resultado registrado desde o início da série histórica, em 2003.

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, o segmento gerou no decorrer de 2010 cerca de 36 mil novas vagas de trabalho, incremento de 7,4% sobre 2009. Próximo a esse índice configurou-se a massa salarial, que apresentou progresso de 6,94%. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) saltou para 83,14% no ano, contra 80,25% de antes.

Na visão de Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o ano passado foi distinto devido à recuperação do país ante a crise financeira mundial, bem como pelo poder de compra mais elevado da população e os maiores investimentos observados.

Com este e outros resultados divulgados nas últimas semanas por ‘N’ institutos e especialistas, 2010 não será um ano esquecido, que marcou também a transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para o de Dilma Rousseff, a primeira presidente mulher do país. Muito, aliás, se espera da nova gestão, sobretudo o setor industrial, que vem sofrendo alguns prejuízos pela diminuição da competitividade ante outros países.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: CNI



Empréstimos pelo BNDES ultrapassam R$ 168 bi em 2010


Diante da crise financeira mundial, cada país tentou, à sua maneira, buscar soluções para minimizar os prejuízos. O Brasil, por exemplo, adotou uma série de medidas de estímulo, entre elas isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos setores de veículos automotores e linha branca, entre outros.

O segmento produtivo do país conseguiu, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), empréstimo de R$ 168,4 bilhões no ano passado, montante superior em 24% ao conquistado em 2009. Comércio e serviços, infraestrutura, agropecuária e indústria foram os ramos beneficiados.

O resultado foi alcançado devido ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI), lançado em junho de 2009 como medida para conter o colapso financeiro global – no final de março deve ser extinto. Com ele, o Brasil obteve retomada de investimentos, inclusive com extensão a bens de capital.

O setor de máquinas e equipamentos conseguiu levantar R$ 52,7 bilhões no ano passado por meio da linha de crédito Finame. O Procaminhoneiro foi outro programa com bons recursos angariados, mais precisamente R$ 6,6 bilhões, então destinados à renovação de frotas.

No total, aproximadamente 610 mil operações de crédito foram realizadas em 2010, alta de 56% frente a 2009. De todo o volume, 93% foram voltados às micro, pequenas e médias empresas, bem como a pessoas físicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom



Renda do trabalhador na indústria cresce em 2010


Dados enunciados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) atestam que o ritmo da atividade industrial do país se mostrou mais denso em novembro do ano passado perante os meses anteriores.

Nas seis variáveis de produção examinadas houve crescimento. São elas a Utilização da Capacidade Instalada (UCI), a massa salarial real, o rendimento médio real, as horas trabalhadas, o faturamento real e o emprego. Segundo o estudo ‘Indicadores Industriais’, a alta constatada foi de 1,9% no mês em comparação a outubro. No confronto com novembro de 2009, contudo, o incremento do faturamento foi mais expressivo, de 10,6%.

Para Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da confederação, o crescimento constatado em todos os índices não pressiona a UCI (que avançou 1,6% entre outubro e novembro). Apesar do incremento nesse indicador, ele mantém-se 0,7% abaixo do constatado em setembro de 2008, período postulado como pré-crise financeira global.

A pesquisa assoalhada pela CNI revela expansão de 0,4% do emprego em novembro de 2010 perante o mês imediatamente anterior, extrapolando, deste modo, o nível pré-colapso financeiro. Em comparação a novembro, por outro lado, ocorreu alta de 5,9%.

Ainda segundo a CNI, a renda real do trabalhador do setor cresceu 4,1% na mesma base comparativa mensal e 0,6% no confronto anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Receita Federal – Arrecadação de Impostos em 2010


A soma de tudo o que foi arrecadado, no âmbito das receitas federais, atingiu a marca recorde de R$ 805,7 milhões entre janeiro e dezembro de 2010, o que representa um acréscimo de 15,38% em relação a tudo o que foi recolhido em 2009 (R$ 698.289). Somente em dezembro último, o valor arrecadado foi de 90.882 milhões de reais, ou seja, 23,03% a mais do que o valor nominal do ano anterior (2009).

Conforme análise da própria Receita Federal do Brasil, divulgada em seu portal, o resultado obtido, em parte, é decorrência imediata da “recuperação dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos”.

Esses indicadores (que são a produção industrial, a venda de bens e serviços e a massa salarial) foram os principais responsáveis, respectivamente, pela arrecadação de impostos como o IPI e Cofins, além da contribuição Previdenciária.

Por Alberto Vicente



Apas – Índice de Preços dos Supermercados – Queda em Dezembro de 2010


Estudo semeado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) apontou, no dia 17 de janeiro, que o Índice de Preços dos Supermercados (IPS-Apas) desacelerou para 0,77% no mês passado, contra 1,06% do apurado em novembro.

No acumulado anual, de acordo com a Apas, o IPS contraiu variação de 8,77%, bem abaixo do índice de 14,16% constatado nos preços no atacado examinados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), sob a responsabilidade dos estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por outro lado, o medidor portou-se acima dos 6,4% calculados pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Mesmo com a desaceleração entre dezembro e novembro, revela a Apas, os custos do grupo Alimentação minutaram avanço de 0,98%, com ênfase gerida pelos produtos industrializados, que obtiveram expansão de 1,67%, diferentemente do conjunto hortifrutigranjeiros, que recuou 0,22%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL



Serasa – Cheques Devolvidos apresentaram Queda em 2010


Dados divulgados no dia 18 de janeiro pela Serasa Experian assinalaram que no ano passado, 1,76% dos cheques emitidos em todo o Brasil foram devolvidos, o menor índice constatado desde 2004, ocasião em que o percentual registrado chegou a 1,58%.

De acordo com o Indicador de Cheques Sem Fundos da instituição, em dezembro o índice bateu na casa de 1,72%, ante 1,87% diagnosticado no mês igual de 2009. No comparativo mensal em relação a novembro, o volume de cheques devolvidos abraçou percentagem de 1,68%.

Economistas da Serasa avaliam que o recuo constatado na devolução de cheques no acumulado do ano passado em detrimento aos períodos anteriores é consequência da disposição dos consumidores optarem por financiamentos com maior tempo de parcelamento, além do aumento no uso do cartão de crédito.

Devido às dívidas adquiridas no final do ano passado, bem como em virtude do pagamento de impostos de início de ano, o volume de cheques devolvidos, causando assim inadimplência, poderá avançar.

Por Luiz Felipe T. Erdei



SPC – Inadimplência apresentou Queda em 2010


O termo inadimplência é algo que toda e qualquer pessoa quer longe de sua vida financeira. A economia brasileira tem propiciado tanto pontos positivos quanto negativos nesse ínterim e assunto, ou seja, o endividamento tem avançado sucintamente, dependendo da base comparativa, mas ao mesmo tempo a população tem adquirido bens antes inacessíveis.

De acordo com dados divulgados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) computou retrocesso de 1,85% na inadimplência constatada em todo 2010 em comparação a 2009. Em dezembro passado o recuo foi de 4,49% ante novembro. Entretanto no comparativo anual do último mês a entidade assinalou progresso de 2,73%.

A CNDL sopesa que as consultas ao SPC cresceram 34% no mês de dezembro em comparação a novembro, e outros 10,59% sobre o mesmo período de 2009. Segundo matéria enunciada pela Band Online, pouco mais de 23,8% dos registros foram cancelados no mês passado sobre novembro, justamente pela inserção do 13º salário na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-3i apresentou alta no 4º trimestre de 2010


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontaram que o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) minutou variação de 2,46% entre outubro e dezembro do ano passado em relação ao trimestre anterior. Responsável por calcular a variante da cesta de consumo de lares compostos, em sua maior parte, por pessoas com idade superior a 60 anos, o indicador superou o percentual acumulado em 12 meses pelo IPC-BR.

De acordo com a FGV, entre o terceiro e o quarto trimestre do ano passado o índice de variação do IPC-3i computou incremento de 2,41%, pressionado pelos grupos Alimentação, de -1,27% para 5,15%, e Vestuário, de -0,87 para 2,39%.

Além desses setores, o de Transporte também registrou avanço, para 2,23% contra 0,33% de antes, além de Educação, Leitura & Recreação, de 0,05% para novos 1,87%. Saúde & Cuidados Pessoais e Habitação assinalaram incremento em seus índices para, respectivamente, 1,22% e 0,88%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Indicador da Qualidade de Crédito do consumidor de baixa renda – 4º Trimestre de 2010


Estudo listado pela Serasa Experian revela que somente os consumidores de baixa renda apreciaram a qualidade de crédito no 4º trimestre do ano passado. Segundo o Indicador da Qualidade de Crédito da instituição, nesse período o índice verificado chegou a 80 pontos, mesmo nível verificado entre julho e setembro.

O indicador, medido numa escala entre 0 e 100 pontos, assinala que quanto maior é a constatação, menor é a possibilidade de inadimplência caso o consumidor recorra ao crédito. Com esse resultado denotam-se dois pontos distintos. Embora tenha ocorrido aumento da inadimplência recentemente, o crescimento nos índices de emprego e o incremento da remuneração do trabalhador asseguraram maior aptidão de absorção de endividamento.

Os cidadãos com ganhos de até R$ 500 mensais contraíram alta de 0,2% na qualidade de crédito entre o 3º e 4º trimestres. Os demais rendimentos, por outro lado, ou registraram queda, ou sinalizaram estabilidade na mesma base de comparação. Mesmo assim, a faixa de renda mais baixa é a que menos possui qualidade de crédito, de 75,6 pontos, contra 93,5 pontos da população com ganhos superiores a R$ 10 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Dívidas com Cheques sem Fundo e Cartões de Crédito – Crescimento em 2010


Informações levantadas pelo Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor carimbaram que o valor médio dos débitos dos brasileiros com cheques sem fundos progrediu 22,9% entre janeiro e dezembro do ano passado em comparação ao período igual de 2009.

No ano retrasado, o valor médio dos débitos abraçou montante de R$ 1.020,76, pulando para R$ 1.254,44 em 2010. Na mesma base comparativa, de acordo com o portal de Economia UOL, a importância média das dívidas ascendeu 6,8% se relacionados títulos protestados, para R$ 1.183,09, contra R$ 1.107,78 de antes.

A Serasa assinala que o valor médio em dívidas no cartão de crédito avançou 4% em 2010 em relação a 2009. No período anterior atingiu exatos R$ 375,29, no seguinte R$ 390,24. Por outro lado, os débitos com as instituições bancárias recuaram 3% (R$ 1.353,22 em 2009 para R$ 1.311,97 em 2010).

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-C1 apresentou Crescimento em Dezembro de 2010


Dados examinados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) expuseram que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de dezembro ilustrou variação de 0,86%, contribuindo, portanto, para a elevação do indicador no acumulado dos últimos meses, em 7,33%.

No mês passado, assoalha a FGV, o IPC-BR minutou variante de 0,72%, contribuindo para o índice de 6,24% calculado nos últimos 12 meses, então inferior ao patamar do IPC-C1 anteriormente exposto.

Das sete classes sondadas pela FGV, quatro apresentaram diminuição em seus índices de variação, entre as quais Alimentação, de anteriores 2,62% para 1,43%, e Transportes, que baixou de 0,57% para 0,13%. Além desses, Educação Leitura & Recreação decresceu de 0,34% para 0,02%, bem como Habitação, para 0,35%, contra 0,38% de antes.

Na contramão das baixas figuraram as categorias Vestuário, de 0,75% de antes para novos 1,42%, assim como Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,26% para 0,73%, além de Despesas Diversas, de 0,41% para 0,59%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores – Inadimplência apresentou Alta em 2010


A confiança do consumidor brasileiro se mantém bem nos primeiros dias deste ano, embora estudos mais precisos ainda devam ser divulgados no transcorrer do mês. Em 2010, a economia do país experimentou bons resultados, refletidos, deste modo, nos índices do Produto Interno Bruto (PIB) e de outros mais. Em contrapartida, a inadimplência figura para atravancar um pouco a vida das famílias.

Release divulgado pela Serasa Experian revela que no ano passado a inadimplência do consumidor avançou 6,3% em confronto a 2009. O levantamento ressalta que o índice foi maior, inclusive, que aquele constatado durante o colapso financeiro global recente, uma vez que a taxa constatada fora de 5,9% no ano retrasado em comparação a 2008.

A alta foi ainda mais evidente no confronto anual entre dezembro de 2009 e 2010. A Serasa indica variação de 20,9%. No comparativo sobre novembro do ano passado, entretanto, o progresso foi de 1,1%.

Economistas da entidade sugerem que os resultados refletem o maior endividamento do cidadão, sobretudo no primeiro trimestre de 2010, quando a economia foi estimulada por meio de uma série de medidas de combate à crise mundial. É possível citar, também, os níveis mais brandos de desemprego, o acesso ao crédito e o aumento da massa salarial.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Papelão Ondulado – Vendas apresentaram crescimento em 2010


Um dos medidores e termômetros da economia brasileira, a comercialização da indústria de papelão ondulado, que agrega chapas, caixas e acessórios, encerrou 2010 com 2,543 milhões de toneladas, ascensão de 11,85% em relação ao volume registrado em 2009, de 2,273 milhões de toneladas.

De acordo com breve artigo veiculado pelo portal de notícias G1, somente no mês passado 200,62 mil toneladas de papelão ondulado foram vendidas. De acordo com a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), a alta no confronto anual de dezembro chegou a 2,1%.

Entre novembro e dezembro do ano passado, porém, a associação assinalou queda de 7,9% na comercialização do segmento.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Cesta Básica – Alta nos Preços em 14 capitais brasileiras – 2010


Dados reunidos pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) assinalam que o valor dos componentes da cesta básica cresceu acima de 10%, no ano passado, em 14 das 17 capitais sondadas pelo estudo, com destaque para Goiânia, que contraiu alçamento de 22,9%.

Os demais locais com alta foram Recife, com avanço de 19,96%, Natal, 18,14%, Manaus, 16,73%, Fortaleza, 16,21%, São Paulo, 16,2% e Curitiba, de 15,16%. Além desses, em João Pessoa, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belém, Vitória, Belo Horizonte e Salvador ocorreu incremento respectivo de 13,84%, 13,74%, 12,92%, 10,65%, 10,46%, 10,41% e 10,13%.

Segundo matéria veiculada pela Band Online, somente em Porto Alegre, Brasília e Aracajú ocorreram variações abaixo de 10% (6,13%, 5,15% e 3,96%, respectivamente). Embora a maior alta tenha ocorrido em Goiânia, a cesta básica mais cara do Brasil ainda foi representada por São Paulo, que ao final de 2010 chegou a R$ 265,15.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Dieese – ICV de São Paulo – Alta em 2010 para as Famílias de baixo poder aquisitivo


Estudo divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelou que o Índice do Custo de Vida (ICV) da cidade de São Paulo cresceu 6,91% no ano passado em comparação a 2009, o maior entre um período e outro já constatado desde 2004, quando 7,70% fora calculado.

De acordo com o Dieese, o maior índice foi catalogado entre os lares de poder aquisitivo mais baixo, uma vez que a esses o ICV avançou 7,67%, contra 7,44% entre as famílias com nível intermediário de remuneração. Para os mais endinheirados, por outro lado, o medidor variou 6,49%.

As despesas geradas com Alimentação foram aquelas que mais cresceram nesse ano, com variação de 11,95%. Em seguida, os custos com Habitação, Educação & Leitura e Saúde aumentaram 6,68%, 5,48% e 5,45%, respectivamente.

Os grupos que contraíram as menores variações foram Transportes e Despesas Pessoais, com alta respectiva de 4,25% e 4,72%, porém não menos que Recreação, Vestuário e Despesas Diversas, com índices de 0,51%, 0,61% e 1,66%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



Busca por Crédito – Serasa indica Crescimento em 2010


Dados enunciados na segunda-feira, dia 10 de janeiro, pela Serasa Experian revelam que o índice de consumidores que buscaram crédito avançou 16,4% no ano passado perante 2009. Somente no mês de dezembro, assoalha a instituição, a procura aumentou 19,7% no confronto anual e 1,5% em comparação a novembro de 2010.

A Serasa indica ser esse o melhor percentual já contabilizado desde 2008, ocasião em que houve incremento de 6,4% em comparação a 2007. Em 2009, devido aos efeitos do colapso financeiro global, ocorreu arrefecimento de 1,2%.

Os consumidores de baixa renda (rendimento abaixo de R$ 500) foram os principais responsáveis pela alta – nessa camada chegou a 46,3%. Na verdade, conforme relacionado em release da Serasa divulgado pelo portal Maxpress, a ampliação da demanda do consumidor por crédito no ano passado foi estimulada pela conjuntura favorável às pessoas físicas, bem como pelo patamar elevado de confiança da população e o bom cenário do emprego em todo o país.

Exercendo fator contrário, as medidas abarcadas pelo Banco Central (BC) recentemente e a probabilidade de avanço nas taxas de juros nos próximos meses poderão diminuir o nível de crescimento do crédito ao consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IPCA – Crescimento em Dezembro de 2010


Dados enunciados no dia 7 de janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionaram que a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou para 0,63% no mês passado, contra 0,83% do registrado em novembro. Com isso, o medidor, em todo ano, ficou acima do centro da meta de 4,50% estabelecida pelo governo, mais especificamente em 5,91%.

Apesar de o índice se prostrar um pouco acima, ainda assim permanece dentro da meta, pois há tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. De acordo com a agência de notícias Reuters, esse é o maior resultado já vislumbrado desde 2004, ocasião na qual a inflação encostou na percentagem de 7,6%.

Em nota, o instituto sopesa que os produtos com maior aceleração até novembro foram responsáveis pela baixa sentida em dezembro, entre os quais do grupo Alimentação, com destaque para as carnes (10,67% no mês retrasado para 2,25% no período seguinte).

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – Dados do IGP-DI, IPC e IPA em Dezembro de 2010


Informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no último dia 07 de janeiro revelaram que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou variação de 0,38%, portanto inferior ao registrado em novembro, de 1,58%. O Índice Geral de Preços ao Produtor Amplo (IPA), por sua vez, assinalou desaceleração para 0,21% no período, contra 1,98% de antes.

Em relação ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC), a FGV aponta variação de 0,72% no mês passado, contra 1% abalizada em novembro. Das sete categorias avaliadas, quatro apresentaram decréscimo, com ênfase para o grupo Alimentação, que recuou para 1,43%, contra 2,27% de antes.

Entre os componentes que impulsionaram o IPC para baixo, destacaram-se as carnes bovinas, que retrocederam de 10,71% para 2,71%, as frutas, de 3,95% para 2,32%, e o arroz e feijão, com queda de -1,25% para -4,77%.

Vestuário, Habitação e Transportes foram os outros três grupos com recuo no IPC para, respectivamente, 0,80%, 0,29% e 059%, contra, também respectivamente, 1,01%, 0,43% e 0,69% anteriores.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Dívida Média do Consumidor Brasileiro – Dezembro de 2010


Contrair dívidas é um ato até bastante comum para milhares de brasileiros. Compra de imóvel, carro, bens como fogões, geladeiras e máquinas de lavar, televisores, viagens, entre outros, pautam o cotidiano de pessoas que possuem, ou não, bom controle da remuneração mensal – gastos menores que ganhos.

Dados do Índice de Expectativas das Famílias (IEF) relacionados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinalam que a dívida média do consumidor do país ultrapassou R$ 4,6 mil no mês passado, 1,71% inferior ao valor constatado no mês imediatamente anterior (cerca de R$ 4.680).

O estudo revela que 20% das pessoas sondadas afirmaram conterem dívidas de até metade de sua remuneração mensal, enquanto outros 22% assoalharam estar entre 50% e 100% da renda envolvida em dívidas. Somente 8,4% dos sondados afirmaram alto endividamento.

Por outro lado e infelizmente, quase 24% dos cidadãos endividados asseveraram dever entre uma a duas vezes sua renda do mês e outros 19%, de duas a cinco vezes. Para compensar esses índices, 50,4% dos consultados afirmaram estar em dia com suas contas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7



Fipe – Carne Bovina – Alta nos Preços em 2010


Um dos itens mais consumidos nos lares brasileiros, além dos tradicionais arroz, feijão e ovos, a carne bovina registrou amplo crescimento de preços, por quilo, entre janeiro e dezembro de 2010. Cálculos feitos pela Federação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) examinam que a alta foi de 34,5% no ano – apenas o filet mignon subiu 67,74%.

O custo mais elevado da carne no bolso dos brasileiros também foi sentido no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) calculado pela entidade (variação de 6,40% em comparação a 2009). De acordo com Antonio Evaldo Comune, coordenador do medidor, a rigorosa entressafra no meio do ano foi prejudicada pela escassez na chuva, situação que lesou o pasto. Além disso, a demanda em crescimento contribuiu para a variante de preços.

Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 assinala que a carne foi o grande colaborar para o ramo Alimentação avançar 12,2% no ano passado e representar 2,65% de toda a variação do índice de preços. Possivelmente, prevê, Comune, em 2011 novos aumentos deverão ser sentidos no grupo devido a outras commodities do setor agrícola.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Queda em Dezembro de 2010


Dados divulgados no dia 05 de janeiro de 2011 pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe) abalizaram que a inflação calculada ao consumidor de São Paulo recuou no mês passado em relação a novembro de 2010, fato impulsionado por elevação mais sucinta nos custos de Vestuário, Alimentação e Despesas Pessoais.

Segundo artigo veiculado pela agência de notícias Reuters, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) contraiu incremento de 0,54% no último mês de 2010, contra 0,72% constatado em novembro. O índice, portanto, está próximo do calculado por analistas examinados pelo meio de comunicação (0,50%). Em 2010, o medidor cresceu 6,4%, consideravelmente superior aos 3,65% vistos em 2009.

Por grupos, o de Alimentação saltou 1,38% no período em questão, 0,64% inferior ao percentual registrado em novembro (2,02%). O ramo de Despesas Pessoais, por sua vez, cresceu 0,31%, ante 0,59% de antes. Os preços de Vestuário mantiveram a tendência dos dois anteriores, com incremento de 0,67% em dezembro perante 0,84% de um mês antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Setor Varejista – Crescimento nas Vendas em Dezembro de 2010


Em convergência com o otimismo do consumidor e com o Produto Interno Bruto (PIB) – estimado por especialistas e pelo Banco Central em 7,61% para 2010 – a atividade varejista do país conseguiu, no ano passado, avanço de 10,3% em comparação a 2009. Em dezembro, segundo o portal Terra, o índice cresceu 2,9% sobre seu mês imediatamente anterior.

Segundo a Serasa Experian, fonte da informação, o último mês do ano passado contraiu expansão de 12,8% no confronto anual, conquistando, desta forma, o segundo melhor índice para o período em uma década.

A entidade indica que o principal fator para a alta decorreu da expansão abalizada pelo segmento de materiais de construção, que saltou 17% em 2010 ante 2009. Vale ressaltar que esse mesmo setor conquistou a continuidade da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados para até o último dia de 2011.

Dois outros ramos com bom resultado em 2010 foram informática e eletroeletrônicos (crescimento de 14,9%) e motos, veículos e peças (incremento de 10,9%). Mesmo assim, economistas da Serasa preveem ritmo mais ameno de expansão da atividade do comércio em virtude das regras fixadas pelo Banco Central em dezembro passado e concernentes ao crédito.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Classes C, D e E – Influência na Economia Brasileira em 2010


Participantes ativos do novo ambiente econômico do país, as classes C, D e E colaboraram, ao final do ano passado, com R$ 1,2 trilhão à economia, ou seja, basicamente um terço do total levantado no Produto Interno Bruto (PIB) nos 365 dias de 2010. Segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), os gastos foram organizados na compra de televisores de LCD, LED e plasma, móveis, computadores, materiais de construção e componentes integrantes da linha branca.

A associação ressalta que embora justificativas transitem em torno da maior disponibilidade de crédito ao longo do ano, o endividamento do consumidor tem sido pouco observado, ou melhor, não houve excessos na contração de dívidas. Inúmeros casos podem ser citados como exemplo, entre os quais pessoas que passaram a economizar parte de sua renda mensal para contrair bens duráveis ou, então, materiais para a reforma e ampliação de seus lares.

Para Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular, obviamente ocorreu amplo avanço nas modalidades de financiamento voltadas à nova classe média, porém, não existe, em seu ver, estudos que assinalem tendência de perda de controle na utilização de crédito a partir das classes C e D. Segundo a Alshop com base em levantamentos realizados pelo instituto anteriormente citado, 69% dos cartões de créditos pertencem aos cidadãos emergentes, que representam, em outras palavras, 52% do total movimentado em todo o país por meio desse sistema.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Perspectiva de Crédito ao Consumidor – Queda em Novembro de 2010


Um dos alicerces do bom andamento da economia brasileira, as concessões de crédito contribuíram para que milhares de pessoas adquirissem bens e serviços em maior intensidade ao longo do ano passado. Entretanto, levantamento realizado pelo Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Crédito ao Consumidor apontou queda no otimismo do medidor pelo oitavo mês seguido.

Conforme menção realizada pelo UOL, em novembro de 2010 o indicador recuou 1,3%, para 99,3 pontos, no confronto com outubro do mesmo ano. Mesmo assim, segundo a Serasa, as concessões realizadas com recursos livres devem permanecer em alta, mas num ritmo mais ameno.

Análise realizada pelos técnicos da entidade assinala que as medidas adotadas pelo Banco Central no final de 2010 e a elevação dos compulsórios devem melhorar o desenvolvimento positivo do crédito para o consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Endividamento e Inadimplência do Consumidor – Queda em Dezembro de 2010


Especialistas de todo o Brasil e de vários setores pediram aos consumidores, principalmente no último trimestre do ano passado, para terem maior atenção aos gastos com presentes de Natal, viagens, entre outros. Alguns indicaram a necessidade de planejamento com o 13º salário para, por exemplo, o pagamento do Imposto sobre a Propriedade do Veículo Automotor (IPVA) e quitação de dívidas contraídas no transcorrer de 2010.

Embora os gastos dos consumidores tenham sido considerados altos para as comemorações de final de ano, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), 46% dos lares brasileiros ilustraram dívidas, índice abaixo dos 50% abalizados em novembro de 2010 e 48% do período igual de 2009.

As contas em atraso também diminuíram. Segundo a federação, o índice de 17% em novembro foi arrefecido para 13% em dezembro, consideravelmente inferior aos 20% se levado em consideração o confronto anual.

A Fecomercio reflete serem essas quedas oriundas do consumidor brasileiro mais confiante, do aumento do número de empregos e da inserção do benefício de final de ano, vulgo 13º, na economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fecomercio-SP – ICC Paulistano – Crescimento em Dezembro de 2010


A crise financeira global acarretou ansiedade aos mercados em seu princípio (e assim ainda acontece em alguns locais). Atualmente, poucos são os países que podem comemorar sucesso quanto aos principais efeitos do colapso. O Brasil é um dos casos, juntamente a outros emergentes, entre os quais China, Rússia e Índia, todos integrantes do bloco denominado BRIC.

A atividade econômica pelo Brasil, por si, tem conseguido gerar bons frutos, tanto a pessoas físicas como a jurídicas. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), a confiança do público paulistano avançou 3,1% em dezembro, para 164,2 pontos, contra 159,3 pontos do mês passado.

De acordo com a Fecomercio, o índice de confiança do consumidor do mês tem por base uma série de fatores, tais como o incremento do 13º salário no bolso dos trabalhadores, o mercado de trabalho em ascensão e as condições de acesso ao crédito estabelecidas e observadas em 2010.

A federação prevê que nos primeiros seis meses do ano que vem o medidor de confiança ainda contabilizará o desempenho mais robusto da economia, embora ao segundo semestre um desaquecimento paulatino seja esperado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Micro e Pequenas Empresas – Inadimplência e Dívidas em Novembro de 2010


Responsáveis por bom número de vagas de trabalho no país, as micro e pequenas empresas sentiram maiores dificuldades em efetuar seus pagamentos pontualmente em novembro. Pesquisa realizada pela Serasa Experian assinala que o comprometimento com as dívidas decresceu de 95,5% no mês retrasado para 95,2% no período seguinte.

A entidade medita que o recuo na pontualidade é proveniente do pagamento da primeira parcela do benefício de final de ano aos trabalhadores (13º salário). Para a entidade, uma das justificativas é de que algumas empresas não delinearam com precisão seu caixa para arcar com esse compromisso.

Embora esse retrocesso tenha se confirmado, de acordo com o portal de Economia UOL a pontualidade no mês passado mostrou-se superior à constatada em novembro de 2009, ocasião em que o índice chegou a 94,5%.

A despesa média dos pagamentos realizados com pontualidade cresceu 5,9% entre outubro e novembro deste ano, abraçando montante de R$ 1.582,29. No confronto anual, a importância média dos pagamentos precisos avançou 8,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – Classe C – Consumo em 2010


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que a classe C brasileira representa 50,5% de toda a população. Essa casta, como muito bem mensuram jornais impressos e onlines, tem se mostrado propensa a participar ativamente da economia, tanto por meio da aquisição de bens duráveis como, também, através de produtos perecíveis e outros mais.

Segundo pesquisa edificada pelo instituto Data Popular, a classe C consumiu, neste ano, 41,35% do total de serviços e bens situados nas áreas urbanas. Unidas, as classes A e B consumiram índice pouco superior, de 42,9%. Matéria veiculada pelo portal R7 atesta que todas as hierarquias arroladas gastaram R$ 2,1 trilhões em 2010.

Nos últimos anos, o avanço do consumo da nova classe média foi se robustecendo. Para se ter ideia, em 2002 representava 25,8% do total de serviços e bens, enquanto as castas A e B respondiam por 58,1%.

Na concepção de Renato Meirelles, diretor do instituto, o desempenho reflete o incremento das famílias emergentes na sociedade e o discernimento de escolha popular, fundamentado no custo vs benefício de mercadorias.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Consumidores Brasileiros – Gastos com Compras e Viagens Estrangeiras em 2010


A valorização da moeda brasileira sobre o dólar gera inquietação a vários setores de atividades no país, sobretudo aqueles que concorrem diretamente com os produtos estrangeiros. Aos consumidores, porém, existem vantagens, tais como aquisição de mercadorias importadas sob preços mais baixos.

O poder de renda e a questão cambial propiciam projeções de viagens para várias pessoas, inclusive ao exterior. Prova dessa situação são os gastos de brasileiros fora das fronteiras tupiniquins, que devem contabilizar montante de US$ 16,5 bilhões neste ano, o maior patamar desde 1947, ocasião em que a série histórica foi iniciada.

De acordo com o Banco Central, entre janeiro e novembro os gastos dos brasileiros chegaram a US$ 14,675 bilhões, US$ 1,515 bilhão movimentado somente no mês passado. Na visão de Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC, as despesas permanecem em ascensão em meio ao aumento da renda, bem como no que se refere ao câmbio.

Por outro lado, os gastos de estrangeiros no Brasil cercearam US$ 560 milhões em novembro e no acumulado anual até o mês passado, US$ 5,317 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online



IBGE – IPCA-15 – Queda em Dezembro de 2010


Dados enunciados na terça-feira (21/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram decréscimo da inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de dezembro. A alta de 0,69% no mês contra 0,86% de novembro teve como fator primordial o menor custo dos alimentos.

Em nota, o IBGE pondera que a desaceleração relacionada aos preços dos alimentos abarcou índice de 1,84% em dezembro, ante 2,11% do mês passado. Apesar do arrefecimento, segundo a agência de notícias Reuters o grupo Alimentação e Bebidas ainda tem representação expressiva no IPCA-15, de 62%.

Os itens que sofreram recuo foram o pão francês, o leite e o açúcar cristal, com destaque para o feijão preto, o feijão carioca e a batata inglesa. Por outro lado, as carnes, que ilustram significativa aceleração desde o início do ano, contraíram acréscimo de 8,32% no mês, contra 6,10% em novembro.

No acumulado anual até o levantamento em questão, o IPCA-15 contabiliza elevação de 5,79%, acima do índice de 4,18% observado no período igual de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA – 2ª Prévia de Dezembro de 2010


Enquanto a Caixa Econômica Federal lança cartão de crédito voltado exclusivamente ao aluguel de imóveis residenciais – algo que provavelmente venha a facilitar a vida de várias pessoas – o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado como indicador referencial em contratos de aluguel, avançou 0,75% na segunda leitura do mês.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), em novembro a inflação cresceu 1,20%. Além deste, a entidade assinala que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) contraiu variação de 0,77% na segunda leitura de dezembro, abaixo, porém, da variação de 1,55% do mês passado.

De acordo com a Band Online, o índice de variação dos Bens Finais cedeu para 0,18%, contra 1,22% de antes. Aquele que mais cooperou para a baixa foi o subgrupo Alimentos Processados, com taxa atual de 2,58%, ante 4,71% no levantamento anterior.

O percentual de mutação da esfera bens Intermediários avançou para 0,87% neste mês, índice 0,32% acima do constatado em novembro. O subgrupo Componentes e Materiais para a Manufatura foi aquele que empurrou a alta, uma vez que cresceu de 0,58% na leitura anterior para 1,21% na atual.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Abramat – Vendas de Materiais de Construção em 2010


A expansão do setor imobiliário acarreta aumento do número de empregos na construção civil e também no faturamento dos setores que atuam direta e indiretamente desse setor. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), a comercialização interna de materiais de construção avançou 12,6% de janeiro a novembro de 2010 contra o período igual de 2009.

No mês passado, segundo o Estadão, as vendas contraíram expansão de 5,41% no comparativo anual, porém caíram 1,76% em relação a outubro deste ano. O nível de empregos criados pelo segmento cresceu 0,58% sobre o mês retrasado e 10,88% ante novembro de 2009.

A comercialização interna dos materiais básicos saltou 1,15% em relação há um ano, porém decresceu 2,10% sobre outubro de 2010. As vendas de materiais de acabamento, por outro lado, pularam 13,32% em detrimento a novembro de 2009, mas caíram 1,18% na base mensal.

Na visão de Melvyn Fox, presidente da Abramat, a alta mais significativa dos materiais de acabamento ocorreu porque em 2008 muitas obras tiveram início e agora passaram a ser entregues.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S – Queda na 2ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicaram que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu para 1,06% na segunda leitura de dezembro, contra 1,14% de antes, interrompendo uma série de cinco semanas consecutivas de elevação.

O novo índice revela média de correções de preços entre 7 e 15 de dezembro sobre os 30 dias antecedentes. O principal fator dessa queda foi a diminuição no nível de aumento de custos dos alimentos, com taxa decrescendo de 2,72% para 2,45%. Colaboraram expressivamente para esse recuo as carnes bovinas e frutas.

Artigo veiculado pela Band Online ressalta que quatro dos cinco componentes com maior influência no resultado geral do medidor foram representados pela esfera alimentação (alcatra, açúcar refinado, filé mignon e mamão papaia). O único representante não pertencente a esse grupo foi aluguel residencial. Na contramão figuraram o feijão-carioquinha, a batata-inglesa, a melancia, o quiabo e o alho.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-10 e IPA-EP – Crescimento em 2010


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) refletem que os custos dos produtos agrícolas comercializados somente no atacado cresceram 24,22% em 2010 depois de cederem 2,87% no ano passado.

Indicativo sustentado com base no Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) também revelam que os preços dos produtos industriais no atacado terminaram o ano com elevação de 10,36%, consideravelmente superior ao decréscimo de 4,93% de 2009.

Segundo a FGV, a inflação atacadista verificada pelo Índice de Preços por Atacado – 10 (IPA-10) terminou 2010 com incremento de 13,73%, acima do recuo de 4,36% constatado no ano passado, porém abaixo do índice de 15,11% nos preços do atacado de 2004.

Informações relacionadas pelo portal de notícias G1 ponderam que no campo do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) os custos dos bens finais no atacado contraíram elevação de 7,55% em 2010, depois de cresceram 1,02% no ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNDL – Natal 2010 – Expectativa de aumento nas Vendas


Dados expressos pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) confirmaram, nesta semana, as perspectivas levantadas ao longo deste ano em relação ao aumento das vendas por meio do setor varejista, que refletem não somente o efeito cambial no país, mas também o aumento da massa salarial e acesso ao crédito.

Na visão de Roque Pellizzaro Júnior, presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), o Natal 2010 deverá ser o melhor da história no período pós-inflação, tanto que a perspectiva é de avanço de 12% nas vendas em comparação a 2009. Aparelhos eletrônicos oriundos do exterior devem comportar salto na comercialização em virtude do real valorizado diante do dólar.

Segundo a confederação, os maiores avanços deverão acontecer nas regiões Norte e Nordeste e o Natal, diferente de outras datas comemorativas, impulsiona todos os setores do varejo. Por essa e outras características, crê Pellizzaro, a perspectiva é de que o valor médio das mercadorias adquiridas pelos consumidores cresça 15%, situação que também assinala a alta confiança dos brasileiros.

Outro quesito importante à época do ano é a contratação de trabalhadores temporários, que deve avançar 20%, de acordo com o Estadão, em relação a 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBC-Br – Economia brasileira apresentou Crescimento em Outubro de 2010


O cenário econômico permanece otimista se relacionado 2010, embora o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro seja aguardado em menores índices no ano que vem. De acordo com o Banco Central, a economia brasileira avançou 0,51% em outubro ante setembro, a maior percentagem diagnosticada desde abril pelo IBC-BR.

Na comparação com o décimo mês de 2009, porém, o índice de crescimento arrefeceu para 5,88%, o sexto mês seguido dessa ocorrência. Em abril, para se ter ideia, a economia avançava 10,75% na mesma base comparativa.

Segundo a Folha UOL, a economia do Brasil com base no IBC-BR acumula desenvolvimento de 8,49% neste ano e 8,26% nos últimos 12 meses. Esse indicador é um dos componentes avaliados pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) no momento de deliberação da Selic, a taxa básica de juros da economia – atualmente em 10,75% ao ano.

Leia mais: BC – PIB e IPCA – Novas Estimativas para 2010 e 2011

Por Luiz Felipe T. Erdei



Ipea – Diferenças entre Salários de Homens e Mulheres em 2010


As diferenças históricas entre homens e mulheres têm decaído gradativamente ao longo das últimas décadas, porém distantes do fim. Um dos fatores mais gritantes ainda se relaciona ao mercado de trabalho, esfera em que a ala masculina leva certa vantagem em relação à feminina.

Levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que a participação das mulheres não ultrapassa 50% da massa salarial total ante os homens em nenhum dos locais sondados por meio da Pesquisa Mensal do Emprego (PME), medidor listado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Informações mais detalhadas assinalam que a massa salarial das mulheres chegou a R$ 12,7 bilhões em outubro deste ano, contra R$ 11 bilhões de janeiro de 2009. Na mesma base comparativa, segundo o Estadão, o montante remuneratório aos homens atingiu R$ 21,2 bilhões, ante R$ 19,1 bilhões de antes.

Mesmo abaixo da massa salarial dos homens, Porto Alegre e Salvador foram as duas regiões metropolitanas em que a maior participação favorável às mulheres fora constatada (aproximadamente 40% do total). Rio de Janeiro e Belo Horizonte contraíram os números mais baixos na condição: 36,4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



CNI – PIB Industrial – Estimativas para 2010 e 2011


O Banco Central previu, nesta semana, que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2010 deverá abranger índice de 7,61% e no ano que vem 4,5%, projeção última mantida há semanas. Convergindo com os dados prognosticados do BC, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estimou expansão respectiva de 7,6% e também de 4,5%.

A confederação assinala que neste ano o crescimento industrial do PIB será de 10,9%, porém cairá para 4,5% em 2011. Em nota, acredita que após ultrapassado o colapso financeiro recente e o entusiasmo da recuperação observado no início de 2010, a economia do país marcha numa trajetória convergente ao potencial de desenvolvimento.

Apesar dessa perspectiva, a CNI prevê continuidade robusta da demanda doméstica, com o consumo dos lares em ritmo de crescimento em 5,1% e os investimentos, por sua vez, em 13,5%.

De acordo com a Reuters, a CNI assinala falta de crescimento suficiente no relacionado à produção para o acompanhamento da demanda, situação que tem implicação proveniente na valorização do câmbio.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ACSP – Impostômetro – Novo Recorde de Arrecadação de Impostos em 2010


A alta carga tributária brasileira é alvo de críticas de diversas camadas da sociedade, desde a população até políticos e empresários. Em outubro fora constatada arrecadação de R$ 1 trilhão, volume só alcançado no ano passado 49 dias depois (em 14 de dezembro). Pois bem, foi marcada para esta terça-feira (14 de dezembro) novo recorde de acordo com perspectivas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP): R$ 1,2 trilhão.

O Impostômetro, instalado no prédio da ACSP (centro de SP), tem por base a arrecadação de tributos municipais, estaduais e federais desde 1º de janeiro. Para se ter ideia de como o recolhimento tem crescido, na ocasião da inauguração do medidor, em abril de 2005, R$ 550 bilhões foram constatados, e no ano seguinte, já contemplando os 12 meses do período, R$ 816 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei



BC – PIB e IPCA – Novas Estimativas para 2010 e 2011


Costumeiramente, o Banco Central divulga no início de toda semana dados relacionados à economia brasileira. Por meio do relatório Focus, a instituição assinalou na segunda-feira (13 de dezembro) elevação na perspectiva de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 para 5,85%, contra 5,78% da semana passada. Para o ano que vem, o percentual foi previsto para alta de 5,21%, ante 5,20% de antes.

Como o centro de meta da inflação dos dois anos está previsto em 4,5%, considera-se que os dados estão dentro das perspectivas, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses aumentou para 5,38%, contra 5,37% do calculado anteriormente.

Em relação à Selic, a taxa básica de juros da economia, o mercado decidiu manter a projeção de 10,75% a 2010 e de 12,25% para 2011. O cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) sofreu novo aumento, para 7,61% (antes era 7,54%). Para 2011, porém, o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra



Consumidores – Inadimplência apresenta maior índice desde 2005


Os estímulos fiscais concedidos pelo governo brasileiro entre o final do ano passado e início de 2010 realmente surtiram efeito, tanto que inúmeros setores angariaram bons resultados, entre os quais o de veículos automotores e o habitacional. Claramente, não é somente esse fator que culmina para o bom ambiente da economia, pois nesse ínterim aparece, por exemplo, acesso ao crédito menos restrito e poder de renda da população em alta.

Ao final do ano, porém, uma constatação que já vinha se anunciando foi confirmada pela Serasa Experian. A inadimplência do consumidor cresceu novamente no mês passado, em 3,5%, a sétima alta consecutiva. Devido a esse índice, novembro deste ano é o pior desde 2005.

No acumulado anual, de acordo com o portal de Economia Terra, a inadimplência sintetiza expansão de 23,2%, o pior período da série histórica desde 2001 e 5% acima do mesmo intervalo de 2009. Segundo a Serasa, o maior endividamento proveniente das datas comemorativas é o grande contribuinte à constatação.

Os itens não-bancários, entre os quais cartões de crédito, prestadoras de serviços, lojas e financeiras, foram os elementos que mais apresentaram celeridade, de 7,7%, enquanto as dívidas com bancos majoraram 2,3% e cheques sem fundo, 1,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei



ABPO – Vendas de Papelão Ondulado – Crescimento em Novembro de 2010


Um dos medidores da atividade econômica, a comercialização de papelão ondulado chegou a quase 218 mil toneladas no mês passado, ou seja, incremento de 3,25% em comparação a novembro de 2009. Segundo a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), em relação a outubro de 2010 houve recuo de 2,33%.

A associação atesta que no acumulado anual até novembro, as vendas de papelão ondulado sintetizam 2,342 milhões de toneladas, aumento de 12,8% em detrimento aos mesmos dez meses do ano passado.

Com base nesses números, de acordo com a agência de notícias Reuters, a ABPO assinala que a média mensal de vendas até o mês passado cerceia 212,97 mil toneladas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IGP-M, IPA, IPC, INCC – 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados divulgados no dia13 de dezembro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicam que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou 0,83% na primeira prévia do mês contra 0,79% do período análogo de novembro.

A FGV assinala, de acordo com a Reuters, que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPA) cresceu 0,97%, pouco abaixo do 1,02% constatado anteriormente. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu 0,69% agora, ante variação positiva de 0,39% da primeira prévia de novembro.

Segundo o portal de Economia Terra, as principais altas ocorreram a partir da carne bovina, do algodão em caroço, do farelo de soja, do milho em grão e das aves. Em contrapartida, houve decréscimo considerável de preços no atacado por meio da batata-inglesa, laranja, minério de ferro e uva.

Responsável por assinalar a variação de preços de uma cesta de serviços e produtos atualizados pelo segmento da construção civil, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou incremento na atual leitura, de 0,28%, contra 0,22% calculado antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Reajuste do Salário – Benefícios para classes C e D em 2010


Ao longo de 2010, alguns setores mais baixos da sociedade brasileira se beneficiaram com o reajuste do salário mínimo. Ainda longe de possui uma distribuição de renda igualitária, a economia do Brasil anda possuindo um avanço do consumo de classes C e D.

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, setores como os de construções civis e serviços domésticos estão com maior rendimento devido ao reajuste salarial e à escassez de profissionais qualificados nos setores, sendo portanto um pouco mais valorizados.

Ainda de acordo com a publicação, algumas regiões tiveram maior distribuição de renda que outras. Nesse processo, destaca-se Recife (com um aumento de salário de 10,4%), Rio de Janeiro (aumento de 5,6%) e Belo Horizonte (aumento de 5,5%). Em São Paulo, esse crescimento de salário foi de apenas 0,5%.

Mesmo com essa melhora na distribuição de renda, o país ainda tem um longo caminho a percorrer para melhorar a qualidade de vida das classes baixas e também melhorar a educação para formar profissionais mais capacitados.

Por Adriana Arruda



Anefac – Juros de Cartões de Crédito, Empréstimos Pessoais e Cheque Especial – Novembro de 2010


Informações levantadas pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) indicam que os juros em operações de crédito tornaram a crescer no mês passado após quatro períodos de recuos seguidos, com exceção para os praticados no cartão de crédito rotativo, que teve sustentada sua taxa.

Matéria exprimida pela Band Online revela que a taxa de juros para o consumidor passou de 6,69% em outubro para 6,74% em novembro, ao mês. O cheque especial, que com o passar dos dias cai em desuso perante o dinheiro de plástico, atingiu seu maior valor desde abril do ano passado para 7,59% ao mês, contra 7,44% de antes.

Em relação ao empréstimo pessoal nas financeiras houve reajuste para 9,48%, 0,06% acima do índice anterior. Para as empresas, por outro lado, o crescimento foi mais ameno entre outubro e novembro, de 3,76% para 3,79%.

Para Miguel Ribeiro de Oliveira, coordenador do levantamento, o aumento reflete a crise no Banco do Grupo Silvio Santos, o Panamericano, assim como o anúncio feito pelo Banco Central (BC), que majorou os depósitos compulsórios e incrementou o requerimento de capital para as operações com prazos acima de dois anos relacionadas a crédito para pessoas físicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Fipe – IPC Paulista – Crescimento na 1ª Quadrissemana de Dezembro de 2010


Dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na quinta-feira (9 de dezembro) revelam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) paulista contraiu avanço de 0,67% na primeira quadrissemana do mês, contra 0,72% de novembro.

As despesas do grupo Alimentação, que têm apresentado crescimento nas últimas semanas, proporcionaram desaceleração para 1,92% na leitura atual, contra 2,02% de antes. Os custos de Transporte, nutrindo essa tendência, também cresceram em menor volume, para 0,29% na primeira quadrissemana de dezembro ante 0,36% do mês passado.

De acordo com a Reuters, as despesas de Habitação mantiveram o mesmo preceito ao contabilizar alta de 0,10% na leitura atual, contra 0,20% no relatório anterior. Diferentemente dos demais, os preços de Despesas Pessoais e Vestuário cresceram em nível mais elevado, para 0,62% e 1,29%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei



IBGE – PIB brasileiro – Crescimento no 3º Trimestre de 2010


Cálculos efetivados pelo Banco Central (BC) indicam expansão de 7,55% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano no confronto a 2009. No primeiro trimestre fora abalizado índice de crescimento em 2,7% ante três meses anteriores, denotando importante avanço, base sustentada em particular pelas medidas adotadas pelo governo no intuito de afastar a crise financeira do país.

No terceiro trimestre de 2010, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira cresceu 0,5% ante o período entre abril e junho e 6,7% no confronto anual. De acordo com a Reuters, embora tenha superado alguns prognósticos, a retração de 1,3% e 1,5% dos setores agronegócios e indústria, respectivamente, foi o precursor do resultado.

Por outro lado, o segmento de serviços colaborou positivamente para o avanço do PIB devido ao incremento de 1%. Economistas avaliam a desaceleração como positiva, pois na medida em que os índices ilustram inflação em ascensão, existem suposições de aquecimento excessivo da economia, algo que teria de ser combatido por meio de aumento do juro.

Por Luiz Felipe T. Erdei



Serasa – Natal 2010 – Setor Varejista prevê alta no consumo


O Natal deste ano é pressagiado como um dos melhores da década. O otimismo da população brasileira, mesmo em meio às novas medidas adotadas pelo Banco Central (BC) e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no concernente ao crédito, segue adiante com suporte no maior poder de renda e aumento das oportunidades de trabalho ao longo dos últimos meses.

Estudo realizado pela Serasa Experian com base na opinião de mais de mil executivos do segmento varejista revelou que para 69% deles é aguardado incremento próximo de 10,5% em 2010 perante 2009 em relação ao faturamento.

Matéria listada pelo portal de Economia Terra relaciona que o estudo indicou 33% dos varejistas com previsões de que o gasto médio com presentes para o Natal contemple até R$ 50. O percentual sobe no levantamento para 34% quando o valor em questão varia de R$ 51 a R$ 100. Um pouco mais baixa figura a perspectiva para gastos entre R$ 101 e R$ 200 (18%).

Por sistemas de pagamento, a Serasa prevê que 36% das compras à vista serão cunhadas com dinheiro, 25% por meio de cartão de crédito e 19% com cartão de débito. Em relação às compras a prazo, 46% das pessoas devem fazer uso do cartão de crédito e 29% delas cheque pré-datado.

Por Luiz Felipe T. Erdei



FGV – IPC-S – Crescimento na 1ª Prévia de Dezembro de 2010


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicaram alta de 0,83% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre outubro e novembro, impulsionada pelo grupo Alimentação, em especial a carne, que desde o início do ano aglomera considerável avanço de preços.

A inflação examinada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) também apresentou aceleração a patamares elevados, o mais alto desde fevereiro. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o indicador cresceu 1,14% na primeira prévia deste mês, após incremento de 1% em novembro.

Em nota, a fundação assinala que os custos do grupo Alimentação ascenderam em ritmo mais avançado para 2,72% na atual leitura, ante 2,27% da vislumbrada na constatação anterior. A FGV atesta que além da carne as frutas contraíram incremento para 5,67%, contra 3,95% de antes, bem como adoçantes, de 7,14% para 9,11%.

Os custos na categoria Saúde também agregaram crescimento, de 0,39% em novembro para 0,47% na primeira prévia de dezembro. Diferentemente ocorreu no grupo Vestuário, pois houve alta para 0,76% na leitura em questão, contra 1,01% na constatada no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters



IBGE – IPCA atinge o maior índice desde 2005 – Novembro de 2010


Os brasileiros podem conferir em açougues e mercados o avanço nos preços da carne. Em estabelecimentos de bairro, por exemplo, o quilo da Alcatra já fora comercializado meses atrás por R$ 14,90, mas recentemente contempla valor de R$ 19,90, em média, alta de 33,56%.

Informações divulgadas nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de acordo com a Reuters relacionaram que a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou para o maior patamar desde o princípio de 2005, denotando, desse modo, o crescimento mais robusto dos alimentos desde 2002.

O instituto assinala alta de 0,83% no indicador no mês passado, acima do 0,75% de outubro. Mencionado anteriormente em meias palavras, o grupo Alimentação, acompanhado por bebidas, acelerou entre o período retrasado e novembro para 2,22%, ante 1,89% de antes.

Para Eulina Nunes dos Santos, economista do IBGE, a alta da carne, recorrente em todo o mundo, justifica-se com base na seca e o consequente prejuízo aos pastos, tanto que o gado precisa ser confinado e é necessário nutri-lo por meio da soja e do milho, também com avanços no mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei